Terça-feira, 19 de Junho de 2018

PÓVOA DE VARZIM LIVRE DE TOURADAS (PETIÇÃO)

 

Para: ASSEMBLEIA MUNICIPAL DA PÓVOA DE VARZIM

 

Assinar Petição:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT89848

 

PETIÇÃO PÓVOA.png

 

Preâmbulo

 

Miguel Torga lembra-nos pelo conto Miúra que o toiro prefere a tranquilidade da campina e não existe para ser cercado numa arena de tortura física e psicológica.

 

No entanto, para tentar justificar a tourada, falam-nos de tradição como se fosse valor absoluto e de uma espécie de urgência de exprimir a coragem do homem e da sua superioridade, como se a elevação humana estivesse fora da sua inteligência e da sua sensibilidade, e precisasse de ser cruel e de se habituar ao sangue derramado.

 

Na Póvoa de Varzim sabemos que verdadeira coragem é o que leva os nossos pescadores a enfrentar um ser imensamente mais forte que eles, sem fingimentos nem ilusões, o mar. Coragem não é preparar traiçoeiramente nos bastidores escuros dos curros um animal não humano para um sacrifício irracional como divertimento de uma multidão eufórica.

 

Dos curros (qual caverna), de olhos quase cegos pela escuridão, picam o toiro que sai impetuoso para explodir no sol da arena. Eles não sabem, mas o toiro corre com o desejo irreprimível da liberdade, adivinhando que vai para indigna antecâmara da morte. Segue-se a agressão das bandarilhas que lhe dilaceram a carne e lhe roubam o sangue e a força para que o possam dominar facilmente até ao fim com o risco calculado. Às vezes, num último arremedo, há um toiro que se revolta e que magoa os que o magoam. Mas é sempre o animal não humano que é vencido cobardemente. De fora, nas bancadas circulares tudo parece irreal. Há quem se engane a si próprio chamando arte ao que é mera e evidente tortura, e a frieza da loucura colectiva não sente as dores que rasgam a carne do animal não humano, aprendendo melhor a indiferença em cada lide.

 

No nosso tempo não há Ética que possa tolerar a alegada estética que alguns insistem em ver na dor e no sangue que os seus cúmplices, falsos artistas de falsa coragem, fazem escorrer no dorso de um toiro.

 

Somos da Póvoa de Varzim de algum modo: porque aqui nascemos, porque escolhemos aqui viver ou porque aqui vimos ou gostaríamos de vir e de estar. Queremos que a nossa cidade seja um lugar que não eduque para a violência gratuita, mas que tenha em todos os seus momentos e expressões uma ética de paz, de respeito pela Vida que partilhamos em festa e não em dor com os animais não humanos.

 

POR ISSO, CONSIDERANDO QUE:

 

1 - o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo, e que o homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais;

 

2 - os Direitos dos Animais estão consagrados pela Organização das Nações Unidas - ONU através da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proclamada pela Unesco, em Bruxelas, no dia 27 de Janeiro de 1978), que neles se inclui o direito de nenhum animal ser explorado para divertimento do homem (v. Artigo 10º n.º 1);

 

3 - a Ciência reconhece inquestionavelmente a maioria dos animais, incluindo cavalos e touros, como seres sencientes, com memória e capazes de emoções e de sentir dor e prazer, físicos e psicológicos, bem como sentimentos de medo, angústia, stress e ansiedade

 

4 - uma cidade moderna e civilizada não admite espectáculos públicos de tortura de animais como as touradas;

 

5 - o Estado português já reconheceu o carácter violento das touradas ao tornar obrigatória a inclusão na publicidade aos espectáculos tauromáquicos de uma advertência alertando o público para que "o espectáculo pode ferir a susceptibilidade dos espectadores";

 

6 - vários estudos e especialistas concordam que a prática e a aceitação da violência contra os animais predispõe os homens para a prática e a aceitação da violência contra outros homens;

 

7 - nas observações finais sobre as terceira e quarta avaliações periódicas feitas pelo Comité das Nações Unidas Sobre os Direitos das Crianças, de 25 de Fevereiro de 2014, sobre Portugal, afirma-se a enorme preocupação com o impacto na saúde mental das crianças quanto expostas a espectáculos de tauromaquia. O mesmo documento recomenda ao estado português a adopção de medidas legislativas e administrativas no sentido de proteger as crianças envolvidas nestas situações, ao mesmo tempo que recomenda que sejam feitas campanhas de sensibilização sobre a violência física e mental associada à Tauromaquia e ao seu impacto nas crianças;

 

8 - o progressivo abandono de tradições retrógradas, contrárias a um sentido humanista de cultura como aquilo que contribui para nos tornar melhores seres humanos, é o que caracteriza a evolução mental e civilizacional das sociedades e melhor corresponde à sensibilidade contemporânea;

 

9 - massacres públicos de touros para fins de entretenimento já foram prática em toda a Europa, tendo sido banidos paulatinamente em praticamente todos os países europeus e, das quase duas centenas de países no Mundo, apenas oito têm actividade tauromáquica".

 

10 - pela Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro - Protecção aos Animais (ver ponto 1 do Artigo 1.º ) "são proibidas todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal", que é objectivamente o que acontece nas touradas, mesmo que, em contradição e estranha e incompreensivelmente, a mesma Lei as considere lícitas;

 

11 - não faz sentido fazer corresponder os espectáculos tauromáquicos à condição de cultura e que, num país em que, dos seus 308 municípios, apenas 44 têm actividade taurina (14,8%), é ofensivo e contraproducente para uma desejada unidade nacional e civilizacional forçar a identidade tauromáquica à população portuguesa;

 

12 - o povo português tem, nos últimos anos, afirmado uma forte posição de condenação das Touradas e de defesa do seu fim, posição que se tem manifestado de modo especialmente expressivo no Norte do país, particularmente na região do Grande Porto;

 

13 -  em Portugal, desde 2010, os espectáculos de tauromaquia perderam mais de 53% do seu público, atingindo em 2017 um número de espectadores com um peso cada vez mais insignificante no panorama dos espectáculos ao vivo em Portugal superados em número de eventos de Folclore, que, segundo dados do INE, contabilizavam mais 100.000 espectadores que as touradas (no ano passado realizaram-se 181 espectáculos tauromáquicos, dos quais 26 em Albufeira e 13 em Lisboa, enquanto nas em 27 das praças de touros existentes, ou seja, mais de 50%, se realizaram apenas uma ou duas corridas durante o ano);

 

