Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2015

A SABEDORIA QUE FALTA AO homem PARA SER HOMEM

 

Pitágoras de Siracusa disse um dia aos seus netos:

 

«Enquanto o homem continuar a ser o destruidor dos seres animados, dos planos inferiores, não conhecerá a saúde nem a paz. Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros.

Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor»

QUEBRA DO SILÊNCIO.png

 

* Pitágoras foi um filósofo e matemático grego

Fonte:

http://grito-silenciado.blogspot.pt/2015/12/pitagoras-de-siracusa-disse-um-dia-aos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+QuebraDoSilncio+(Quebra+do+Sil%C3%AAncio.)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:47

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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015

Gandhi, ao professor que o destestava

 

(É por esta e por outras como esta, que tenho Gandhi como meu Mestre)

 

GANDHI.jpg

 

Enquanto estudava Direito no Colégio Universitário da London University, um professor de sobrenome Peters tinha-lhe aversão, mas o estudante Gandhi nunca baixou a cabeça e os seus encontros eram frequentes.

 

Um dia o Professor Peters estava a almoçar na sala de jantar da Universidade e o aluno vem com a bandeja e senta-se ao lado do professor.

 

O Professor, altivo, diz:

 

- Sr. Gandhi, o Senhor não entende... Um porco e um pássaro não se sentam juntos para comer.

 

Ao que Gandhi respondeu:

 

- Fique o professor tranquilo... Eu vou voando - e mudou-se para outra mesa.

 

Mr. Peters ficou cheio de raiva e decidiu vingar-se no teste seguinte, mas o aluno respondeu de forma brilhante a cada pergunta. Então o professor fez mais uma pergunta:

 

- Mr. Gandhi, o Senhor está a andar na rua e encontra um saco. Dentro dele está a sabedoria e uma grande quantidade de dinheiro. Qual dos dois tira?

 

Gandhi responde sem hesitar:

 

- É claro, professor, tiro o dinheiro!

 

O professor Peters sorrindo diz:

 

- Eu, ao contrário, tinha agarrado a sabedoria, o senhor não acha?

- Cada um tira o que não tem - responde o aluno.

 

O professor Peters fica histérico e escreve Idiota! na folha da pergunta:

 

E o jovem Gandhi recebe a folha e lê atentamente.

 

Depois de alguns minutos dirige-se ao professor e diz:

- Mr. Peters, reparo que assinou a minha folha, mas esqueceu-se de colocar a nota.

(Adaptado de: http://www.apeiron-edicoes.com)

 

Fonte 

https://www.facebook.com/114726108610753/photos/a.114867811929916.22573.114726108610753/931928373557185/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2015

TUDO O QUE FALTA AOS GOVERNANTES PORTUGUESES…

 

… desde os de cima… aos de baixo…

 

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Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10205126334466412&set=a.10204825950637004.1073741837.1485847999&type=3&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:58

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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

A SABEDORIA TEM LIMITES, MAS A ESTUPIDEZ HUMANA É INFINITA, É INSUPORTÁVEL, É IRRESPIRÁVEL…

 

 

 

Origem da foto: Internet

Quem é responsável pela destruição da humanidade desta criança?

 

Ao fazer do sofrimento de um indefeso animal não humano um meio de diversão, o animal humano está a propagar e a banalizar a violência gratuita como forma de ser e estar na sociedade. De geração em geração, o sofrimento alheio banaliza-se no inconsciente colectivo. Uma sociedade mais fraterna, justa e pacífica constrói-se em grande medida na abolição de práticas de “divertimento” que se baseiam no abuso de animais, como são as touradas.

 

Mas o Estado Português teima em fazer do sofrimento de um ser vivo uma diversão.


Isto chama-se psicopatia.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:06

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Sexta-feira, 13 de Junho de 2014

ONDE HÁ INTERESSES ECONÓMICOS SANGUINÁRIOS, NÃO PODE HAVER LUGAR PARA HUMANIDADE, HONRA, HOMBRIDADE E HONESTIDADE MORAL

 

Foi o que aconteceu.

 

Acaba de ser aprovado, em Portugal, um vergonhoso e irracional Regulamento do Espectáculo Tauromáquico (RET), Decreto-Lei n.º 89/2014 de 11 de Junho, mais propriamente um Certificado Medieval de Tortura (para não ser cumprido,como é hábito), numa altura em que por todo o mundo civilizado cresce a onda de repúdio a este tipo de “divertimento” cruel e boçal, que coloca os signatários desta desonestidade moral numa posição de entidades inumanas.

