Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021

A maior prova do mal que as touradas provocam nas crianças, pela boca de um jovem/velho que ainda vive obcecado por tortura

 

Este é um texto que publiquei neste Blogue em Março de 2014. Repesco-o, hoje, à conta do recente  "rebuçado" que o  Conselho de Ministros pretendeu dar aos anti-touradas, sem sequer levar em conta o que está em causa, quando falamos de levar crianças a touradas. Nada mudou. Nada mudará, enquanto a tauromaquia estiver sob a protecção dos que governam. O mal que isto provoca, está bem patente no que  um jovem/velho (hoje já adulto) escreveu sobre a sua experiência tauromáquica (e visivelmente traumática) desde a infância. 

 

Este texto é um valioso testemunho, que devia ser estudado por psiquiatras e psicólogos, os quais deveriam aconselhar o Conselho de Ministros a não deliberar sobre matérias sobre as quais não tem o mínimo conhecimento e nem competência para legislar.

 

Deixo-o à atenção das autoridades, que aqui são frontalmente ultrajadas, e das comissões de protecção de menores, que não cumprem a sua missão, quando se trata de proteger crianças, filhas de aficionados, criadas na violência e na crueldade infligidas a seres vivos, e que deformam, para toda a vida, as suas mentes.

 

Este texto diz claramente que a tauromaquia é protegida pelas autoridades. Porquê?

 

 

 

“Mentidero” por Duarte Palha: Desmamar a afición

 

(Nota: os excertos a negrito e entre parêntesis rectos são da responsabilidade da autora do Blogue)

 

«Mas nós diremos que não. Que não deixamos. Que é a luta que nos resta. Desobedecer cegamente. Porque não? Porque havemos de encarneirar sempre? Vamos, por uma vez, fazer as coisas à nossa maneira. Como queremos. Como seres livres que somos. Vamos levar crianças às praças. Mentir na idade que têm, escondê-las da polícia, fingir que não conhecemos a lei. Porque é essa a nossa obrigação (…) E não é a lei que nos impede de fazer o que queremos. Nunca foi.» (Duarte Palha)

 

«Lembro-me de fazer 6 anos e soprar as velas na cozinha da minha avó. Era um bolo de chocolate com gomas em forma de golfinho. Podiam ser ursos, mas eu lembro-me de golfinhos. É talvez a primeira memória visual que sou capaz de identificar no tempo. Tenho outras memórias, que julgo anteriores, mais ou menos nítidas, mais ou menos leves, perdidas na incerteza do tempo.

 

Quase todas me trazem toiros, cavalos, campinos, forcados e toureiros. Quase todas me trazem a minha aficion.» 


[Pois… é muito normal dentro das psicopatias, um jovem lembrar-se muito intensamente de episódios passados na primeira infância, mormente, se eles têm a ver com touros, cavalos, campinos, forcados e toureiros. Mas isto, nada tem a ver com a afición. Tem a ver com os cheiros que o transtornaram. 
O “Palhinha” lembra-se do cheiro da bosta, do suor, da urina, do sangue que cheirou. E isso, na verdade fica para toda a vida entranhado nas narinas, como uma doença.]

 

«Talvez mais intensa do que hoje. De usar panos de cozinha como capotes e colheres de pau como bandarilhas. O toiro era, muitas vezes, um banco - o banco parado no meio da sala, e eu em volta, a cravar ferros. Mais ou menos o mesmo que tourear um murube.»

 

[Um menino normal, nessas idades, ia para a rua jogar à bola com os amigos, mas este, não. Brincava na sala aos torcionários. Este já nasceu com a doença ancestral, a correr-lhe no sangue, e brincadeiras saudáveis não eram para ele. Por que havia de ser, se não conhecia mais nada, e quem o “educou” educou-o para a ignorância, para acrueldade e para a violência?Mas o pior, é que têm essa ignorância como uma grande sabedoria. Como uma respiração. E se não inalam aqueles odores já referidos, acham que não é viver. Pobres mentes! E de quem é a culpa? É dos legisladores e das autoridades e das comissões de “protecção”  de menores e da igreja católica, que não cumpre a sua missão cristã.]

 

«Não me lembro se era egoísta, se era chorão, teimoso ou divertido. Lembro-me de gostar de toiros. Tenho esta certeza absoluta em relação a mim. Nasci apaixonado por “isto”. Antes da memória dos golfinhos no bolo de chocolate, lembro-me de tentas no campo.»