14 - é muito clarificadora de uma nova mentalidade a sondagem feita pela Universidade Católica à população de Lisboa entre 5 e 20 de Maio de 2018, em que se concluiu que, desde a reabertura do renovado Campo Pequeno em 2006, onde passaram a realizar diversos tipos de eventos, só 11% dos lisboetas foi à tourada, que 79% não concorda com a utilização de dinheiros públicos para apoiar/financiar as touradas e que 96% dos cidadãos concorda com a realização de outros eventos não relacionados com as touradas;

 

15 - em Espanha, país considerado berço da tradição tauromáquica, segundo uma sondagem Gallup feita no país em Outubro de 2006, já 72% dos espanhóis declaravam não ter qualquer interesse nas touradas, existindo mais actualmente mais de 40 cidades e vilas anti-touradas;

 

16 - a Póvoa de Varzim é uma cidade que se pretende mais moderna, desenvolvida e progressista, para a qual o Turismo é um elemento-chave para a economia local, ganhando muito em imagem e oportunidades promocionais do ponto de vista turístico livrando-se da permissão e realização de espectáculos cruéis envolvendo animais como as touradas;

 

17 - a existência de touradas no século XXI constitui um embaraço para Portugal e para a Póvoa de Varzim perante a comunidade internacional, configurando a imagem de um país e de uma cidade com pessoas e práticas bárbaras;

 

PROPOMOS

que o MUNICÍPIO DA PÓVOA DE VARZIM adopte as seguintes DECISÕES:

 

Primeira

 

Declarar a PÓVOA DE VARZIM LIVRE DE TOURADAS, assumindo-se oficial e simbolicamente oposta à promoção e realização de corridas de touros e de quaisquer actos de violência ou de tortura contra animais que lhes possam causar ansiedade, angústia, medo ou sofrimento físico ou psicológico e emocional de alguma ordem.

 

Segunda

 

No âmbito dessa decisão, expressar a vontade institucional do Município da Póvoa de Varzim de que não sejam promovidas ou realizadas quaisquer corridas de touros na cidade e no concelho, tudo fazendo para a proibição de qualquer espectáculo tauromáquico, não atribuindo licenças a qualquer actividade ou evento deste tipo em espaços públicos do concelho, no âmbito das suas competências e atribuições e convertendo a Praça de Touros da Póvoa de Varzim ao uso exclusivo para actividades que provam a valorização dos cidadãos e que não envolvam a inflação de sofrimento físico ou psicológico e emocional a animais.

 

Terceira

 

Expressar, junto do Parlamento e do Governo, a vontade do Município da Póvoa de Varzim de ver as corridas de touros proibidas em todo o país através de uma Lei da República, a bem de Portugal enquanto país que se quer moderno e continuamente progressista, a bem da sociedade portuguesa, que não admite a violência contra animais, e a bem dos animais.

 

Póvoa de Varzim, 2018. Junho. 19

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:14

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Terça-feira, 8 de Maio de 2018

BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA MALVEIRA DISPAM A FARDA, NÃO A MERECEM

 

 

👺«Que mundo é este, em que até as associações que defendo e tento respeitar, dão exemplos morais do mais baixo nível que se pode imaginar 👺 Quem tenta justificar algo na vida, falhando com todos os deveres morais, não merece a minha consideração. Lamentavelmente, com tantas maneiras de tentar angariar dinheiro para um quartel, esta associação vai pela maneira mais criminosa de o conseguir, a do maltrato e por vezes do assassínio de animais. Os pobres animais, é que têm que justificar a falta de moral e educação daqueles que se acham humanos, que de humanos nada têm. E tudo isto em pleno século XXI 😢 É triste, muito triste» (Cândido Coelho)

 

Faço minhas todas as palavras do Cândido Coelho

 

BV MALVEIRA.png

 

PAN Mafra

 

«Os animais envolvidos nos espectáculos e eventos tauromáquicos (como corridas de touros, largadas, garraiadas, festejos ou outros eventos similares) são seres sencientes dotados de direitos, interesses e necessidades inerentes à sua condição. Uma garraiada é realizada com um bezerro (garraio). O bezerro é transportado da ganadaria em condições que lhe causam stress, conduzido com aguilhões para o cercado. Muitas vezes os seus cornos são serrados, num procedimento extremamente doloroso para o animal. No cercado o bezerro é perseguido, atormentado e violentado por pessoas que recriam uma “pega” ou “tourada”. Frequentemente os bezerros sofrem lesões. É uma prática altamente stressante para o animal, para o efeito único de diversão e entretenimento humano. Neste caso também para angariação de fundos.

 

Segunda a declaração universal dos direitos dos animais, da UNESCO, as exibições de animais e espectáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

 

Os Bombeiros Voluntários da Malveira, soldados da PAZ precisam de melhores condições, de novas instalações. Muito merecidas. Consideramos que há outras formas de angariação de dinheiro, que não passem por esta forma de exploração e maus tratos a animais.

 

O PAN não pode aceitar esta forma de violência para com os animais. Decidamos como comunidade, não contribuir para situações de violência gratuita de qualquer espécie

 

PAN Mafra

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:52

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Domingo, 18 de Fevereiro de 2018

QUANDO UM DEPUTADO DO PSD VEM A PÚBLICO CONTRIBUIR PARA O ATRASO CIVILIZACIONAL DO POVO PORTUGUÊS

 

PSD.jpg

 Chama-se Feliciano Barreiras Duarte e é deputado da Nação, pelo PSD

 

Publicou, no jornal “Sol”, um texto intitulado a “A Tauromaquia em Portugal e os novos inquisidores” e disse estas coisas, inadequadas a um deputado da Nação, por ter distorcido a verdade e mostrado uma descomunal desinformação (para não dizer outra coisa):

 

«Eu não aceito – e nunca aceitarei – que os animais tenham mais direitos do que as pessoas. Não aceito que o Estado se meta com costumes e tradições que são parte das identidades de comunidades e de territórios, como no caso das touradas sucede com o Alentejo e o Ribatejo, e depois recuse apoiar as pessoas mais frágeis da nossa sociedade. Como certa vez escrevi, «esta espécie de declínio do valor da pessoa em favor do poder dos animais e da bicharada é protagonizada por gente que convive bem com misérias humanas junto à sua porta. Por mim, que respeito os animais, também respeito as tradições populares, como a tourada, mesmo não sendo um seu aficionado. Mas, acima de tudo, respeito as pessoas e não transijo com este novo pensamento quase totalitário que pretende despojar os povos das suas legítimas tradições, ao mesmo tempo que condena as pessoas ao abandono e à solidão

 

Vamos lá a ver, senhor deputado da Nação Portuguesa:

 

Primeiro: gostaríamos de saber de onde tirou essa de que os animais têm mais direitos do que as pessoas, sendo que as pessoas também são animais, logo os direitos até poderiam ser iguais e estaríamos a falar de um acto evolutivo. Mas, infelizmente, tal não acontece. O “homem” acha-se um ser superior a todos os outros seres, e faz leis de faz-de-conta que protegem os outros animais, incluindo os não-humanos, e que não são para cumprir.

