Domingo, 24 de Outubro de 2021

Denúncia às autoridades portuguesas de Cartazes de incentivo à presença de menores numa tourada, a ter lugar na Arena d’ Évora, violando as leis vigentes

 

Quando as crianças NÃO TÊM PAIS, mas apenas progenitores incapazes de as EDUCAR para o Bem, para o Bom e para o Belo, a sociedade tem o DEVER de interferir e denunciar esta barbaridade, em DEFESA destas inocentes e indefesas crianças.

 

E as AUTORIDADES têm a obrigação e o dever de as DEFENDER, fazendo cumprir as LEIS, que estão a ser VIOLADAS.

 

Não será impunemente que gente com mentes deformadas formarão os psicopatas e sádicos do futuro.

 

Atentem nas imagens e digam também de vossa justiça. Deixarei mais abaixo os contactos, para fazerem as vossas denúncias.

Se não vivermos num país sem rei nem roque, estas crianças serão poupadas a imagens vionetas e degradantes, indignas de seres humanos.


ÉVORA.jpg

O DESESPERRO é tal, a falta de público é tal, que, sem terem a noção do que fazem, violam as leis dos homens e a LEI NATURAL, pois é da ANORMALIDADE tudo o que vemos e lemos nestes cartazes.

 

Fonte da imagem:

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1050553299109995&id=425211521644179

 

CONV. Borla.png

 

Exmas. Autoridades,

 

Este cartaz da Arena d’ Évora, além de constituir uma contra-ordenação punível com multa de 5 a 30 mil euros, constitui um crime de lesa-infância, por expor e incentivar crianças à crueldade, à violência e à tortura infligidas a animais sencientes.

 

Sendo verdade que as crianças podem entrar com os progenitores, também é verdade que não é pelo facto de os progenitores estarem presentes, que a tortura de Touros será mais suavizada: a crueldade e a violência estarão lá, com toda sua CRUEZA.

 

A idade recomendada para a proibição de assistir a touradas é até aos 16 anos (neste momento) e deve constar em todos os cartazes, sendo expressamente proibido incentivar crianças a assistir a estas práticas bárbaras e extremamente cruéis.

 

Os 90% da sociedade portuguesa que abominam esta prática bárbara, espera que as AUTORIDADES façam CUMPRIR A LEI, e que DEFENDAM estas crianças, que não têm culpa de terem nascido no seio de famílias dotadas de mentes completamente deformadas.   

 

Aguardando que a LEGALIDADE seja imposta, e mais do que a legalidade, a SAÚDE MENTAL das crianças seja acautelada, e esperando que as  LEIS de Protecção de MEENORES sejam cumpridas, envio os meus melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

***

 

ASSUNTO: Denúncia de Cartaz de exposição e incentivo de menores à crueldade e violência tauromáquicas, na Arena d'Évora

PARA:

igacgeral@igac.pt, sepna@gnr.pt,

gabinete.pm@pm.gov.pt

gab.ministro@medu.gov.pt

gabinete.ministro@mc.gov.pt

canal.parlamento@ar.parlamento.pt

gp_ps@ps.parlamento.pt

gp_psd@psd.parlamento.pt

gp_pp@pp.parlamento.pt

bloco.esquerda@be.parlamento.pt

gp_pcp@pcp.parlamento.pt

pev.correio@pev.parlamento.pt

Pan.correio@pan.parlamento.pt

gabinete@ch.parlamento.pt

Gabinete@il.parlamento.pt

gabinetejkm@ar.parlamento.pt

cristina.rodrigues@ar.parlamento.pt

gab.presidente@cm-lisboa.pt

correiopgr@pgr.pt

correio@sg.mj.pt

gfcj@pgr.pt

cnpdpcj.presidencia@cnpdpcj.pt

agencialusa@lusa.pt

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:28

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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021

A maior prova do mal que as touradas provocam nas crianças, pela boca de um jovem/velho que ainda vive obcecado por tortura

 

Este é um texto que publiquei neste Blogue em Março de 2014. Repesco-o, hoje, à conta do recente  "rebuçado" que o  Conselho de Ministros pretendeu dar aos anti-touradas, sem sequer levar em conta o que está em causa, quando falamos de levar crianças a touradas. Nada mudou. Nada mudará, enquanto a tauromaquia estiver sob a protecção dos que governam. O mal que isto provoca, está bem patente no que  um jovem/velho (hoje já adulto) escreveu sobre a sua experiência tauromáquica (e visivelmente traumática) desde a infância. 

