Segunda-feira, 17 de Setembro de 2018

QUANDO FALAMOS DA MOITA FALAMOS DE SELVAJARIA, ESTUPIDEZ E ATRASO CIVILIZACIONAL

 

Este ano, a MOITA, uma vilinha portuguesa, muito, muito atrasada, cheia de gente atrasada, foi palco de mortos e feridos entre touros e pessoas, e torturaram-se Touros, na arena vazia, que nem as moscas lá voaram...

 

E chamaram a isto “festa”.

 

E é esta “festa”, bruta e imbecil, que o PS, o PCP, o PSD e o CDS/PP, com a bênção da igreja católica, teimam em manter, num Portugalinho quinto-mundista, como se isto fosse muito cultural. E andam por aí a mostrar os dentes nas televisões, como se neste nosso país tudo fosse um  mar de rosas...

moita-12-9-2018[1].jpg

  Sacrificando Touros na Moita, para o cimento da arena assistir... Repare-se nas expressões destes  torturadores de Touros, e no enchumaço caracterizador da inviliridade...

 

 Nesta Moita selvática, este ano, morreram dois Touros. O que se vê no vídeo partiu a coluna. E ajuízem, se sofre ou não sofre.

 

 O outro, um bando de bêbados, para se vingar, matou-o à paulada numa largada efectuada às duas horas da madrugada, do dia 10 para 11, depois de um troglodita ter sido corneado. O crime foi denunciado às autoridades. E o que fizeram as autoridades? O vídeo desta chacina, que circulava na Internet, como prova do crime, foi eliminado.

 

E como se isto não bastasse, para demonstrar a brutalidade disto a que os da Moita chamam “festa”, um outro bêbado (sim, porque esta “festa” da Moita é de bêbados para bêbados) atropelou CINCO jovens numa estrada interditada ao trânsito, e uma rapariga morreu.

 

Entretanto, o mentor de tudo isto, Rui Garcia, presidente da Câmara Municipal da Moita, pela CDU, numa entrevista a um site que pugna pela selvajaria tauromáquica, disse esta coisa muito significativa da incultura que para ali vai: “Eu penso que ninguém em Portugal pensa na Moita sem a associar à tauromaquia. A tauromaquia faz parte da nossa identidade. O município que suporta as festas e, portanto, suporta todos os encargos relativos às festas, incluindo, portanto, os encargos das largadas e de tudo o que está associado. E para além disso, alguns apoios que damos aos nossos grupos de forcados, à escola de toureio. A tauromaquia continua a ser e tem de continuar a ser uma fonte de afirmação da Moita.”

 

Bem, quem assim fala, enterra a Moita num buraco cheio de lama fétida. Diz tudo do atraso civilizacional da terra e da gentinha que nela vive (com excepções, obviamente). E o PCP a apoiar esta política retrógrada de direita e monarquista. E diz-se um partido de esquerda. O que seria se fosse da direita!

 

Mas na Moita, bem como em todos os outros (felizmente poucos no Universo de 308) municípios portugueses civilizacionalmente atrasados, a selvajaria tauromáquica ainda existe, graças aos dinheiros públicos, provenientes dos impostos que os Portugueses pagam com grande sacrifício, para estes trogloditas andarem a divertir-se a matar touros e pessoas.

 

E para finalizar, faço minhas as palavras do Grupo Prótouro:

 

«Este é o país em que vivemos, onde com a conivência dos políticos de trampa que nos governam, se permite que em vários lugarejos habitados por seres mais primitivos que os homens das cavernas se torturem touros com fogo nos cornos e se matem touros à paulada.

Este é o país no qual os torcionários são glorificados e os activistas pacíficos que invadem uma tourada são algemados e violentamente agredidos por tauricidas nas barbas da GNR sem que até hoje ninguém tenha sido acusado!»

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2018/09/15/moita-uma-praca-cheia-de-ar-e-todos-nos-a-pagar/

 

Nem Portugal, nem os Portugueses merecem isto. Não merecem os governantes que têm. Por isso, faço um apelo: vamos correr com eles do Parlamento para fora, nas próximas eleições legislativas.

