Terça-feira, 8 de Junho de 2021

O mundo rural * português será mais troglodita ** do que o mundo rural dos países civilizados da Europa?

 

Claro que não! Venham os de Azambuja, venham os do Chega! Que invadam Lisboa, mas saibam que ruralidade jamais será sinónimo de tauromaquia. ***

 

*Rural = relativo ou pertencente ao campo ou à vida AGRÍCOLA; lugares que não estão situados em cidades. (Nada a ver com tauromaquia).

 

*Troglodita = cavernícola, primitivo, grosseiro, bruto, rude, cruel, violento [para com os Touros e Cavalos] – Aquele que apesar de ter nascido nos séculos XX/XXI d.C. NÃO evoluiu, e continua agarrado a práticas bárbaras, provenientes de um tempo bárbaro, onde a estupidez e a ignorância eram soberanas.

 

***Tauromaquia = actividade que se baseia e aplica em exploração, violentação, provocação, exposição a grande risco psicológico e físico e até de morte do cavalo e agressão psicológica, esgotamento e provocação de terríveis ferimentos ao touro, que ficará em sofrimento atroz e em condições deploráveis até ser abatido num dos dias a seguir. Apoiar isto revela um misto de ignorância, ausência de empatia, falta de sentido de ética, falta de sensibilidade, ganância por negócio que se faça e mesmo desequilíbrio mental com tendência sádica. É também, subserviência a interesses fortes sem escrúpulos, sem conhecimento científico, sem nobreza de carácter. (Dr- Vasco Reis – MÉDICO-VETERINÁRIO).

 

Posto isto, há que dizer que andam por aí uns trogloditas a manifestarem-se contra a Civilização, conta a Evolução, contra a Ética, como se fossem os donos do Mundo Rural Português, que nada tem a ver com a barbárie tauromáquica.

 

O porquê vamos ver mais adiante.

 

Mundo rural na Irlanda.png

Esta imagem representa o mundo rural da Irlanda, e de todos os que conheço, o mundo rural da Irlanda é o que mais se aproxima de um paraíso.

 

Recebi de um amigo esta mensagem:

 

«Isabel,

Envio-lhe este artigo, porque merece que eu lhe envie.

Merece uma resposta à altura.

Mas acontece, que é tão psiquiatricamente doentio, que não acho ser a pessoa ideal para lhe responder.

Repare só que ele também refere os mentirosos dados da sondagem da eurosondagem. Sondagem esta que não foi realizada em todo o continente, e cujos resultados, foram clara e previamente combinados.

Aliás, o líder da Eurosondagem é familiar do Moita Flores [um aficionado dos quatro costados]!

Leia, Isabel. Nunca li, mesmo tendo-o feito por alto, algo, tão psiquiatricamente doentio!»

https://observador.pt/opiniao/o-mundo-rural-invadira-lisboa-no-dia-em-que-proibirem-a-tauromaquia/

 

Então eu li-o, se bem que fiquei completamente NAUSEADA, ainda mais escrito por alguém que se diz médico-veterinário (terá um diploma tirado à Relvas?), um tal Pedro dos Santos Frazão, que é vice-presidente do partido Chega. E não ficará tudo dito?

 

Todos nós sabemos que todas as sondagens SÉRIAS, referem que 80 e tal % dos Portugueses NÃO SÃO TROGLODITAS.

 

Diz o tal “médico-veterinário” nesse artigo, que «o mundo rural invadirá Lisboa no dia em que proibirem a tauromaquia». 

 

Como se engana! Não é o mundo rural que tem a pretensão de invadir Lisboa. É apenas um grupelho de TROGLODITAS que confundem TORTURA com CULTURA, de tão cegos mentais que são. Nada sabem de ruralidade, e apenas pretendem servir um lobby decadente, que estrebucha no seu estertor.

 

Que venham invadir Lisboa. Venham, mas venham de mãos nuas, sem bandarilhas, sem espadas, porque, nesse dia, umas dezenas de manadas de Touros poderão passear-se pela capital, com os cornos desembolados, para os enfrentar cara a cara.