 

Este texto é um valioso testemunho, que devia ser estudado por psiquiatras e psicólogos, os quais deveriam aconselhar o Conselho de Ministros a não deliberar sobre matérias sobre as quais não tem o mínimo conhecimento e nem competência para legislar.

 

Deixo-o à atenção das autoridades, que aqui são frontalmente ultrajadas, e das comissões de protecção de menores, que não cumprem a sua missão, quando se trata de proteger crianças, filhas de aficionados, criadas na violência e na crueldade infligidas a seres vivos, e que deformam, para toda a vida, as suas mentes.

 

Este texto diz claramente que a tauromaquia é protegida pelas autoridades. Porquê?

 

 

 

“Mentidero” por Duarte Palha: Desmamar a afición

 

(Nota: os excertos a negrito e entre parêntesis rectos são da responsabilidade da autora do Blogue)

 

«Mas nós diremos que não. Que não deixamos. Que é a luta que nos resta. Desobedecer cegamente. Porque não? Porque havemos de encarneirar sempre? Vamos, por uma vez, fazer as coisas à nossa maneira. Como queremos. Como seres livres que somos. Vamos levar crianças às praças. Mentir na idade que têm, escondê-las da polícia, fingir que não conhecemos a lei. Porque é essa a nossa obrigação (…) E não é a lei que nos impede de fazer o que queremos. Nunca foi.» (Duarte Palha)

 

«Lembro-me de fazer 6 anos e soprar as velas na cozinha da minha avó. Era um bolo de chocolate com gomas em forma de golfinho. Podiam ser ursos, mas eu lembro-me de golfinhos. É talvez a primeira memória visual que sou capaz de identificar no tempo. Tenho outras memórias, que julgo anteriores, mais ou menos nítidas, mais ou menos leves, perdidas na incerteza do tempo.

 

Quase todas me trazem toiros, cavalos, campinos, forcados e toureiros. Quase todas me trazem a minha aficion.» 


[Pois… é muito normal dentro das psicopatias, um jovem lembrar-se muito intensamente de episódios passados na primeira infância, mormente, se eles têm a ver com touros, cavalos, campinos, forcados e toureiros. Mas isto, nada tem a ver com a afición. Tem a ver com os cheiros que o transtornaram. 
O “Palhinha” lembra-se do cheiro da bosta, do suor, da urina, do sangue que cheirou. E isso, na verdade fica para toda a vida entranhado nas narinas, como uma doença.]

 

«Talvez mais intensa do que hoje. De usar panos de cozinha como capotes e colheres de pau como bandarilhas. O toiro era, muitas vezes, um banco - o banco parado no meio da sala, e eu em volta, a cravar ferros. Mais ou menos o mesmo que tourear um murube.»

 

[Um menino normal, nessas idades, ia para a rua jogar à bola com os amigos, mas este, não. Brincava na sala aos torcionários. Este já nasceu com a doença ancestral, a correr-lhe no sangue, e brincadeiras saudáveis não eram para ele. Por que havia de ser, se não conhecia mais nada, e quem o “educou” educou-o para a ignorância, para acrueldade e para a violência?Mas o pior, é que têm essa ignorância como uma grande sabedoria. Como uma respiração. E se não inalam aqueles odores já referidos, acham que não é viver. Pobres mentes! E de quem é a culpa? É dos legisladores e das autoridades e das comissões de “protecção”  de menores e da igreja católica, que não cumpre a sua missão cristã.]

