Sábado, 22 de Novembro de 2025

Medinaceli (Sória, Espanha) – Toro Júbilo 2025: entre o cruel e o doloroso, documentado pelo Partido Animalista PACMA

 

Do PACMA - Partido Animalista Com o Meio Ambiente, pelos Animais, o Meio Ambiente e Pessoas – partido político espanhol, fundado em 2003 na cidade de Bilbau, cujo presidente é Javier Luna Sánchez, recebi um comunicado, dando conta do HORROR que é o festejo do “Toro Júbilo” ou “Toro de Fuego”, algo completamente inconcebível, desumano, cruel, e não sei como o governo de Espanha consente em tal barbaridade, em pleno século XXI depois de Cristo.

 

 Olá, Isabel

Como em todos os anos, a nossa equipa arriscou a sua integridade física  em Medinaceli (Sória) para registar o terrível festejo do "Toro Júbilo": o último Touro de Fogo de Castela e Leão, que aconteceu novamente este ano após o levantamento da suspensão cautelar que o Partido Animalista conseguiu no ano passado.

 

O que testemunhámos foi, uma vez mais, um espectáculo de extremo sofrimento. O Touro suportou mais de duas horas de agonia: 19 minutos a ser puxado entre gritos, e mugidos, num absoluto caos, até finalmente ser levado ao curral. O recinto ficou quase vazio, com parte do público — alguns agitando símbolos franquistas — indo embora antes do fim.

 

Apesar disso, também vimos algo importante: a cada ano, somos mais a levantar a voz.  Horas antes, manifestámo-nos na Praça do Município, sendo mais do triplo do que nos anos anteriores, apesar do frio, do vento e da chuva.

 

Sabemos que este festejo tem os seus dias contados, apesar dos esforços do Município de Medinaceli e da Comunidade Autónoma de Castela e Leão para mantê-la. A pressão social está a aumentar, o apoio ao maltrato animal está a diminuir e a nossa luta está a avançar. Mais cedo ou mais tarde havemos de conseguir.  

 

TORO JÚBILO 1.pngPreparámos um vídeo com tudo o que documentámos.

TORO JÚBILO 2.pngConvidamos-vos a vê-lo e partilhá-lo nas redes sociais: cada pessoa informada é um passo mais para acabar com o "Toro Júbilo".

 

O texto foi traduzido do Galego para o Português pela autora deste Blogue.

Ponham o som alto para ouvir os gemidos desesperados do Touro.   

Como é que isto ainda é permitido, é algo que está no segredo dos deuses de todos os olimpos!

Como é possível alguém DIVERTIR-SE com tamanha crueldade!!!!!!!
Deixo aqui o meu PROTESTO e o meu contributo para a divulgação desta coisa inominável, que só a índole desumana da besta humana pode executar.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:13

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Sábado, 20 de Setembro de 2025

SIC Notícias Reportagem «Touradas: Tradição ou Crueldade?» - Presidente da Câmara de Barrancos afirmou que as touradas «são a expressão da nossa [deles] identidade» algo que fica bem evidente na imagem abaixo (Parte II)

 

TOURO 1.png

 

Esta é a expressão que identifica não só o povo de Barrancos, única localidade troglodita em que, graças ao falecido ex-presidente da República e aficionado Jorge Sampaio, os Touros morrem na arena, entre a histeria dos que praticam e aplaudem, em êxtase, perante os estertores da morte do Touro (*), cuja natureza biológica é senciente (**),  esta selvajaria que conduz ao estado deplorável do Touro, evidente nesta imagem, ainda com a espada enterrada no lombo, a sangrar desalmadamente e já perto da morte, que, segundo o Médico-Veterinário Nuno Paixão, é banalizada à frente de toda a gente.

E se esta é a expressão que identifica o povo de Barrancos ou os aficionados desta selvajaria, temos de concordar que não passam de um bando de sádicos e psicopatas, com uma gravíssima deformação mental que os leva a não conseguir discernir o mal que provocam ao animal.

TOURO 2.png

E esta é a expressão que identifica todos os que amam os Touros e os defendem dos seus cruéis torturadores. Nós queremo-los assim, belos, soltos nos prados, a cumprir a sua existência pacífica de bovinos, ruminantes, mansos, amáveis, sensíveis. Não os vemos como alimento, mas como um dos nossos irmãos planetários. Neles vemos a humanidade que não existe nos seus carrascos.  

 

***

No passado dia 14 de Setembro, a SIC Notícias, no Jornal Domingo, deu tempo de antena à selvajaria tauromáquica, vulgo tourada, sob o título «Touradas: Tradição ou Crueldade?», onde foi apresentada uma excelente reportagem, que, numa escala elevada ao infinito, mostrou toda a crueldade, a boçalidade, a estupidez, a ignorância, a irracionalidade, a falta de bom senso, de insensatez  e de empatia (um dos mais nobres sentimentos, comum a todos os animais que connosco partilham o Planeta), das criaturas que praticam, aplaudem e apoiam a tauromaquia, em todas as suas cruéis vertentes.

 

Dessa reportagem, da qual consegui o vídeo integral, respigarei em itálico, as intervenções dos trogloditas que mais perturbaram a minha racionalidade. Pareceu-me que eu havia recuado no tempo, e estava a ver uma reportagem emitida numa época em que os homens ainda NÃO tinham desenvolvido a capacidade de pensar, e viviam envoltos em trevas, que não lhes deixavam ver a luz. E eu, ali, no meio deles, chegada do futuro...  

 

Isto é assim:

Os Touros estão a pastar nos prados não lhes fal

 

«Os Touros estão a pastar nos prados, não lhes falta nada, não é lindo? E depois vão para a arena e aquilo é arte [comparem com a imagem que abre este texto] parece um bailado. O Touro é a minha vida, sem o Touro eu não seria nada. Contar sobre o que se faz na arena é muito apelativo».

«Tinha nove anos quando comecei a tourear (...) São sensações difíceis para descrever por palavras».

«Tem de haver respeito (...). Há pessoas que não gostam da nossa profissão [profissão?] Não gera muito dinheiro, mas é uma paixão».

É que é de pequenino que se torce o pepino. E os trogloditas/pepinos foram torcidos de tal forma, que nunca conseguiram chegar a ser grandes.

 

***

Sangue e arte:

«O Touro nasceu para ser agressivo».

Na tourada «há sempre sangue, mas não é sanguinária, nunca foi».

 

Então alguém diz, lá do alto do seu dessaber: «O animal não sofre. Ponto final».

Existe uma lei de Protecção Animal em Portugal, para Cães e Gatos, deixando de fora os gados bovino e cavalar, que os legisladores NÃO consideram animais, por isso, um cidadão pode ser preso por espancar Cães, mas safa-se se torturar um bovino até à morte, deixando-o num charco de sangue.

O que tenho a dizer do que vi e ouvi na reportagem emitida pela SIC Notícias:

 

Tudo isto é anormal. Vivemos num País onde a incultura impera, fora e dentro do Parlamento, que continua a chumbar as propostas do PAN [e atenção! eu sou apartidária] em defesa de todos os Animais, e a atribuir, todos os anos, 19 milhões de Euros para o massacre dos Touros.

Os que apareceram na reportagem, da qual uma parte pode ser vista aqui, a fazer a apologia da selvajaria tauromáquica, coitados, não fazem ideia da ignorância e estupidez que demonstraram. Algo que só as pessoas que já evoluíram podem avaliar.

Ao contrário da “arte e cultura” que eles consideram ser a selvajaria tauromáquica, esta não passa de um abominável costume bárbaro, só praticado, aplaudido e apoiado por gente sádica, psicopata e inculta.

A selvajaria tauromáquica nada tem a ver com gosto ou não-gosto, tem a ver com FALTA de Ética, de Civilização e de Evolução.


E não tentem os tauricidas justificar as touradas com as lagostas cozinhadas vivas, ou de matarem animais brutalmente para os omnívoros os comerem, porque é da estupidez justificar uma estupidez com outra estupidez.

 

A selvajaria tauromáquica NÃO é um espectáculo, é uma prática selvática, que contém cenas cruéis que não se encaixam em nenhuma actividade humana civilizada; a selvajaria tauromáquica NÃO é uma tradição [a tradição cultiva, não tortura], mas sim um costume bárbaro abominável herdado de gente bárbara que nunca saiu da escuridão; a selvajaria tauromáquica NÃO é cultura, porque na Cultura, quer seja erudita quer seja popular, não se encaixa a tortura de seres sencientes para divertir sádicos, psicopatas e gente inculta. Na Cultura constrói-se, não se destrói.
 

E para quem não sabe e quiser saber, aqui deixarei um link para um texto onde se explica o que é

Cultura e Civilização

 

***

 Tauromaquia: tradição cruel ou espectáculo cultural?

Pergunta a SIC Notícias.

