Terça-feira, 23 de Abril de 2019

QUEM VERDADEIRAMENTE AMA OS CAVALOS NÃO OS MONTA, SE OS MONTA SAIBA QUE ESTÁ A TORTURÁ-LOS BARBARAMENTE

 

Como diz a Dra. Sônia T. Felipe "Se ama os cavalos, não os monte", mas na verdade nem sequer precisa de os amar, basta que os respeite, não os montando. Deixando-os livres na Natureza, como é do seu direito.

A este respeito só é ignorante quem quer, porque existe bastante informação.

 

CAVALO.png

 

Um excelente texto de Luís Vicente, que testemunha a tortura constante que os “cavaleiros” cruelmente infligem ao Cavalo, um dos seres mais magníficos e sensíveis do Reino Animal.

 

«UM TEXTOZINHO DEDICADO A TODOS AQUELES QUE DIZEM AMAR OS CAVALOS E QUE DIZEM ATÉ QUE OS DITOS EQUÍDEOS SÃO ANIMAIS MUI NOBRES. PARA MIM, ENQUANTO BIÓLOGO QUE DEAMBULA ENTRE O COMPORTAMENTO ANIMAL E A NEUROBIOLOGIA, ESTA NOVA TAXONOMIA DICOTÓMICA QUE DISTINGUE ANIMAIS NOBRES DE ANIMAIS PLEBEUS É DEVERAS SURPREENDENTE. NEM O BOM VELHO LINEU SE LEMBROU DE TAL. MAS PRONTO, AQUI VAI PARA OS QUE AMAM OS NOBRES CAVALOS E QUE ME FAZEM CADA VEZ MAIS PENSAR QUE O AMOR É UM LUGAR DEVERAS ESTRANHO (como diria o meu irmão José Augusto). 

 

«Mamíferos gregários ungulados, em particular perissodáctilos de um dedo e artiodáctilos de dois dedos, por razões adaptativas, em geral não exteriorizam dor nem sofrimento, pelo menos de forma perceptível para animais de outras espécies, em particular os seus predadores. É uma estratégia evolutiva e de sobrevivência. Por outro lado, tratando-se de um animal gregário que vive em grupos com uma organização social baseada em hierarquias de dominância, mostrar debilidades pode pôr em causa a sua posição no grupo e, consequentemente, fazer diminuir o seu sucesso reprodutor. Não exteriorizar sofrimento é não mostrar fraqueza e mostrar ou não fraqueza pode ser a diferença entre a vida e a morte.

 

Mas a contenção na exteriorização dos sinais de sofrimento não significa que os cavalos não sintam dor. Os cavalos sentem dor. Aliás, como veremos, muita dor camuflada.

 

Sabemos que sentem e, muito provavelmente, de forma mais aguda do que nós, humanos.

 

A epiderme do cavalo é significativamente mais fina do que a nossa, ou seja, a camada de células entre o meio externo e os receptores de dor é menos espessa, estando os receptores de dor, portanto, mais expostos. No cavalo os receptores de dor estão protegidos por uma camada de epiderme de 0,05 mm de espessura, enquanto que nos humanos essa camada tem 0,08 mm. Ainda por cima a densidade de receptores dérmicos de dor no cavalo é superior à dos seres humanos.

 

O chicote ou as esporas devem, logicamente, causar dores mais atrozes do que em nós.

 

Quem se serve destes animais e tem um conhecimento empírico, não científico, está redondamente enganado quanto à insensibilidade à dor dos cavalos. É que uma coisa é sentir, mas outra completamente diferente é exibir. Avaliar a sensibilidade de um animal na forma como ele exterioriza a dor é, do ponto de vista científico, um absurdo. As minhocas também não gritam, nem os caracóis quando são mergulhados em água a ferver.

 

É muito bonito dominar outro ser vivo, seja da nossa espécie, seja de outra. Fazê-lo obedecer. Obedecer é memória e o cavalo tem memória como qualquer ser vivo. É a memória de uma dor que seria bem maior caso não obedecesse.

 

Fazer com que obedeça. Controlar. Quando queres controlar alguém, como fazes? Certo. Descobre o “ponto fraco”. O “ponto fraco” mais fácil de manipular é a dor. Chicotes, esporas e embocaduras conjugam-se no filme de terror da vida dos cavalos.