 

«Não me lembro se era egoísta, se era chorão, teimoso ou divertido. Lembro-me de gostar de toiros. Tenho esta certeza absoluta em relação a mim. Nasci apaixonado por “isto”. Antes da memória dos golfinhos no bolo de chocolate, lembro-me de tentas no campo.»

 

[Pois… as tentas no campo… Essas é que são as memórias, não por serem boas, mas por serem as que mais o afectaram psiquicamente enquanto criança. E obviamente o traumatizaram ao ponto de não ver mais nada à frente dos olhos do que touros, touros e mais touros… Mas isso não é de uma criança com um desenvolvimento normal. Isso faz parte de um desequilíbrio mental que o acompanhou até à juventude. E deu no que deu: mais um perdido no mundo da violência, da crueldade, da tortura, da maldade, da ignorância, da estupidez, da iniquidade… e que não tem a mínima noção do que diz. Neste texto, não vejo o jovem/velho  “Palhinha” a encantar-se com uma namoradinha, por exemplo,  o que seria bastante mais saudável. Não! O “Palhinha” só pensa em touros, e no modo como os torturar. Isto é fruto de um desadequado desenvolvimento mental, desintegrado do que se considera uma vivência saudável.]

 

«Empoleirado nas varolas do tentadero da Quinta da Foz. E de querer e não poder ir aos currais, sem que alguém me levasse pela mão. E de ir aos toiros. Às corridas, ainda antes de me poder lembrar bem disso.»

 

[Por aqui podemos comprovar a má influência  que tais visões deixaram no miúdo, ao ponto de viver obcecado por isso. Ele só queria “ir aos toiros”, não porque isso fosse bom, mas porque o enfeitiçava,  o arrebatava, e nesse arrebatamento,  ele colhia todo o prazer mórbido de uma mente já doente e envelhecida. As crianças que nascem nestes meios, já nascem velhas, e poucas são as que conseguem “renascer” para uma vida saudável. O “Palhinha” é um bom exemplo disso.]

 

«Lembro-me que esperava esses dias com uma ansiedade como hoje já não espero. Nem eu, nem muitos dos actuais aficionados imberbes esperarão. Querem roubar-lhes essa ansiedade.»

 

[É natural. A ansiedade vai passando, à medida em que não depende de ninguém para ir… para ver… para estar onde está a violência, que já se entranhou na sua mente. E já não consegue viver sem esse aditivo mental.]

 

«Querem roubar a ansiedade a quem tenha menos de 12 anos. Querem acabar com as pegas a cabeças de toiro, feitas com os dedos dos pais, com as bandarilhas de colher de pau, com os capotes aos quadrados, com os bancos que marram.»

 

[Atente-se neste pormenor: «Querem roubar a ansiedade a quem tenha menos de 12 anos». Como se a ansiedade por ir ver torturar Touros fosse algo bom para uma criança menor de 12 anos, ou mesmo de um adulto! Por aqui se vê o dano mental que a tourada fez a este jovem/velho que nunca teve infância. Vejamos o que é a ansiedade: é aflição, é perturbação, é agonia, é tormento, tudo isto faz parte de uma patologia do foro psiquiátrico. E é disso que sofre uma criança sujeita à iniquidade da tauromaquia. E até são os pais que ajudam a esta “missa” , juntamente com os padres, que lhes dão a bênção.  E as comissões “protectoras”  para que servirão, se não protegem os que têm a infelicidade de nascer no seio de uma família aficionada? Bandarilhas de colher de pau? Bancos que marram? Não é isso que as imagens mostram. São bandarilhas de ferros afiados. São bezerrinhos vivos e ainda por desmamar. Além de psicóticos, tornam-se mentirosos.]

 

«Mas nós diremos que não. Que não deixamos. Que é a luta que nos resta. Desobedecer cegamente. Porque não? Porque havemos de encarneirar sempre? Vamos, por uma vez, fazer as coisas à nossa maneira. Como queremos. Como seres livres que somos. Vamos levar crianças às praças. Mentir na idade que têm, escondê-las da polícia, fingir que não conhecemos a lei. Porque é essa a nossa obrigação.»

