Domingo, 4 de Fevereiro de 2018

SABIAM QUE EM PORTUGAL OS TRIBUNAIS APLICAM MEDIDAS PREVIAMENTE COADAS?

 

Antes de dizer ao que venho, quero deixar aqui bem claro que a Língua Portuguesa é a Língua Portuguesa. Ponto. Uma língua de raiz indo-europeia e greco-latina. Ponto. Uma Língua que absorveu o léxico dos vários povos que viveram na Península Ibérica *, tais como os Celtas, os Iberos, os Lusitanos, os Romanos, os Suevos, os Visigodos, os Árabes. A Língua assimilada de todos estes povos constitui a Língua Portuguesa Culta. Ponto. A Língua dos Portugueses. Ponto.

 

(* Para quem não sabe, a Península Ibérica está situada na parte mais ocidental da Europa, e jamais pertenceu à América do Sul).

 

COAÇÃO.png

No que respeita ao AO90, não sei qual é a posição do José Alberto Carvalho (que conheci quando trabalhava na RTP, e sempre o tive como um Jornalista de excelência, profissionalmente e humanamente falando. Mas que esta “coação”, nesta imagem, não diz a treta com a careta, não diz, caro José Alberto. Não diz. E como é lamentável!

 

Pois é. Isto vai por aí uma “coação” pegada, na nossa muito subserviente comunicação social (e não só na TVI) destituída de qualquer brio profissional e de conhecimentos básicos da Língua Portuguesa. É que este substantivo feminino lê-se “cuâção”, (e posso afirmar que apenas os ignorantes lêem esta palavra abrindo o primeiro a), e o significado de coação (cuâção) nos dicionários de Língua Portuguesa **, é a acção ou o resultado de COAR, de filtrar um líquido; é sinónimo de coadura = passagem de um líquido pelo coador, ou o líquido já coado. Nada tem a ver, portanto, com COAGIR.

 

(** Nestes, não se incluem os dicionários acordistas que, cheios de erros básicos, são bons apenas para fazer fogueiras neste Inverno (com I maiúsculo) tão frio…

 

Isto é simplesmente, uma vergonha!

 

Já um destes dias, publiquei um texto sob o título

DEPUTADA DA NAÇÃO COAGIDA A NÃO VOTAR CONTRA O AO90 NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

 

http://olugardalinguaportuguesa.blogs.sapo.pt/deputada-da-nacao-coagida-a-nao-votar-98802

 

onde se refere a “moda” de os governantes andarem por aí a coagir (obrigar a fazer ou a não fazer algo, usando a chantagem, a força ou outro processo violento ou moralmente inadmissível, que nada tem a ver com COAR) deputados da Nação, quando se trata de votar matérias tabus, no Parlamento. Ora o AO90 (entre outras) é uma matéria tabu no Parlamento, a qual convém ao ministro dos Negócios Estrangeiros, ao primeiro-ministro e ao presidente da República silenciar ou puxar a brasa para a sardinha deles, quando se trata de votar.

 

Muitas vezes me pergunto o que levará “profissionais” da comunicação social portuguesa a escrever e ler mal a nossa Língua?

Há três hipóteses:

 

- ou já nasceram parvos, e como tal não deviam ocupar cargos que dizem respeito à coisa pública;

- ou fazem-se de parvos, a troco de dinheiro;

- ou sujeitam-se a ser parvos, com medo de serem despedidos.

 

Conheço alguns que se encaixam nas duas primeiras hipóteses e, portanto, são o que são, e a mais não são obrigados.

 

Também conheço muitos que, com medo de serem despedidos, sujeitam-se a fazer papel de parvos. E isso é terrível.

 

A mim, se me dissessem: «pagamos-te para fazeres-te de parva, ou vais para o olho da rua…», eu escolheria o olho da rua, porque é mais honesto andar a pedir esmola do que vender a alma ao diabo. Até porque há alternativas.

 

Simplesmente, esta geração de “jornalistas” tem medo de se UNIR, em bloco, e enfrentar as feras, e defender, com justa causa, o seu mais precioso instrumento de trabalho: as palavras bem escritas e bem ditas. Ou escrevemos e lemos correCtamente a nossa Língua, ou não há nada para ninguém… Sem jornalistas, a comunicação social PARAVA.

