Segunda-feira, 24 de Junho de 2019

«A TAUROMAQUIA É UMA ESPÉCIE DE “DESPORTO” DOS “SENHORES FEUDAIS” DOS BURGOS QUE EXPLORAM A POBREZA DE ESPÍRITO DA PLEBE…»

 

… com a ajudinha dos outros senhores feudais, sentados no hemiciclo da Assembleia de uma República que, no que respeita à tauromaquia, tem um pé fincado na Monarquia.

Destaco este comentário, que recebi do Filipe Garcia, que faz uma análise lúcida e realista do que se passa neste submundinho da tauromaquia.

Aprendam com quem tem todos os neurónios a funcionar, senhores deputados do PS, do PSD, do PCP e do CDS/PP!

 

arena póvoa.jpg

A Praça de Touros do Norte, a que se refere o Filipe Garcia é a da Póvoa de Varzim, que está a cair de podre, e vai ser demolida, apesar do estrebuchar dos da prótoiro, que mandam no quintal deles, mas não, no quintal dos poveiros que já evoluíram.

 

Filipe Garcia comentou o comentário ANTÓNIO PEÇAS, O EX-FORCADO DE ESTREMOZ QUE INCITOU À VIOLÊNCIA CONTRA OS ANTI-TOURADAS, DIZ QUE «A AMI É UMA CAMBADA DE BANDALHOS» às 08:16, 24/06/2019 :

Estimada Isabel Nunca a expressão "Há bons médicos e há maus médicos" fez tanto sentido"... O exercício da medicina requer, desde logo, uma componente empática que é absolutamente essencial á boa e nobre prática da medicina, isto é, para ser bom médico, não basta ter os conhecimentos "técnicos" e de análise para definir diagnósticos correctos e respectivas terapêuticas, vai muito para além disso... É necessário a capacidade de perceber o sofrimento do outro, de ser solidário, de ser empático, isto é, de "entrar" no nosso interlocutor e perceber as suas angustias e anseios, ora, pelo que li até aqui, parece por demais evidente que este cavalheiro Peças, não tem essa capacidade. As touradas são uma prática aberrante, que nada têm que ver com "cultura", mas que subsistem meramente por razões de natureza económica e financeira, atento a importância que assumem na economia regional (nas localidades onde se pratica), que é ainda subdesenvolvida. Este é o factor central que importa combater. Enquanto os governos sucessivos não apostarem verdadeiramente no interior, dotando de infra-estruturas que permitam instalar e fixar pessoas, desenvolver o tecido empresarial criando empregos e apostar na formação não apenas académica (está bom de ver porquê) mas também cívica e humana, este degradante e hediondo espectáculo irá manter-se. Mais, isto é uma espécie de "desporto" dos "senhores feudais" lá do burgo, que exploram a pobreza de espirito da plebe, numa espécie de feira de vaidades, de pseudo-afirmação, de poder, de protagonismo bacoco, para manter o "culto do Endeusamento" perante a plebe. Depois chamam-lhe "cultura"...um autêntico embuste. Recentemente, houve uma Câmara Municipal no Norte que resolveu a questão, de forma radical mas certamente eficaz. Perante a persistência destes energúmenos das touradas, tomou a corajosa decisão de "arrasar" a praça de touros, ou seja, vão demolir. Acabou-se o recreio! Cumprimentos para si.

 

***

Obrigada, pelo seu lúcido testemunho, Filipe Garcia. Receba o meu apreço.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:48

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Segunda-feira, 6 de Maio de 2019

«A BROA DOS VELHOS» (2013): QUALQUER SEMELHANÇA COM A ACTUALIDADE POLÍTICA PORTUGUESA (2019) NÃO É MERA COINCIDÊNCIA

 

«Este artigo não foi escrito pelo guarda nocturno da minha área de residência, nem por um qualquer esquerdista com explosivos escondidos nos sapatos. Foi escrito em 2013, por Alberto Pinto Nogueira, uma pessoa com responsabilidades, antigo Procurador-Geral da República, tem 72 anos de idade e não me parece ter a doença do alemão (Alhzeimer)... Merece, pois, uma leitura.» (A. M.).