 

A notícia acima referida refere que no Alentejo, as praças de Touros continuam a encher-se para ver touradas. É mentira. Cada vez há menos gente a frequentar touradas, e as que vão são oriundas de várias localidades do País, que já evoluíram e acabaram com essa prática bárbara, mas nelas ainda existe um núcleo de trogloditas, principalmente no Norte de Portugal, onde só Ponte de Lima mantém a selvajaria tauromáquica em várias vertentes, e fazem quilómetros para satisfazer o seu sadismo e psicopatia.  

Diz a notícia que apesar da polémica em vários sectores da vida nacional, a tradição mantém-se viva na região, onde a tauromaquia é mais do que espectáculo. Tem peso na economia local e continua a ser um traço forte da identidade cultural alentejana.

Acontece que a selvajaria tauromáquica NÃO é tradição portuguesa. Foi introduzida em Portugal pelo sádico Rei espanhol, Filipe I de Espanha, II de Portugal, que quando estava entediado, para se divertir, mandava fazer touradas, com touros de morte, ou autos de fé, onde a santa inquisição queimava pessoas inocentes. Isto diz tudo do carácter desta gente. 

 

E a notícia prossegue, tentando atirar areia para os olhos de quem os tem bem abertos, mas protegidos por óculos que deixam ver e protegem, não os cegando.

 

É símbolo da identidade do povo alentejano. A tauromaquia atravessa gerações e, para muitos, representa mais do que um espeCtáculo.

Pois sabemos do atraso de vida que se vive no Alentejo. E sabemos também que a tauromaquia atravessou gerações, e hoje é mais do que um espeCtáculo, é um viver à tripa forra com os milhares de Euros públicos que o Estado lhes dá de mão beijada. Parasitas!

 

A emoção de entrar na praça carrega consigo toda a história do touro. RefleCte o laço que o Alentejo mantém com a tauromaquia e a sua importância para a região.

Acabe-se com os subsídios e então veremos a importância da tauromaquia para a região.

É nesta altura do ano que um pouco por todo o Alentejo se fazem as corridas ou largadas de touros. Praticamente todas as praças ficam cheias.

Algumas ficam cheias de moscas, mesmo com os bilhetes de borla, e de gente que vem de todas as localidades trogloditas do País, em excursões pagas pelas autarquias.


Terras mais trogloditas portuguesas.PNG

A estes municípios podem faltar o pão, a habitação, a saúde, mas a selvajaria não falta. Esta gente tem o que merece, e nem sequer pode andar por aí a exigir o que não têm. Que vivam dos subsídios que recebem para torturar Touros.

 

Entre a paixão dos que vivem a tradição e a contestação dos que querem a mudança. As touradas continuam a ser um dos temas mais controversos da cultura portuguesa. Quem é contra as corridas de touros fala sobre uma tradição cruel, ultrapassada e desnecessária.

Eu ainda acrescento mais: para já NÃO é tradição, é costume bárbaro, é cruel, é inútil, e só existe à conta dos subsídios, muito bem acautelados na Assembleia da República, por deputados que se candidatam exclusivamente para os garantir.

 

A tauromaquia no Alentejo continua a ocupar um lugar importante na vida cultural e social. Para todos os que nela participam, seja dentro ou fora da arena, a tradição é uma herança que querem ver preservada.

A tauromaquia no Alentejo continua a ocupar um lugar importante na vida cultural e social? Querem ver preservado o costume bárbaro herdado de gente bárbara com deformações mentais graves?

É isso que querem para o Alentejo?

Acabe-se com os 19 milhões de Euros que injectam na barbárie e vejam o que acontece.

Vão trabalhar no campo. Invistam esse dinheiro de um modo civilizado: em hortas, em pomares, em searas, em cortiça. Deixem os bovinos em paz, evoluam e vivam para o amanhã, deixando para trás o passado tenebroso que herdaram de gente que nunca evoluiu. Essa é que é a vossa verdadeira herança: as trevas, a ignorância, a estupidez.

 

***

(**) Obriguei-me a ver matar um Touro (nas imagens da reportagem) algo que nunca tinha visto, nem nos meus mais pavorosos pesadelos.  Agora posso dizer do horror que tais imagens me provocaram, rasgando-me a alma. Como é possível banalizar a morte de um animal como eu, diante de um povo primitivo, bronco, histérico, a aplaudir os estertores dessa morte, que são exactamente iguais aos do animal-homem? Mas mais incrível é saber que em Portugal, um acto tão bárbaro como este é permitido por lei. A que espécie pertencerão este povo que aplaude, e estes governantes que permitem que uma morte tão cruel possa ser alvo de algo chamado “festa”? À espécie humana NÃO pertencerão, com toda a certeza.