 

E…

 

Na aprovação deste Certificado Medieval de Tortura, reinou a política dos Três Is: Incultura, Ignorância e Irracionalidade. 

 

É da Incultura dizer-se que a tortura de bovinos (vulgo tauromaquia), nas suas mais variadas e toscas manifestações, é parte integrante do património da cultura popular portuguesa.

 

Para começo, isto é um insulto grosseiro à genuína Cultura Popular Portuguesa e à Cultura Culta do meu País, que não tem culpa de ter uma governação calculista e fossilizada.

 

É da Ignorância dizer-se que «entre as várias expressões, práticas sociais, eventos festivos e rituais que compõem a tauromaquia, a importância dos espectáculos em praças de touros está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espectáculos», quando é do domínio público que as touradas têm sido fiascos atrás de fiascos, tendo cada vez menos espectadores, à excepção do campo pequeno, que encheu por duas vezes a arena, com as borlas dos convidados, que lá vão para se mostrarem e verem-se depois nas fotografias (como já referiu um aficionado).

 

Neste Certificado Medieval de Tortura continuou-se a excluir os Touros e os Cavalos do Reino Animal, o que demonstra uma grave lacuna em termos de conhecimentos científicos dos mais básicos.

 

É da Irracionalidade, dizer-se que a «salvaguarda do interesse público passa também pela harmonização dos interesses dos vários intervenientes no espectáculo tauromáquico e pela defesa do bem-estar animal», quando se sabe que o acto da tortura não é do interesse público e jamais será harmonizado, nem sequer se cruza com a defesa do bem-estar animal, uma vez que a tauromaquia é tão-só a «terrível e venal arte de torturar e matar animais em público, segundo determinadas regras. Traumatiza as crianças e adultos sensíveis. A tourada agrava o estado dos neuróticos atraídos por estes espectáculos. Desnaturaliza a relação entre o Homem e o animal, afronta a moral, a educação, a ciência e a cultura», como foi declarada pela UNESCO, em 1980, e que os “governantes” portugueses ainda não conseguiram assimilar. E já lá vão 34 anos.

 

São realmente muitos anos para ainda não terem aprendido algo tão óbvio, que até os pedregulhos conseguem entender.

 

Será que é preciso fazer um desenho para que os intervenientes neste Certificado Medieval de Tortura possam entender o que na realidade é a anormalidade daquilo que transformaram em lei?

 

Reunir um grupo de indivíduos para regulamentar algo que à luz da Razão, da Lógica, da Ética, da Evolução, da Civilização, do Bom Senso, da Sensibilidade, da Lucidez e da Lei Natural é uma autêntica aberração social, é algo que fere a dignidade de um País e de um Povo que não se revê, de todo, neste costume bárbaro, introduzido em Portugal na época filipina, e que nada tem a ver com a Portugalidade e com as Tradições Portuguesas.

 

Apenas os ignorantes desconhecem este pormenor histórico, que deita por terra qualquer pretensão da tauromaquia ser “património” português.

 

Todos os artigos deste Certificado Medieval de Tortura dizem da insensatez de quem os aprovou, mas o mais horrível de todos, e o que diz da índole cruel dos signatários (nenhum verdadeiro ser humano seria capaz de viabilizar tal certificado) é o Art. 51, que define as características dos ferros a cravar nas carnes dos Touros indefesos e já debilitados, para os torturar na arena:

 

Artigo 51.º

Ferragem

1 — Os ferros destinados à lide das reses são constituídos por material não traumático e maleável e dispõem de um mecanismo de quebra automática após a colocação. (O que fica por fora é maleável, o que se enterra nas carnes é ferro)

2 — Os ferros obedecem às seguintes características:

a) Os ferros curtos e os ferros de palmo medem até 90 cm e 35 cm de comprimento, respectivamente, são enfeitados com papel de seda de variadas cores e rematados com um ferro até 8 cm de comprimento com um ou dois arpões até 4 cm de comprimento e 2 cm de largura;

b) Os ferros compridos obedecem às características previstas na alínea anterior, com excepção do comprimento, que pode ser até 140 cm;

c) A parte residual dos ferros compridos que fica na rês, após a quebra, mede no máximo 35 cm;

d) Os ferros a utilizar na lide de garraios, vacas ou bezerros, são enfeitados nos termos previstos na alínea a) e rematados com um ferro até 3 cm de comprimento com um arpão até 1 cm de largura.