 

APNogueira.jpg

«O poder, seja lá de que natureza for, persegue e odeia os homens livres, mas favorece, protege e promove os medíocres e os sabujadores» (Alberto Pinto Nogueira)

Eu, Isabel A. Ferreira, não podia estar mais de acordo com esta sentença.

 

«A BROA DOS VELHOS»

por Alberto Pinto Nogueira (*)

 

A República vive da mendicidade. É crónico. Alexandre de Gusmão, filósofo, diplomata e conselheiro de D. João V, acentuava que, depois de D. Manuel, o país era sustentado por estrangeiros.


Era o Séc. XVIII. A monarquia reinava com sumptuosidades, luxos e luxúrias.

 

A rondar o Séc. XX, Antero de Quental, poeta e filósofo, acordava em que Portugal se desmoronava desde o Séc. XVII. Era pedinte do exterior.

 

A Corte, sempre a sacar os cofres públicos, ia metendo vales para nutrir nobrezas, caçadas, festanças e por aí fora….

 

Uma vez mais, entrou em bancarrota. Declarou falência em 1892.

 

A I República herdou uma terra falida. Incumbiu-se de se autodestruir. Com lutas fratricidas e partidárias. Em muito poucos anos, desbaratou os grandes princípios democráticos e republicanos que a inspiraram. 

 

O período posterior, de autoritarismo, traduziu uma razia deletéria sobre a Nação. Geriu a coisa pública por e a favor de elites com um só pensamento: o Estado sou eu. Retrocedia-se ao poder absoluto. A pobreza e miséria dissimulavam-se no Fado, Futebol e Fátima.

 

As liberdades públicas foram extintas. O Pensamento foi abolido. Triturado.

 

O Povo sofria a repressão e a guerra. O governo durou 40 anos! Com votos de vivos e de mortos.

 

A II República recuperou os princípios fundamentais de 1910, massacrados em 1928.

 

Superou muitos percalços, abusos e algumas atrocidades.

 

Acreditou-se em 1974, com o reforço constitucional de 1976, que se faria Justiça ao Povo.

 

Ingenuidade, logro e engano.

 

Os partidos políticos logo capturaram o Estado, as autarquias, as empresas públicas.

 

Nada aprenderam com a História. Ignoram-na. Desprezam-na.

 

Penhoraram a Nação. Com desvarios e desmandos. Obras faraónicas, estádios de futebol, auto-estradas pleonásticas, institutos públicos sobrepostos e inúteis, fundações público-privadas para gáudio de senadores, cartões de crédito de plafond ilimitado, etc. Delírio, esquizofrenia esbanjadora.

 

O país faliu de novo em 1983. Reincidiu em 2011. 

 

O governo arrasa tudo. Governa para a troika (**) e obscuros mercados. Sustenta bancos. Outros negócios escuros. São o seu catecismo ideológico e político.

 

Ao seu Povo reservou a austeridade. Só impostos e rombos nas reformas.

 

As palavras "Povo” e “Cidadão” foram exterminadas do seu léxico.

 

Há direitos e contratos com bancos, swaps, parcerias. Sacrossantos.

 

Outros, (com trabalhadores e velhos) mais que estabelecidos há dezenas de anos, cobertos pela Constituição e pela Lei, se lhe não servem propósitos, o governo inconstitucionaliza aquela e ilegaliza esta. Leis vigentes são as que, a cada momento, acaricia. Hoje umas, amanhã outras sobre a mesma matéria. Revoga as primeiras, cozinha as segundas a seu agrado e bel-prazer.

 

É um fora de lei.

 

Renegava a Constituição da República que jurou cumprir. Em 2011, encomendou a um ex-banqueiro a sua revisão. Hoje, absolve-a mas condena os juízes que, sem senso, a não interpretam a seu jeito!!! 

 

Os empregados da troika mandam serrar as reformas e pensões. O servo cumpre.

 

Mete a faca na broa dos velhos.

 

Hoje 10, amanhã 15, depois 20%.

