Quinta-feira, 1 de Julho de 2021

Porque TODOS somos diferentes na nossa igualdade, como seres humanos…

 

Concordo plenamente, com o que diz o cartaz.

 

Esta mania, que agora anda muito em voga, de EXIGIR respeito por ESTE ou por AQUELE "grupo" em particular, só os marginaliza ainda mais, visto que não estão integrados no TODO da sociedade, mas em "parcelas" dessa mesma sociedade, sendo estigmatizados como gays, negros, mulheres... etc., quando simplesmente são seres humanos. E é assim que devem ser respeitados: integrados no TODO, que TODOS somos.

 

Ensinemos, sim, as nossas crianças a respeitar TODOS como um TODO, uma vez que TODOS são seres humanos, e fazem parte da mesma sociedade. E isto é que é RESPEITAR as diferenças.

 

Porque cada ser é um ser diferente do outro, e TODOS somos iguais, nas nossas diferenças, e TODOS somos diferentes na nossa igualdade, como seres humanos.

 

Isabel A. Ferreira

 

RESPEITO.jpg

 

Fonte:   https://www.facebook.com/photo?fbid=10159616153416694&set=a.10151120550511694

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:42

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Sexta-feira, 28 de Maio de 2021

Abolição da tauromaquia: dois jovens escreveram ao governo central, em 2013, e continuam à espera de uma resposta

 

Vou aqui transcrever duas cartas escritas por jovens, e dirigidas ao governo central, em 2013, esperando, até hoje,  uma resposta que não veio, e nunca virá, porque os governantes são assim: quando precisam de votos, andam pelas ruas a mendigar os votos; mas quando já estão no poleiro, desprezam os votos, que hipocritamente mendigaram com beijinhos e abraços e promessas,  e põem-se ao serviço dos Grupos de Pressão Económica, esquecendo o Povo que neles votou.  

E isto tem um nome (muito feio).

 

Isabel A. Ferreira

 

Touradas.jpg

 

«Exmos. Senhores,

 

O Homem evolui em muitas coisas, mas insiste em manter outras.

 

Nas touradas há interesses instalados. Normal.

 

Touradas são actos próprios de uma época medieval, em que não havia sensibilidade nem conhecimento científico.

 

Não será o caso, no tempo actual. Todos sabem do sofrimento dos animais.

 

Mas há aqueles que fazem de conta que não vêem. Tudo porque têm interesses, ou não querem pôr em causa os tais interesses instalados.

 

Estes, se não tiverem influência no poder, são meras marionetas que se limitam a vegetar na sociedade. Sem causas, sem valores, sem respeito pelo sofrimento. São seres humanos que servem apenas de estrume à sociedade deixando um cheiro pestilento de neutralidade.

 

Mas os que têm influência no poder e nada fazem para alterar esta questão – como será o vosso caso – esses, se nada fizerem para alterar esta realidade, o que serão? Com que consciência vivem? O que conta para eles? Será apenas o aplauso de uma minoria que trata o sofrimento de forma descartável que lhes enche o ego? Não conseguem ter causas, para não afrontar os interesses instalados?

 

Por favor, reflictam e ajam conforme o valor que, de facto, tendes.

 

Cumprimentos,

 

Pedro Gouveia

 

***

 

«Exmos. Senhores,

 

Venho apelar à vossa sensibilidade para que termine a tourada no nosso país. Além do dinheiro público ter fins bem mais dignos do que apoiar esta barbárie, é importante que de uma vez por todas este país entenda que torturar animais inocentes não é forma de divertimento.

 

Como não se pode mudar mentalidades de um dia para o outro, pelo menos que existam leis que proíbam esta carnificina. As leis existem, aliás, unicamente porque o ser humano não respeita os valores fundamentais.

 

Não vinga já a questão da tradição, uma vez que tal não pode aplicar-se a algo absolutamente imoral. Tradição era a escravatura de seres humanos, a pena de morte ou a mulher não ter direitos.

 

Há tradições que são cultura e há outras, como a tourada, que remontam a estádios de vivências pré-históricas de que o homem civilizado se deve envergonhar e não deve transmitir aos seus descendentes (aliás este é o significado de tradição).

 

Peço apenas para que defendam o direito à vida e a não sofrer maus-tratos que todos temos na lei, inclusive os outros animais (não percebo porquê a distinção entre eles e os touros e cavalos intervenientes nas touradas). Esta excepção aliás, parece-me tudo menos ética.

