Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2021

Cultura vai receber 42 milhões de euros "a fundo perdido" e cada trabalhador do sector vai ter direito a receber 438 euros

 

Espero que não esbanjem o dinheiro destinado à CULTURA naquilo que alguns desalumiados consideram "cultura" e não passa de SELVAJARIA: a tauromaquia.

 

Nem só de pão vive o homem. A Cultura é o sal da vida; não é o sangue de Touros derramado numa arena.

 

Há quem se insurja contra os apoios para a Cultura. Mas estes devem insurgir-se contra os subsídios destinados aos parasitas da sociedade, como os toureiros e gente quejanda; aos subsídio-dependentes; aos malandros, etc., para os quais vão milhares de Euros.

 

Por não sermos um País de mais CULTURA, a miséria moral e social espreita a cada esquina. Por não sermos um País de mais CULTURA, os corruptos grelam por aí, sem que ninguém tenha capacidade para os atirar borda fora.  

 

Isabel A. Ferreira

 

Vitorino Silva 1.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:55

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Domingo, 3 de Junho de 2018

NUMA ÉPOCA EM QUE AS TOURADAS SÃO MUNDIALMENTE REJEITADAS, AS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS UNEM-SE À PRÓTOIRO PARA DINAMIZAR OS ANTROS DE TORTURA DE TOUROS

 

A notícia diz da irracionalidade que se arrasta por aí como uma gosma peganhenta e insalubre.

 

Estamos a falar de cenas como as desta imagem, onde Cavalos e Touros, magníficos mamíferos, seres sencientes, são exterminados até à morte para satisfazer os instintos sádicos e assassinos de uma minoria da população portuguesa, que, sendo subsidiada pelo governo português é reduzida, mas poderosa, porque o vil metal pode gerar os piores instintos.

 

TOURO.jpg

 

Sabemos que as Misericórdias portuguesas, que se dizem instituições de solidariedade, são proprietárias de cerca de mais de metade das arenas de tortura do país. E com isto não ficará tudo dito. Porque isto de misericórdia é só no nome, porque, pelo que vemos na imagem, quando se trata de Touros e Cavalos, a misericórdia transforma-se numa impiedade perturbante.

 

Então o que se passa? A União das Misericórdias Portuguesas assinou no antro de tortura de Estremoz (uma vila civilizacionalmente atrasada) um protocolo com a federação portuguesa das associações taurinas, mais conhecida por prótoiro, qua anda por aí desesperada a tentar pôr de pé a moribunda tauromaquia, e com esta aliança, pretende reanimar as três dezenas e meia de antros de tortura (entre 70 que existem em Portugal) pertencentes às impiedosas misericórdias. E mais, as misericórdias (nem apetece escrever isto com letra maiúscula, de tão baixo que desceram) passam a integrar a direcção da protóiro, diz que para «consolidar a centenária ligação à tauromaquia» destes organismos, que de misericórdia nada têm.

 

Para justificar esta união, Manuel Lemos, presidente da União de Misericórdias Portuguesas, refere que as três dezenas e meia de antros de que essa tal união é proprietária, situam-se nas regiões do país onde esta prática selvática, violenta e cruel tem forte implantação, ou seja, no Ribatejo, Beira Baixa e Alentejo, regiões civilizacionalmente atrasadas, onde ainda se vive em plena Idade Média.

 

Agora veja-se a até onde chega a hipocrisia desta gente, que vai à missa, engole a hóstia, bate no peito e finge que é católica. Diz Manuel Lemos: «Antes de o Estado social existir, o povo construiu estas praças para que as misericórdias pudessem exercer a sua missão social e humanitária com as receitas destes espectáculos. Eram a sua principal fonte de rendimento. Sei que este é um problema delicado, mas temos uma história e não podemos fazer de conta que ela não existe. Esta manifestação cultural faz sentido nalgumas regiões do país

 

Ai têm uma história? Não podem fazer de conta que ela não existe? Acham que esta prática selvática, a que ignorantemente chamam manifestação cultural faz sentido nalgumas regiões do país?

 

Acham mesmo tudo isto? Então e os pelourinhos que encontramos por aí, em quase todas as localidades com histórias? Porque não estão activados também? Penso que se a selvajaria tauromáquica faz sentido nalgumas regiões, mas os pelourinhos também fazem. Aí se torturavam e matavam seres vivos, muitos, inocentes, indefesos e inofensivos, tal como os Touros e Cavalos.