 

Para vergonha da Humanidade existem três Declarações de Direitos.

 

A saber:

 

- Declaração Universal dos Direitos Humanos, adoptada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (Resolução 217 A III), em 10 de Dezembro 1948;

 

- Declaração Universal dos Direitos da Criança, adoptada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (Resolução 1386 XIV), em 20 de Novembro de 1959;

 

- Declaração Universal dos Direitos dos Animais Não-Humanos, proclamada pela UNESCO, em 15 de Outubro de 1978.

 

E isto porquê? Por que o homem, dito “racional”, é o único animal existente à face da Terra que precisa de declarações de direitos, para refrear o  instinto malévolo dele.

 

Muitos países assinaram estas “declarações”, incluindo Portugal que, vergonhosamente, não as cumpre, nomeadamente no que respeita às crianças e aos animais não-humanos.

 

Portanto, senhor deputado, se fosse uma pessoa infirmada, saberia da existência e do conteúdo destas declarações, e não diria o disparate que disse: «Não aceito e nunca aceitarei que os animais tenham mais direitos do que as pessoas»! Se aceita, ou não aceita, isso é lá coisa para a sua consciência. Mas que o direito à vida e ao bem-estar dos animais, humanos e não humanos, é algo que tem de ser igual para todos, se quisermos falar de EVOLUÇÃO.

 

Segundo – Quando diz que «Não aceito que o Estado se meta com costumes e tradições», refere-se a quê? Ao costume bárbaro e medievalesco herdado dos espanhóis (que nada tem a ver com tradição), e que dá pelo nome de tauromaquia, e que o governo português, acolitado pelo PSD, financia chorudamente, com verbas que poderiam ser canalizadas para a Saúde, para a Educação, para a Cultura Culta…, e, deste modo, condenando as pessoas ao abandono e à solidão, e os animais não-humanos à mais brutal tortura? Foi isto que quis dizer, mas não disse, certo, senhor deputado? É que aos leitores do “Sol” o senhor até pode fazer de parvos, mas a nós não faz.

 

Terceiro – Quando diz que «respeito as pessoas e não transijo com este novo pensamento quase totalitário que pretende despojar os povos das suas legítimas tradições, ao mesmo tempo que condena as pessoas ao abandono e à solidão», tem bem a noção do que está a dizer? Que “novo” pensamento totalitário é esse que pretende despojar os povos (que povos?) das suas legítimas (que legítimas?) tradições (que tradições?). Como é possível numa só frase dizer tantos disparates?

 

O “novo pensamento” a que se refere não é totalitário, é evolutivo. Totalitário é o “pensamento” do PSD que, no momento de votar contra os subsídios que alimentam a indústria da tortura de seres vivos, e as escolas de toureio que “formam” alienados mentais entre as crianças, a quem não dão opção de serem GENTE, votam a favor.

 

Que povos são despojados de quê? Que legítimas tradições? Com que legitimidade torturam ser vivos para divertir sádicos e encher os bolsos a ganadeiros?

 

Senhor deputado, nós é que não aceitamos que gente como o senhor esteja a receber um salário pago com os nossos impostos, para vir a público defender a tortura de bovinos e o lobby tauromafioso.

 

Gente como o senhor envergonha Portugal e contribui para o atraso civilizacional em que este está mergulhado.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fontes:

https://protouro.wordpress.com/2018/02/01/o-grunho-do-psd-ao-servico-da-tauromafia/

http://ptjornal.com/deputado-do-psd-defende-touradas-poder-da-bicharada-235739

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:27

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Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2018

UMA HUMANIDADE QUE MALTRATA ANIMAIS NÃO-HUMANOS É UMA HUMANIDADE APODRECIDA

 

GADO.jpg

 Transporte de animais vivos para o estrangeiro é um abominável delito

 

Do Brasil chegaram-me notícias de Joselene, uma activista que, tal como eu, luta pelo bem-estar dos animais não-humanos, o elo mais fraco do nosso Planeta.

 

O que ela denuncia e quer que o mundo saiba, também nós por cá o temos: exportação de animais vivos, transportados em navios ou camionetas, nas mais desgraçadas condições.

 

Joselene denuncia a crueldade exercida pelo Governo Central do Brasil, “a União”, em Santos, litoral do Estado de São Paulo.

 

Uma empresa do interior do Brasil, a maior exportadora de gado (carga viva) do país, uma tal de Minerva Foods, da cidade de Barretos, (a tal cidade onde é realizado o maior rodeo do Brasil), está a tentar exportar mais de 29 mil cabeças de gado para a Turquia, através do porto de Santos, o maior da América do Sul.

 

O gado foi apinhado em camiões, que percorreram mais de 500 quilómetros para chegar a Santos. Depois disso ficaram acondicionados, à espera de serem embarcados para a Turquia, num navio, onde permanecerão por quase um mês, até chegarem ao seu destino.

 

É inimaginável o sofrimento desses animais, retirados do seu habitat natural e metidos num porão, nas mais desgraçadas condições, fazendo lembrar o tempo da escravatura, quando os negros eram tratados de igual modo. Mas esse tempo já passou. Os negros já não são considerados “animais”, e os animais não-humanos têm direitos consignados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO. Direitos esses que não são cumpridos em países que ainda sofrem de um atraso civilizacional bastante acentuado, como Portugal e Brasil.

 

Em Santos, o povo uniu-se ao governo municipal, para parar com esta exportação, mas a força do dinheiro é muito grande, diz Joselene. Além disso, no Brasil os portos não pertencem às cidades onde estão localizados, mas sim ao Governo Federal (a chamada UNIÃO), embora lhe chamem CODESP (Companhia Docas do Estado de São Paulo)/ CODERJ (Companhia Docas do Estado do Rio de Janeiro)/ CODEBA (Companhia Docas do Estado da Bahia), e assim por diante, apenas para indicar o Estado onde estão localizados. Na realidade nem as cidades e nem os Estados têm autoridade sobre eles.