 

Os partidos políticos que apoiam esta SELVAJARIA devem ir picar pedra para uma ilha deserta. A pão e água.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:16

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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2018

CONSIDERAÇÕES SOBRE TOURADAS, TOUREIROS, FORCADOS E TROGLODITAS

 

ARENA VAZIA.png

E assim vai a selvajaria em Portugal: nem as moscas voam nas arenas de tortura…

Imagem: Internet

 

A propósito de um dito de Natália Correia

 

«O homem actual está a viver uma crise de identificação masculina, com medo das mulheres e das disfunções sexuais secundárias. A violência é uma forma de descarregar a líbido: bater, em vez de amar; em vez da luta amorosa, a luta física (e eu acrescento também verbal). Os maus tratos que inflige às mulheres com quem vive, fenómeno entre nós medonho, não passa de um álibi (inconsciente) com que disfarça a sua falta de desejo por elas. Os jovens, por exemplo, rebentam coisas, carros, motos, pessoas (e eu acrescento, Touros), porque não podem rebentar hímenes».

(Psiquiatra Eduardo Luiz Cortezão in «O Botequim da Liberdade» de Fernando Dacosta)

 

Descrição fantástica e muito real dos trogloditas que vão à vaca das cordas a Ponte de Lima

 

São muito broncos, têm um ar abestalhado, vazio, rude. O olhar transmite um alheamento e uma insensibilidade enormes. Proferem insultos, numa verborreia estupidificada de quem não sabe mais o que dizer; fazem gestos obscenos e babam ao pensar no que vão ver. Parecem sub-humanos, e mesmo a uma certa distância cheiram a vinho azedo…

(Maria do Carmo Tinoco)

 

A propósito da pretensão de se construir uma arena de tortura em Samora Correia

 

Se o termo Portugal profundo se poderá adequar algures, então será nesse concelho.

Gostava que me explicassem, como é possível em pleno séc. XXI, numa europa evoluída e civilizada, os Srs. continuarem fazendo questão em investir numa prática que tem tanto de bárbara como de medieval.

Como podem sequer ter tal requinte de perversidade, mencionando com naturalidade, que um recinto dedicado à tortura implacável de animais, para regozijo de um bando de acéfalos provincianos, possa ser utilizado também para a cultura e comércio?

O atraso civilizacional deste país fica personificado nas vossas pessoas e nas vossas gentes, e nos vossos cúmplices gananciosos, sem ética nem humanidade.

É absolutamente inaceitável e desprezível que gastem recursos importantes para a educação da população e para o avanço do país, numa prática tão vergonhosa, vil e miserável.

É esta mentalidade que nos separa da Europa evoluída, da civilização. Se tivessem a mínima ideia do quão vergonhosa é a vossa actividade, cessariam os vossos postos e colocá-los-iam à disposição de alguém competente, que não nos envergonhassem a todos, de uma só vez, de sermos portugueses.

(Rui Faustino)

 

A propósito do Referendo Académico à garraiada

 

A crueldade para com os animais integra a avaliação psicológica do comportamento anti-social... É um indicador sério de problemas emocionais e comportamentais se acontece na infância... Imagine-se então o que pode significar se persiste e acontece na adolescência e adultez. Os estudantes, os nossos estudantes, os nossos futuros dirigentes, gestores, advogados, psicólogos, pedagogos, gestores, médicos, farmacêuticos, biólogos, químicos, físicos, professores, economistas, assistentes sociais, sociólogos, engenheiros, educadores, pais e muito mais... podiam escolher dar o exemplo de tratamento digno para com os animais... dia 13 é uma excelente oportunidade de dizerem NÃO À CRUELDADE PARA COM OS ANIMAIS, impedindo que essa crueldade seja bandeira de uma festa académica que deveria ter a bandeira da bondade, da dignidade e do respeito por todos os animais... seria um passo em frente para lembrar que nesse reino dos animais também está incluída a humanidade...

