Segunda-feira, 6 de Junho de 2016

A DECLARAÇÃO DE VOTO DO PCP RELATIVA À PARTICIPAÇÃO DE MENORES EM PRÁTICAS TAUROMÁQUICAS SELVÁTICAS É PURA HIPOCRISIA

 

Sabemos muito bem o que moveu o PCP, que tem no Alentejo - o grande covil da selvajaria tauromáquica em Portugal – a grande "fonte" do eleitorado comunista.

 

E foi apenas isso que o moveu, pois quanto à declaração que fez, foi pior a emenda do que o soneto.

 

PERVERSÂO.jpg

Foi esta perversão da inocência que esteve em causa no Dia Internacional da Criança

 

A declaração de voto que o PCP fez, para justificar ter votado a favor do retrocesso de Portugal em relação à protecção de menores, no que respeita às actividades violentas e cruéis inerentes à selvajaria tauromáquica, a pretexto do Dia Internacional da Criança, é pura hipocrisia.

 

O PCP ao votar contra os Projectos de Lei n.º 181/XIII/1.ª (PAN), n.º 217/XIII/1.ª (BE) e n.º 251/XIII/1.ª (PEV) votou a favor da violação do direito mais básico de todas as crianças: o direito à sanidade mental.

 

E para justificar isto, o PCP deu uma dúzia de voltas, justificando-se hipocritamente, como se tivesse realmente interessado na aludida protecção social ou educação (para a cidadania ou para violência e crueldade?) das crianças portuguesas.

 

E o PCP deu tantas voltinhas, mas tantas voltinhas, que acabou por não justificar coisa nenhuma.

 

O que todos sabemos, é que a selvajaria tauromáquica é uma prática que nasceu entre a realeza espanhola, e que foi implantada em Portugal pelos reis filipinos, que só andaram por cá a destruir o que os nossos reis construíram, e depois de terem sido corridos, o costume bárbaro permaneceu, porque bárbaros são todos os que não evoluem.

 

E os governantes que se seguiram não tiveram vontade nenhuma de evoluir… incluindo os governantes do ano de 2016.

 

Todos os profissionais da saúde são unânimes em considerar a prática da selvajaria tauromáquica um prejuízo para a saúde mental e para o desenvolvimento psíquico do menor, mas também do adulto. Ambos ficam embrutecidos.

 

Todos sabemos que a selvajaria tauromáquica NÃO É um espectáculo de natureza artística, muito menos cultural, mas tão-só é uma actividade de natureza VIOLENTA e MUIIIIITO CRUEL. E que isso não são valores humanos, e muito menos transmissíveis a crianças.

 

Todos sabemos que na selvajaria tauromáquica a actividade quer seja profissional ou amadora é condenável á luz da Racionalidade e da Ética e de todo e qualquer Bom Senso.

 

O facto de a crueldade e a violência implícitas na tortura de seres sencientes, como os Touros que, na realidade, são bovinos, estarem legisladas, não faz disto uma prática louvável, aceitável, aplaudível. O que faz é Portugal ser um país com um atraso civilizacional que envergonha até o mais empedernido pedregulho.

 

Todos sabemos o que se passa nos antros de “ensino” de toureio, onde crianças de tenra idade são atiçadas à violência e à crueldade, tornando-se pequenos monstrinhos insensíveis à dor e ao sofrimento de outros animais sencientes e também crianças como elas.

 

 O PCP escudou-se num estranho pressuposto, e porque é estranho, gostaríamos de perguntar-lhe quais são os «espectáculos de natureza distinta com índices de perigosidade iguais ou superiores aos da selvajaria tauromáquica, em que reconhecida e habitualmente participam menores de idade», e se isto existe, porque é que o PCP ainda não apresentou propostas para defender as crianças portuguesas dessas tão “perigosas” actividades.

 

Porque uma coisa é “fingir” que somos cruéis (por exemplo, quando participamos num filme); outra coisa é praticar a crueldade real sobre um ser vivo.

 

É lamentável que um partido que se diz de “esquerda” esteja a defender uma política de direita, monárquica, de ganadeiros latifundiários, que enriqueceram e vivem à tripa forra, à custa de dinheiros públicos, e de gente marialva e inculta.

 

É lamentável que os governantes portugueses ainda estejam a discutir o indiscutível: uma prática que diz da grande miséria moral, social, cultural e civilizacional em que Portugal AINDA está mergulhado, e da qual já devia ter se libertado há muito. O que se passou no Dia Internacional da Criança, do ano de 2016, fez Portugal recuar milhares de anos.

 

Envergonho-me dos deputados da (minha) Nação, que permitiram tal retrocesso.

