
Fonte da Imagem: Diocese de Joinville
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OS MEUS IRMÃOS ANIMAIS... AS MINHAS IRMÃS PLANTAS.
Antes do homem, no Planeta habitavam os nossos irmãos de criação
Sabem o que é a Vida?
Se usarmos do saber livresco diremos que Vida é o estado de actividade dos animais e das plantas. Deduzimos então que, no mundo conhecido, apenas os animais e as plantas vivem num estado de actividade desde que nascem.
Uma pedra também nasce, e ali fica. Quieta. Não cresce. Morre, se a triturarem e a transformarem em pó. E o pó leva-o o vento. E quem chorará a morte de uma pedra? A galinha? Eu? Talvez outra pedra?!
Mas as pedras não choram, porque não vivem. A galinha vive. Eu vivo. Ambas choramos. Logo, a galinha e eu somos seres vivos. Somos animais.
Outros animais e plantas povoaram o Planeta muito tempo antes do homem. E cada um cumpriu a sua missão. Harmoniosamente. Animais de todas as espécies. Plantas, desde o miosótis ao mais frondoso plátano. Todos seres muito belos, mais-que-perfeitos. Sensíveis.
Só depois veio o homem, o qual encontrou um mundo fervilhando de vida até na mais pequenina fenda, entre os rochedos, à beira-mar.

No jardim vivia uma rosa. Viçosa e formosa rosa. O homem veio e disse: «Que linda é a rosa. É minha, pois não sou eu o dono do mundo? Vou levá-la comigo». E o homem arrancou a rosa da roseira, e a rosa murchou, e só o homem é que não viu. E continuou a clamar: «Eu sou o dono do mundo»!
Auto-intitulou-se um ser superior, apenas porque falava, pensava, fazia coisas com as mãos, que mais nenhum outro ser conseguia. E, usando dessa pretensa superioridade, desatou então a maltratar os seus companheiros de vida: tortura e mata, por simples prazer, animais, plantas e até outros seres seus semelhantes. Polui as águas dos rios, dos oceanos e das fontes, antes dele tão límpidas. Destrói as florestas que libertam o oxigénio, sem o qual o planeta não respira. E tudo isto o homem vai fazendo em nome da tal superioridade e de interesses escusos, valores que desvalorizam a existência do próprio homem, e exterminam os animais e as plantas.
Durante milhares de anos, o planeta, chamado azul, foi azul da cor do céu; foi verde da cor dos prados; loiro da cor das searas; vermelho da cor do sol poente; teve todas as cores do arco-íris enquanto não veio o homem. Depois dele, e em nome da sua superioridade, o que foi um paraíso, durante o reinado dos animais e das plantas, transformou-se em caos.
Se o Lobo respeita o homem, porque não há-de o homem respeitar o Lobo?
Se a Árvore respeita o homem, porque não há-de o homem respeitar a Árvore? Afinal, somos todos irmãos. Iguais, enquanto resultado do mesmo acto criador. Diferentes no modo como respeitamos a vida.
in Manual de Civilidade, - Livro de Isabel A. Ferreira, páginas 26/27

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Por outro lado, há criaturas que celebram o Dia dos Animais não-humanos TORTURANDO-OS
Porém, cada Touro torturado será a pedra no sapato, por toda a eternidade, daqueles que os torturaram. Mais dia, menos dia, a inevitável e implacável Lei do Retorno encarregar-se-á de lhes fazer justiça. Acredito nisto piamente. Ultimamente ela tem vindo mais cedo, para muitos torturadores de Touros. O ano de 2025 foi o ano horribilis para muitos deles.