 

Depois há os de Azambuja, que não querem artistas que sejam contra as suas práticas trogloditas tauromáquicas. Tradições são outra coisa. As tradições dignificam o Homem. A tauromaquia esmaga a Humanidade com a sua perversidade.

 

Coitados! Já não sabem o que fazer mais.

 

Mas façam o que fizerem, digam o que disserem, jamais a tauromaquia será sinónimo de Ruralidade ou de Cultura.


Porque a tauromaquia é apenas uma doença do foro psiquiátrico, que tem cura, se os portadores de tal maleita tiverem vontade de se tratar, ou seja, de EVOLUIR.

Consultar este link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tauromaquia-doenca-do-foro-673168

 

Mundo Rural de Portugal.jpg

Fonte da imagem:

https://vilanovaonline.pt/2020/10/26/viver-meu-querido-mundo-rural/mundo-rural-em-portugal-profundo-i285978589370898314/

Este é o mundo rural em Portugal. Outro paraíso. Não ofendam o MUNDO RURAL com a vossa ignorância e estupidez, porque o mundo rural é feito de saber e de respeito pela Natureza.  Nada tem a ver com torturar Touros, para divertir sádicos.

 

 O mundo da tauromaquia é este que se vê neste vídeo:

 

E quem tiver um neurónio que seja, a funcionar, tire as suas ilações destas imagens.

 

E aqui podem ler o que dizem os de Azambuja:

https://www.publico.pt/2021/06/03/culturaipsilon/noticia/azambuja-nao-quer-artistas-tradicoes-tauromaquicas-1965208

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2021

Site tauromáquico avança com a notícia de que a Praça de Touros de Albufeira vai fechar definitivamente

 

Isto a ser verdade é fantástico!

 

As touradas em Albufeira eram a nódoa negra daquela região, frequentada por estrangeiros, mas também por Portugueses, que se estão nas tintas para esta prática troglodita que, ao contrário do que se lê na imagem, em nada servia os jovens, mais inclinados que estão para os festivais de música de Verão, e muito menos os turistas que frequentam as belas praias de Albufeira, e não vão enfiar-se num antro, para ver torturar Touros e Novilhos.

 

Albufeira não perde absolutamente nada.  Muito pelo contrário, Albufeira ganha muito mais prestígio por se ter livrado deste costume bárbaro, e por dar lugar à evolução.  Albufeira só tem a ganhar com este passo em direcção à civilização.

 

Até que enfim!

 

Muito se deve ao médico-veterinário Dr. Vasco Reis e ao seu grupo de activistas, que sempre se bateram por uma Albufeira livre de crueldade e violência e mais civilizacionalmente avançada.

 

Quanto a mim, já não terei o trabalho (eu e o meu pequeno grupo) de andar a rasgar e a pôr no lixo os panfletos de propaganda às touradas, que eram largados no chão, aos magotes, nos parques de estacionamento de acesso às praias e lugares turísticos, e junto aos restaurantes,  gerando lixo na via pública, e insultando a inteligência dos transeuntes e a sensibilidade das crianças com imagens de grande violência.

 

Também já não terei (eu e os meus netos) de fazer-de-conta que vomitamos sempre que passamos diante deste mono de tortura que desfeia aquela estância balnear do Algarve.

 

Melhores ares se respirarão em Albufeira, tal como já se respira em Viana do Castelo e Póvoa de Varzim, sem aquele fedor bafiento a urina, a bosta, a suor e a álcool, que empestava as redondezas.

 

Isabel A. Ferreira

 

Praça de Touros de Albufeira.jpg

Fonte:  https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3977140465652820/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:51

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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2021

Site tauromáquico avança com a notícia de que a Praça de Touros de Albufeira vai fechar definitivamente

 

Isto a ser verdade é fantástico!

 

As touradas em Albufeira eram a nódoa negra daquela região, frequentada por estrangeiros, mas também por Portugueses, que se estão nas tintas para esta prática troglodita que, ao contrário do que se lê na imagem, em nada servia os jovens, mais inclinados que estão para os festivais de música de Verão, e muito menos os turistas que frequentam as belas praias de Albufeira, e não vão enfiar-se num antro, para ver torturar Touros e Novilhos.