 

Porém, no meio de tanta desgraça, conta Joselene que um juiz regional, Márcio Krammer de Lima, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Santos, sob uma ordem do Desembargador Luis Fernando Nishi, determinou o desembarque dos quase 27 mil bois que estavam a bordo do NADA (este é o nome do navio), atracado no Cais do Saboó, no Porto de Santos. O Desembargador Luis Fernando, da 2ª. Câmara Reservada ao Meio Ambiente atendeu a um agravo de instrumento apresentado pela Agência de Notícias de Direitos Animais, a ANDA, e pela Associação Itanhaense de Protecção aos Animais, parte da Acção Pública que estes movem contra os envolvidos nesta exportação. Na sua decisão, anunciada no dia 1 de Fevereiro, o desembargador também reforçou a suspensão do embarque de cargas vivas no complexo, e proibiu a partida do cargueiro, além de fixar uma multa de R$ 5 milhões para qualquer embarcação que carregar animais no Porto. Isto inclui esta e qualquer outra no futuro).

 

Na sua decisão, o Desembargador citou a “necessidade de melhor disciplina à actividade de transporte marítimo de animais, haja visto amplo material demonstrando crueldade manifesta, incompatível com o art. 225, parágrafo 1º, inciso VII, da Constituição Federal”. Ele referiu-se a este trecho da Constituição, que determina que o poder público deve «proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, às práticas que coloquem em risco a função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade».

 

As leis até podem existir, mas lá, como cá, não são para cumprir ou fazer cumprir.

 

Posto isto, o transporte do gado foi interrompido. Para já.

 

E Joselene diz: «Espero que realmente a exportação não venha a ocorrer, e que ninguém de nosso Governo Federal se sobreponha à decisão do Desembargador Nish, liberando esta exportação cruel. Quero ressaltar a importância das organizações protectoras dos animais que estão envolvidas, a todos os santistas que assinaram os abaixo-assinados ou que lutaram de alguma forma por esta causa; ao Juiz Márcio Krammer, e ao Desembargador Nish, que não se fez de rogado, e agiu conforme lhe manda a Lei e o coração. GOSTARIA QUE TUDO ISTO SERVISSE DE LIÇÃO A TODOS OS QUE DEFENDEM OU QUEREM DEFENDER UMA CAUSA EM PROL DOS ANIMAIS, E SE ACHAM DESMOTIVADOS A SEGUIR EM FRENTE POR CAUSA DO PODER DOS GOVERNOS OU DA GANÂNCIA ENVOLVIDA, bem como sensibilizar a quem até agora se mostrou alheio ao sofrimento dos animais».

 

O que Joselene gostaria que fosse mostrado fora do Brasil é a crueldade imposta aos animais, a força e a garra das ENTIDADES PROTECTORAS DOS ANIMAIS, MOSTRANDO COMO UNIDOS PODE CONSEGUIR-SE ALGUMA COISA; e a sensibilidade e carácter do juiz Márcio Krammer e do Desembargador do Meio Ambiente, Dr. Luis Fernando Nishi.

 

Também nós por cá, esperamos que se acabe com o transporte de animais vivos, por todas as vias, porque os animais não nasceram para serem transportados… nasceram para serem livres, no seu habitat natural.

 

E esta é uma causa pela qual vale a pena LUTAR!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:15

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Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2018

COMO JOSÉ SÓCRATES, COM A SUA RCM 8/2011 VIOLOU A CRP E SUBMETEU OS PORTUGUESES A UMA NOVA DITADURA (DESTA FEITA) ORTOGRÁFICA

 

25 de Janeiro de 2011. Sete anos a malhar no caos ortográfico. A ignorância instalou-se. O pacto de silêncio é ensurdecedor. O presidente da República alinha com a ilegalidade imposta pela geringonça de António Costa.

 

E dizem que Portugal é um país europeu… (IAF)

 

CONSOANTES MUDAS.jpg

 

Texto de Francisco João DA SILVA

 

Faz hoje exactamente 7 anos que um ex-primeiro ministro e igualmente ex-presidiário em Évora violou de forma primitiva e escandalosamente a Constituição da República Portuguesa (CRP).

 

José Sócrates fê-lo de forma primitiva, grosseira e abusiva.

 

E porquê?

Porque Tratados Internacionais, como o é o Acordo Ortográfico, dito AO199O, não entram em vigor por meros despachos governamentais.

 

Os Tratados Internacionais entram em vigor através duma Lei ou dum Decreto-Lei (como o foi a Convenção Luso-Brasileira de 8 de Dezembro de 1945 através do Decreto-Lei Nº 35.228 que continua em vigor pela simples razão de nunca ter sido revogado, até ao dia presente.

 

Ora a Resolução de Conselho de Ministros (RCM) de 25 de Janeiro de 2011 é um mero despacho normativo, como é sabido e pode ser confirmado por juristas e especialistas em Direito CONSTITUCIONAL ou   Administrativo.

 

De forma prepotente e claramente usurpando poderes que não tinha e que não lhe são reconhecidos pela Constituição José Sócrates mandou aplicar essa resolução, declarando que a RCM tem por base, não uma Lei ou um Decreto-Lei mas sim o disposto na alínea (g) do artigo 199º da Constituição a qual   permite ao Governo, no domínio das suas actividades privativas, “praticar todos os actos e tomar as providências à promoção do desenvolvimento económico-social e à satisfação das necessidades colectivas”!!!!

 

Ora isto   é completamente abusivo, visto que incluir o AO199O na alínea (g) do artigo 199º da CRP, nada tem a ver com o desenvolvimento económico e social do País.

 

Relembro que Tratados Internacionais como o AO19O, só podem entrar em vigor através duma Lei ou de um Decreto-Lei.

 

 

Por conseguinte, não se compreende porque é que a Sociedade Civil, a Televisão, a Rádio, a Imprensa em geral   (pomposamente chamados de meios de comunicação social em Portugal)   e que em grande parte   apenas veiculam propaganda tendenciosa, não informam os portugueses de como foram burlados, mais uma vez, por chicos-espertinhos reciclados na política.

 

A situação de descalabro, inclusive a nível internacional, é tal que urge fazer nesta ocasião (7 anos de ignomínia) um APELO SOLENE ao presidente da República Portuguesa , para que não deixe perdurar este crime de lesa-língua portuguesa e do Património Imaterial de Portugal, que podem ser igualmente qualificados de crime de atentado ao Estado de Direito (artigo 9º da Lei Nº 34/87).

 

A Língua Oficial da República Portuguesa é o Português culto e europeu, e ela não pode ser substituída por um (novo) crioulo português, ou um dialecto estatal, importados ilegalmente de um país estrangeiro, que tem a sua própria língua, e foi imposto de maneira ditatorial ao povo português, sem este ter sido consultado ou dado o seu assentimento.