(Rosário Moura Pinheiro)

 

A propósito da morte de um Touro na Moita

 

«Este touro foi a grande vítima de uma multidão de seres humanos, eles mesmos, vítimas da circunstância onde cresceram e foram bombardeados com espectáculos violentos aplaudidos, com exemplos de crueldade glorificados, com blábláblás de tradição, até com falácias pseudocientíficas, tudo autorizado, ou não, num país atrasado em conhecimento e ignorante de verdadeira cultura e com pouco sentido de ética.

 

Tudo isto "impregna" o cérebro, tanto mais intensamente quanto mais precocemente iniciado a ser badalado com a tauromania, e maior for a frequência e o "companheirismo" nos actos de provocação, agressão e violência exercidos sobre animais inocentes.

 

Por isso, crianças são levadas a assistir aos aplaudidos actos barbarescos, existem escolas de toureio, etc.. Resultado: habituação à violência; aceitação desta como coisa vulgar, espectacular, corajosa; perda de sensibilidade; educação falsa; zero de empatia. TUDO ISTO É CORROBORADO PELA NEURO CIÊNCIA !!!.

 

É difícil que nestes cérebros se faça luz sobre a cruel realidade e que a perversa paixão se esvaia e dê lugar a compaixão. Mas é sempre possível a evolução!!! Ela sucede com frequência! É sempre bem-vinda, a bem dos touros e dos cavalos e para alívio da consciência indignada de pessoas conscientes e compassivas e para o prestígio deste país de pouco brandos costumes.

 

HÁ SEMPRE SOFRIMENTO PSICOLÓGICO, EXAUSTÃO E RISCO DE FERIMENTO EM TODAS AS MANIFESTAÇÕES TAUROMÁQUICAS, NOMEADAMENTE NAS TOURADAS À CORDA E NAS LARGADAS. E OBVIAMENTE NAS TORADAS DE PRAÇA. 

 Só ignorantes ou aldrabões afirmam o contrário!!!»

 

(Dr. Vasco Reis - médico-veterinário)

***

A propósito de acharem que a tourada é “arte e cultura”

 

«Para ser arte, teria de existir o factor de elaboração, de criação, de engenho, da imaginação de um artista. A tourada consiste simplesmente em torturar um animal. Mais nada! Não é necessário ser-se artista. Basta não se ter coração. Não é uma forma de mostrar bravura, tanto que quando as coisas correm mal para o "artista", vêm logo todos afastar o touro em lugar de deixar o corpo dele colher o que plantou! Que isso é que era coragem! Não há cultura na tourada, se a há, então: onde é que numa arena cheia de sangue de um animal encurralado se vai aprender alguma coisa? Os livros ensinam, contam-nos experiências, relatam a sua época e a experiência do escritor; a música funciona da mesma forma. O que nos ensinam as touradas? Tal como há 200 anos atrás, continua a ser fechada a "cultura" dentro da arena e não vai explicar nada, não vai ensinar nada. Continua tão néscia e vazia desde que começa até que acaba, como os imbecis que a praticam ou assistem.»

(Mário Amazan)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2018

EM PARDAIS NÃO TÊM ONDE CAIR MORTOS, MAS QUEREM UMA PRAÇA DE TOUROS

 

E isto diz tudo do atraso de vida, do atraso civilizacional, do atraso mental daquele povinho.

Mas os piores deles todos são os do governo que se recusam a evoluir e dizem não à Abolição das Touradas. Temos de correr com eles do Poder para fora, nas próximas eleições legislativas.

 

praca-touros-pardais.jpg

 Uma arena de tortura de raiz, tão parecida com os “coliseus” romanos, onde se digladiavam homens e leões famintos!

 

Pois Pardais é uma freguesia do concelho de Vila Viçosa, com 546 habitantes, e para satisfazer o sadismo de cerca de 250 pessoas, as que vão caber neste mini-antro, pretende-se construir uma minibancada, com dinheiros oriundos de um empréstimo de 60.000 Euros, a fazer à CGD, porque nem sequer verbas há para a construir.

