Quarta-feira, 5 de Fevereiro de 2014

Universidade de Trás-os-Montes-e-Alto-Douro: Doutoramento em Gestão (questionário aos caçadores)

 

Será que entendemos bem?

 

 

Isto é uma carnificina, não justificável, nos tempos que correm… Se não fossem as pedras da rua e as pernas dos carniceiros, diria que estávamos algures à entrada de uma caverna na Idade da Pedra…

 

(origem da foto) http://arronchesemnoticias.blogspot.pt/2010/10/arronches-calendario-venatorio-da.html

 

A notícia não menciona nomes, mas o referido questionário a aplicar aos caçadores, insere-se no âmbito de uma pesquisa para a realização do Doutoramento em Gestão, na Universidade de Trás-os-Montes-e-Alto-Douro e que servirá de apoio na elaboração da tese com o tema: «Emoções e motivações associadas ao Turismo Cinegético – caso das Zonas de Caça Turísticas (ZCT) da região do Alentejo.»

 

Pede-se que se responda com a máxima sinceridade a todas as questões. Não há respostas boas ou más, correctas ou incorrectas, o importante é que a resposta traduza a forma de sentir e de pensar de um caçador.

 

A pergunta que mais feriu a minha susceptibilidade foi a seguinte:

 

 - Quais são os seus troféus preferidos?

Perdizes, Codornizes, Coelhos, Pombos, Rolas, Patos, Narcejas, Galinholas, Javali, Veado, Tordos, Lebres…

 

Esqueceram-se das Raposas… Na Póvoa de Varzim, os caçadores fazem batidas às Raposas…

 

Ao que chegámos... Ou melhor, ao que ainda NÃO CHEGÁMOS: à CIVILIZAÇÃO!

 

Os legisladores portugueses não reconhecem os Touros e os Cavalos como animais. E para quem faz este doutoramento, os animais aqui referidos também não são animais: são uma espécie de TAÇAS de torneios, de campeonatos, de competições.

 

Por onde andará a LUCIDEZ, neste meu País cheio de gente mentalmente POBRE e PRIMITIVA?

 

E qual é o papel das Universidades na preparação de futuros senhores “doutores”?

 

Serão “doutores da mula ruça”, como diria um amigo meu, já falecido.

 

Para quem não sabe, os dicionários esclarecem que a expressão “doutor da mula ruça” usada em registo familiar e em tom depreciativo, se aplica a «indivíduos que possuem um título ou um diploma, mas que não têm os conhecimentos de que se dizem detentores».

 

É o que mais temos, em cargos públicos e de responsabilidade.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:43

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Comentários:
De Albertino Vilariça a 11 de Fevereiro de 2014 às 11:45
Bom dia, li o seu texto relativamente a actividade cinegética e como caçador e estudante universitário quero mostrar o meu desagrado por ter sido intitulado pela sua pessoa de "mente pobre e primitiva" e de por e, causa a lucidez de quem pratica a actividade cinegética. também espero num futuro próximo terminar o meu curso e não admito a ninguém que me chame de doutor de mula ruça atá porque o esforço feito até agora em estudos e todo o dinheiro gasto em propinas foi do meu bolso e não do seu. Já agora, da minha parte, existe muito respeito pelas peças de caça pois tudo que eu caço é servido em minha casa ás refeições. Despeço-me desejando-lhe uma boa ida ao supermercado comprar os seus bifes já cortadinhos que se calhar o animal que morreu para você comer sofreu menos que um animal abatido na caça e que morreu com mais respeito...em vez de falar da caça, perceba o funcionamento de um matadouro.
De Isabel A. Ferreira a 11 de Fevereiro de 2014 às 14:57
Senhor Albertino Vilariça, não sei se reparou, mas o texto que escrevi não está dirigido a si, até porque não encontrei o nome do autor do inquérito a caçadores, ao qual me referi.

Portanto, não me dirigi a si individualmente.

O Senhor Albertino Vilariça é que, vamos dizer, “enfiou a carapuça”, e saltou para o centro da roda.

Não retiro nem uma vírgula ao que escrevi, porque na verdade, nos tempos que correm, a actividade da caça é praticada apenas por gente de mentalidade pobre e primitiva, cobarde e sem nenhuma lucidez.

Cobarde, porque vai matar, por gosto, animais indefesos e inocentes, que tranquilamente estão no seu habitat, e de repente levam um tiro, sem mais nem menos, e sem saberem como nem porquê. Isto, hoje em dia, é chamado BIOCÍDIO. Sabia? Ponha lá no seu trabalho.

