Terça-feira, 12 de Março de 2019

A PEDIDO DO PAN, A ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA DEBATE, HOJE, O FIM DAS TOURADAS NO “campo pequeno”…

 

… porque é necessário esclarecer as posições da Câmara Municipal de Lisboa (dona do terreno), da Casa Pia (dona do edifício) e do BCP (dono da entidade que explora a praça - a Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno).

VER EM DIRECTO:

 

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A Assembleia Municipal de Lisboa terá de olhar para o futuro do “campo pequeno”, num debate promovido pelo PAN, que invoca o fim das touradas na capital portuguesa.


Inês de Sousa Real, deputada municipal do PAN, referiu que, nesta fase, o partido quer ouvir os diferentes grupos municipais, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa sobre o futuro deste edifício, que é a nódoa negra da cidade de Lisboa.


A deputada do PAN salienta que «tendo em conta que a praça pertence à Casa Pia, através de um direito de cedência de superfície, feito pela Câmara Municipal sob a condição de não o transmitirem a terceiros e de ali realizarem corridas de touros e outras actividades, entendemos que estas duas entidades, sendo públicas e com missões muito específicas, devem promover esforços no sentido de reconverter a actividade que ali é prosseguida, e obviamente, através de iniciativas que não promovam o sofrimento animal».

Inês de Sousa Real realça ainda o facto de «a Casa Pia ter por missão proteger crianças e jovens e não realizar touradas, uma vez que não faz sentido, à luz da ética actual, ter a chancela destas duas entidades [Câmara e Casa Pia] na actividade que ali é prosseguida».

 

A deputada lembra ainda que o edifício, por pertencer a uma entidade pública, está isento do pagamento do imposto municipal sobre imóveis (IMI) no valor de nove milhões de euros ano, cujo beneficiário é a entidade que explora a praça, a Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno. Esta isenção, de acordo com a deputada, é vista pelo grupo municipal do PAN como uma "injustiça face a outros operadores económicos que trabalham quer na cidade, quer noutros municípios". Importando também debater o facto de a sociedade que explora a praça estar em processo de liquidação, após insolvência. A entidade, detida pelo BCP, deve vários milhões de euros — e cerca de 400 mil euros ao Estado.

 

Salienta ainda a deputada do PAN que «há neste processo questões opacas que têm de ser esclarecidas, questões como a prossecução da exploração do espaço através de uma entidade que está em processo de dissolução e liquidação, ou o facto de o banco, sendo o titular das quotas da sociedade, não promover a realização de outro tipo de actividades que não passe pelo sofrimento animal (…) Não estamos a dizer que queremos que a praça volte à Câmara Municipal, queremos que estas entidades promovam outros espectáculos que não corridas de touros".

 

Diz ainda a deputada municipal do PAN que «tendo uma dívida de 90 milhões de euros, certamente seria muito mais lucrativo prosseguir outras actividades do que as corridas de touros, que é uma actividade em declínio, com a qual os lisboetas não concordam» e cita uma sondagem da Universidade Católica que mostra que 89% dos lisboetas nunca assistiu a uma tourada no Campo Pequeno desde que a praça foi reinaugurada em 2006.

 

O mesmo estudo, de Maio de 2018, revela que 75% dos lisboetas é contra a utilização de dinheiros públicos para financiar ou apoiar touradas — e apenas 2% estão contra o uso do espaço para outros eventos que não touradas.


A esperança do PAN é a de que «os valores humanistas se sobreponham aos valores económicos e ao interesse da actividade tauromáquica, e que Fernando Medina acompanhe o repto do PAN, no sentido de se comprometer a que Lisboa venha a tornar-se numa cidade livre de touradas

 

Inês de Sousa Real afirma ainda que: «Temos noção da esfera de influência que Lisboa tem sobre o restante país. Acreditamos que nalgumas regiões do país em que possa estar mais enraizada a “cultura” tauromáquica possa ser um processo mais difícil, mais lento, mais moroso; mas não nos podemos esquecer de que por algum lado temos de começar a dar este exemplo. Viana do Castelo já se assumiu livre de touradas, Póvoa de Varzim também», o que a leva a acreditar no peso que o fim da tourada na capital pode ter na mesma luta no resto do território.