 

Albufeira não perde absolutamente nada.  Muito pelo contrário, Albufeira ganha muito mais prestígio por se ter livrado deste costume bárbaro, e por dar lugar à evolução.  Albufeira só tem a ganhar com este passo em direcção à civilização.

 

Até que enfim!

 

Muito se deve ao médico-veterinário Dr. Vasco Reis e ao seu grupo de activistas, que sempre se bateram por uma Albufeira livre de crueldade e violência e mais civilizacionalmente avançada.

 

Quanto a mim, já não terei o trabalho (eu e o meu pequeno grupo) de andar a rasgar e a pôr no lixo os panfletos de propaganda às touradas, que eram largados no chão, aos magotes, nos parques de estacionamento de acesso às praias e lugares turísticos, e junto aos restaurantes,  gerando lixo na via pública, e insultando a inteligência dos transeuntes e a sensibilidade das crianças com imagens de grande violência.

 

Também já não terei (eu e os meus netos) de fazer-de-conta que vomitamos sempre que passamos diante deste mono de tortura que desfeia aquela estância balnear do Algarve.

 

Melhores ares se respirarão em Albufeira, tal como já se respira em Viana do Castelo e Póvoa de Varzim, sem aquele fedor bafiento a urina, a bosta, a suor e a álcool, que empestava as redondezas.

 

Isabel A. Ferreira

 

Praça de Touros de Albufeira.jpg

Fonte:  https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3977140465652820/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2020

Senciência animal segundo António Damásio

 

(Uma informação preciosa para os legisladores portugueses, que talvez não estejam esclarecidos sobre esta matéria, por isso permitem a selvajaria tauromáquica e a tortura dos animais nos circos…)

 

«Estou disposto a acreditar que sempre que o cérebro começa a gerar sentimentos primordiais - e isso poderá acontecer bastante cedo na história evolutiva - os organismos tornam-se sencientes numa forma primitiva. A partir desse momento, poderá vir a desenvolver-se um processo de eu [self] organizado que se acrescenta à mente, garantindo assim o início de mentes mais complexas. Os répteis, por exemplo, merecem esta distinção, as aves mais, e para os mamíferos não há qualquer dúvida».

 

ANTÓNIO DAMÁSIO.jpg

 

António Rosa Damásio (Lisboa, 25 de Fevereiro de 1944) é um médico neurologista, neurocientista português que trabalha nos estudos do cérebro e das emoções humanas. É professor de Neurociência na University of Southern California. Entre os anos de 1996-2005 Damásio trabalhou no hospital da University of Iowa.

 

Licenciou-se em Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, onde veio também a doutorar-se. Após uma estadia no Centro de Investigação da Aphasia de Boston (Estados Unidos), regressou ao Departamento de Neurologia do Hospital Universitário de Lisboa.

 

Publicou o seu primeiro livro: «O Erro de Descartes - Emoção, Razão e Cérebro Humano» assim como «O Sentimento de Si» (2001), eleito um dos dez livros do ano pelo New York Times. Também escreveu «Ao encontro de Espinosa». Recebeu, entre muitos outros prémios, o Prémio Pessoa e o Prémio Príncipe das Astúrias de Investigação Científica e Técnica, em Junho de 2005. Em 2010 editou o seu mais recente livro "O Livro da Consciência"

 

Estudioso de neurobiologia do comportamento humano e investigador das áreas cerebrais responsáveis pela tomada de decisões e conduta. Observou o comportamento em centenas de doentes com lesões no córtex pré-frontal, permitindo concluir que, embora a capacidade intelectual se mantivesse intacta, esses doentes apresentavam mudanças constantes do comportamento social e incapacidade de estabelecer e respeitar regras sociais.

 

Os seus estudos debruçam-se sobre a área designada por ciência cognitiva, e têm sido decisivos para o conhecimento das bases cerebrais da linguagem e da memória.

