Terça-feira, 30 de Agosto de 2016

Tauromaquia - Doença do foro psiquiátrico

 

RECOMENDAÇÃO

Devido aos comentários disparatados que tenho recebido acerca deste texto, recomendo que os leitores o leiam com os olhos do cérebro (se é que me entendem).

Este texto é para ser interpretado, não é para ser deturpado.

Façam esse favor a vós próprios.

Obrigada.

Isabel A. Ferreira

 

Há uns dias, escrevi um texto onde considerava a tauromaquia uma doença do foro psiquiátrico, mas há quem a considere do foro urológico:  «Estes tipos sofrem todos de disfunção eréctil!» diz José Melo.

 

A este propósito, um “ilustre desconhecido” enviou-me o seguinte comentário:

 

Comentário no post QUANDO OS AFICIONADOS NASCEM COM O CÉREBRO DESCIDO...

 

Quando diz que é uma doença, pode indicar-me qual é a classificação DMS? Obrigada

Desconhecido a 25 de Agosto 2016, 11:33

 

Pois é a esta pergunta que tentarei responder, à luz das modernas descobertas das Ciências da Psicologia e da Psiquiatria e das Ciências Biológicas

 

TOUREIRO1.jpg

 

Os primeiros registos desta prática sangrenta remontam ao século XII, tendo como principal palco de acção a Espanha. Em Portugal, esta barbárie foi introduzida em 1580, quando o nosso País foi ocupado pelos Reis Filipes (Filipe I, Filipe II e Filipe III de Portugal, respectivamente II, III e IV de Espanha) tendo depois sido disseminada pelo mundo, nomeadamente na América do Sul (onde se situam cinco dos oito tristes países que actualmente ainda mantém esta prática medieval e selvática), durante o período da expansão colonizadora, levada a cabo por ambos os países.

 

Portanto, durante alguns séculos, a tauromaquia e tudo e todos os que a rodeavam, desde toureiros a cavalo e a pé, forcados, bandarilheiros, novilheiros, campinos, e obviamente os aficionados, aqueles que frequentavam as ditas praças de touros, para aplaudir aquilo que consideravam um acontecimento cultural e artístico, dos mais majestosos, frequentado pela populaça, mas também por reis, rainhas, príncipes e princesas, artistas e escritores, o que demonstra que as doenças mentais ou os desvios comportamentais podem ocorrer no seio de qualquer classe social, da mais baixa à mais alta e indepentendemente do nível de instrução, era algo que fazia parte de uma sociedade ainda pouco ou nada evoluída, com poucas opções de divertimentos cultos, numa época em que a Santa Ignorância e o Santo Obscurantismo imperavam, a todos os níveis, e em que as mulheres e as crianças não tinham nenhuns direitos, e muito menos os animais não-humanos que, nessa época, eram tratados por bichos, sobre os quais recaíam as mais hediondas superstições, e muitas delas ainda hoje perduram nas localidades portuguesas mais atrasadas civilizacionalmente.

 

Aliás, este conceito de direitos do homem só apareceu nos finais do século XVIII (em 1789, em plena época da Revolução Francesa). A Declaração Universal dos Direitos da Criança, só foi proclamada em 1959, e até esta data as crianças eram consideradas ao nível de qualquer animal não-humano. Quanto à Declaração Universal dos Direitos dos Animais só foi proclamada pela UNESCO em 1978, assinada por quase todos os países do mundo, e promulgada por Portugal.  

 

TOUREIRO2.jpg

 

Ora foi a partir deste ano de 1978 que os activistas, com base neste documento, começaram a “fazer barulho” que se ouvisse, ao redor dos maus tratos infligidos aos animais não-humanos, nos países terceiro-mundistas, mas também nos ditos primeiro-mundistas.

 

E os tempos foram evoluindo, e com eles milhares de pessoas também, ficando, no entanto, uma parte dessa humanidade parada no tempo das trevas e de um obscurantismo que permanece até aos dias de hoje.

 

Paralelamente, as Ciências Biológicas foram também evoluindo, e descobriu-se a senciência animal (como se tal fosse necessário para condenar a tortura) e demonstrou-se que os animais, até então considerados irracionais, não eram assim tão irracionais, e começou-se a designá-los por não-humanos, e até apareceu a expressão “pessoas não-humanas” para designar algumas espécies, como os Símios e Cetáceos, entre outros.

 

Mas não só as Ciências Biológicas evoluíram.

 

No campo da Psicologia e da Psiquiatria foram surgindo novas áreas de estudo, e o que antes parecia normal, hoje é considerado um comportamento desviante, do foro da insanidade mental.

 

Na Grécia antiga, por exemplo, a pedofilia era uma prática comum e aceitável socialmente, até porque a criança não tinha quaisquer direitos, e era tratada como um animal irracional e sem alma. Aliás, tal como a mulher e os escravos.

 

Hoje, a pedofilia não só é considerada um crime, como está entre as doenças classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) entre os transtornos da preferência sexual.

 

TOUREIRO3.png

Deterioração mental

 

O mesmo se passa em relação à tauromaquia e a todos os seus intervenientes, desde os que a praticam (psicopatas), aos que a aplaudem (sádicos), como também aos que a apoiam e promovem, os aficionados, também sádicos, a qual, hoje em dia, é uma prática contestada em todo o mundo, pela sua descomunal perversidade.

 

Até a terminologia na tauromaquia mudou.

 

A tauromaquia passou a designar-se selvajaria tauromáquica.

 

O heróico toureiro hoje não passa de um cobarde tauricida ou torcionário; o cavaleiro é um cavalgador; o “valente” forcado é apenas um cobarde carrasco, bem como os bandarilheiros e novilheiros não passam de desalmados carrascos.

 

E tudo começa na infância.