 (**) A natureza biológica do Touro é senciente, de acordo com o Médico-Veterinário Nuno Paixão, que participou no debate que se seguiu à emissão da reportagem, abordando também a questão da “selecção artificial” do Touro dito bravo, que não existe na Natureza.

Nuno Paixão, referindo-se a Joaquim Grave, um ganadeiro que promove touradas e diz-se veterinário: «Um veterinário que diz que o Touro não sofre, não é médico-veterinário». Para mim, é um carniceiro.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:46

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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2025

Debate SIC Notícias sobre tauromaquia (fora de horas) foi um debate entre a Racionalidade e a Irracionalidade; o Conhecimento e a Ignorância; o Bom Senso e a Insensatez (Parte I)

 

No passado domingo, dia 14 de Setembro, a SIC Notícias emitiu um programa sobre a selvajaria tauromáquica, vulgo tourada, sob o título Touradas - Tradição ou Crueldade?

 

Tourada 19.PNG

As touradas NÃO continuam a encher praças.

Veja aqui uma das imagens da reportagem passada antes do Debate:

Touradas 17.PNG

 

Antes do debate, em que participaram Luís Capucha, Presidente da Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal e vice-presidente da Prótoiro, Sociólogo (o que seria se não fosse) , docente no Iscte-IUL, ex-director geral da DGIDC-Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular e Paulo Pessoa de Carvalho, da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos, representantes da Irracionalidade, Ignorância e Insensatez; e  Inês de Sousa Real, deputada da Assembleia da República pelo PAN – Pessoas Animais Natureza e Nuno Paixão,  Médico-Veterinário, formador, mestre em táctica e mestre em Operações Especiais com Cães, representantes da Racionalidade, Conhecimento e Bom Senso, a SIC Notícias apresentou uma excelente reportagem, que, numa escala elevada ao infinito, mostrou toda a crueldade, a boçalidade, a estupidez, a ignorância, a irracionalidade, a falta de bom senso, de insensatez  e de empatia (um dos mais nobres sentimentos, comum a todos os animais que connosco partilham o Planeta), das criaturas que praticam, aplaudem e apoiam a tauromaquia.

A reportagem, que abordarei na Parte II, desta minha análise,  apresentou cenas de uma crueldade indescritível, que tenho a certeza de que nem os mais primitivos homens das cavernas tiveram a cobardia de as praticar contra os animais não-humanos, que eram a base da sua subsistência, porque não tinham ainda o conhecimento da Agricultura, que veio mudar os hábitos e o pensamento daqueles seres humanos que seguiram o caminho da Evolução, algo que os tauricidas, aficionados e apoiantes de touradas ainda não conseguiram sequer vislumbrar, porque vivem na escuridão total.



Evidencio aqui os seres não-humanos, porque os adeptos da tauromaquia, não tendo capacidade de pensar, acham que eles próprios não são animais, acham que são de uma raça superior. Para eles, animais são os Touros, que nasceram para ser torturados e, com o seu sofrimento, divertirem uma plateia de cegos mentais, e esta é a primeira grande ignorância dos pró-tourada. Podemos conjecturar: se eles não são animais serão então ervas daninhas?

 

O que disseram os intervenientes pró-tourada no debate, que durou apenas 30 minutos, durou das 22h30m às 23 horas, um horário em que noutros canais se falava de futebol e outros assuntos de mais interesse para os telespectadores nocturnos. O horário para passar a reportagem e o debate, não podia ter sido mais inconveniente. Mas o editor do programa sabia o que estava a fazer.


Luís Capucha, não fez jus aos seus pergaminhos, de tal forma que me faz duvidar que os tenha, pois a sua mentalidade é tão primitiva, tão medieval, tão cristalizada, tão atada às falsidades tauromáquicas, que de tanto serem repetidas ao longo dos séculos transformaram-se em verdades, porém, apenas para os que não evoluíram, para os incultos.

Capucha disse que os animais não têm direitos, só os teriam se tivessem deveres; chamou espectáculo à selvajaria tauromáquica, que não passa de uma prática bárbara e sanguinária. O espectáculo fascina as pessoas cultas, as touradas provocam-lhes asco e vómitos. Disse ainda que os Touros de lide têm genes que os impelem para a lide, e produzem endorfinas que evitam sentir dor. É por não sentirem dor que se ouvem os seus urros desesperados quando lhes espetam bandarilhas e perfuram as suas entranhas, sendo abafados pelos pasodobles interpretados pelos corneteiros de serviço.