 

O que está em causa na tourada é a tortura lenta e sádica de seres vivos como nós, capazes de sentir dor como todos os seres humanos, os cães e os gatos que temos em casa.

 

A vós, que tendes o poder de alterar a lei para que esta tortura tenha um fim, apelo para que não continuemos a ser a vergonha dos países civilizados da Europa. Vários já nos excluíram das suas rotas de turismo enquanto tivermos este espectáculo degradante!

 

Têm aqui uma oportunidade de fazer História e os vossos nomes ficarem lembrados como aqueles que aboliram a tourada em Portugal.

 

Agradeço a vossa atenção e reflexão.

 

Lígia Pires

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:35

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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2021

Quando a pandemia acabar, não queremos regressar à normalidade, nem a um novo normal, queremos regressar a um Mundo Novo…

 

… como o idealiza e reflecte a escritora e professora universitária Idalete Giga.

Ser emocionalmente racional é a palavra-chave, para o Mundo que aí vem. Esta é a mensagem.

Isabel A. Ferreira

 

Paraíso.jpg

 

«O Vírus Justiceiro, como eu lhe chamo, veio acordar o mundo e avisar a Humanidade inteira de que temos urgentemente de mudar de vida, ou seja, os nossos hábitos em todas as áreas do quotidiano. Mas não são só os nossos hábitos que terão de mudar radicalmente. É o paradigma económico, financeiro, educacional, cultural, etc. em todo o planeta que mudará para melhor.

 

Adeus capitalismo selvagem. Adeus reino da quantidade. Adeus exploração desenfreada. Adeus offshores. Adeus fabrico de armas. Adeus tráfico de seres humanos, de droga, de armas (!). Adeus prostituição. Adeus mercados bolsistas que se regulam pelo absurdo, pelo enriquecimento ilícito, pela completa IRRACIONALIDADE. Adeus mundo do ódio, das guerras absurdas que são alimentadas pelo negócio criminoso, altamente repugnante e desumano da venda de armas. Quem as vende aos países em guerra? Os EU, a China, a Rússia, a Alemanha, a Itália, a França, a Espanha, etc. , etc.. Portugal não vende, mas compra. E eu pergunto: para quê?» (Idalete Giga)

 

***

 

brain-vs-heart.jpg

 

Emoção versus banalidade

 

Ser banal

É ser vulgar

E não se emocionar

Quando passa

No caminho da vida

E apenas vê

De fugida

O chão que pisa

 

Ser banal

É ser vulgar

E não se emocionar

Com o assobiar

Do vento

O canto dos pássaros

O canto do mar

O cintilar das estrelas

A lua cheia

A beijar o oceano

Com a sua luz prateada

O sol a nascer

No fim da madrugada

Ser banal

É ser vulgar

E não se emocionar

com os campos em flor

O ouro das árvores

Os poentes de fogo

As lágrimas da chuva

 

Ser banal

É ser vulgar

E não se emocionar

Com a ternura

De um canto de embalar

 

Ser banal

É ser vulgar

 E não se emocionar

Com a profunda tristeza

No olhar

De uma criança abandonada

 

Ser banal ´

É ser vulgar

É não ter compaixão

É ter medo de amar

Tudo o que pulsa

Em constante vibração

Subindo

E convergindo

Para o Infinito. 

      

Idalete Giga

Paço de Arcos, 17/ Dezembro/2020

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:23

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Domingo, 8 de Novembro de 2020

A tourada fere brutalmente os Direitos dos Animais, agride a inocência das crianças e insulta a inteligência do Ser Humano

 

 

Repescando um texto que reflecte os malefícios causados pelas touradas, num momento em que o PAN - Pessoas - Animais - Natureza pretende elevar a idade das crianças que assistem à  violência e crueldade da prática tauromáquica.

Mais uma lei, para ficar tudo na mesma?

Não esquecer que estamos em Portugal, um país onde nem as leis, muito menos as recomendações de Organismos como a ONU, NÃO SÃO para cumprir, nem fiscalizar. São apenas para constar.

Daí que só a ABOLIÇÃO desta barbárie é o único caminho.

 

 
 
 

A tourada – que consiste em perseguir, espetar e mutilar um touro indefeso e aterrorizado, diante de uma multidão depravada – fere brutalmente os direitos dos animais.