A CAÇA existiu noutros tempos, quando o homens mais primitivos e com menos progresso tinham de se alimentar do que havia.

Hoje já não há necessidade disso.

E chamar “actividade cinegética” a uma prática onde se MATA animais por desporto, é uma tentativa de “dourar a pilula”. Dá-se o mesmo “fenómeno” na “interrupção da gravidez”, quando a situação é MATAR FILHOS NO ÚTERO DAS MÃES.

Quanto ao “doutor da mula ruça” também não o intitulei como tal. Se se reviu na definição… a culpa não será minha, até porque o que escrevi está na interrogativa.

«Já agora, da minha parte, existe muito respeito pelas peças de caça»… Escreveu o Albertino Vilariça.

Só em chamar “peças de caça” aos seres vivos que MATA sem piedade, já é DESRESPEITAR os pobres animais. Peças são coisas (de automóveis, de mobiliário, disto e daquilo…). Peças são TUDO menos SERES VIVOS.

Haja RESPEITO, que é coisa que os caçadores DESCONHECEM.

E quanto aos bifinhos, saiba que EU NÃO COMO CARNE DE ANIMAIS DE ESPÉCIE NENHUMA, portanto, a sua ironia saiu ao lado.

E sobre matadouros, não queira justificar a estupidez da caça, com a estupidez dos matadouros.

Ambos são CONDENÁVEIS. DESPREZÍVEIS. ABOMINÁVEIS.
De Albertino Vilariça a 11 de Fevereiro de 2014 às 18:24
Sei que não se dirigiu a mim em particular como é óbvio mas dirigiu-se aos caçadores. Acho uma falta de respeito falar assim do que desconhece e basta ler o que escreve para ver que o seu conhecimento sobre a caça é nulo. Ao dizer que os caçadores são pessoas de mente pobre e primitiva tenha cuidado, não lhe admito esse tipo de nomes. Cada um no seu galho, você não gosta paciência, a caça existe, já estou farto deste tipo de conversas com anti-caça, eu também não condeno ninguém pelos seus gostos e não posso admitir que os outros o façam.
A caça tem a sua essência, não é só atirar e matar. EU caço pelo trabalho dos meus cães, caço pela educação que me foi dada pela família e pelo meio envolvente em que cresci.
Toda a minha vida foi rodeada de agricultura, tanto é que me encontro numa licenciatura de Engenharia Agronómica e sabe que uma das disciplinas que tive foi precisamente Cinegética e Aquacultura?
Porque não fazer um texto desses então para a pesca? Em que os peixes sofrem com uma morte por asfixia? Sabe que na caça as mortes são rápidas, sem sofrimento, mas na pesca não....

CAÇO PELA NECESSIDADE DE ME REENCONTRAR COM AS FORÇAS ELEMENTARES DOS PRIMÓRDIOS DO MUNDO!!

Detesto a humanidade hoje em dia em que olhamos para uma criança e esta se não tiver um telemóvel ou um Ipod está com cara triste.... Eu, quando criança, era feliz a ir dar de comer ás galinhas, ao porco la da casa....

Permita-me fazer uma pergunta pessoal.
A senhora alguma vez saiu do conforto da sua cama para ir ao monte fazer a manutenção de um cevadouro? Alguma vez se levantou ás 4 da manha para ir ver o estado do monte?

Sabe, hoje levantei-me com uma vontade de plantar alguma coisa. Cheguei à pouco do monte onde estive a plantar oliveiras, à uns tempos plantei carvalhos e castanheiros. Todos os anos dedico muito tempo para este tipo de actividades. Tenho meio hectare de aveia branca semeada e não é para apanhar, é pura e simplesmente para qualquer animal que se queira servir aquilo estar ali.

Por isso lhe digo que a caça não é só apontar e atirar....tem muito mais...

Por ultimo agradeço que quando escrever algo em resposta aos meus comentários não utilize nomes como cobarde pode ser? A minha educação não me deixa dirigir-me a alguém dessa forma e agradecia que também não me fizessem isso. Tudo aquilo que aqui escrevi é como caçador.

Já que me chama de cobarde (como caçador) vou-lhe deixar uma frase que em tempos li na Internet:

"É vegetariana? Coma pedras e tenha compaixão pelas alfaces que morrem para você as comer"

E argumentos como os seres vegetais não sentem comigo não pegam, como lhe disse sou da área de Engenharia Agronómica e posso dar-lhe exemplos de plantas com provas sensoriais.