 

Até há poucos anos, nos distúrbios revelados na psicopatia, na sociopatia, na condutopatia e no transtorno de personalidade, não estavam incluídos aqueles que, num passado medieval, eram considerados uns heróis, por lidarem um bovino a que chamavam touro bravo (que não existe na Natureza) e que nada sofria, mas que na realidade não era mais do que um manso e senciente herbívoro, torturado desde a nascença para se apresentar agressivo (bravo) diante dos seus carrascos.

 

E esta mentira circulou durante séculos e tornou-se verdade para aqueles que hoje se recusam a aceitar as evidências científicas, que, entretanto, ficaram mais do que provadas: o bovino é um ser pacífico, herbívoro, senciente e sofre horrores quando está a ser lidado pelos cobardes psicopatas, seus carrascos, tal como qualquer humano sofreria.

 

A partir desta comprovação, os tauricidas e aficionados passaram a ser incluídos no rol dos portadores de distúrbios mentais, afectivos e sexuais.

 

TOUREIRO4.jpg

 Os psicopatas costumam maltratar animais na sua infância e juventude. Esta é uma afirmação do FBI norte-americano, a partir de um estudo baseado em entrevistas a homicidas e psicopatas. Decapitar gatos e esquilos ou disparar sobre cães são algumas das crueldades que estes jovens podem cometer.

 

Ora tendo em conta que animais somos todos nós (humanos e não-humanos) e que está provado cientificamente que os bovinos, sendo animais como nós, são sencientes e padecem dos mesmos sofrimentos, como se fossem um de nós, e o que lhes fazem a eles é como se o fizessem a um de nós, o termo psicopata encaixa-se na perfeição a um tauricida e a um aficionado de tauromaquia, pois esse termo é atribuído a indivíduos com um padrão de personalidade caracterizado por um comportamento desviante, pela ausência da capacidade de sentir empatia/remorso e compaixão, falham em relação aos valores éticos e morais, são clinicamente indivíduos perversos e portadores de distúrbios mentais graves.

 

Os aficionados e tauricidas vivem na zona fronteiriça entre a normalidade e a doença mental.

 

Os indivíduos já nascem velhos e com essa predisposição, e se crescem num meio propício, estas características tendem a desenvolver-se e a cristalizar-se nos seus cérebros emurchecidos.

 

Em sociedade eles agem como indivíduos normais, por isso fazem questão de se considerarem “seres humanos como os outros”, mas apresentam manifestações patológicas no seu comportamento.

 

São bastante desequilibrados emocionalmente e sofrem de distúrbios afectivos e sexuais.

 

Prova disto mesmo são os impropérios que aficionados e tauricidas lançam, nomeadamente, às activistas, onde a nota principal recai sobre uma frustrada actividade sexual que eles transpõem para nós, como se estivessem a dirigir-se às mães, mulheres e filhas deles, algo que Sigmund Freud denominou Projecção Psicológica.

 

Vejam neste link, do que estou a falar:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/358058.html

 

Estes indivíduos necessitam de atacar violentamente um bovino indefeso e inofensivo, ou de aplaudir esse ataque cruel e violento para exorcizar a invirilidade de que sofrem (eles) e a frustração sexual (elas). Para além disso precisam de atacar também os que defendem a Vida, qualquer Vida, porque para eles a Vida dos outros não tem qualquer significado. Apenas a deles interessa.

 

Normalmente a classe social onde estão inseridos pode ser um factor desencadeante desses comportamentos desviantes, mas não são preponderantes, e os estudos universitários não são garantia, nem remédio para erradicar essa patologia. Por isso, vemos professores catedráticos, presidentes da República, ministros, deputados, artistas, escritores e jornalistas, entre os que aplaudem a tortura de um ser vivo.

 

O sadismo é um desequilíbrio patológico do controlo das emoções e dos impulsos dos indivíduos que já nascem com a propensão para sentir prazer com o sofrimento de um ser vivo; frequentemente têm um comportamento anti-social e sofrem de um excesso de crueldade.

 

TOUREIRO5.jpg

 

Assim sendo, e usando as palavras do psiquiatra forense brasileiro Guido Arturo Palomba, aparentemente, os aficionados e tauricidas são indivíduos normais e lúcidos, mas têm uma conduta deformada.

 

Os aficionados de tauromaquia podem apresentar-se como indivíduos “normais”, mas são extremamente sádicos, portadores de transtornos de personalidade e de perturbação de comportamento, deformação moral e, no limite, são psicopatas, nomeadamente os tauricidas e cobardes forcados.

 

Vamos analisar os portadores deste transtorno de personalidade:

 

De acordo com o psiquiatra, Guido Arturo Palomba, um indivíduo com transtorno de personalidade apresenta alguns defeitos básicos:

 

- São altamente egoístas (não pensarão os tauricidas e afins só neles, e em satisfazer o seu desejo mórbido de ver sofrer um ser vivo, o que os leva a arrastarem-se até a uma arena para “gozarem” o sofrimento de um animal como eles?);

 

- Não se arrependem dos seus actos (não é verdade que nenhum deles jamais admite que o acto de aplaudir ou de praticar a selvajaria tauromáquica é um acto reprovável, e não se arrependem nunca do que fazem, porque acham que é o certo?); «assim, destaca-se enfaticamente a completa falta de remorso do criminoso psicopata, os seus critérios de emoção destoam em género, número e grau dos critérios normais do paradigma de normalidade psico-emocional do homem e mulher classificados como normais, daí o profundo mal-estar que as suas práticas criminosas provocam na sociedade em geral.»;

 

- Têm valores morais distorcidos (os aficionados não acham que podem torturar um ser vivo apenas porque é “tradição”, apesar de lhes serem apresentados dados científicos que provam que os bovinos são seres sencientes, tal como todos nós?;

 

- Gostam ou não se incomodam com o sofrimento alheio (este é o maior indicador do transtorno mental e de personalidade dos aficionados e tauricidas: não só sentem prazer como não se incomodam com o ATROZ E VISÍVEL sofrimento dos bovinos.