 

O actual Presidente da Republica é garante da Constituição, ora ela foi violada, como acima explicado. Não se compreende porque é que o Presidente da República mantém um mutismo ensurdecedor, nesta matéria constitucional que é do seu foro ...

 

Apenas em ditaduras se viola assim grosseiramente a Constituição adoptada democraticamente por todo um povo.

 

O Presidente da República não pode tolerar por mais tempo que a MATRIZ da LÍNGUA PORTUGUESA continue a ser destruída lentamente, mas seguramente por razões financeiras e interesses privados, como já denunciado publicamente por Paulo de Morais, em 2016, durante a campanha para a eleição presidencial, e demonstrado até em tribunal.

 

Este novo CRIOULO português (AO199O) criado artificialmente, é apenas e vergonhosamente um dialecto estatal, foi inventado por razões financeiras e não pode substituir de maneira fraudulosa a Língua Oficial da República Portuguesa, que é, e só pode ser,   aquela em que a sua Constituição foi escrita, incluindo depois do 25 de ARDIL.

 

Não só os Magistrados do Supremo Tribunal de Justiça e   igualmente os do Tribunal Constitucional, podem por cobro a esta infâmia que ridiculiza Portugal a nível internacional,   mas sobretudo o Presidente da República tem a autoridade política   e igualmente moral e ética suficientes para estar ao lado dos portugueses, que são vítimas de um novo tipo   de incêndio provocado criminosamente por um monstro, um verdadeiro   FRANKENSTEIN LINGUÍSTICO, que é o pseudo e bastardo Acordo Ortográfico (AO199O).

 

Se o Presidente da República não o fizer, a História está lá para interrogar quais foram as suas motivações para não o fazer. Falta de Coragem? Falta de Vontade Política?   Ou serão outras razões?   E quais?

 

Que 2018 seja o ano da RESTAURAÇÃO da MATRIZ da LÍNGUA PORTUGUESA EM PORTUGAL.

 

Este são os meus votos e decerto os de todos os portugueses dignos e verticais que não querem “talhar   com os seus machados as tábuas do caixão”   da Matriz da Língua Portuguesa.

 

Em defesa da língua portuguesa, que é parte essencial do Património Imaterial de Portugal, segundo a Convenção da UNESCO, o remetente desta mensagem NÃO adoPta o “Des-Acordo Ortográfico” de 1990 (AO9O), ou seja um dialeCto estatal, devido a ser:

 

1) - ILEGAL e INCONSTITUCIONAL;

 

2) - Linguisticamente inconsistente;

 

3) - Estruturalmente incongruente;

 

4) - Para além de, comprovadamente, ser causa de crescente iliteracia em publicações oficiais e privadas, na imprensa e na população em geral. Este novo CRIOULO português que está a ser ditatorialmente imposto em Portugal, serve interesses financeiros instalados, está a DESTRUIR a Matriz da Língua portuguesa, provocou um caos ortográfico em Portugal, um descalabro a nível internacional sendo um motivo de troça.

 

Foi REJEITADO por vários outros países (Angola, Moçambique, etc.). E, grande bofetada, CABO-VERDE, adoPtou o crioulo Cabo-Verdiano como Língua Oficial, e considera hoje o Português como uma língua estrangeira.

 

5)- A MAIORIA (5) dos 8 países de língua oficial portuguesa, rejeitou este NOVO CRIOULO português, e apenas São Tomé, Portugal e Brasil ratificaram um Tratado Internacional ilegal e inconstitucional, que viola também o Direito Internacional, a que chamam Acordo Ortográfico, dito AO199O, ou seja um dialecto estatal. O Presidente da República tem o poder de exigir ao Governo a desvinculação de PORTUGAL deste Tratado Inconstitucional!

QUERER É PODER!

 

Francisco João DA SILVA - um livre pensador (“NASTIKA”)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:06

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Segunda-feira, 29 de Maio de 2017

CARTA ABERTA DE RUI PALMELA AO PADRE VÍTOR FEITOR PINTO

 

A propósito de um texto que escrevi em 2012, sobre a muito “franciscana” afición do padre Vítor Melícias, o Rui Palmela enviou-me um comentário, onde partilha a Carta Aberta que enviou ao padre Vítor Feitor Pinto, porque isto de padres católicos e touradas, são como unha e carne.

 

Nada sabem da criação do Deus que dizem representar, nem da obediência aos Papas, Pio V, Bento XVI entre outros, nem da Laudato Si’, Carta Encíclica do Papa Francisco, enfim, mas sabem de carnificina q.b.

 

Porque concordo com cada palavra do Rui Palmela, dou destaque à sua Carta e faço também minhas todas as palavras que escreveu…

É urgente que a igreja católica se transforme em Igreja Católica.

 

MELÍCIAS.jpg

GRANDE CORRIDA CARAS em 2 de Maio de 2010 na PRAÇA DE TOUROS DO CAMPO PEQUENO em Lisboa. Padre Victor Melícias (embaixador português junto da UNESCO)

 

Rui Palmela, deixou um comentário ao post «AS TOURADAS, O PADRE MELÍCIAS E A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA» às 00:21, 2017-05-25.

 

Comentário:

 

Entrei casualmente no Blog e aplaudo tudo o que nele se escreve contra a Tauromaquia de que o padre Vítor Melícias é fervoroso aficionado apesar de se dizer "franciscano".

 

Gostaria de partilhar aqui também uma CARTA ABERTA que dirigi há algum tempo ao padre Vítor Feitor Pinto por causa de uma afirmação que ele fez um dia dizendo que "os animais não têm alma"... Em face disso escrevi-lhe uma carta que deixo aqui:

 

Caro sr. Padre Vítor Pinto: Confesso que sempre gostei de o ouvir como homem da Igreja cheio de grande lucidez e sensatez falando das questões humanas cuja cultura não questiono pela sua dimensão, porém surpreendeu-me bastante pela forma como se exprimiu em relação aos animais que tal como diz o Génesis da Criação são criaturas de “almas viventes” criadas por Deus que fazem na Terra o percurso de sua evolução.

 

O homem surgiria muito tempo depois para dominar sobre todas as espécies e direi mesmo que muitos já perderam sua alma e se comportam hoje como 'zombies' sem coração que devoram até ás entranhas seres viventes que confiam no homem, mas este se tornou pior que as bestas-feras que mata todos os dias milhões de animais que sofrem, mas como “não têm alma” são vistos como ‘coisas’ que vivem apenas para a nossa alimentação. É assim que pensa a maioria dos humanos e o sr. padre não é excepção!