Cumprimentos
De Isabel A. Ferreira a 11 de Fevereiro de 2014 às 19:32
EU NÃO ACREDITO NO QUE LI, escrito por alguém do século XXI depois de Cristo.

Se fosse um papiro? Menos mal… Os antigos tinham esta mentalidade, ainda muito primitiva e tacanha.

Era um mundinho que ainda não tinha evoluído.

Agora um ESTUDANTE da minha época? Ter uma tal mentalidade? Deve ter levado uma grande lavagem cerebral em criança e não conseguiu EVOLUIR.

Da caça sei o bastante para dizer que é praticada por cobardes.

E falta de respeito têm os matadores de animais pela VIDA SELVAGEM.

Os caçadores são gente de mente primitiva. Se não fossem sabiam que MATAR ANIMAIS EM MASSA É BIOCÍDIO.

Se não admite a VERDADE, o problema é seu. EVOLUA.

Isto não é uma questão de GOSTAR. É uma questão de atitude, de ética, de saber estar no mundo em comunhão com as outras espécies… Os matadores de animais não sabem nada destes conceitos. Só lhes interessa MATAR. MATAR. MATAR. E MATAR tem alguma essência?

MATA pela “educação” que lhe foi dada em criança. Diga antes LAVAGEM DE CÉREBRO. E está tudo dito.
Agricultura não tem nada a ver com MATAR.

Pois… Cinegética… E Aquacultura… Matar… Matar…
Lá vem ele falar de coisas que não justificam as outras. A pesca? É igual à caça. Matar. Matar. Matar.

As mortes na caça nem sempre são rápidas. Não venha com essa conversa, que não pega, e sabe disso muito bem. E as mortes são tão DOLOROSAS como seria a sua morte se levasse um tiro. Nunca pensou nisso? Mas pense, porque a CIÊNCIA O DIZ.

E agora vem a frase bombástica:

«CAÇO PELA NECESSIDADE DE ME REENCONTRAR COM AS FORÇAS ELEMENTARES DOS PRIMÓRDIOS DO MUNDO!!»

Que é o mesmo que dizer: «CAÇO PORQUE TENHO INSTINTOS PRIMITIVOS E BÁSICOS QUE VÊM DOS PRIMÓRDIOS DO MUNDO». Com isto classificou-se. Disse tudo.

Pois não admira que deteste a humanidade… Não sabe o que isso é. E se foi feliz na infância, rodeada de mortes de animais (porque depois de lhes dar de comida, eram comidos)… ainda mais se percebe essa desumanidade entranhada em si. Não sente qualquer empatia pelos outros seres vivos.

A pergunta pessoal, que não tem razão de ser:

Já saí do conforto da minha cama, para ir ao monte ver o nascer do Sol. Ouvir o soprar do vento. Ver a aragem a acariciar a folhagem. Ouvir o canto de um pássaro solitário…

Já plantei árvores, flores, plantas das hortas, dos pomares…já cuidei de animais, mas não para os comer.

Não… a caça não é só apontar e atirar… é também dar de comer aos animais para os matar… E eles lá “pensarão” que bom amigo eu tenho, e quando menos esperam… PUM… levam um tiro. E isso é lealdade? É sublime, não é?

Por último eu não posso deixar de chamar cobarde a quem pela calada, MATA um animal indefeso, um animal que não está a fazer mal nenhum… e morre para o MATADOR se reencontrar com as forças básicas de um mundo primitivo…

Valente é que não é.

Ora, ora, meu menino… Não me vai dizer que isto é VALENTIA!

Se tudo aquilo que escreveu é como caçador, tudo aquilo que escrevo é como alguém que DEFENDE A VIDA, seja ela qual for.

Pois… Vegetariana… Comer pedras… As plantas não têm SISTEMA NERVOSO. Não sofrem as DORES que um animal, seja qual for, SOFRE. Isto é BÁSICO. Um universitário devia saber isto. Do estudo básico da BIOLOGIA.