(fonte)

https://www.facebook.com/lists/461244453889652

***

Se o saber de António Damásio não convencer os legisladores portugueses de que estão completamente errados, quando permitem a selvajaria tauromáquica e a tortura de animais nos Circos, melhor será colocarem os seus cargos à disposição de quem tenha a capacidade de reconhecer os seus próprios erros.

 

Para os que não sabem o que é Senciência recomendo a leitura deste texto fiável:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Senci%C3%AAncia

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:17

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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2020

Se ao menos soubessem o que é ser animal, como eles!

 

Animal Save Portugal

 

A "tradição" explora, maltrata, tortura e mata quem nunca escolheu participar dela. A "tradição" atrasa-nos, incapacita-nos de evoluir e ver que "o que sempre foi" não precisa continuar a ser. Até quando continuaremos a valorizar a "tradição" acima da nossa própria evolução?


Animal Save Portugal,
mas isto não faz parte de nenhuma tradição. Isto é apenas um costume bárbaro de gente que não evoluiu e diverte-se deste modo boçal, sem a mínima noção do que é ser animal, como eles.

 

images.jpg

Fonte:

https://www.facebook.com/animalsaveportugal/videos/vb.154165048562915/769017693871079/?type=2&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:42

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Terça-feira, 7 de Julho de 2020

Debate na TVI sobre proibição de apoio público à Tortura de Touros (vulgo touradas): Inês Sousa Real (PAN) 20. Miguel Sousa Tavares zero

 

Ontem, no debate na TVI, entre Inês Sousa Real deputada do PAN e Miguel Sousa Tavares, caçador e aficionado de touradas, este último, cego pela obscuridade da caverna onde vivem os tauricidas, demonstrou uma ignorância sobre o que é a tauromaquia e o que se passa ao seu redor, inadmissível numa figura que (diz que é) comentador daquela estação televisiva. No mínimo devia ter-se informado, mas foi para ali de olhos fechados, tal como no dia em que nasceu.

 

O Miguel acha lindas as praças de touros, e passa por cima do sofrimento dos bovinos, matéria sobre a qual demonstrou uma profunda ignorância. Nunca leu nada a propósito. Isso não lhe interessa. Uma argumentação paupérrima, ao nível do mais ignorante dos ignorantes tauricidas.

A Inês Sousa Real esteve muito bem. Poderia ter acrescentado que o mencionado “ Touro de Lide” não existe na Natureza (está tudo documentado) logo não se extingue, e ter levado os números e os nomes dos ganadeiros que  vivem à custa dos nossos impostos e deslocam-se em carros de topo de gama.

Se hoje, o fim aos subsídios para torturar Touros não se concretizar, significa apenas que o parlamento está cheio de trogloditas que, além de não terem ainda evoluído, não servem os interesses de Portugal, mas tão- só o interesse privado de umas poucas famílias de parasitas da sociedade portuguesa.

 

Mas vamos ver o que nos diz  Um activismo por dia

 

Inês e Miguel.jpg

Reparem no argumento do Miguel, em defesa da tauromaquia: «Quando é que proíbem os periquitos nas gaiolas». Ó Miguel Sousa Tavares: uma estupidez não se justifica com outra estupidez. O Periquito na Gaiola é outro filme. Não pertence ao filme " Torturar Touros para divertir sádicos», sim, porque só os sádicos se divertem com o sofrimento de outro ser vivo.

 

Um activismo por dia

 

Quando é que se proíbe Miguel de Sousa Tavares de dizer barbaridades em horário nobre?

1- Ninguém depende financeiramente apenas da tauromaquia. As pessoas que trabalham na área têm outros empregos


2- O financiamento público directo e indirecto ultrapassa os 16 milhões de euros por ano. Muitas são as câmaras que preferem atribuir milhares de euros para comprar bilhetes para touradas, enquanto as escolas do município caem de podres ou as estradas permanecem com buracos (ex: a Câmara de Santarém e a De Vila franca de Xira)


3- Os animais não foram postos no mundo com funções específicas. Isso é uma ideia humana, os humanos é que atribuem funções aos animais.


4- A questão do sofrimento animal é inegável, os touros são animais, mamíferos, possuem sistema nervoso e cérebro e logo a capacidade de sentir e processar a dor.