 

[Eis o cúmulo da alienação. Eis algo juridicamente, moralmente, culturalmente, socialmente grave. Eis algo para as autoridades tomarem uma posição pública. Não podem deixar que um imberbe diga isto publicamente e se fique por aqui. Será menor para umas coisas e para outras não?

 

«Alimentar a aficion de quem a tem sem saber porquê. Porque um dia que eu seja pai, quero investir com um carrinho de mão, quero montar praças com lego, quero ir aos toiros e explicar que o forcado da cara não é um campino, por ter barrete.

 

Quero e hei-de fazê-lo. Que não é a lei que mata a aficion. E não é a lei que nos impede de fazer o que queremos. Nunca foi.»

 

-[Até ao dia de hoje, “Palhinha”. Essa protecção à tauromaquia é anticonstitucional. É um crime que todos cometem às claras… até ao dia em que hja uma autoridade competente que faça cumprir as leis… Além disso, a afición está  a morrer, por todo o mundo. E talvez mais cedo do que se espera, os que querem manter este costume bárbaro terão de se socorrer de colheres de pau a fazer de bandarilhas, e bancos de cozinha a protagonizar touros no meio das salas. O “Palhinha” acaba de dar uma grande facada na tauromaquia, e nem o padre da sua paróquia lhe valerá.]

 

Excelentíssimas autoridades, juridicamente temos aqui algo grave… não?

 

Isabel A. Ferreira

Fonte:

http://diariotaurino.blogspot.pt/2014/03/mentidero-por-duarte-palha-desmamar.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:06

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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2021

Conselho de Ministros aprovou hoje mais um “rebuçado”: touradas passam a ser para maiores de 16 anos. A quem é que o Conselho de Ministros quer enganar?

 

Isto não é uma “importantíssima vitória”, Inês de Sousa Real (porta-voz do PAN). Isto nem sequer vitória é. É mais um rebuçadinho, para calar as bocas, adoçando-as.

Ler notícia aqui:

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/touradas-passam-a-ser-para-maiores-de-16-anos

 

Todos sabemos que isto não é para cumprir, como todas as outras “deliberações” anteriores nunca foram cumpridas, nem estão a ser cumpridas, no que aos animais não-humanos dizem respeito, nomeadamente as relacionadas às práticas bárbaras da tauromaquia.

 

Além disso, sabendo-se que as “deliberações” de um Conselho de Ministros NÃO fazem LEI, não será por isso que não são cumpridas?

 

Em vez de andarem a fazer-que-fazem, acabem logo de uma vez com esta barbárie quinto-mundista, que só faz grelar sádicos e mentes deformadas.

 

Vamos esmiuçar isto.

 

16 - Brincar aos Toiros.jpg

 

Vejam, neste link, esta imagem (e há mais) e notícia publicadas, em 26 de Junho de 2019, no Farpas Blogue:

Tourada das Crianças encheu Monumental da Ilha Terceira

http://farpasblogue.blogspot.com/2019/06/tourada-das-criancas-encheu-monumental.html

 

ATL Terceira.png

Quem é capaz de dizer que se cumpriram as “deliberações” anteriores quanto à idade das crianças, para assistir ou participar em touradas?

 

As anti-pedagógicas “escolas" de TOUREIO continuam a funcionar, subsidiadas com os nossos impostos, e os “toureirinhos” continuam a tourear, dentro e fora de Portugal, onde até matam touros e lhes cortam as orelhas.

 

Escolas de toureio.PNG

 

A idade mínima para assistir a touradas era de 12 anos. Já foi de SEIS. Mas isto nunca foi cumprido. A RET não é cumprida. Nada na tauromaquia é cumprida, incluindo os Touros de morte em Monsaraz, algo que é PROIBIDO, mas faz-se.

 

A quem é que o Conselho de Ministros quer enganar?

 

Vejam, neste link o que aconteceu com as outras “deliberações” em relação a esta matéria.

 https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/363251.html

 

Nunca, em Portugal, se cumpriu nada do que vem descrito nesta notícia.

