Segunda-feira, 29 de Abril de 2019

«A TAUROMAQUIA É A ACÇÃO DE UM PSICOPATA ACTIVO PARA DELEITE DE PSICOPATAS PASSIVOS»

 

No dia 25 de Abril, a Assembleia da República celebrou, hipocritamente, o derrubamento da ditadura fascista, que sempre teve nas touradas o seu circo maior.

 

No dia 26 de Abril, a mesma Assembleia celebrou a iniquidade tauromáquica (introduzida em Portugal pelos monarcas filipinos espanhóis) ao aprovar o voto de pesar pela morte do torturador de Touros, Ricardo Chibanga, como se torturar Touros e Cavalos, nas arenas portuguesas, fosse uma actividade humana e louvável.

Com políticos destes, dificilmente Portugal avançará para a Civilização.

 

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A proposta de tal voto de pesar, por alguém que fez aos outros o que não gostaria que lhe fizessem a ele (ainda que esses outros fossem não-humanos, animais como ele) só podia ter partido do partido troglodita CDS-PP e, por incrível que pareça, o Bloco de Esquerda e o Partido Ecologista «Os Verdes» (que se dizem anti-tourada), abstiveram-se, bem como o deputado não inscrito Paulo Trigo Pereira. PS, PSD e PSP, votaram a favor, e o único voto contra foi o do PAN.

 

Homenagear torturadores de Touros na Assembleia da República (ou será Assembleia da Monarquia, dos Marialvas, dos Trogloditas?) é uma Vergonha Nacional, e os Partidos políticos que para isto contribuem também são uma Vergonha Nacional.

 

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A Assembleia da República, reunida em plenário, apresenta sentidas condolências à família, mulher, filha e neto e aos amigos e admiradores de Ricardo Chibanga”, refere o voto dos democratas-cristãos.

 

Fonte Vergonha Nacional:

https://www.facebook.com/VergonhaNacional/photos/a.1218268481549138/2782900828419221/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:38

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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

ANTÓNIO COSTA - O “TATICISTA”…

 

Seja lá o que isto for… não sou eu que o digo…

 

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Com todo o respeito, isto não é coisa que se chame a uma pessoa, ainda mais sendo primeiro-ministro de Portugal

 

Há dias li uma notícia em que se dizia que António Costa, o nosso mui ilustre primeiro-ministro, era um “socialista bem-sucedido”, entre os mais influentes na Europa, e quem o disse foi o Politico, um jornal norte-americano, que anunciou o ranking de 28 personalidades a ter em conta, por estarem a «moldar, a agitar e a fazer mexer a Europa». E o nosso primeiro-ministro surge em nono lugar, e é descrito como um “caso raro na Europa de hoje”, mas também como “um duro lutador político escondido atrás de um pronto sorriso de campanha”, além de ser considerado também «alguém que conseguiu impor-se como um campeão da mudança, capaz de reverter as medidas austeras da recessão».

 

Contudo, não há bela sem senão. Embora o jornal Politico salvaguarde a vitória do PS nas últimas eleições autárquicas, vai dizendo, como quem não quer dizer, mas diz, que António Costa perdeu popularidade com as críticas face à sua posição em relação aos incêndios de Pedrógão Grande, que, diga-se de passagem, foi de uma ligeireza atroz.

 

E aqui o Politico parece estar mal informado, porque António Costa não perdeu popularidade apenas devido ao modo como reagiu a uma tragédia que matou para cima de meia centena de pessoas (não contando com as de Outubro), mas está a perdê-la por outros motivos que, não envolvendo vidas humanas, envolve a honra, a dignidade e a identidade portuguesas, algo que não anda nas bocas do mundo, mas é de uma importância vital para um Estado que se quer de Direito e uma Democracia que se quer civilizada e culta.

 

Pois temos de ter em conta também o seguinte: a incapacidade, a incompetência, a ligeireza, a falta de consciência política demonstrada pelo governo de António Costa, diante de várias circunstâncias que estão a deixar o país de rastos. A saber (e obviamente) : os incêndios que devastaram Portugal, e que mataram mais de uma centena de seres humanos, ceifou milhares de animais não-humanos, destruiu extensões imensas de floresta, campos agrícolas, fábricas, habitações, e tudo porque o governo PS, deu continuidade ao desgoverno dos anteriores governos - PS, PSD, PSD/CDS, e só depois do abanão de Marcelo Rebelo de Sousa, é que se tomou uma atitude; o vergonhoso roubo de armas num paiol do Estado; o surto de legionella, que (para já) matou seis pessoas e infectou mais de 50, num hospital público; o uso do Panteão Nacional e a hipocrisia de António Costa, que foi convidado e mentiu ao País, quando se mostrou indignado com a jantarada do Web Summit; as vigarices, que se reproduzem como coelhos, envolvendo membros do governo e outros políticos, como a mais recente e grave vigarice da associação Raríssimas; a insistência em manter práticas trogloditas, para servir um lobby macabro, e nelas investir dinheiros públicos (refiro-me à tauromaquia e outras maquias); a vergonhosa subserviência ao Brasil, no que respeita à imposição ilegal da ortografia brasileira às inocentes e indefesas crianças portuguesas, que está a arrastar Portugal para uma babel ortográfica sem precedentes; isto entre muitas outras questões cruciais, que este governo não tem conseguido gerir com eficácia e inteligência. E enganam-se aqueles que pensam que este governo é um mãos-largas, quando está a tirar de um lado para pôr no outro. Isto não é governar. É servir lobbies. Pelo menos, foi isto que aprendi quando estudei História das Teorias Políticas. Além disso, de um governo que se diz de esquerda, EU, pessoalmente, espero muito mais, do que políticas de direita e subserviência.

