Quarta-feira, 14 de Agosto de 2019

TOURO MORRE BARBARAMENTE, NA BÁRBARA “CAPEIA ARRAIANA” EM SABUGAL

 

Como é possível tal crueldade existir em Portugal?

Ó, os de Sabugal! Não sabem divertir-se civilizadamente?

Quanto atraso de vida, quanto atraso de mentalidade!

Isto não dignifica nem Sabugal, nem a Humanidade!

E é isto património cultural imaterial? Só mesmo num país onde a Cultura rasteja na lama.

Veja-se o vídeo aqui:

https://www.facebook.com/ONGANIMAL/videos/vb.153439512953/465952094246505/?type=2&theater

 

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Prática horrorosa, selvática, primitiva, cruel, desadequada à modernidade.  Se querem "capear" capeiem-se uns aos outros,  ó gente de Sabugal! 

 

Texto da ANIMAL

 

Pelo segundo ano consecutivo (que tenhamos imagens, porque, seguramente, este tipo de tragédia não se limitou a estes dois anos) morre um touro no Soito, Sabugal, numa Capeia Raiana. Espantem-se, falamos de uma actividade registada como Património Cultural Imaterial no Inventário Nacional do Instituto dos Museus e da Conservação.

 

Estas imagens são deste ano (sábado passado). Informamos que a ANIMAL já se pôs em campo, passando todas as informações que tem à DGPC e não só.

 

Repetimos: a tauromaquia não passa de um exercício de violência pura. Aficionados dirão "acidentes acontecem", nós dizemos "há acidentes que podem ser evitados se actividades macabras de barbarização de animais não existirem."

 

A ANIMAL continua o seu trabalho de quase 25 anos contra a tauromaquia e continuará sempre a denunciar situações destas.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Terça-feira, 13 de Agosto de 2019

GRANDE FIASCO: TOURADA PARA AS “MULHERES”, EM PONTE DE LIMA, FOI CANCELADA LOGO AO PRIMEIRO TOURO

 

No passado domingo, em Ponte de Lima (vila muito atrasada civilizacionalmente, diga-se de passagem) era para se realizar uma sessão de selvajaria tauromáquica “dedicada” às “mulheres”, protagonizada por três louras montadoras de Cavalos: Sónia Matias, Ana Batista e Verónica Cabaço.

 

Refira-se que a assistir a esta selvajaria estavam cerca de 200 gatos-pingados (e eles dizem que são aos milhares).

 

Uma coisa é certa, tudo está a correr mal na tauromaquia, que está adar as últimas. E agora é definitivo. Isto não vai com leis, vai com a extinção natural de uma prática que já não tem cabimento nos tempos que correm.

 

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A sessão selvática foi cancelada logo no primeiro Touro, toa ser torturado por Sónia Matias, porque o chão da arena estava encharcado, transformado num mar de lama, e diz a notícia que a Sónia até “sofreu” (comparado com o Touro, nem sabe o que isso é) alguns sustos durante a lide.

 

Mas pau que nasce torto tarde ou nunca se endireita. Uma sessão de selvajaria tauromáquica para “homenagear” mulheres é um insulto à feminilidade e à sensibilidade de quem nasceu MULHER (porque há as que são apenas fêmeas) portanto, isto, à partida, tinha tudo para dar errado.

 

E é assim que se esbanja dinheiros públicos, num “divertimento” para duas centenas de broncos.

 

E isto só é possível, porque o PS, o PSD, o PCP e o CDS/PP não têm a hombridade de votar contra esta aberração, quando o Bloco de Esquerda, o PEV e o PAN apresentam projectos para acabar com esta vergonha, que só desprestigia Portugal e a Humanidade.

 

Sabem em que NÃO hão-de votar, não sabem?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:33

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Sábado, 10 de Agosto de 2019

SEIS FORCADOS FERIDOS, DOIS COM GRAVIDADE, NUMA SESSÃO DE TORTURA DE TOUROS EM TOMAR, APOIADA PELO GOVERNO PORTUGUÊS

 

Quem anda à chuva molha-se, e quando é por gosto e com apoio dos governantes, não estará tudo bem?