 

Até à côdea. Velhos são velhos. Desossem-se. Já estão descarnados. Em 2014, de corte em corte (ou de facada em facada?), organizará e subsidiará, com o Orçamento do Estado, o seu funeral colectivo.

 

De que serviu aos velhos o governo? E seu memorando?

 

Alberto Pinto Nogueira

 

Origem do texto e da foto:

http://macroscopio.blogspot.com/2013/09/a-broa-dos-velhos-por-alberto-pinto.html

 

***

(*) Alberto Pinto Nogueira, antigo Procurador-geral da República, no Tribunal da Relação do Porto, nasceu em 26/04/47 e é natural de V. N. de GAIA.

 

(**) Hoje não temos a Troika, mas temos um governo desgorvernado e esbanjador e incompetente, sem capacidade para administrar os dinheiros públicos, mal distribuídos, mal gastos, mal utilizados. Para o essencial nunca há verbas.  Tudo vai de mal a pior. Desde 2013, se se avança um passo, recua-se cinco.  

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:40

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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2018

«A FESTA DE BARRANCOS EM "HONRA DE Nª SR.ª DA CONCEIÇÃO"...»

 

Um texto de Rui M. Palmela, que nos dá um panorama trágico da "festa" diabólica, em Barrancos, em honra de Nossa Senhora da Conceição.

 

Chamo a atenção para os depoimentos absolutamente aberrantes de personalidades que, apesar de todos os estudos, não evoluíram minimamente, e mantêm-se com os pés e mentes bem fincados num tempo das maiores ignorâncias e obscurantismos.

 

 

BARRANCOS.jpg

 O que se passa em Barrancos, graças a Jorge Sampaio, ex-presidente da República Portuguesa,  é do mais desqualificado, do mais grosseiro, do mais bárbaro que possamos imaginar: crueldade, violência, bebedeiras, boçalidade, tudo elevado ao máximo… em nome da Santa… E é esta vergonhosa ignomínia que a igreja católica sustenta.

 

Texto de

Rui M. Palmela

 

«Barrancos é uma vila alentejana onde existe uma tradição centenária sanguinária de matar toiros numa festa religiosa que se realiza ali todos os anos no fim de Agosto "em honra de Nª Srª da Conceição", numa arena improvisada frente à Capela onde se reza e donde sai a procissão, tudo terminando numa diabólica diversão. E a Igreja Católica não se pronuncia cometendo também seu “pecado de omissão” ...

 

No entanto existe uma bula papal que condena estes espectáculos sangrentos onde se lê o seguinte:

 

(...) "Considerando que estes espectáculos que incluem touros e feras no circo ou na praça pública não têm nada a ver com a piedade e a caridade cristã, e querendo abolir estes vergonhosos e sangrentos espectáculos, não de homens, mas do demónio, e tendo em conta a salvação das almas na medida das nossas possibilidades com a ajuda de Deus, proibimos terminantemente por esta nossa constituição a celebração destes espectáculos"... (in "Bullarum Diplomatum et Privilegiorum Sanctorum Romanorum Pontificum Taurinensis editio", tomo VII, Augustae Taurinorum, 1862, pág. 630-631.)

 

Portugal já foi um país sem touradas no Reinado de D. Maria II, quando pelo um Decreto nº 229 de 1836 se lia o seguinte:

 

“Considerando que as corridas de touros são um divertimento bárbaro e impróprio de Nações civilizadas, bem assim que semelhantes espectáculos servem unicamente para habituar os homens ao crime e à ferocidade, e desejando eu remover todas as causas que possam impedir ou retardar o aperfeiçoamento moral da Nação Portuguesa, hei por bem decretar que de hora em diante fiquem proibidas em todo o Reino as corridas de touros"...

 

Porém, as touradas voltaram com a República e se mantêm até hoje com a "Democracia" com partidos de direita à esquerda a apoiarem a sua realização e a chumbarem propostas de sua abolição. Há mesmo figuras públicas bem conhecidas que defendem a tradição barranquenha dos toiros de morte e passo a citar algumas de suas frases que merecem repulsa ou reprovação. Aqui ficam:

 

Nuno da Câmara Pereira (fadista): "eu estou aqui em Barrancos com os cornos para o ar a apoiar a causa barranquenha, dos touros de morte, tradição que dura há séculos".