 

Recentemente, a ONU (Organizações das Nações Unidas) declarou que assistir a este bárbaro espectáculo é também incompatível com os direitos das crianças.

 

O Comité da ONU para os Direitos das Crianças recomendou que as mesmas não devem assistir ou participar de touradas devido à sua extrema violência. O pronunciamento foi feito em relação a Portugal, onde as crianças são obrigadas a frequentar as arenas e, por vezes, envolvem-se em actos de crueldade contra os animais, nas escolas de toureio, para onde vão obrigadas pelos pais.

 

Esta decisão da ONU vai ao encontro do que os especialistas afirmam há muito tempo, e os que praticam, apoiam e aplaudem a tauromaquia rejeitam porque optam pela ignorância.

 

No ano passado, 140 cientistas e académicos escreveram a políticos espanhóis salientando que a promoção do abuso a animais tem um efeito negativo sobre a sociedade como um todo.

 

Para uma criança, assistir à cena de um animal a ser torturado e morto, é uma experiência bastante traumática. Com o tempo, ela pode até ser dessensibilizada, o que a transformará num adulto empedernido, sem a mínima empatia pelos seres vivos, incluindo seres da sua própria espécie.

 

Um estudo recente da Universidade de Tufts descobriu que aprender a cuidar de um animal ajuda os jovens a desenvolverem melhores relacionamentos e a tornarem-se mais confiantes e empáticos.

 

Estas são as qualidades que as sociedades progressistas e modernas devem encorajar aos seus filhos, em vez do gozo pelo derramamento de sangue. Como disse a modelo espanhola Elen Rivas: «Glorificar a matança deliberada de animais não deve ser tolerada numa sociedade civilizada».

 

As touradas são responsáveis pela morte de aproximadamente 40 mil Touros por ano. Um biocídio em grande escala.

 

Todos os que lutam pelos Direitos dos Animais e pela Abolição das Touradas esperam que a influência da ONU ajude a convencer a União Europeia e os governos dos países que ainda permitem as touradas em seu território, a suspenderem o apoio a essa indústria cruel e imoral e abolirem definitivamente esta obscenidade que despreza os Touros e os Cavalos, mas também os Seres Humanos, que são agredidos na sua sensibilidade, pelo ritual primitivo e cruel que é a tauromaquia.

Texto baseado nesta fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=267821873400589&set=a.105563109626467.7657.100005183347345&type=1&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:18

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Terça-feira, 14 de Abril de 2020

«Estudo: A protecção dos habitats é indispensável para evitar novas pandemias»

 

É urgente ouvir os apelos da Natureza e respeitá-la como se ela fosse um de nós. O problema é que o Homem autoproclamou-se o dono do mundo,  quando é apenas o elo mais fraco da engrenagem cósmica, e a Natureza cansou-se dessa ambição humana e reagiu,  obrigando o Homem a vergar-se, e deixando bem claro que, no Planeta Terra, o Homem é apenas um entre milhares de espécies! (Isabel A. Ferreira)

 

«A única maneira de impedir que novas pandemias explodam é estabelecer relações mais gentis e amigáveis com o meio ambiente e com os nossos companheiros de existência: os animais não-humanos» (Dra. Christine Kreuder Johnson, investigadora e professora da UC Davis.)

 

Macaquinho.png

 

«O risco de disseminação de vírus da vida selvagem para os seres humanos está intrinsecamente ligado ao aumento de contacto entre as pessoas.

 

«O cientista e investigador do Conservation International, Lee Hannah, defende que há quatro maneiras de sobreviver à pandemia actual: uso de máscaras e respiradores, aprimoramento da infra-estrutura de testes, fim do mercado de animais silvestres, principalmente os destinados ao consumo humano, como o de Wuhan, na China, e o quarto e mais importante, cuidar da Natureza.

 

Um artigo publicado pela revista Time, no passado dia 08 de Abril, reforça que a destruição de ecossistemas é a responsável pela transmissão da Covid-19 de animais selvagens para seres humanos. Segundo Lee Hannah a população mundial precisa ser reeducada, e afirma: «Precisamos de dizer às pessoas, agora, que há uma série de coisas que precisamos de fazer quando sairmos desta desordem, para garantir que isso não aconteça novamente».