 

O Médico-Veterinário Nuno Paixão desmentiu-o, com argumentos científicos, linguagem totalmente desconhecida para os incultos adeptos da selvajaria tauromáquica.  

 

Capucha considerou a selvajaria tauromáquica “arte e cultura humanística”.  Vejam na imagem a “arte” e a “cultura humanísticamoldada num forcado: um Touro embolado, portanto desprovido da sua capacidade de se defender, cravado de bandarilhas, que lhe rasgaram as carnes, e o fizeram sangrar, estando, mais morto do que vivo, a ser violentado na sua mortificação, na sua dor, no seu sofrimento, pelo cobarde forcado. E depois não querem que desejemos ao cobarde forcado que lhe façam o mesmo, para ver se sente ou não sente dor. Porque a dor é a mesma, em qualquer mamífero, com um ADN 80% semelhante ao do homem. A Biologia é a mesma.

 

Capucho disse ainda que há uma diferença entre dor e sofrimento, demonstrando que nada sabe das Ciências Biológicas:  Biologia, Zoologia, Ecologia, Fisiologia, Genética, entre outras. Capucha só sabe que pode espetar-se bandarilhas nos Touros à vontade, que isso não faz a mínima mossa no corpo do animal, por causa da endorfina. A isto chama-se IGNORÂNCIA, da mais pura e dura.  

SIC NOTÍCIAS.png

 

É este o símbolo da identidade dos alentejanos: um forcado, numa posição ridícula, parecendo um galo abespinhado, de asas abertas, a afrontar cobardemente um Touro moribundo. Isto só demonstra o mau-carácter, a baixeza de espírito, a falta de empatia, a crueldade, a desumanidade dessa personagem insólita elevada a “herói” pelos sádicos e psicopatas, e quando calha morrer na arena, quando o Touro reúne as derradeiras forças para se defender do ataque brutal do seu carrasco, é aplaudido, tal como é aplaudido o Touro e o Cavalo quando barbaramente morrem na arena.  O gozo da morte que percorre a plateia, é o mesmo para o Touro, para o Cavalo e para os seus carrascos.

 

O único herói de uma tourada é sempre o Touro.

 

Capucho ainda teve tempo de dizer que se acabassem as touradas os Touros de lide desapareceriam. MENTIRA. Mais uma ignorância, desmentida pelo Médico-Veterinário Nuno Paixão. O Touro de lide ou Touro bravo NÃO existe na Natureza. São fabricados pelos ganadeiros, e tanto os massacram desde a nascença e durante os quatro anos que dizem levar uma vida de rei, livres, nos prados, que quando chega a hora de entrarem na arena, depois de estarem às escuras dentro de uma caixa, durante um tempo infinito, o Touro embolado, sem ter como sair dali, vê-se acossado e fica bravo. Diz Nuno Paixão: tal como quando somos encostados à parede somos bravos. Qualquer animal fica bravo nestas circunstâncias, e os Touros NÃO investem em qualquer circunstância, a não ser quando são acossados.

Paulo Pessoa de Carvalho não teve muito tempo de antena, mas o pouco tempo que teve foi para dizer disparates. Disse esta coisa espantosa: ao longo dos tempos temos evoluído. Saberá PPC o que é evolução? Evolução é acabar com a tortura de Touros em todas as suas vertentes, para divertir não milhares de adeptos, como foi dito, mas apenas uns meros 200 mil, que ainda não saíram da Idade das Trevas. Os Touros não nasceram para serem toureados, torturados, massacrados, sangrados. Os Touros têm uma função na sua existência, e essa função NÃO é serem torturados na arena.

É da estupidez achar que os Touros vivem como reis durante quatro anos, pastando nos campos, sendo ao mesmo tempo massacrados para ficarem bravos, e depois serem sujeitos às mais bárbaras crueldades e torturas nas arenas. Só os estúpidos são capazes de dizer tal coisa e acreditar nela.

 

Inês de Sousa Real esteve muito bem. Defendeu com conhecimento e inteligência os Direitos dos Touros, estando muito bem informada sobre as leis, sobre os Direitos dos Animais, sobre as Ciências Biológicas, e meteu no chinelo os seus interlocutores pró-touradas, e mais, mete no chinelo, quando se trata de discutir esta matéria, os trogloditas que estão em maioria na Assembleia da República. Por isso, é tão odiada, maltratada, vilipendiada. É deputada única pelo PAN. É. E daí? Mais vale ser UMA e saber o que diz e o que faz, do que serem muitos e NÃO saberem o que dizem e o que fazem, demonstrando ignorância e incompetência.  Inês de Sousa Real entrará para a História. Os deputados trogloditas ficarão à porta, de pés descalços, sem glória alguma.