 

O que dizer dos indivíduos que aplaudem o que se passa nestas imagens tão cruéis?

 

De acordo com o psiquiatra Guido Arturo Palomba, e como já se referiu, aparentemente, os psicopatas são indivíduos normais e lúcidos, mas têm uma conduta deformada, e este problema foi descrito pela primeira vez em 1835, como insanidade moral (...) e ao longo dos anos, já foi chamado de psicopatia, sociopatia, condutopatia e transtorno de personalidade.

 

E as características apresentadas pelos tauricidas e aficionados não farão parte destas doenças do foro psiquiátrico?

 

Para finalizar posso ainda acrescentar o contributo da Ciência das Expressões Faciais, através da qual um especialista pode diagnosticar a insanidade mental, por exemplo, destes exemplares de tauricidas com que ilustrei este meu texto.

 

Isabel A. Ferreira

***

Fontes:

Este texto foi escrito a partir de estudos publicados na Internet, nomeadamente o do psiquiatra Guido Arturo Palomba e também no Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais - DSM-5, da American Psychiatric Association (Climepsi Editores).

 

EL MALTRATO ANIMAL ES UNA PSICOPATÍA

https://www.psicologiapuebla.com/maltrato-animal-una-psicopatia/

SAIBA AS CARACTERÍSTICAS QUE MARCAM UM PSICOPATA

https://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/saiba-as-caracteristicas-que-marcam-um-psicopata,c0398c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

OS TORTURADORES DE ANIMAIS

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/os-torturadores-de-animais-571714

PERSONALIDADE E PSICOPATIA: IMPLICAÇÕES DIAGNÓSTICAS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

http://www.scielo.br/pdf/epsic/v17n3/14.pdf

PROJECÇÃO FREUDIANA/ PROJECÇÃO SEGUNDO FREUD

http://psicoativo.com/2016/01/projecao-freudiana-projecao-segundo-freud.html

A CIÊNCIA DAS EXPRESSÕES FACIAIS DAS EMOÇÕES E MICRO-EXPRESSÕES: TENDÊNCIAS DA PSICOLOGIA MODERNA

http://ceapuem.blogspot.pt/2014/05/normal-0-false-false-false-en-us-x-none_5220.html

 

A LIGAÇÃO ENTRE VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS NÃO HUMANOS E VIOLÊNCIA CONTRA SERES HUMANOS 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/ligacao-entre-violencia-contra-animais-691311

 

(Entre muitos outros)

Tudo o que é dito sobre as patologias descritas e sobre os psicopatas é do domínio da Psicologia, da  Psiquiatria e da Psicanálise, e encaixam-se nos distúrbios apresentados pelos tauricidas e aficionados.

***

A PROPÓSITO...

 

A propósito deste artigo, um amigo escreveu o seguinte comentário: «Apesar de concordar com todos estes comentários e de ter a absoluta convicção de que só podem ser doentes as pessoas que praticam e/ou assistem a espectáculos deste tipo, e que por mim todos esses mentecaptos podiam desaparecer da face da Terra, gostaria de ver realizado um estudo (se é que ainda não existe) que analise especificamente o pensamento dessas personagens. Um estudo realizado por profissionais ligados ao estudo da mente sobre todas essas bestas»

 

Pois o que tenho a dizer sobre este comentário é que já existem estudos  e já foram publicados acerca destes indivíduos que se divertem com o sofrimento de um ser vivo.

 

 Para se mudar um paradigma, alguém tem de começar. Eu dei esse primeiro passo, com os meus parcos conhecimentos das cadeiras de Psicologia que concluí na Universidade.

 

Talvez seja aconselhável acrescentar neste meu texto, este pormenor, para que não digam que inventei tudo: eu estudei Psicologia, embora não seja Psicóloga diplomada.

 

Portanto, nada do que aqui escrevi, o escrevi sem conhecimentos, e  sem base em estudos dos estudiososda matéria.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:54

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Comentários:
De Anónimo a 30 de Agosto de 2016 às 19:47
Desculpe a rectificação mas:
Filipe I, Filipe II e Filipe III de Portugal respectivamente II, III e IV de Espanha.
De Isabel A. Ferreira a 31 de Agosto de 2016 às 16:21
Tem toda a arzão.
Obrigada pela chamada de atenção.
De fernanda a 30 de Abril de 2017 às 14:52
O essencial é certamente o conteúdo e isso está "5 estrelas". Diz o mais importante sobre o tema.
De Anónimo a 31 de Agosto de 2016 às 13:01
Ainda bem que a Madeira não tem touradas.. Nem sinto interesse pelas touradas..Deviam acabar esse genocídio animal.
De Anon a 31 de Agosto de 2016 às 20:20
Concordo a 100% que as touradas são uma practica cruel e bárbara que devia ser abolida, mas noto que grande parte deste texto é falaciosa, apresenta falsas equivalências e utiliza termos da psiquiatria fora da sua aura de aplicabilidade, de forma completamente não científica. As suas fontes não apoiam o que diz, porque assumiu coisas à partida que estas não assumiram, e cita Freud, que apesar de famoso, foi maioritariamente descreditado.

Cuidado, temos de defender a nossa posição com argumentos sólidos, não com insultos disfarçados de análise psiquiátrica. Não fez muito mais neste texto do que insultar o carácter de quem é a favor da tauromaquia!

Dito isto, reforço, as touradas são um espectáculo horrível de crueldade e deveriam ser abolidas. Mas temos de ser intelectualmente superiores e apresentar argumentos sólidos. Um bem haja!
De Isabel A. Ferreira a 1 de Setembro de 2016 às 15:17
ANON, quando quiser discutir comigo alguma coisa séria, tenha a hombridade de se identificar.

Pois o que tenho a dizer-lhe é que NADA do que aqui foi escrito é falacioso. NADA.

Se não soube INTERPRETAR o meu texto, o problema é seu.

Não são as minhas fontes que têm de me APOIAR. Sou eu que as APOIO.