5- Enquanto seres humanos dotados de sensibilidade e da capacidade de sentir a dor, o sofrimento do outro, não podemos considerar correcto causar dor desnecessária tendo por base o argumento da tradição. As tradições evoluem no espaço e no tempo e não são argumentos para a nossa moralidade.


6- Tendo em conta o sofrimento envolvido, o facto de ninguém depender financeiramente apenas de touradas, e que vivemos num país pobre com escassez de recursos em várias áreas muito mais importantes na vida de todos, não faz sentido algum o estado atribuir mais de 16 milhões de euros por ano à indústria tauromáquica.


7- Se a Tauromaquia gera receitas (como o Miguel de Sousa Tavares diz) então para que que precisa de subsídios públicos?

 

Fonte:
https://www.facebook.com/umactivismopordia/photos/pb.1822468628012632.-2207520000../2640982782827875/?type=3&theater

***

Apliquem esses dinheiros que esbanjam em TORTURA de TOUROS, por exemplo, no Serviço Nacional de Saúde (SNS) que está a precisar urgentemente de TUDO.

 

Ganadeiros.png

 

PARASITAS.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2563098197275660&set=a.1735646096687545&type=3&theater&ifg=1

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2020

Tortura, não é Cultura! Tortura não é Cultura! Tortura não é Cultura! Tortura não é Cultura! O que é que o CDS/PP não entende nesta frase?

 

 É necessário fazer um desenho?

Um desenho, não. Uma imagem?

Aqui está ela:

 

TORTURA NÃO É CULTURA.png

Isto é TORTURA.

Isto NÃO É Cultura. Nem “espectáculo”. Isto é TORTURA. Vamos repetindo, para ver se encaixam, porque está difícil encaixarem isto. por que será? Terão o cérebro desactivado?

 

CDS TROGLODITA.png

 

Francisco Rodrigues dos Santos, líder do CDS-PP, no passado , esteve em Santarém, uma localidade ainda com um pé na Idade Média, e disse ser inadmissível a “política de gosto” e a “visão preconceituosa” da ministra da Cultura, Graça Fonseca, para com a tauromaquia, pedindo uma política cultural que respeite os aficionados.

 

Como disse? Respeitar os aficionados? Umas criaturas que NÃO RESPEITAM a vida de seres sencientes, de sere vivos? De animais como eles? Por alma de quem? Quem não respeita a VIDA, seja de que criatura for, NÃO MERECE o mínimo respeito. E quem pratica e apoia esta barbárie, também, não merece respeito algum.

 

Ó Dr. Francisco, Dr. Francisco, apesar de ter frequentando o Ensino SUPERIOR (?) não sabe que torturar Touros nada tem a ver com GOSTOS, mas com CULTURA CULTA, com CIVILIZAÇÃO, com ÉTICA, com VALORES HUMANOS?

 

Não sabe?


A nossa Ministra da Cultura sabe, por isso, ela faz muito bem em não incluir esta prática bárbara, cruel, violenta e boçal, no rol da Cultura. E o IVA para isto devia ser 1.000%, e não 23%.

 

É por estas e por outras que o CDS/PP está condenado à extinção, aliás, bem como as touradas, e não surpreendeu absolutamente nada que os últimos resultados eleitorais, fossem uma razia. Os próximos serão piores.

 

Não reconhecer que torturar Touros, para divertir sádicos, nunca foi, não é e jamais será Cultura, é de mentes que ficaram estagnadas no passado. Não evoluíram.

 

Também não querem uma lotação de 25%, nos antros, para a prática da tortura? Querem ser candidatos a ocupar camas de hospital, infectados com a Covid-19?

 

Como é possível um “deputado da Nação” afirmar que a tauromaquia faz parte da cultura portuguesa (não faz), tem raízes profundas na sociedade (não tem) e, nos termos da lei (qual lei?) é considerada uma arte performativa (arte quê?) que encerra em si um sistema de valores (que valores?), de crenças (que crenças?), e de tradições (que tradições?) , que resultam da liberdade do povo português (que liberdade, a de torturar?) e da sua caracterização cultural (que caracterização?) ». Isto é de uma ignorância descomunal! É de quem não conhece a Lei. Não sabe o que é Cultura, nem valores, nem tradições, nem arte. Nem coisa nenhuma.