 

Agora entendo porque é que muitas pessoas crentes em Deus desprezam e maltratam animais, inclusive com a bênção da Igreja Católica que não reprova as touradas por exemplo, de que o Padre Vítor Melícias é um grande aficionado apesar de se dizer “Franciscano”. Creio que Francisco de Assis ficaria escandalizado com isso e mais ainda a “Nª Srª da Conceição” que vê horrorizada o que se passa em Barrancos por altura das festas em seu nome que culminam com a tortura e morte de toiros frente à Capela, em plena praça pública, tudo feito em nome de uma 'tradição' que a Igreja aprova quando devia condenar esta situação. Mas, é claro, como “os animais não têm alma” (segundo a Igreja), então as pessoas pensam que eles não sofrem como nós e continuam a tratá-los de forma cruel e nisso tem muita responsabilidade a própria Religião. Talvez por isso o Pregador Eclesiastes já dizia o seguinte: ...”

 

O que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, como morre um, assim morre o outro. Todos têm o mesmo fôlego (alma, pneuma, anima); e a vantagem dos filhos dos homens sobre os animais (a este respeito) não é nenhuma. Todos vão para um lugar, todos são pó (matéria perecível) e ao pó (à terra) tornarão. Quem adverte que o fôlego (alma) dos filhos dos homens sobe para cima (para os céus) e que o fôlego (alma) dos animais desce para baixo da terra (ao inferius)? - Eclesiastes, cap. 3:19 a 21, da Bíblia.

 

Portanto, caro senhor Padre Vítor Pinto, espero que cultive melhor a palavra de Deus e não a sua que precisa ser mais repensada e cuidada para não induzir em erro quem lhe pede esclarecimentos ou explicações sobre coisas para as quais deveria estar melhor preparado e não criar mais confusões. Os animais têm mesmo sua alma e sofrem como nós e deveriam ser respeitados e não torturados nem transformados em refeições. É o que penso de minha alma e meu coração!

 

Com os meus cumprimentos,

 

 ***

Já agora, para completar este périplo pelos pecados da igreja católica no que diz respeito a esta matéria, podem consultar o texto abaixo referido, onde esta relação mórbida é abordada.

 

A IGREJA CATÓLICA E A TOURADA

03 de Dezembro de 2012

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/201627.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:01

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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2016

PROTESTO CONTRA A TOURADA EM ALBUFEIRA!

 

PROTEST AGAINST BULLFIGHTING IN ALBUFEIRA

Albufeira é a vergonha do Algarve.

Tresanda a incultura.

Os estrangeiros andam por lá, e por vezes vão, ao engano, sujar os pés à arena de tortura.

 

ALBUFEIRA.jpg

 

ALBUFEIRA1.jpg

 

PROTESTO CONTRA A TOURADA EM ALBUFEIRA!

 

Vamos proceder a um protesto no dia 16 de Setembro de 2016, próxima sexta-feira, junto à praça de touros em Albufeira pelas 20 horas, com final cerca das 23 horas.

 

O protesto é aberto a qualquer cidadão e vai ostentar faixas e cartazes alusivos. Vamos ter apoio policial do GNR para nossa segurança.

 

O protesto será pacífico da nossa parte, como tem acontecido.

 

APELAMOS A UMA GRANDE PARTICIPAÇÃO DE PESSOAS RESPEITADORAS DE ANIMAIS E ABOLICIONISTAS DA TAUROMAQUIA PARA BEM DEMONSTRARMOS QUE SOMOS A FAVOR DO BEM DE TOUROS E DE CAVALOS E DA SATISFAÇÃO DE PESSOAS CONSCIENTES E COMPASSIVAS E DO PRESTÍGIO DE ALBUFEIRA E DE PORTUGAL!

 

Lastimamos a publicidade enganosa que é feita anunciando a tourada como não violenta e sem sacrifício de animais e os vouchers incluídos em muitos contratos turísticos. Isto leva a uma tremenda desilusão e indignação de turistas que assim são enganados e que ficam com uma péssima impressão de Portugal, país que faz espectáculo desta tortura de touros e de cavalos e onde se verifica a presença de crianças, apesar do efeito nocivo e do desrespeito pelos seus direitos e contra insistentes recomendações da UNESCO.

 

A concentração é pelas 20 horas, junto ao parque de estacionamento da Corcovada, próximo da Praça de Touros de Albufeira.

BEM-VINDOS!!!

..........................................................................................................

 

PROTEST AGAINST BULLFIGHTING IN ALBUFEIRA

 

We will make a protest on September 16, 2016, coming Friday, next to the bullring in Albufeira, beginning at 8 pm and ending at about 11 pm.

 

The protest is open to all citizens and will show banners and posters.

 

We will have police support of the GNR for our safety.

 

The protest will be peaceful on our part, as always happened.

 

WE CALL FOR A GREAT PARTICIPATION OF ANIMAL FRIENDS AND ABOLITIONISTS OF BULLFIGHTING TO DEMONSTRATE FOR THE WELFARE OF BULLS AND HORSES!

 

We deplore the misleading advertising that is made announcing the bullfight as nonviolent and without sacrifice of animals and the vouchers included in many tourist contracts. This leads to a tremendous disappointment and indignation of tourists who are thus deceived and are left with a bad impression of Portugal, a country that does show this torture of bulls and horses and where there is the presence of children, despite the adverse effect and disregard for their rights and against insistent UNESCO recommendations.

 

Concentration is at 8 pm, next to the car park of Corcovada, near the Bullring Albufeira.

WELCOME!!!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/vmmreis/posts/1090114044412308

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:11

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Terça-feira, 14 de Junho de 2016

BRILHANTE REPORTAGEM SOBRE TOURADAS EM PORTUGAL

 

Reportagem espectacular sobre touradas. Todos os argumentos, todos os factos, todas as razões num brilhante trabalho.

 

"O Touro é um animal que, quando uma mosca pousa no seu dorso... ele afasta-a com a cauda. Ele é hipersensível"

 

COBARDE.jpg

 

O touro "bravo" ou de "lide" não é agressivo. Estes animais são, por natureza, tão ou mais afáveis do que os cães. O Fadjen, um mediático touro "bravo", salvo de um ganadeiro Espanhol, é neste momento, um excelente exemplo de que a agressividade genética do touro se encerra num mito propagandeado pela tauromaquia. A etologia, como ramo da zoologia, explica que o comportamento não é determinado pela genética, mas pelo ambiente e interacções do animal. Ou seja, independentemente das características genéticas, o seu comportamento será sempre condicionado, em última análise, pelo propósito e personalidade de quem os cria, tal como acontece com os cães. Para os tornarem, não agressivos, mas mais reactivos de modo a que seja possível toureá-los (ou lidá-los), os ganadeiros criam-nos em sistema extensivo, com pouco contacto com humanos, sujeitando-os a duros "treinos" a todos os níveis, sendo os físicos, dignos de um atleta de alta competição e, de vez em quando, alguns morrem subitamente devido ao exagerado esforço a que são sujeitos. Por vezes, os touros são drogados com Rompum e Calmivet, duas substâncias anestésicas que administradas em pequenas quantidades, causam um efeito calmante. Mas nem sempre a dose "certa" é bem calculada, levando a que alguns sucumbam à dose excessiva, mesmo antes de entrar na arena.