Cito Freud, porque Freud só é contestado por inveja.
Freud continua a ser o esteio da Psicologia.

Pois eu aqui defendo a POSIÇÃO DO TOURO e do CAVALO, não a minha, com ARGUMENTOS mais do que sólidos.

Só os cegos mentais não vêem.

Sinto muito se você NÃO SABE distinguir um INSULTO de um FACTO, de uma VERDADE COMPROVADA.

E para terminar, fique com esta:

A propósito deste artigo, um amigo escreveu o seguinte comentário: «Apesar de concordar com todos estes comentários e de ter a absoluta convicção de que só podem ser doentes as pessoas que praticam e/ou assistem a espectáculos deste tipo, e que por mim todos esses mentecaptos podiam desaparecer da face da Terra, gostaria de ver realizado um estudo (se é que ainda não existe) que analise especificamente o pensamento dessas personagens. Um estudo realizado por profissionais ligados ao estudo da mente sobre todas essas bestas»

Pois o que tenho a dizer sobre este comentário é que também eu gostaria que se realizasse um estudo profundo acerca destes indivíduos que se divertem com o sofrimento atroz de um ser vivo.

Por isso lancei este texto. Pode ser o princípio de alguma coisa, se em Portugal existirem pessoas com VONTADE de o fazerem.

Para se mudar um paradigma, alguém tem de começar.

Eu dei esse primeiro passo, com os meus parcos conhecimentos das cadeiras de Psicologia que concluí na Universidade.

Agora deixo aos ESPECIALISTAS fazerem o resto, ou seja, esse estudo mais aprofundado. Tenho certeza de que chegarão à conclusão que eu cheguei.

Talvez seja aconselhável acrescentar neste meu texto, este detalhe: EU ESTUDEI PSICOLOGIA.

Nada do que aqui escrevi, o escrevi sem conhecimentos.
De Victor Gomes a 9 de Setembro de 2018 às 14:40
Diga-me apenas uma coisa : a sua verdade tem necessariamente de ser a minha verdade ? A sua forma de intrepretar o que escreve e o que recolhe doutras fontes tem de ser necessariamante a minha forma de ver o mundo ? Equiparar uma pessoa que gosta de tourada a pe , na arte do cappote e apenas isso , sem bandarilhas nem sangue faz dessa pessoa um sadico ? Não concordo com a sua forma de ver e colocar as verdades e isso faz de mim o que ? um assasino ou um sadico ? Sabia que a caça ao mnovos cristãso começou com um acto deleibarado de pedofilia com uma criança e disto resultou uma caça ao homem apenas por motivos egoistas economicos ? Honestamente comparar um cavaleiro a um assasino n~ºao me pareçe que seja a melhor fomra de mudar o que esta desde do tempo do reis ... mas deixo isso ao seu criterio e atenção . um bem haja e estou devfidamente identificado
De Isabel A. Ferreira a 13 de Setembro de 2018 às 19:35
Victor Gomes, vamos lá a ver:

Primeiro: esta não é a MINHA verdade. Esta é uma VERDADE UNIVERSAL. É uma REALIDADE macabra. A sua nem sequer será uma verdade. É uma MENTIRA, que repetida ao longo de séculos, pode PARECER verdade, mas não é. É uma MENTIRA.

Segundo: existem coisas NÃO passíveis de interpretações diferentes. Se lhe der um AVC nenhum médico lhe diagnosticará uma apendicite. As doenças do foro psiquiátrico, não são, de todo, passíveis de serem interpretadas à luz da astronomia.

Terceiro: concordo quando diz que o seu modo de ver o mundo é completamente diferente da visão do mundo das pessoas lúcidas. A sua visão é DEFORMADA.

Quarto: uma pessoa que gosta de ver um Touro numa arena a ser TORTURADO, com sangue ou sem sangue, é SÁDICO, e os que o torturam são PSICOPATAS, porque um TOURO não nasceu para DIVERTIR ninguém. Não é um boneco. É um SER VIVO.

Quinto: os que matam seres vivos por PRAZER são ASSASSINOS em toda a parte do mundo. E os cavaleiros, não são cavaleiros, são montadores da outra vítima das arenas: o CAVALO.

Sexto: o tempo dos reis era uma época obscura. Entretanto, não sei se sabe, o mundo EVOLUIU, e quem ficou preso no tempo dos reis é ATRASADO. Não evoluiu.

E isto tudo não sou eu que digo. É o SENSO COMUM, algo que lhe falta.

Por favor, EVOLUA. Já estamos no Século XXI D.C.
De Rui Falcão de Campos a 31 de Agosto de 2016 às 21:37
É as pessoas que gostam de mandar na vida dos outros, aqueles que julgam superficialmente desconhecidos e injuriam os que têm gostos e formas de ver é sentir as coisas diferentes dos seus próprios preconceitos ou preferências?
Há tanta gente a querer mandar em mim, é a desculpa de que o outro é louco já tem mil anos, mil fogueiras e mil gulagues, que o seu escrito nada tem de novo. Não sei o que a traz tão zangada, mas desejo-lhe melhoras.
De Isabel A. Ferreira a 1 de Setembro de 2016 às 17:10
Com todo o respeito, senhor Rui Falcão de Campos, tenho a ligeira impressão de que não leu bem, ou não interpretou bem o que escrevi neste texto.

Primeiro: Aqui, se há alguém a mandar na vida dos outros são os tauricidas e aficionados que OBRIGAM os pobres TOUROS (que são vidas, ou não?) para as arenas e ruas, para serem TORTURADOS contra a vontade deles.

Segundo: aqui ninguém está a julgar desconhecidos, nem a injuriá-los. Aqui apresentam-se factos e ligam-se os factos a actos reprováveis (a tortura de seres vivos indefesos) e daí resulta uma conclusão, que só pode ser um distúrbio mental. Porque a tortura animal não é uma questão de “gosto” ou forma de ver e sentir as coisas de um modo diferente. A tortura animal faz parte de desvios comportamentais que classificam os psicopatas. Correcto?