 

Estão a contar que dali saiam mortos e feridos, pois também está prevista uma enfermaria que para os Touros torturados não é com toda a certeza, mas para a qual não se fala em verbas.

 

E ainda faltam os CURROS previstos na lei. Sem curros e uma sala para veterinários a prática selvática redunda em ilegal, contudo, o DESCARAMENTO e o conluio das autoridades com a tauromáfia é tal que passam por cima de todas as ilegalidades.

 

O Parlamento insiste em que se permitam estas tradições bárbaras. A IGAC valida estas práticas, apoiadas pelos dirigentes locais. E o Estado continua a fechar os olhos a tudo isto.

 

Coitado do povo que esbanja assim dinheiros públicos, numa obra para torturar seres vivos e satisfazer os maus instintos de tão pouquinha gentinha. E isto diz da pobreza moral, da pobreza de espírito, da pobreza cultural existente em Pardais. Mas não só. Tudo isto existe ali para as bandas de São Bento.

 

Refira-se que a 14 quilómetros de Pardais, em Vila Viçosa, existe um antro de tortura um pouco maior. Qualquer dia, de quilómetro a quilómetro, havemos de tropeçar em pracinhas de tortura, para satisfazer os maus instintos de populações atrasadas.

 

Em Pardais haverá um Centro Recreativo e Cultural? Ou um  Cine-Teatro? Ou uma Biblioteca? Ou um Centro de Saúde? Ou um Lar de Idosos? Ou um Hospital?

 

Isto só num país quinto-mundista!

 

Fonte da imagem e da notícia:

https://protouro.wordpress.com/2018/09/12/pardais-vai-construir-uma-praca-de-touros/

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:06

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Sábado, 8 de Setembro de 2018

IMAGENS VERGONHOSAS DE MONSARAZ QUE CORREM MUNDO PELA MÃO DO GRUPO «BULL DEFENDERS UNITED»

 

Monsaraz - Évora District, Portugal

From tonight to September 10th, the "Celebrations of Our Lord Jesus of the Steps" will take place, and throughout the days of this "Feast", bulls will be tortured in a variety of ways, including a "Encerro" to introduce children to the "bullfighting world", with the apex being the "death of a bull inside a blanket" on the last day of celebrations.

 

Jesus will be really proud, what a shame Portugal!

WHAT A SHAME!

 

Isto não sou eu que digo. São os Defensores do Touro Unidos (Bull Defenders United).

 

ESTUPIDEZ.jpg

Repare-se na boçalidade desta imagem. Mas se abrirem o link abaixo referido, encontram mais imagens degradantes, de uma localidade que não merece o povo bruto que nela habita. Se a estupidez matasse, esta "gente" estaria toda morta.

 

(Tradução)

 

Monsaraz – Distrito de Évora, Portugal

A partir de hoje (6 de Setembro) até o dia 10 de Setembro, as realizar-se-ão as celebrações de Nosso Senhor Jesus dos Passos, e ao longo dos dias desta "festa", os touros serão torturados de várias maneiras, incluindo um "encerro" para introduzir as crianças no "mundo das touradas", culminando com a "morte de um touro debaixo de um cobertor", no último dia das celebrações.

 

Jesus realmente ficará muito orgulhoso, que vergonha Portugal!

QUE VERGONHA!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/europaagainsttorodelavega/photos/pcb.2407710762574125/2407705139241354/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:38

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Terça-feira, 4 de Setembro de 2018

UM BANDO DE COBARDES CONTRA UM TOURO VALENTE E MUITO MAIS ESPERTO

 

Depois não gostam que sejamos pelos Touros.

É que a cobardia e a estupidez não fazem parte dos valores humanos que defendemos.

Somos pelos Touros.

Abaixo os cobardes e os brutos!

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:49

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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2018

A DECADÊNCIA DA TVI

 

Nada mais decadente do que comemorar um quarto de século de existência, com uma prática bárbara, já em franco declínio, grosseira, cruel, violenta, reminiscente da Idade das Trevas, onde imperava a mais profunda ignorância.