 

Continuando com o que disse o Politico: este afirma que os apoiantes de Costa esperam que a rápida recuperação económica de Portugal “restaure rapidamente a posição do primeiro-ministro, assegurando que o objectivo é garantir uma maioria absoluta nas próximas eleições parlamentares, em 2019″.

 

O “taticista”

 

Bem, mas como não só de “economia e finanças” vive uma Nação, quem quiser ter a maioria absoluta, nas próximas eleições legislativas, terá de ter em conta também estes aspectos:

 

1 – Terá de devolver a Portugal a ortografia portuguesa. Os acordistas são uns poucos escravos do poder e alguns mercenários. Os que pugnam pela Língua Portuguesa, de matriz culta e europeia, que está em vigor (tudo o resto é trapaça) são aos milhares, e estes votariam em quem fizesse o seu acto de contrição e se propusesse a servir Portugal, com dignidade e respeito pela sua Cultura Culta. Não o estrangeiro.

 

E é aqui que entra o “taticista”. É que isto é uma consequência da invasão linguística estrangeira. Li isto no rodapé da SIC Notícias, quando estavam a debater o “socialista bem-sucedido” que é António Costa, distinguido pelo Político.

 

Taticista”? O nosso primeiro-ministro é isto? Fiquei a magicar no significado da palavra.   De repente pensei se não queriam dizer “esteticista”. É que nem toda a gente sabe pronunciar ou escrever determinados vocábulos, assim como helicóptero, que muitos dizem e escrevem “licóteros”, ou eucaliptos, que outros tantos dizem e escrevem “clipes”. Já ouvi estas pérolas na boca de senhores doutores, não inventei nada. “Taticista” será talvez esteticista na linguagem dos tatibitates? Consultei bons dicionários de Língua Portuguesa e nada de “taticista”. Bem, mas supondo que o nosso primeiro-ministro possa ser esteticista, será que se ocupa do belo e do sentimento que ele (o belo) desperta em nós, e nós não nos damos conta disso? As dúvidas são muitas, porque esta coisa de substituírem a ortografia portuguesa pela brasileira, deu origem ao nascimento de palavras hilariantes. E esta é uma delas.

 

 

2 – Terão de virar à esquerda na questão da tauromaquia. Os tauricidas ficam-se por uns 18%. Até agora o PS e o PCP (que se dizem de esquerda, têm alinhado com a política de direita (CDS, PSD), nesta matéria, e mais do que isso, retrocederam ao tempo da monarquia, porque isto de touradas é coisa de reis, betinhos, marialvas e sádicos. Um partido realmente de esquerda, não alinha com estas ancianias, que nada têm a ver com a verdadeira Democracia, em que o povo é quem mais ordena. Estas ancianias estão ligadas à lobbycracia instalada na Assembleia da República, onde quem verdadeiramente manda são os vários lobbies ali infiltrados. É que já dizia Gandhi que a grandeza de uma nação vê-se pelo modo como os seus animais são tratados, e Portugal tem uma noção de “animais” muito deturpada.

 

3 – Terá de mudar as más políticas dos governos anteriores (PS, PSD e PSD/CDS), e esta era a primeira coisa que o actual governo devia ter feito, se quisesse mudar de paradigma, no que respeita ao Ensino, à Educação, à Cultura, à Saúde, à Agricultura, à Pesca, enfim, mudar todo o sistema, para que este pudesse ser credível aos olhos dos Portugueses. Porque os estrangeiros, esses, pelo que se vê, não levantam o tapete que cobre Portugal, e não vêem o lixo que está acumulado debaixo dele, há anos.

 

Pode parecer pouco, mas este é o caminho da evolução que queremos para Portugal, e isto dará, com toda a certeza, a maioria absoluta a quem se propuser ousar ser diferente de todos os que já passaram por São Bento.

 

É que (como se canta na Chula) «Pr'a melhor está bem, está bem, pr’a pior já basta assim!»

Ou não basta?

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia do Político:

https://zap.aeiou.pt/costa-socialista-bem-sucedido-os-influentes-na-europa-183002

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:17

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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2016

NO DIA EM QUE A TAUROMAQUIA TREMEU EM PORTUGAL…

 

FAZ HOJE UM ANO QUE A TAUROMAQUIA ESTEVE NA BERLINDA EM ONZE TRIBUNAIS PORTUGUESES

 

Eu (como arguida) e mais vinte defensores da Abolição de Touradas (como minhas testemunhas) fomos chamados a onze tribunais, espalhados de Norte a Sul do país, para defendermos os Direitos das Crianças Portuguesas que são lançadas para as arenas, por adultos irresponsáveis (pais e professores de toureio) e também os Direitos dos Bezerros, Touros e Cavalos.

 

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(Origem da imagem: Internet)

 

Eu, por imposição da justiça, tive de me deslocar ao Tribunal de Fronteira (no coração do Alentejo profundo) para responder a um processo que um professor de toureio (mas não só) me instaurou, por não ter gostado dos adjectivos que utilizei para descrever o que a imagem, que aqui publico, sugere às pessoas mais sensíveis e evoluídas.

 

Este processo começou logo por ter uns meandros insólitos. Arranjaram-me um advogado oficioso, “a meu pedido” quando não pedi coisa nenhuma. Dada a natureza urgente do processo este estava a decorrer durante as férias judiciais, (facto que eu desconhecia). Entretanto, esqueceram de me notificar que deveria requerer a abertura de instrução dentro de um determinado prazo. Simplesmente assim. Não notificaram. E a mais não eram obrigados… porque há quem possa esquecer-se. Mas os arguidos não podem. E eu tinha de cumprir o prazo.

 

Portanto, foi por mero, mas por muito mero acaso, que o meu advogado, numa sexta-feira, se deslocou ao tribunal de Fronteira para consultar o processo, e saber do que me acusavam, quando para grande surpresa dele, reparou que só tínhamos até à segunda-feira seguinte, para apresentar as papeladas e o rol das testemunhas.