 

[Pois… as tentas no campo… Essas é que são as memórias, não por serem boas, mas por serem as que mais o afectaram psiquicamente enquanto criança. E obviamente o traumatizaram ao ponto de não ver mais nada à frente dos olhos do que touros, touros e mais touros… Mas isso não é de uma criança com um desenvolvimento normal. Isso faz parte de um desequilíbrio mental que o acompanhou até à juventude. E deu no que deu: mais um perdido no mundo da violência, da crueldade, da tortura, da maldade, da ignorância, da estupidez, da iniquidade… e que não tem a mínima noção do que diz. Neste texto, não vejo o jovem/velho  “Palhinha” a encantar-se com uma namoradinha, por exemplo,  o que seria bastante mais saudável. Não! O “Palhinha” só pensa em touros, e no modo como os torturar. Isto é fruto de um desadequado desenvolvimento mental, desintegrado do que se considera uma vivência saudável.]

 

«Empoleirado nas varolas do tentadero da Quinta da Foz. E de querer e não poder ir aos currais, sem que alguém me levasse pela mão. E de ir aos toiros. Às corridas, ainda antes de me poder lembrar bem disso.»

 

[Por aqui podemos comprovar a má influência  que tais visões deixaram no miúdo, ao ponto de viver obcecado por isso. Ele só queria “ir aos toiros”, não porque isso fosse bom, mas porque o enfeitiçava,  o arrebatava, e nesse arrebatamento,  ele colhia todo o prazer mórbido de uma mente já doente e envelhecida. As crianças que nascem nestes meios, já nascem velhas, e poucas são as que conseguem “renascer” para uma vida saudável. O “Palhinha” é um bom exemplo disso.]

 

«Lembro-me que esperava esses dias com uma ansiedade como hoje já não espero. Nem eu, nem muitos dos actuais aficionados imberbes esperarão. Querem roubar-lhes essa ansiedade.»

 

[É natural. A ansiedade vai passando, à medida em que não depende de ninguém para ir… para ver… para estar onde está a violência, que já se entranhou na sua mente. E já não consegue viver sem esse aditivo mental.]

 

«Querem roubar a ansiedade a quem tenha menos de 12 anos. Querem acabar com as pegas a cabeças de toiro, feitas com os dedos dos pais, com as bandarilhas de colher de pau, com os capotes aos quadrados, com os bancos que marram.»

 

[Atente-se neste pormenor: «Querem roubar a ansiedade a quem tenha menos de 12 anos». Como se a ansiedade por ir ver torturar Touros fosse algo bom para uma criança menor de 12 anos, ou mesmo de um adulto! Por aqui se vê o dano mental que a tourada fez a este jovem/velho que nunca teve infância. Vejamos o que é a ansiedade: é aflição, é perturbação, é agonia, é tormento, tudo isto faz parte de uma patologia do foro psiquiátrico. E é disso que sofre uma criança sujeita à iniquidade da tauromaquia. E até são os pais que ajudam a esta “missa” , juntamente com os padres, que lhes dão a bênção.  E as comissões “protectoras”  para que servirão, se não protegem os que têm a infelicidade de nascer no seio de uma família aficionada? Bandarilhas de colher de pau? Bancos que marram? Não é isso que as imagens mostram. São bandarilhas de ferros afiados. São bezerrinhos vivos e ainda por desmamar. Além de psicóticos, tornam-se mentirosos.]

 

«Mas nós diremos que não. Que não deixamos. Que é a luta que nos resta. Desobedecer cegamente. Porque não? Porque havemos de encarneirar sempre? Vamos, por uma vez, fazer as coisas à nossa maneira. Como queremos. Como seres livres que somos. Vamos levar crianças às praças. Mentir na idade que têm, escondê-las da polícia, fingir que não conhecemos a lei. Porque é essa a nossa obrigação.»

 

[Eis o cúmulo da alienação. Eis algo juridicamente, moralmente, culturalmente, socialmente grave. Eis algo para as autoridades tomarem uma posição pública. Não podem deixar que um imberbe diga isto publicamente e se fique por aqui. Será menor para umas coisas e para outras não?