Terceiro: o meu escrito tem algo de novo, sim. Até hoje ninguém se atreveu a esmiuçar do ponto de vista mental, este comportamento desviante daqueles que se DIVERTEM a TORTURAR SERES VIVOS NÃO HUMANOS INDEFESOS. Se o senhor não teve a capacidade de ir mais além na sua interpretação pobrezinha daquilo que leu… lamento muito. E aqui não são os gulags nem as figueiras que fazem falta. Aqui o que faz falta são os HOSPÍCIOS.

Quarto: nem sequer consegue discernir o que me traz a mim (e a MILHARES de pessoas por esse mundo fora) zangada. Mas eu digo-lhe: são pessoas como o senhor, que andam no mundo só por ver andar os outros, e para quem O SOFRIMENTO DOS SERES VIVOS é completamente indiferente, e nada fazem para melhorar o mundo. Isto não basta? E se alguém aqui tem de se tratar olhe que não sou eu, porque não sou eu que MALTRATO ANIMAIS INDEFESOS. EU DEFENDO-OS. E DEFENDER ANIMAIS INDEFESOS não consta do rol das DOENÇAS MENTAIS.
De Cristiana a 1 de Setembro de 2016 às 11:26
Já agora, por "classificação DMS", imagino que o "Desconhecido" queria dizer "classificação DSM". Também nas fontes usadas para este texto o DSM ("Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders") está mal citado. De resto, concordo em absoluto.
De Isabel A. Ferreira a 1 de Setembro de 2016 às 12:00
O lapso do "Desconhecido" é lá com ele.

Agora dizer que o DSM está mal citado, não entendi.

Por que está mal citado?

Para escrever este texto EU LI o Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais.

Tive de o citar. Foi uma obra base.
Pode especificar o que está mal nesta citação? Por favor?
De Cristiana a 1 de Setembro de 2016 às 12:16
Está mal mencionado nas fontes, apenas isso. Na verdade, foi cometido o mesmo lapso: não é DMS (ou DMS5TM como escreveu), mas sim DSM-5.
De Isabel A. Ferreira a 1 de Setembro de 2016 às 14:00
em toda a razão, Cristiana. Já corrigi.
Tenho aqui o livro à minha frente, e não sei como pude trocar-lhe as letras.

Fico-lhe muito agradecida pelo seu reparo.

Pensei que estava a dizer que eu não deveria ter ali colocado essa fonte, por estar desadequada. Peço desculpa.
De Rui Falcão de Campos a 1 de Setembro de 2016 às 17:48
Permite-se que sugira que não defenda muito ao perto esses supostamente indefesos animais. É que as defesas deles são cortantes desde a base à ponta. O pescoço impele-as com uma velocidade estonteante. Se os olhos matassem, os deles, maiores que limões, injectados de sangue, gelavam qualquer um. E eles não gostam de tree huggers nem de bleeding hearts. Eu olhei muitos nos olhos, no encerro prévio à lide, onde vamos conhecer "o nosso". E abracei outros tantos. Por isso aconselho: imagine-os a seu gosto, desprotegidos, indefesos, abusados... mas não os vá conhecer, são bichos que ganham muito em ser vistos ao longe.
De Isabel A. Ferreira a 1 de Setembro de 2016 às 18:34
Que comentário mais pobre. Mais debilóide.

Está a falar de quem? Dos aficionados? Dos tauricidas? Desses é que temos de FUGIR a sete pés. E se os olhos desses tauricidas matassem muita gente estaria morta.

Acredito que os tauricidas, ao olharem olhos nos olhos, um animal INDEFESO e MANSO que SENTE que está diante de carrascos e VAI sofrer uma TORTURA ATROZ, os desfaça com uma só cornada. Eu faria o mesmo, se fosse Touro.

Não. Eu não tenho necessidade de os IMAGINAR desprotegidos e indefesos, magnificamente mansos, a pastar nos campos.

Eu conheço-os. Olho-os, olhos nos olhos, afago-os. São belíssimos. Mas isso só para quem os AMA.

E os únicos BICHOS que conheço é o BICHO-HOMEM, que tortura animais sencientes para se divertir.

Quanta ignomínia. Tenha vergonha de ser como é, e de estar tão abaixo de um BOVINO.
De Jaime Veloso a 7 de Setembro de 2018 às 22:29
Curiosamente está descrever a cara dos aficionados que vi em manifestações anti tourada enquanto nos tentavam atropelar, agredir com chibatas e disparavam saliva na nossa direcção ao berrar insultos nas nossas caras... Olhos injectados de ódio, vermelhos de raiva e prontos a agredir a qualquer momento... a Policia com quem falaram de forma amistosa como se de velhos amigos se tratassem (tratando-se pelos nome próprios) eram a única razão porque não fomos espancados ali mesmo... Desses eu tive receio, mas mantivemo-nos em silêncio dos lados das portas da arena de tortura, enquanto as bestas de duas patas nos insultavam e ameaçavam perante o olhar impassível dos senhores agentes que nos identificavam... (para que conste o forcado que nos tentou atropelar não foi identificado)
De Isabel A. Ferreira a 8 de Setembro de 2018 às 14:22
Eles são exactamente assim.
E muito mais.
Como diz aminha amiga Maria do Carmo Tinoco:

«São muito broncos, têm um ar abestalhado, vazio, rude. O olhar transmite um alheamento e uma insensibilidade enormes. Proferem insultos, numa verborreia estupidificada de quem não sabe mais o que dizer; fazem gestos obscenos e babam ao pensar no que vão ver. Parecem sub-humanos, e mesmo a uma certa distância cheiram a vinho azedo… »

Pois, toda agente sabem quem é o forcado que vos tentou atropelar. Apenas as autoridades não sabem.
Um cambada de incompetentes!
De RUI FALCAO DE CAMPOS a 8 de Setembro de 2018 às 22:38
Senhor Veloso, sugiro que vá chamar "besta de duas patas" a quem lhe fez as orelhas. Tanto mimo pela bicharada e incapaz de debater sem insultar aqueles com quem discorda?
Mais decência e menos sensibilidade, faça-se homem começando por respeitar o próximo e valorizar os gostos e opiniões de cada um.
De Isabel A. Ferreira a 9 de Setembro de 2018 às 11:28
Rui Falcão de Campos, vou responder-lhe a este seu comentário, porque o senhor não percebeu nada do que aqui está em causa.