 

O pior disto tudo, é que somos todos nós, com os nossos impostos, a pagar os tratamentos a estas criaturas cobardes, que vão para as arenas torturar Touros moribundos, por GOSTO, e para divertir os SÁDICOS.

Os Touros, em legítima defesa, reúnem as derradeiras forças, e marram (e têm esse direito) para defender a VIDA, e os cobardes choram, não aprendem nada, e quando ficam estropiados querem ser ajudados!... Por alma de quem?

 

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Origem da imagem:

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1303098/seis-forcados-feridos-dois-com-gravidade-na-corrida-de-touros-de-tomar

 

A notícia refere que as vítimas pertencem ao Grupo de Forcados Amadores do Montijo e ao Grupo de Forcados Amadores de Tomar.

 

Vítimas? Que vítimas? Se a única vítima ali é o Touro moribundo, atacado por cobardes. Os cobardes foram para arena por livre e espontânea vontade. O Touro foi levado para a arena à força. Portanto, os forcados não são vítimas. Estavam ali apenas a pedi-las.

 

Se estivessem a TRABALHAR na lavoura, não teriam sido colhidos por um Touro, que apenas se defendeu dos ataques cobardes dos forcados.

 

Ai sofreram traumatismo cervical grave? Lesão no ombro? Pancadas? Perfuração de pulmão? Fracturação de costelas? Escoriações várias?

 

Esperavam o quê? Que o Touro lhes fizesse festinhas? O Touro cumpriu o derradeiro dever de defender a própria VIDA.

 

Os forcados estavam lá para DAR CABO DELE.

 

Querem o quê? Que lamentemos? Não aplaudimos, mas não choramos baba e ranho por carrascos de seres vivos.

 

Lamentamos, sim, os pobres Touros moribundos, que caem nas mãos dos cobardes forcados.

 

Lamentamos também que os cobardes se divirtam a torturar bovinos, que pertencem às lezírias, não, às arenas.

 

Lamentamos que o governo português apoie esta deformação mental que se prolonga desde a Idade das Trevas, e ainda a mantenha em pleno século XXI depois de Cristo.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:10

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Quinta-feira, 27 de Junho de 2019

«A MORTE NATURAL DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL»

 

Quem o diz é Aitor Hernández-Morales, (correspondente em Portugal do Jornal El Mundo). Aitor refere que em 2018 realizaram-se apenas 173 touradas no país vizinho, ou seja, em Portugal, num novo mínimo histórico. O texto está escrito em Castelhano, num site espanhol.

Traduzi-o para Português, e o original vem indicado num link mais abaixo.

 

Nem tudo o que Aitor Hernández-Morales escreve corresponde à verdade. Por isso, decidi apensar umas NOTAS repondo os factos tal como são.

 

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Texto de Aitor Hernández-Morales

(Traduzido do Castelhano por Isabel A. Ferreira)

 

«Houve um tempo em que a cidade portuguesa da Póvoa de Varzim era conhecida pela sua afición tauromáquica. No século XVIII, as touradas eram realizadas na praça principal da fortaleza da cidade, e nos anos 40 do século passado, a popularidade da lide entre os habitantes locais era tal que eles exigiram a construção de uma grande praça no centro da cidade.

 

No entanto, setenta anos depois, as touradas já não entusiasmam os poveiros, e a monumental praça tem os seus dias contados. Durante anos, realizaram-se touradas na cidade, e a arena, construída para acolher os grandes toureiros de então, tem estado meio abandonada. Com a finalidade de melhor aproveitar o recinto (…) a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim anunciou que em poucos meses a praça será demolida; no seu lugar será construído um pavilhão municipal multiusos, com instalações que a autarquia considera ser de maior interesse para os residentes locais.

 

O destino da Praça de Touros da Póvoa de Varzim é idêntico ao de muitas outras que desapareceram nos últimos anos em Portugal, onde a tauromaquia parece estar em vias de extinção. De acordo com o mais recente relatório da Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC), entidade estatal encarregada de supervisionar a tauromaquia em terras lusas, em oito anos os eventos tauromáquicos perderam quase metade do seu público, passando dos mais de 680.000 espectadores em 2010, para os 379.000 registados no ano passado. Em 2018, o número de eventos tauromáquicos em Portugal também caiu para mínimos históricos: das mais de 300 touradas realizadas em 2006, apenas 173 ocorreram no ano passado.