"Não faz qualquer sentido que Lisboa, que é uma cidade que se tem declarado amiga dos animais, que deu passos importantes, como ao criar a figura do provedor dos animais, que não existiam em mais lado nenhum do país; proibindo o abate de animais de companhia já em 2013, quando ainda não era uma obrigação ao nível de todo o país — acreditamos que também Lisboa tem de dar este passo em relação a outras actividades", realçou a deputada do PAN, lembrando ainda a proibição de circos com animais em espaços públicos.


«Queremos que efectivamente acabem as touradas em pleno coração de Lisboa», conclui Inês de Sousa Real.

 

Fonte de onde foi retirada a notícia:
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/lisboa-assembleia-municipal-discute-o-fim-das-touradas-na-cidade-com-a-reconversao-do-campo-pequeno


***
Todos nós esperamos que efectivamente as touradas acabem não só em pleno coração de Lisboa, como em Portugal, para que este deixe de constar no rol dos países que ainda vive com um pé fincado na Idade Média.


Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019

PAN LISBOA REPUDIA CELEBRAÇÃO DO “dia da tauromaquia”

 

O PAN repudia e todas as pessoas, dotadas de Sensibilidade e Bom Senso e, sobretudo, do sentimento maior do ser humano: a EMPATIA, repudiam esta “celebração” que envergonha até as pedras das calçadas da capital portuguesa, que será reduzida a uma localidade terceiro-mundista, no próximo dia 23 de Fevereiro.

 

CRIANÇAS EXPOSTAS À VIOLÊNCIA DA TAUROMAQUIA COM O APOIO DOS GOVERNANTES?

Isto só num Portugal cada vez mais pequenino e medíocre.

 

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O Grupo Municipal do PAN reagiu às práticas medievalescas que vão ser promovidas no dia 23 de Fevereiro e que pretendem expor de forma clara as crianças e jovens às práticas violentas da tauromaquia.

 

O PAN já questionou a Câmara Municipal de Lisboa relativamente às licenças para ocupação do espaço público neste dia e reitera que deve ser dado outro uso à praça do “campo pequeno”.

 

Face a esta loucura, o PAN Lisboa e todos nós reagimos com perplexidade e repúdio perante a intenção dos promotores do evento – a prótoiro – em torná-lo um acontecimento “para toda a família”.

 

As práticas medievalescas, inerentes à tauromaquia, vão decorrer no recinto do “campo pequeno” (pequeno em absolutamente TUDO) e no espaço público envolvente, pelo que o Grupo Municipal do PAN já questionou a Câmara Municipal de Lisboa sobre que licenças foram concedidas para este dia, para que locais, se houve isenção do pagamento de taxas e qual o tipo de actividades a que concretamente se destinam.

 

A intenção dos promotores desta vergonhosa iniciativa é levar a incultura tauromáquica a vários públicos, incluindo actividades antipedagógicas para crianças e adultos, nomeadamente “demonstrações e aulas de toureio e pegas”, como se isto interessasse às pessoas dotadas de Empatia, Sensibilidade e Bom senso! Como se isto fosse adequado às crianças!

 

Onde está a Comissão de Protecção de Menores e Jovens em Risco? Sim, porque estas crianças irão ser expostas à crueldade e violência, que, a exemplo do que já acontece, transformar-se-ão em adultos para os quais a crueldade e a violência farão parte das suas vidas, como sendo coisas normalíssimas?

 

Tais demonstrações antipedagógicas, ignoram por completo a recomendação da ONU para que as crianças não sejam expostas à violência física e psicológica da tauromaquia.

 

Numa altura em que várias cidades do país, como Póvoa de Varzim e Viana do Castelo, já se declararam livres de touradas, é incompreensível que a nossa capital permita não só a realização de eventos tauromáquicos como também a celebração deste dia, do qual pouco ou nada se tinha antes ouvido falar”, refere a deputada municipal Inês de Sousa Real.

 

O terreno onde a Praça de Touros se encontra instalada pertence à Autarquia e a Praça de Touros em si pertence à Casa Pia de Lisboa. Para o PAN e para todos nós, é incompreensível que estas duas entidades públicas não desenvolvam esforços para reconverter o uso que é dado àquele espaço e ignorem a crescente consciencialização da população para a protecção animal.

 

De referir também a situação jurídica pouco clara em que se encontra a Sociedade de Renovação Urbana do “campo pequeno”, que, apesar de dissolvida, detém ainda o direito de exploração do espaço. Mais grave ainda, quando o sector insiste em menosprezar o superior interesse das crianças e jovens, expondo-os a esta actividade violenta e cruel.