 

Em Portugal, este tipo de “leis” NÃO SÃO para cumprir, nem ninguém está preocupado em fazê-las cumprir.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:14

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Terça-feira, 5 de Outubro de 2021

Vila Franca de Xira: touradas continuam a perder adeptos: touros a mais para público a menos e que nada tem a ver com a pandemia

 

Vejamos o que nos conta o Grupo

VilaFranquenses Anti-tauromaquia

Ontem. Praça quase vazia. E continuam a insistir que as praças têm público?
As desculpas...


VFX1.jpg

VFX3.jpg

 

VFX2.jpg

 

Quem perdeu uma grande corrida? Ninguém perdeu, porque não houve uma grande corrida. O que houve foi um grande massacre de Touros apenas para os sádicos e psicopatas satisfazerem os seus mais perversos desejos. Ainda não se aperceberam de que os sádicos e os psicopatas são uma minoria já em extinção? 

 

Posto isto, continuemos a azarar a tauromaquia, para que ela se extinga, e  Portugal possa livrar-se da mais desonrosa, da mais indigna, da mais cruel, da mais violenta, da mais perversa, da mais cobarde, da mais incivilizada, da mais macabra prática que existe à face da Terra: o divertimento à custa do mais atroz sofrimento infligido a seres vivos indefesos, inocentes e inofensivos.

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/pcb.4735777506452555/4735774289786210

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:11

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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2021

Azaremos a tauromaquia

 

CAPT.PNG

 

A pergunta deixou-me intrigada. O que significa a cor amarela para a tauromaquia?

Disseram-me que a cor AMARELA é a cor do AZAR para a tauromaquia.


Assim sendo, e tendo em conta o que nos diz o Grupo

 

VilaFranquenses Anti-tauromaquia

 

A partir de hoje, e durante 17 dias... [em Vila Franca de Xira]

99 BOVINOS (e dezenas de Cavalos) serão torturados, usados, abusados, explorados, humilhados, para gáudio dos algozes sedentos!!!

 

45 nas largadas...

32 em touradas...

16 em novilhadas.

6 para os recortadores...

 

Então

AZAREMOS A TAUROMAQUIA!

E já agora, também todos os que a aplaudem, a apoiam, a promovem e a praticam, em qualquer das suas modalidades.

 

Porque BASTA! de tanta incultura, de tanta crueldade, de tanta estupidez!

 

#MorramAStouradas

#MorraAtauromaquia

#VivamOsTouros

#VivamOsCavalos

#Abolição

 

Fonte:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/a.1050063075024035/4723901320973507

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:30

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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2021

Dizem que amanhã, na Figueira da Foz, vai homenagear-se as MULHERES com uma vergonhosa tourada. Como se todas as mulheres fossem trogloditas!!!!

 

Acontece que 99,9% das mulheres portuguesas não se revê nesta prática bárbara e imprópria para homenagear quem quer que seja, muito menos as MULHERES, que são fonte de amor e vida, e não de tortura e morte.


Torturar Touros para homenagear as mulheres, além de ser uma iniciativa de muuuuuuito mau gosto, é um enorme desprestígio para a Figueira da Foz, que não há meio de evoluir, e também para o mundo feminino.

 

E torturam-se Touros para satisfazer o sadismo apenas de um punhado de trogloditas?

 

Pobre gente, que vive num mundo onde a estupidez e a ignorância reinam, e não tem a noção da insanidade dessa “pseudo-homenagem” que só desprestigia as mulheres que nela estão envolvidas.

 

Isabel A. Ferreira

 

VERGONHA.png

 

Figuras públicas a Favor das Touradas ou a Vergonha Nacional

Precisamos de vós [aqui]:

https://www.facebook.com/events/3047344455510176/


Quantas de vós, MULHERES, se revêem nesta homenagem???

 

[Nenhuma MULHER se revê nesta prática bárbara. Apenas as trogloditas se revêem!]


