Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017

MORTE DE TOUROS E TOUREIROS NAS ARENAS DEMONSTRA COMO ESTA PRÁTICA É CRUEL E IRRACIONAL

 

Eu nem fico contente, nem triste, com a morte de um toureiro na arena. Não comemoro, mas também não choro. É-me indiferente. Quem ataca touros habilita-se a ser agredido, porque é dos animais, quer sejam humanos ou não humanos, defenderem-se instintivamente, quando são atacados.

 

Um toureiro ataca o Touro porque é sádico, psicopata. O Touro investe sobre o toureiro porque tem o direito de se defender do ataque do seu carrasco.

 

Por isso, lamentar que morte? A do Touro, obviamente, que não foi para arena por sua livre e espontânea vontade, e porque o Touro não é carrasco, nem cobarde, nem cruel.

 

MORTE DE TOUREIRO.jpg

 

Num artigo intitulado «Mortes e feridos nas Praças de Touros» o professor açoriano Teófilo Braga aborda este tema, a propósito da morte do toureiro basco Iván Fandiño, de trinta e seis anos, no passado dia 17 de Junho, no sudoeste de França.

 

Refere o autor que Fandiño «matava touros, para divertimento de seres pouco humanos, desde os 14 anos de idade. O toureiro foi atingido pelo corno de um touro quando já estava no chão durante uma tourada em Aire-sur-l'Adour».

 

«De acordo com a agência de notícias EFE, no século XX, morreram 138 profissionais da tauromaquia devido a sofrimentos sofridos nas arenas.

 

A morte de toureiros não impressiona muito os adeptos da tauromaquia, pois para estes não há bela sem senão, isto é, não há beleza na tauromaquia se aqueles não colocarem em risco as suas vidas.

 

Os opositores das touradas não reagem de forma uniforme. Com efeito, se há alguns que se regozijam com as mortes, há outros que lamentam o facto e usam-no como um dos argumentos para combater as touradas.

 

Em relação ao número de mortes, Fernando Alvarez, doutor em biologia pela Universidade de Tulane (E.U.A.), autor do livro “La Verdade Sobre los Toros” não nega que não haja risco, mas considera-o muito baixo, pois os toureiros estão muito bem informados acerca dos handicaps físicos do touro, em termos de visão, que “não vê ou só vê um vulto entre meio metro e um metro de distância e que ataca sobretudo o que está mais perto e em movimento”.

 

O mesmo autor refere que os toureiros não têm qualquer razão para se vangloriarem dos seus pretensos feitos já que, segundo as estatísticas, muito maior risco correm as pessoas que trabalham nas minas, nos transportes e na construção civil”.

 

Não me incluo nos que ficam contentes quando alguém fica ferido ou morre numa tourada porque o que desejo é que não haja derramamento de sangue, nem abuso de animais, nem mortes nas praças ou nos matadouros, “às escondidas”, depois das touradas. Teófilo Braga (Correio dos Açores, 31305, 15 de agosto de 2017, p.8).

 

De acordo com a agência de notícias EFE, no século XX, morreram 138 profissionais da tauromaquia devido a sofrimentos sofridos nas arenas.

 

A morte de toureiros não impressiona muito os adeptos da tauromaquia, pois para estes não há bela sem senão, isto é, não há beleza na tauromaquia se aqueles não colocarem em risco as suas vidas.

 

Os opositores das touradas não reagem de forma uniforme. Com efeito, se há alguns que se regozijam com as mortes, há outros que lamentam o facto e usam-no como um dos argumentos para combater as touradas.

 

Em relação ao número de mortes, Fernando Alvarez, doutor em biologia pela Universidade de Tulane (E.U.A.), autor do livro “La Verdade Sobre los Toros” não nega que não haja risco, mas considera-o muito baixo, pois os toureiros estão muito bem informados acerca dos handicaps físicos do touro, em termos de visão, que “não vê ou só vê um vulto entre meio metro e um metro de distância e que ataca sobretudo o que está mais perto e em movimento”.

 

O mesmo autor refere que os toureiros não têm qualquer razão para se vangloriarem dos seus pretensos feitos já que, segundo as estatísticas, muito maior risco correm as pessoas que trabalham nas minas, nos transportes e na construção civil”.

 

Não me incluo nos que ficam contentes quando alguém fica ferido ou morre numa tourada porque o que desejo é que não haja derramamento de sangue, nem abuso de animais, nem mortes nas praças ou nos matadouros, “às escondidas”, depois das touradas» conclui Teófilo Braga.

 

(in Correio dos Açores, 31305, 15 de Agosto de 2017, p.8)

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1760480257299893&set=a.166480236699911.42193.100000138080317&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:21

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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

MEDINACELI 2014, EL SUFRIMIENTO DE ISLERO

 

Que el mundo quede consciente de este infierno

 

El toro jubilo es una crueldad practicada por cobardes.

 

Gracias activistas, por existieren, por resistieren, por hablaren en nombre de los toros torturados en Medinaceli (Soria), España.

 

 

Medinaceli es un lugar de muerte.

 

Un lugar donde existen monstruos, y donde los que gobiernan a los monstruos son peores que ellos.

 

 

Medinaceli es un infierno.

 

 

 

Islero, último mártir de quienes quieren seguir en la Edad de Bronce

http://www.eldiario.es/caballodenietzsche/Islero-ultimo-quieren-Edad-Bronce_6_325177490.html

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:19

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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013

REQUERIMOS LA ABOLICIÓN DEL «TORO DE LA VEGA» Y DEL «TORO JUBILO» - DOS DE LOS MÁS CRUELES RITUALES SALVAJES DE UNA ESPAÑA QUE SE DICE MODERNA

 

Solicitase  a todos los defensores de los animales que envíen el mensaje sugerida para el link (abajo) del Europarlamento español, exigiendo la ABOLICIÓN del TORO DE LA VEGA y del TORO JUBILO

 

http://www.europarl.es/view/es/quicklinks/contact.html

 

 

Toro de la Vega

 

 

Toro Jubilo

 

Mensaje:

Estimados Señores,

Esta carta pretende ser una petición de un gran número de seres humanos de diversas nacionalidades, que actualmente nos sentimos sin ninguna arma más que la de comunicación para luchar contra dos actos que cada año se producen en España y de los cuales la humanidad culta y civilizada siéntese avergonzada.

 

Dichos actos no son otros que el del Toro de la Vega que anualmente se celebra en Tordesillas, Valladolid, y el Toro Jubilo que ocurre anualmente en Medinaceli, una provincia de Soria, ambos en Espanã.

De acuerdo con la ética y la racionalidad humana, los aludidos rituales taurinos no son un patrimonio “cultural” que deba ser salvaguardado, ya que, aunque hayan sido unas prácticas muy arraigadas en otros tiempos primitivos en España, en la actualidad la mayor parte de la población española y mundial rechaza el mantenimiento de tales “espectáculos” por considerarlos crueles costumbres moralmente inadmisibles, más propias de salvajes que de pueblos civilizados, pues suponen el más absoluto desprecio a la vida de un animal inocente y indefenso que es acorralado, torturado lentamente y vilmente ejecutado ante un público insensibilizado y envilecido, incapaz de ver la cruel y trágica realidad enmascarada en un “espectáculo” ilusoriamente alegre, vistoso y colorista.


No se trata, pues, de un bien “cultural”, ya que la cultura engrandece al ser humano, lo eleva, le aporta, si cabe, más valores a su condición, y como la misma UNESCO señaló en su Declaración de México 1982 “ (…) la cultura da al hombre la capacidad de reflexionar sobre sí mismo. Es ella la que hace de nosotros seres específicamente humanos, racionales, críticos y éticamente comprometidos. (…)

De acuerdo con esta declaración, a la tauromaquia no podría atribuirse valor cultural alguno, porque no nos enriquece en ningún sentido, no hace de nosotros seres más “humanos” y “racionales”, ni por supuesto “éticamente comprometidos”. Al contrario, la tauromaquia envilece al hombre, lo degenera, hace que aflore en las personas su parte más sórdida e inhumana al despreciar sin compasión a ese animal merecedor de respeto y protección por el simple hecho de ser un ser vivo igual que nosotros.

Por ello, les rogamos tengan en cuenta nuestra petición y hagan lo posible para erradicar de forma inmediata tales festejos y evitar así que el año que viene otros animales vuelvan a ser torturados y ejecutados con tal crueldad en Tordesillas y Medinaceli .

 

Nosotros por nuestra parte vamos a hacer todo lo posible hasta que esto se haga porque no podemos permitir seguir sintiéndonos identificados como seres humanos y bajo una celebración que tiene como protagonista la muerte.

PD: Además en nuestra humilde labor por conseguir dicho objetivo, nos permitirán recordarles algunos de los puntos más destacables de la declaración de los derechos animales aprobada por la Organización de las Naciones Unidas para la Educación la Ciencia y la Cultura (UNESCO), y posteriormente por la Organización de las Naciones Unidas (ONU):

Artículo 1.

Todos los animales nacen iguales ante la vida y tienen los mismos derechos a la existencia.

Artículo 3.

a) Ningún animal será sometido a malos tratos ni actos crueles.

b) Si es necesaria la muerte de un animal, ésta debe ser instantánea, indolor y no generadora de angustia.

Artículo 10.

a) Ningún animal debe ser explotado para esparcimiento del hombre.

b) Las exhibiciones de animales y los espectáculos que se sirvan de animales son incompatibles con la dignidad del animal.

Artículo 11.

Todo acto que implique la muerte de un animal sin necesidad es un biocidio, es decir, un crimen contra la vida.

Artículo 14.

a) Los organismos de protección y salvaguarda de los animales deben ser representados a nivel gubernamental.

b) Los derechos del animal deben ser defendidos por la ley, como lo son los derechos del hombre.  

Gracias por su atención y esperamos noticias suyas.

Atentamente,

(Nombre)
Isabel A. Ferreira

(País)

Portugal

 

(E-mail)

isabelferreira@net.sapo.pt

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:29

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Quarta-feira, 7 de Março de 2012

A TORTURA DE TOUROS SERÁ DEBATIDA NO INSTITUTO CERVANTES DE LISBOA COMO SENDO UM TEMA DA «CULTURA IBÉRICA E HISPANO-AMERICANA»

 

 

 Uma imagem da "Cultura" Ibérica e Hispano-Americana que será promovida no Instituto Cervantes de Lisboa

 

 

Quando li isto, não quis acreditar: o Instituto Cervantes a promover uma iniciativa a que denomina CULTURA  Ibérica e Hiospano Americana.

 

CULTURA?

 

Estarão loucos? Até aqui fazem cedências ao lobby tauromáquico?

 

Miguel de Cervantes deve estar a revolver-se no túmulo.

 

Isto é um gigantesco INSULTO ao grande homem da verdadeira Cultura que foi CERVANTES, o qual disse que «Deus suporta os maus, mas não eternamente». O que também concordo, daí eu acreditar piamente, que a tauromaquia tem os dias contados.

 

Já chega de chamar "cultura" a algo que está abaixo de lixo.

 

«CULTURA Y TAUROMAQUIA: NI TOROS SÍ, NI TOROS NO» eis o tema da discussão. E para que conste, apenas foi convidada uma pessoa anti-taurina, para esta questão, que me parece tendenciosa: mais para “toros sí” do que para “toros no”. De contrário, o leque dos convidados seria mais imparcial.

 

Debater este tema não é o que está errado, nesta iniciativa. Pois acho que deve haver MUITOS debates sobre o assunto, para ver se os taurinos se convencem, de uma vez por todas, de que a tauromaquia não passa de uma exibição macabra, onde se TORTURAM seres vivos, para DIVERSÃO de sádicos, sem o mínimo respeito pela Ética e pela Vida. Ponto final.

 

Logo, nunca tal exibição sinistra e sangrenta poderá ser considerada “CULTURA”, no sentido mais cristalino da palavra, sem que se esmague a inteligência humana.

 

O Instituto Cervantes estará a prestar um MAU SERVIÇO À CULTURA CULTA, promovendo algo assim: «Ni toros sí, ni toros no». Uma afirmação da "inteligência tauromáquica".

 

 A pergunta a fazer seria «toros sí, o toros no?» Mais lógico, não?

 

 http://lisboa.cervantes.es/FichasCultura/Ficha79729_20_39.htm

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:15

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