 

O ocaso de uma actividade histórica

 

Durante séculos a actividade tauromáquica foi um elemento fundamental da cultura portuguesa. Documentos históricos mostram que as touradas já foram realizadas em Portugal no século XII (1), e no século XVI o rei português exigiu a interferência do Papa quando um inquisidor de Lisboa tentou abolir a actividade. No século XIX, surgiu o factor que hoje em dia continua a diferenciar a lide portuguesa da espanhola: as autoridades proibiram a morte do Touro em público, de maneira informal, e assim nasceu a “tourada portuguesa”, na qual o touro morre nos curros da praça, ou directamente no matadouro. (2)

 

As touradas fascinavam os Lusos do século passado, e em algumas cidades portuguesas a obsessão pelas touradas abeirava a loucura (3). No Porto, havia 11 praças a funcionar ao mesmo tempo e, na cidade vizinha de Espinho, a praça primitiva acolhia um público de mais de 5.000 espectadores. Quando assumiu o poder, o ditador António de Oliveira Salazar reconheceu a força deste sector e decidiu dar-lhe apoio oficial (4). Ao longo do seu regime do Estado Novo (1933-1974) o Governo (Salazar) apoiou a tauromaquia e subsidiou a construção de praças não só em Portugal, mas também nas então colónias portuguesas de Angola e Moçambique (5).

 

No entanto, a Revolução dos Cravos, em 1974, pôs fim a tudo isso. Tal como o fado, a luta também foi rejeitada quando vista como uma actividade excessivamente associada à ditadura de Salazar. Sem apoio institucional, as touradas passaram a depender de um público cada vez mais desinteressado em um sector hoje visto como algo reaccionário, cruel e desonesto. (6)

 

Actualmente existem alguns locais activos nas regiões centro e sul, nas regiões agrárias do Alentejo e Ribatejo, em lugares como Vila Franca de Xira, Évora, Estremoz e Montijo. A praça mourisca do campo pequeno em Lisboa - o equivalente português de Las Ventas em Madrid - foi parcialmente convertida num centro comercial e actualmente acolhe mais concertos e convenções do que touradas.

 

Um tema apolítico

 

No país vizinho (Portugal) a tourada não tem cores ideológicas: onde há menos touradas é na região Norte, reduto dos conservadores portugueses, enquanto o Alentejo - feudo tradicional dos comunistas portugueses - foi onde se realizou o maior número de touradas, no ano passado. Ao contrário de Espanha, onde comunidades autónomas como as Ilhas Canárias e a Catalunha promoveram a abolição da tauromaquia, e onde outras como Madrid e Múrcia financiam a lide - em Portugal os políticos têm permanecido fora do debate sobre o futuro das touradas (7).

 

Na Assembleia da República, os deputados rejeitam a proibição das touradas - há um ano a grande maioria votou contra uma proposta que teria abolido a lide em terras lusas - mas também não mantêm a lide com subsídios. A nível local, menos de 10% dos municípios portugueses destinam fundos à prática de actividades tauromáquicas (8).

 

Desta forma, o futuro do sector é decidido pela lei do mercado, e o desinteresse do público tem um papel determinante no resultado da situação. Embora a tourada portuguesa não desapareça completamente amanhã, a cada ano que passa é menos viável realizar touradas em praças meio vazias.

 

Embora lamente a tendência, o sociólogo Luís Capucha, presidente da Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal (ATTP), clama que «o futuro de um evento popular está nas mãos do povo» e não nas mãos de políticos.

 

«Lamento que desapareça, porque para os aficionados o Touro é um animal sagrado, que nós respeitamos pela sua bravura, e é uma lástima que se proíba o motivo pelo qual foi criado, ou seja, para lutar pela sua morte digna».