 

O papel da preservação da biodiversidade na prevenção de doenças vem ganhando terreno. Em 2015, a Organização das Nações Unidas alertou que é necessária uma abordagem mais ecológica no estudo de doenças, em vez de uma abordagem simplista que isola apenas o microorganismo. Isso possibilita que uma compreensão mais rica do desenvolvimento e origem das doenças.

 

flying-foxes-2237209_960_720.jpg

 

Nesse artigo, lê-se ainda  que isto é “um jogo de números”, pois nem todas as espécies de uma comunidade são susceptíveis a uma determinada doença, assim como nem todos são transmissores eficientes. Em ecossistemas bem separados das habitações humanas, os vírus fluem sem causar danos, mas à medida que há um impacto humano nesses locais e com o deslocamento de pessoas pelo mundo, esse equilíbrio acaba.

 

O risco de disseminação de vírus da vida selvagem para os seres humanos está intrinsecamente ligado ao aumento de contacto entre as pessoas. A afirmação é o resultado de uma pesquisa realizada pela Dra. Christine Kreuder Johnson, investigadora e professora da UC Davis. Segundo o estudo, quase metade das novas doenças que saltaram de animais para humanos após 1940 pode ser atribuída a mudanças no uso da terra, agricultura ou caça à vida selvagem.

 

tiger-3424791_960_720.jpg

 

Entre os exemplos citados estão a SARS, Ébola, Nilo Ocidental, Lyme e MERS. A Dra. Christine Kreuder Johnson acredita que há mais de 10 mil vírus transmitidos de animais para seres humanos. A única maneira de impedir que novas pandemias explodam é estabelecer relações mais gentis e amigáveis com o meio ambiente e com os nossos companheiros de existência: os animais não-humanos.

 

Fontes do texto: ANDA

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2020/04/14/estudo-a-proteccao-dos-habitats-e-indispensavel-para-evitar-novas-pandemias/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:36

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Domingo, 5 de Abril de 2020

A Liberdade não é um conceito exclusivo do Ser Humano – Uma reflexão ao redor do nosso confinamento

 

 

Esta bem-apanhada “Visita à Cidade” diz-nos o quanto o Homem está errado, no que respeita ao modo como trata os animais não-humanos.

 

Visita à cidade.jpg

Fonte da imagem: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3053870421301048&set=a.502947543060028&type=3&theater

 

Esta imagem bem poderia ser uma imagem possível, nos tempos que correm, se os animais não estivessem confinados a jaulas, a cercas, a gaiolas, a currais, a zoológicos, a correntes, a viveiros, a tanques, a espaços vedados, privados da sua liberdade de correr nos campos, na selva, nos matagais, nas florestas, nos desertos, nas montanhas, nas serras, nas planícies, nas savanas; de voar pelo espaço, de deslizar pelos rios, pelos mares, pelos oceanos…

 

A Liberdade é algo inerente a todos os seres vivos. Nenhum animal não-humano deve ser privado da sua liberdade, porque a liberdade é pertença da Vida. Viver sem liberdade não é viver, é arrastar-se no tempo.

 

Que o digam os animais-humanos que cometeram crimes e, por esse motivo, mereceram ser privados da sua liberdade.

 

Contudo, porque nenhum animal não-humano jamais cometeu, comete ou cometeria os crimes hediondos que os animais-humanos cometem, não merecem ser privados da sua liberdade e da razão de ser da própria vida.

 

Todos os seres vivos que nascem, nascem por algum motivo. Nenhum animal-humano ou não-humano nasce por acaso. TODOS (humanos e não-humanos) fazem parte do TODO que mantém (ou deveria manter) o Planeta Terra em perfeita harmonia. E essa harmonia só não existe devido aos desmandos do animal-homem, e jamais do animal não-humano.  

 

Daí que aproveitemos esta imagem para fazer uma reflexão: não é por acaso que o mundo dos homens está a passar por esta privação de liberdade. Reparem que o coronavírus não ataca os não-humanos, pelo contrário, vivem neles. Saibamos dar-lhe valor, e compreender a tristeza profunda (porque eles sentem-na) dos nossos irmãos planetários, que os homens confinam a jaulas, a cercas, a gaiolas, a currais, a zoológicos, a correntes, a viveiros, a tanques, a espaços vedados, por motivos absolutamente irracionais.