 

«Alimentar a aficion de quem a tem sem saber porquê. Porque um dia que eu seja pai, quero investir com um carrinho de mão, quero montar praças com lego, quero ir aos toiros e explicar que o forcado da cara não é um campino, por ter barrete.

 

Quero e hei-de fazê-lo. Que não é a lei que mata a aficion. E não é a lei que nos impede de fazer o que queremos. Nunca foi.»

 

-[Até ao dia de hoje, “Palhinha”. Essa protecção à tauromaquia é anticonstitucional. É um crime que todos cometem às claras… até ao dia em que hja uma autoridade competente que faça cumprir as leis… Além disso, a afición está  a morrer, por todo o mundo. E talvez mais cedo do que se espera, os que querem manter este costume bárbaro terão de se socorrer de colheres de pau a fazer de bandarilhas, e bancos de cozinha a protagonizar touros no meio das salas. O “Palhinha” acaba de dar uma grande facada na tauromaquia, e nem o padre da sua paróquia lhe valerá.]

 

Excelentíssimas autoridades, juridicamente temos aqui algo grave… não?

 

Isabel A. Ferreira

Fonte:

http://diariotaurino.blogspot.pt/2014/03/mentidero-por-duarte-palha-desmamar.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:06

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Terça-feira, 12 de Outubro de 2021

A tauromaquia assemelha-se à história do Salvador…

 

Os aficionados de selvajaria tauromáquica têm muita dificuldade em aceitar o que várias Ciências demonstram ser uma deformação da mente. Vivem com os pés fincados no passado e recusam a evolução. Têm medo da verdade e da mudança.

 

Preferem viver na ignorância, para não terem de enfrentar a dura realidade de descobrirem qual o grau exacto da patologia que lhes deforma a mente.

 

Até porque se aceitarem a verdade, acham que podem correr o risco de deixarem de ser o que são… E isso assusta-os.

 

E isto faz-me lembrar a história do Salvador…

 

SALVADOR.jpg

 

Salvador era um homem feito, de barba na cara, mas decidiu que não casaria enquanto a mãe (conhecida pela alcunha “a ruiva” devido à cor dos cabelos) vivesse.

 

Ela, no conceito dele, sempre fora uma santa de altar, que ficara viúva pouco antes de ele nascer. Criara-o sozinha, com grande sacrifício, e isso, ele nunca poderia esquecer. E lá ia vivendo a sua vidinha, pacata, do trabalho para casa, e da casa para o trabalho, com paragem, por vezes, na Taberna do lugarejo, o seu único “entretenimento”.

 

Um dia, porém, inesperadamente, um estranho entrou na taberna para se “refrescar”, e depois de beber uns copos, começou a recordar passagens pitorescas da sua vida, que iam fazendo as delícias dos homens que ali se reuniam, para jogar às cartas, beber e conversar. Foi então que veio à baila “a ruiva” que ele conhecera em tempos idos, num bar de alterne, e que um dia engravidou e foi de lá corrida quase a pontapés, por não ter mais serventia. Percebiam, não percebiam?

 

E as gargalhadas jocosas soaram alto.

 

Ora juntando isto a mais aquilo, e mais o facto de o indivíduo ter reconhecido “a ruiva”, quando ela, nesse dia, por azar, entrou na taberna, para comprar vinho como era habitual, Salvador descobre, ali mesmo, que a mãe fora uma famosa e bela prostituta, das mais requisitadas, e que nunca soube quem era o pai do seu filho.

 

De uma só virada, Salvador ficou a saber que era filho de pai incógnito e que a mãe, além de não ser santa, era uma grande mentirosa e hipócrita.

 

Hipócrita, porque desde que Salvador se conhecia como gente, uma vez por ano, no dia 13 de Agosto, dia do (suposto) aniversário da morte do pai, a quem a mãe chamava o “meu querido Totó” (diminutivo de António), acompanhava-a até ao cemitério local, e diante de uma campa rasa (uma campa de ninguém, abandonada há anos, soube mais tarde) onde ela depositava uma flor que arrancava furtivamente do jardim público (as posses eram poucas), chorava baba e ranho, com ladainhas e orações à mistura, por alma do Totó, ritual que Salvador acompanhava sempre com muita consternação ao ver o enorme sofrimento da mulher que o dera à luz.