 

Isabel A. Ferreira

 

 Ler a declaração de voto completa, neste link:

http://www.pcp.pt/relativa-participacao-de-menores-de-idade-em-espectaculos-tauromaquicos-pretexto-do-dia

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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Quarta-feira, 5 de Fevereiro de 2014

TAUROMAQUIA OU O DELÍRIO DOS INSENSATOS

 

 Para que não reste a menor dúvida, quanto à irracionalidade de um “evento” que reuniu um pequeno grupo de aficionados, o qual considera tal “evento” uma “referência” para o mundo…  

 

Estamos a falar (uma vez mais) do Fórum Mundial da Tortura Taurina realizado nos Açores

 

Numa revista, Arlindo Teles (presidente da tertúlia tauromáquica terceirense (TTT) e Miguel Sousa Tavares pura e simplesmente deliraram…

 

E foi isto que defenderam neste fórum da tortura

(abram o link):

 

 

Arlindo Teles disse que a “festa” (ou seja “isto” que acabámos de ver) não perdeu valor(es)…

 

As entrevistas são longas… E eles nada dizem que acrescente valor a algo que o mundo civilizado rejeita, por não ter qualquer valor, nem cultural, nem civilizacional, nem humano.

 

Vamos apenas esmiuçar a última resposta do AT do TTT à seguinte pergunta:

 

«TORNA-SE DIFÍCIL FAZER ESTE TRABALHO DE DEFESA DA CULTURA TAURINA?

 

«Torna-se. Primeiro por uma questão de preconceito, e não só́ dos anti-taurinos. A sociedade de hoje acha-se sempre no direito de ser anti-tudo, porque o que está em causa são os direitos; parece que ninguém tem obrigações

 

Esqueceu-se o AT do TTT que os pró-touradas não têm o direito de se divertirem ou ganhar dinheiro à custa da tortura de seres vivos, tenha a intensidade que tiver essa tortura. 

 

E obrigação, temos todos nós de preservar a Vida, tenha esta a forma que tiver.

 

Isto é um princípio humanista, que é algo que os aficionados desconheceem.

 

***

Agora vamos ver o que disse um jornalista e escritor, filho de uns Pais de grande Cultura Culta, o qual, no entanto, não absorveu nada do privilégio que foi ser filho de quem foi.

 

Atentem no que diz Miguel:

 

«É incrível chegarmos ao século XXI, depois de o ser humano ter atingindo o sofrimento máximo, e vermos que há́ cada vez mais intolerância. Acho que falta bastante serenidade. Em bom rigor, mesmo quando se fala do toiro é desadequado falar em maus-tratos. O toiro não é maltratado: o toiro é enfrentado; o espectáculo é cruente porque há́ sangue, mas não é cruel. O toiro não é um animal indefeso. Aí entra o código de ética. Todos os procedimentos que envolvem uma lide pressupõem que toureiro também se arrisca. Não consideramos que sejamos radicais. Procuramos ser firmes e determinados na defesa da nossa cultura, mas quando há́ pessoas com esse tipo de linguagem, o nosso argumento bem pode vir dourado, pode haver o que houver, que eles não querem ouvir. São pessoas que praticam o radicalismo exacerbado, a intolerância absoluta.»

 

Lemos bem?

 

«…mesmo quando se fala do toiro é desadequado falar em maus-tratos. O toiro não é maltratado: o toiro é enfrentado; o espectáculo é cruente porque há́ sangue, mas não é cruel. O toiro não é um animal indefeso. Aí entra o código de ética.»

 

Eis aqui o código de ética do Miguel (abram o link):

 

 

Ouviram o touro berrar quando o cobarde lhe espetou os ferros nas costas? Não ouviram? Pois não… A banda de música não deixou ouvir… É para isso que ela serve… O que vemos aqui é cruente, mas não é cruel, segundo o Miguel. Gostaria de lhe espetar umas farpas nas costas… Talvez mudasse de ideias, porque a dor do Touro é igual à do Homem, a não ser que o homem não seja homem.

 

(Pergunta): ESSAS MOVIMENTAÇÕES ESTÃO A POR EM RISCO A FESTA BRAVA?

 

«Obviamente que a festa passa por essa dificuldade. Infelizmente notamos cada vez mais – nos Acores, ou pelo menos na Terceira, é diferente, pelo contexto em questão – o gueto informativo a que os órgãos informativos vão votando, aos poucos, a festa. Há́ coisas completamente desequilibradas, como manifestações à porta do Campo Pequeno com 30 pessoas serem noticia e o facto do Campo Pequeno ter lá dentro 6.000 pessoas não o ser. Isso não é equilibrado, não é uma forma seria de fazer jornalismo. No fundo, o radicalismo e a intolerância não põem em causa só́ a tauromaquia; põem em causa todo o tipo de liberdades. Depois entramos noutro conceito, que tenho vindo a abordar e que é aquilo que acho que constitui, já́, uma autêntica censura: o politicamente correto. Na história política recente houve várias tomadas de posição, várias leis que foram aprovadas, e o princípio tem sido o direito à liberdade e às minorias. No caso da tauromaquia não se respeitam os mesmos princípios. Não se percebe e não é aceitável esse tipo de postura

 

- Penso que o Miguel está muito baralhado. A comunicação social e a maioria parlamentar está vendida ao lobby tauromáquico. Todos são favoráveis à tauromaquia. O que que quer mais?