 

O simples facto de ser montado deve causar sofrimento. Após um período de doze a quinze minutos de transporte de um adulto humano médio começa a haver comprometimento da microcirculação da musculatura dorsal e a partir de vinte e cinco minutos começam a surgir isquémias e a ocorrer pequenas lesões do tecido muscular com consequente dor.

 

Particularmente significativa deverá ser a dor causada pelas embocaduras. Embocaduras são aquelas peças metálicas que se colocam dentro da boca do cavalo para o “controlar”. Embocaduras há-as de vários tipos e de vários materiais. Bridão, bridão-freio e freio são as mais comuns. O bridão pode ser de borracha cujo uso é aconselhado por alguns “peritos” nas primeiras fases de adestramento e que, dizem estes “sábios”, preparam o animal para mais facilmente tolerar as embocaduras metálicas. O bridão, o bridão-freio e o freio são usualmente de ferro ou de aço inoxidável.

 

No que respeita aos efeitos, a diferença fundamental entre o bridão e o freio está na multiplicação da força do cavaleiro ao manipular as rédeas. O freio promove a multiplicação da força com que as rédeas são manipuladas, por efeito de alavanca.

 

maxresdefault[1].jpg

 

O bridão actua, não só mas fundamentalmente nas comissuras labiais enquanto que o freio actua no diastema (espaço mandibular sem dentes). O primeiro tende a levantar a cabeça e o pescoço e o segundo a baixar a cabeça e a induzir a flexão da nuca.

 

Defendem os “amantes dos cavalos” que o bridão é uma embocadura mais suave do que o freio. Falar em profundidade destas embocaduras todas seria uma longa conversa e faria perder a paciência aos leitores menos interessados em pormenores técnicos. De qualquer forma, basta uma busca na net para encontrar descrições muito pormenorizadas dos diferentes tipos de embocadura e da sua utilização.

 

O que escrevo a seguir aplica-se totalmente às embocaduras ditas suaves, os bridões, os quais podem ainda ser leves ou pesados. Ficar-me-ei pelos leves e, tudo o que eu pudesse vir a dizer de todos os outros seria bem mais aterrador.

 

Tenho ouvido aos que dizem que “amam” os cavalos que a “arte de bem cavalgar toda a sela”, como escreveu el-rei D. Duarte, passa por nunca exercer força na boca do cavalo, nunca puxar, nunca magoar o cavalo. Portanto, depreendo que para estes “apaixonados” o bridão não passa de um adorno dentro da boca do cavalo, o que me leva a interrogar-me, então, neste caso, para que raio serve o bridão? Expliquem-me.

 

O bridão é uma peça dupla articulada e a articulação fica dentro da boca sobre a língua do cavalo. Actua exercendo pressão directa na boca do cavalo. Cada um dos dois extremos que ficam fora da boca possui uma argola onde se prendem, tanto as rédeas como a cabeçada.

 

Quando o cavaleiro exerce pressão nas rédeas, o bridão exerce pressão na língua, nas comissuras labiais, nos dentes, na gengiva, no palato e nas barras maxilares inferiores do cavalo.

 

Aprofundemos então o efeito dessas coisas metálicas dentro da boca do cavalo e que, segundo tenho ouvido argumentar, em nada perturbam o bem-estar do cavalito que já é obrigado a suportar um peso-morto de 60, 70, 80, 90 ou 100 kg às costas, sem que para isso tenha sido consultado.

 

Logo à partida, imagino que seja bastante desconfortável respirar pela boca com a garganta seca. É que o bridão pressiona a língua, o que impede o cavalo de engolir normalmente a saliva e que faz com que as partículas aspiradas vão direitinhas para os pulmões sem qualquer processo de filtragem. É que a saliva também tem esse papel.

 

A boca de qualquer animal é uma região extremamente sensível e possui uma grande quantidade de ramificações nervosas. Pensem na vossa, não é preciso ir mais longe. Os bridões impactam nessas ramificações nervosas. O resultado é uma dor intensa que se propaga a todo o rosto e pescoço do animal, o que é facilmente comprovado por imagiologia térmica. Aliás, seria muito estranho se não houvesse dor, desconforto e lesões.