 

«No entanto, não há necessidade nem que o Parlamento, nem que um autarca proíba as touradas; já existem muitas pessoas para quem os Touros não lhes dizem nada. Se uma cidade quer realizar touradas, que paguem para vê-las. E se não, então não as tenham». (9)

 

Texto original em Castelhano neste link:

https://cadenaser.com/ser/2019/06/18/internacional/1560868236_101781.html?fbclid=IwAR0bwlN3-gu7B3aiXbRjBUYUXweihJUNkBuz1t91TEiWewra1_N_Comj6K4

 

***

 

NOTAS:

 

(1) As touradas foram introduzidas em Portugal, pelo Rei Filipe II de Espanha, I de Portugal, na segunda metade do século XVI.

 

(2) O que na realidade acontece, é que os Touros não morrem nos curros das praças, porque deixam-nos ficar ali a morrer lentamente, sem qualquer lenitivo, dois ou mais dias, até que os levem para o matadouro. Alguns morrem com grande sofrimento, antes de os levarem.

 

(3) Ainda hoje podemos comprovar essa loucura nas localidades   mais atrasadas, onde a tauromaquia está ainda arreigada, como no Ribatejo e Alentejo, em algumas ilhas dos Açores, nomeadamente ilha Terceira, e Ponte de Lima.

 

(4) Apesar de se ter realizado a Revolução de Abril, que pretendeu acabar com as políticas salazaristas, todos os que vieram substituir Salazar, na dita “democracia”, continuaram, porém, com algumas políticas do ditador, entre elas esta de apoiar a selvajaria tauromáquica institucionalmente.

 

(5) Que no entanto e entretanto, abandonaram essas práticas bárbaras, levadas pelo colonizador. No que Angolanos e Moçambicanos só mostraram elevação de espírito.

 

(6) Repondo a verdade: com a Revolução dos Cravos, em 1974, não se pôs fim a tudo isto. Tal como o Fado (que foi declarado pela UNESCO Património Cultural Imaterial da Humanidade, em 2011) a Tauromaquia NÃO FOI rejeitada quando vista como uma actividade excessivamente associada à ditadura de Salazar. Pois tal actividade continua com APOIO INSTITUCIONAL, e as touradas AINDA EXISTEM, devido a esse apoio institucional. De resto, É VERDADE que existe um público cada vez mais desinteressado num sector hoje visto como algo reaccionário, cruel e desonesto. Apenas o PS, o PSD, o PCP e o CDS/PP NÃO consideram ÚTIL esta actividade monárquica e salazarista e reaccionária e cruel e desonesta, por isso, mantêm o apoio institucional.

 

(7) Os políticos NÃO têm permanecido fora do debate sobre o futuro das touradas. Os políticos portugueses, ou melhor, o PS e PCP (que se dizem de esquerda) e o PSD e CDS/PP (da direita) têm-se mantido UNIDOS a favor dos apoios às touradas, enquanto o BE, o PEV e o PAN se têm pautado pelo FIM dos apoios às touradas.

 

(8) Na Assembleia da República, graças aos deputados do PS e PCP (que se dizem de esquerda) e do PSD e CDS/PP (da direita) os subsídios às touradas mantêm-se, e não fosse isso, as touradas já teriam acabado. Duas dezenas de ganadeiros vivem à tripa forra, à custa desses subsídios, oriundos do erário público. Constituem um grupo de pressão económica aos quais aqueles partidos são completamente subservientes. E, na verdade, dos 308 municípios portugueses, apenas 40 mantêm esta prática bárbara, se bem que em franca decadência.

 

(9) O “sociólogoaficionado de touradas, Luís Capucha, considera que um “evento popular” como a tortura de touros está nas mãos de que povo? De uns poucos trogloditas que não evoluíram, e não nas mãos de políticos? Como se engana, o “sociólogo” Capucha. Aliás, fica-lhe bastante mal, como “sociólogo” proferir tamanhas patacoadas, como as que proferiu, chamando SAGRADO ao Touro que vão estraçalhar e matar lentamente, achando que o Touro foi criado para LUTAR por ESSA MORTE LENTA e INDIGNA.