 

A mesma ignorância entranhada na pele, como uma lepra, dos que administram a TVI – o veículo mais que perfeito através do qual estupidificam o povo.

 

Não merecem parabéns, mas tão-só os nossos pêsames, por continuarem uns pobres de espírito ao serviço da barbárie, de costas voltadas à evolução, e a optar pela mesma ignorância que caracterizou os tempos medievalescos, em que estas práticas tauromáquicas se inserem.

 

E o pior, além da cruel tortura de indefesos Touros e Cavalos, para entreter os sádicos, é não terem a mínima noção do atraso civilizacional que a TVI representa, ao transmitir algo de tão baixo nível, ao nível de um qualquer quinto-mundo.

 

TVI.png

 

 BOICOTE-SE A TVI

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:10

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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2018

FEITIÇO VIROU-SE CONTRA O FEITICEIRO E FORCADO FOI ATINGIDO POR UMA BANDARILHA

 

De acordo com a notícia, um forcado amador da tertúlia tauromáquica do Montijo foi ferido com uma bandarilha na tourada que teve lugar no passado dia 16 em Arruda dos Vinhos, onde a civilização ficou a milhas...

Pois o que há a dizer sobre isto? É que apesar da cara lastimosa do forcado e do sumo de tomate que lhe escorre pelas mãos, isto não doeu nada (não é sumo de tomate que os aficionados acham que sai do corpo dilacerado do Touro, ao não reconhecerem que ele sofre tanto como nós, e que o que lhe corre nas veias é um sangue, com um ADN semelhante ao humano?) 

Se não dói aos Touros, que é um animal mamífero, tal como nós, também não há-de doer a um forcado que também é um animal mamífero.

 

forcado-bandarilhado.jpg

 O que se vê na imagem faz parte da arte e da cultura tauromáquicas, apoiadas pelo governo português e pela igreja católica. O forcado está abençoado. Podia ter morrido, mas não morreu. Mas se morresse, a turba iria delirar, do mesmo modo que delira com a morte dos Touros. Faz parte dessa arte e dessa cultura.

 

Lamento pelo Touro, que estava moribundo, e lamento que o meu dinheiro sirva para pagar a despesa hospitalar de quem foi para a arena, por livre vontade; e se foi espetado por uma bandarilha, pode ser que lhe sirva de lição, porque as bandarilhas rasgam as carnes e as carnes sangram, de facto, sejam carnes de Touros, sejam carnes de forcados.

 

E quem não consegue entender isto, anda no mundo só por ver andar os outros. São uns pobres coitados, condenados à escuridão.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da imagem e da notícia:

https://protouro.wordpress.com/2018/08/20/touro-moribundo-bandarilha-forcado/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:53

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Sábado, 18 de Agosto de 2018

JOÃO SOARES E ELÍSIO SUMMAVIELLE DOIS MARIALVAS COM OS PÉS FINCADOS NO PASSADO

 

Dois espíritos fechados à evolução.

 

Os dois foram ao campo pequeno ver uma tourada. E deram uma entrevista à Revista Sábado, e falaram sobre a paixão (que só pode ser mórbida) pelos Touros, e disto saiu esta frase curiosa: «Os adversários da tourada são ignorantes atrevidos», desconhecendo que esta declaração demonstra bem de que lado está a ignorância, porque o mundo civilizado sabe que a tourada é uma actividade medievalesca que assenta na mais profunda estupidez, que por sua vez provém da mais monumental ignorância, o que nos leva a questionar se os senhores doutores disseram o que disseram, quando estavam a ver-se ao espelho.

 

JOÃO E ELÍSIO.jpg

 Os senhores doutores João Soares, ex-ministro da “cultura” e Elísio Summavielle, presidente do Centro Cultural de Belém, foram à tourada…

 

E a revista Sábado estava lá, e entrevistou-os.

 

João Soares costuma dizer que não é aficionado, então o que será?