 

Neste debate ficou bem clara a miséria moral cultural, social e civilizacional da selvajaria tauromáquica. Os argumentos dos dois prós foram de uma ignorância atroz; a Inês e o Nuno Paixão apresentaram argumentos racionais que deitaram por terra os argumentos irracionais dos dois defensores da barbárie.

 

Na Segunda Parte desta minha análise, falarei sobre o que se viu e ouviu na reportagem, e que é de bradar aos céus. Faz-nos interrogar se realmente estamos vivemos num País civilizado e evoluído, em pleno Século XXI d. C., ou no tempo onde a Santa Ignorância era a santa mais consagrada.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:05

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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2025

O arranque de bandarilhas a um Touro acabado de ser torturado numa arena montada em Ponte de Lima, em 14 de Setembro de 2025

 

Gente bárbara, cruel, abaixo de animal, porque nenhum outro animal na Natureza se comporta desta maneira tão  malvada.

Tudo isto acontece sob a alçada de governantes também trogloditas, e de uma igreja católica pouco ou mesmo nada Cristã, que apoia esta prática cruel.

Clicar na imagem e depois ver no Facebook.

Estas são imagens de uma prática horrenda que poucos sabem que existem.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:42

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2025

Ministério Público abre inquérito à morte do forcado

 

Esperemos que encontrem matéria para porem na cadeia os responsáveis por esta morte.

E olhem que NÃO foi o Touro.

Pode ser que a morte deste forcado não tenha sido em vão, e tenha contribuído para ACORDAR as consciências atrofiadas de todos os que praticam, aplaudem e apoiam  esta prática bárbara, que contribui para que Portugal seja um país terceiro-mundista.

Há muitos implicados nesta morte.
E sabemos quem são os maiorers cúmplices.

E se nós sabemos, o Ministério Público também há-de saber.

Isabel A. Ferreira

 

Capture.PNG

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:36

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O direito torto de Sérgio Guerreiro

 

 

Sérgio Guerreiro, direito de gostar de tortura de Touros, diga assim, porque as touradas não passam disso mesmo: divertirem-se a ver torturar Touros. Isso é coisa de sádicos e psicopatas.

 

Ter Direitos tem muito o que se lhe diga. Acha que um pedófilo tem o direito de gostar de "pedofilar", por exemplo, um filho seu? Ou um violador ter o direito de gostar de violar uma filha sua?

 

É que os actos dos torturadores de Touros, dos pedófilos e dos violadores estão ao mesmo nível no que respeita à repulsa que tais actos causam às pessoas civilizadas, às pessoas que já evoluíram, além de todos os mencionados sofrerem de deformações mentais graves.

 

Posto isto, ter o direito de gostar de tortura de Touros NÃO se encaixa no rol dos direitos humanos.

 

Isabel A. Ferreira

 

Eu tenho o direito de gostar de tourada.png

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Sábado, 30 de Agosto de 2025

Manifesto pelo Touro

 

Manifesto pelo Touro - 2.PNG

 

O Touro não é um brinquedo.
Não é um número de circo, não é uma sombra para entreter multidões sedentas de sangue.
O Touro é terra, é vida, é força sagrada.
É a respiração da natureza materializada em músculo e olhar.

Os seus olhos carregam milénios.
Olhos que viram o homem nascer, cultivar, erguer templos, rezar aos céus.
Olhos que guardam segredos que nós já esquecemos, porque trocámos a sabedoria do silêncio pelo ruído da vaidade.

O Touro foi símbolo de deuses e guardião de colheitas.
Foi desenhado em cavernas, venerado em templos, celebrado em danças.
Não como vítima, mas como espírito.
Não como espectáculo, mas como essência.

Quando um Touro corre livre, a terra treme em festa.
É a dança da vida bruta, da alegria sem máscara.
É poesia em movimento.
E quem já o viu sabe: não há espectáculo humano que iguale a beleza de um Touro em liberdade.

Mas nós, que devíamos proteger o que é sagrado, aprisionamos o sagrado na arena.
Transformamos força em ferida.
Transformamos dignidade em espectáculo.
Transformamos vida em tragédia.

E depois dizemos que é tradição.
Como se a dor tivesse direito de se mascarar de cultura.
Como se a morte pudesse vestir-se de aplausos.

O Touro é muito mais do que isso.
É resistência. É paciência. É um mestre silencioso.
Só ataca quando provocado. Vive em paz até que a violência o arranque dela.
No fundo, ele é mais humano do que nós.

