Domingo, 6 de Janeiro de 2019

VOTO DE PESAR A TORTURADOR DE TOUROS É UM HINO À ESTUPIDEZ!

 

 

 

VOTO.jpg

 

No dia 22 de Dezembro de 2018, uns dias antes do torturador de Touros, morreu a grande senhora que foi Calatina Pestana, antiga Provedora da Casa Pia de Lisboa, a voz das vítimas de abusos sexuais, durante o mais vergonhoso processo que enodoou aquela instituição ESTATAL. Em todo este vergonhoso processo, Calalina Pestana esteve sempre ao lado das vítimas.

 

Dela disse Bagão Félix: «Foi uma pessoa admirável, com rosto, alma e coração. Esteve sempre ao lado dos que não têm voz, não têm poder e não fazem notícias, não abrem telejornais, dos que estão indefesos».

 

Não vi a Assembleia da República fazer um voto de pesar por esta grande senhora, que foi ÚTIL à sociedade, tinha rosto, alma e coração, não envergonhou a Humanidade, e serviu  com dignidade uma INSTITUIÇÃO DO ESTADO.

 

Envergonho-me dos deputados da Nação que apresentaram um voto de pesar deste teor, na Assembleia da República Portuguesa, por alguém que torturava seres indefesos para divertir sádicos.

 

Aqui ficará este vergonhoso voto de pesar, para vergonha de Portugal e para memória futura.

 

Os vindouros repudiá-lo-ão tanto quanto nós o repudiamos. Porque no futuro, a tauromaquia significará exactamente o mesmo que o Circo Romano hoje, significa para nós: uma actividade bárbara para entreter turbas alienadas e satisfazer o capricho de governantes alucinados.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:03

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018

REFERENDAR A TORTURA DE TOUROS SERIA ADMITIR QUE A TORTURA DE TOUROS É POSSÍVEL

 

E não é. A tortura de Touros não é possível, numa sociedade evoluída.

O que é da ÉTICA não pode ser referendado. A tortura de Touros é uma questão da Ética, do Senso Comum, das Leis Naturais e Universais.

 Referendar a tortura de Touros é admitir que a tortura de Touros é possível.

Eis o que é a Ética, explicada de um modo simples, por Mário Sérgio Cortella (***) para que todos entendam:

 

ÉTICA1.jpg

 

Referendar a tortura de Touros é ACEITÁ-LA como algo que pode ser válido para a sociedade, e que uns querem, e outros não querem.

 

As questões da VIDA não são referendáveis. A VIDA é tão importante para o animal humano, como para o animal não-humano, por isso estes são tão cuidadosos com a vida deles, defendem-na corajosamente, não poluem o seu habitat natural, e são eles o equilíbrio racional do ecossistema, que o animal homem, irracionalmente, destrói.

 

ÉTICA.jpg

 

Ainda se a pergunta a fazer fosse directa e clara:

É A FAVOR DA TORTURA DE TOUROS E CAVALOS NUMA ARENA, PARA DIVERTIR SÁDICOS E PSICOPATAS?

… talvez (talvez) o referendo  pudesse ser aceitável...

 

Contudo, nos referendos, como todos nós sabemos, as perguntas nunca são directas e claras, precisamente para confundir os menos esclarecidos e, com isso, servir a política e não a sociedade.

 

De qualquer modo, um referendo sobre a tortura de Touros é admitir essa barbárie no seio da nossa sociedade, que se quer evoluída. Portanto, algo contraproducente.

 

(***) Mario Sergio Cortella é um filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário brasileiro, mais conhecido por divulgar, com outros intelectuais como Clóvis de Barros Filho, Leandro Karnal, Renato Janine Ribeiro e Luiz Felipe Pondé, questões sociais ligadas à filosofia na sociedade contemporânea.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:40

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Terça-feira, 13 de Março de 2018

«ANIMAIS EM RESTAURANTES?»