 

Espero que tenham aprendido a lição, porque este vírus, que hoje nos mantém confinados, não veio por acaso, mas com uma finalidade bem definida, e só os cegos-mentais não a entenderá.



O Homem não é o dono do mundo. É apenas o seu guardião. E quem não entender isto, nada sabe da Vida, mas também da Morte, a certeza maior e única de toda a nossa existência.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:16

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Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2020

Espanha: mais de cem porcos morreram depois de estarem a agonizar durante cinco horas, dentro de um camião acidentado, sem receber nenhum tipo de ajuda…

 

Algo que é preciso denunciar.

E sim, há vítimas a lamentar, quando morrem animais não-humanos seja em que circunstância for.  

O que se passou na A6, em Espanha, é revoltante.

Uma carta pungente que recebi da Igualdad Animal -  uma Organização não Governamental (ONG) sem fins lucrativos de carácter internacional, cujo objectivo é "abolir a escravatura animal, assegurando que os outros animais são considerados iguais aos seres humanos e respeitados como tal".

 

Morte de porquinhos.jpg

 

 

Tras varias horas encerrados y atrapados en el camión sin que nadie hiciera nada, los chillidos de los cerdos iban apagándose. No te puedes imaginar la impotencia que sentimos, no nos dejaban acceder al lugar, tampoco a los periodistas.
 

Depois de várias horas trancados e presos no camião sem ninguém fazer nada, os gritos dos porcos iam diminuindo. Não podes imaginar a impotência que sentimos, porque não nos deixavam aceder ao lugar, nem sequer os jornalistas. 

 


Finalmente llegó una grúa y empezó a sacar cadáveres del camión, y los pocos que quedaron con vida (murieron 130 cerdos) vimos cómo los metían en otro camión, dándoles patadas.

 

Finalmente, chegou uma grua e começou a tirar os cadáveres do camião, e aos poucos que restaram com vida (130 porcos morreram) vimos como os metiam num outro camião, dando-lhes pontapés.
 


Era la primera vez que sentían la luz del sol, después de una vida miserable hacinados en granjas. Era su primer y último viaje: camino del matadero.

 

Era a primeira vez que sentiam a luz do sol, depois de uma vida miserável amontoados em herdades. Era a sua primeira e última viagem: a caminho do matadouro.


 
Pero esta vez al menos estuvimos allí, haciéndolos visibles. Silvia entró en directo en varios medios y dio voz a los animales, consiguiendo que esos gritos fueran escuchados por millones de personas.

 

Mas desta vez pelo menos estávamos lá, tornando-os visíveis. Silvia entrou em directo em vários órgãos de informação e deu voz aos animais, conseguindo que os gritos dos animais fossem ouvidos por milhões de pessoas.

 

Tras estar allí, vinimos a la oficina. Era una mezcla de rabia, impotencia y tristeza lo que sentíamos. Aunque llevemos años documentando el horror que viven los animales, nunca te acostumbras a ello. Sus chillidos en el camión durante horas no los vamos a olvidar.

 

Depois de estarmos lá, chegámos ao escritório. O que sentimos foi uma mistura de raiva, impotência e tristeza. Embora tenhamos documentado o horror que os animais vivem há anos, nunca te acostumas a isto. Não vamos esquecer nunca os gritos dos animais, durante horas, no camião.

 

Y por eso estuvimos trabajando sin descanso para enviar a todos los medios de comunicación las fotografías y los vídeos, y lo más importante, contar lo que había sucedido, que más de cien cerdos habían muerto tras agonizar durante 5 horas en un camión sin recibir ningún tipo de auxilio.

 

E por isso estivemos a trabalhar incansavelmente para enviar a todos os meios de comunicação social as fotografias e os vídeos e, o mais importante, contar o que havia sucedido, ou seja, que mais de cem porcos morreram depois de estarem a agonizar durante cinco horas, dentro de um camião, sem receber nenhum tipo de ajuda.   

 
Junto a ti
  Isabel seguiremos haciendo visible lo invisible.
 
Gracias de corazón,

 

Junto a ti, Isabel, continuaremos a tornar visível o invisível,

 Obrigada de coração,

Igualdade animal.png

xavier.png

Javier Moreno

Co-fundador e Director de Comunicação

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:58

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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2020

«Força, Marega! Não ao racismo! Não à xenofobia!»