 

O deputado da Nação também mentiu, ao dizer que este sector se encontra inactivo desde Outubro, com risco de arrastar para a “pobreza” milhares de famílias e prejudicar financeiramente os concelhos onde se realizam eventos taurinos, porque este sector recebe milhares de Euros “roubados” ao erário público, para manter estes parasitas tauromáquicos. Ninguém morre de fome, porque estão cheios de FARTURA.



E como diz Sandro Figueiredo Pires, no Facebook, «enquanto centenas de milhares de agentes culturais das mais variadas áreas - inclusive das festas e romarias de Verão que por este país todo não se vão realizar -  [esses sim]  estão a passar fome... o CDS/ PP tem como prioridade cultural do país...espetar e maltratar em arenas centenas de animais para gáudio de uns milhares de nababos que vivem e sempre viveram à custa dos impostos que esses verdadeiros agentes culturais pagaram... Batemos palminhas ou mandamos este tipo para um lugar que eu cá sei?!?!?!»



E ainda há mais, para enterrar o CDS/PP e todos os que apoiam a TORTURA de Touros:

Assembleia_26.06.2020_Plenário ISR1 Tauromaquia VIRAL

 

TORTURA NÃO É CULTURA!


PSD e CDS vieram "de fininho" incluir a barbárie da INDÚSTRIA TAUROMÁQUICA num debate sério sobre o Estado da Cultura e sobre os apoios para profissionais das artes e do espectáculo que enaltecem o nosso país. Mas 
Inês de Sousa Real deu-lhes a resposta certa.

 

Muito bem, Inês Sousa Real.

A tauromaquia nada mais é do que a política do mau gosto. Boa! 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:37

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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2020

«O poeta alegre»

 

"Ser poeta é ser mais alto"

Um inspirado texto de Teresa Botelho, a propósito da fúria do poeta, em relação ao aumento do IVA das Touradas. Relembrar, para não esquecer.

 

Sim, ser poeta é ser mais alto, é ser maior do que os homens, infelizmente, existem “poetas” (e como é possível?) que passam a poetas menores, quando elogiam, aplaudem e apoiam a tortura de Touros, achando que tal barbárie é cultura.

 

Faço minhas todas as palavras da Teresa Botelho.

Isabel A. Ferreira

 

Florbela espanca.png

 

Texto de Teresa Botelho

 

«Que dirias tu, Florbela Espanca, se tivesses conseguido respirar a aragem da igualdade e da consciencialização que este novo século nos trouxe?

 

Que dirias tu, mulher de sensibilidade à flor da pele, se este século tivesse conseguido dar uns passos atrás para te explicar que o amor ao próximo pode ter outros focos que não apenas aquele que tu sentiste e pelo qual morreste?

 

Que dirias tu amiga, se soubesses que "ser poeta", nem sempre "é ser mais alto" quando se mistura poesia com violência, sadismo, ódio e sangue...

 

Que dirias tu então de um artista com sensibilidade de fachada que usou a sua habilidade poética para se promover à custa de um povo carente de liberdades, pisado, humilhado e reprimido durante mais de quarenta anos, para se pavonear entre condecorações e honrarias enquanto vai usufruindo subvenções mensais que ultrapassam os cerca de 8 salários mínimos de qualquer trabalhador?

 

Que dirias tu ainda, se eu te dissesse que a democracia de hoje, é como a de certos poetas, cuja coerência de sentimentos, apenas desacreditam o que um dia escreveram, movidos por outros interesses que lhe alimentam o espírito devasso, doentio e incoerente?

 

Há fascistas mascarados de democratas, porque precisam adicionar conteúdos de vanguarda às suas personalidades tacanhas, mas cuja noção de democracia, só existe para conforto dos seus egos mesquinhos. É isso que se passa com um certo "poeta alegre", ensandecido pela perspectiva de perder o sádico gozo da caça e o espectáculo macabro de nobres herbívoros sangrados por cobardes "gladiadores" reluzentes, em arenas tristemente legalizadas.