 

Um lúcido texto de Teresa Botelho, publicado no Blogue «Retalhos de Outono»

Faço também minhas todas as palavras da Teresa

CÃES.jpg

Legenda: cães aceitam-se; banqueiros interditos, excepto se pagarem uma taxa de entrada de 70.000 Euros

 

Texto de Teresa Botelho

 

«Não estava nos meus planos comentar este tema, porque tais celeumas não passam de canções de embalar de sociedades rústicas, atrasadas, míopes, desocupadas, egocêntricas e acostumadas a certas mediocridades que daqui a algum tempo se dissipam e entram nas nossas rotinas, porque a presença de um animal dentro de um espaço fechado ou numa esplanada cheia de gente, pouca ou nenhuma diferença faz... 

 

Quando como em casa, eles estão ao meu lado, mas o meu prato é para eles tão meu, como as taças onde cada um deles come, mas se por acaso eu cometer alguma gafe na qualidade ou quantidade de alimentos que lhes coloco e que só é reparada enquanto eles comem, peço-lhes licença e corrijo o erro, sem zangas nem ressentimentos, porque as rotinas criaram essa confiança que só a convivência e a comunicação nos conseguem dar.

 

Falei de comunicação?

 

Claro que sim, porque até uma criança que não aprendeu ainda a verbalizar as suas vontades, consegue comunicar com quem a quiser entender...   

 

É tão fácil saber se um animal está ou não confortável, se se sente à vontade no meio de nós, se o medo o faz fugir, ou o torna agressivo que só quem não estiver atento, poderá negar todos esses sinais e achar que está apenas perante qualquer pedregulho insensível, entalado algures numa falésia batida pela chuva e sacudida pelo vento...

 

Porque razão será que o arcaico egocentrismo humano, inventa espaços que considera só seus e não os pode partilhar com as espécies que humanizou? 

 

Sem dúvida que o termo "humanizar" serve de desculpa para críticas, mas porque razão se domesticaram alguns animais, roubando-os à Natureza, para que nos servissem para os melhores e para os piores fins?                                                             

 

Porque razão o cão, o gato e alguns outros, se dedicam incondicionalmente a quem os trata e sofrem com a sua ausência?

 

Se os traumas que residem em muitos humanos são justificados, porque razão num animal não o são?

 

 

A lei que permite a entrada de animais de companhia em espaços de restauração, foi sem dúvida um ultraje ao "status humanóide" de muitos ignorantes que nada mais são do que provincianos obtusos e mal informados, tal como o é a discriminação de que são vítimas aquelas "aves já não tão raras", que por opção própria, não se alimentam dos nacos de carne que satisfazem os outros da sua espécie. 

 

Perante tais desigualdades e constrangimentos, proponho que os velhos dísticos de proibição de animais, passem também a incluir "humanos herbívoros", porque discriminação por discriminação, pelo menos que se assumam estas, já que outras há que ficarão apenas pelos bastidores dos preconceituosos...

      

Confesso que me sinto envergonhada com tanta resistência à evolução, mas sempre fomos assim, por isso, já que os cães que vejo atados à porta do supermercado aguardando a chegada dos seus tutores, perante o entra e sai de tantos  estranhos e dos carrinhos de compras, com ar de abandono, se comportam melhor que as criancinhas que correm e perturbam lá dentro com as suas birras e atropelos, merecem não só entrar em qualquer espaço comercial, como em todos os lados e só questiono o porquê de tanto falatório...

 

Pelo menos os animais, comem sem mostrar aos outros o conteúdo que mastigam, não bebem em excesso nem criticam ninguém e a poluição sonora que sinto em muitos restaurantes ao fim de semana, talvez fosse menor se as pessoas tivessem a educação de muitos cães...

 

Prometera a mim mesma, não ver mais alguns programas que a RTP transmite, porque a falta de isenção dos "dinossauros" que os apresentam me agride, mostrando-me a degradação da ética jornalística instaurada, mas perante tantos comentários que li, a curiosidade fez-me ir às gravações e novamente me vi no meio de um chorrilho de idiotices e de ignorantes... 

 

Ora como sou obrigada a pagar uma taxa para sustentar a TV pública, era ainda preciso chamarem ao debate um certo doutorzinho Taxa, para vomitar as suas diarreias mentais através de trágicas cenas de terror a tirar para o cómico?           