Sim, muito mimo pelos animais não-humanos, que de bicharada nada têm, pois o único BICHO à face da Terra é o BICHO HOMEM. Os restantes animais são animais.

Os animais não-humanos merecem todos os mimos, porque os animais não-humanos são muito, mas muito mais humanos do que a bicharada-homem, do que a besta humana, do que a besta de duas patas, porque não há besta de quatro patas na Natureza. E isto não é insultar. Isto é dizer a verdade.

E quem não quer ser besta humana ou besta de duas patas não lhe vista a pele.

A indecência está do lado de “gente” como o senhor, que acha que é dono do mundo e pode torturar animais sensíveis para satisfazer instintos sádicos, impunemente.

E fique sabendo que os psicopatas e sádicos, descritos nesta publicação, não são PRÓXIMOS dos Homens DE Bem e DO Bem, e merecem tanto respeito, como o respeito que os psicopatas e sádicos consagram aos animais que torturam, ou seja, NENHUM RESPEITO, porque a tauromaquia NÃO É uma questão de gosto ou de opinião. A tauromaquia é uma questão de ÉTICA, de SENSO COMUM, de CIVILIZAÇÃO, de EVOLUÇÃO, algo que vos falta.

Uma questão de gosto é gostar ou não gostar de grelos.

Uma questão de opinião é entender que determinado político é competente ou incompetente para exercer o cargo de presidente da República.

Quanto à tortura de animais sencientes para divertir sádicos e psicopatas é uma questão de doença do foro psiquiátrico, passível de tratamento, num Hospício.
De RUI FALCAO DE CAMPOS a 9 de Setembro de 2018 às 14:26
Sabe que a equiparação da divergência ideológica à doença mental é uma forma extremamente violenta e perigosa de negação da humanidade do próximo. A Alemanha de Himmler e Hitler, a Rússia de Beria, Lenine e Estaline, a China de Mao e dos Guardas Vermelhos, todos remetiam para o foro psiquiátrico os opositores do regime. A Isabel só não é um bocadinho assustadora porque enfrentar novilhos e vacas bravas a mãos nuas e a corpo limpo desde a infância nos ensina a não ter medo de grande coisa.
O seu é um triste discurso de ódio, de desejo repressivo, de juízo superficial e acusação fácil. O que lhe dá o direito de julgar? É superior ao seu próximo, porquê? Que realisou, descobriu ou manteve que faça de si e da sua ideia o referencial ético dos demais?
Tolerância não mostra nenhuma. De respeito pelo próximo nem se fala. Falta à mais elementar cortesia. Coerência não tem a mínima (e os vegetais? não têm "direitos"? só trinca maçãs apanhadas do chão ou come fruta e vegetais barbaramente sacrificados para o seu prazer e conveniência? Sugiro que espreite vegetablecruelty.com ou .org e repense a sua sensibilidade).
Vivemos num mundo em que uma minoria excitada e preconceituosa não pode impedir a maioria de viver como entende e como viveram os nossos avós. Mas o seu quadro, não direi mental porque sei tanto da sua psique como a Isabel da minha, que é nada, mas comportamental, coloca-a na linha do Pol Pot e, antes dele, de Fray Savonarola e de Torquemada. Desejo-lhe muita felicidade pessoal. Os anos passarão sobre o resto e quando for grande espero que ame a criança generosa, idealista e radical que é a mãe de que nasce toda a mulher sábia e prudente.
De Isabel A. Ferreira a 17 de Setembro de 2018 às 18:12
Senhor Falcão de Campos, de que próximo está a falar? Que humanidade é essa a que se refere? Um psicopata não é próximo de ninguém, a não ser de outro psicopata. E nele não há humanidade alguma.

Portanto, comparar os seres humanos que os PSICOPATAS que referiu (Himmler, Hitler, Beria, Lenine, Estaline, Mao, guardas vermelhos) mandaram torturar e matar é de uma mente deformada, que não faz a mínima ideia do que está a dizer.

O senhor além de ter um a mente deformada, que acha que TORTURAR novilhos, bezerros, touros, e vacas que só são bravas porque têm de se defender dos seus carrascos, é coisa normal, sofre de iliteracia, porque não soube interpretar NADA do que está escrito nesta minha publicação.

Tudo o que ali foi dito NÃO SOU EU QUE DIGO; são as CIÊNCIAS DA MENTE. Não confunda as coisas. Não transponha para gente normal, a vossa anormalidade.

A sua mente deformada AVALIA MAL o que escrevi, baseada nas CIÊNCIAS DA MENTE.

O meu discurso é um discurso de alguém que SE SENTE INDIGNADA (um direito meu, consignado na Constituição da República Portuguesa) com a vossa psicopatia, com a extrema crueldade com que tratam inocentes, inofensivos e indefesos bovinos, para se DIVERTIREM.

Não sou EU que me divirto a torturar bovinos indefesos.

Eu estou baseada na CIÊNCIA e a CIÊNCIA NÃO JULGA. A Ciência apresenta FACTOS comprovados empiricamente.

EU NÃO SOU SUPERIOR AO MEU PRÓXIMO.

MAS SOU SUPERIOR AOS PSICOPATAS, simplesmente porque os PSICOPATAS NÃO SÃO MEUS PRÓXIMOS. Nem pouco mais ou menos. Não queira meter a HUMANIDADE e a DESUMANIDADE no mesmo saco. Porque uns são humanos. Outros, desumanos.