Realmente não há necessidade de se proibirem as touradas, porque elas extinguir-se-ão, naturalmente, pelas mãos de aficionados como o “sociólogo” Capucha, com argumentos tão irracionais, como os que proferiu.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

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Sábado, 22 de Junho de 2019

PONTE DE LIMA: ÚLTIMO REDUTO DA BARBÁRIE TAUROMÁQUICA, NO NORTE DE PORTUGAL

 

Ponte de Lima é uma vila portuguesa, situada no Norte de Portugal, a qual ficou parada no ano de 1646. Não evoluiu absolutamente nada, civilizacionalmente, e nem dignifica a Humanidade, Portugal  e a igreja católica portuguesa.

 Uma vila a boicotar. Obviamente.

 

 

A INFAME VACA DAS CORDAS

 

No passado dia 19 de Junho, este belo Touro, de 450 quilos, serviu de divertimento à população troglodita de Ponte de Lima e os “turistas" trogloditas de sempre, sempre os mesmos, que vão àquela localidade em excursões pagas pelas autarquias também trogloditas.

 

O Touro veio de uma ganadaria de Montalegre, onde viveu poucos anos - no máximo quatro - quando podia ter vivido 20 anos.

 

As ganadarias não são um paraíso para os Touros. Até podem estar nos campos a pastar tranquilamente, mas não livremente, porque são criados unicamente para serem entregues à tortura que os leva a uma morte lenta, para que bandos de cobardes sádicos e psicopatas possam divertir-se e sentirem-se machos à custa do sofrimento de um animal inofensivo, indefeso e inocente, numa prática cruel a que chamam de “festividade”, nas ruas e touradas de praça. Os desventurados Touros são traídos por quem “cuida” deles não com afecto, mas com um interesse repugnante, assente num negócio obscuro, que envolve muito dinheiro, o que torna esta prática numa coisa ainda mais asquerosa.

 

O divertimento humano não se pode sobrepor à vida e ao bem-estar animal!

 

Neste vídeo, podemos ver a chegada do Touro, já amarrado a cordas, num visível estado de pânico, tentando, sem êxito, libertar-se dos seus carrascos. Depois foi arrastado pelas ruas de Ponte de Lima por bandos de trogloditas alcoolizados, e passou sede, sentiu medo e esteve sempre em pânico, tendo sido obrigado a dar três voltas à igreja onde o regaram com vinho, algo que nunca falta nestas práticas diabólicas.

 

Depois de várias horas em que os trogloditas andaram a babar-se e a mostrar toda a invirilidade que os caracteriza, foi abatido no dia seguinte, 20 de Junho, e vendido a um talho para ser comido como se de um troféu se tratasse, e não porque a população estava faminta.

 

Esta prática medievalesca, a que teimam em chamar “tradição”, é absolutamente fóssil e cruel e sádica, numa época em que existem várias alternativas SAUDÁVEIS e CIVILIZADAS, para as populações destas terrinhas mais atrasadas se divertirem, sem ser à custa do sofrimento de um animal senciente.

 

A origem desta prática cruel remonta a 1646, véspera da “festa católica” do Corpo de Deus, algo que devia ser considerado blasfémia, por se tratar de uma acção diabólica, em que os ditos “humanos” se transformam em verdadeiros demónios, e atacam desalmadamente, cobardemente um ser indefeso, amarrado a cordas, sem a mínima possibilidade de fuga, para se “divertirem” como broncos que são. Alogo que mete ASCO.

 

Esta prática tem origem numa lenda local que refere que a Igreja Matriz (por que é que estas práticas bárbaras estão sempre ligadas à IGREJA CATÓLICA?) da primitiva vila (que continua tão primitiva como em 1646) era um templo pagão (e continua a ser, porque cristão não é), onde se venerava uma deusa sob a forma de uma vaca. Quando o templo pagão foi transformado em igreja, pelos "cristãos", a imagem bovina da deusa foi retirada do nicho onde era venerada e, presa por cordas, foi arrastada pelas ruas da vila, até serem completadas três voltas ao templo, sendo depois arrastada pelas ruas da povoação com "aprazimento" de todos os habitantes. E a partir de então, os limianos acharam por bem manter a prática, e substituíram a IMAGEM por um animal VIVO.