 

Foi um Deus que nos acuda!

 

Eu e ele, distanciados a quase trezentos quilómetros, um do outro, passámos o fim-de-semana a trabalhar como doidos. Para podermos cumprir o tal prazo.

 

Valeu-me o Facebook, onde lancei um pedido de S.O.S. para arranjar (o advogado queria quarenta) testemunhas. E foi então que aconteceu o milagre da solidariedade que existe entre os que defendem esta causa, e consegui, em dois dias, que 39 (trinta e nove) amigos se dispusessem a testemunhar.

 

Contudo, uma lei recente, só permite que se apresente vinte testemunhas, e tive de prescindir de 19. Restaram as vinte, os verdadeiros heróis deste processo, a quem fico eternamente grata, pois apresentaram-se nos tribunais de espada em riste, para  desfazerem em pedaços o mito da "cultura" e da "arte" tauromáquicas.

 

Foi então que naquele dia 9 de Setembro de 2015, dezanove abolicionistas se deslocaram aos tribunais de Guimarães, Viana do Castelo, Vila do Conde, Valongo, Setúbal, Seixal, Sintra, Loures, Cascais e Lagos, todos a postos para prestarem declarações e arrasarem com a tauromaquia, através de videoconferência.

 

Eu estava em pleno coração do Alentejo, acompanhada do meu advogado e de um amigo (minha testemunha), que fez questão de me “escoltar” até Fonteira, terra do inimigo.

 

Rui, muito, muito obrigada, por este gesto tão solidário, que muito me sensibilizou.

 

Eu tinha vinte testemunhas e uma defesa bastante bem fundamentada, assente em bastantes elementos e documentos e depoimentos de especialistas e argumentos e definições, enfim, tudo o que é necessário para a defesa não falhar.

 

Estava calma, até porque, ora como arguida, ora como testemunha, ora como queixosa (e aqui consegui a prisão, com pena suspensa, para os indivíduos, por serem réus primários), e jamais como ré, ou seja nunca fui a julgamento, já perdi a conta das vezes que fui a tribunal. Portanto, estava como um peixe na água.

 

Quando entrámos no tribunal de Fronteira, pelas 14 horas, na sala de espera, ampla e bem arejada, já lá estava o queixoso (que nunca teve a coragem de me olhar nos olhos) e a sua advogada, que por coincidência se reconheceram, pois já haviam estado juntos num julgamento.

 

Entretanto, os dois foram chamados pelas magistradas (a juiz e a delegada do Ministério Público, duas senhoras, ainda muito, muito jovens) para conferenciarem.

 

Algum tempo depois, o meu advogado vem dizer-me que o queixoso pretende desistir da queixa.

 

Como disse? Fiquei estupefacta. Desistir porquê? Logo agora que eu e as minhas testemunhas estávamos preparadas para dar um golpe na tauromaquia, o queixoso ia desistir? Por alma de quem?

 

Vacilei. Mas entretanto obtive uma informação preciosa, que mudaria o rumo da minha decisão: eu já havia feito mossa através dos textos que tinha publicado. Já havia conseguido uma vitória: um processo disciplinar sobre o queixoso. A segunda vitória era a da desistência.

 

Fui aconselhada, então, pelo meu advogado e pelo meu amigo a aceitar. Eu já havia alcançado um dos meus objectivos. Sabia que, ainda que ganhasse este processo, a tauromaquia não iria ser abolida. Não já. Mas vai ser.

 

Mas isto de aceitar uma desistência tem os seus quês.

 

Era preciso fazer uma negociação. E aí é que a porca torceu o rabo. Nem eu aceitei as condições do queixoso, nem o queixoso aceitou as minhas condições, logo à primeira, e passámos a tarde a fazer e a desfazer tratos, até que, já a caminho das 17 horas, e a saber (porque um funcionário veio contar) que as minhas dezanove testemunhas desesperavam nos vários tribunais em que se encontravam, e o Rui na sala ao lado, também desesperava aguardando ser ouvido, sem saberem o que estava a passar-se.

 

Eu havia embirrado com uma exigência do queixoso, que não tinha qualquer importância, mas eu entendia que não devia ceder. As magistradas diziam que se não chegasse a acordo, teríamos de recomeçar tudo… noutro dia.

 

Foi este “ter de recomeçar” que me fez ceder. Não podia permitir que as minhas testemunhas tivessem de se deslocar novamente aos tribunais, depois de tanta “seca” naquela tarde, e eu teria de voltar a Fronteira, localidade que me deixou arrepiada, de tanto tresandar a tauromaquia. Até no restaurante, onde tivemos de almoçar, as paredes estavam cobertas com fotos de touros e touradas e havia uma cabeça de touro empalhada numa das paredes. Foi horrível!

 

Então cedi. Coisa sem importância: tinha de publicar em dois pequenos jornais da terra um pequeno anúncio a dizer que não tive a intenção de difamar o queixoso.

 

E na realidade não tive.

 

As minhas denúncias só tiveram um objectivo: defender os direitos dos animais humanos (as Crianças daquela região) e os direitos dos animais não humanos (Bezerros, Touros e Cavalos), sacrificados nas arenas para divertir os sádicos.

 

O motivo da desistência da queixa, ao certo, ao certo não o soube.

 

Porém, quando no final da sessão, e ainda dentro da sala de audiências, sem a presença das magistradas, me dirigi ao queixoso para lhe dizer os motivos que me levaram a escrever o que escrevi, tive de parar no porque… porque ele começou a tremer, de queixo enfiado no peito, e olhos baixos, sem coragem de me olhar nos olhos, e tremia e dizia…esteja calada… não diga mais nada…esteja calada…esteja calada… e tremia… e tremia... cada vez mais… Tive até a impressão de que lhe ia dar um ataque qualquer… Então pediram-me para eu o deixar ir em paz…

 

E eu deixei.