 

Mas a tauromaquia é algo tão rasca que começa a ter-se vergonha de se estar ligada a ela. Só mesmo os que não têm capacidade de discernimento, ainda “sentem orgulho” em ser primitivos.

 

(Pergunta): NOS FÓRUNS MUNDIAIS DA CULTURA TAURINA TEM HAVIDO A PREOCUPAÇÃO DE INCLUIR ESSAS VISÕES OU CORRE-SE O RISCO DE ENCARAR O ACONTECIMENTO COMO UM EVENTO À PORTA FECHADA, FEITO À MEDIDA SÓ́ DOS AFICIONADOS?

 

«A não ser que tivéssemos uma cobertura mediática brutal, nomeadamente transmitindo online e nas televisões durante todo o dia, é evidente que as pessoas que estão presentes e as que acompanham através das notas de imprensa são aquelas que ficam mais por dentro. Preferia que toda a população tivesse estado por dentro, mas isso, na pratica, nem neste assunto, nem noutros é exequível. Se me pergunta se é ou não importante que cada vez mais pessoas tenham essa noção, digo que sim. Aliás, uma das conclusões do II fórum era essa. No passado, se calhar por erro nosso, dos aficionados, a festa teve dificuldades em saber comunicar a sua própria imagem. É difícil gostar-se de uma coisa que não se conhece e, por isso, deve ser uma das nossas preocupações melhorar a nossa comunicação. Não queremos impor a nossa cultura a ninguém, mas também estamos convictos de que ela tem que ser conhecida para que, pelo menos, possa ser respeitada.

 

- Mas que delírio, Miguel… Respeitar a TORTURA? Só os psicopatas o fazem. E os meios de comunicação nem à cultura culta dão cobertura, quanto mais à incultura da mais rasca… Só mesmo gente cega por algo incompreensível à luz da razão, pode esperar algo positivo de um fórum onde se fala de tortura de seres vivos para divertimento e ganhar dinheiro, e acham (porque pensar não pensam) que isso é socialmente aceitável.

Fonte:

https://mail.google.com/mail/?shva=1#inbox/143f42d58af2c35a?projector=1

 

***

Agora vejam a diferença – Isto, sim, é  cultura…

 

 

***

E as conclusões deste fórum da tortura taurina? Ouçam aqui. É de arrepiar uma pedra!

 

http://vimeo.com/85096243

 

O que aqui se diz, não só é repugnante como irracional e de uma pobreza mental assustadora! Deviam ter vergonha de chegar a tais “conclusões”…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:58

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Sexta-feira, 4 de Outubro de 2013

QUANDO UM CANAL PÚBLICO DE TELEVISÃO NÃO TEM A NOÇÃO DO BOM SENSO E DESCONHECE A REALIDADE DO PAÍS, PREFERINDO VERGAR-SE A UM LOBBY OBSCURO

 
São Francisco de Assis, hoje comemorado, não iria gostar nada do que se lê neste cartaz
 
 

Exmo. Sr. Presidente da RTP, Dr. Alberto da Ponte:

 

Faço parte do povo português e não é verdade que a maioria desse mesmo povo apoie a TORTURA DE SERES VIVOS.

 

Por isso peço-lhe que reveja a sua posição, como director de um canal público de televisão, e não ande por aí a espalhar uma mentira.

 

Também lhe peço, como cidadã integrada numa esmagadora maioria, que a RTP deixe de emitir VIOLÊNCIA GRATUITA CONTRA BOVINOS INDEFESOS.

 

É um MAU serviço que presta ao país, e apenas interessa a uma minoria inculta.

 

Com os meus cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

(Origem da imagem: Marinhenses Anti-Touradas)

 

***

 

TOURADA DA RTP CONSEGUIU A PIOR AUDIÊNCIA DA NOITE

 

Ontem duas derrotas para a indústria taurina: - Não só não conseguiu encher o Campo Pequeno na corrida de gala como ainda viu a transmissão televisiva redundar num grande fracasso. A tourada transmitida em directo durante 3h e 15 minutos pela RTP foi o programa com pior audiência ontem à noite na televisão portuguesa!

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=647122008651942&set=a.472890756075069.108951.143034799060668&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:41

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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

«A fatalidade do menino na flor da idade»

 

 

 

ana pereira, deixou um comentário ao post O EX-FORCADO NUNO CARVALHO-MATA DEIXOU-SE VENDER POR CEM MIL EUROS às 21:42, 2013-02-26.

 

Comentário:

 

«quando alguém publica um estado destes , não pode dever muito à inteligência, é de uma racionalidade comparada à dos animais. pode não gostar de touradas mas isso não lhe dá o direito de de se gloriar de uma fatalidade de um menino na flor da sua vida

 

***

 

Ana Pereira, em duas frases você conseguiu definir-se, sem precisar dizer nada sobre si, do género: “eu sou…”.

 

Pois se compara a minha racionalidade à dos animais, está muito bem comparada, pois EU SOU UM ANIMAL. Coisa que vocês, aficionados, tauricidas, ganadeiros, forcados, etc., pelos vistos não são.

 

Serão ervas daninhas, logo, não tendo cérebro, não conseguem raciocinar.

 

E fique sabendo que existem animais não-humanos com muito mais racionalidade do que os aficionados da barbárie tauromáquica.

 

Quer coisa mais irracional do que aceitar ajuda proveniente da tortura de seres vivos?  

 

Quer coisa mais irracional do que aplaudir a tortura de seres vivos?  

 

Um Touro, um Cavalo, um Cão, um Gato, uma Minhoca, uma Galinha nunca aplaudiria a tortura de um ser vivo.

 

Pela milionésima vez: as touradas não têm nada a ver com gostos, mas com atitudes irracionais, primitivas e sanguinárias, provenientes de mentes que sofrem da síndrome de touradice aguda.

 

E se você não sabe ler, aprenda, porque em lado nenhum me regozijei com a fatalidade de um menino na flor da idade.  Só se eu fosse da vossa espécie, que se vangloria com o sofrimento dos Touros e Cavalos, e aplaudem a desgraça dos tauricidas nas arenas, porque são os vossos aplausos que os levam à morte e a ficarem tetraplégicos. Mas não sou, nem de perto, nem de longe, da vossa espécie.

 

Um menino. Pois!

 

Se está a referir-se ao Nuno de Carvalho Mata, pois este terá a mentalidade de um menino a quem não souberam dar um futuro digno, sim, para fazer o que faz, e para dizer o que diz.

 

E uma vez que falou em FATALIDADE, foi o “menino na flor da idade” que escolheu o caminho dele, por livre e espontânea vontade, logo, essa “fatalidade” deixa de ser fatalidade. Fatalidade foi a do Touro que não escolheu ser torturado por cobardes, numa arena.

 

Quem semeia ventos, pode colher tempestades. Quem anda à chuva, pode molhar-se. E quem não sabe isto, não sabe nada.

 

Se alguém quiser saltar para um abismo, porque é isso que quer fazer, e chega lá abaixo e esborracha-se, isto não é fatalidade. Isto é VONTADE de se espatifar.

 

E pelo que se vê, o “menino na flor da idade” quis ser forcado (ninguém o forçou), e ficou  tetraplégico. Mas se tornasse a andar, escolheria ser forcado novamente, logo, ficar tetraplégico não diz nada a este "menino na flor da idade".

 

Isto é a narrativa de FACTOS concretos. Não são ideias minhas. Consegue ver a diferença? Fui clara?

 

Não me parece.

 

Vocês não percebem o óbvio, e nem sei porque perco o meu tempo a explicar-vos.

 

(E para aqueles que me enviaram e-mails a pedir para eu deixar o Nuno em paz, eu bem que gostaria, mas esta gente não me deixa. Estão a ver? E vem aí mais tortura a favor do Nuno. E ele vai aceitar. E estará novamente na berlinda).

 

***

 E a propósito deste meu texto, eis um comentário, que recdebi do Jay Nandi:

 

Jay Nandi disse sobre «A FATALIDADE DO MENINO NA FLOR DA IDADE» na Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013 às 15:57:

 

«Infelizmente há pessoas que não aprendem com as lições da mãe natureza. Pelos vistos ao Nuno Carvalho não bastou ter ficado paraplégico. Agora anda entretido a organizar touradas onde, muito provavelmente, outros forcados serão feridos, correndo o risco de ficar também paraplégicos ou mesmo morrer

 

Jay Nandi disse sobre «A FATALIDADE DO MENINO NA FLOR DA IDADE» na Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013 às 15:58:

 

«A associação do forcado Nuno Carvalho não é uma associação de solidariedade coisa nenhuma. O objectivo dessa associação é apenas organizar mais touradas e ajudar o negócio das touradas. O forcado paraplégico transformou-se em mais um empresário tauromáquico que quer ganhar dinheiro com a tragédia de animais e humanos.»

 

***

Eu diria mais: o Nuno não só quer ganhar mais dinheiro com a tragédia de animais e humanos, como se aproveitou da sua própria tragédia, para fazer dinheiro.

 

E isto não só é deplorável, como condenável! 

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:03

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