As provas sensoriais das plantas nada têm a ver com sistema nervoso. Também as conheço. Não têm olhos, nem lágrimas. Nem cérebro, nem coração. Nem vísceras. Nem sentem frio, nem emoções, nem medo, nem sono, nem… Não são animais como nós.
De Albertino Vilariça a 11 de Fevereiro de 2014 às 19:45
Sra. Isabel Ferreira, infelizmente não de deu outra hipótese. Terei de usar o mesmo modo de escrita para lhe responder. Pelo que li não vi qualquer cuidado naquilo a que fiz referência. Mais uma vez lhe digo, não me volte a chamar cobarde. Sabe uma coisa? Como actividade tenho a caça e não só. Sou Bombeiro Voluntário da Póvoa de Lanhoso e quer que lhe diga uma coisa? Sinto-me revoltado ao ler escritas com a mensagem da sua. Tanto pela caça como pelos Bombeiros. SOU CAÇADOR E NÃO TENHO MEDO DE O DIZER. A senhora, (repare agora como escrevi senhora com letra minúscula dada a importância que você tem para mim), é que pensa que com essas mudanças ultra hipa e mega brutais de se tornar vegetariana (não tenho nada contra e se o tivesse faria tudo menos o que você está a fazer) pode chamar nomes ou o que quer que seja a pessoas que nem conhece.

Pela minha experiência não vale a pena discutir este assunto com pessoas como você, vou parar por aqui dada a sua ignorância sobre o mundo da caça e não diga que sabe do que fala pois basta ler o que escreve para perceber que não sabe nada disto.

Continuação com o seu ver do nascer do sol e do seu ouvir o vento....

A inteligência todos a têm, mas alguns (refiro-me a pessoas como você) não a sabem usar
De Isabel A. Ferreira a 12 de Fevereiro de 2014 às 10:36
Senhor Albertino Vilariça, a mim tanto me faz, como fez, o modo como alguém que MATA animais, por prazer, escreve.

Nada do que possa dizer me atingirá. Estou muito mais acima de um matador.

Pois se os matadores não passam de cobardes, por que haveria de utilizar outro termo? Ou acha que alguém que tem uma arma na mão, pronta a disparar contra um ser vivo, que nem sabe que está na mira de um matador, é coisa de VALENTES?

Por muito que NÃO GOSTE, um matador de seres vivos INDEFESOS, é um cobarde. E dos grandes. O mal disto tudo, é terem a convicção de que é valentia matar um ser indefeso.

Se o Senhor Albertino Vilariça estivesse no lugar do animal, indefeso, e um matador lhe apontasse uma arma, que nome daria a essa criatura? Não seria COBARDE? Pois então?

Gaba-se de ter a caça como actividade, esquecendo-se de que existe uma Lei universal, a Lei do Retorno, infalível e implacável, que fará justiça a todos os que são mortos pelo homem predador.

Um Bombeiro Voluntário, não é SOLDADO DA PAZ, se é caçador. As duas coisas não combinam. Até lhe fica mal, dizer tal coisa. E para a Corporação será uma VERGONHA.

Sente-se revoltado com a minha escrita?

E eu sinto-me REVOLTADA por haver matadores de seres vivos indefesos, que se gabam de o ser.

Eu não “chamo nomes”, eu utilizo as palavras certas para cada circunstância. É assim a regra da boa escrita. Não posso fazer poesia, com a MORTE de inocentes seres vivos, mortos à socapa.

Pois não vale a pena estar aqui a discutir algo com alguém despido da essência humana, e que nasceu e cresceu e vive para a MORTE e não para a VIDA.

A minha “ignorância” sobre a matança de animais para gozo de uns poucos, é o saber acumulado de muitos sábios que antes de mim já disseram o que eu apenas repito.

Ignorante é quem, em pleno século XXI depois de Cristo, ainda pensa que está no tempo das cavernas em que o homem era caçador POR NECESSIDADE de sobrevivência.

Sabe, lamento que um estudante, naturalmente jovem, tenha um pensamento de VELHO.

Não se enquadra na modernidade, na evolução das mentalidades, num tempo do homem novo.

Um dia recordar-se-á destas minhas palavras… Demasiado tarde, porém, para voltar atrás e VIVER como um verdadeiro SER HUMANO.
De Albertino Vilariça a 13 de Fevereiro de 2014 às 03:15
Decidi que seria a minha ultima resposta e volto a escrever não sobre este assunto que já vi que não vale a pena dada a sua falta de conhecimento e argumento (não se esqueça do numero de animais mortos pelo ser humano urbano).

Escrevo para lhe dizer que sou BOMBEIRO e não,não é uma vergonha para o quartel que o seja, aliás, estou na corporação de livre e espontanea vontade. Agora vai-me obrigar a dizer, CALE-SE, se no mundo da caça voce nao pescanada, então nesta questão dos bombeiros muito menos....

A ultima coisa que desejo é que nunca necessite de ajuda pre hospitalar... caso necessite desejo-lhe que seja assistida por um BOMBEIRO que tambem seja CAÇADOR.