 

É evidente que abandalhar um tema sério que nada tem de extraordinário em outros países, é a técnica dos broncos que precisam manter o país na penumbra da estupidez para se conseguirem destacar, mas se outros aplaudiram as baboseiras do sr. Taxas, a apresentadora parece ter gostado, porque ao dar-lhe tempo de antena, confirma o seu próprio prazo de validade vencido e a necessidade de engraxar quem lhe paga, para que lho prolonguem ...

 

Esquecendo agora as taxas, os jornalistas em saldo, mais as críticas a uma lei que incomoda tanta gente porque segundo alguns, "há coisas mais importantes a debater", parece-me que algo aqui se esqueceu, já que puxar pela cabeça está cada vez mais caro por cá. 

Nos tempos que correm, a temática animal, como tão bem foi dito e talvez menos ouvido no referido programa, tem várias vertentes e atrevo-me a acrescentar, como educadora que fui que a mais importante é a pedagógica, logo, a presença de animais no nosso dia a dia e a observação das suas posturas e comportamentos em sociedade, faz parte dessa aprendizagem. 

 

Quem pinta cenas de ataques a travessas, a mesas e às pessoas, está apenas a passar um atestado de irresponsabilidade e estupidez a quem integrou os seus animais na família, sociabilizando-os e confiando neles ao ponto de os levar de passeio ou de férias (que o digam os estrangeiros que nos visitam), sem ter que os condenar ao stress de um carro fechado ou de uma trela atada à porta.

 

Sejamos, portanto, sensatos e aceitemos com lucidez os novos tempos, porque não são só as tecnologias que ditam o progresso, a ética faz parte dele, se o quisermos equilibrado e justo.»  

 

Fonte:

https://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2018/03/animais-em-restaurantes.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:56

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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

PORTUGAL NÃO É UM PAÍS CONFIÁVEL...

 

A propósito da morte recente de dois forcados ao serviço do lobby tauromáquico, que os força e condena a esta má sorte.

 

«Se Portugal, tivesse políticos daqueles que olham a política como uma actividade nobre o que quer dizer, governarem pelo bem público o que muitas vezes é verdade, exige coragem e determinação, mortes destas não aconteciam pela simples razão da barbárie de torturar animais, estar erradicada do país. Claro, é preciso coragem e compaixão, Passos Manuel há mais de cem anos, teve-as. Actualmente, pelo contrário, 200.000.00 euros, dinheiro dos contribuintes, vai para alimentar esta prática execrável que um povo evoluído se indignaria com tal facto.

 

Mas Portugal, não é um país confiável em termos de uma sociedade moderna, evoluída e humana.

País de brandos costumes, estamos conversados, é um conceito do Salazarismo que bem sabemos no que deu. Dá para perguntar, como seria Portugal, numa situação limite?! Os políticos, já que não são sensíveis ao sofrimento dos animais não humanos, ao menos que, pensem sobre estas mortes dos da sua espécie e ajam em conformidade.»

(José Costa)

 

 

Um dos forcados, Pedro Primo, que fazia a última pega quando morreu, vivia num quarto alugado em casa de amigos e não tinha ligações à família. Dizem que teve uma infância difícil, trabalhava no campo para um empresário tauromáquico, de nome Inácio Ramos Jr., e andava nos forcados há 10 anos, ou seja, desde a menoridade… Segundo uma senhora, que se me apresentou como mãe deste forcado, Pedro Primo não queria ir para a arena, neste dia, mas “foi obrigado”.

Quem o obrigou? Quem o atirou para a morte? Esses sim, são os que se regozijam com a morte destes infelizes, tanto quanto se regozijam com a morte dos Touros. O que lhes interessa é que possam continuar a viver à tripa forra, à custa dos nossos impostos e da ignorância do povo.

(Isabel A. Ferreira)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:24

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Segunda-feira, 28 de Agosto de 2017

MENSAGENS NOBRES A TODOS QUANTOS PRATICAM, APLAUDEM, APOIAM E PROMOVEM A TAUROMAQUIA EM TODAS AS SUAS VERTENTES SÁDICAS E SELVÁTICAS

 

Porque a insanidade e o sadismo não fazem parte de uma sociedade que se quer saudável, limpa e humana, aqui deixo alguns elementos para reflexão, principalmente dos governantes, que teimam em manter uma lei completamente insana, onde a crueldade, a violência e a tortura de seres vivos são permitidas, unicamente para encher os bolsos de trogloditas e divertir “gente” com graves deformações mentais.