 

A partir de então, a igreja católica decide manter esta prática medievalesca (existem práticas MEDIEVAIS dignas de serem ainda realizadas sem agredir a sensibilidade dos seres humanos), ligada a um ser vivo, o Touro ou uma Vaca, amarrados a cordas e arrastados pelas ruas, por um bando de bêbados.

 

Estamos em 2019 depois de Cristo, e nada justifica dar continuidade a uma prática troglodita e cruel, porque o dinheiro que aqui está em causa, é um dinheiro SUJO, que SUJA as celebrações de um CORPO que NÃO É de Deus, mas do DIABO.

 

Portanto, BASTA desta NÓDOA NEGRA a SUJAR a igreja católica e a dignidade humana, e basta de denegrir a imagem de Portugal no mundo.

 

DIZ NÃO À VACA DAS CORDAS

 

Assina e partilha a petição, pela dignidade dos animais:

 https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT89816

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:18

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Quinta-feira, 6 de Junho de 2019

«QUEM ANDA À CHUVA… FORCADO CORNEADO POR TOURO EM LARGADA»

 

Só mesmo um país atrasado e miserável para continuar a permitir a barbaridade das largadas de touros que anualmente matam e enviam para o hospital dezenas de pessoas.

(Prótouro – Pelos Touros em Liberdade)

 

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No passado dia 2 um forcado do grupo de bastardos de Tomar foi colhido por um touro durante uma largada na Chamusca.

 

De acordo com o jornal “O Mirante” está internado no Hospital de Santarém tendo sido suturado numa perna, braço e boca e sem previsões para ter alta já que não consegue andar e consequentemente não pode usar muletas.

 

Pois é quem anda à chuva molha-se e este encharcou-se porque desta vez o touro não estava moribundo bem pelo contrário.

 

Só mesmo um país atrasado e miserável para continuar a permitir a barbaridade das largadas de touros que anualmente matam e enviam para o hospital dezenas de pessoas. Quanto ao forcado temos pena!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2019/06/05/quem-anda-a-chuva-forcado-corneado-por-touro-em-largada/

 

***

Nota: Nas próximas eleições legislativas há que penalizar os partidos políticos que apoiam esta barbárie (Isabel A. Ferreira) 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:29

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Domingo, 19 de Maio de 2019

«DIZEM QUE O TOURO É BRAVO, MAS…»

 

O Touro só é "BRAVO " quando o ATACAM. Eu também sou BRAVA, quando me atacam. O que tenho de comum com o Touro? Ambos somos animais, com um ADN muito, muito semelhante. Sentimos dor, sentimos fome, sentimos sede, sentimos alegria, sentimos cansaço, sangramos, sentimos afecto, somos dotados de um sistema nervoso central, temos fígado, temos coração, e quem não sabe isto é extremamente ignorante.

Os tauricidas, que vão enganar os cegos mentais, caro Mário Amorim.

 

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Christophe Thomas, um jovem agricultor francês, comprou o Touro Fadjen, que apelidavam de “bravo”, e que estava separado para uma corrida em Barcelona. Thomas tratou e passou a cuidar dele com muito carinho e respeito. E o “bravo” passou a ser o que ele era na realidade: um bovino brincalhão, amistoso, dócil, pacífico e um bom companheiro. Tal como o cão e o gato.

 

«Dizem que o touro é bravo, mas a sua suposta bravura, não corresponde à realidade. Depois, eles nunca mostraram provas cientificas, cientificamente provadas, que provassem esta afirmação.

 

O Touro, é na realidade, um ser dócil. É um dos seres mais dóceis que existe.

 

Como prova o Fadjen, o touro, é um ser, que se for tratado com amor, amizade, companheirismo, respeito e ternura, oferece amor, amizade, companheirismo, respeito e ternura a quem o soube tratar bem.

 

Por tanto; tudo que o que os defensores da tauromaquia, afirmam sobre o touro, é mentira!