 

E os dois ficavam ali, um tempo sem tempo, a chorar sobre o túmulo de ninguém, apesar de Salvador sempre ter estranhado o facto de a mãe não ter uma fotografia do pai.

 

Ao ouvir a narrativa do estranho, Salvador sofre um tremendo choque psicológico e instintivamente recusa-se a acreditar nesta verdade, à qual chama repetidamente mentira, até porque a mãe dizia que o indivíduo estava bêbado e devia estar a confundi-la com outra ruiva, que não ela. Mas “ruivas” nunca as houve aos magotes, e ainda mais por aquelas bandas.

 

Se Salvador decidisse acreditar no que descobriu, a sua vida, a sua realidade, a sua história mudaria por completo. Ele não seria mais ele, nem a mãe seria mais a santa de altar que ele tanto venerava, e aquele ritual do 13 de Agosto nunca mais se repetiria, e ele ficaria definitivamente órfão de pai, e quando saísse à rua sentir-se-ia como se estivesse completamente nu.

 

Saiu da taberna, cabisbaixo, atrás da mãe, repetindo não é verdade, não é verdade, é tudo mentira… E a mãe a dizer que sim…

 

E quando queremos que uma verdade seja mentira, ou uma mentira seja verdade, repetimo-la até à exaustão, e então ela passará a ser o que quisermos que seja.

 

Foi o que fez Salvador. A mãe continuou a negar. Ele a recusar-se a acreditar, e assim o tempo foi passando, e a vida foi sendo vivida quase como dantes… Quase… porque a dúvida instalara-se na mente de Salvador, e isso flagelava-o.

 

Naquele ano, o ritual do cemitério realizou-se sem a baba e ranho habitual… E este pormenor foi o princípio de alguma coisa que começou a burburinhar na mente de Salvador.

 

Um dia, em que a mãe saiu, Salvador virou a casa do avesso, com o intuito de encontrar alguma coisa que aquietasse aquela dúvida que estava a corroê-lo por dentro.

 

Foi então que, escondido entre a roupa interior da mãe, encontrou um pequeno álbum de fotografias, que ele nunca tinha visto. E entre as fotografias estava uma, aquela que o catapultou para a realidade que ele tanto fazia questão de negar, para defender a vida tal como sempre a vivera: a mãe, uma lindíssima ruiva, ali estava, em trajes de coelhinha da Playboy, numa pose que nada condizia com as das santinhas de altar…

 

Naquele momento o mundo desabou sobre a cabeça de Salvador: ele já não tinha um pai chamado Totó, que estava enterrado numa campa rasa, que a mãe enfeitava com uma flor roubada no jardim público; a mãe já não era a santa de altar que ele sempre tinha venerado; a verdade da vida dele passara a ser uma mentira. Ele já não era ele. Quem seria então?

 

Agora não tinha mais nada: nem identidade, nem vida, nem pai, nem mãe. O que fazer das ruinas em que esta descoberta transformou a sua vida?

 

Saiu de casa, deixando-a revirada do avesso.

 

Nunca mais ninguém soube do Salvador.

 

A “ruiva”, essa, continua a ir ao cemitério, visitar a campa de ninguém, onde agora, em vez de uma, coloca duas flores arrancadas furtivamente do jardim público.

 

***

É disto que os aficionados têm medo, quando se recusam a acreditar na realidade patológica das práticas selváticas da tauromaquia.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:41

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Terça-feira, 5 de Outubro de 2021

Vila Franca de Xira: touradas continuam a perder adeptos: touros a mais para público a menos e que nada tem a ver com a pandemia

 

Vejamos o que nos conta o Grupo

VilaFranquenses Anti-tauromaquia

Ontem. Praça quase vazia. E continuam a insistir que as praças têm público?
As desculpas...


VFX1.jpg

VFX3.jpg

 

VFX2.jpg

 

Quem perdeu uma grande corrida? Ninguém perdeu, porque não houve uma grande corrida. O que houve foi um grande massacre de Touros apenas para os sádicos e psicopatas satisfazerem os seus mais perversos desejos. Ainda não se aperceberam de que os sádicos e os psicopatas são uma minoria já em extinção? 

 

Posto isto, continuemos a azarar a tauromaquia, para que ela se extinga, e  Portugal possa livrar-se da mais desonrosa, da mais indigna, da mais cruel, da mais violenta, da mais perversa, da mais cobarde, da mais incivilizada, da mais macabra prática que existe à face da Terra: o divertimento à custa do mais atroz sofrimento infligido a seres vivos indefesos, inocentes e inofensivos.