 

Isto não é da Civilização, nem da Cultura, nem da Humanidade.

 

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Por isso, nós, os anti-tourada, não nos calamos:

 

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Seja esse outro um ser humano ou um ser não humano. O sofrimento é o mesmo.

 

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E por fim, aquela máxima que, se todos os seres humanos seguissem, o Planeta Terra seria um verdadeiro Paraíso.

 

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Pensem nisto, senhores governantes, únicos culpados do caos social, cultural e educacional em que Portugal está mergulhado.

 

E vós, Portugueses, abri os olhos, e nas próximas eleições autárquicas penalizem quem tanto tem penalizado o nosso país.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:51

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Sexta-feira, 25 de Agosto de 2017

TVI PERDE AUDIÊNCIAS COM TRANSMISSÃO DE TOURADA

 

Em Portugal é assim: em vez de se evoluir, progredir, avançar para um futuro civilizado, retrocede-se medievalescamente…

 

Além da tourada do dia 18, a TVI fez propaganda às touradas à corda nos Açores, com Paulo Salvador, na sua ronda gastronómica, e à “festa” do barrete verde, em Alcochete, no meu querido mês de Agosto… que é mais de desgosto do que de gosto…

 

Que barrete TVI!!!!!!

 

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Mas vejamos o que acontece a uma estação de TV retrógrada:

 

«Os dados das audiências (do dia 18 de Agosto) não deixam dúvidas. A TVI há 5 anos que não transmitia touradas na sua emissão. No dia 18 de Agosto a estação decidiu transmitir em diferido uma tourada realizada na praça de touros do Campo Pequeno e, analisando os dados das audiências dessa noite, verificamos que a TVI perdeu para a SIC no horário em que foi transmitida a corrida de touros. A transmissão da tourada não cativou os telespectadores da TVI, conforme se pode ver nos gráficos das audiências, e cativa cada vez menos portugueses.

 

Avancemos rumo a uma sociedade mais pacífica, mais humana e mais amiga dos animais!

 

#Avancemos #TVI»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069.108951.143034799060668/1624788604218606/?type=3&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:24

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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DE PORTUGAL (OPP) ABANDALHADO PELA CANDIDATURA DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA A PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL

 

Como é que isto foi parar ao OPP?

 

É surrealista, ridículo, insultuoso, estarmos a lutar contra uma coisa que não deveria sequer ser permitida, pois a tortura de animais, a selvajaria, a crueldade, a violência, a estupidez não faz parte de uma sociedade evoluída e civilizada.

 

OPP.jpg

 

Então por quê aplicar dinheiro numa INUTILIDADE como torturar Touros numa arena, para divertir sádicos e psicopatas?

 

Estar uma barbaridade destas a concorrer entre coisas sérias, é uma afronta, um insulto à inteligência dos Portugueses e uma desonra para a República Portuguesa.

 

Eu sinto-me lesada na minha condição de cidadã portuguesa, com esta vergonhosa situação.

 

Não teremos governo à altura da decência cultural e cívica?

 

O facto deste repugnante projecto constar da lista dos projectos culturais do OPP é altamente desprestigiante para Portugal e lesivo da dignidade portuguesa.

Uma vergonha!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:28

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Segunda-feira, 7 de Março de 2016

O IMPACTO DA TAUROMAQUIA NAS CRIANÇAS E JOVENS

 

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PAN ::: Pessoas-Animais-Natureza

 

Ontem iniciou-se o II Ciclo de Conferências Públicas de Bem-Estar Animal, no espaço PAN Lisboa. Foi com casa cheia que juntos debatemos o tema: O impacto da Tauromaquia nas Crianças e Jovens.

Partilhamos as fotos do evento tal como algumas frases, mais marcantes, de cada orador/a.

 

«Deve ser alterada a lei para o exercício da profissão de artista tauromáquico para a idade mínima de 18 anos. O interesse da criança é um interesse públicoArmando Leandro

***

(Peço desculpa, Dr. Armando Leandro, a proposta a fazer é a abolição desta “profissão de artista” tauromáquico, seja com 18 ou mais ou menos anos. É a abolição da tauromaquia. Enquanto existir tauromaquia, o interesse da criança não estará acautelado, e V. Exa. sabe disso muito bem - Isabel A. Ferreira)

 

***

«Podemos aproveitar a repulsa das crianças. Uma possibilidade pode passar por fazer um documentário sobre o sofrimento dos animais na tauromaquia e em outras práticas, e fazê-lo circular nas escolas.» Fernando Araújo

 

«A empatia está na base das nossas decisões morais. A promoção de atitudes de respeito para com os animais é benéfica para o bom desenvolvimento das crianças». Mariana Crespo

 

«As denúncias à Inspecção Geral de Actividades Culturais são ineficazesSérgio Caetano

 

«A tauromaquia é uma forma de normalização da violência. A identidade e os valores culturais de uma sociedade não se podem sobrepor ao superior interesse da criança.» Anna Mulá

 

PAN - A causa de tod@s

 

Fonte:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/pcb.1037665389627889/1037663789628049/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:14

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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015

NÃO FAZ SENTIDO

 

«Os que criticam aqueles que lutam por uma causa são os parasitas da sociedade, os inúteis que, além de não fazerem nada por ninguém, andam no mundo só por ver andar os outros… São uns tristes, uns apoucados, uns pobres diabos…»

(Isabel A. Ferreira)

 

SHUT UP.jpg

 

Há uns dias encontrei várias publicações, tanto de indivíduos como de organizações, a criticarem quem defende os animais: segundo eles, quem defende os animais não se interessa pelas pessoas, os animais são inferiores aos seres humanos e não merecem a ajuda que recebem, mas-que-estupidez-vem-a-ser-esta e sou-tão-bom-a-argumentar-que-preciso-de-insultar. Para ratificar ainda mais a indignação, adicionaram à declaração furiosa uma montagem com duas imagens: a de Aylan Kurdi, a criança síria-curda de três anos que morreu afogada, e a de uma baleia encalhada a ser ajudada por dezenas de pessoas.

 

Primeiramente, preciso de referir como é barbaramente execrável utilizar um registo trágico para criticar uma causa: é uma falta de respeito atroz para com a vítima exposta, visto que estão a aproveitar-se do sucedido para ganhar atenção suficiente e conseguir expor massivamente a sua visão negativa em relação à defesa dos animais. Pelo que eu sei uma causa não prejudica outras, bem como nenhuma causa deve sobrepor-se às outras. As causas não servem para alimentar egos - algo que, infelizmente, não é levado a sério e pode ser perfeitamente visualizado neste tipo de atitudes.

 

Para além disso, quem está a criticar deve conhecer, e muito bem, todos os defensores dos animais deste planeta: é a conclusão que eu tiro, visto que só desta maneira é que pode regurgitar afirmar, com toda a segurança, o que diz em relação aos supracitados.

 

O que vale é que ninguém, mas mesmo ninguém, fica satisfeito quando alguém milita por alguma coisa. Encontra sempre defeitos, torce o nariz, a causa não é nobre o suficiente, mas há coisas mais importantes, e por aí fora.

 

Se luta contra a desflorestação e planta novas árvores é porque não se interessa pelos animais;

 

Se ajuda animais é porque não se importa com as pessoas;

 

Se participa na distribuição de alimentos e roupas para os sem-abrigo é porque despreza as mulheres vítimas de violência doméstica;

 

Se ajuda as mulheres é insensível com as crianças, porque as crianças são mais indefesas do que as mulheres;

 

Se ajuda as crianças é porque esqueceu-se dos órfãos, e esses sim, é que precisam verdadeiramente de atenção;

 

Se vai cuidar de crianças que perderam os pais é porque está a lixar-se para as crianças com cancro;

 

Se visita crianças com cancro é porque deixou a própria família de parte;

 

Se passa algum tempo com a família é porque não quer saber dos outros;

 

Se quer saber dos outros, porque não dá o raio de um rim para alguém que precisa de um para sobreviver;

 

E, francamente, porque diabos deu um rim a um desconhecido quando, sabe-se lá, alguém da sua família poderá futuramente precisar;

 

Isto assim não pode ser;

 

E isto assim também não pode ser;

 

E blá blá blá...