 

Mário Amorim

 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2019/05/19/dizem-que-o-touro-e-bravo-mas/comment-page-1/?unapproved=2757&moderation-hash=ec787f3b95d7546e04cab6c2b189617d#comment-2757

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:51

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Sábado, 18 de Maio de 2019

BROCHURAS FOMENTANDO SELVAJARIA TAUROMÁQUICA FORAM ENTREGUES A ALUNOS DENTRO DE SALAS DE AULAS NA ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DA BANDEIRA, EM SANTARÉM

 

Às autoridades do meu País.

À directora da Escola Secundária Sá da Bandeira, Adélia Esteves.

ASSUNTO:

Distribuição de brochuras que incentivam crianças à crueldade e à violência contra bovinos.

 

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Segundo o testemunho da mãe de um aluno, esta brochura, em papel brilhante e de elevada qualidade gráfica, com 12 páginas, foi entregue na escola do seu filho, em horário escolar, DENTRO de uma sala de aula. Como se isso já não fosse bastante para ser repudiado, a brochura foi distribuída especificamente a todos os alunos “anti-tourada”.

 

Inacreditável!

 

O que é que um encarregado de educação (seja ele anti-tourada ou não) deve fazer perante tamanha violação dos deveres de um professor, além de pedir satisfações à direcção da escola?... Deve apresentar uma queixa a todas as autoridades que estejam envolvidas com a Educação, incluindo o Ministério da Educação.

 

Os argumentos e toda a dialéctica do conteúdo da brochura é de bradar aos céus, diz a mãe do aluno, e ao dizerem que a corrida de touros é ética e moralmente boa configura um crime de lesa-infância, sabendo-se como se sabe, que as touradas não passam de uma actividade onde a violência e a crueldade se sublimam.

 

Tive conhecimento de que foram entregues a alunos da escola que esta senhora dirige, e em horário escolar, dentro da sala de aula (que devia ser um lugar venerável) brochuras a promover a selvajaria tauromáquica, actividade que, lá por ser legal, é eticamente reprovável e rejeitada em todo o mundo civilizado, face aos avanços científicos e civilizacionais já alcançados; é uma actividade geradora de grande fractura na sociedade, uma actividade inadequada aos tempos que correm (a Idade Média já ficou lá muito para trás), daí que venha expressar o meu mais veemente repúdio, pela irresponsabilidade de quem permitiu que tal acto antipedagógico e incivilizacional pudesse ter acontecido.



Uma vez que a referida brochura está repleta de falsidades e contra-informação, levando os inocentes alunos ao engano, tal nunca devia ter sido pensado, muito menos entregue aos alunos, que deviam ir para uma escola APRENDER a ser cidadãos válidos, e não a ser cidadãos inúteis e torturadores de seres vivos.

 

É necessário tornar pública a posição da senhora directora desta escola, se aprovou e deu autorização para a distribuição destas brochuras anti-civilização, anti-cultura, anti-educação, anti-social, porque o que aqui se passou é GRAVÍSSIMO.

 

É importante, pois, informar esses alunos, que foram vítimas de uma grande fraude e que estiveram expostos a grandes falsidades como a de que as touradas servem para preservação do Touro e do bem-estar animal.

 

Uma escola SÉRIA não transmite aos alunos nem falsidades, nem os incentiva à violência e crueldade contra animais tão inofensivos, indefesos e inocentes, como as crianças a quem foram dirigidas tais brochuras, que configuram um crime de lesa-infância.

 

Já é tempo de as autoridades deste nosso país terceiro-mundista porem fim a estes descalabros, e tratarem as crianças respeitosamente e com a VERDADE.

 

Espero que as actuais autoridades portuguesas façam alguma coisa útil, ao menos, uma vez na vida, e tomem as necessárias providências, para que tais actos vis não voltem a acontecer, e que a senhora directora desta escola seja chamada a prestar contas por este atentado contra a integridade moral dos alunos.