 

Foi então que, naquele preciso momento, percebi por que um homenzarrão daqueles (eu meço 1m 70cm, considero-me altinha, mas ele, ele era mais alto e forte do que eu) tremeu diante de mim e não teve a coragem de me olhar nos olhos, e ouvir o que eu tinha para lhe dizer.

 

É que eu não era propriamente um Touro bebé.

 

Diante dele também não estava um Touro com os cornos embolados, enfraquecido, drogado, perdido, assustado, ferido, desesperado…

 

Diante dele, estava uma mulher que olha nos olhos os seus inimigos e os enfrenta de cabeça bem erguida… sem medo e sem o mínimo sentimento de culpa…

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Para comemorar o triunfo da afabilidade sobre a crueldade, convido-vos a ouvir, mas sobretudo a ver este vídeo. Estejam atentos à criança que nele aparecerá várias vezes, e quase no final, reparem na expressão dela, e comparem essa imagem, com a imagem da criança a tourear o bezerrinho, e entenderão com mais clareza o sentido da última frase do meu texto…

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:33

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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2015

QUE GOVERNANTES, PARA PORTUGAL?

 

No próximo dia 4 de Outubro, os Portugueses serão chamados a votar. E precisam de votar. É um dever cívico, e não devemos deixar em mãos alheias a nossa responsabilidade pela eleição dos próximos novos/velhos governantes.

 

Lembrem-se do que diz Bertold Brecht

«Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem».  

 

 

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A mim, preocupa-me bastante o facto de existirem candidatos a cargos políticos fulcrais para a Nação, que são aficionados de selvajaria tauromáquica, ou seja, são aqueles que se deleitam com o sofrimento de um ser vivo, porque podem muito bem se deleitarem (como, aliás, acontece) com o sofrimento do povo. Certo?

 

O filósofo alemão, Arthur Schopenhauer, que muito prezo pelo seu saber erudito e pela sua lucidez, diz o seguinte: «A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de carácter, e quem é cruel com os animais não pode ser um bom Homem».

 

Verdade. Não pode. Não é.

 

E são precisos Bons Homens (e Mulheres, obviamente) na governação. Pessoas em quem possamos confiar plenamente.

 

Pessoas com um carácter (que é o verdadeiro Eu, a essência secreta do coração, o temperamento civilizado) impoluto.

 

Mas quem são os candidatos que, não largando o poder, a ele se agarram como se fosse a tábua de salvação da vida deles?

 

Alguns conhecemo-los bem, pela notória exposição pública e pelas atitudes menos dignificantes que os vão marcando.

Outros, nem por isso.

 

 ***

Paulo Portas (CDS/PP) defensor-mor da selvajaria tauromáquica

 

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 (Foto retirada do Facebook)

 

Vejam como sorri, enquanto segura nas mãos a imagem argilosa de um forcado, em posição de ataque a um animal indefeso e moribundo – o Touro. Pelo sorriso e pela pose, podemos deduzir a grande afeição de PP por cobardes.

 

Actual Vice-primeiro-ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros, que se orgulha de ter exportado para Israel 4.000 cabeças de gado vivo... (imagine-se a barbaridade da viagem destes animais!), o parceiro de Pedro Passos Coelho, na Coligação PPD/PSD/CDS/PP é grande aficionado e impulsionador de selvajaria tauromáquica. É aquele, que um dia disse que as touradas têm muitos opositores, mas ele sempre as defenderá, e é também aquele que boicotou a Lei de Protecção dos Animais, naquilo que ela tinha de mais relevante para a defesa dos mesmos.

 

Será um bom homem?

 

***

O Primeiro-Ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho (PPD/PSD) a fazer rapapés a torturadores de Touros

 

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Esta foto foi tirada aquando da “homenagem” prestada pela Câmara Municipal das Caldas da Rainha a Marco José, um montador de cavalos, o qual a autarquia agraciou com a Medalha de Mérito Municipal (pasme-se!) CULTURAL, uma medalha que perdeu todo o seu simbolismo com tal atribuição.

 

O Primeiro-Ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, esteve presente nesta despudorada “cerimónia”, e posou para a foto ao lado do recebedor desta medalha “coltural”, do espetador de bandarilhas Francisco Paulino e do apoderado (aquele que trata dos “interesses” dos torturadores de Touros) Pedro Pinto, valiosas “personalidades” que contribuem para o progresso, a civilização e a evolução de Portugal, com o aval de Passos Coelho.

 

Será ele um bom homem?

 

***

Candidato a Primeiro-Ministro, António Costa (PS) aquele  

que medalha torturadores de Touros moribundos 

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Um “socialista” aficionado de tortura de seres vivos indefesos, que envergonha o Partido Socialista português e um País que se quer civilizado, não pode nem deve ascender a primeiro-ministro, por não ter perfil humano para representar Portugal.

 

O que vemos na foto é algo anómalo. Aconteceu em Abril de 2010. Elísio Summavielle, então secretário de Estado da “Coltura” (pois Cultura é outra coisa…) e António Costa, então presidente da Câmara Municipal de Lisboa, estiveram presentes na tourada que inaugurou a temporada carniceira no campo pequeno, em Lisboa, uma cidade europeia (será?), com esta repugnante nódoa negra, que a coloca no rol de cidades com um destacado atraso civilizacional.

 

E o que fez António Costa?

 

Fez esta desonra a um símbolo de Portugal, que em princípio só deve ser atribuído a pessoas que se destacam por terem feito algo dignificante pelo País.

 

António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, aproveitou aquela ocasião mórbida, que é a da tortura de bovinos indefesos, e desceu à arena. E sob cerrada ovação impôs a José Luís Gomes a Medalha de Mérito Municipal Grau Ouro (decisão unânime da edilidade em Setembro de 2009), na hora da despedida deste cabo do grupo de forcados de Lisboa, ou seja, António Costa recompensou a cobardia, e a Medalha de Mérito Municipal perdeu, naquele exacto momento, todo o seu significado simbólico.