 

Há muito que a ciência provou o sofrimento do touro. Todos os seres sencientes, ou seja, os que possuem um sistema nervoso central, grupo do qual faz parte o ser humano, têm a capacidade de experimentar sofrimento físico e psicológico, tal como stress, medo, pânico, angústia e tristeza. Sofrem ainda traumas psicológicos e desenvolvem depressões, bem como afectos e constroem ainda relações com outros seres, incluindo o Homem. Na capacidade de sentir, os animais não são diferentes do ser humano.

 

O touro "bravo" tem direito à sua integridade física e psicológica e principalmente tem direito a não ser utilizado como objecto de tortura para gáudio de uma minoria que nem sequer é representativa do povo português. À semelhança de tantas outras espécies, o touro poderá perfeitamente viver em liberdade e em paz no seu habitat, nem que seja em zonas protegidas, não sendo também por isso, aceitável o "argumento" da sua preservação como justificação da tauromaquia.

 

 

Não é portanto admissível que no século XXI, um país civilizado como Portugal, acolha ainda uma tradição que viola 90% (!) dos pontos considerados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO:

 

1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à protecção do homem.

3 - Nenhum animal deve ser maltratado.

4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.

6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

7 - Todo o acto que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas crimes contra os animais.

9 - Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O Homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

 

Mas não são apenas os direitos dos animais os que são violados pela tauromaquia.

 

A psicologia, a psiquiatria e a neurociência provaram que assistir a touradas provoca traumas psicológicos nas crianças, tornando-as tolerantes à violência gratuita e contribuindo para que se tornem adultos agressivos. Este foi um dos argumentos que levou à abolição das touradas na Catalunha, em Espanha, país onde a tradição é muito mais forte do que em Portugal, pela sua origem.

 

Cláudia Vantacich

 

As touradas: Violência, Crueldade, Ignorância, Futilidade

A vergonha de Portugal

 

 

Fonte:

http://ruportugal.blogspot.pt/2016/05/brilhante-reportagem-sobre-touradas-em.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:41

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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2015

TOURADAS – A VERGONHA DE PORTUGAL

 

VIOLÊNCIA, CRUELDADE, IGNORÂNCIA, FUTILIDADE

 

 

O touro "bravo" ou de "lide" não é agressivo. Estes animais são, por natureza, tão ou mais afáveis do que os cães. O Fadjen, um mediático touro "bravo", salvo de um ganadeiro Espanhol, é neste momento, um excelente exemplo de que a agressividade genética do touro se encerra num mito propagandeado pela tauromaquia.

 

A etologia, como ramo da zoologia, explica que o comportamento não é determinado pela genética, mas pelo ambiente e interacções do animal. Ou seja, independentemente das características genéticas, o seu comportamento será sempre condicionado, em última análise, pelo propósito e personalidade de quem os cria, tal como acontece com os cães.

 

Para os tornarem, não agressivos, mas mais reactivos de modo a que seja possível toureá-los (ou lidá-los), os ganadeiros criam-nos em sistema extensivo, com pouco contacto com humanos, sujeitando-os a duros "treinos" a todos os níveis, sendo os físicos, dignos de um atleta de alta competição e, de vez em quando, alguns morrem subitamente devido ao exagerado esforço a que são sujeitos.

 

Por vezes, os touros são drogados com Rompum e Calmivet, duas substâncias anestésicas que administradas em pequenas quantidades, causam um efeito calmante. Mas nem sempre a dose "certa" é bem calculada, levando a que alguns sucumbam à dose excessiva, mesmo antes de entrar na arena.

 

Há muito que a ciência provou o sofrimento do touro. Todos os seres sencientes, ou seja, os que possuem um sistema nervoso central, grupo do qual faz parte o ser humano, têm a capacidade de experimentar sofrimento físico e psicológico, tal como stress, medo, pânico, angústia e tristeza. Sofrem ainda traumas psicológicos e desenvolvem depressões, bem como afectos. e constroem ainda relações com outros seres, incluindo o Homem.

 

Na capacidade de sentir, os animais não são diferentes do ser humano.

 

O touro dito "bravo" tem direito à sua integridade física e psicológica e principalmente tem direito a não ser utilizado como objecto de tortura para gáudio de uma minoria que nem sequer é representativa do povo português. À semelhança de tantas outras espécies, o touro poderá perfeitamente viver em liberdade e em paz no seu habitat, nem que seja em zonas protegidas, não sendo também por isso, aceitável o "argumento" da sua preservação como justificação da tauromaquia.

 

Não é portanto admissível que no século XXI, um país civilizado como Portugal, acolha ainda uma tradição que viola 90% (!) dos pontos considerados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO:

 

1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à protecção do homem.

3 - Nenhum animal deve ser maltratado.

4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve nunca ser abandonado.

6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

7 - Todo o acto que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são consideradas crimes contra os animais.

9 - Os direitos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O Homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

 

Mas não são apenas os direitos dos animais que são violados pela tauromaquia.

 

A psicologia, a psiquiatria e a neurociência provaram que assistir a touradas provoca traumas psicológicos nas crianças, tornando-as tolerantes à violência gratuita e contribuindo para que se tornem adultos agressivos. Este foi um dos argumentos que levou à abolição das touradas na Catalunha, em Espanha, país onde a tradição é muito mais forte do que em Portugal, pela sua origem.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:52

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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2015

VERDADES SOBRE AS TOURADAS QUE OS TAURICIDAS DIZEM SER MENTIRAS

 

Andam por aí a circular umas mentiras que os tauricidas querem converter em verdades.

Acontece que está mais do que provado que aquilo a que os tauricidas chamam mentiras dos anti-touradas, são verdades das mais verdadeiras.

Está mais do que provado.

Só os cegos mentais recusam aceitar o óbvio.