 

Com a minha mais veemente repulsa,

Isabel A. Ferreira

 

Origem da imagem:

https://m.facebook.com/photo.php?fbid=2415049605186337&id=100000439644663&set=pcb.2415050685186229&source=48&refid=52&__tn__=EHH-R

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:58

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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019

EM ESPANHA, TOUREIRO LIMPA LÁGRIMAS DE UM TOURO ANTES DE O MATAR NA ARENA

 

Isto é o expoente máximo da psicopatia, do sadismo e de uma descomunal deformação mental. Algo que deveria servir de exemplo, para se acabar de vez com esta doença do foro psiquiátrico, que se chama TAUROMAQUIA.

Em Espanha, como em Portugal.

 

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O toureiro espanhol Morante de la Puebla limpou as lágrimas de um touro já moribundo, numa arena de Sevilha, para depois lhe espetar a estocada final com o que matou, na última sexta-feira.

 

Se para alguns, se tratou de um gesto bonito e de respeito pelo animal com quem tinha travado uma batalha na Maestranza, em Sevilha, para outros foi um gesto de sadismo, depois de momentos de tortura do animal na arena.

 

"Somente uma mente retorcida e perversa seria capaz de torturar um animal até que o sangue lhe escorresse pelas suas perna,s e depois limpasse, com um lenço de mão, as lágrimas a escorrerem pela cara do Touro», escreveu no seu Twitter, Silvia Barquero, presidente do Partido pelo Bem-Estar dos Animais, PACMA.

 

Tal gesto macabro foi aplaudido pelos sádicos que se encontravam no recinto da arena, porém, nas redes sociais, isto está a ser rejeitado repulsivamente, como o acto de um psicopata. E outra coisa não é.

 

Este acto psicopata pode ser visto neste link:

https://www.jn.pt/mundo/interior/toureiro-limpa-lagrimas-de-animal-antes-de-o-matar-na-arena-10891750.html?fbclid=IwAR28j6obi-na92tFaCFsyLt9-Ztii_doAnVEI-G4FDL9M9hNJ8OEEtq10Ds

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:51

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Quinta-feira, 21 de Março de 2019

JOVEM DE 16 ANOS EM ESTADO GRAVE APÓS COLHIDA DE TOURO EM SANTARÉM

 

Em plenas festas de São José. E nem São José valeu a este jovem, que ficou gravemente ferido, quando um Touro, em legítima defesa, o colheu, no recinto da picaria, provocando-lhe um traumatismo crânio-encefálico.

Mas isto não faz parte da tão apregoada ARTE e CULTURA tauromáquicas? Que importa que morram, que fiquem feridos ou estropiados! O que interessa é a ARTE e a CULTURA que “isto” representa, e soma e segue… sempre...

Lamento pelo rapaz, que foi OBRIGADO à força (e ao bofetão, na maioria das vezes) a expor-se a estes perigos, com a conivência dos progenitores, da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, da igreja católica, e, consequentemente, com o apoio explícito do ESTADO PORTUGUÊS, que nada faz para acabar com estas tragédias. E ninguém aprende nada com elas.

 

Este é o Portugal pequenino, medíocre, troglodita, que existe dentro do outro Portugal: do Portugal para “inglês ver”.

 

picaria-santarem.jpg

 

«O jovem foi transportado para o Hospital Distrital de Santarém tendo sido depois transferido para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde está internado e a realizar exames.

 

A vítima foi socorrida pelos Bombeiros Municipais de Santarém que estiveram de prevenção nas festas. Os bombeiros assistiram ainda outras duas pessoas no local também devido a colhidas».

 

E nós todos a pagarmos para isto.

Os tauricidas não estão propriamente a trabalhar em prol da Humanidade e do Planeta, quando estas tragédias acontecem.

Então porquê os contribuintes portugueses têm de pagar estas contas? Além da REVOLTA que tudo isto provoca a quem é dotado de EMPATIA, e sofre com o sofrimento dos Touros, e lamenta o que acontece a quem adora torturar seres vivos.

 

Quanta miséria moral, social e cultural vai em Santarém!

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://correiodoribatejo.pt/jovem-de-16-anos-em-estado-grave-apos-colhida-nas-festas-de-s-jose/?fbclid=IwAR1dRN2KERwSmpO34ySQvz1J0Tz3DgiK9Ca_jckr04Z16dail2LeszEDjdw

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:54

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