Indignem-se!Vamos mostrar que nem todas as mulheres querem ser homenageadas com Tortura!

Tourada não é cultura, tourada é tortura!

 

Fonte:  https://www.facebook.com/VergonhaNacional/photos/a.1218268481549138/6219195034789766/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:08

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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2021

Cristina Rodrigues, deputada não-inscrita, propõe fim das touradas e reconversão das praças de Touros

 

Eis algo que pode fazer sair Portugal do rol dos países terceiro-mundistas. A saber: Portugal, Espanha, França, México, Colômbia, Peru, Venezuela, Equador e Costa Rica".

 

Cristina Rodrigues apresentou, ontem, na Assembleia da República, um projecto de lei, no qual propõe a abolição das touradas e a criação de apoios para reconverter as praças de Touros em espaços culturais, através da aprovação em Orçamento do Estado de uma verba específica para esse efeito.

 

Cristina Rodrigues.jpg

A deputada não-inscrita Cristina Rodrigues

Foto: MÁRIO CRUZ/LUSA

 

Cristina Rodrigues justifica a necessidade de levar adiante este projecto «não só pelo crescente desinteresse da sociedade portuguesa na tourada e, por oposição, a evolução que tem ocorrido relativamente à protecção e bem-estar dos animais e ao crescente reconhecimento dos seus direitos, sendo a tourada um evento que já não deve ter lugar nos dias de hoje».  

 

Cristina Rodrigues considera ainda que é «urgente que Portugal dê mais este passo e deixe de integrar o reduzido grupo de países que ainda admitem esta actividade bárbara, considerando que «a tauromaquia é uma actividade que tem vindo a sofrer um grande declínio, existindo cada vez menos pessoas, em Portugal e no mundo, a concordar com a utilização de animais para fins de entretenimento".  

 

Cristina Rodrigues salienta que a tauromaquia, para além da dor física, provoca no Touro um elevado nível de stress e que, apesar de os animais não morrerem na arena [excepto em Barrancos, legalmente, graças ao ex-presidente Jorge Sampaio, e em Monsaraz, ilegalmente, graças ao fechar-de-olhos das autoridades, que apesar de se dizerem competentes, são de uma incompetência inacreditável!] são abatidos dias depois, se coincidir com um feriado ou fim-de-semana, por os matadouros estarem fechados, ficando os animais a sofrer e as morrer lentamente, uma vez que nas praças não há condições para os abater depois das corridas.  Assim é que é.

 

Cristina Rodrigues refere também que a Lei de Protecção aos Animais «consagra no n.º 1 do artigo 1.º, expressamente, a proibição de todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal».

 

Acrescente-se que esta Lei não considera ANIMAIS os Touros e os Cavalos envolvidos nas touradas. Se considerasse, não haveria touradas, uma vez que estas são tortura pura para os desventurados Touros e Cavalos.

 

Cristina Rodrigues considera que a excepção às touradas, prevista nesta lei, só vem confirmar que o legislador estava bem ciente de que se trata de maltratos injustificados, e citando o estatuto jurídico dos animais, salienta que esta legislação "determina expressamente que os animais são seres vivos dotados de sensibilidade e objecto de protecção jurídica em virtude da sua natureza".

 

Cristina Rodrigues dá ainda como exemplo a aprovação, pelo Parlamento Europeu, de uma emenda para que os fundos da Política Agrária Comum não sejam usados para apoiar a reprodução ou a criação de Touros destinados às actividades tauromáquicas, e lembrou igualmente a proposta de José Manuel Fernandes (PSD) e de Gérard Deprez, que pediam que os fundos não fossem usados para financiar as actividades letais da tauromaquia.

