Sábado, 23 de Janeiro de 2021

Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha demarca-se do projecto do “cerco ao Castelo de Almourol”

 

No seguimento do texto aqui publicado ontem sob o título «Cerco ao Castelo de Almourol: um atentado ao Património Histórico Português» que pode ser consultado neste link:

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/cerco-ao-castelo-de-almourol-um-1023489?tc=61416469822

e depois de uma ampla divulgação e discussão gerada por este projecto, a Câmara de Vila Nova da Barquinha, na pessoa do seu Presidente, Fernando Freire, emitiu um comunicado, no qual esclarece que a proposta que o arquitecto Tomás Reis apresentou à autarquia, vai ser presente a reunião de Câmara no próximo dia 27 de Janeiro, não estando qualquer verba prevista para este avultado investimento no orçamento municipal, e que não foi pedido nenhum estudo ou projecto ao Art.º Tomás Reis, quer pelo proprietário (Exército Português), quer pelo administrador (Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha.

 

Castelo de Almourol.png

 

Respondendo ao arquitecto Tomás Reis, Fernando Freire faz uma avaliação negativa da proposta apresentada:

 

«Esta proposta, na minha avaliação subjectiva não respeita o espírito do lugar. […] O impacto ambiental que uma tal obra provocaria no ambiente e na sua envolvente, cortando os padrões de vida da fauna e flora seria razão bastante para não aceitar esta proposta. Almourol é um encantador mosaico de memórias, estórias e lendas, um monumento fértil em património cultural intangível, que marca a paisagem deste sítio ímpar em Portugal. No meu modesto entendimento, enquanto autarca, a grandeza temporal e intemporal do lugar, numa suavidade incomum em Portugal, deve ficar como está!»

 

Citando o Correio do Ribatejo:

Em resposta ao edil, o arquitecto Tomás Reis esclarece que apenas quis “lançar questões, a meu ver pertinentes, sobre a visibilidade do território e visões sobre património”.

“Imaginar, numa proposta de visualização, uma obra concluída, sem qualquer discussão, seria, também a meu ver, um exercício de ficção. Como sabemos, as intervenções no território estão, cada vez mais, sujeitas a um escrutínio maior”, acrescenta o autor.

“Num quadro de participação cívica, e também da normal cooperação entre instituições, poderiam ser colocados vários cenários – até mesmo a ausência de intervenção. É nesse sentido que a integridade do lugar pode, e deve ser respeitada”, adianta.

Numa nota final, Tomás Reis diz compreender o momento desafiante que o País atravessa e destaca que estas intervenções “na paisagem e no património podem tender para o consenso e para fortalecer o sentimento de pertença”, mas nestas condições, a apresentação do projecto “a mais entidades deixa de ser necessária”.

 

***

Porém:

O Castelo de Almourol é um ícone de Portugal. Fortaleza reconstruída por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, em 1171, é o ex-libris do Concelho de Vila Nova da Barquinha. À época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, constituindo um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo.

Cercado pelas águas do rio Tejo, destaca-se num maciço granítico de uma ilhota do Tejo, entre Vila Nova da Barquinha e Praia do Ribatejo. A singular localização do Castelo torna-o um dos mais bonitos monumentos do país, tendo sido considerado Monumento Nacional em 1910. Em 2007, foi um dos 21 finalistas da eleição das 7 Maravilhas de Portugal.

 

Fonte da notícia

https://correiodoribatejo.pt/camara-de-v-n-da-barquinha-demarca-se-de-projecto-polemico-para-o-castelo-de-almourol/?unapproved=517&moderation-hash=f981bfa3937377e1f416066475a8864f#comment-517

 

***

É, pois, com grande satisfação, que me congratulo com a tomada de posição do edil de Vila Nova da Barquinha.

Bem-haja Dr. Fernando Freire!

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:22

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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2021

Cerco ao Castelo de Almourol: um atentado ao Património Histórico Português

 

Mais um.

Esperemos, no entanto, que isto não vá adiante, senhor Fernando Manuel dos Santos Freire, Presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha!

 

Haja bom senso e bom gosto.

 

Este ano, além de a cidade de Tomar assumir a presidência da rede templária europeia, comemora-se os 850 anos do Castelo de Almourol, e o “ârquitêtu” (transcrição fonética de arquiteto no topo da notícia) Tomás Reis apresentou a proposta que podemos ver na imagem, que ele explica do seguinte modo: «Um percurso, de cota variável e planta circular, que une as margens do rio Tejo. Com esta requalificação dos acessos ao castelo de Almourol, melhoram-se as condições de visita de um dos mais importantes monumentos templários de Portugal»

Por isto mesmo, por ser um dos mais importantes monumentos templários de Portugal, não deve ser, deste modo,  menoscabado.