CAÇO PORQUE QUERO, O ESTADO PERMITE

porque é que o vosso partidinho dos animais não investe por exemplo em vacinas para o coelho bravo para combater a doença da hemorrágica? pois é, que lindo...queremos salvar o mundo mas só com falinhas e protestos com cartazes...e trabalhar? vá,toca a vacinar coelhos, toca a ir cortar mato que caso não fossem as associações de caçadores estariam neste momento num mato infernal ou entao ja tinham sofrido um incendio deixando hectares de habitat destruido e com solos desprotegidos sujeitos a erosao e poluir cursos de água com o escorrimento de cinzas....voces tanto falam mas nunca ninguem vos vê no monte a trabalhar...só festas, caminhadas solidárias ai meu deus...

E já agora, tem caozinho ou gatinho? alguém da sua laia tem? veja os componentes das rações...

Cuide-se
De Isabel A. Ferreira a 13 de Fevereiro de 2014 às 09:56
Decidiu e decidiu bem, porque eu já começava a ficar farta de tanta falta de saber e de humanidade.

Até porque já lhe disse que não se justifica uma estupidez, com outra estupidez, por isso essa de «não se esqueça do número de animais mortos pelo ser humano urbano» já cansa… porque se estivesse atento à minha luta veria que luto pela VIDA de todos os animais, humanos e não humanos e até daqueles que são mortos no santuário da vida: o ÚTERO das mães.

Escusava de voltar à história do bombeiro, porque o que faz um BOMBEIRO não é a farda, mas o CARÁCTER.

E eu conheço os BOMBEIROS da minha zona, que também os há predadores. Mas esses não andam a prestar serviço humanitário. Como poderiam?

Pois… CAÇA PORQUE QUER (ou seja, porque ainda NÃO EVOLUIU).

O ESTADO PERMITE. O estado permite muita matança. As leis que temos estão mais viradas para os homens predadores do que para os seres humanos. É a ignorância a falar mais alto.

Quando fala do “trabalho “ do caçador a vacinar coelhos que depois MATAM desalmadamente, ou a desbravar mato, para que os pobres animais não tenham onde se esconder dos caçadores predadores, acha que isso convence alguém?

O Albertino Vilaraça «não dá uma para a caixa».

Olhe, cuide é dos cães que tem para o servir na MATANÇA, e não os ABANDONE quando já não tiverem serventia para a caça. É o que mais se vê por aí. Não admira. Um caçador não é propriamente um ser humano racional.

ESSE É UM SERVIÇO DE CAÇADORES DESALMADOS.

Mas o vosso momento está guardado. A Lei do Retorno será infalível.

NINGUÉM MALTRATA A NATUREZA E AS SUAS CRIATURAS IMPUNEMENTE.

Por que acha que o mundo anda todo revirado com ibcêndios, e cheias, e neves, e frios e calores e furacões e tufões?

É a Natureza a reagir à predação que tem sofrido.

Guarde esta, porque se lembrará de mim, quando chegar a sua vez.
De Helder Andrade a 8 de Agosto de 2016 às 17:38
Esta sua opinião devia ser objecto de estudo, pois é a prova ou melhor, uma prova, de que a formação académica nos pode fazer mestres em alguns temas mas no que diz respeito ao tema caça, devia ser mais inteligente e não se deixar levar pela emoção para comentar assuntos que é uma completa leiga.
De Isabel A. Ferreira a 8 de Agosto de 2016 às 19:29
Pois faça muito bom proveito com o estudo.

Não sou eu que tenho instintos assassinos. Não sou eu que mato seres indefesos e inocentes, no seu habitat natural, COBARDEMENTE, pelo fútil prazer de MATAR.

A caça hoje em dia já não se justifica. Já não precisamos dela. Só a pratica quem tem maus instintos. Mau carácter. Nasceu velho.

E ISTO NÃO SOU EU QUE O DIGO. São MILHARES de pessoas que já evoluíram. Estamos num outro patamar da evolução, muito mais adiantado.

Grandes cobardes, é o que os caçadores são.

Faça lá o seu estudo. E tenha bom proveito dele.

A inteligência de uma pessoa não se mede pela quantidade de seres vivos que MATA, mas pela quantidade de seres vivos que SALVA.

É que há dois tipos de inteligência: a maligna (a dos caçadores, por exemplo); e a benigna (a dos defensores da VIDA em todas as suas vertentes).

Sabia disto?

Vá lá fazer o seu estudinho, para o qual estou a marimbar-me!

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