 

O mesmo acontece nas escolas: se os professores se UNISSEM e se RECUSASSEM, em bloco, a “ensinar” os alunos a escrever segundo a cartilha brasileira, sendo eles cidadãos portugueses, logo, europeus, logo, tendo o direito a ser tratados como europeus, e não como sul-americanos, as escolas PARAVAM. E como é fácil desensinar o que foi mal ensinado! As crianças aprendem e desaprendem tudo, rapidamente!

 

Conclusão: só os cobardes necessitam da mentira para iludir a realidade. E a realidade é que um tsunami da mais crassa ignorância está a assolar o país e a fazer dele a cloaca linguística da Europa. E o pior, é que quem poderia travar este tsunami, abraçou a cobardia.

 

Lamentável! Muito lamentável!

 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:16

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Quarta-feira, 20 de Julho de 2016

Quem não se reconhece como um animal não conhece o seu lugar neste mundo

 

Já estou farta daqueles indivíduos que se julgam superiores a um lagarto, mas morrem do mesmo modo que um lagarto, se a Mãe Natureza assim o entender, quando se revolta na forma de um temporal…

 

E é devido às mentalidadezinhas microscópicas que proliferam por aí que a Humanidade, que já deveria estar num patamar bastante mais elevado, desde o aparecimento do homem na Terra, não está…

 

NATUREZA.jpeg

(Origem da imagem: Internet)

 

(Um texto dirigido a todos os “farias” do mundo)

 

Isto vem a propósito de um comentário a esta  minha publicação

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/senhores-deputados-da-nacao-acabem-com-658969

dirigida aos deputados da Nação (que hoje mostrarão ao mundo se estão do lado da Evolução ou na Idade da Pedra).


Pois um tal H. Faria veio com este blá blá blá que já enfada as pedras, de tão gasto, tão especista e tão vazio de humanidade que é:

 

«Acho muito bem que actuem contra o abandono animal e contra as situações de maus tratos contínuos. Mas sabes o que eu acho que deviam muitos deles fazer? Tratar e cuidar melhor das pessoas, em vez de igualar a vida humana à vida animal, e pior ainda, como não podia deixar de ser, usando o dinheiro como "justificação". A maior mentira que preconizam é que um defensor dos animais é melhor para as pessoas. Será assim? (será puro marketing político).

 

Como se admite dar de comer a um cão vadio e deixar uma criança ou um sem-abrigo sem comer? Como se admite pegar no primeiro gato ou cão vadio e levá-los para casa ou a uma instituição, porque podem morrer de fome e frio, e deixar uma pessoa sem casa a morrer dessas mesmas causas? Como se admite levar o cão para as férias e abandonar os velhos em lares, hospitais ou em casa? Como se admite que façam queixa contra um vizinho que maltrata o cão, mas fiquem mudos perante as "coças" que a vizinha apanha do marido? Como se admite que se vá para manifestações anti touradas e em casa batam nas mulheres/homens? (Se bem, que muitas são mal casadas, divorciadas e outras tantas ficaram para tias por mero acaso animal).

 

É por isto tudo que, em vez de considerar os protectores dos animais uns anjos, considero-os pessoas autoritárias (no sentido de ditadores), com muito pouco respeito pela liberdade dos outros quando não coincidem com as suas ideias e com uma filosofia de vida baseada numa grande hipocrisia…ignoram (por vontade própria) que a sua existência e modo de vida é, por si só, um maltrato à vida animal».

 

***

Ó Fária, melhor faria se se considerasse um ANIMAL tão ANIMAL como todos os outros, e se colocasse no lugar deles e SENTISSE, pelo menos uma vez na vida, que as pessoas são animais, tão animais como todos os outros.

 

«Em vez de igualar a vida humana à vida animal», pois se uma e outra coisa são absolutamente a mesma coisa: VIDA!

 

O seu comentário é ridículo e totalmente desfasado da realidade.

 

Se o Faria não é um animal, é uma erva daninha falante?

 

«Como se admite dar de comer a um cão vadio e deixar uma criança ou um sem-abrigo sem comer

 

Acredito que seja capaz de dar de comer a um cão e não a uma criança, porque se o diz é porque já o fez.

 

Uma sugestão: Nunca fale daquilo que não sabe.

 

É absolutamente inacreditável que alguém, não estando no seu juízo perfeito e não conheça a realidade dos animalistas possa fazer um comentário tão falacioso, tão malicioso, tão pervertido, tão parvo quanto este.