 

Posto isto, esperamos todos que os restantes deputados da Nação, tenham em consideração esta exposição da Deputada não-inscrita, Cristina Rodrigues, e rumem em direcção à EVOLUÇÃO.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:28

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Sexta-feira, 27 de Agosto de 2021

A homenagem a um torturador de Touros, Cavalos e Cães diz da profunda decadência moral, social e cultural de um país que ainda não conseguiu abandonar o tempo das Trevas

 

"Há qualquer coisa de profundamente degradante nas touradas. Não é só o sofrimento do animal, é o espanto com que ele observa os animais da bancada. A incredulidade de estar perante a maldade do mundo. O toiro leva nos olhos uma tristeza de estar assistindo à vileza do humano." (Ricardo Silveirinha) (*)

 

Foi lamentável, inacreditável, inconcebível aquilo que aconteceu ontem, no campo pequeno, em Lisboa, capital da decadência moral, social e cultural, quando a autarquia lisboeta e a “santa” casa da misericórdia de lisboa (em letras minúsculas como merece) decidiram homenagear um indivíduo que nada mais fez na vida do que torturar e matar Touros, ferindo os seus Cavalos com as esporas e serrilhas bucais, e deixando morrer à fome os seus Cães, estando actualmente a ser processado criminalmente por maus-tratos a animais de companhia… (como se os Touros e Cavalos TAMBÉM não fossem ANIMAIS!)

 

João Moura ainda se gabou de que «quiseram estragar-me a festa, mas não conseguiram», obviamente que a “festa” foi estragada, e bem estragada. Não houve honra, nem glória, nesta “homenagem” perpetrada por gente sem alma, sem carácter, sem empatia, e com um desvio comportamental e uma deformação mental acentuadas. Quem o diz é a Ciência Psiquiátrica.



Também foi lamentável ouvir um jovem dizer: «mandaram vir à cultura e eu vim à cultura» . Foi pena estar de cara tapada com uma máscara. Quanta pobreza mental vai nesta frase!

 

E é esta anti-mensagem, que organismos estatais e sociais, passam aos mais jovens e às crianças: maltratar animais é um acto que merece homenagem! VERGONHOSO!!!!!

 

Tenham vergonha na cara!

Acabe-se de uma vez por todas com este lixo que conspurca Lisboa, e com esta pobreza moral, cultural e social que insulta a Sociedade Portuguesa, que não se revê nestas práticas bárbaras (apenas 5% da população é sádica e psicopata).

 

Não se esqueçam os anti-touradas de penalizar a autarquia lisboeta nas próximas eleições autárquicas!

 

Isabel A. Ferreira

 

Cães do Moura.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/ocantinhodamilu/photos/a.209263282420255/4551942494818957/?type=3

Este é o estado em que o “homenageado” deixou os seus Cães, crime pelo qual está a ser processado. Mas aqui não só está em causa os maus-tratos aos seus Cães. Está também em causa a TORTURA de Touros e Cavalos, única coisa que soube fazer na vida. Não, o crime não compensa, porque esta “homenagem” não foi feita por gente do BEM, e a lei do Retorno é infalível e será implacável quando chegar a vez do torturador.

 

 

 (*)

Elisabeth Henriques

"Há qualquer coisa de profundamente degradante nas touradas. Não é só o sofrimento do animal, é o espanto com que ele observa os animais da bancada. A incredulidade de estar perante a maldade do mundo. O toiro leva nos olhos uma tristeza de estar assistindo à vileza do humano."

in:   https://www.facebook.com/photo?fbid=4563485273675500&set=a.518431008180967

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:10

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Terça-feira, 17 de Agosto de 2021

António Ribeiro Telles hospitalizado com gravidade depois de ter sido colhido por um Touro, que não fez mais do que defender-se do seu carrasco

 

Quem gosta de andar à chuva, é porque adora encharcar-se.

Espero que o Touro e o Cavalo estejam bem.

Para este tipo de gente tolerância ZERO.

Já é tempo de acabar com estas barbaridades, subsidiadas com os impostos dos Portugueses.

 

Telles corneado.jpeg

António Ribeiro Telles ficou gravemente ferido, depois de o Touro, que ele torturava barbaramente, o ter colhido ao tentar, legitimamente, defender-se…

Fonte da imagem:

https://odigital.sapo.pt/reg-de-monsaraz-cavaleiro-antonio-telles-transportado-para-o-hospital-apos-colhida-grave/

 

Os torturadores de Touros vão para as arenas porque GOSTAM de ver seres vivos a SOFRER.