 

É assim que se atraiçoam os valores culturais e civilizacionais de um povo que ao contrário do que alguns pensam, cresceu, passando a condenar essa violência gratuita, comparticipada e apoiada por um Estado retrógrado e imoral, composto por farsantes e parasitas avessos à evolução ética de um país que tão tristemente manipulam para seu próprio beneficio.

 

Foi a um "poeta" traidor, a quem a idade aguçou a ambição que assistimos, numa certa campanha eleitoral à presidência da República, feita de verónicas, cavaleiros e pegas de caras que a moral triunfou com uns quantos pares de bandarilhas negras, cravadas sem erro no seu velho lombo flácido!

 

Como deve ter sido difícil e doloroso perder a pose perante tão cruel derrota e como deve ser difícil dar a mão à palmatória e ter que aceitar que os tempos mudaram e que o "outro", não é apenas um "poeta alegre" presunçoso de copo cheio que vive de mordomias, mas também o é o touro que se esvai em sangue e cuja poesia existia na música ritmada do seu chocalho, enquanto petisca a erva fresca que a Mãe Natureza tão generosamente lhe ofereceu!»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/terezabotelho/posts/2951034341625360

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:26

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Terça-feira, 13 de Agosto de 2019

PELO FIM DAS TOURADAS EM BAIÃO

 

No próximo dia 23 de Agosto, pelas 16 h, realizar-se-á uma manifestação em frente à praça de touros em Ingilde, Baião, e pedimos a vossa presença e de todos a quem conseguirem convencer a aparecerem também.

Queremos limpar de vez o Norte deste cancro!

 

Por favor enviem a carta referida mais abaixo, devidamente identificada para:

geral@cm-baiao.pt, presidencia@cm-baiao.pt

Cc: Movimento pela Abolição da Tauromaquia de Portugal <matportugal@gmail.com>

 

E ajudem a divulgar ao máximo este envio de e-mails.

 

BAIÃO.jpg

Isto não é um divertimento civilizado. Isto é uma abominável TORTURA. Os Touros (e Cavalos) experimentam um sofrimento atroz, físico e psicológico, antes, durante e depois das touradas.

 

Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Baião

Dr. Paulo Pereira

 

Escrevo a V. Exa., no âmbito da corrida de touros agendada para 23/08/2019 em Baião.

 

Tendo em conta que:

 

  1. Os mais recentes estudos científicos comprovam, inequívoca e cabalmente, que os animais de várias espécies, incluindo touros e cavalos são seres sencientes capazes de sentir prazer, dor e sofrimento, físicos e psicológicos, e experimentar sentimentos de alegria, medo e angústia;

 

  1. Touros e cavalos experimentam um sofrimento atroz, físico e psicológico, antes, durante e depois das touradas;

 

  1. A legislação portuguesa reconhece a necessidade de protecção dos animais (“São proibidas todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal” Lei 92/95), mantendo uma inexplicável excepção para a tauromaquia;

 

  1. A tauromaquia é uma prática cruel e obsoleta que tem suscitado enorme repúdio e indignação na sociedade civil portuguesa e mundial. Massacrar animais gratuitamente para entretenimento não é próprio de sociedades evoluídas e embaraça muitos portugueses face a uma Europa que se distancia cada vez mais de práticas bárbaras e que causam sofrimento a seres sencientes;

 

  1. A tauromaquia é ainda uma prática perigosa para os seres humanos, a comprová-lo estão os incontáveis casos de lesões graves e muitas fatais entre os seus intervenientes;

 

  1. Estudos comprovam que a violência para com animais predispõe à violência para com humanos, sendo que no historial de muitos criminosos constam inicialmente episódios de maus-tratos persistentes a animais;

 

  1. A tauromaquia está em franco declínio e só subsiste nos dias de hoje graças a apoios mais ou menos explícitos por parte do Estado, quer através do poder central, quer através das autarquias;

 

  1. As autarquias, por se encontrarem numa situação vantajosa de proximidade das populações, têm um papel fundamental na construção de uma sociedade mais civilizada, evoluída e distante de práticas que deveriam ter ficado no passado, e os executivos municipais têm por obrigação associar-se a eventos que promovam a evolução das pessoas e das regiões, ligando o seu nome a práticas positivas e construtivas de avanço civilizacional que o sec. XXI impõe.

 

Face ao exposto, peço a V. Exa. que faça tudo o que estiver ao seu alcance, no sentido da não realização da tourada em causa ou de qualquer outra.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:39

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Segunda-feira, 18 de Março de 2019

OS TROGLODITAS ANDAM A ANUNCIAR A REALIZAÇÃO DE UMA TOURADA NA PÓVOA DE VARZIM, EM JUNHO, ALGO QUE O PRESIDENTE DA CÂMARA CONSIDERA UMA PROVOCAÇÃO

 

Poderá ser uma provocação ou não.

 

Em 2018, a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, com ratificação da Assembleia Municipal, decidiu proibir a realização de touradas e outras práticas medievalescas que envolvam violência animal na área do município.

 

No entanto, existem ainda, evidências de que as touradas têm um trajecto. Vejamos:

 

Quem vai da Avenida Mouzinho de Albuquerque e entra na Avenida dos Banhos há uma placa a indicar que a Praça de Touros da cidade fica numa determinada direcção.

 

TOUROS PÓVOA.png

 

Seguindo essa indicação, e lá chegados, deparamos com aquilo a que chamam “MonumentalPraça de Touros da Póvoa de Varzim, que, se na verdade, irá ser reconvertida num pavilhão multiusos, estando previsto que o projecto possa arrancar ainda este ano, conforme o prometido por Aires Pereira, presidente do município, a designação “monumental praça de touros”, já devia ter desaparecido, e ser substituída por uma faixa a indicar que brevemente ali nascerá um pavilhão multiusos, para que não haja mais dúvidas.

 

TOUROS.png

 

Deste modo, quem está acostumado a ver touradas na Póvoa de Varzim, com estas indicações, acha que elas não acabaram, e podem ainda ser realizadas, ali, onde ainda se diz que é o tal monumental antro de tortura de Touros. Basta estalar os dedos!

 

Por isso, a protóiro, como é de seu hábito, garante que irá avançar com todos os meios legais contra a autarquia, contra o autarca e contra todos os que se associaram a este ataque vil à liberdade dos “espectáculos culturais no concelho”.

 

É que os da protóiro, coitados, vivem na ilusão de que a selvajaria tauromáquica é um “espectáculo cultural”, e que dizer NÃO à selvajaria por ela protagonizada é um “vil ataque”. Pobres mentes!

 

Já estamos habituados a ouvir isto.

 

Porém, esta será a grande prova de fogo do autarca poveiro.

 

Não ouvimos o primeiro-ministro, António Costa, dizer que a realização destas práticas medievalescas passariam a estar sob a alçada das autarquias?

 

Poie é. A autarquia poveira disse NÃO a estas práticas boçais, por lhe parecer ser a atitude mais adequada para o tempo em que vivemos.

 

E quem manda na Póvoa de Varzim? É a protóiro ou é a Câmara Municipal?

 

A autarquia não recebeu ainda nenhum pedido de licenciamento para a prática desta selvajaria, mas se surgir, aqui fica a promessa de Aires Pereira: «A decisão não pode ser outra senão rejeitar».

 

Quanto à protóiro, que diz que avançará com todos os meios legais contra a autarquia, contra o autarca e contra todos os que se associaram a este ataque vil à liberdade de realizarem tortura de Touros, num conselho que se declarou livre dessa barbárie, tenho a dizer que avance com esses meios, também contra mim, que me associo a esta defesa da liberdade dos Touros de terem uma vida tranquila como é de seu direito, porque a “liberdade” da protróiro, de os atacar vilmente, para se divertirem boçalmente, acaba quando começa a liberdade dos Touros à sua vida tranquila nos campos.

 

É que liberdade não rima com tortura, nem com ignorância, nem com estupidez, algo em que a prática da tauromaquia está assente.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:15

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