 

Diz ele: «Não, nem de longe, sou um tipo que gosta de vir, há já muitos anos que venho. Até gosto muito do termo aficionado, acho é que seria pretensioso da minha parte dizer que sou. Porque eu não distingo uma verónica de uma chicuelina! Sei que há verónicas, que há chicuelinas, que há capotazos [passes de toureio]... vou aprendendo com o Elísio, com o Vera Jardim e com outros amigos

E Elísio Summavielle acrescentou logo: «Hoje aprendeu o que é uma revolera.

 

Mas que bem! Isto é que é “cultura”! E dizem isto com o orgulho dos pobres de espírito (não confundir com pobres em espírito, que é outra coisa).

 

Por aqui já temos uma amostra desta que eles dizem ser uma “tradiçãoportuguesa, com estes termos muito portugueses, e estas chicuelinas, e capotazos e revoleras fazem parte naturalmente daquela “coltura” enraizada em Portugal, desde o tempo dos beleguins medievais, e não há meio de isto evoluir.

 

Se lhes perguntarmos o que é uma cabaletta, um gruppetto, uma cavatina, um chariot, saberiam eles responder? Aqui sim, mostrariam conhecimentos e Cultura Culta. Mas ponho as minhas mãos no fogo, como não sabem.

 

João Soares diz que vai às touradas desde miúdo, porque tinha um tio, por afinidade, que foi governador civil, José Manuel Duarte, e lembra-se de no Verão ia às corridas de touros às Caldas da Rainha, a 15 de Agosto, e continuou a ir ao campo pequeno, quando frequentava o liceu.

 

E Elísio Summavielle disse que frequenta (estes antros) desde   que se conhece, pois, o avô materno era natural da Moita... E fala-se na Moita, fica tudo dito.  

 

Quem vai às touradas desde miúdo, nunca mais consegue livrar-se desse mundo que lhe moldou o carácter. E fica-se desencaminhado para o resto da vida. Transformam-se em espíritos fechados à evolução.

 

Ficou tudo explicado, com esta explicação dos senhores doutores, porque o carácter de uma pessoa molda-se na infância e na adolescência. E se essa infância e adolescência são marcadas pela selvajaria, pela crueldade, pela violência, esse estigma nunca mais os abandonará, por mais universidades que frequentem. Porque as universidades podem dar conhecimentos, mas não dão bom carácter. E é bom carácter, sensibilidade e empatia que faltam a estes senhores doutores que, por uma disfuncionalidade cognitiva se desviaram das percepções mais básicas, e não conseguem ver num Touro um animal como eles, mas tão-só uma “coisa” que serve para ser espetada e sangrar e sofrer, para que eles se divirtam. E por mais informações que lhes facultemos, eles não conseguem apreendê-las.

São raros aqueles que conseguem curar o sadismo, que se desenvolveu neles desde a infância. Mas existem excepções. Para isso têm de ter um espírito aberto.Que não é o caso deste dois senhores doutores.

 

Summavielle disse que tinha uma quinta em Sarilhos Pequenos, e desde que se conhece habituou-se a ir para lá passar fins-de-semana e a ir à festa, e chamar à tortura de seres vivos festa implica um descomunal sadismo. E Summavielle acha esse ambiente selvático fantástico. Diz que andou um bocadinho fora dessas lides quando era estudante, antes de o 25 de Abril, em que estava metido em algumas conspirações, e ia pouco, e depois reconciliou-se e tornou a ir. Trocou o futebol pela selvajaria tauromáquica, e para ele futebol passou a ser isto. E este isto é a tortura de bovinos. Diz que é benfiquista, mas ali, na arena, não há hooligans. Pois não há. Há sádicos e psicopatas. Que com certeza irá dar ao mesmo. Ao contrário de João Soares, Summavielle gosta muito da corrida à espanhola, ou seja, gosta de ver matar um touro já moribundo, obviamente com todos os requintes de malvadez. E isto diz muito do seu carácter. Porque qualquer indivíduo que se regozije diante do sofrimento e da morte é sádico.

 

João Soares diz que foi muitas vezes ao campo pequeno também em funções oficiais quando estava na Câmara Municipal de Lisboa. Tal como Jorge Sampaio, o denominado barranquenho, que um dia há-de ter, em Barrancos, uma estátua ao lado de um touro torturado. Mas uma vez houve que Jorge Sampaio levou uma vaia da praça e ficou um bocadinho... Diz João Soares. E acrescenta: «É normal, o público dos touros é um público tradicionalmente à direita(por isso estranhamos a posição do PS e do PCP, que se dizem de esquerda, e pactuam com políticas e actos da direita e monarquistas, contudo, isto não tem nada a ver com política, mas tão-só com berço) ... E João Soares acrescenta: «Mas eu vim muito, quer como vereador quer como presidente da Câmara. O campo pequeno, além de tudo o mais, é um símbolo importante da cidade e ligado à vida política (é um símbolo da cultura inculta e das práticas sádicas, quis ele dizer). Por alguma razão o Otelo dizia "levá-los para o campo pequeno" (pois, para serem torturados, como fazem aos Touros). O 28 de Setembro começa também à volta de uma tourada em que houve uma vaia ao Vasco Gonçalves e o general Spínola foi aplaudido. Não há partido nenhum que não tenha feito aqui comícios, até partidos hoje completamente minúsculos (e tal coisa só desprestigia quem pisa um lugar tão manchado de sangue de inocentes e indefesos seres vivos, que são torturados para divertimento dos sádicos. Um lugar a cheirar a bosta, a urina, a sangue, a álcool, a suor e a sofrimento.

 

O resto da entrevista será mais do mesmo. Uma enxurrada de lugares comuns, com a desculpa da literatura de um tempo em que ainda havia uma enorme ignorância ao redor do sofrimento animal, e que é sempre para aqui chamada, como se os escritores e artistas aficionados de touradas, citados pelos aficionados, fossem deuses, e não se livrassem da praga do sadismo, ou de terem comportamentos patológicos. Basta consultar a biografia desses famosos.

 

Hoje, com toda a informação existente, é de uma pobreza de espírito extrema ver dois senhores doutores ainda tão agarrados a uma prática medievalesca, bruta, cruel, violenta, desadequada aos tempos modernos.

 

Mas é a tal coisa: de pequenino é que se torce o pepino, e estes senhores doutores cresceram neste ambiente perverso, mórbido, disfuncional, e perderam definitivamente o comboio que os levaria à Evolução. De modo que a tauromaquia acabará (já está acabar) com esta geração de marialvas. As novas gerações estão-se nas tintas para as touradas, que são o corolário  dos desvios comportamentais de todos os intervenientes.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

Fonte do texto e da imagem:

http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/os-adversarios-da-tourada-sao-ignorantes-atrevidos?utm_campaign=Newsletter&utm_content=22057732560&utm_medium=email&utm_source=diaria_ON

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:56

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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018

QUANDO OS TROGLODITAS ATACAM OS DEFENSORES DE TOUROS TAL COMO ATACAM OS TOUROS NÃO FICARÁ TUDO DITO?

 

São brutos, são violentos, são psicopatas, são sádicos, são ignorantes, sofrem de uma acentuada disfuncionalidade cognitiva e de uma estupidez voluntária, têm comportamentos patológicos, e estas são as características definidoras do carácter dos trogloditas que atacaram os defensores de Touros, os HERÓIS de Albufeira, como se fossem eles os maus da fita…

 

Contudo, aos olhos do mundo civilizado, os atacantes de touros e de humanos não passam de pobres diabos que optaram pela mais profunda ignorância.

 

HELDER SILVA.jpg

 O gorducho da esquerda andou "gloriosamente" a distribuir murros contra os heróis indefesos Helder Silva (na imagem) e Peter Janssen, como se pode ver nos vídeos que mostram cenas na arena de Albufeira!

 

 

Estas imagens estão a correr mundo e a arrastar o nome de Albufeira na lama.

 

Viram o bandarilheiro, a bandarilhar um dos defensores de Touros? E o que fez a autoridade presente na arena? Identificou o agressor ou fez de conta que nada viu, como é da “tradição” também?

 

Ouviram a linguagem erudita dos trogloditas? É só isto que sabem: expressarem-se grosseiramente por palavras e atitudes.

 

E pensar que é este tipo de “cultura” violenta e rasteira que a maioria dos deputados da Nação apoia, e a igreja acolita acompanha, rezando missa ao diabo.

 

Quando um país está entregue a trogloditas, não ficará tudo dito?

Portugal merecia melhor sorte.

 

Mas o povo inculto, encruado, acrítico, aquele que vai votar, é responsável pela mediocridade da governação que temos.

 

É preciso mudar o rumo de Portugal, que está a viver tempos de um descomunal retrocesso. Porque Portugal não é só turismo, nem praias, nem vinhos, nem gastronomia, ou Madonna, que vive em Lisboa, mas vai gastar os milhões a Marrocos.

 

Portugal é muito mais. Portugal não é o quintal de uma classe política medíocre.

Portugal é um PAÍS!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:30

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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2018

APELO À PRESENÇA NO PROTESTO SOLIDÁRIO CONTRA A TOURADA EM ALBUFEIRA A 17 DE AGOSTO!

 

No passado dia 9 de Agosto, o Peter Janssen, o Artur Nascimento e o Helder Silva saltaram, interventiva e completamente indefesos e sem qualquer comportamento violento, para a arena da Praça de Touros de Albufeira, antes da largada do 3º touro. Foram maltratados e presos e, apesar de já algemados, continuaram a ser maltratados por tipos da organização e do público, sem que a GNR se tivesse oposto a isso. Isto foi filmado.

 

Agressores foram elementos da equipa de tauromáquicos e gente do público e agente da GNR. Foi filmado e testemunhado.

 

Notável a cobardia dos que atacaram os 3 heróicos abolicionistas e ainda a Carla Sananda e a Mónica Gaspar.

 

 

 

Por amor aos touros, cavalos e pessoas solidárias, eles arriscaram sofrimento e integridade física, exposição para o seu futuro e cadastro.

 

Com a nossa presença, vamos também demonstrar que reconhecemos a sua atitude e vamos render-lhes homenagem.

 

Apelamos a uma grande presença para que a PRESSÃO para o encerramento desta Praça de Touros / lugar de tortura / se torne avassaladora e vitoriosa e para que o conhecimento científico, a compaixão, a empatia, a ética, que obrigam ao respeito pelos touros e cavalos (seres sencientes, conscientes, dotados de emoções e sentimentos muito semelhantes aos dos seres humanos) vençam a luta contra o mau hábito, a cruel "tradição" e a negociata defendida por aficionados, lobistas e seus apoiantes à custa do sofrimento dos animais e provocando imensa indignação em pessoas conscientes.

 

A manifestação será pacífica e está autorizada pela Câmara Municipal de Albufeira e vai ter acompanhamento da GNR.

 

Vamos informar sobre o sofrimento dos animais; vamos denunciar a publicidade enganosa e que nega o sofrimento na tourada; vamos lastimar que os turistas sejam assim enganados e atraídos; vamos afirmar a nossa indignação e oposição e exigir a abolição; vamos apelar a não assistirem àquele espectáculo de tortura; vamos estar disponíveis para conversar com quem o desejar.

 

É uma oportunidade para pessoas respeitadoras dos direitos dos animais se reunirem numa atmosfera de generosidade e solidariedade!

 

A nossa argumentação não será agressiva contra os turistas!

 

Ponto de encontro - pelas 20 h 30 m no parque de estacionamento da Corcovada. Às 21 horas partiremos de ali para estarmos em frente da Praça de Touros, como de costume.

 

Vasco Reis,

Aljezur

 

ALBUFEIRA1.jpg

ALBUFEIRA2.jpg

ALBUFEIRA3.jpg

ALBUFEIRA4.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:02

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