Nós NÃO TEMOS de ser tolerantes com a iniquidade, com a crueldade, com a violência. Seja o senhor tolerante com o violador da sua filha. Eu jamais serei tolerante com os carrascos de seres não-humanos e seres humanos. JAMAIS. E não tenho a mínima obrigação de o ser.

Também não tenho de respeitar quem não é capaz de respeitar um animal indefeso. Não tenho de ser CORTÊS com CARRASCOS. Seja o senhor cortês e respeitador do violador da sua filha. Ponho-os ao mesmo nível: uns são carrascos de seres não-humanos. Outros, carrascos de seres humanos.

Essa das trincas às maçãs diz da sua profunda ignorância e nem merece comentário.

E VOCÊS é que são a MINORIA. E não, não têm o direito de ser ignorantes, nem de viver de acordo com as regras da ignorância. Se todos vivessem como os nossos avós, o mundo não teria evoluído. E o HOMEM NASCEU PARA EVOLUIR. Não para ficar especado no PASSADO.

A sua deformação mental é tal, que confunde seres humanos com psicopatas ditadores.

EVOLUA! Cresça e apareça. E se quer comentar, comente, mas use da RACIONALIDADE e não vá puxar os seus galões de ignorante, que ficou colado a um passado de trevas e não deixa que a LUZ entre no seu cérebro.

A sua mente está FECHADA À EVOLUÇÃO.

E a mim não atinge com a sua verborreia de carrasco de bovinos.
De Anónimo a 9 de Setembro de 2018 às 13:50
Senhor Campos, nós não impedimos ninguém de fazer nada, limitámo-nos a estar parados dos lados da porta de entrada principal da praça em silencio com cartazes. Fomos insultados, ameaçados das mais diversas formas, inclusive com uma chibata e um carro... Tentámos falar para que o senhor se acalmasse. Ele berrou e grunhiu, os que se seguiram fizeram o mesmo. O que é que eu lhe vou chamar? É o que ele é uma besta de duas patas, aquele forcado não mostrou qualquer capacidade de raciocinio lógico ou empatia, tentou causar-nos danos físicos graves e ainda está à espera que eu seja meiguinho na forma como me refiro a ele? Sim, é a mais pura das verdades que ele e aqueles que o acompanharam me mostraram ainda mais aquilo que eu já suspeitava... que aficionados, ganadeiros e toureiros são bestas de duas patas sem capacidade de pensar... são violentos, gostam de ver ou causar sangue e não passam de psicopatas em fermentação! Aqui não é uma questão de gosto(tenho a certeza que nenhum dos touros tem qualquer gosto em estar ali), aqui é a questão de não se comportarem como pessoas decentes! E refira-se a "quem me fez as orelhas" com mais respeitinho que são pessoas que valem mais que qualquer daqueles burgessos que nos rodeou e atacou! E não tenho que respeitar qualquer opinião ou gosto que apele à violência contra animais ou pessoas! A humanidade já evoluiu um bocadinho nos últimos séculos, à excepção de algumas bolsas de resistência de ignorância e sede de sangue, à qual o senhor parece pertencer... evolua, senhor Rui Campos, evolua ou o mundo vai deixá-lo para trás! A tauromaquia está condenada e vocês estão a lutar por uma causa perdida... a decência irá vencer neste caso... e você está do lado errado da batalha.
De Rosana Ocampos a 1 de Setembro de 2016 às 22:23
Excelente Texto. Quero agradecer pela lucidez, coerência, conteúdo , embasamento e linha de raciocínio. Compartilho como psicóloga E protetora de animais. Gratidão!
De Isabel A. Ferreira a 1 de Setembro de 2016 às 22:45
Obrigada, Rosana.
De joao Antunes a 1 de Setembro de 2016 às 23:04
Antes demais os meus parabéns pela estrutura e substância da argumentação.
A minha sensibilidade confunde-se com a defesa da desprotecção e inocência da vida em geral. Na tauromaquia, eu compreendo a defesa dos interesses. Já não posso aceitar a desonestidade intelectual.

Obrigado por existir

João Antunes
De Ricardo Silva a 2 de Setembro de 2016 às 00:00
Olá Isabel.
Poderá estar correcta na sua avaliação enquanto psicóloga (ou dos conhecimentos que tem) mas há claramente uma coisa que não aprendeu.
Quando quer argumentar sobre um assunto e efectuar uma avaliação, para poder ser levada a sério, convém abstrair-se das suas opiniões pessoais e catalogar com adjectivos os actos ou pessoas que avalia (segundo as suas palavras, estudou psicologia).
Como não tenho grande interesse em "alimentar" esta conversa (que fique claro que sou totalmente contra com tudo o que seja "violencia contra animais"), deixo-lhe as mesmas perguntas que faço à vários anos sempre que este tema é debatido.
- Na sua opinião, o que é que se deve fazer?
- É contra as touradas ou é contra a violencia exercida sobre o Touro Bravo?
- Quais são as alternativas que dá para proteger a espécie, visto a mesma deixar de ser criada com o intuito comercial (touradas) e as ganadarias deixarem de existir?
- O que é que se faz à industria da tauromaquia e às pessoas que vivem deste negócio?

Volto a referir, que sou contra qualquer violencia exercida nos animais mas até hoje ainda ninguém conseguiu responder-me ou dar soluções. As unicas respostas que obtenho é para "acabar com as touradas" mas nunca ouvi ninguém reivindicar os "direitos da especie touro bravo" nem vi nenhum cartaz com "protejam o touro bravo" como vemos (vimos) do Lince ou do Lobo Ibérico.

Obrigado pelo seu tempo e os meus cumprimentos
De Isabel A. Ferreira a 2 de Setembro de 2016 às 18:43
Ricardo Silva, eu não sou psicóloga. Apenas estudei psicologia o bastante para saber distinguir uma mente saudável, de uma mente doentia, e a minha intenção com este texto não foi fazer AVALIAÇÕES, mas uma análise.