 

Estudos mostram que um forte puxão no bridão gera um impacto de 300 kg/cm² na boca do cavalo, enquanto que uma pressão suave gera um impacto de 50 a 150 kg/cm². Esta pressão leve nas rédeas já deve ser suficiente para gerar impacto significativo e consequente dor ao animal.

 

O bridão actua no diastema, como referi, o espaço sem dentes do maxilar. Ora é no diastema que se localiza o troço mais sensível do nervo trigémeo. O ferro pressiona e impacta exactamente nesse ponto, causando dor aguda. Essa pressão repetida no osso hipersensibiliza os nervos faciais. Desenvolve-se a chamada neuralgia trigeminal. É em consequência dessa dor que se torna crónica que o cavalo faz movimentos repetitivos com a cabeça.

 

É frequente observar uma baba branca e espessa na boca dos cavalos submetidos ao uso destes instrumentos de tortura, desculpem, de controlo. Conjugam-se três factores que determinam a produção dessa baba. A toxicidade do metal do bridão, a dificuldade em engolir saliva que leva a um ressecamento da garganta, e lesões nas glândulas salivares pela pressão do bridão na língua. A conjugação destes factores altera a composição química da saliva o que, ainda por cima, pode estar na origem de gastrites e outras lesões gástricas.

 

A articulação do bridão, normalmente entre a língua e o palato, exerce um atrito permanente sobre este último, causando inflamação “de contacto” e ulcerações recorrentes muito dolorosas. Acontece frequentemente, para combater estas dores, os cavalos colocarem a língua entre a articulação do bridão e o palato, causando úlceras na face inferior da língua, o que também é extremamente doloroso.

 

E desenganem-se os que julgam que eu escrevi muito. Apenas levantei a ponta do iceberg. Se querem saber mais, procurem, por exemplo, os trabalhos do meu colega Robert Cook. Tem vários online bem elucidativos.

 

Espero que o que aqui deixo seja já suficiente para compreenderem que há outras formas de amar os cavalos.

 

Como diz a minha amiga Isabel, “QUEM AMA OS CAVALOS NÃO OS MONTA!”.

 

Luís Vicente

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10156236191473837&set=a.10150637539043837&type=3&theater

 

***

Para complementar o que o meu amigo Luís Vicente escreveu, deixo aos leitores mais dois textos que se completam.

Porque, na realidade, quem verdadeiramente ama os Cavalos jamais os monta, porque se os monta, pode ter a certeza absoluta de que está a torturá-los barbaramente.

 

EM LOUVOR DOS CAVALOS

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/em-louvor-dos-cavalos-738102

 

«SE AMAM OS CAVALOS NÃO OS MONTEM»

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/se-amam-os-cavalos-nao-os-montem-493785

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:21

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2017

«A DOR DOS CAVALOS – DOR SILENCIADA ATÉ À MORTE»

 

Os abusadores e montadores de Cavalos não sabem (como poderão saber se não lhes vêem a expressão de dor?) o quanto os Cavalos sofrem ao serem montados.

 

Atente-se na expressão desesperada deste Cavalo utilizado numa corrida… Se ao menos o animal homem da espécie horribilis tivesse inteligência para se colocar no lugar destes magníficos animais, eles poderiam viver felizes, em liberdade, como merecem…!

 

CAVALO.jpg

 Origem da foto: http://odeiorodeio.com/site/corridas-de-cavalos/ onde encontram uma reportagem completa sobre as ignominiosas corridas de Cavalos.

 

Sônia T. Felipe (***) estudiosa desta matéria, escreveu um texto no Facebook onde deixa muito claro, o que para muitos de nós é absolutamente óbvio, mas que os cegos mentais se recusam a entender.

 

Diz-nos esta doutora em Filosofia Moral que nem tudo o que causa profunda dor aos Cavalos, usados para tracção e atracção turística, ou para serem montados, pode ser visto através de uma fotografia, como a que ilustra este texto.

 

As fotos mostram muitos sinais que evidenciam a tortura sofrida pelo animal. Mas há lesões internas que as fotos não podem mostrar, e são precisos exames médicos, como a endoscopia, cintilografia, radiografia e outros testes neurológicos, para se comprovar a aflição desses animais sensíveis, inteligentes e racionais, provocada pelas úlceras estomacais.

