Não há qualquer dúvida quanto à extinção da selvajaria tauromáquica. O fim aproxima-se. Os trogloditas tauromáquicos bem podem começar a treinar a cavar terra, plantar pomares, e hortas, batatas e pepinos, porque estarão a contribuir para alimentar muita gente. Não perdem empregos, porque nem sequer os têm, vivem à tripa forra à custa dos nossos impostos, e só podem ganhar um lugarzinho no céu, por se tornarem HOMENS E MULHERES ÚTEIS.
Isabel A. Ferreira

TAUROMAQUIA EM DECLÍNIO: DADOS OFICIAIS CONFIRMAM A TENDÊNCIA
Os números mais recentes do INE e da IGAC são claros:
Em 2024 realizaram-se apenas 143 espectáculos tauromáquicos, menos 23 do que em 2023, e o número de bilhetes oferecidos aumentou 34 %, atingindo 41 311.
Menos espectáculos, menos público e mais bilhetes oferecidos.
Mesmo com o esforço para mascarar o vazio das bancadas, a tauromaquia continua a perder relevância e público.
A própria indústria reconhece a quebra e manifesta preocupação com os resultados nos seus sites e fóruns.
Os dados falam por si e confirmam o que a sociedade portuguesa já decidiu há muito: o futuro é a abolição da tauromaquia.
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