 

De acordo com o comunicado do PAN Lisboa, este compromete-se a acompanhar de perto as actividades previstas para o dia 23 de Fevereiro bem como, neste sentido, vai continuar a trabalhar por uma cidade livre de violência contra pessoas e animais.

 

E nós cá estaremos para fazer ECO.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia e imagem:

http://pan.com.pt/na/amlisboa/2019/01/10/pan-lisboa-repudia-celebracao-do-dia-da-tauromaquia/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:38

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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018

LUÍS CAMPOS FERREIRA, DEPUTADO DO PSD, TOCA MÚSICA DE TOURADA NA HORA DA VOTAÇÃO DO IVA COMO SE O HEMICICLO FOSSE O "campo pequeno"

 

Inacreditável! Inadmissível! Indecoroso!

 

«Luís Campos Ferreira usou o telemóvel para tocar toque de entrada de toiros quando os deputados aprovaram a redução do IVA para as touradas. Foi nesse momento que se ouviu distintamente no Plenário um toque de entrada de touros, como se o Hemiciclo fosse o Campo Pequeno. A música vinha de uma das bancadas e provocou o riso de muitos dos deputados e até do presidente da Assembleia. Mas nem todos se aperceberam de onde vinha o som. O responsável foi o deputado do PSD Luís Campos Ferreira, eleito por Viana do Castelo», lê-se no Expresso.

Até do presidente da Assembleia, que devia manter o decoro no recinto e foi cúmplice de um acto obsceno, bem ao nível da obscenidade das touradas.

Quem enxovalha deste modo, um lugar onde a Nação se espelha, o que merece?

RUA com Luís Campos Ferreira!

 

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Origem da imagem: Internet

E a notícia prossegue relatando que no momento em que Carlos César se levantou e olhou para trás, para ver quantos na sua bancada apoiavam a polémica proposta socialista de alteração ao Orçamento - feita à revelia do Governo e da direcção do PS (o que muito duvidamos) Campos Ferreira simulou o comentário de uma corrida de touros: "Aí está o Grupo de Forcados do Largo do Rato. Vai dar entrada o touro!" E pontuou a ironia com um sonoro "Olé!", e com esta música, emitida através do seu telemóvel.

 

 

Mas o pior foi que, «no final, depois de aprovada a proposta, foram muitos os deputados de várias bancadas que, nos corredores, cumprimentaram entre risos o parlamentar do PSD. E «questionado pelo Expresso sobre a sua original forma de intervenção parlamentar, Campos Ferreira considerou que "António Costa, habituado a tourear a oposição, foi desta vez toureado pelo seu líder parlamentar. Foi uma chinquelina de César a Costa."

 

Pois foi uma chinquelina que chincalhou (o mesmo que achincalhar) todo o Parlamento.

Uma vergonha!

Sinto-me esmagada com a irracionalidade destes deputados da Nação. Pobre Nação!

 

E como diz a amiga Judite: «Há muito tempo que a Assembleia de República é um local repleto de gente sem a mínima preparação para o cargo que ocupa, pessoas de um nível duvidoso, de educação duvidosa e de índole duvidosa. Não são exigidos os requisitos mínimos . Uma vergonha de gente que não sabe governar nem a própria conduta, quanto mais fazer ou aprovar ou reprovar leis que nos afectam a todos

 

E como diz o meu amigo José: «São criaturas desta estirpe que, cada vez mais, desprestigiam aquela Assembleia da República já num plano inclinado descendente de descrédito. Este fulano, então, desceu bem uns degraus de desrespeito para com aquela Instituição de Soberania, para  com os outros seus colegas, de qualquer dos lados e sobretudo para os  cidadãos deste país. Falta de educação e de cidadania. Uma vergonha.»

 

Grandes verdades.

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

https://expresso.sapo.pt/politica/2018-11-28-Deputado-do-PSD-toca-musica-de-tourada-na-hora-da-votacao?fbclid=IwAR1KFdI2jt9AYVoe-aa0lK3tB6qTq-xGnNfudkE7vA-itC_f_ytIIDMm_OI#gs.kTuI=E8

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:40

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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018

FIM DAS TOURADAS NA PÓVOA DE VARZIM?

 

VER PARA CRER…

 

AIRES PEREIRA.png

 

Numa entrevista à Rádio Onda Viva, Aires Pereira, Presidente da Câmara Municipal a Póvoa de Varzim, anunciou o fim das touradas na praça de touros da Póvoa de Varzim. As duas a realizar este ano serão as últimas. Diz-se.