Olha bem para um Touro.
Olha a imponência dos seus chifres, a nobreza da sua postura, a calma da sua respiração.


Aquilo não é um animal para matar.
Aquilo é uma lição para aprender.

O Touro ensina-nos a dignidade.
O Touro ensina-nos a força.
O Touro ensina-nos a liberdade.

E talvez um dia, quando já não houver arenas nem gritos, apenas campos e silêncio, possamos finalmente perceber:
O Touro não nasceu para morrer no espectáculo humano.
Nasceu para viver na poesia da terra.

 

Fonte do texto:

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2755293237997019&set=a.120862091440160

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 16:06

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Sexta-feira, 20 de Junho de 2025

Ponte de Lima: o último reduto da barbárie ao Norte de Portugal, com o cruel episódio da “Vaca das Cordas”, algo que só trogloditas e broncos praticam...

 

Informação do PAN:

Em Ponte de Lima, um touro com 550 quilos foi forçado a correr pelas ruas, amarrado por cordas, em pleno calor extremo — tudo em nome de uma tradição. A própria organização admitiu temer que o calor enfraquecesse o animal, que se quer “bravo” para divertir quem assiste.

O sofrimento animal não é cultura. Não é tradição. É crueldade normalizada. O PAN contactou as autoridades policiais e a DGAV para pedir a fiscalização ao evento.

Nós mostramos a nossa indignação a estas práticas que ignoram o bem-estar dos animais e colocam vidas em risco. O respeito pelos animais é o mínimo numa sociedade que se quer evoluída e compassiva.

 

***

 

Porém, mudam-se os governos, mas a vontade de continuar a maltratar animais tão sensíveis como os bovinos, é maior do que a racionalidade.

 

 Isto seria um crime, em Portugal, se os governantes considerassem os Touros ANIMAIS. Como os consideram, talvez, uma espécie de planta brava, dão aval para que esta barbárie continue a existir na Terra dos Trogloditas, mais conhecida por Ponte de Lima.

 

Até quando?

Até quando os Portugueses Pensantes correrem com os trogloditas da Assembleia da República, que são aqueles que cozinham a tauromaquia, para que perdure ad aeternum...

Até ver!

 

Isabel A. Ferreira

 

VACA DAS CORDAS.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:35

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Quinta-feira, 13 de Março de 2025

Notícia no “Diário do Distrito» (Setúbal): «Touros em Setúbal: o regresso está mais perto do que nunca?» O que significa isto? Setúbal pretende regressar à Idade das Trevas com a reintrodução da selvajaria tauromáquica? Quanto retrocesso!

 

Esta novidade retrógrada começa assim:

«A tauromaquia volta a ganhar força no distrito de Setúbal e pode regressar à cidade, mesmo que em versão ambulante. A Associação PróToiro pressiona a câmara municipal para definir o futuro da histórica Praça Carlos Relvas.»


Tanto em que investir os dinheiros públicos, em melhoramentos de escolas, saneamento,  casas sociais, uma infinidade de necessidades prementes, e  a Câmara Municipal de Setúbal terá o desplante de ir esbanjar os dinheiros públicos a restaurar o antro de selvajaria tauromáquica a que deram o nome de Carlos Relvas?

 

A tauromaquia é a arte da cobardia.
É isto que querem para a cidade de Setúbal?

COBARDIA.png

 Um cobarde forcado ataca um Touro moribundo,  a sangrar por dentro e por fora, de cornos embolados, sem poder defender-se, e os sádicos divertem-se com o sofrimento deste ser vivo, que tem muito mais dignidade do que o cobarde que o ataca.

VALENTIA.jpg

«A verdadeira valentia não está em enfrentar um Touro debilitado, mas em levantar a voz contra uma tradição cruel»

Origem da foto: 
https://www.facebook.com/photo?fbid=1058412552977963&set=a.460332692785955

***
 

Vou deixar aqui uns links que contam a miséria social de Setúbal, à qual querem juntar a miséria moral que é andarem a  divertir-se à custa do atroz sofrimentos de bovinos, animais sencientes?

Custa assim tanto EVOLUÍREM?

Setúbal, uma cidade do século XXI com problemas do século XX

(Setúbal tem actualmente locais das suas freguesias sem acesso à rede de águas públicas e sem saneamento básico)

Setúbal - 50 anos depois falta (quase) tudo

(Setúbal é um concelho onde há problemas em todos, ou quase todos, os sectores do Estado, da saúde à educação, da mobilidade ao ambiente, do investimento ao desenvolvimento económico, da criminalidade ao desemprego.)