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E mais:



Fonte da imagem:
https://www.facebook.com/photo/?fbid=122124922250931406&set=a.122119475576931406
A empresa cerveja Sagres enviou aos consumidores que protestaram contra a ligação da sagres às touradas, um comunicado, no qual não se demarcou da crueldade que se passa no recinto, que leva o seu nome: “Sagres campo pequeno”, com a realização de touradas, uma prática selvática, que não se encaixa nos tempos hodiernos, continuando o seu nome ligado à tortura de Touros que tem vindo a ser realizada no recinto.
O “Sagres campo pequeno” é um recinto que cheira a sangue, que cheira a morte, e mesmo assim, sabendo que cerca de 90% da população portuguesa rejeita esta prática bárbara, a Sagres continuará a patrociná-la?
Dada esta circunstância, e se os consumidores desta cerveja, tendo mais opções, boicotarem o seu consumo?
A Sagres será mais um daqueles blocos de betão armado, que fazem ouvidos de mercador aos apelos de quem já evoluiu, e porque já evoluiu, rejeita esta prática repugnante, de dor e de morte?
Isabel A. Ferreira
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Foi uma vergonha. Um desrespeito.
E estas vergonhas e estes desrespeitos acontecem frequentemente no Parlamento Português.
O que é que está a passar-se em Portugal?
Que políticos estão assentados em São Bento?
O deputado Paulo Núncio (CDS/PP) a levar uma marrada de um bezerrinho; o deputado Pedro Frazão (CHEGA) a ensinar-lhe, através dos filhos, como se pega um bezerrinho; agora beicinhos à toureiro ou forcado; em 2009, o deputado Manuel Pinho a fazer corninhos, pelo menos por duas vezes ouviu-se gritar OLÉ no hemiciclo, ou devo dizer arena?
O que temos aqui?
Para ver mais sobre a triste cena clicar no link:

Não quero com isto ofender a Senhora Deputada. Quem a ofendeu, quando fez aqueles beicinhos à toureiro ou forcado foi Filipe Melo.
Eu apenas quero dizer com isto, e aproveitando a ocasião, que há deputados da Nação que se candidatam ao cargo apenas para defender os milhares de Euros que vão para a tauromaquia. O que também constitui uma VERGONHA!
Não sei se é o caso do deputado Filipe Melo.
Só sei que quando vi o deputado a fazer aqueles beicinhos, lembrei-me imediatamente dos toureiros e forcados quando estão a atacar os Touros. O miúdo que vemos na imagem apareceu na Reportagem transmitida pela SIC Notícias, sob o título «Touradas: tradição ou crueldade?», a fazer beicinhos tal e qual o Deputado da Nação.
Há muitas mais imagens, ainda mais horrorosas, de toureiros a fazerem beicinhos. Outras:






Mas isto no Parlamento???? Isto é uma VERGONHA!!!!
Espero que Filipe Melo seja demitido, bem como Paulo Núncio, Pedro Frazão e todos os outros que fazem do Parlamento uma arena circense.
Isabel A. Ferreira

Foi uma vergonha. Um desrespeito.
E estas vergonhas e estes desrespeitos acontecem frequentemente no Parlamento Português.
O que é que está a passar-se em Portugal?
Que políticos estão assentados em São Bento?
O deputado Paulo Núncio (CDS/PP) a levar uma marrada de um bezerrinho; o deputado Pedro Frazão (CHEGA) a ensinar-lhe, através dos filhos, como se pega um bezerrinho; agora beicinhos à toureiro ou forcado; em 2009, o deputado Manuel Pinho a fazer corninhos, pelo menos por duas vezes ouviu-se gritar OLÉ no hemiciclo, ou devo dizer arena?
O que temos aqui?
Para ver mais sobre a triste cena clicar no link:

Não quero com isto ofender a Senhora Deputada. Quem a ofendeu, quando fez aqueles beicinhos à toureiro ou forcado foi Filipe Melo.
Eu apenas quero dizer com isto, e aproveitando a ocasião, que há deputados da Nação que se candidatam ao cargo apenas para defender os milhares de Euros que vão para a tauromaquia. O que também constitui uma VERGONHA!
Não sei se é o caso do deputado Filipe Melo.
Só sei que quando vi o deputado a fazer aqueles beicinhos, lembrei-me imediatamente dos toureiros e forcados quando estão a atacar os Touros. O miúdo que vemos na imagem apareceu na Reportagem transmitida pela SIC Notícias, sob o título «Touradas: tradição ou crueldade?», a fazer beicinhos tal e qual o Deputado da Nação.
Há muitas mais imagens, ainda mais horrorosas, de toureiros a fazerem beicinhos. Outras:




Mas isto no Parlamento???? Isto é uma VERGONHA!!!!
Espero que Filipe Melo seja demitido, bem como Paulo Núncio, Pedro Frazão e todos os outros que fazem do Parlamento uma arena circense.
Isabel A. Ferreira
O título desta publicação é da minha responsabilidade.
Considero que Inês de Sousa Real é a voz que entoa no Parlamento, mas não destoa, como tantas vozes inúteis que por lá ecoam...
Ficamos todos a aguardar a resposta do primeiro-ministro.
Isabel A. Ferreira
Voltámos a perguntar ao Primeiro Ministro Luís Montenegro porque é que o Secretário de Estado da Agricultura continua a exercer funções.
Nas últimas semanas, João Moura tem estado envolto em inúmeras polémicas, sendo grave que o responsável pela pasta do Bem-Estar Animal (?!) e pela fiscalização de actividades como a tauromaquia tenha feito parte da comissão de honra de uma tourada, em vez de trabalhar na promoção de políticas para as quais foi nomeado.
Mas há mais: nesta comissão de honra aparecia ao lado de outro João Moura, condenado por maus tratos a animais depois de ter deixado cães a morrer à fome.
E tudo isto num evento de homenagem a, imaginem, outro João Moura, o Jr., denunciado por práticas ilegais conhecidas como “bullbating” (atiçar cães a touros).
Isto é inaceitável e não vamos deixar de questionar o Primeiro-Ministro e o seu Governo enquanto o bem-estar dos animais for tutelado por quem representa interesses completamente contrários à missão que lhe foi confiada.
Com este governo o bem-estar animal está tudo menos em boas mãos...
Inês de Sousa Real
Sérgio Guerreiro, direito de gostar de tortura de Touros, diga assim, porque as touradas não passam disso mesmo: divertirem-se a ver torturar Touros. Isso é coisa de sádicos e psicopatas.
Ter Direitos tem muito o que se lhe diga. Acha que um pedófilo tem o direito de gostar de "pedofilar", por exemplo, um filho seu? Ou um violador ter o direito de gostar de violar uma filha sua?
É que os actos dos torturadores de Touros, dos pedófilos e dos violadores estão ao mesmo nível no que respeita à repulsa que tais actos causam às pessoas civilizadas, às pessoas que já evoluíram, além de todos os mencionados sofrerem de deformações mentais graves.
Posto isto, ter o direito de gostar de tortura de Touros NÃO se encaixa no rol dos direitos humanos.
Isabel A. Ferreira

As touradas são uma prática tão bárbara, tão cruel, tão absurda, tão nojenta, que não há como segurar o sentimento de repulsa por quem as pratica, as aplaude e as apoia.
Não é da natureza humana divertirem-se com o sofrimento de um animal indefeso, inocente e inofensivo. Daí ser natural que os ânimos aqueçam quando se trata de falar sobre os cobardes, metidos a valentes, quando atacam um Touro moribundo. É inevitável.
A tourada é uma prática selvática, sangrenta, primitiva. Basta olhar para esta imagem:

Falar de um torturador de Touros é o mesmo que falar de pedófilos, violadores e gente quejanda.
Não podemos premiar esta gente, com a nossa benevolência, só porque morreram.
Também não podemos aplaudir a morte dos maus, de nenhum mau, ainda que sejam os Bid Ladens do mundo ou um hediondo traficante de drogas, assassinos...
Estes criminosos estão para nós, como os cobardes forcados e tauricidas estão para os Touros, seres vivos indefesos, inocentes e inofensivos, animais como nós, com um ADN maioritariamente semelhante ao nosso, que sofre a dor, o medo, a angústia da arena, tal como nós.
Não devemos aplaudir a morte dos cobardes torturadores de Touros moribundos, mas é um pouco demais elogiar o que eles fazem na arena, num dos mais cruéis actos da criatura humana.
No entanto, eles são aplaudidos na arena, pelos sádicos e psicopatas e trogloditas quando um Touro moribundo, motivado pelo ataque cobarde de um forcado, investe contra ele, e ele morre. Os aplausos enchem a arena.
A tauromaquia é o resultado de uma doença do foro psiquiátrico, comprovada pela Ciência.
Além disso, é um costume bárbaro, de sádicos e psicopatas, introduzido em Portugal pelo alienado Rei Filipe I de Portugal, II de Espanha.
O falecido forcado escolheu estar na arena. O Touro foi forçado a ir para arena, e defendeu-se com toda a legitimidade. Eu faria o mesmo.
Aplaudir a morte do forcado, nós que combatemos a tauromaquia, deixamos para os seus comparsas, e elogiar sub-repticiamente a actividade dele, não é da racionalidade.
Li num comentário de uma aficionada que as touradas não são para fazer sofrer os animais. Não são para outra coisa. Ela que sinta nos seus costados aquelas farpas, o sangue a escorrer, a dor nas carnes esfaceladas. É preciso lembar que um Touro é um a animal como NÓS: sente dor, fome, sede, sono, urina, defeca, tem órgãos internos tal como nós...
Os aficionados, sádicos e psicopatas, que assistem às touradas, aplaudem com grande regozijo quando os torturadores de Touros são mortos na arena. Isto não incomodará ninguém? Eles gostam de ver sangue e morte, seja do animal não-humano, seja do animal humano, sim, porque somos todos animais. Eles babam-se de delírio, chegando mesmo ao orgasmo. Isto não sou eu a dizer. São eles que o dizem em público.
O mundo da tauromaquia é asqueroso em todos os sentidos
A morte desse forcado, de 22 anos, no campo pequeno, em 23 de Agosto de 2025, foi consequência do acto hediondo que estava a cometer. Era jovem, era. Deixou família sofredora, deixou. Poderia morrer de uma maneira mais digna, poderia.
Mas foi educado para torturar cobardemente Touros moribundos.
E é isto que tenho a lamentar.
A morte dele poderia fazer dele um herói se estivesse a combater incêndios, a doar órgãos, a dar sangue, a salvar outra vida, como diz o Pedro Almeida, no Facebook, e muito bem.
Mas não estava. Estava a torturar um Touro que sangrava por dentro e por fora, em grande sofrimento.
A morte dele foi aplaudida pelos sádicos e psicopatas que assistiam a esta prática bárbara.
Desses aplausos ninguém fala? Não incomodam os hipócritas?
Essa gente adora a morte de Touros, Cavalos e tauricidas nas arenas.
Meu comentário nesta publicação:
https://www.facebook.com/photo/?fbid=1190226359795398&set=a.593419102809463

Dorso de um Touro a sangrar com as farpas com que trespassaram as suas carnes. Isto não dói? Então os torturadores de Touros experimentem. Afinal são também animais. Se não dói num, não deve doer no outro.
"Se há algo inequívoco é que, nos próximos anos, o comboio do progresso arrasará as demências sangrentas que ainda persistem. Porque fazer sofrer e fazer espectáculo disso não tem, não pode ter, justificação ética." (Alexandra Reis Moreira)
in: https://www.facebook.com/share/1Gb4oH56fk/
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Carta de uma Criança Levada à Tourada
O que vão ler é muito triste, mas é a realidade dos filhos dos aficionados.
É isto que fazem às crianças da comunidade da selvajaria tauromáquica, e as CPCJ (otas) nada fazem, apesar das muitas denúncias que fazemos.
Esta carta é uma acto de reflexão para os que podem acabar com esta barbárie moral, social e cultural.