 

O senhor Manuel Lemos já ouviu falar de uma coisa chamada EVOLUÇÃO DOS COSTUMES? Não me parece. Então deixo-lhe aqui uma sugestão: Leia mais sobre este assunto e tente evoluir, porque a tauromaquia é uma prática primitiva, tosca, praticada por cobardes com deformações de personalidade, para divertir sádicos e encher os bolsos a predadores. Esta é a definição de tauromaquia, no século XXI D.C.. É que não sei se sabe, que o mundo evoluiu, as mentalidades evoluíram, e vocês ficaram parados num tempo em que torturar seres vivos era muito “coltural”

 

Os da protóiro, coitados, já se sabe, iludem-se com o facto de lavarem as mãos de sujas de sangue, coma a suposta caridadezinha… que acham que lhes dá “brilho”, e só se sejam cada vez mais.

 

Enfim, que a tauromaquia tem os dias contados, é algo dado como certo. Mas não seremos nós, anti-touradas, que iremos acabar com elas. Quem acabará com as touradas serão os próprios tauricidas e seus apoiantes. Com estas atitudes anti-socias, anti-culturais, anti-cristãs, que a Sociedade Portuguesa rejeita, o Mundo rejeita, a Civilização rejeita. E quando uma minoria é rejeitada, acaba por se reduzir à sua própria insignificância até desaparecer.

 

Estais em minoria. Não significais coisa nenhuma.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:21

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Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

As desculpas esfarrapadas do torcionário João Moura Jr. que acha o somos todos muito parvos

 
 

 

Saiu na página da prótoiro, com o seguinte recado:

 

«Aqui deixamos o pedido de desculpas e uma imagem, que nos acabou de chegar da parte de João Moura Jr., acerca das fotografias que, apesar de nada terem que ver com tauromaquia, indignaram todos os aficionados

 

É preciso não ter carácter nem ser homem para apresentar estas desculpas onde se vislumbra uma culpa maior: a de ter tirado fotografias em vez de socorrer a vaca. E depois ter o desplante de as publicar.

 

Acidente? Certamente não! Isto foi um atentado à vida e à dignidade da desventurada vaquinha.Uma luta real.

 

E dizer que isto não tem nada a ver com tauromaquia demonstra muita ignorância.

 

Tauromaquia significa luta com touros. A semelhança das imagens não é coincidência

 

 

(Imagem de Jay Nandy)

 

Esclarecimento de João Moura Jr. relativo à publicação de fotografias retiradas do seu Facebook.

 

«Foram retiradas ontem, da minha página pessoal do Facebook, uma série de fotografias envolvendo alguns dos meus cães e uma vaca.

 

Tais fotografias geraram grande desconforto e mal-estar entre aficionados e não aficionados, pelo que me sinto na obrigação de dizer o seguinte:

 

As fotografias foram tiradas há mais de dois anos e desde então que constavam da minha página do Facebook. Tratou-se de uma situação isolada quando os cães entraram inadvertidamente no recinto onde estava a vaca, não se tratando de nenhuma luta de animais.

 

Lamento profundamente que esta situação tenha acontecido e reconheço que cometi um erro crasso ao divulgar tais fotografias. Mas, sobretudo, lamento não ter conseguido evitar que tal acontecesse.

 

Tenho perfeita consciência da gravidade desta situação e do choque que tais imagens causaram. Sei que envergonhei todos aqueles que me acompanham e que o meu comportamento não honrou a minha profissão e o respeito pelos animais que esta exige.

 

Estas imagens retratam um acontecimento isolado e não traduzem a minha postura, o meu comportamento e a minha dedicação aos animais, com os quais convivo diariamente.

 

Peço a todos as mais sinceras desculpas e dou a minha palavra em como situações como estas não se voltarão a repetir.

 

João Moura Jr

 

***

O erro crasso cometido pelo torcionário João Moura Jr. não foi divulgar as fotografias. O erro crasso foi TIRÁ-LAS (afinal se os cães entraram no recinto INADVERTIDAMENTE estavam a atacar e a ferir a vaca, e esta devia ser SOCORRIDA, NÃO FOTOGRAFADA, em todos os ângulos, e mais um.

 

Até para pedir desculpas é preciso ter talento.

 

E este "mourinha" é um verdadeiro NADA.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 20:05

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Quinta-feira, 19 de Julho de 2012

TAURICÍDIO: «É ATROZ, É CRUEL, É OBSCENO»...

 

 

Duas vítimas, uma com meses de idade que é condenada à tortura e ao sofrimento.

 

Outra com poucos anos de vida, que é brutalizada e formatada para torturar e ser totalmente indiferente ao sofrimento e à crueldade infligida por entretenimento.

 

Duas vidas desperdiçadas.

 

Duas infâncias açoitadas.

 

A tauromaquia é doentia!
 

É tempo de dizer BASTA!

“É Atroz, é Cruel, é Obsceno”
(José Saramago, sobre a tauromaquia)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:43

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Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

A TAUROMAQUIA BASEIA-SE NO PRINCÍPIO DA COVARDIA

 

 
 
Albert Einstein dizia que a tradição é a personalidade dos imbecis.
 
Para quem não sabe, este homem é considerado o mais memorável físico de todos os tempos, assim o elegeram, em 2009, 100 dos mais renomados físicos do Planeta.
 
Aí está. Não sou eu que o digo.
 
E a tradição é tanto mais personalidade dos imbecis, quando se baseia na tortura de seres vivos, como é o caso da tauromaquia.
 
Portanto, o argumento da "tradição" para manter algo que é uma imbecilidade, cai por terra.
 
As tradições só serão válidas aquelas que dignificam os seres humanos. 

As outras, as que mancham a humanidade com o seu tenebroso espectro sanguinário, foram, uma a uma, abandonadas, à medida que o mundo foi evoluindo.

Apenas oito tristes países ainda persistem nesta "tradição" imbecil (o termo não é meu), e entre eles o meu pobre País, cujos legisladores, antigos e ultrapassados não têm capacidade mental para mudarem as leis caducas que vigoram.
 
Não queremos estes governantes.
 
Não servem um país que se quer civilizado.
 
Vamos dizer NÃO a todos eles, nas próximas eleições.
 
Terão de ser penalizados pela sua falta de visão evolutiva.
 
Não queremos governantes retrógrados.
publicado por Isabel A. Ferreira às 11:58

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Terça-feira, 22 de Novembro de 2011

CARTA ABERTA AOS DEPUTADOS DA NAÇÃO PORTUGUESA

 

 

 
Barrancos - Touro de morte, área da Cultura Portuguesa?...

 

Assunto: Massacre de Touros (vulgo “Arte Tauromáquica”) em Portugal

 

Deputados:

 

Não vou seguir a norma do “Exmos. Senhores”, porque estou tão indignada com o que se passa nessa Assembleia, que acho que não merecem esta consideração da minha parte. Vá lá, nem todos.

Mas os que podiam dizer algo mais, ficam calados. E isso é péssimo. É cumplicidade.

 

Pois sei que o meu País está atravessar uma grave crise provocada por gente sem qualquer dignidade, que em vez de governar, desgoverna, e depois o povo é que paga.

 

Sei, por isso, que o momento não será o mais apropriado, mas ainda assim vou aproveitá-lo, porque esporadicamente um ou outro deputado pega no assunto pela rama e lança a sua acha, muito mal achada, e as coisas ficam por ali mesmo.

 

De que têm medo, deputados da Nação?

 

Um deputado medroso não devia ter assento numa Assembleia onde se tem a obrigação de DEFENDER a DIGNIDADE do nosso País.

 

Vou referir uma intervenção feita por João Almeida, deputado do CDS/PP (um partido que promove Massacres de Touros e tem como principal aficionado o Dr. Paulo Portas), que interpelou o Secretário de Estado da Cultura (?), Francisco José Viegas, sobre esse assunto, disparando uma série de disparates, indignos na boca de um Deputado da Nação.

 

Primeiro, referiu-se à Tauromaquia como «cultura essencial; um sector da nossa cultura; uma área da Cultura Portuguesa». PASMEI!

 

Eu, que estudei História, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tive uma cadeira de Cultura Portuguesa, ministrada pelo Professor Doutor Silva Dias, já falecido, e nunca a Tauromaquia foi integrada no nosso estudo. Deveria?

 

Depois João Almeida falou num sector NÃO SUBSIDIADO (e repetiu-se).

 

MENTIU, o João Almeida. Porquanto sabemos que as autarquias (isto é público) subsidiam estes actos violentos e sangrentos que não dignificam a Nação. UMA VERGONHA!

 

A alturas tantas, falou em “gostar ou não gostar” destes massacres, assim como se estivesse a falar de gostar ou não gostar de gelado de baunilha.

 

Que inconsciência! Que vazio mental!

 

 

João Almeida falou em nome de quem? Do interesse de quem?

 

Dos ganadeiros? E isso interessa à Nação?

 

Então, como ficamos, senhor Secretário de Estado? Temos ou não temos de defender “este património cultural português”? Quis saber João Almeida.

 

Francisco José Viegas, intelectual da nossa praça, titubeou, e denominou a Tortura de Touros de “Arte Tauromáquica”, e depois não disse nada de interesse para aqui ser reproduzido.

 

Arte Tauromáquica, Francisco José Viegas? Arte comparável à Arte Musical? À Arte da Dança? À Arte Cinematográfica? À Arte Teatral? À Arte Literária? À Arte Pictórica?

 

O acto de torturar violentamente um ser vivo será “arte” que mereça ser tratada pelo Secretário de Estado da Cultura, quando a verdadeira Cultura da Nação está de rastos?... Nem Ministério da Cultura existe, porque num país de incultos que interesse terá um Ministério da Cultura? Será esse o raciocínio?

 

Um deputado que vá para a Assembleia da República defender a VIOLÊNCIA GRATUITA E O SADISMO sobre um ser vivo, não tem competência para representar a Nação Portuguesa e os Portugueses. Melhor será demitir-se, porque não se ajusta ao cargo para o qual foi eleito, isto é, para defender valores humanos, valores que dignifiquem a Nação, e não valores imorais e violentos.

 

Os deputados do Partido «Os Verdes» estão caladinhos. Já até houve um que defendeu a Tortura dos Touros. Serão tão “verdes” quanto dizem? Estou em crer que serão tão negros quanto os outros.

UMA VERGONHA.

 

Já ouvi falar em fazer um referendo sobre a questão.

 

Penso que a vida e os valores humanos são dados tão adquiridos que não são referendáveis. É uma indignidade perguntar: és pela morte ou pela vida? És pela paz ou pela violência e pela tortura? Que no fundo é isso que vai perguntar-se num referendo sobre Tauromaquia, pergunta que vai embrulhada em papel de prata, para não parecer mal.

 

QUE VERGONHA!

 

O Massacre de Touros deve ser abolido não porque o povo quer ou não quer, ou porque o povo gosta ou não gosta. Mas simplesmente porque é algo imoral, primitivo e indigno de uma sociedade civilizada, e porque os animais não humanos não são objectos nem propriedade dos ditos homens, para que estes decidam da sua vida ou da sua morte. Eles nascem livres e livres devem viver no seu habitat. Têm esse direito inalienável.

 

Por isso, DEPUTADOS DA NAÇÃO, tenham vergonha e acabem de uma vez por todas com esta nódoa negra da sociedade portuguesa, que de “cultura” não tem nada. Acabem com esta ABERRAÇÃO SOCIAL. Façam algo de positivo pelo nosso País, e coloquem-no na lista dos países civilizados.

 

Não queiram, igualmente, constar da lista dos ignorantes que não sabem que um Touro é um animal tal como todos nós. E que o seu SOFRIMENTO é real, tão real quanto o nosso.

 

Por que têm de ceder ao lobby tauromáquico? Não tenham medo de dizer NÃO. Não sejam MEDROSOS E COVARDES tal como são os TORTURADORES DE TOUROS (vulgo toureiros).

 

Ao defenderem a tauromaquia estão a defender a “festa” da ignorância, da crueldade, do tribalismo, da tradição retrógrada, do vazio de ética, da discriminação especista, assentando tudo no sofrimento atroz do Touro e também do Cavalo.

 

TENHAM VERGONHA, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

 

Pelo menos uma vez na vida HONREM o lugar que ocupam, porque isto não é uma questão de gostar ou não gostar de Massacres de Touros.

 

ISTO É UMA QUESTÃO CIVILIZACIONAL.

 

CIVILIZEM-SE, DEPUTADOS DA NAÇÃO.

 

EVOLUAM!

 

ESTAMOS NO SÉCULO XXI, DEPOIS DE CRISTO. NÃO SABIAM?...

 

 


Barrancos - Arte Tauromáquica, sector da nossa cultura?...

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:21

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