 

Ver notícia completa neste link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tortura-gratuita-e-humilhacao-de-475652

 

Será António Costa um bom homem?

 

***

Quando os governantes são aficionados de selvajaria tauromáquica a crueldade e a violência são como uma praga e Portugal regride, e marca passo no caminho da evolução

 

Dos oito países (de entre 193, que existem no mundo) que ainda permitem este costume bárbaro, Portugal é o único que não tem feito qualquer progresso, por mínimo que seja, no sentido de abolir esta prática cruenta e irracional, do tempo anterior ao tempo do homem das cavernas, que era muito mais civilizado do que os que hoje praticam, aplaudem e promovem esta selvajaria inaceitável, porque o homem das cavernas não se divertia a torturar os animais com que se alimentavam.

 

Muito pelo contrário, o atraso civilizacional é de tal monta, que os governantes portugueses, desde o Presidente da República (que também medalha forcados cobardes), passando pelo Primeiro-ministro, pelo vice-primeiro-ministro, directores de organismos estatais, autarcas, deputados da Assembleia da república (dos 230 que compõem a AR, apenas 24 rejeitam a tauromaquia) tudo fazem para manter uma prática que está a ser repudiada em todo o mundo civilizado.

 

E fazem isto com o maior despudor, não tendo sequer a noção do ridículo das atitudes e do facto de atirarem Portugal para o caixote do lixo do mundo.

 

***

E o aficionado assumido Marcelo Rebelo de Sousa, que pretende o cargo de Presidente da República?

 

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Marcelo Rebelo de Sousa foi visto recentemente numa tourada, em Sobral de Monte Agraço numa arena “cheiinha” de sádicos, conforme podemos verificar na foto.

 

Será este um bom homem?

 

E é esta personagem que pretende candidatar-se a Presidente da República de Portugal?

Não é imoral?

 

***

E estes são alguns (os principais) governantes que temos.

Estes são os candidatos a governantes que continuamos a ter.

Não é angustiante?

Votar em quem? Como? Para quê?

 

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Bem, não tenho outra alternativa senão terminar dizendo como diz um amigo meu, que sendo Biólogo, sabe o que diz:

 

«Era preferível que estivéssemos entregues à bicharada, porque viveríamos uma condição muito mais racional e humana»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:08

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Sábado, 17 de Janeiro de 2015

A REVOLTA LEGÍTIMA DE ALGUÉM QUE PERDE A MÃE NAS URGÊNCIAS DE UM HOSPITAL QUE CARECEM DE QUASE TUDO…

 

E pensar que cerca de 16 milhões de Euros são canalizados para a selvajaria e “educação” de monstrinhos tauromáquicos… todos os anos… fora o que as autarquias esbanjam nestas práticas

violentas e anti-sociais…!

Sabiam?

 

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 (Paz à sua alma)

 

«Peço desculpa pelo que vou dizer mas ESTOU MUITO REVOLTADO!

 

 

A minha mãe acaba de falecer há uma hora e meia, no Hospital Garcia de Orta e, depois de ter dado entrada cerca das 11:00 horas da manhã, só foi vista cerca das 20:15 horas, depois de inclusive eu ter participado de um Médico, para mim indigno da profissão que diz que professa e, depois de muitas outras peripécias na Urgência deste Hospital!

 

Independentemente de todas as queixas que possa ter, de muitos "profissionais" que trabalham nesta Urgência, o culpado maior da morte da minha mãe é filho da outra senhora, que dá pelo nome de Pedro Passos Coelho e o gang dos seus lacaios!

 

Eu hoje vi de tudo naquela urgência... A título só de exemplo, há hora de almoço, as Voluntárias que davam sopa aos doentes em espera a certo ponto deixaram de dar, inclusive à minha mãe, porque já não tinham mais tijelas de plástico para servir sopa... Portanto, quando se acabaram as tijelas, acabou-se a sopa...

 

 

Independentemente de todas as queixas que possa ter, de muitos "profissionais" que trabalham nesta Urgência, a verdade é que são muito poucos para atenderem tanto doente... O Serviço de Saúde está uma miséria e, o nosso querido filho daquela senhora Coelho, cada vez vive melhor!

 

 

Não há profissionais suficientes, não há material suficiente, não há camas suficientes, não há macas suficientes (um dos Bombeiros que levou a minha mãe esta manhã, ao chegar e ao mudar a minha mãe da maca da ambulância para outra maca, confessa-me que a outra maca também é dos Bombeiros de Cacilhas, que já lá tem algumas há vários meses, pois o HGO não tem macas suficientes...)

 

Como é possível que um conhecido que trabalha no HGO, cerca das 22:00 horas ao tentar saber no sistema informático como estava o processo da minha mãe, tenha dado com a informação que a minha mãe tinha tido alta à revelia do parecer do Médico, por vontade própria, com ela deitada numa maca, nos corredores da Urgência ligada ao oxigénio????

 

Como é possível que cerca das 00:00 horas, ao voltar para junto da maca, vindo da Sala de Espera (de estar a falar com o meu sobrinho) tenha dado com ela com dificuldades respiratórias e, a senhora do lado me ter dito que já tinha chamada a atenção das Enfermeiras para isso e, que uma tinha ido lá abrir mais a pressão do Oxigénio, eu olho para o Manómetro da Botija e, o mesmo estava a ZEROS e ninguém via que a botija já não tinha oxigénio nenhum!!!

 

Estou revoltado, por tudo aquilo que passei, assisti e vivi hoje no HGO!!!

 

Como á possível que, a Médica que atendia a minha mãe, cerca da meia noite, à 1:30 horas da manhã me dissesse:

 

- Olhe, a sua mãe não está bem para ir para casa mas, também não a posso internar, pois não tenho camas disponíveis... Assim, vai ter que ir ficando por aqui...

 

Isto não é possível a não ser num país de terceiro Mundo, ou num país governado por verdadeiros gatunos, que não têm compaixão por quem está a sofrer, por quem tem (fazia dia 10 de Fevereiro) 90 anos, por quem precisa de ser atendido quando chega ao Hospital, por isso vai a uma Urgência, e não mais de 8 horas depois...

É UMA VERGONHA!

João Carlos Silveira»

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203158973481244&set=a.1195788340915.2027884.1414670043&type=1&theater

 

***

UMA VERGONHA, sim, senhor João Carlos Silveira.

 

Mas ao que parece, os governantes portugueses têm coisas mais “importantes” para financiarem, do que a Saúde do Portugueses.

 

Eu também me sinto revoltada, com tudo o que acontece neste país.

 

Há muito que me sinto revoltada. E faço chegar ao governo a minha revolta.

 

Bem sei que culpa não é apenas da selvajaria tauromáquica.

 

Mas quando sei o quanto se €SBANJA nessa coisa torpe que dá pelo nome de tauromaquia, o quanto se APOIA essa podridão, enquanto gente de bem morre nas urgências dos hospitais públicos por falta de condições e de apoios, também fico REVOLTADA, sim…

 

Talvez os 16 MILHÕES de Euros do erário público, mais os MILHARES das autarquias (que também vêm dos nossos impostos) não chegassem para TODOS os hospitais do país serem equipados convenientemente, mas com toda a certeza, chegariam para os que mais gente recebem nas urgências.

 

Ou não?

 

Agora… votem neles.

Para termos mais do mesmo.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:40

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Terça-feira, 15 de Abril de 2014

A prótoiro A MENTIR NO SEU MELHOR…

 

Como a prótoiro sabe que estas iniciativas em terras pacíficas são sempre um grande fiasco e não dá lucro a ninguém, vejam lá o que inventaram e escarrapacharam na sua página mentirosa:

 

«Crimes antitaurinos em Estarreja. Os materiais de promoção da corrida a realizar a 27 de Abril foram vandalizados. Partilhem!

 

O caso já foi entregue à policia que o está a investigar. Como temos vindo a alertar, os movimentos antitaurinos são um perigo social, atentando contra os direitos, bens e liberdades dos cidadãos.

 

Todos temos de divulgar estes atentados à liberdade, expondo os valores fundamentalistas e perigosos que guiam estes grupos

 

***

Nem sabem o que dizem…

 

Primeiro: antitaurino significa aquele que não gosta de Touros… Logo, em Estarreja, foram eles próprios, os da prótoiro (pois como sabemos, são eles que não gostam de Touros, uma vez que os deixam estirados numa arena a sangrar, furados com ferros, como um crivo), a vandalizar os vergonhosos cartazes que estão a SUJAR Estarreja, para poderem colocar a culpa nos que gostam dos Touros e os defendem com toda  a garra.

 

Segundo: achamos bem que a polícia investigue e chegue à verdade, pois é sua obrigação.

 

E os autarcas de Estarreja, deviam ter vergonha na cara, e não permitirem que Estarreja rasteje aos pés da peçonha que é a tauromaquia.

 

Terceiro: dizem eles que «os movimentos antitaurinos são um perigo social, atentando contra os direitos, bens e liberdades dos cidadãos.»

 

Aqui temos os antitaurinos/tauricidas (eles próprios) que são na realidade um perigo para a sociedade, uma vez que são adeptos da violência dentro e fora das arenas, mais propriamente designados por psicopatas, e atentam contra os direitos, bens e liberdades dos seres vivos, não respeitando a vida. Daí que deviam ser internados para uma cura psiquiátrica.

 

Quarto: dizem eles também: «Todos temos de divulgar estes atentados à liberdade, expondo os valores fundamentalistas e perigosos que guiam estes grupos

 

Esta é anedota.

 

Atentados à liberdade, pois… é o que eles (antitaurinos/tauricidas) fazem quando torturam um Bovino que tem direito à liberdade e à vida própria.

 

Valores fundamentalistas e perigosos são os desses antitaurinos/tauricidas, que por mero prazer sádico e dinheiro, são um perigo para os bovinos indefesos e inocentes, e para a sociedade em geral, conspurcando-a com estas atitudes de meliantes e pela prática de biocídio.

Antes de virem cá para fora acusar gente pacífica e lúcida, façam o trabalho de casa.

 

E principalmente não andem a destruir cartazes e a colocar a culpa nos defensores dos animais.

 

Façam-se HOMENS, pelo menos uma vez na vida.

 

Não andem a rastejar pelo chão como matéria fétida, a infectar a sociedade humana.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:49

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Domingo, 25 de Agosto de 2013

O QUE SÃO AQUELES QUE PRATICAM, APLAUDEM E APOIAM A TAUROMAQUIA?

 
 

 

O Azevedo (que não sei quem é) enviou-me um texto muito interessante, sobre fanatismo, que se encaixa na perfeição em quem pratica, aplaude e apoia a tortura de bovinos e cavalos, para se divertir e ganhar dinheiro.

 

Eis a definição que o Azevedo enviou:

 

«Fanatismo (do francês "fanatisme") é o estado psicológico de fervor excessivo, irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, historicamente associado a motivações de natureza religiosa ou política (aqui podemos acrescentar também de natureza maléfica.) É extremamente frequente em paranóides, cuja apaixonada adesão a uma causa pode avizinhar-se do delírio

 

Pois esta descrição do fervor excessivo, irracional e persistente, por algo como a PAIXÃO PELA TORTURA, apesar de todas as tentativas de trazer essas mentes doentias à racionalidade, através do que se escreve, com provas científicas, que destacam o sofrimento atroz dos animais utilizados na tortura, é o retrato fiel dos que “vivem” a irracionalidade da tauromaquia.