 

Só exames mais específicos podem constatar a agonia deles por respirarem pela boca e com a garganta seca (por causa do freio que pressiona a língua e não os deixa engolir normalmente a saliva), levando para dentro do pulmão as partículas de poeira, aspiradas na marcha rápida.

 

Só exames radiográficos e similares podem constatar as hemorragias pulmonares, causadas pelo esforço extraordinário de puxar cargas ou da velocidade, no caso das corridas.

 

Só exames cuidadosos podem conferir as inflamações e dores de artrite e artrose, dos nervos e tendões, das cartilagens que formam as patas.

 

Enfim, só exames mais específicos podem localizar as lacerações na pele, originadas pelas chicotadas, pelos paus e correias e esporas que fazem fricção nos seus corpos quando puxam cargas ou são montados.

 

Sônia T. Felipe refere ainda que a agonia dos cavalos e das éguas é infinita. Quase não há uma parte do corpo deles, quando são usados para tracção e montaria, que não fique lesada e não lhes cause imensa dor.

 

Apesar de parecerem fortes e resistentes, os Cavalos têm um corpo extremamente delicado. São seres vivos que têm um organismo extraordinariamente sensível e vulnerável, quando escravizados e privados da liberdade que o seu éthos equino requer, explica Sônia T. Felipe.

 

Todos os seres vivos têm o seu próprio éthos, ou seja, do ponto de vista antropológico, o éthos constitui os traços comportamentais que nos distinguem uns dos outros.

 

E de acordo com esta cientista, éguas e cavalos, vacas e bois, não expressam a dor, pois evoluíram com inteligência e sensibilidade para saberem que se o fizerem, mesmo os condenados à escravidão, através da subjugação humana, quando tentam domá-los, serão literalmente mortos pelos seus predadores mais perigosos: os animais humanos.

 

Segundo ainda Sônia T. Felipe, sai mais barato comprar um cavalo novo para substituir o cavalo desgastado pela tortura a que é submetido, do que pagar tratamentos para tantos males que o processo de domesticação e a escravidão lhes causam.

 

A morte é o destino do animal que expressa a sua agonia infinita. E esta agonia só é “vista” pelo animal humano no dia em que os equinos (cavalos ou éguas) caem mortos, ainda atados aos apetrechos das carroças ou charretes que puxam à custa de toda essa dor e do tormento que os abate no meio da rua. E o feitor dessa escrava ou desse escravo pensa que essa morte foi sem aviso prévio. Não foi.

 

Assegura Sônia T. Felipe que o animal deu bastantes avisos de que estava doente e sofredor. Mas a mente e a linguagem humanas são demasiado atrofiadas para captar e traduzir os sinais da dor e do sofrimento emitidos pela linguagem equina.

 

E pensar que há milhares de anos o homo horribilis tortura estes seres magnificamente divinos, sensíveis, afectuosos e também racionais…

 

(***) Sônia Teresinha Felipe é doutorada em Filosofia Moral e Teoria Política pela Universidade de Konstanz, Alemanha, professora da graduação e pós-graduação em Filosofia; e do doutorado interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil), orientou dissertações e teses nas áreas de teorias da Justiça, Ética Animal e Ética Ambiental.

É pesquisadora permanente do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, Membro do Bioethics Institute da Fundação Luso-americana para o Desenvolvimento, e é autora de Ética e Experimentação Animal: Fundamentos Abolicionistas, Edufsc, 2007; e Por Uma Questão de Princípios, Boiteux, 2003.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10205330225036712&set=a.10202202604128144.1073741827.1280753559&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:34

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

 

Março 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
13
14
15
19
22
29
30

Posts recentes

QUEM VERDADEIRAMENTE AMA ...

«A DOR DOS CAVALOS – DOR ...

Arquivos

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Direitos

© Todos os direitos reservados Os textos publicados neste blogue têm © A autora agradece a todos os que os divulgarem que indiquem, por favor, a fonte e os links dos mesmos. Obrigada.
RSS

Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

Comentários

Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação. Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo. Em resumo: comente com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o seu comentário seja mantido.

Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt