Sexta-feira, 13 de Abril de 2018

COMO SE NÃO BASTASSE O VERGONHOSO DESLEIXO DO ACTUAL E ANTERIORES GOVERNOS, TINHA O JOSÉ DIOGO DE VIR COM O SEU “ONCOLAMÚRIAS”?

 

Porquê?

O grave e vergonhoso problema do Hospital de São João (entre tantos outros que existem no país) é um descaso do actual governo, tal como foi um descaso dos anteriores governos. E se não se faz barulho na televisão, nada se resolve. Arrasta-se pelo chão de lama de um Portugal ainda tão terceiro-mundista!

E tinha de vir o José Diogo Quintela fazer ironia com o drama de crianças inocentes, sírias e portuguesas, e de pais desesperados, sírios e portugueses?

Porquê?

 

DIOGO.jpg

 

Um texto de muito mau gosto. Nem tudo serve para se fazer ironia.

 

E não é da inteligência justificar uma estupidez, com outra estupidez, ainda que ironicamente.

 

E colocar ao mesmo nível o problema das crianças da Síria e das crianças com cancro no Hospital de São João é de uma falta de sensibilidade atroz.

 

E o Diogo acha, ainda que ironicamente, que não se deve lutar pelas crianças do São João, apenas porque as da Síria sofrem os horrores da guerra?

 

Guerra e cancro são horrores, sim, a que nenhuma criança devia jamais estar sujeita.

 

Porém, a guerra existe por culpa das bestas humanas e poderia ser evitada se essas bestas humanas se humanizassem. O cancro, infelizmente, existe, mas não é o homem que o lança no mundo. Ou será?

 

Muito infeliz, este texto do Diogo. Haja respeito pelo sofrimento das crianças da Síria e pelo das que sofrem de cancro. E pelos pais delas também.

 

Vivemos num mundo do vale tudo! Inclusive, fazer pretensa ironia com o imensurável drama de tantas crianças inocentes.

 

Fonte:

https://www.noticiasaominuto.com/pais/991634/oncolamurias-o-ironico-texto-de-quintela-que-a-internet-nao-gostou

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:17

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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016

Falcoaria como Património Imaterial da UNESCO??????

 

UMA VERGONHA!

 

Considerar património cultural uma actividade medieval, que mantém magníficas aves em CATIVEIRO, é no mínimo repugnante.

 

Só se estiverem a referir-se a um património imaterial do HOMO PARVUS.

 

falcao-voando-wallpaper.jpg

Por alma de quem, manter seres alados em cativeiro é património imaterial da UNESCO?

 

A candidatura reuniu 18 países, entre eles Espanha, Portugal e França (que também admitem touradas), mais os Emirados Árabes Unidos, a Síria e a Mongólia que são um exemplo menor de "humanidade"… 

 

E veja-se qual o município português que lançou esta candidatura: Salvaterra de Magos, uma localidade tauricida, com um atraso civilizacional de séculos.

 

A prática do falcoaria, que mantém em cativeiro belíssimos falcões que, sendo aves de rapina, têm o direito de viver em liberdade, mantém-se inalterada desde o século XII. Até a vestimenta dos falcoeiros é ridícula, com paralelo na dos toureiros.

 

Em Portugal existe um fascínio patológico pelas práticas medievais, época em que, à falta de coisa mais civilizada, se usavam animais como divertimento.

 

A falcoaria começou por ser utilizada na caça, como meio de garantir alimentos (até aí compreensível) mas, dizem eles, foi ganhando outros valores ao longo dos séculos e «hoje é uma prática associada à camaradagem e à partilha de valores», à custa de seres alados que não podem voar em liberdade.

 

Que camaradagem e valores serão estes, assentes em tão baixos sentimentos humanos?

 

Dizem com muito orgulho, que esta “arte da caça”, ou seja, a «arte de matar animais cobardemente», como património da UNESCO, juntou-se à Arte da Olaria Negra de Bisalhães, à do Chocalho, à Dieta Mediterrânea, ao Cante Alentejano e ao Fado, que é tudo muito parecido com a arte de matar animais ou tê-los em cativeiro.

 

Shame on you, UNESCO.



Isabel A. Ferreira

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2015

Imagens que esmagam a alma humana

 

Imagens que reduzem os “poderosos” do mundo à condição de bactérias…

 

Imagens possíveis apenas pela mera existência do maior predador do Universo: a besta humana...

 

Imagens da violência que me aniquilam a mim…

 

As well as I was Charlie, I also am all these unlucky children

Assim como fui Charlie, sou também todas estas desafortunadas crianças.

 

Menino morto na praia.jpeg

 

 

Refugiado morto.jpeg

Origem da foto: STRINGER / TURKEY / Reuters Fotos de Nilüfer Demir

http://expresso.sapo.pt/internacional/2015-09-02-Naufragos-da-humanidade

 

«Esta criança recolhida pela polícia numa praia da Turquia não chegou à Europa. Afogou-se a caminho do outro lado do Mediterrâneo, o destino de milhares de refugiados que fogem à morte nos países que abandonam. É uma imagem que está a correr e a impressionar o mundo - e tem um movimento associado com a hashtag #KiyiyaVuranInsanlik. Que significa o “naufrágio da humanidade”» - 2015

 

 

Menino com fome.jpeg

Ásia  - século XXI d. C.

 

Palestina.png

Palestina - século XXI d. C.

Israel.jpeg

 Gaza Século XXI d. C. depois de um bombardeamento

Meninos com armas.jpeg

 Crianças da Palestina -  Século XXI d. C. incitadas á violência

PULITZER.jpeg

 

Sudão 1993

Imagem 5.jpeg

 

Imagem 6.jpeg

Imagem 7.jpeg

Etiópia - Século XXI d. C.

iMAGEM 8.jpeg

 Síria - Século XXI d. C.

iMAGEM 9.jpeg

 Vietname 1954/1975

aUSCHWITZ.jpeg

Europa (Auschwitz) 1939/1945

ImAGEM 11.jpeg

Crianças aprendem a torturar seres vivos em Portugal, Espanha, França, México, Peru, Venezuela, Equador e Colômbia  para diversão no Século XXI d. C.

 

E pensar que o melhor do mundo são as inocentes, indefesas e inofensivas crianças, e que elas, todas elas, em todo o mundo, em qualquer época,  poderiam brincar assim:

 

 

Crianças a brincar.jpeg

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:16

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Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

«HORRORES INDESCRITÍVEIS ESTÃO A SER FEITOS ÀS CRIANÇAS DA SÍRIA»

 

HOJE ESTOU REVOLTADA.
HOJE VOU DEDICAR AS MINHAS PÁGINAS ÀS CRIANÇAS A QUEM O HOMEM PREDADOR NÃO DEU OPORTUNIDADE PARA CELEBRAREM O DIA DOS NAMORADOS COM FELICIDADE, NUM FUTURO  QUE NÃO EXISTIRÁ PARA ELAS...

 

 

Rapaz ferido após bombardeamentos em Alepo DIMITAR DILKOFF/AFP

 

***

«As crianças sírias estão a ser vítimas das mais perversas atrocidades e o mundo permite isto! Já lá vão quase três anos e a ONU limita-se a apontar o dedo. Diz-nos o "Princípio IX", da Declaração Universal dos Direitos da Criança: "a criança deve ser protegida contra toda a forma de abandono, crueldade e exploração". Entretanto... mais de dez mil crianças já foram assassinadas na Síria! E continuam a ser usadas como escudos humanos, estupradas, sequestradas, torturadas, assassinadas... E "há milhões de outras deslocadas e muitas que tentam sobreviver a um Inverno de frio e fome".

 

Assad já devia ter sido punido pelos seus crimes hediondos, há muito, mas... grupos rebeldes que não protegem crianças, e que, por vezes, também as exploram e assassinam, não merecem credibilidade alguma. Até quando?! »(Maria João Gaspar Oliveira)

 

Faço minhas as palavras da Maria João: Até quando?

***

Por Ana Fonseca Pereira  

 

Relatório apresentado ao Conselho de Segurança descreve torturas a que são sujeitos os menores nas prisões do regime ou as execuções levadas a cabo por grupos rebeldes.

 

Nas prisões da Síria, há crianças, algumas de apenas 11 anos, fechadas em celas com adultos, sujeitas ao mesmo tratamento e às mesmas torturas.

 

Nas ruas da Síria, há crianças a combater, crianças mortas em bombardeamentos ou executadas a tiro. Há crianças sequestradas, usadas como escudo humano e outras de quem se perdeu o rasto. O relato destes e de outros “horrores indescritíveis” é feito pelas Nações Unidas num relatório em que aponta o dedo acusador tanto ao regime de Bashar al-Assad como aos grupos armados que o combatem.

 

Este é o último de muitos documentos sobre a catástrofe de uma guerra que, segundo números da própria ONU, já matou mais de dez mil crianças e forçou mais de um milhão a fugir do país. Há milhões de outras deslocadas e muitas que tentam sobreviver a um Inverno de frio e fome.

 

Mas é o primeiro relatório apresentado ao Conselho de Segurança das Nações Unidas e o primeiro a fazer uma descrição exaustiva do impacto de quase três anos de guerra sobre uma geração inteira, apresentando uma lista interminável de abusos a que as crianças sírias estão sujeitas. Foi entregue na semana passada, numa reunião à porta fechada do Conselho, quando representantes do Governo e da oposição negociavam em Genebra, mas só foi tornado público nesta terça-feira, já depois de o encontro ter terminado sem resultados.

 

O relatório, que abrange o período entre 1 de Março de 2011 (dias antes do início dos protestos contra Assad) e 15 de Novembro de 2013, sublinha que, nos primeiros dois anos de conflito, as forças governamentais foram responsáveis pela maioria dos abusos. “O uso indiscriminado e desproporcional da força por parte do Exército e das milícias leais resultou em inúmeras mortes e mutilações de crianças, a quem foi também negado o acesso à educação e aos serviços de saúde”, lê-se no documento, elaborado pela representante especial do secretário-geral da ONU para as crianças e conflitos armados, Leila Zerrougui.

 

Mas as crianças são também directamente visadas “por detenções arbitrárias, maus tratos e tortura”, a começar pelas prisões para onde muitas foram levadas por vingança ou apenas por viverem no bairro errado.

 

O relatório cita testemunhas que contam ter visto crianças detidas em celas apinhadas e sujeitas a tortura para que confessassem ou simplesmente para forçar familiares a entregarem-se.

 

Os maus tratos aos menores incluem “espancamentos com barras de metal, chicotes, bastões de metal e madeira; choques eléctricos, incluindo nos genitais; arrancar unhas dos pés e das mãos; violência sexual, incluindo violações ou tentativas de violação; simulação de execuções; queimaduras com cigarros; privação de sono; detenção em isolamento; assistir à tortura de familiares”.

 

O relatório cita, entre outros relatos de abusos sexuais, o testemunho de um jovem de 16 anos que diz ter visto um rapaz de apenas 14 anos a ser violado antes de ser executado. A mesma testemunha conta ter visto “crianças e adultos agredidos com um martelo nas costas, às vezes até à morte”. 

 

A ONU aponta o dedo sobretudo aos serviços secretos da Síria, a gestores e carrascos em centros de detenção que escapam ao controlo internacional, apesar de o regime afirmar “categoricamente” que não detém crianças. “Isso são rumores”, disse na semana passada, em Genebra, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Faisal Mekdad.

 

Crescem abusos dos rebeldes

 

Os investigadores da ONU dizem não ter conseguido encontrar indícios sobre alegados abusos sexuais cometidos pelas forças da oposição, muito por causa da dificuldade em aceder às zonas controladas pelos rebeldes.

 

Em contrapartida, encontraram provas de execuções cometidas pelos rebeldes, duas das quais na província de Hasakah, no Nordeste do país: a de um rapaz de 16 anos morto em Abril pela Frente Al-Nusra, o braço reconhecido da Al-Qaeda na Síria; e a de um de 14 anos morto por guerrilheiros curdos.

 

Sublinham, aliás, que, com o encarniçar da guerra, em 2013 – das ofensivas do Exército aos combates entre grupos rivais da oposição –, aumentou o número de abusos cometidos pelos rebeldes, incluindo ataques terroristas e ofensivas contra zonas residenciais.

 

O relatório destaca ainda um número crescente de crianças que são forçadas, ou pelo menos incentivadas, a juntarem-se às fileiras dos rebeldes. Algumas perderam familiares, outras dizem que “sentiram que era o seu dever” lutar contra Assad, adianta o relatório, sublinhando que o Exército Livre da Síria tem nas suas fileiras “rapazes de 12 a 17 anos que foram treinados e armados e estão a ser usados como combatentes ou como guardas em postos de controlo."

 

O relatório denuncia ainda o sequestro de crianças – algumas libertadas a troco de dinheiro –, o número “desproporcional” de ataques contra escolas e hospitais, ou as crianças que são sequestradas e usadas como escudos humanos. Foi assim em Homs, na Primavera de 2012, quando soldados sírios levaram crianças de uma escola e as fizeram andar à sua frente pelas ruas da cidade, anunciando por altifalante que quem atirasse sobre eles mataria as crianças.

 

“O sofrimento que atinge as crianças da Síria desde o início deste conflito é indescritível e inaceitável”, afirma o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, no relatório que o Conselho deverá discutir na próxima semana. “As violações têm de terminar agora.”

 

 Fonte:

http://www.publico.pt/mundo/noticia/onu-denuncia-os-horrores-indiscritiveis-feitos-as-criancas-da-siria-1622445

 

***

E O QUE É QUE OS SENHORES DO MUNDO TÊM FEITO POR ESTAS CRIANÇAS?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:47

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