 

Castelo de Almourol.png

 

Recordemos que o Castelo de Almourol foi mandado contruir por Gualdim Pais em 1171, e ainda mantém algumas das características originais, como a torre de menagem e o alambor, e a sofisticação da arquitectura militar da Ordem dos Templários, ainda é bem visível. É bem provável até, segundo uma investigação levada a cabo por Nuno Fonseca, que a construção seja ainda a original. Penso que o Nuno Fonseca poderá estar certo. Já visitei o Castelo algumas vezes e também me pareceu, se bem que nunca fiz nenhuma investigação a esse respeito. Mas pareceu-me, por estar bem conservado. É um ícone da construção templária. Um exemplar magnífico dessa época. Portanto, um monumento com história, num lugar privilegiado.

 

O melhor da visita a este Castelo é percorrer os caminhos agrestes que a ele conduzem.

 

Tentar cercá-lo deste modo espalhafatoso, retira-lhe todo o romantismo que se quer e se deve manter.

 

Quanto mais selvagem for a envolvência, mais preservado fica.

 

Este projecto pretende repartir a atenção do visitante: não é só o castelo que conta a história do lugar; é também a sua relação com os elementos naturais que o envolvem. O percurso mantém uma distância dos recintos muralhados, respeitando a sua integridade, e abraça o leito do rio, a vegetação ripícola e as vertentes escarpadas. A ideia é a de que ao fazer esse percurso, os visitantes tomem consciência das transformações ambientais. Assim ficará mais evidente a riqueza patrimonial, não só cultural, mas também natural, num lugar que mostra muito mais do que 850 anos de história.

 

Contudo, a estrutura do cerco ao Castelo prevalecerá sobre a ambiência que rodeia a construção com mais de 800 anos, e para a construir, muita coisa será destruída.

 

E o efeito final não poderá ser mais desastroso: um verdadeiro atentado a um património que se quer preservado na sua beleza primitiva.

 

Por isso, apelo ao Senhor Presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha que se debruce, com olhos de ver e cérebro de pensar, sobre este projecto, e chegue à conclusão de que não beneficiará a envolvência do belíssimo monumento nacional, que é o Castelo de Almourol.

 

Enviem os vossos protestos para:

geral@cm-vnbarquinha.pt

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da imagem e da notícia:

https://maisribatejo.pt/2021/01/18/arquiteto-tomas-reis-propoe-percurso-circular-a-volta-do-castelo-de-almourol/?fbclid=IwAR0Vt9dPT6XdIs1ujbUoYymn2eJdZYQRkr5uFtIrtLD3WUoAvMMNgtjlN2E

***

O Castelo de Almourol está a salvo.

Acabo de receber o seguinte texto do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha:

 

fernandosantosfreire@sapo.pt comentou o post Cerco ao Castelo de Almourol: um atentado ao Património Histórico Português às 16:54, 22/01/2021 :

Calma, cito Miguel Torga – Diário – Vols. IX a XII: “O que me vai valendo nesta penitenciária pátria é nunca perder de vista alguns recantos que nela são oásis de libertação e de esquecimento. Empoleirado no terraço desta fortaleza lírica que os Templários ergueram no meio do Tejo, debruçado sobre o abismo a deixar o rio deslizar brandamente na retina, quero lá saber se a política vai bem ou mal, se a literatura anda ou desanda, se a nau colectiva singra ou soçobra! Extasio-me, apenas. Ou melhor: numa espécie de petrificação emotiva, acabo por fazer corpo com as muralhas, e ser o próprio baluarte erguido na pequena ilha, inexpugnável a todas as agressões do real.” Então, por favor, não agridam o real ! A grandeza temporal e intemporal do lugar, numa suavidade incomum em Portugal, deve ficar como está ! Fernando Santos Freire, estando presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha

 

***


Muito, muito obrigada, Senhor Fernando Santos Freire, presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha.

Não pode imaginar o quanto todos nós, que pugnamos pela preservação do nosso património, ficamos gratos por esta postura de V. Exa..

Que o Castelo de Almourol fique então como está: ainda tão belo nos seus 85O anos de existência. 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:53

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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2020

«Touradas na RTP? NÃO!»

 

= TOURADAS RTP? NÃO! =

Por favor, assine e divulgue a Petição https://getmymsg.com/v/rqptf ✍️


Porque queremos que a Câmara Municipal do Cartaxo não apoie a Tourada RTP prevista para 28 de Agosto, e que a RTP deixe de emitir touradas.

 

Touradas RTP? NÃO!