 

Diz o Azevedo que em Psicologia, os fanáticos são descritos como indivíduos

dotados das seguintes características:

 

1. Agressividade excessiva (esta é a característica principal dos aficionados, que são a própria violência personificada, necessitando de mostrar uma virilidade que não têm, torturando seres que não podem defender-se.)  

 

2. Preconceitos variados (como não conseguem livrar-se desse mal que os agride inconscientemente, formam conceitos sem qualquer fundamento razoável, acerca dessa paixão mórbida, transpondo para os anti-touradas os seus defeitos mais enraizados)

 

3. Estreiteza mental (uma outra característica dos pró-touradas, pois nada mais vêem na tortura do que “arte” e “festa”, quando na verdade a tortura é algo essencialmente desumano, cruel, reprovável e abominável, coisa de mentes doentias).

 

4. Extrema credulidade quanto a um determinado "sistema" (eles crêem fervorosamente que o Touro nasceu para ser toureado, não tendo a mínima ideia do que é um animal; crêem que se a tourada acabar, acaba-se o Touro, não sabendo que o Touro é um bovino, não castrado, que perdurará para além da extinção do homem predador; e crêem que o Touro não sofre e até gosta muito de ser torturado (algo que só pode sair de mentes já bastante danificadas).

 

5. Ódio (eles transpiram ódio por todos os poros, sendo que o principal alvo desse ódio são os Touros e os Cavalos, muito mais dignos e VIRIS do que eles todos juntos. E isso eles não perdoam). 

 

6. Sistema subjectivo de valores (ó único valor que eles prezam é o mal que espalham como um veneno contra animais indefesos e contra os anti-touradas. Nada mais.)

 

7. Intenso individualismo (eles, eles, e mais eles… ninguém mais importa.

Fazem valer à FORÇA um direito que eles PENSAM ter, escudados numa LEI BASTARDA).

 

8. Demora excessivamente prolongada em determinada situação/circunstância (estão sempre a dizer o mesmo, não dizendo nada, e são incapazes de ARGUMENTAR RACIONALMENTE, a favor daquilo que acreditam ser uma verdade: a “arte” que vêem na tauromaquia. Não conseguem, fazer uma raciocínio lógico, nem aceitam a evolução, tendo ficado parados num tempo que não existe mais).

 

Diz o Azevedo que, «de um modo geral, o fanático tem uma visão-de-mundo maniqueísta, cultivando a dicotomia bem/mal, onde o mal reside naquilo e naqueles que contrariam o seu modo de pensar, levando-o a adoptar condutas irracionais e agressivas que podem, inclusive, chegar a extremos perigosos, como o recurso à violência para impor o seu ponto de vista».

 

É exactamente isso que acontece. Os aficionados recorrem frequentemente à violência verbal e física, e à ameaça, acovardando-se, no entanto, se alguém lhes faz frente com a CORAGEM que eles não têm. Metem o rabinho entre as pernas e fogem a sete pés, tanto da presença física do outro, como na argumentação (que nunca apresentaram, ainda que desafiados a fazê-lo milhões de vezes).

 

Além de tudo isto os que praticam, aplaudem e apoiam a tauromaquia são psicopatas e sádicos, cegos mentais, e não conseguem conviver com a realidade sem TORTURA.

 

Tudo isto está provado cientificamente.

 

Só eles é que não conseguem discernir.

 

E aqui fica explicado o motivo.

 

***

Obviamente que o Azevedo, sendo um aficionado, não me enviou este texto com esta leitura.

 

Eu, delicadamente, agradeci-lhe o contributo que deu para um melhor conhecimento dos que andejam ao redor da TORTURA DE SERES INDEFESOS, e ele enviou-me este PS: «Agradeço o seu agradecimento e o reconhecimento de que prestei um bom serviço à Abolição. Mas isso só se concretizará quando você se calar por completo.»  

 

Pois é Azevedo, mas quem é você para me mandar calar?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:17

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Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

O NOVO LOGRO DA prótoiro

 

Quanto desprestígio para Angra do Heroísmo!

 

 

Segundo a prótoiro, Angra do Heroísmo é o 50º município português a declarar a tauromaquia como Património Cultural Imaterial (PCI), e o que é mais grave: por UNANIMIDADE E ACLAMAÇÃO. O que significa, que tal como na Ilha Terceira, em Angra do Heroísmo não existe gente CULTA.

Mas ainda diz mais, a prótoiro.

 

Diz que com esta declaração são já 50 os municípios portugueses que, ao abrigo da Convenção da UNESCO, declararam a tauromaquia como Património Cultural Imaterial, e culminam este delírio com esta frase de folhinha parola: «Mais um grande exemplo da defesa e salvaguarda da cultura portuguesa. 50 declarações num ano é obra

 

É obra, é. É obra de ignorantes que defendem e salvaguardam a cultura portuguesa parola. Porque a culta nem sabem o que é.

 

E aqui temos o NOVO LOGRO da prótoiro, pois estas declarações imbecis, que não valem absolutamente NADA, também NADA têm a ver com a UNESCO, que não é para aqui chamada, uma vez que a UNESCO não convenciona TORTURA DE ANIMAIS.

 

Lembramos o que a UNESCO declarou em 1980:  

 

"A tauromaquia é a terrível e venal arte de torturar e matar animais em público, segundo determinadas regras. Traumatiza as crianças e adultos sensíveis. A tourada agrava o estado dos neuróticos atraídos por estes espectáculos. Desnaturaliza a relação entre o homem e o animal, afronta a moral, a educação, a ciência e a cultura".

 

Pois É MENTIRA que a UNESCO tenha alguma coisa a ver com estas declarações patetas ou que esteja a ponto de declarar a TORTURA e MORTE de animais sencientes como PATRIMÓNIO IMATERIAL DA HUMANIDADE.

 

Apenas um organismo muito desvirtuado o faria.

 

Só mesmo os tauricidas psicopatas acreditam na MENTIRA que eles próprios inventam, para se enganarem e darem alguma importância a si próprios, uma vez que o resto do MUNDO OS DESPREZA, porque não são absolutamente ninguém.  

 

EVOLUAM, e a avaliação do mundo em relação aos tauricidas será outra.

 

Para já, esta é a que merecem.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:10

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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2013

O LOBBY DA TORTURA TAUROMÁQUICA NAS BANCADAS DO PARLAMENTO PORTUGUÊS

 

ADIVINHEM PARA QUÊ…

 

 

 

http://farpasblogue.blogspot.pt/2011/11/toureiros-ontem-no-parlamento-as-fotos.html

 

Coitadinhos, estão com umas caras de desmoralizados, de vencidos. Estão já a rastejar.

 

***

 “Lobby (política) - Grupo dos que frequentam as antecâmaras dos parlamentos com o objectivo de influenciar os deputados no sentido de votarem de acordo com os seus interesses."

in INFOPÉDIA PORTO EDITORA

 

https://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=432575320158535&set=o.228974020492136&type=1&theater

 

NÃO É ISTO DE UMA DE CEGUEIRA MENTAL CRASSA?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:02

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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012

«A DECADÊNCIA DA TAUROMAQUIA»

 

 

Mais gente na arena do que nas bancadas. Boa!

 

 

E dizem eles que a tauromaquia está de boa saúde! A verdade é que ela está moribunda. Com os pés na cova. Vamos dar-lhe o empurrão final para que caia no abismo e fique soterrada para sempre no fundo dos infernos, onde já devia estar há muito tempo.

 

O texto que se segue diz da situação de Espanha, que é o que se passa exactamente em Portugal. Sem tirar nem pôr.

 

LÁ COMO CÁ, ESTAMOS A TRABALHAR PARA QUE 2013 SEJA O ANO DA MORTE DAS TOURADAS.

 

Este é um texto que é OBRIGATÓRIO LER.

 

***

 

«Agoniza em declive e ferida de morte» estas seriam as palavras com as quais, no dia de hoje, definiríamos a situação da tauromaquia em Espanha.

 

(E também em Portugal e nos restantes países tauricidas do mundo).

 

Palavras que começam a ouvir-se da boca dos próprios ganadeiros, empresários, jornalistas, críticos taurinos, aficionados e toureiros.

 

A consciência social, a apatia dos aficionados taurinos, a falta de dinheiro, a forte crise que golpeia a Espanha (e também Portugal) e o esforço que algumas Câmaras Municipais estão a fazer, hoje, mais do que nunca, permite que  tauromaquia esteja à beira do precipício.

 

Desde 2007, os festejos taurinos decresceram 47% em toda a Espanha (e em Portugal o mesmo se passa).

 

Os ganadeiros já destinam mais bovinos para os matadouros do que para as arenas, e dia após dia, vêem-se a braços com enormes perdas económicas, pelo que já planeiam seriamente a alternativa dos matadouros como única via de escapar à crise.

 

A ferida aberta pela Catalunha, em 2010, proibindo as corridas de Touros, longe de cicatrizar, torna-se mais funda, à medida que as Organizações de Defesa dos Animais, com o apoio de mais de 73% da população (em Portugal chega-se aos 87%) continuam a trabalhar para abolir esta tradição cruel, digna apenas de um povo primitivo.

 

Dois anos depois da sua proibição na Catalunha, parece chegar a vez de San Sebastian, cujo alcaide quer pôr fim a esta atrocidade e, deste modo, não derramar mais sangue inocente nas arenas daquela localidade.

 

«O sofrimento dos animais não deve converter-se num espectáculo público», referiu o alcaide Juan Carlos Izaguirre.

 

É de realçar que com um país prestes a pedir um resgate financeiro, se desperdicem mais de 500 milhões de Euros em festejos taurinos e que apesar de utilizarem a palavra “austeridade”, muitas Câmaras Municipais continuem a endividar-se, ano após ano, realizando corridas de Touros em praças CADA VEZ MAIS VAZIAS.

 

Apesar de 73% da população estar contra ou ser indiferente à tauromaquia, o governo central faz ouvidos de mercador ao grito unânime da população que pede o fim da tortura e da morte de milhares de Touros, todos os anos.

 

(O mesmo acontece em Portugal, com governantes CEGOS E SURDOS)

 

A tauromaquia sobrevive graças aos interesses privados de alguns políticos, ao endividamento das Câmaras Municipais, às entradas gratuitas a centros escolares de algumas comunidades e aos turistas que lá vão ao engano.

 

A estes últimos vende-se-lhes um espectáculo de dança entre um Touro e um Cavalo, na qual em nenhum momento se maltrata o Touro. Uma vez iniciada a lide, os turistas saem horrorizados, com lágrimas nos olhos pelo que presenciaram.

 

(Além de tauricidas são mentirosos e traiçoeiros).

 

A Organização Internacional pela Defesa dos Animais “AnimaNaturalis" , continuará a trabalhar para que num futuro próximo, esta mal denominada “festa nacional” seja abolida em todo o Estado Espanhol , e deixe de envergonhar a maioria dos cidadãos que não querem ser identificados com tal atrocidade.»

 

Guillermo Amengual,

Coordenador para Espanha de «Campanha Antitauromaquia».

 

Fonte: http://animanaturalis.org/p/1584

 

 ***

 

EM PORTUGAL ESTAMOS  A TRABALHAR TAMBÉM PARA O FUNERAL DA TAUROMAQUIA

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:20

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