 

Moral da história: preso por ter cão e preso por não ter.

 

Segunda moral da história: nenhuma causa é mais importante do que a outra. Isto não é uma competição para ver quem merece mais a nossa solidariedade.

 

Os animais têm os seus direitos e as suas necessidades, bem como os seres humanos têm os seus direitos e as suas necessidades, e ninguém tem o privilégio divino de dizer o contrário e de menosprezar um, ou outro, ou ambos, só porque possui um determinado juízo de valor.

 

As causas não se movem por esses juízos: movem-se porque há quem sinta compaixão, quem sinta amor e quem se preocupe genuinamente - e quem não compreende e não aceita isso, pura e simplesmente, não empate. Não concorda com a causa, seja ela pelas pessoas, pela natureza ou pelos animais? Então fique sossegado e não arrelie. Vá ler um livro, jogar ping-pong, lavar a loiça, mas deixe de ser troll nas redes sociais e pare de atacar pessoas que não conhece de lado nenhum.

 

É que já não há paciência.

 

Fonte: http://grito-silenciado.blogspot.pt/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:31

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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2015

OBSERVAÇÃO DE UMA MENTE CARUNCHOSA

 

Recebi este comentário, e não resisto a destacá-lo aqui, por motivos tão óbvios…!

 

CEGUEGUEIRA MENTAL.jpg

(Os olhos são inúteis quando a mente é cega)

 

ICE, deixou um comentário ao post ISTO É AMOR às 12:49, 2015-09-02.

 

Comentário:

Imagino se tivesse um parente entrevado, metia-o num lar e ia lá 15 minutos pelo Natal. Tretas... Só se mostra a realidade parcelar com este tipo de vídeos completamente falaciosos. Amor? Tenham dó. Há malucos para tudo e psicoses para todos os gostos.

 

***

Eu vou publicar este seu comentário, ICE (um cobarde que nem nome tem) porque diz perfeitamente da MENTE MESQUINHA e da POBREZA MORAL que se escondem por detrás dessas três letras, que bem poderiam ser (e com certeza serão) as iniciais de alguém que é Ignorante, Carunchoso e Estúpido (ICE); ou como bem observou a minha amiga Ana Macedo: Incompatibilidade Com Evolução...

 

Porque a sua miserável imaginação leva-o para aquilo que você é capaz de fazer e transpõe para os outros (uma síndrome estudada pela psiquiatria desde o tempo de Freud).

 

Depois, porque viu este vídeo com olhos de vidro esfumado, e não com olhos de ver.

 

AMOR? Sabe lá o que isso é!

 

Nenhum amante da tortura de seres vivos conhece o AMOR, por isso, são tão cruentos nas “apreciações” que fazem do verdadeiro AMOR, que caracteriza todos os VERDADEIROS SERES HUMANOS (espécie à qual você não pertence, já lhe disse isso) como esta senhora do vídeo.

 

Malucos, psicóticos e psicopatas são todos aqueles que não sabem viver em SOCIEDADE, e comportam-se abaixo de toda e qualquer norma natural, capacidade de que qualquer animal na Natureza é dotado, á excepção dos tauricidas e aficionados de selvajaria tauromáquica, por exemplo, entre os outros inúteis e marginais e parasitas com formato “humano” e essência de mortos-vivos, que deambulam pelo Planeta.  

 

E como hoje estou bem-disposta, vou acrescentar algo que aprendi com um sábio, esperando que a criatura que assina ICE, APRENDA alguma coisa:

 

O atributo maior que distingue o animal homem dos outros animais é a linguagem falada e escrita. O raciocínio, a liberdade e a criatividade, muitos outros animais ditos “não humanos” têm em muito maior percentagem do que os tauricidas e aficionados de selvajaria tauromáquica.

 

A barata não efectua operações aritméticas, mas para que precisará a barata dessa capacidade, se a vida dela não foi “programada” para tal?

 

Conseguiu entender o que isto SIGNIFICA?

 

(Desconfio que não).

Mas penso que não perdi de todo o meu precioso tempo.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:12

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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