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/pcb.4735777506452555/4735774289786210

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:11

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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2021

Azaremos a tauromaquia

 

CAPT.PNG

 

A pergunta deixou-me intrigada. O que significa a cor amarela para a tauromaquia?

Disseram-me que a cor AMARELA é a cor do AZAR para a tauromaquia.


Assim sendo, e tendo em conta o que nos diz o Grupo

 

VilaFranquenses Anti-tauromaquia

 

A partir de hoje, e durante 17 dias... [em Vila Franca de Xira]

99 BOVINOS (e dezenas de Cavalos) serão torturados, usados, abusados, explorados, humilhados, para gáudio dos algozes sedentos!!!

 

45 nas largadas...

32 em touradas...

16 em novilhadas.

6 para os recortadores...

 

Então

AZAREMOS A TAUROMAQUIA!

E já agora, também todos os que a aplaudem, a apoiam, a promovem e a praticam, em qualquer das suas modalidades.

 

Porque BASTA! de tanta incultura, de tanta crueldade, de tanta estupidez!

 

#MorramAStouradas

#MorraAtauromaquia

#VivamOsTouros

#VivamOsCavalos

#Abolição

 

Fonte:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/a.1050063075024035/4723901320973507

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:30

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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2021

«Querido Touro…Eu respeito a tua Vida»

 

Andu Torres

 

QUERIDO TORO...YO RESPETO TU VIDA

 

***

Quem não respeita a Vida dos outros seres vivos, não se respeita a si próprio, como ser vivente, e deambula pelo mundo como um troll.


E quem diz que bicho é bicho desconhece que o único bicho que existe é o bicho-homem.

 

Ver vídeo aqui:

https://www.facebook.com/andu.torres.5/videos/588238958278153/

 

Isabel A. Ferreira

 

TORO.PNG

 

***

Mas há quem não respeite a vida de um Touro. Vejam estas imagens inacreditáveis!!!!  

 

Loranca de Tajuña (Guadalajara; Castilla La Mancha; SPAIN) 11/septiembre/2021;
ESTO ES LA CULTURA DE LA TAUROMAQUIA???
 
 
***
 
 
E isto é cá em Portugal:
 
Malditos tauricidas! Em Monsaraz isto é proibido, mas faz-se. Porquê. Porque asw autoridades não cumprem nem fazem cumprir a LEI.

Em Barrancos, os Touros de morte existem por uma excepção à LEI, graças ao "bom, ao generoso, ao herói" Jorge Sampaio.

Como tudo isto é DESPREZÍVEL! 
 
 

MONSARAZ.PNG

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:05

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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2021

Um recado de Paz Romero, a todos os toureiros do mundo

 

Esperamos que os governantes dos oito tristes países que ainda mantém esta prática bárbara, entre eles Portugal, comecem a perceber o que Paz Romero quer dizer quando diz o que se segue:

 

Torero, lo tuyo no es arte ni culturaToureiro o que é teu não é arte nem cultura.
El arte no mata. La tortura no es culturaA arte não mata. Tortura não é cultura.
¡Jamás serán iguales!Jamais [um bailarino e um toureiro] serão iguais!

 

A tauromaquia é VIOLÊNCIA!

(O que é que os governantes não entendem nesta mensagem?)



#LaTorturaNoEsCultura #TauromaquiaEsViolencia
#tauromaquianoconmisimpuestos #TauromaquiaAbolicion

 

Torero não es arte.jpg

Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=6042661609139856&set=a.366565563416184

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:52

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Terça-feira, 24 de Agosto de 2021

«Este protesto não se foca apenas nos "galgos do Moura" e sim em todos os animais vítimas da tauromaquia»

 

Atenção às regras deste legítimo protesto, em prol de todos os animais não-humanos, que são usados e absusados pelo homem-predador!

 

ACção directa - Portugal.jpg

 

Acção Directa

 

«Este protesto não se foca apenas nos "galgos do Moura" e sim em todos os animais vítimas da tauromaquia.


Este não é um protesto para criar desacatos ou provocações.