 

«A maior mentira que preconizam é que um defensor dos animais é melhor para as pessoas»?

 

Quem preconiza o quê?

 

Um defensor dos animais é simplesmente o melhor amigo de TODOS os animais, humanos e não-humanos, obviamente. Obviamente. Mas as vossas mentes microscópicas não conseguem alcançar tão perceptível evidência.

 

É por existirem ainda tantos farias que o mundo é um lugar de horrores para tantos animais humanos e não-humanos.

 

Indivíduos desta “espécie” pré-humana tiram-me do sério, porque acham que são superiores a um lagarto. Contudo, ambos afogar-se-ão nas mesmas águas de um tsunami, e serão reduzidos a pó, num ápice, se a Natureza assim o entender, e sem que o homenzinho possa fazer alguma coisa para o evitar.

 

Porque como todos nós sabemos (excepto os ignorantes) que a Natureza é que é a medida de todas as coisas, e não o tal homenzinho

 

Os protectores dos animais não são anjos nem demónios. São simplesmente seres humanos que pelo facto de serem humanos têm o sagrado dever de proteger a Vida do Planeta: animais humanos e não-humanos, plantas, águas, ar, terra, mares, rios, enfim, tem o dever de viver em harmonia com a Natureza, porque é ela que comanda a Vida planetária. E o homem tem apenas o DEVER de proteger essa harmonia.

 

O que é um homenzinho diante de um furacão? De um vulcão? Das tempestades? Das fúrias da Natureza?

 

Como disse a minha amiga Maria João Gaspar Oliveira a propósito do comentário do Faria:

 

«A generalização é uma falácia perigosa e muito injusta. Ao fazer tais afirmações sobre os "protectores de animais", acha que não está a ser autoritário e que respeita a liberdade dos outros?! Não pensou sequer nas pessoas (e são muitas, em todo o mundo...) que lutam, durante uma vida inteira, pelos direitos do homem e pelos direitos dos animais, sem qualquer espécie de discriminação, até porque estas pessoas não são especistas, obviamente (o especismo provoca muito sofrimento e injustiças de toda a espécie...). Estas pessoas têm a capacidade de se colocar no lugar de um ser senciente e indefeso que, tal como nós, tem o direito de não sofrer e de ser amado e respeitado».

 

É isto.

 

Farias do mundo, de uma vez por todas, desçam do pedestal onde se colocaram. Não são, de todo, superiores a um lagarto.

 

Quando muito, serão apenas mais responsáveis do que ele (o lagarto) porque não é ao lagarto que cabe governar o mundo.

 

Mas tenho a certeza de que, assim como o lagarto governa o mundo dele com um saber criterioso, governaria o “nosso” mundo muito mais racionalmente do que os farias que se julgam humanos, mas não animais.

 

E se não são animais, em que “natureza” devemos encaixá-los?

 

Isabel A. Ferreira

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:33

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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

IMPRESSÕES DE UMA MONJA SOBRE O JAPÃO...

 

 

 

 

 

(Apesar do massacre das Baleias, perpetrado pelos japoneses e que veementemente condeno, transcrevo, com a devida vénia, este texto, onde se glorifica uma civilidade que todos nós devíamos absorver).

 

Por MONJA COEN

 

Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.

 

Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência.

 

Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades
pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?

 

Outra palavra é gaman: aguentar, suportar.  Educação para ser capaz  de suportar dificuldades e
superá-las.

 

Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras.

 

A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.

 

A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas. Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros. Nos abrigos, a surpresa
das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém.  Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área.  As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.

 

Não furaram as filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos, mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água.

 

Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da
tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.

 

Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje enraizado na
cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.

 

Sumimasen é outra palavra-chave.

Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver. Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelas minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. Sumimasem.

 

Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.

 

O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de
nós, cada uma de nós é o todo manifesto.

 

Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem
estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias,
helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.

 

Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do
governo e a noção bem estabelecida de que “somos um só povo e um só país”.

 

Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das
notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.

 

Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.

 

Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não têm a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.

 

Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à  tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.

 

Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos
mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.

 

Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto
sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.

 

Havia pessoas suas conhecidas na tragédia? me perguntaram. E só posso dizer: todas. Todas eram e
são pessoas de meu conhecimento. Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência.

 

Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.

 

Mãos em prece (gassho)

 

Monja Coen

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:44

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