 

Repare-se que se diz fim das touradas na praça, não se diz fim das touradas na Póvoa de Varzim.

 

Diz-se que o edifício será reconvertido para a realização de eventos culturais e desportivos, tal como aconteceu em Viana do Castelo.

 

Isto só vendo para crer. No ano em que Aires Pereira elevou a Póvoa de Varzim a “Cidade Amiga dos Animais” realizaram-se logo duas ou três touradas… Os Touros e os Cavalos não serão animais?

 

Gostaria de acreditar nisto.

 

As touradas podem até terminar na praça, mas onde os caçadores da Estela farão o seu evento troglodita? Numa arena amovível algures ali para o lado do Parque da Cidade?

 

Porque não elevar a Póvoa de Varzim a Cidade Livre de Touradas?

O compromisso terá de ser FIM.

E FIM é FIM.

Só esperando, para ver e depois crer.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/1930391156991681/?type=3&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:57

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Sexta-feira, 2 de Março de 2018

PENICHE DIZ NÃO ÀS TOURADAS!

 

Parabéns, Peniche!

 

Peniche é a primeira cidade portuguesa a juntar-se à Portugal Sem Touradas, declarando-se uma cidade livre de touradas, não patrocinando, nem promovendo actividades tauromáquicas.

 

Viana Do Castelo já se havia declarado Cidade Anti-Touradas em 2009.

 

Qual a próxima cidade a seguir estas pegadas de evolução?

 

PENICHE.jpg

Fonte:

https://www.facebook.com/redeportugalsemtouradas/photos/a.395217411992.170442.248592866992/10155134615656993/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:50

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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017

AUTÁRQUICAS 2017

 

A Democracia só funciona em pleno, num país em que o povo é maioritariamente instruído, esclarecido e imbuído de espírito crítico.

Não sendo assim, a democracia será uma democracia manca.

E obviamente que é essa democracia manca que predomina em Portugal.

 

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Os órgãos de comunicação social mais visíveis (as televisões) atulharam-nos com os resultados de Lisboa (cujo candidato PS perdeu a maioria); do Porto (cujo candidato independente ganhou a maioria); de Oeiras (a maior demonstração da falta de espírito crítico do povo); e Coimbra (cujo candidato PS ganhou sem maioria).

 

Depois era só falar da vitória do PS, com os melhores resultados de sempre; da derrota do PSD, a nível nacional; no bom resultado do CSD/PP em Lisboa; da perda de mandatos da CDU para o PS; do Bloco de Esquerda que consegue um deputado para a CM de Lisboa e mais alguns, por aí… mas não consegue a Câmara de Salvaterra de Magos, e ainda bem, pois assim temos menos uma aficionada de touradas (sem que o BE, que se diz anti-tourada, se importasse com isso) no poder; dos independentes que se destacaram nestas eleições; e do PAN? Ninguém dizia nada. Era como se não existisse.

 

No entanto, pela primeira vez, o PAN quintuplicou os seus resultados, conseguindo 26 deputados municipais e uma freguesia, tendo chegado a ficar acima do CDS/PP em vários concelhos, mas para sabermos disto, tivemos de andar a procurar informação.

 

E isto é muito significativo. Significa que a mosca continua a incomodar o elefante. E o elefante não gosta. E como não gosta passa a palavra: é proibido falar no PAN ::: Pessoas-Animais-Natureza nas televisões. E as televisões obedecem... servilmente...

 

Bem… safou-se Cascais, que rejeitou a aficionada de touradas do Partido Socialista, Gabriela Canavilhas;

 

Safou-se a Golegã, do candidato PSD, grosseirão e também aficionado assumido da selvajaria tauromáquica;

 

Em Viana do Castelo um candidato tauricida levou um grande banho de água gelada;

 

Em Ponte de Lima foi mais do mesmo, nem eram necessárias eleições, CDS/PP levou a melhor, mas não haverá mal que sempre dure…

 

Nos restantes municípios, onde o atraso civilizacional é evidente, onde ainda existe a ultrapassada prática medievalesca da diversão assente no sofrimento animal, a saber: Lisboa, Albufeira, Moita, Seixal, Vila Franca de Xira, Póvoa de Varzim, Montijo, Leiria, enfim, nestes lugares obscurantistas o PAN será a mosca que incomodará os elefantes.

 

A abstenção foi enorme, 45,5%; os votos nulos, 1,9%, e os brancos 2,6, e isto tudo somado dá 50%.

 

Assim sendo, metade dos eleitores portugueses não disse de sua justiça. Azar o deles. Agora não têm autoridade nenhuma para protestarem sobre o rumo que o país vai levar, se esse rumo não lhes agradar. Terão de aceitar servilmente o que lhes impingirem.

 

Sei que as leis estão feitas assim. Mas fazendo bem as contas, somando e tirando percentagens dos 50% que votaram, é tudo tão insignificante…!

 

Resumindo: num país em que o povo é maioritariamente desinstruído (temos a mais alta taxa de analfabetismo da União Europeia), é desiluminado e não tem o mínimo espírito crítico, para saber distinguir o trigo do joio, e não acreditar nos mentirosos, ainda não é desta que o nosso país dará um passo em direcção à evolução.

 

Continuará mais ou menos tudo na mesma, com tendência para piorar, uma vez que PS, PSD, CDS/PP  e CDU tirando um ou outro detalhe, tocam sambinhas de uma nota só. 

 

Contudo, espero com muita fé e esperança que eu esteja redondamente enganada.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:23

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Sábado, 2 de Setembro de 2017

«FANÁTICOS DA ERA ROMANA»

 

Porque as touradas indignam e indispõem os seres realmente humanos, desprestigiam Portugal e é coisa de psicopatas e sádicos, está mais do que na hora de nos livrarmos desta praga.

 

Eis um magnífico texto, publicado pelo Blog Sermões aos Peixes, que deve ser lido e reflectido pelos governantes portugueses, os maiores culpados da miséria cultural que a brutalidade das touradas espalha pelo país.

 

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 Até os touros têm mais empatia que muitas pessoas

 

«Continuando o tema das arenas, volto a repetir, deviam ser usadas estritamente para pessoas, nenhum animal deveria poder entrar ali.

 

Não é um tanto hipócrita mudar a lei para que as pessoas respeitem os animais, porque afinal até já sabemos que eles são seres sencientes como nós, mas não se aplica essa mesma lei aos outros animais!?! Os touros não são animais? Não são sencientes? Não sofrem nas touradas nem nas garraiadas?!? Os membros do governo estão em desacordo? Ou têm medo dos fanáticos das touradas? Ou será que lhes dá uma receita assim tão boa para baixar o défice?

 

Sejam quais forem as razões só posso dizer uma coisa, Portugal faz má figura à vista dos europeus, em todos os países onde estive, as pessoas abominam esse tipo de actividade bárbara e consideram os portugueses atrasados por ainda fazerem touradas.

 

Seremos então afinal um País evoluído culturalmente ou não? Nem os Descobrimentos Portugueses nos safam de ficar bem vistos quando se fala em arenas portuguesas e touros a serem espetados com grande algazarra festiva.

 

É incrível como pode haver ainda gente tão atrasada (no tempo, já que as arenas datam de há milhares de anos), insensível, ignorante, egoísta, faltam-me os adjectivos certos de tanto desprezo que sinto...

 

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 Nem cultura, nem arte, nem tradição…. Apenas ignorância, estupidez e costume bárbaro, do tempo das trevas…. Evoluam, ó académicos… Desonram a Academia de Coimbra na vossa qualidade de estultos…

 

E esses forcados betinhos queques académicos que gostam de pontapear e socar touros, não têm brinquedos que chegue nas suas casinhas com piscina? Não têm dinheiro para um saco de boxe? Ou então porque não se esmurram uns aos outros? São tão inteligentes, até estão a estudar na Universidade de Coimbra, não é que se diz? Quem vai para lá é só gente altamente inteligente! Dizem os velhotes coitados. Pois mas afinal não, quem vai para lá é muito menino mimado também, sem valores, sem moral, sem um pingo de empatia e sensibilidade e alguns deles que estudam para médicos e advogados vão um dia parar a uma cadeira no governo ou numa clínica de veterinários... Não está certo!

 

É óbvio que não quero ofender quem estuda em Coimbra, até há lá muito boa gente como em todo o país, apenas me refiro aos ACADÉMICOS FORCADOS que participam em touradas e garraiadas, esses sim, ofendo. Até porque nós, seres Humanos, que somos "anti-sofrimento" dos animais, PORQUE ELES NÃO SÃO BRINQUEDOS, também somos ofendidos por esses fanáticos. Como por exemplo este sr. comentador da RTP, sem ética profissional, que decidiu dar o seu parecer com um insulto:

 

Talvez por isso a tourada tenha passado na TVI, ontem, e não na RTP, não sei as razões, só sei que ainda pensei que ninguém a iria transmitir e quando calho de fazer zapping e vejo um sr chamado Camané a cantar no meio duma arena fui aos arames! Ainda deixei ficar um minuto no canal, só para ver a cara das pessoas lá sentadas, só para tentar perceber que tipo de pessoas são essas que se satisfazem com o sofrimento ensanguentado dos touros, que não se preocupam com os pobres cavalos, que não sentem qualquer empatia, mas ao olhar aquela gente toda eu percebi que não há tipos de pessoas porque todo o tipo de pessoa estava ali sentado, de todas as idades, de todas as classes sociais, jovens que eu acharia que seriam um futuro melhor, o futuro com o conhecimento que os nossos pais e avós não tinham, mas afinal, há jovens mais ignorantes que muitos dos nossos avós.

 

Jovens que estudam para serem alguém, que talvez um dia em miúdos disseram que tornariam o Mundo melhor e, no entanto, saem da sala de aula da universidade com o seu traje preto e vão bater em animais indefesos, divertindo-se com isso.

 

A garraiada pode não parecer terrível como a tourada mas eles amarram e cobrem os cornos dos touros, usam fêmeas com um ano de idade que ainda nem estão formadas fisicamente, que ficam aterrorizadas com isto, que são soqueadas e podem ficar cegas, ter um ataque cardíaco ou morrer. No ano passo uma morreu quando lhe partiram o pescoço nesta "BRINCADEIRA INOFENSIVA" como lhe chamam.

 

E as Misericórdias e as IPSS, acham digno torturar touros? Acham moral financiarem as vossas obras sociais e humanitárias às custas do sofrimento de um ser inocente??

 

QUANDO É QUE O NOSSO GOVERNO VAI AGIR SEM MEDO? QUANDO É QUE VAI MOSTRAR COERÊNCIA NOS SEUS ACTOS, E JUSTIÇA NAS SUAS PALAVRAS?

 

AS TOURADAS, AS GARRAIADAS, TÊM QUE ACABAR, DE VEZ!!

 

Agora em Viana do Castelo queriam "plantar" uma ARENA AMOVÍVEL lá ao pé da Santa Luzia! EU NEM SABIA QUE EXISTIA TAL COISA!!!! ARENAS AMOVÍVEIS... SÓ NESTE PAÍS MESMO...

 

Mas felizmente a juíza do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga indeferiu o pedido devido ao perigo de incêndio naquela zona florestal, e não vai haver tourada para ninguém nas Festas, que ironicamente se chamam Festas da Nossa Senhora da Agonia! Pelo menos não serão os touros a agonizar mas sim esses senhores que se apelidam de "Vianenses pela Liberdade".

 

Onde há sofrimento não há liberdade!

 

Evoluam, respeitem os outros seres! Deixem o País evoluir!

(…)

 

Fonte:

http://sermoesaospeixes.blogspot.pt/2017/08/fanaticos-da-era-romana.html?m=1

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017

A LUCIDEZ VENCEU A ESTUPIDEZ EM VIANA DO CASTELO E AS MULHERES VIANENSES NÃO FORAM ULTRAJADAS…

 

… mas mais do que isto, seis touros foram poupados à tortura…

 

No entanto, há que reflectir mais a fundo sobre esta estupidez que, todos os anos, afecta Viana. Para tal, proponho a leitura do magnífico texto de Jorge Esteves

 

É que ser “Cidade Anti-Tourada” devia implicar ser de facto e de direito.

 

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OS BOBOS...

DAS FESTAS DA SENHORA DA AGONIA

 

Texto de Jorge Esteves

 

Ontem li algures, que o tribunal ao indeferir a providência cautelar apresentada por um ‘movimento popular’, em Viana do Castelo, atentou contra ‘os direitos fundamentais de acesso à cultura’, segundo o tal ‘movimento’ dito aficionado. Ao contrário, do outro lado, há ‘um grupo de amigos que se vão juntar para gritar ‘viva’. Pelo meio, vou lendo, na notícia, que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, ao proferir o indeferimento, fê-lo argumentando que existe ‘ausência de um projecto de segurança contra incêndios e medidas de auto-protecção, uma vez que se trata de um terreno situado na encosta norte do monte de Santa Luzia, considerada zona de elevado risco de incêndio’, ou seja, touros, farpas, lantejoulas, olés e tradição, assobio e vista grossa, onde? ai que incêndio é que está a dar.

 

Aguarrás no dito queima muito, versus cultura. Olé!

 

Cultura porque é tradição. A tecla é sempre a mesma, enquanto não a desmontarem. Vou repetir o que escrevi há anos.

 

Três questões, em síntese, que o assunto cheira mal que tresanda:

 

Primeira: os costumes locais admitem-se como direito ou não? Coragem política para responder a esta primeira interrogação é que não vejo, nem vislumbro. Aqui poderão dar valiosos contributos especialistas em História ou outros que, porventura, até acharão matéria de direito internacional.

 

Segunda: a questão afinal mais basilar e subvertida (por ignorância ou, pior sei lá!, por esperteza saloia ou estupidez, que talvez até seja a mais acertada...), é a dita 'tradição'. Tradição?! A lista das 'tradições' pode ser do tamanho que se queira, mas fico-me pela castração das mulheres em África ou pela segregação racial... Ou querem ficar só pelo gato de Vouzela?

 

Terceira: falar de animais! A propósito, lembro-me que, logo a seguir ao 25 de Abril, numa manifestação feminista na qual, para além das motivações base, alguém resolveu queimar uns quantos 'soutienes'; por causa disso ainda hoje se ouvem estúpidas evocações feitas por alguns que acham o feminismo uma modernice esquerdóide. A questão dos animais arrisca-se a ser um caso semelhante. Uns, espíritos esclarecidos e bem instalados, chucham com o assunto dos 'direitos dos animais'; outros, na esquerda, na direita, ao centro, ou em parte incerta, fogem como o demo da cruz e béu-béu lei assim e lei assado.

 

É que, na verdade, falar de 'direitos dos animais' é tornar a questão redutora e simultaneamente equivoca. Devia-se falar, isso sim, dos deveres de toda a humanidade para com os animais, e não só, mas também para com as plantas, para com todo o sistema integrado, ou seja, para com todo o planeta. Dever de princípio, básico e fundamental: o dever de não destruir o que é insubstituível e o dever de legar às gerações futuras um mundo (pelo menos, valha-ó deus!...) tão rico e diverso como aquele que recebemos.

 

A ecologia, seja ela social, ambiental ou política, não é uma corrente de opinião e, muito menos, um programa de índole partidária. Ela representa, na essência, a aspiração a uma melhoria das condições de vida para todos e não apenas para uma ou outra minoria. O erro está na miopia (não vou dizer na esterqueira da jogatilha da caça ao voto, que isso é uma grandessíssima intrujice, pois “tá” claro) dos governantes que não são capazes de perceber que há uma questão central na vida da humanidade que nos obriga a olhar para o meio não-humano que nos rodeia como um sujeito activo e não apenas como cenário inerte onde se desenrola o drama (ou ópera bufa, já nem sei...) desempenhado por todos nós. A crueldade para com os animais é paralela à crueldade para com as minorias e os fracos. Habitua à crueldade, desculpa a violência e destrói a solidariedade.

 

O encorajamento de espectáculos de crueldade isola-nos dos outros seres vivos e, sobretudo, alimenta a arrogância do exercício indiscriminado do poder dos fortes sobre os fracos. Não é por acaso que as sociedades onde existem mais discriminações, mais injustiças, menos solidariedade e democracia, são precisamente aquelas onde fazer mal aos 'bichos' por puro gozo é encarado como 'natural' e até como 'tradição cultural'! Como aqui, inteiramente, neste país. Ponto final.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1895677740673293&set=a.1392318027675936.1073741828.100006932563369&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:51

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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017

SE O PRESIDENTE DA CÂMARA DE VIANA DO CASTELO NÃO QUISER, A TOURADA PREVISTA PARA O PRÓXIMO DIA 20 DE AGOSTO NÃO SE REALIZARÁ

 

É tudo uma questão de coerência.

Quem manda em Viana do Castelo?

Vejamos:

VIANA.jpg

 

O actual primeiro-ministro de Portugal, no início do seu mandato, questionado no Parlamento sobre a existência das touradas, como costuma fazer a maioria dos políticos, deu uma no cravo e outra na ferradura, dizendo que nos municípios onde é “tradição” a realização de selvajaria tauromáquica, podem decidir pela sua continuidade ou não, assim como, naqueles que não há “tradição”, e aqui referiu-se mesmo a Viana do Castelo, que se declarou Cidade Anti-Tourada, em 2009, pode optar-se pela sua proibição.

 

Então de que está à espera o senhor Presidente da Câmara de Viana do Castelo?

 

Se a cidade se declarou Anti-Tourada, há que respeitar esta vontade dos vianenses. Há que respeitar as decisões camarárias. Ou elas existem apenas para inglês ver?

 

Dizer uma coisa e fazer outra não é honesto.

 

O primeiro-ministro disse, está dito.

 

Viana do Castelo não tem de vergar-se a vontades alheias, só porque existe quem permite touradas ilegais pelo país.

 

Quem manda em Viana são os Vianenses, e estes não querem o lixo tauromáquico na sua cidade anti-tourada.

 

Ponto final.

 

E isto devia bastar para que as outras "autoridades" respeitassem a lei.

 

A realizar-se, esta tourada será ILEGAL.

 

BASTA de tanta ilegalidade! De tanta impunidade!

 

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, mostre quem manda em Viana.

 

Não permita que desautorizem a vontade expressa dos Vianenses, nem as decisões municipais.

 

O que querem fazer em Viana é uma afronta à soberania do município e à vontade do povo de Viana do Castelo.

 

Este é o momento certo para acabar com esta vergonhosa subserviência a um lobby decadente e corrupto.

 

Portugal está com Viana e com o seu Presidente.

 

E eu também estou.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:34

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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017

NA SENHORA D'AGONIA QUEREMOS TOUROS SEM AGONIA

 

Chegou-nos a notícia de que deu entrada na Câmara Municipal de Viana do Castelo, um pedido da associação “vianenses pela liberdade” de instalação de uma praça de touros amovível para realização de uma tourada a 20 de Agosto, último dia da Romaria da Senhora d’Agonia.

 

O que esses falsos vianenses não sabem é que os verdadeiros Vianenses querem Touros sem agonia, na Senhora d’Agonia.

 

E é o que teremos.

 

VIANA20747960_10155686295764106_763871717396806133

 TODOS A VIANA DO CASTELO PARA VARRER O LIXO TAUROMÁQUICO

Fonte da imagem.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155686295764106&set=gm.269419406890074&type=3&theater

 

O requerimento já se encontra na autarquia para “apreciação”.

José Maria Costa, o seu presidente, dirá de sua justiça.

 

Bem, já se sabe que Viana do Castelo declarou-se Cidade Anti-Tourada, em 2009, a partir de uma proposta do então presidente da Câmara Municipal, Defensor Moura, dando um passo gigantesco para a modernidade, catapultando Viana para o rol dos municípios civilizacionalmente evoluídos, e que rejeitam esta barbárie, ainda mais para celebrar Senhoras d’Agonia ou outras.

 

No ano passado, os bárbaros fizeram uma tentativa de invadir Viana com a sua “tropa” medievalesca, mas foram corridos pelo bom senso da autarquia e pela vontade dos Vianenses, e não por terem desistido da tortura, como pretendem, alegando que «não encontraram enquadramento no programa das festas». Como poderiam encontrar tal enquadramento, se a tortura não se enquadra em nada que diga respeito a festas, muito menos de Santas, e ainda menos numa cidade luminosa e iluminada pela luz da civilização?

 

Pois este ano, irão ser corridos novamente, até porque a Senhora d’Agonia merece ser celebrada com alegria e sem agonia de Touros, e não se conspurca um município anti-tourada, apenas para uns poucos e sempre os mesmos sádicos forasteiros, provenientes de municípios civilizacionalmente atrasados, ali transportados em camionetas pagas com dinheiros públicos, irem dar aso à sua mórbida sede de sangue.

 

Haja racionalidade.

Mahatma Gandhi encorajava: «Quando uma lei é injusta, o correcto é desobedecer". E não há lei mais injusta e estúpida do que aquela que permite a tortura de um ser vivo, para diversão de sádicos.

 

Os verdadeiros Vianenses e todos os seus apoiantes estão mobilizados, e em Viana, touradas, nunca mais.

 

VIANA.jpg

Fonte da imagem

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155674989849106&set=gm.267961777035837&type=3&theater 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:35

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