Este é um protesto legal, que cumpre os requisitos exigidos por lei, barulhento mas pacífico e tem normas para ser praticado:


- Não é permitido provocar ou responder a provocações de aficionados. Qualquer acto praticado por parte dos aficionados (provocações verbais, por exemplo) deverão ser reportados aos representantes da Acção Directa Portugal.


- O espaço destinado aos protestantes é vedado para segurança dos manifestantes. Agradecemos que permaneçam nele. Fora deste espaço não seremos responsáveis por ninguém.


- Não serão permitidos nem cartazes com cariz ofensivo, nem ofensas verbais directas. Palavras como "cobardes", "F.D.P.", etc., não serão toleradas.


- Por favor, não levem animais para o protesto! O barulho é terrível para eles.


- Será um protesto barulhento, com palavras de ordem indicadas pelos organizadores. Não é uma marcha.


Qualquer dúvida entrem em contacto por mensagem privada.
Não fazemos parte de qualquer outro evento organizado fora da Acção Directa Portugal.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/accaodirectapelalibertacaoanimal/photos/a.906020702797546/4366447920088123/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

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Sexta-feira, 20 de Agosto de 2021

Quando falamos da Moita, falamos de selvajaria, estupidez e atraso civilizacional

 

Um texto de 2018, que poderia ter sido escrito HOJE, porque em Portugal, no que respeita à  tauromaquia, vai-se a 00000,1 à hora, a caminho da evolução. Nem os caracóis andam tão lentamente... 

 

Este ano [2018), a MOITA, uma vilinha portuguesa, muito, muito atrasada civilizacionalmente, cheia de gente atrasada, foi palco de mortos e feridos entre touros e pessoas, e torturaram-se Touros, na arena vazia, que nem as moscas lá voaram...

 

E chamaram a isto “festa”.

 

E é esta “festa”, bruta e imbecil, que o PS, o PCP, o PSD e o CDS/PP, com a bênção da igreja católica, teimam em manter, num Portugalinho quinto-mundista, como se isto fosse muito cultural. E andam por aí a mostrar os dentes nas televisões, como se neste nosso país tudo fosse um  mar de rosas...

 

moita-12-9-2018[1].jpg

  Sacrificando Touros na Moita, para o cimento da arena assistir... Repare-se nas expressões destes  torturadores de Touros, e nos enchumaços caracterizador da inviliridade...

 

 Nesta Moita selvática, este ano, morreram dois Touros. O que se vê no vídeo partiu a coluna. E ajuízem, se sofre ou não sofre.

 

 O outro, um bando de bêbados, para se vingar, matou-o à paulada numa largada efectuada às duas horas da madrugada, do dia 10 para 11, depois de um troglodita ter sido corneado. O crime foi denunciado às autoridades. E o que fizeram as autoridades? O vídeo desta chacina, que circulava na Internet, como prova do crime, foi eliminado.

 

E como se isto não bastasse, para demonstrar a brutalidade disto a que os da Moita chamam “festa”, um outro bêbado (sim, porque esta “festa” da Moita é de bêbados para bêbados) atropelou CINCO jovens numa estrada interditada ao trânsito, e uma rapariga morreu.

 

Entretanto, o mentor de tudo isto, Rui Garcia, presidente da Câmara Municipal da Moita, pela CDU, numa entrevista a um site que pugna pela selvajaria tauromáquica, disse esta coisa muito significativa da incultura que para ali vai: “Eu penso que ninguém em Portugal pensa na Moita sem a associar à tauromaquia. A tauromaquia faz parte da nossa identidade. O município que suporta as festas e, portanto, suporta todos os encargos relativos às festas, incluindo, portanto, os encargos das largadas e de tudo o que está associado. E para além disso, alguns apoios que damos aos nossos grupos de forcados, à escola de toureio. A tauromaquia continua a ser e tem de continuar a ser uma fonte de afirmação da Moita.”

 

Bem, quem assim fala, enterra a Moita num buraco cheio de lama fétida. Diz tudo do atraso civilizacional da terra e da gentinha que nela vive (com excepções, obviamente). E o PCP a apoiar esta política retrógrada de direita e monarquista. E diz-se um partido de esquerda. O que seria se fosse da direita!