3 — A ferragem é entregue pelo embolador e seus ajudantes aos artistas, em zonas fixas da trincheira, definidas pela IGAC e devidamente assinaladas.

4 — A ferragem que seja fornecida pelo embolador ou pelos cabeças de cartaz, está sujeita a verificação da conformidade dos requisitos estabelecidos no presente artigo, sendo disponibilizada ao director de corrida até uma hora antes do início do espectáculo.

5 — Em caso de conformidade da ferragem, o director de corrida procede à selagem das caixas que a contém e à entrega das mesmas ao embolador.

 

Em suma, esta é a descrição da tortura propriamente dita. Depois de tudo somado eis o que restará do bovino, que foi “fabricado” para ser “bravo”, mas não passa de um ser vivo senciente e que sofre horrores como poder ver-se na imagem.

 

 

Isto é absolutamente horrível! Isto é pura crueldade. E quem certifica tal ignomínia só pode ser ignóbil.

  
 

«Não têm Cérebro, nem Coragem, nem Coração… então são políticos, certo

 

E foi isto que um grupo de indivíduos sem Alma e sem Coração, sem Humanidade, sem Honra, sem Hombridade, sem Honestidade Moral (atributos apenas dos seres sensíveis) estiveram a discutir e transformaram em lei.

 

Mas será “isto” uma “lei”? E mais do que “lei”, uma lei justa?

 

Envergonho-me e sinto um enorme desprezo por todos os que contribuíram (inclusive os que se dizem “amigos” dos animais e que aqui os traíram) para que a tortura continue vergonhosamente institucionalizada e a manchar o bom nome de Portugal e dos Portugueses, para salvaguardar os interesses económicos sanguinários de uma minoria inculta.

 

A ABOLIÇÃO É CULTURA, É SABEDORIA, É RACIONALIDADE

 

***

Para ver o conteúdo deste Certificado Medieval de Tortura, abrir este link:

https://dre.pt/pdf1sdip/2014/06/11100/0308003096.pdf

***

«Minha modesta opinião sobre o RET:

 

 Não há qualquer Regulamento do Espectáculo Tauromáquico que seja aceitável.

 

É da maior hipocrisia quando ali se fala de bem estar animal!

 

 A estratégia é combater a tauromaquia sem cerimónias, sem contemplações, sem cinismos e esclarecer tudo e todos sobre o massacre estúpido, vão e cruel, que essencialmente é. Vivam as alternativas da cultura, da diversão, da actividade humana, do respeito pelos animais e pelas pessoas e pelo país. Vasco Reis - Médico Veterirário)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:08

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

TAUROMAQUIA PATRIMÓNIO IMORAL DA GRACIOSA (AÇORES)

 

 

O carácter, a inteligência, a sabedoria, a moral, a ética e os bons instintos dos governantes vêem-se pelo modo como governam.

 

Pois na Ilha Graciosa ficámos a saber que os governantes são primitivos e deviam demitir-se, porque não têm carácter, nem sabedoria, nem moral, nem ética e sofrem de TOURADICE AGUDA, uma doença, que ataca indivíduos com maus instintos, e deixa na cara dos afectados marcas que podemos distinguir à distância.

 

Agora é que a Ilha Graciosa, ficando desgraciosa, vai perder turistas cultos.

 

Se bem que esta atitude descabida dos governantes da Graciosa vale ZERO para a Humanidade.

 

Só fica mal a quem participou na fantochada.

 

Mais uns pontos a FAVOR DA ABOLIÇÃO DA TOURADAS.

 

***

UMA VEZ QUE ESTE COMENTÁRIO CONTÉM UM DESAFIO AOS TAURICIDAS E AFICIONADOS, MERECE DESTAQUE  

 

Arsénio Pires, deixou um comentário ao post TAUROMAQUIA PATRIMÓNIO IMORAL DA GRACIOSA (AÇORES) às 14:08, 2013-02-26.

Comentário:

 

«Isabel, essa da "Touradice Aguda", adorei! Por alguma coisa aquele povo é dos mais atrasados da velha Europa!

 

Mas, mais que o povo (que não tem culpa do seu atraso...) são atrasados os seus líderes a quem é exigida um pouco mais de CULTURA. Só um pouco mais... o bastante para perceberem que as touradas são um espectáculo troglodita, sádico e psicopata!

 

Já agora, quais os fundamentos lógicos em que esses mentecaptos se fundamentam para apelidar de "Património CULTURAL" essa barbárie que é o sacrifício de animais indefesos e sensíveis à dor para gozo SÁDICO de um punhado de psicopatas?

 

NOVO DESAFIO: Tauricidas e aficionados, apareçam aqui a defender essa barbárie! Venham, se são assim tão valentes como dizem ser na arena onde enfrentam o touro moribundo! Dispam essas vestimentas abichanadas e sejam homens ao menos uma vez nas vossas vidas! Esperamos!»

 

***

Pois é, Arsénio. Sabemos que a tauromaquia é uma DOENÇA. Descobriu-se agora o nome apropriado para essa psicopatia.

 

Mas vamos ao DESAFIO.

Quem é HOMEM para vir aqui DEFENDER este espectáculo troglodita, sádico e psicopata?

Deixo aqui uma promessa: no dia em que alguém com ARGUMENTOS VÁLIDOS E INTELIGENTES vier aqui defender a tourada, e convencer os defensores dos Touros que esse "espectáculo" é uma diversão tão sadia para os animais Touros e Cavalos como para os animais homens, ponho um fim ao meu Blog.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:04

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

O meu Cântico aos Sábios

 

Copyright © Isabel A. Ferreira 2009
 
 
 
E o que parece impossível acontecerá tão naturalmente como a água brota
da sua nascente…
 
 
 
 
«Não prestes atenção ao descontentamento e ele calar-se-á e deixará que tu cantes...»
 
(James Whitecom Rilley (1849-1916), poeta norte-americano)
 
 
Esta manhã, as sombras cobrem o jardim e a chuva molha os telhados. Algo tolda o meu espírito, pois reflectindo sobre a estupidez humana que está a aniquilar o nosso mundo, concluí, tal como André Maurois (1885-1967) romancista e ensaísta francês) que essa estupidez não tem limite.
 
Disse-o também, certa vez, Renan (1823-1892), historiador e filósofo francês, que só a estupidez humana pode dar-nos uma noção do infinito.
 
Tal reconhecimento entristeceu-me.
Decidi então preencher estes momentos melancólicos, percorrendo os pensamentos de gente sábia e célebre (coleccioná-los é um dos meus mais dilectos passatempos), o que, para mim, constitui um autêntico bálsamo para a alma, compensando, desse modo, toda a decepção que tal reconhecimento me provoca.
 
Dedico-lhes (aos sábios), pois, estas palavras em forma de cântico, para que os homens maus, que são tanto piores quanto mais tentam passar-se por “santos”, possam aperceber-se (se é que têm capacidade para tal) que a vingança é sempre o vil prazer de um cérebro minúsculo, como afirmou Juvenal, poeta satírico latino, que viveu entre 60 e 140 d.C..
 
***
 
Tenho mais medo de três jornais do que de cem mil baionetas…
Esta frase proferiu-a Napoleão Bonaparte (1769-1821), general nascido em Itália, que chegou a imperador de França e dominou um vasto império.
 
Já naquela época, o todo poderoso Napoleão temia a força do hoje denominado 4º Poder, mais do que os golpes de cem mil baionetas, e disso não fazia segredo.
 
Se um temível general, considerado um dos maiores estrategas da História da Humanidade, tremia diante de umas simples folhas de papel impresso, por que não hão-de os homens comuns temerem as palavras que se escrevem e aquelas que ainda estão por escrever, nos jornais de hoje, e que não nos merecem credibilidade porque excessivamente politizadas?
 
***
 
Conhecer os pensamentos dos Homens privilegiados pela Sabedoria, tem a virtude de nos fazer reflectir sobre os homenzinhos de cérebro minúsculo e sobre a Vida. Dá-nos a oportunidade de não prestarmos atenção ao nosso descontentamento, obrigando-o a calar-se, deixando-nos o prazer de cantar.
 
Continuemos, pois, a dissecar pensamentos.
Certa vez, novamente Napoleão, o destemível general, disse que impossível é uma palavra que só existe no dicionário dos idiotas. Pessoalmente não gosto da palavra idiota. Prefiro o termo estúpido. E quem não é estúpido não se detém diante das ameaças e das caras feias dos homens de cérebro minúsculo. E o que parece impossível acontecerá tão naturalmente como a água brota da sua nascente.
 