Queridos adultos,
Vocês dizem que a tourada é bonita.
Dizem que é cultura, que é tradição.
Mas eu só vi sangue.
Vi um touro entrar forte e sair ferido.
Vi um cavalo tremer, com medo nos olhos.
Vi pessoas baterem palmas enquanto eles sofriam.
E eu não entendi.
Porque sempre me disseram que não se deve magoar os animais.
Que os cães e os gatos lá de casa merecem carinho.
Então por que é que, na arena, o sofrimento vira festa?
Eu fiquei confuso.
Se a dor deles é motivo de aplauso… será que a dor não importa?
Se todos riam e gritavam felizes… será que a crueldade é normal?
Vocês chamam-lhe tradição, mas para mim parecia pesadelo.
À noite, quando fechei os olhos, não pensei em cultura.
Pensei no touro a sangrar.
Pensei no cavalo a tentar fugir.
Pensei que talvez um dia alguém também ache bonito ver-me sofrer.
Queridos adultos, eu só sou uma criança.
Quero crescer a acreditar que a vida é sagrada, que a empatia é força, que o respeito é caminho.
Mas como posso acreditar nisso se me ensinam aplaudir a dor?
Vocês dizem que querem dar-me futuro.
Então dêem-me futuro sem arenas de sangue.
Porque na tourada não morre só o touro, nem sofre só o cavalo.
Na tourada, morre também a minha inocência.
Assinado,
Uma criança que nunca devia ter visto aquilo
in: https://www.facebook.com/photo/?fbid=24552748791003141&set=a.183245025046857
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Ninguém deveria morrer numa arena
A tauromaquia é, por definição, um exercício de violência. Uns escolhem estar ali, outros não. Nenhum ser deveria ser exposto à dor, à humilhação ou à morte por entretenimento.
Rita Silva
Presidente da ANIMAL. Co-fundadora e co-coordenadora da Rede Internacional Anti-Tauromaquia.
in Jornal PÚBLICO
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Perante o recente acontecimento de um forcado morto, numa situação que ele próprio escolheu, e na sequência do que a jornalista Tânia Laranjo publicou no seu mural sobre o assunto, partilho, aqui, o texto comentário que lhe enderecei:
"Tânia Laranjo, por favor leia este meu texto que lhe dirijo: Já que nunca assistiu a uma tourada, desloque-se ao espaço onde ela vai decorrer.
-- Veja, com olhos de ver, os touros descarregados e encarcerados para, no dia seguinte ou horas depois serem torturados;
-- Acompanhe a tourada e ouça, com ouvidos de ouvir e veja com olhos de ver (não esqueça os do coração) - constate os gritos de horror dos touros golpeados até aos pulmões, veja o sangue a jorrar na terra, receptáculo de dor, que fica, para sempre, guardada.
-- Veja e ouça os gritos dos cavalos horrorizados com o medo, eles próprios sujeitos à dor. Muitos perecem na arena com ataques cardíacos. Todos estes gritos são abafados pela música que embebeda espíritos propícios ao gozo perante a tortura; 3- No final, sim, no final do GRANDE ESPECTÁCULO DE TORTURA, dirija-se aos curros e sinta os touros agonizantes com as farpas ainda cravadas nos seus dorsos e assista à retirada das farpas LONGAS, com uma faca e, claro, a sangue frio. Muitos morrem ali mesmo. Outros seguem para o matadouro. Tânia Laranjo, é uma mulher corajosa, VÁ! VEJA! SINTA!"
Madalena Oliveira, in Facebook
Publicação de Tânia Laranjo, que deu origem ao texto de Madalena Oliveira:
https://www.facebook.com/photo/?fbid=24551344831148907&set=a.688151524561572
As Crianças e os Touros merecem ser respeitados.
Abaixo os trogloditas, que já não têm lugar nas sociedades modernas e civilizadas.
Isabel A. Ferreira



Enquanto isto durar, enquanto houver trogloditas na Assembleia da República a pugnar pela tortura de Touros, Portugal será um país onde a civilização ficou às portas de Lisboa, capital da barbárie.
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Quem for adepto da Civilização, da Cultura Culta, do Bem, do Bom e do Belo colabore com esta iniciativa.
Portugal precisa de EVOLUIR.
Abaixo, os trogloditas!
Isabel A. Ferreira
Fonte Odivelas Anti-Tourada:
https://www.facebook.com/photo?fbid=1060978936168406&set=a.505377931728512

Um dia, as praças de touros que restarem deixarão de ser locais nos quais se desrespeitam e maltratam Animais. Não faltarão alternativas interessantes. Este mês, decorrerá na maior praça de touros do Alentejo, em parceria com a Câmara Municipal de Portalegre e com entradas grátis, um espectáculo de dança e artes marciais. Que seja um sucesso.
[Fonte complementar: https://radioportalegre.pt/portalegre-elementor-leva.../... ]


E passo a passo, com MUITO trabalho de bastidores, se vai compondo o nosso espectáculo de dia 27...
Na Praça de Touros de Portalegre, para toda a população!!
O que estaria a "moça" a pensar com um ar tão sério?!!
E o Paulo e o Marcelino será que já estão a arquitectar onde vão montar o seu "estaminé"?