 

A notícia diz que o Telles foi colhido com gravidade, durante uma tourada,na terrinha troglodita de Reguengos de Monsaraz, quando cravava um ferro no Touro. Ora se a coisa fosse ao contrário? E se um carrasco qualquer espetasse um ferro no Telles? O que sentiria o Telles?

 

O problema destas tristes personagens é que não são dotadas do sentimento e da virtude mais nobres do ser humano: a EMPATIA e a COMPAIXÃO.

 

Charles Darwin.jpg

 

De acordo com o testemunho de aficionados, o montador de Cavalos e torturador de Touros esteve cerca de cinco minutos inanimado na arena, sem que os restantes carrascos conseguissem afastar o Touro que, ferido e sofrendo de dores atrozes, arremetia numa tentativa de defender-se, atingindo o seu carrasco, como era de seu direito.

 

Como as coisas não estavam fáceis para o Telles, levaram-no para o Hospital Espírito Santo, em Évora, com acompanhamento do médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Évora, e tudo isto PAGO com os impostos dos Portugueses, que ABOMINAM estas práticas bárbaras, apoiadas chorudamente pelos governantes trogloditas portugueses.

 

Não há meio de isto acabar? É que as touradas são uma prática abominável, não só para os Touros e Cavalos, como também para os torturadores que levam cornadas, e NÓS, que abominamos esta prática troglodita, é que temos de pagar os tratamentos.



Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

https://www.radiocampanario.com/ultimas/regional/antonio-telles-levado-para-o-hospital-com-gravidade-apos-ser-colhido-em-reguengos-de-monsaraz-202108152048?fbclid=IwAR2PeAzvQvHEi-ll5DG3-j8DvWOUryXNjVOw1VqinwgeIDo5QDZTuMbWSXk

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:40

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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2021

Até onde chega a perversidade dos “homens”: um Touro foi atropelado em Brihuega (Guadalajara - Espanha) depois de fugir de um “encierro” e espancado até à morte…

 

E esta não foi a primeira vez que isto aconteceu.

 

Sedentos de sangue, os tauricidas, tendo as touradas impedidas pela pandemia, arranjam sempre um modo de dar azo à sua infinita malvadez. Mas o que aconteceu em Brihuega é o cúmulo da perversidade.

 

Touro atropelado - 1.PNG

Origem da imagem, onde se pode ver mais duas:
https://www.facebook.com/photo?fbid=10222616655476428&set=pcb.10222616684557155

 

José Enrique Zaldívar, médico-veterinário espanhol,  Presidente na empresa «Avatma Asociación de Veterinarios Abolicionistas de la Tauromaquia», a propósito deste macabro acontecimento em pleno século XXI depois de Cristo, diz:

 

«Os “encierros” com veículos no campo, tradicionais em alguns municípios de Guadalajara, foram proibidos há muito tempo. Além disso, era proibido matar os animais no final da festa, o que também era uma tradição. Alguns bandidos sentiram a falta dele e no domingo, em Brihuega, mataram um bezerro que havia escapado de um concurso de tosquia. Eles perseguiram-no com vários carros até atropelá-lo. A notícia [aqui]:

 

https://www.eldiario.es/castilla-la-mancha/toro-atropellado-brihuega-guadalajara-escaparse-encierro-le-dieron-golpes-matarlo-no-primer_1_8204791.html?fbclid=IwAR2DkIWkmhiWrLJZVmimAz5jGlzXfI4pVPkvGVllag6ckyGPw1XUUge9KMQ

 

Touro atropelado.jpg

O Touro que escapou da praça de touros de Brihuega morreu depois de levar várias pancadas entre dois carros 

 

Não há palavras para classificar esta barbárie. Que Espanha é esta Espanha?

 

Em Portugal fazem-se coisas semelhantes. Que tipo de ADN terão os trogloditas da Península Ibérica?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:46

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