Sir Winston Churchil (1874-1965), singular estadista britânico e um dos cérebros que levaram à derrota dos alemães na II Guerra Mundial, disse um dia que a coragem é a primeira das virtudes humanas, porque é ela que garante todas as outras. E a coragem de uma mulher, por exemplo, vê-se no modo como ela enfrenta, com humor e sagacidade os golpes baixos dos machos (não disse homens) que não têm a noção do ridículo.
 
Porque os homens só serão grandes se estiverem realmente decididos a sê-lo (os homens e as mulheres, naturalmente). Palavras de Charles De Gaulle (1890-1970), general e estadista francês, que também ficou na História como um grande militar, não só em estatura como nas suas tácticas.
 
 
Sobtre a Verdade
 
 
A Verdade é a fórmula da alma – Virgílio, poeta italiano (70-19 a.C.).
 
A não-violência e a Verdade são inseparáveis e pressupõem-se mutuamente. Não existe Deus maior do que a Verdade – Mahatma Gandhi (1869-1948), patriota, político pacifista e pensador indiano.
 
A repetição não transforma uma mentira numa verdade – Franklin Roosevelt (1882-1945), presidente norte-americano.
 
A Verdade é a coisa mais valiosa que possuímos. Economizemo-la Mark Twain (1835-1910), escritor norte-americano.
 
Se te propuseres a descrever a Verdade, trata de deixar a elegância por conta do alfaiate – Albert Einstein (1879-1955), físico alemão, naturalizado suíço.
 
Era a este último pensamento que eu queria chegar. Na realidade, naquilo que me diz respeito, quando me proponho a dizer uma verdade que possa não agradar a ilustres estultos, deixo, de facto, a elegância por conta do alfaiate. De outro modo, como poderia ser entendida por eles?...
 
***
 
Ninguém é suficientemente rico que possa comprar o passado, assegurou Oscar Wilde (1854-1900), escritor britânico, de origem irlandesa).
 
Eu digo: ninguém é suficientemente rico que possa comprar a educação, a dignidade, o bom carácter…
 
O que define a educação de um homem ou de uma mulher é o modo como se comportam quando se guerreiam – George Bernard Shaw (1856-1950), escritor britânico de origem irlandesa.
 
Os bem-educados usam jogo limpo. Os mal-educados servem-se de jogos sujos e desprezíveis para derrubar o outro. Por isso, já lá dizia Séneca (4 a.C. – 65 d.C.), tribuno romano que o Sol também brilha para os perversos.
 
Porém, não poderá brilhar para sempre, porque Deus suporta os maus mas não eternamente, como considera Miguel de Cervantes (1547-1616), escritor espanhol e um dos maiores da literatura europeia.
 
A maldição comum da Humanidade é a loucura e a ignorância, afirmou William Shakespeare (1564-1616), dramaturgo inglês. Na verdade, vivemos cercados de loucos e ignorantes, por toda a parte, daí que só os mais pequenos (não em estatura, entenda-se, mas os tais de cérebro minúsculo) precisem de se colocar em bicos de pés para serem vistos – Denis Diderot (1713-1784), escritor e filósofo francês. Por isso, vemos certas pessoas, que todos nós conhecemos bem, a manquelitar pelas vielas, em altas tamancas!
 
***
 
John F. Kennedy (1917/1963), presidente norte-americano cobardemente assassinado, precisamente porque era um daqueles homens que não necessitava de pôr-se em bicos de pés para ser visto, dizia que o conformismo é o carcereiro da Liberdade e o inimigo do Progresso. Pura verdade. Pessoalmente, vivo inconformada, entre outras coisas, com a grande mentira em que se transformou o nosso mundo.
 
Para terminar este meu Cântico aos Sábios, citarei ainda Confúcio, o meu filósofo de eleição, um chinês que viveu entre 551-479 a.C.. Dizia Confúcio que a nossa maior glória não reside no facto de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda. E dizia igualmente que saber o que é certo e não o fazer é a pior das cobardias, por isso, atrevi-me a escrever esta crónica, para que os homens maus, que são tanto piores quanto mais tentam passar-se por “santos”, saibam que a torpeza de espírito é apanágio dos estúpidos.
 
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 15:41

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