Analisei os factos, juntei-os aos ACTOS, e tirei uma conclusão que, tenho certeza, nenhum psicólogo ou psiquiatra encartado porá defeito.

Não vejo onde viu OPINIÕES PESSOAIS naquilo que escrevi.
Leia com atenção o texto.

Não creio que quando diz: «que fique claro que sou totalmente contra com tudo o que seja violência contra animais» esteja a dizer a verdade. Se estivesse, se visse com atenção o vídeo que coloco neste texto, nem sequer hesitaria em dizer (e nem sequer precisava de ser especialista) que quem faz o que faz a um ser senciente e animal como nós, caído no chão a sangrar e a sofrer HORRORES, indefeso e ainda VIVO, e CORTA-LHE AS ORELHAS, é um PSICOPATA no seu grau mais elevado de DEMÊNCIA.

Depois, se realmente fosse contra a violência animal, JÁ SABERIA que o Touro dito “bravo” NÃO É UMA ESPÉCIE, portanto NÃO EXISTE NA NATUREZA, e portanto não tem de ser PROTEGIDA. Isto é MUITA IGNORÂNCIA junta.

Quanto às ganadarias de ganadeiros carniceiros deviam DESAPARECER da face da terra. Não fazem cá falta nenhuma, bem como os ganadeiros carniceiros.

O que se faz aos indivíduos que VIVEM do NEGÓCIO (afinal isto da tauromaquia é um NEGÓCIO dos sanguinários!) da TORTURA de ANIMAIS? Quer saber a minha opinião, uma vez que não sou psicóloga e não estou a consultar ninguém? Deviam ENFORCAR-SE, por serem tão PERVERSOS.

Até hoje ninguém conseguiu responder-lhe ou a dar soluções? Eu vou deixar-lhe um link, para perceber melhor isso do TOURO BRAVO. Quanto ao que poderiam fazer os tauricidas? Além de se enforcarem, poderiam ir picar pedras para o monte, já que nasceram com a apetência destrutiva. Também poderiam ir plantar batatas, e ir vendê-las para as feiras, se quisessem recuperar a saúde mental.

Essa de reivindicar os direitos do touro “bravo” é RIDÍCULA. O touro é um BOVINO que é massacrado desde que nasce para se tornar AGRESSIVO. O direito dele é VIVER EM PAZ nos campos, como herbívoro manso e ruminante que é. É por este DIREITO DOS BOVINOS que lutamos.

Pois vemos cartazes a dizer DEFENDAM O LINCE IBÉRICO; DEFENDAM O LOBO; DEFENDAM A ÁGUIA… sabe porquê? Porque essas ESPÉCIES EXISTEM NA NATUREZA.

O Touro, dito “bravo” NÃO É UMA ESPÉCIE E NÃO EXISTE na Natureza. O que existem são os bovinos.
E agora veja aqui porquê:

«A TOURADA, RAZÃO DA EXISTÊNCIA DO TOURO BRAVO?» OU A QUEDA DE UM MITO

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/98835.html?thread=1885459#t1885459
De Anon a 2 de Setembro de 2016 às 02:04
Tanto de um lado como do outro ha idiotas. Eles são psicopatas, mas tambem se revela um bocado quando em vez de explanar um ponto de vista a ter em conta a sensibilização acaba a insultar as pessoas, ou a dizer que são doentes o que não me parece de um psicologo que queira de facto encontrar a duvida que faz a pessoa mudar para melhor. Doentes somos todos. E apesar de não concordar em grande parte com as touradas percebo o que elas fazem. E percebo também que se acabarem do dia para a noite sem haver tino ha animais que vão acabar como as mulas de miranda ( a beira da extição ).
De Isabel A. Ferreira a 2 de Setembro de 2016 às 18:58
Olhe ANON, já lhe tinha dito que se quisesse DISCUTIR COMIGO RACIONALMENTE, tivesse a hombridade de se apresentar como GENTE. Uma vez que não é o caso, não vou discutir racionalmente com um ANON qualquer, até porque não sou psicóloga, apesar de ter estudado Psicologia, e utilizei os meus conhecimentos, para escrever o que escrevi.

Portanto vou apenas dar-lhe uma RABECADA, para que aprenda a situar-se.

Idiota é aquele que vem para aqui comentar um texto que nem sequer PERCEBEU.

Idiota é aquele que confunde factos, actos e argumentos com base em dados científicos, com INSULTOS.

Idiota é aquele que diz que DOENTES SOMOS TODOS.

Idiota é aquele que diz: «apesar de não concordar em grande parte com as touradas percebo o que elas fazem»…(?????)

Idiota é aquele que diz que «se as touradas acabarem do dia para a noite sem haver tino há animais que vão acabar como as mulas de Miranda (à beira da extinção).»

À beira da extinção estarão os aficionados e os tauricidas e os ganadeiros carniceiros. Já dos idiotas não direi o mesmo. Sempre os teremos entre nós.

Os bovinos, esses, quando se virem livres dos seus carrascos, viverão eternidades.

Comentar post

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

 

Maio 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
15
19
23
24
26
27
28
29
30
31

Posts recentes

In Memoriam Maria Velho d...

Por que a Embaixadora Ana...

… No entanto, mantenho a...

Depoimento póstumo da cie...

Lamentável: proposta do P...

PAN pede explicações ao M...

«As touradas estão mais q...

Abate de 31 sobreiros (Á...

Covid-19 e touradas

Olha que três!

Arquivos

Maio 2020

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Direitos

© Todos os direitos reservados Os textos publicados neste blogue têm © A autora agradece a todos os que os divulgarem que indiquem, por favor, a fonte e os links dos mesmos. Obrigada.
RSS

Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

Comentários

Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação. Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo. Em resumo: comente com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o seu comentário seja mantido.

Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt