Quarta-feira, 3 de Junho de 2020

Miguel Sousa Tavares arrasado nas redes sociais devido às suas declarações na TVI, sobre o regresso das touradas

 

Na passada segunda-feira, na TVI (Jornal das 8, do qual é editor) Miguel Sousa Tavares considerou uma «incoerência total» o retomar de todas as actividades culturais, à excepção da tortura de Touros (vulgo tauromaquia), logo no dia em que, cerca de uma centena de torturadores de touros (não lhes chamem artistas porque insultam e espezinham os verdadeiros artistas) se manifestaram em frente ao campo pequeno, contra a não abertura às bárbaras práticas tauromáquicas, de que aquele recinto é a catedral, em Lisboa, antes do início do primeiro de dois espectáculos do projecto Deixem o Pimba em Paz, de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo.

 

Cultura Tortura.png

 

E o Miguelito, que também é caçador, saiu-se com esta: «Eu não entendo como é que hoje e amanhã vai haver um concerto para duas mil e tal pessoas e não pode haver uma tourada. É um espectáculo igual. Como é que, mantendo as distâncias, pode haver um concerto e não pode haver um espectáculo que é uma tourada que se passa na arena? Não consigo perceber» acrescentando que «só há uma justificação: a perseguição às touradas continua». 

 

Pois continua, Miguelito, primeiro porque as touradas não são um espectáculo, mas tão-só uma prática bárbara e medieval. A ser um “espectáculo” será simplesmente um “espectáculo macabro”, que não faz parte da civilização humana. Segundo, porque enquanto esta nódoa negra manchar o bom nome de Portugal, no mundo, haverá vozes que se levantarão contra as touradas, que são coisa de um passado que já passou há muito.

 

Por causa destas suas declarações, Miguel Sousa Tavares foi arrasado nas redes sociais, pois as suas pobres e tristes palavras, desadequadas na boca de um intelectual, não foram bem aceites por quem as ouviu. E o resultado foi este:


Mas o Miguel Sousa Tavares ainda está na TV porquê…?; Ontem Miguel Sousa Tavares voltou com a lengalenga das touradas serem cultura. Isto a propósito do espectáculo no Campo Pequeno do Bruno Nogueira. Tudo o que proporcionar, sofrimento e sangue não engrandece um país, simplesmente amesquinha os mais fracos. Que besta quadrada!; Eu não suporto o Miguel Sousa Tavares, o homem acabou de dizer que não percebe o porquê de abrirem o campo pequeno para concertos e para touradas não; O Miguel Sousa Tavares calado era poeta. Ele diz que é contraditório serem permitidos concertos e não serem permitidas touradas. Eu também acho contraditório existir uma lei que condena os maus-tratos a animais e ainda existirem touradas; Miguel Sousa Tavares, por favor não comparares um concerto a uma tourada, porque não são coisas comparáveis. Entendo a lógica da distância social e tal, mas não touradas não é cultura; Nós no meio de uma reabertura por causa da pandemia e o que Miguel Sousa Tavares tem a dizer em primeiro lugar é que há uma perseguição às touradas.

 

Também Nuno Markl se juntou às vozes do protesto, e no seu Instagram arrasou o Miguelito, que é muito boa pessoa, mas tem um monumental defeito, tal como todas as boas pessoas têm os seus defeitos, mas não tão monumentais. E o maior defeito dele é achar que torturar seres vivos é arte e cultura e um “espectáculo” IGUAL ao do Bruno Nogueira, sim, porque o Bruno Nogueira fartou-se de espetar bandarilhas em Touros e o sangue escorreu pelo chão do campo pequeno.

 

Nuno Markl achou que, mantendo as distâncias era óptimo, logo a começar pela distância entre o toureiro e o touro… Pediu «calma» a Miguel Sousa Tavares, e acrescentou que «de certeza [ou não] que o sangue já volta a correr. Mas, depois destes meses, não é egoísta querer que uma tradição [tradição, não, costume bárbaro] que é só para alguns se sobreponha a uma arte que é para todos?».

 

Enfim, enquanto, em Portugal, não se entender que as touradas não fazem parte do rol dos espectáculos civilizados; e os toureiros, forcados e afins não são artistas, mas tão-só torturadores/carrascos de Touros, as vozes dos que pugnam por uma sociedade mais humana, mais culta e mais civilizada far-se-ão ouvir por aí…

 

Isabel A. Ferreira

 

 Fonte da notícia:

https://www.vip.pt/nuno-markl-responde-letra-miguel-sousa-tavares-sobre-o-regresso-das-touradas?fbclid=IwAR0k4b8TtHVyGvNZbai3jRV5jSWWgT8KYzzqKcdb1Q9BQpF8vBJYHMkD25Y

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:47

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Terça-feira, 2 de Junho de 2020

Torturadores de Touros acorrentam-se à frente do “campo pequeno” para pedincharem apoios, como se fossem “artistas”…

 

Apoios para quê? Se estes acorrentados e todos os outros que não se acorrentaram têm actividades que lhes garantem o sustento para todo o ano, graças aos gordos subsídios que o Estado vai retirar aos impostos pagos por quem realmente trabalha, para os entregar de mão beijada aos parasitas que vivem à tripa forra, e se passeiam, por aí, em Ferraris e Porches à custa do trabalho do Povo?

 

Apoios para quê? Para irem torturar seres indefesos e divertirem sádicos e psicopatas?

 

Os acorrentados.jpg

Fonte da imagem (Prótouro) com texto para ler:

https://protouro.wordpress.com/2020/06/01/tauricidas-birrentos-acorrentam-se-a-catedral-da-tortura/

 

Os verdadeiros artistas deviam recusar-se a actuar neste recinto, enquanto ali se torturarem seres vivos; enquanto aquele campo não fosse limpo do lixo tauromáquico lá acumulado há 128 anos, ainda era vigente a monarquia.

 

Mas nem todos têm a percepção de que actuando num local impregnado do cheiro a sangue, derramado através da tortura de bovinos, do cheiro a bosta, a urina, a suor, a álcool, do cheiro a desumanidade, estão a contribuir para a manutenção dessa desumanidade. E o cheiro da desumanidade é o mais fétido de todos os cheiros.

 

E apesar de já não sermos uma monarquia, não devemos esquecer que a tauromaquia foi criada no seio da monarquia espanhola, e depois trazida para Portugal pelos Reis Filipes, de má memória, para entreter suas altezas, pouco dotadas de inteligência e nada dadas à cultura culta, mas também para entreter um povo a quem se dava pão e circo (neste caso touradas) para o manter alienado dos reais problemas da monarquia.



Apesar de já não vivermos nesse tempo, onde reinavam as trevas e a mais profunda ignorância, teima-se em manter esta prática medievalesca, desadequadíssima aos tempos hodiernos. Porquê?


Nesse tempo das trevas, os toureiros eram considerados artistas, porque o conceito de ARTISTAS não existia tal como o vemos hoje, não estava ligado às ARTES, mas sim, e num sentido figurado, a criaturas tidas como finórias, manhosas, impostoras… Porque quem vê na tortura de um Touro arte e cultura, só pode ser tudo isso, enganando, desse modo, os ceguinhos…

 

Porque o termo ARTISTA significa simplesmente isto: uma pessoa que pratica uma das belas-artes, especialmente uma das artes plásticas ou dos seus prolongamentos actuais; uma pessoa que interpreta uma obra musical, teatral, cinematográfica, coreográfica; uma pessoa que, dedicando-se a uma arte, se liberta das pressões burguesas; uma pessoa que tem ou exprime o sentimento da arte, que ama as ARTES, que tem gosto artístico, o sentimento do BELO.

 

E o que são ARTES?

São isto:

Produção de obras, formas ou peças orientadas por um ideal estético ou com o objectivo de expressar subjectividade ou transmitir um conceito ou uma mensagem (ex.: arte dramática; arte poética; arte da pintura). Conjunto das artes plásticas; totalidade das manifestações artísticas de um determinado período ou região (ex.: arte renascentista; arte italiana do século XV); enfim, por muito que procuremos, com uma lupa de longo alcance, não encontramos em parte alguma a tauromaquia (= tortura de Touros = bovinos torturados desde que nascem, para serem “bravos” = os seja, para se defenderem dos seus carrascos = toureiros e forcados) ligada às Artes ou à Cultura.  

 

Porque CULTURA é isto: aplicação do espírito a (determinado estudo ou trabalho intelectual); instrução, saber, apuro; perfeição… E aqui também não encontramos nada que se harmonize com a TORTURA de Touros.

 

Naquele tempo, em que os monarcas, os imperadores se divertiam a ver torturar seres vivos, quer fossem humanos ou não-humanos, a CULTURA era uma miragem para 99% da população. Havia uma minoria, tão minoria que nem sequer contava. Contudo, foi essa minoria, a guardiã da Cultura CULTA, que a preservou para os vindouros. E nessa preservação não consta a “arte nem a cultura tauromáquicas”, porque esse conceito era da ignorância, não era do SABER.    

 

O tempo foi avançando, e o que era “cultura e arte” para os ignorantes, revestiu-se de luz, e hoje nada tem a ver com tortura, com violência, com crueldade, com o sangue derramado de animais sencientes e indefesos.


A Covid-19 só veio evidenciar essa abismal diferença.

 

A Espanha, berço desta actividade bárbara, está arecusar-se a apoiar a tortura de Touros, pois seria desviar dinheiros necessários para apoiar ACTIVIDADES HUMANAS, e os verdadeiros ARTISTAS, a verdadeira CULTURA. Seria um insulto à Humanidade apoiar os torturadores de Touros.



Não queira Portugal continuar, na cauda do mundo, quando se trata de EVOLUIR.

 

Actualmente, os toureiros e os forcados não são artistas, tão-só são torturadores de Touros, e a tauromaquia nada tem a ver com Cultura, mas com um costume bárbaro que já não encaixa no século XXI depois de Cristo, e que apenas oito países (três deles europeus) entre 196,  ainda mantêm.

 

Este é, pois, o momento certo para acabar, de uma vez por todas, com este delírio macabro, e dar um salto para a Evolução. Assim saiba agir quem tem a faca e este queijo na mão.


Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:48

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2020

Lamentável: proposta do PAN, que excluía apoio a “artistas” (?) tauromáquicos, foi chumbada

 

Os “tauromáquicos”, nem sequer são ARTISTAS. Esqueceram-se? São TORTURADORES, logo, não são ARTISTAS.

Ainda não aprenderam a nova TERMINOLOGIA tauromáquica? Também nem sequer fazem “espectáculos”. A TORTURA não é um espectáculo, é uma actividade BÁRBARA.

Querer meter um actor, uma bailarina clássica, um pianista, um artista plástico, um cineasta, um poeta, um escritor, no mesmo saco de um TORTURADOR DE TOUROS, é da ignorância.


O PAN apresentou ontem, na Reunião da Comissão de Cultura e Comunicação, uma proposta que pedia um “apoio extraordinário à redução da actividade económica dos artistas e profissionais do espectáculo, com excepção para os profissionais do espectáculo tauromáquico“.

 

Pode ler-se no Artigo 26.º-A do Projecto de Lei chumbado, um reforço da tentativa de exclusão da Tauromaquia: “o apoio previsto no presente artigo não se aplica à actividade tauromáquica ou aos artistas tauromáquicos, qualquer que seja a sua modalidade“.

 

Os partidos chumbaram a proposta com a seguinte votação:

Contra: PSD, PS, PCP, CDS (sempre os mesmos trogloditas).

Abstenção: BE (uma surpresa, apesar do direito que têm em absterem-se).

Favor: PAN

Então e os Verdes? O Chega? A Iniciativa Liberal? A Joacine Katar Moreira?

Muito, muito lamentável. Pelo que se vê, a EVOLUÇÃO fica nas escadarias do Palácio de São Mento. Não há modo de lá entrar!

 

touradas.png

Fonte:

https://infocul.pt/actualidade/proposta-do-pan-que-excluia-apoio-a-artistas-tauromaquicos-foi-chumbada/?fbclid=IwAR0zq9njh5aoDpstIYAJelNmxLXzSxgbwRGuDUtmIUGtlhP_HgAYNyJdFzM

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2020

«As touradas estão mais que mortas»

 

Que “profissionais” (?) (se torturar Touros não encaixa em nenhuma profissão humana?) querem regressar a 1 de Junho? A 1 de Junho de que ano? De 1220? Esse ano já ficou muito lá para trás, assim como para trás ficarão as touradas, ainda que estrebuchem.

Porque:

 

«Torturar animais não é mais aceitável. As poucas pessoas que ainda assistem a touradas são cada vez menos. Os toureiros estão a aproveitar a pandemia para chorarem. O Correio da Manhã aproveitou para fazer um artigo sobre a choradeira dos toureiros. Mas nada disto vai fazer ressuscitar a actividade. A abolição da tauromaquia está, felizmente, cada vez mais próxima  Marinhenses Anti-touradas

 

touradas mortas.png

Fonte: https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3216979651668909/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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Quinta-feira, 30 de Abril de 2020

Deputado João Almeida (CDS/PP) quer saber por que os trogloditas tauromáquicos não estão a ser considerados na retoma dos “eventos”

 

Que atraso de vida! Anda um coronavírus a confinar e matar meio mundo, e o CDS/PP quer continuar a torturar Touros, como se isto fosse uma prioridade para o país!

 

João Almeida enviou uma carta ao primeiro-ministro, através do presidente da Assembleia da República onde pede explicações sobre o motivo pelo qual, na ronda de reuniões para a retoma de eventos, os torturadores de Touros não foram ouvidos.

 

E precisavam de ser? Eles que representam para os Touros o que o coronavírus representa para os seres humanos: uma ameaça, um suplício, um terror?

 

João Almeida.jpg

 

João Almeida, sem fazer a mínima ideia de que as touradas não são cultura, nem em Portugal, nem na Cochinchina, diz que sendo as corridas de Touros regulamentadas e reconhecidas pelo Estado [o que não significa que esta barbárie seja concebível numa sociedade hodierna] e sendo uma prática que reúne milhares de pessoas [é que nem sequer sabe contar, porquanto as arenas estão quase sempre às moscas, isto é um facto mais do que comprovado], diz não compreender a exclusão dos representantes do sector tauromáquico na ronda de reuniões que têm ocorrido,  como se o sector tauromáquico fosse importante para a economia do país: só enche bolsos a parasitas e torturadores de Touros. Seria uma vergonha e menosprezo pelos verdadeiros sectores da Economia nacional, se estes trogloditas fossem postos aos mesmo nível dos outros.

 

A prioridade do CDS/PP «não é defender os milhares de portugueses que se encontram na miséria, não é apresentar propostas para ajudar os milhares de portugueses que perderam o seu trabalho devido a esta pandemia, mas sim, defender uma minoria de ricaços que a única coisa que sabem fazer na vida é divertirem-se a torturar seres sencientes

 

Até porque tanto quanto sabemos, os ganadeiros não vivem só da tauromaquia. Têm outros "negócios" que lhes garantem o sustento, daí que, aqui ninguém fica desempregado. E os toureiros, sedentos de sangue, que se mordam uns aos outros.

 

Este é o momento certo para acabar com esta nódoa negra que mancha a honorabilidade de Portugal.

O coronavírus está a dar uma ajudinha.

Nós temos de fazer o resto.

 

Isabel A. Ferreira


Fonte da imagem e da notícia: Prótouro - Pelos touros em liberdade

https://protouro.wordpress.com/2020/04/29/os-deputados-alarves-que-insistem-em-defender-a-tauromafia/

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:47

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2020

Canceladas as “festas” de San Fermín, em Pamplona (Espanha)

 

Todos os anos, centenas de Touros são sacrificados, em honra de San Fermín, um santo natural da cidade de Pamplona, padroeiro da diocese e co-padroeiro de Navarra, para que bandos de cobardes se divirtam boçalmente, com muito álcool à mistura, e tudo isto com o aval da Igreja Católica Apostólica Romana.

Este ano, porém, o coronavírus veio, providencialmente, salvar os Touros e mostrar que já é tempo de se abandonar estas práticas selváticas que em nada dignificam a espécie humana.

Todos nós, defensores dos Direitos dos Animais (humanos e não-humanos) esperamos que se aproveite esta grandiosa lição que o coronavírus veio dar à Humanidade -  deixem os animais não-humanos em paz - e acabem de vez com estes atentados à VIDA dos nossos companheiros planetários.

Sem a acção do homem, o Planeta voltou a respirar e todas as outras espécies, animais e vegetais, renasceram com muito mais vitalidade. E assim poderão continuar sem a presença do homem, quando este se extinguir (pois a continuar assim, a extinção dos humanos será uma realidade).

A mensagem foi clara e inequívoca.

Ao menos honrem a memória daqueles que perderam a vida nesta pandemia! Que a mensagem deixada pelo coronavírus possa servir para que a espécie humana deixe de ser a maior predadora do nosso Planeta, e o partilhe benevolamente com todas a outras  criaturas.

 

San Fermín.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2020

«Deputados do PSD Querem Dar Ainda Mais Dinheiro aos Ganadeiros»

 

Depois querem ter bons resultados nas eleições!

O texto que se segue, publicado no Blogue Prótouro - Pelos Touros em Liberdade explica, muito bem explicadinho, este assalto aos cofres públicos, para encher os bolsos dos torturadores de Touros.

Os deputados do PSD não aprenderam nada com a mensagem tácita desta invasão do novo coronavírus?

Portugal não precisa de deputados trogloditas! Precisa de EVOLUIR! Já se faz tempo! (Isabel A. Ferreira)

 

Gado.jpg

 

«Os deputados do PSD Ribatejo enviaram uma carta à Ministra da Agricultura onde afirmam que estão muito preocupados com os prejuízos dos ganadeiros de brava de lide, ou seja, as mães dos touros que são torturados em touradas.

 

«Isaura Morais e João Moura eleitos por Santarém vão mesmo ao ponto de afirmar que o facto de muitos bovinos não serem vendidos para tortura pode gerar prejuízos muito superiores a sete milhões de euros.

 

É preciso ter muita lata para pedir ainda mais dinheiro para gentalha que recebe anualmente milhões em subsídios nacionais e europeus quando milhares de portugueses estão em lay-off e muitos até a passar fome.

 

Em 2011 o ganadeiro José Dias afirmava ao jornal “O Mirante” e citamos:

 

“Os ganadeiros são na sua maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades, que se dedicam ao negócio mais por paixão. Ninguém pode viver directamente de uma ganadaria.”

 

Claro que são ricos têm propriedades com milhares de hectares de terra e criam outros animais para além de bovinos para touradas. Muitos criam cavalos e muitos até têm outros negócios que nada têm a ver com tauromaquia.

 

Estes deputados deveriam ser corridos a pontapé do partido uma vez que estão mais preocupados com a trampa da indústria tauromáquica do que com milhões de portugueses!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade»

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/04/19/deputados-do-psd-querem-dar-ainda-mais-dinheiro-aos-ganadeiros/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:27

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Sexta-feira, 27 de Março de 2020

«Mesmo em Isolamento Continuam a Torturar Bovinos»

 

Lê-se a notícia no Blogue Prótouro – Pelos Touros em Liberdade.

«Mesmo em isolamento continuam a torturar bovinos»?

Não é que isto me surpreenda, dado o apetite dos tauricidas pelo macabro, pela crueldade, pela violência, e porque às escondidas do mundo, podem fazê-lo nas arenas privadas dos ganadeiros.  

Mas isto será atitude de gente mentalmente sã?

Duvido, mas espero que alguém com racionalidade, ponha termo a mais esta tentativa macabra de torturar Touros, ainda que o País esteja cercado pela Morte.

Isabel A. Ferreira

 

«No dia 28 de Março terá lugar o primeiro festival tauromáquico digital uma iniciativa da web tauromafiosa tauronews dizem eles que é para e citamos “animar esta fase com uma ideia original através das redes sociais.” (Prótouro – Pelos Touros em Liberdade)

 

Prótouro.jpg

 

«O dito cujo conta com 6 lides de seis tauricidas nas praças de touros das herdades (tentaderos) torturando uma vaca cada um deles.

 

A tortura e morte é algo que esta gente não prescinde porque é a única coisa que os satisfaz.

 

Esta gentalha é demente e sem sombra de dúvidas é nociva para um país que se quer culto e evoluído.

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/03/26/mesmo-em-isolamento-continuam-a-torturar-bovinos/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:56

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Segunda-feira, 23 de Março de 2020

Carta aberta a Dom João Evangelista Pimentel Lavrador, Bispo Residencial da Diocese de Angra

 

BULA PIOV.png

 

Excelentíssimo Dom João Evangelista Pimentel Lavrador

Bispo Residencial da Diocese de Angra

 

domjoaolavrador@diocesedeangra.pt

 

Venho, por este meio, manifestar a minha mais veemente repulsa pela presença de alguns forcados, devidamente identificados, através da sua indumentária, numa procissão realizada no passado dia 8 de Março, em Angra do Heroísmo, tendo alguns deles transportado o andor da imagem de Nosso Senhor dos Passos, como se fossem “irmãos” de alguma confraria religiosa; bem como pela realização de um “festival” taurino, previsto para o próximo dia 23 de Maio, de apoio a obras das igrejas das Lajes e da Agualva, como se a tortura de criaturas, também de Deus, servisse para branquear as acções selváticas perpetradas por algozes.

 

Ao longo dos tempos, têm sido inúmeras as declarações de membros da Igreja Católica a condenar as práticas tauromáquicas entre outras, em que são maltratados animais não-humanos. A título de exemplo, posso referir o que o Secretário do Vaticano, Bispo Pietro Gasparri, em 1923, disse: «Embora a barbárie humana ainda persista nas corridas de touros, a Igreja continua a condenar em voz alta estes sangrentos e vergonhosos “espectáculos”, como o fez Sua Santidade o Papa Pio V». Mais recentemente, na sua Encíclica Laudato Si’, o Papa Francisco escreveu que «sujeitar os animais ao sofrimento e à morte desnecessária não é digno de um ser humano».

 

Face ao exposto, venho manifestar a minha repugnância e repúdio pela presença de forcados, devidamente identificados, numa procissão, fazendo propaganda a uma actividade condenável nas sociedades humanas actuais, e não a manifestar a sua fé em Deus que, pela Sua Natureza divina, condena todos os actos violentos e cruéis contra as Suas criaturas, quer sejam humanas ou não-humanas.

 

Manifesto também, a minha indignação e repúdio pela realização de uma sessão de tortura de touros para, hipocritamente, apoiar obras em igrejas.

 

Venho, igualmente, apelar a Vossa Reverendíssima para que, em nome de Deus, condene estas práticas bárbaras e macabras, e a presença de forcados identificados em procissões, e não autorize que as paróquias aceitem recolher fundos através de touradas ou de outros eventos onde animais não-humanos, indefesos, inocentes e inofensivos são barbaramente torturados, para divertimento de uma peque fatia de um povo que ficou parado no tempo, e afastado dos ensinamentos de Jesus Cristo.

 

Para um melhor aprofundamento deste tema, sugiro a Vossa Reverendíssima a leitura dos textos inseridos nestes links:

 

A Igreja Católica e a tourada

Touradas e Igreja Católica


Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:10

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Quarta-feira, 11 de Março de 2020

«Beja: Protesto Anti-tourada | 14 de Março | 14:00-16:30»

 

Cancelada tourada.png

 

Será que pela assistência desta actividade bárbara ser apenas de uma escassa dezena de trogloditas, não é preciso cancelar a tourada, ou querem ser candidatos à infecção do Covid-19?

Na Espanha cancelam-se as touradas.

Em Portugal, em plena época de crise epidémica, continuam a realizá-las, em nome da estupidez. Só mesmo num país sem rei nem roque.

Porém, no próximo sábado (14/03), haverá uma manifestação pela abolição da tauromaquia em Beja. Decorrerá em frente à praça de touros, em dia da polémica tourada “solidária”.

Para quem está na zona de Beja ou tem a possibilidade de ir até lá, fica uma ligação para mais informações sobre este importante protesto, organizado pela Eco Roots.

Ver mais informação aqui:

https://www.facebook.com/events/3147493265282815/

 

Antro de Beja.jpg

Antro tauromáquico de Beja (imagem de uma evidente decadência)

 

Barbárie não combina com solidariedade, e nunca poderá ser justificada como caridade, porque não passa de pura crueldade.

 

Numa altura em que a tauromaquia começa a ver o fim dos subsídios e o aumento do imposto sobre as entradas, apelar à tortura de Touros à pala de uma hipócrita solidariedade, para justificar uma actividade bárbara, cruel, violenta, é anormal.

 

Como se não bastasse, tem como “atracção” o Moura Júnior, porque o sénior, ao que parece, já não vai. Isto é gente que têm dado muito que falar nos últimos tempos por conta dos maus-tratos a animais: Touros, Cavalos, Cães. Uma vergonha!

 

A Eco Roots junta-se assim ao movimento anti-tourada, e conta com a presença de quem puder e quiser ir,  no próximo dia 14 pelas 14 horas, em frente à Praça de Touros de Beja.

 

 Todas as vozes de gente senciente são contra as touradas em Portugal.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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