 

Queremos que a Câmara Municipal do Cartaxo não apoie a transmissão da Tourada RTP prevista para 28 de Agosto, e que a RTP deixe de emitir touradas [porque é necessário e urgente EVOLUIR]

 

Destinatários:

provedor.telespectador@rtp.pt, casadopessoal@rtp.pt, pribeiro@cm-cartaxo.pt, famorim@cm-cartaxo.pt, etristao@cm-cartaxo.pt, pnobre@cm-cartaxo.pt, nnogueira@cm-cartaxo.pt, jgaspar@cm-cartaxo.pt, abernardino@cm-cartaxo.pt

 

Marinhenses Anti-touradas

 

RTP.jpg

 Isto é apenas uma sugestão de mensagem. Altera ou escreve uma tua:

 

Exmo. Senhor Provedor do Telespectador da RTP,

Exmo. Senhor Presidente da Direcção da Casa do Pessoal da RTP,

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo,

Exmo. Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo,

Exmas./os. Senhoras e Senhores Vereadores da Câmara Municipal do Cartaxo,

 

Excelências,

 

Escrevo-lhes a propósito da emissão televisiva de touradas e da tourada RTP prevista para 28 de Agosto no Cartaxo.

 

A tauromaquia é uma actividade cruel e sangrenta cada vez repudiada nas sociedades modernas. A violência real que incorpora, reconhecida na legislação, é de tal ordem que nos cartazes das touradas consta a menção de que o espetáculo pode ferir a suscetibilidade dos espetadores” [que linguagem mais básica!!!!] e, em 2019, o Comité dos Direitos das Crianças da Organização das Nações Unidas recomendou a Portugal que afaste as crianças e os jovens menores de 18 anos da tauromaquia e “consciencialize os funcionários do Estado, os media e a população em geral sobre os efeitos negativos nas crianças, inclusive como espectadoras, da violência associada às touradas”.

 

Ademais, no contexto actual de pandemia COVID-19, e sabendo-se que, recentemente, nas touradas que tiveram lugar em Alcochete e em Vila Nova da Barquinha houve vários espectadores que não respeitaram as regras de distanciamento social e utilização de máscara, penso que seria prudente que a RTP, a Casa do Pessoal da RTP e a Câmara Municipal do Cartaxo respeitassem o princípio da precaução, não apoiando touradas, evitando assim um eventual impacto negativo das suas actividades na saúde humana.

 

Perante o exposto:

 

- Peço ao Senhor Provedor do Telespectador que registe a minha queixa a quanto à transmissão de touradas;

 

- Peço à Casa do Pessoal da RTP que desista de insistir na realização da tourada do dia 28 de Agosto, e que deixe de apoiar a tauromaquia. Certamente que serão muitos os associados da Casa do Pessoal da RTP e os telespectadores da RTP que agradecerão;

 

- Peço ao executivo municipal do Cartaxo que essa autarquia não apoie a Casa do Pessoal da RTP com vista à emissão televisiva da tourada do dia 28 de Agosto ou de outras. Tenho razões para acreditar que tal apoio já foi ou será solicitado, à semelhança do que sucedeu em Monforte, onde iria decorrer a tourada do dia 28 de Agosto se a respectiva Câmara Municipal não tivesse já retirado o apoio que chegou a estar previsto.

 

Agradecendo antecipadamente a atenção dispensada e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem que espero que seja positiva,

Com os melhores cumprimentos,

 Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3465023066864565/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:33

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Quinta-feira, 10 de Outubro de 2013

«PRAÇAS DE TOUROS CANDIDATAS A PATRIMÓNIO HISTÓRICO!!!!!»

 

Isto só pode ser anedota, e daquelas de muito mau gosto, que expõe ao ridículo quem as “conta”.

 

Dois casinhotos de tortura, mal-amanhados, património histórico?

 

Só se for para alucinados que vêm neles, Palácios.

 

Ao que chega a alienação mental dos tauricidas!

 
 

A de Vila Nova da Barquinha

 
 

A da Chamusca

 

Por PRÓTOURO

 

«A NERSANT – Associação Empresarial de Santarém, lançou uma iniciativa, que visa distinguir as maravilhas que existem nos vários concelhos do Médio Tejo como forma de potenciar o turismo da região.

 

As categorias a concurso são Património Histórico Edificado, Património Cultural, Património Natural e Gastronomia.

 

Na categoria Património Histórico Edificado, candidatam-se duas praças de touros:

 

Candidatar estes dois mamarrachos arquitectónicos como património histórico é de bradar aos céus. Desde quando é que um antro de tortura pode ser considerado património histórico!!!

 

Prótouro

 

Pelos touros em liberdade»

 

Fonte:

http://protouro.wordpress.com/2013/10/10/pracas-de-touros-candidatas-a-patrimonio-historico/comment-page-1/#comment-1871

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:12

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