 

Mas na Moita, bem como em todos os outros (felizmente poucos no Universo de 308) municípios portugueses civilizacionalmente atrasados, a selvajaria tauromáquica ainda existe, graças aos dinheiros públicos, provenientes dos impostos que os Portugueses pagam com grande sacrifício, para estes trogloditas andarem a divertir-se a matar touros e pessoas.

 

E para finalizar, faço minhas as palavras do Grupo Prótouro:

 

«Este é o país em que vivemos, onde com a conivência dos políticos de trampa que nos governam, se permite que em vários lugarejos habitados por seres mais primitivos que os homens das cavernas se torturem touros com fogo nos cornos e se matem touros à paulada.

Este é o país no qual os torcionários são glorificados e os activistas pacíficos que invadem uma tourada são algemados e violentamente agredidos por tauricidas nas barbas da GNR sem que até hoje ninguém tenha sido acusado!»

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2018/09/15/moita-uma-praca-cheia-de-ar-e-todos-nos-a-pagar/

 

Nem Portugal, nem os Portugueses merecem isto. Não merecem os governantes que têm. Por isso, faço um apelo: vamos correr com eles do Parlamento para fora, nas próximas eleições legislativas.

 

Os partidos políticos que apoiam esta SELVAJARIA devem ir picar pedra para uma ilha deserta. A pão e água.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:22

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Sexta-feira, 9 de Julho de 2021

«Tauromaquia: adiar não basta»

 

Capture1.PNG

 

Um excelente texto de Manuela Gonzaga (Pessoas-Animais-Natureza (Pessoas-Animais-Natureza) onde esta põe a nu a verdadeira "essência" da tauromaquia, algo absolutamente inconcebível, nos tempos que correm.

Como é possível, que alguém, que tenha a veleidade de se dizer "humano", pode praticar ou aplaudir ou apoiar tamanha crueldade!

 

Enquanto o Parlamento for constituído por uma maioria troglodita, que vai para ali  precisamente defender as touradas, jamais Portugal deixará de ter uma costela terceiro-mundista.


Um texto para ler aqui:


https://www.publico.pt/2021/07/08/p3/cronica/tauromaquia-adiar-nao-basta-1969447?fbclid=IwAR3EylTjtxidFguhlFzyV-fA99Sh1l5j11L5qry5qDLEfkKmqJv6I7JsnP8

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:06

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Domingo, 20 de Junho de 2021

«Músico dos Átoa foi forcado, mas não quer corridas de touros na RTP»

 

ATOÁ.jpg

 

Músico dos Átoa foi forcado mas não quer corridas de touros na RTP, tendo sido um dos que assinou uma carta a contestar a transmissão de corridas de touros na RTP1.

 

O músico João Miguel Direitinho foi forcado no Grupo de Forcados Amadores de Évora mas surge agora como um dos signatários da referida carta contra as corridas de touros na RTP1.

 

Várias páginas associadas à tauromaquia, contestam a incoerência do músico e a renegação das suas origens e passado.

 

Há ainda outros artistas que se mostram contra as touradas, mas que actuam em festas de claro cariz tauromáquico.

 

Ainda a este respeito, a Junta de Freguesia de Azambuja já tomou uma posição: Não contrata artistas anti-taurinos para lá actuar.

 

Fonte: Infocul.pt

IRRAAAA! PAREM DE NOS CHAMAR ANTI-TAURINOS.
NÓS, QUE NÃO GOSTAMOS DE TAUROMAQUIA, SOMOS ANTI-TOURADA. NÃO SOMOS ANTI-TAURINOS!

 

Mário Amorim

 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2021/06/19/musico-dos-atoa-foi-forcado-mas-nao-quer-corridas-de-touros-na-rtp/comment-page-1/#comment-3695

 

***

Muito bem, Mário Amorim.

Anti-taurinos são ELES, os que não gostam de Touros ao ponto de os torturar e matar por mero prazer. Isso é que é ser anti-taurino.  

 

Quanto ao forcado, fez bem em EVOLUIR. Um músico que quer singrar na vida não pode ficar agarrado ao passado medievalesco ao qual já pertenceu.

 

Relativamente à Junta de Freguesia de Azambuja vê-se logo que não evoluiu, e se não quer músicos anti-touradas, não os terá, não os tendo, ficará com festinhas mal-amanhadas e pobrezinhas, se bem que adequadas ao povinho que alberga.

 

Nenhum músico que se preza deverá ser ou actuar em localidades trogloditas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:37

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