A pobreza, a doença e o distrito de Setúbal

(O distrito de Setúbal é das regiões da Europa com mais pessoas a viver em barracas.)

Desafios Sociais em Setúbal: Protocolo Revela Necessidades Urgentes

(O presidente da Cáritas Diocesana de Setúbal enfatizou a importância da parceria entre a instituição e a C. M. Setúbal na resolução dos desafios enfrentados por essas pessoas vulneráveis, destacando:

Habitação: altos valores de arrendamento deixam muitos sem tecto, com respostas de emergência insuficientes.

Emprego: desemprego elevado, especialmente entre imigrantes, levando à informalidade e queda de renda.

Educação: falta de vagas em pré-escolas e creches compromete a integração das crianças e a disponibilidade dos pais no mercado de trabalho.

Saúde: poucas respostas para saúde mental e deficiências, deixando muitos desamparados.

Assistência Social: aumento dos pedidos de apoio alimentar e falta de vagas em residências para idosos.)

 ***

Algumas destas situações têm vindo a ser resolvidas, mas enquanto houver um só problema destes em Setúbal, esbanjar dinheiros públicos a restaurar um antro de tortura de bovinos é meter a mão nos bolsos dos sadinos mais desfavorecidos.

 

ABAIXO o antro de tortura Carlos Relvas!!!!

VIVA a cidade de Setúbal limpa do lixo tauromáquico!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:43

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Segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2025

«Futuro da tauromaquia esteve em debate na ilha Terceira»

 

Notícia: «Mais de 250 pessoas de oito países taurinos [SETE, porque a Colômbia deixou de ser troglodita] reuniram-se na Terceira para o IV Fórum Mundial da Cultura Taurina, de forma a discutir o futuro da tauromaquia através de mesas redondas e conferências. Profissionais de diversas áreas procuraram definir novas directrizes e estratégias, com temas actuais.» 

Quem estiver interessado em ouvir disparates e ignorâncias, clique no link:

https://www.youtube.com/watch?v=0GnQMI-K0qk

***

O mundo está de pernas para o ar, à beira de uma catástrofe global, e os da ilha Terceira reúnem-se para discutir o futuro da SELVAJARIA TAUROMÁQUICA, uma prática medieval, onde gente que NÃO evoluiu tortura cruelmente, barbaramente bovinos indefesos, inocentes e inofensivos, para divertir sádicos trogloditas.

Além deste absurdo, o que se disse neste "debate" é de uma ignorância e estupidez gigantescas, demonstrando ao mundo que a ilha Terceira não saiu da Idade Média, e que o seu povo troglodita [porque os há cultos, mas impotentes] em vez de evoluir parou no tempo.

 

Isto envergonha Portugal e os Portugueses evoluídos. É a manifestação da INCULTURA no seu melhor. Como é que isto é possível, em pleno ano 2025 depois de Cristo?

É possível, porque o Parlamento Português é constituído por uma maioria de trogloditas, que acham que a evolução do País passa pela prática selvática, que é a tortura de Touros. O que vale, é que o mundo racional está a virar as costas a esta selvajaria contra seres inocentes, indefesos e inofensivos não-humanos, porque tem a selvajaria contra seres humanos, também inocentes, indefesos e inofensivos, para se preocupar, uma vez que no mundo andam à solta criaturas selváticas, acéfalas que não têm capacidade intelectual para saber distinguir o Bem e o Mal, o Certo e o Errado.

 

Triste povo é o povo que opta pela INCULTURA, quando podia optar pela CULTURA.


Para que se veja o que eu pretendo dizer, quando chamo SELVAJARIA TAUROMÁQUICA ao que os trogloditas chamam "cultura" e "arte" deixo aqui uma exposição dessa "cultura" e dessa  "arte", para que os leitores possam dizer de sua justiça.

 

«Estava aqui uma vida que sofreu atrozmente, sob os aplausos de uma multidão em festa»...

 

*** 

 

Eis o resultado final do que em Portugal chamam de "tradição", "arte", "cultura", "festa", "alegria" e "património":

 

 

O Touro é um mamífero superior, e possui um sistema nervoso central tal como o Homem. 

O que aqui se apresentou não passa de tortura e massacre de um ser vivo que sente a dor tal como todos nós a sentimos.  

 

 

 

Será isto arte?...

 

6547731_69A5h.jpg

Será isto Cultura?

Sorte de varas.png

 

 

 

Tirar farpas.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Será isto festa?... 

 

 

Sera isto alegria?... 

 

 

 Será isto património de alguma coisa?...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:48

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