 

Porque sou completamente avessa, abomino estas coisas impróprias de Seres Humanos - xenofobia e racismo - não podia deixar de entrar nesta gigantesca onda de solidariedade para com o jogador de futebol Marega, que teve uma atitude de HOMEM, ao abandonar o campo, quando um bando de energúmenos o insultaram pela cor da sua pele. Algo INACEITÁVEL, nos tempos que correm.

Isto não devia acontecer em Portugal, um país multicultural.

Isto não devia acontecer no Futebol, porquanto reduz este desporto a um nível abaixo de zero.

Daí que repudie veementemente a atitude dos energúmenos.

Também sou Marega! Força, Marega!

Isabel A. Ferreira

 

MAREGA.jpg

eu digo não ao racismo.png

 

Não ao racismo.jpg

Todos iguais.jpg

 

todos diferentes.png

 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2020/02/16/forca-marega-nao-ao-racismo-nao-a-xenofobia/

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:14

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Quarta-feira, 25 de Setembro de 2019

Por uma educação mais humanizada: mensagem aos políticos e aos educadores de crianças

 

Terminada a II Grande Guerra Mundial, foi encontrada, num campo de concentração nazista, uma mensagem dirigida aos professores.

Numa época em que o retrocesso educacional, social, cultural, e civilizacional é uma realidade assustadora, faz todo o sentido relembrar as palavras contidas nessa carta, que não interessa se foram idealizadas por alguém, ou se foram realmente escritas por um sobrevivente de um campo de concentração.

O que interessa é que o conteúdo da carta transmite uma cruel realidade que já existiu e pode repetir-se.

A mensagem apela para uma EDUCAÇÃO mais HUMANIZADA, algo que está a perder-se, dando lugar a um vazio de valores, só visto nesses tempos tenebrosos, em que a vida humana valia menos do que um monte de esterco.

 

O futuro não precisa de MONSTROS.

O futuro precisa de SERES HUMANOS.

 

campo8117895.jpg

Isto jamais deveria ter acontecido, numa sociedade construída pelo dito "racional" Homo Sapiens Sapiens. Mas aconteceu.

 

Contudo, ainda hoje, os mares e os rios são campos de concentração, onde morrem crianças e adultos, fugindo da ignomínia de governantes, buscando uma vida mais humanizada, que não encontram nos seus países. Campos de concentração são as cidades onde todos os dias se morre devido a guerras insanas. E a pobreza e a fome, que afectam milhões de seres humanos, também são uma espécie de campos de concentração, onde ainda se morre, pelo simples querer de hominídeos graduados em colégios e universidades.

 

Eis a mensagem do sobrevivente do campo de concentração nazi:

 

«Prezado Professor, sou sobrevivente de um campo de concentração. Os meus olhos viram o que nenhum homem jamais deveria ter visto:

 

- Câmaras de gás construídas por engenheiros formados.

- Crianças envenenadas por médicos diplomados.

- Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas.

- Mulheres e bebés fuzilados e queimados por graduados em colégios e universidades.

 

Assim, tenho as minhas dúvidas acerca da Educação.

 

O meu pedido é este: ajude os seus alunos a tornarem-se humanos. Os seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou psicopatas hábeis.

 

Ler, escrever e saber aritmética, só serão importantes se fizerem as nossas crianças mais humanas

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:43

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Domingo, 22 de Setembro de 2019

Que pobreza cultural e civilizacional! Albufeira só terá tortura de Touros para oferecer aos turistas?

 

«A tortura vai começar em breve.

Nem 50 pessoas estão no recinto da tortura.

Uma VERGONHA NACIONAL EM ALBUFEIRA.

Tudo para alimentar a ganância de famílias que controlam este acto de tortura.

Os touros depois da tortura ficam a aguardar até segunda-feira e alguns morrem antes desse tempo.

Ganham febre, e depois a carne é vendida para a gula de muitos.

UMA TRISTEZA.

VERGONHA.

Tenho vergonha de que Albufeira tenha esta tortura para oferecer como turismo quando tem MUITO mais para oferecer.»

(Nuno Abrantes)

 

 

Eu também tenho vergonha. Todos os seres HUMANOS têm vergonha.

Apenas os seres DESUMANOS e DESALMADOS aplaudem, apoiam e praticam esta DESUMANIDADE.

(Isabel A. Ferreira)

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:37

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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