 

Tourada.jpg

(Origen da imagem: Internet) 

 

Eles dizem, por mera ignorância e conveniência, e por andarem séculos a repetir mentiras que acham ter transformado em verdades (mas apenas para os que não evoluíram) que «muitos são os mitos, mentiras e fraudes inventados por aqueles que se opõem às corridas de touros com o objectivo de tentarem atacar esta actividade querida por um grande número de portugueses»…

 

Mas os que evoluíram, leram, estudaram, se informaram não inventaram nada. Apenas comprovaram que:

 

Os portugueses são contra as touradas – apenas uma minoria inculta, bronca, inútil, antiga e marialva aplaude, pratica e promove a selvajaria tauromáquica. Verdade.

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/303482.html

 

As touradas não são uma tradição, nem do Ribatejo, nem do Alentejo, são simplesmente um costume bárbaro introduzido em Portugal, nos finais do século XVI, pelos reis de Espanha, os Filipes I, II e III de Portugal. Verdade.

 

As touradas são um costume bárbaro maioritariamente da dita direita (fascista) e da aristocracia (que ficou parada no tempo). Verdade.

 

Os touros ficam mais de 24 horas dentro do camião de transporte, às escuras, sem água, sem comida, por isso quando são atirados para a arena eles, quase cegos pela luz, saem em fúria… Verdade.

 

Os touros ficam vários dias à espera de serem abatidos depois das corridas, num sofrimento atroz, não se cumprindo o estipulado no regulamento tauromáquico em vigor. Verdade.

 

Os Touros antes do “espectáculo” (leia-se função) são alvo de cruéis maus-tratos para lhes retirar força, cortam-lhes os cornos, deixam-nos sem comer e sem beber, às escuras, durante várias horas. Verdade.

 

Depois da lide as bandarilhas são arrancadas do lombo dos touros, barbaramente e sem anestesia, utilizando-se uma faca para escavar a carne, para as retirar mais facilmente. Verdade.

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/572988.html

 

Os touros não se extinguem se acabarem as touradas. Não se extinguem, porque os Touros são bovinos maltratados para a lide, e mais depressa se extinguirá a “raça” dos tauricidas do que os touros, porque acabando as touradas, acaba-se a tortura dos bovinos, e estes poderão viver em paz e reproduzir-se livremente. Verdade.

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/98835.html

 

A tauromaquia recebe anualmente 16 milhões do estado português, fora os subsídios europeus, fora os subsídios das autarquias. Verdade.

 

A tauromaquia é financiada pela União Europeia. Verdade.

 

A tauromaquia é financiada camufladamente pelos apoios agrícolas da União Europeia e pelo Ministério da Agricultura. Verdade.

 

As touradas estão em franca decadência e dependem de subsídios do Estado. Se não fossem esses subsídios a selvajaria tauromáquica já teria desaparecido. Verdade.

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/uniao-europeia-aprova-fim-de-subsidios-591086

 

A tauromaquia é prejudicial para as crianças. Todos os estudos realizados apontam nesse sentido. E nem sequer eram necessários estudos. A violência, a crueldade e a maldade nunca foram benéficas nem para as crianças, nem sequer para os adultos, transformando-os em monstrinhos e monstros. Verdade.

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/como-se-faz-um-aficionado-de-touradas-586564

 

UNESCO condena as touradas, só um anormal não condena a tortura de seres vivos. E sendo a UNESCO uma organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Culta condena tudo o que vai contra a Educação, a Ciência e a Cultura Culta, atributos da essência humana. Verdade.

 

Os aficionados são sádicos e perversos e vão à praça divertir-se com o sofrimento atroz de um ser vivo, que é um animal senciente e tão animal como nós. Verdade.

 

As touradas são tortura e uma barbaridade, uma crueldade, uma aberração, uma monstruosidade. Verdade.

 

As touradas não são Cultura, porque a Cultura eleva o Ser Humano, e a selvajaria tauromáquica coloca-o abaixo do nível habitual da natureza humana, coloca-o ao nível de uma criatura inferior ao homem das cavernas que não se divertia a torturar animais. Verdade.

 

O Touro “bravo” é tão manso como um cão, e o que o faz ficar “bravo” são as crueldades praticadas contra ele, desde que nasce até ser atirado a uma arena para ser barbaramente torturado. Verdade.

 

 

A tourada gera violência e é uma marca de subdesenvolvimento das populações, um sinal de atraso de vida, de incultura, de estupidez no seu grau mais elevado. Verdade.

 

A tourada é uma luta desleal e injusta entre um Touro indefeso, inocente e inofensivo, previamente enfraquecido com todo o género de maus tratos, ao qual cortaram os cornos (as suas defesas), e uma besta armada de bandarilhas, espadas e muita vontade de exorcizar sobre o animal indefeso todo o ódio, toda a frustração, toda a iniquidade que lhe queima as entranhas mal-amanhadas. Verdade.

 

A tourada incentiva a violência e insensibiliza o público bronco que aplaude tamanha carnificina. Verdade.

 

A tourada tem por único objectivo torturar e infligir sofrimento aos Touros, para que um bando de sádicos possa divertir-se e masturbar-se mentalmente. Verdade.

 

A tourada é um “espectáculo” medieval, anacrónico e atrasado, que só demonstra o nível primitivo de quem a pratica, a aplaude e a promove. Verdade.

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-video-que-os-pro-touradas-nao-querem-584837

 

As praças de touros são redondas não para confundir o Touro, mas porque redondas eram as arenas da tortura dos gladiadores romanos. O círculo dá possibilidade de maior visibilidade ao que se passa no centro das actuações: o redondel da tortura. Desse modo, os sádicos podem ver em pormenor todos os detalhes da tortura. Verdade.

 

***

Estas são as verdades verdadeiras. Tudo o resto são mentiras, que por mais que os tauricidas as repitam até à exaustão, nunca se transformarão em verdades, porque nós, anti-touradas, jamais o deixaremos.

 

Farei minhas as palavras de Carlos Loures:

 

«Não há tolerância que possa ser invocada para desculpar o gosto pelas touradas, aquilo que em bom português se designa por afición. Como, a não ser por uma tara, ou por uma perversão do carácter, pode alguém gostar de ver um animal a ser torturado? Se o aficionado professa a fé católica, está a pecar, se pensa que é boa pessoa, desiluda-se, é um monstro, se se julga culto, um intelectual, por assim dizer, não pense uma coisa dessas, porque é uma besta. Se é nobre e usa um brasão num anel, nesse caso, está certo – a nobreza diz bem com a tourada – em termos de fé, no plano da ética, no da cultura…

 

Não há nada para compreender. Quem se diverte com a tortura de um animal é um sádico. Quem procura esconder o sadismo sob uma capa de mística, a não ser que seja nobre, é um estúpido

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:59

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