 

Moita Flores (investigador, criminologista), dizia sobre uma certa providência cautelar da Associação ANIMAL que visava travar o espectáculo dos toiros de morte, e se pronunciou assim: "O juiz que decretou a providência não sabe o que escreve, não sabe o que diz, pela simples razão que não conhece o que se passa em Barrancos, possivelmente nem sabe onde fica". Diário de Notícias 23/8/99.

 

Mafalda Ganhão (jornalista): "Na corrida de morte por exemplo, o touro não é picado para ser destroçado ou humilhado. É sangrado para que descongestione e possa vir ao de cima a sua bravura, corrigindo-lhe alguns defeitos, como a sua forma de investida". Expresso 28/8/99

 

Miguel Sousa Tavares (jornalista e comentador tv): "O que eu defendo em Barrancos é a sobrevivência de uma cultura própria e enraizada localmente e que tenta resistir em face de investidas do pensamento "moderno", "jovem" e "civilizado", de uma elite urbana e arrogantemente convencida da sua suposta superioridade civilizacional". Público 3/9/99.

 

Por fim, o padre Vítor Melícias, é um pseudo 'franciscano' que devia envergonhar-se pela sua obsessão por touradas que nada têm a ver com a doutrina de Francisco de Assis que tratava todos os animais como irmãos e condenava qualquer acto de violência e maus tratos aos seres da Criação.

 

Enfim, a minha opinião de cidadão é de que as touradas em Barrancos deviam ser proibidas com os toiros de morte e se penalizasse criminalmente todos os responsáveis por aquela famigerada 'tradição' que persiste a coberto de uma famigerada "lei de excepção" aprovada em 2002 pelos mesmos partidos políticos que chumbaram recentemente uma proposta do PAN pela sua completa ABOLIÇÃO

 

Rui M. Palmela

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10214938431085761&set=a.1309687193754&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:58

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Quinta-feira, 21 de Junho de 2018

PÓVOA DE VARZIM DECLARA-SE ANTI-TOURADAS

 

«A Póvoa de Varzim virou, em definitivo, uma página da sua História»

lê-se no site deste município.

 

AIRES.jpg

 

O Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Aires Pereira, já tinha anunciado, na passada semana, que a Praça de Touros, uma vez feito o investimento de cinco milhões de euros previsto para transformar aquele espaço num pavilhão multiusos, deixaria de acolher touradas. Anteontem, porém, o autarca declarou o concelho anti-touradas, afirmando que “o corte inevitável com uma “tradição” que, tendo feito o seu caminho e prosseguido o seu objeCtivo, não tem, nos nossos dias, razão de ser”.

 

(Ressalvamos o termo “tradição”, porque jamais as touradas foram uma tradição, mas tão-só um costume bárbaro, introduzido em Portugal pelos monarcas espanhóis (os três Filipes) quando se apoderaram do nosso território, e que depois de terem sido “devolvidos” a Espanha, o povo português, que tanto gosta de estrangeirismos, adoPtou cegamente, e hoje, em plena República, e com um governo socialista, ainda se mantém, em Portugal, esta reminiscência da grosseria monárquica.

 

Lê-se igualmente na notícia que «depois de proibir a utilização de animais selvagens em “espeCtáculos” de circo (mesmo antes de ser proibido por lei), o que também ressalvamos, uma vez que depois desta declaração foi permitido um circo com animais, no concelho, e de criar mais condições para a população canina, quer no Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia (onde se não fazem abates), quer nas instalações de “A Cerca” (associação de voluntários com foi estabelecido protocolo de suporte à sua aCtividade), e depois de, com esta associação e os Bombeiros Voluntários, ter criado a Ambulância Animal para socorro de animais em sofrimento na via pública, a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim aprovou, por unanimidade, a interdição de corridas de touros ou outros “espeCtáculos” que envolvam violência sobre animais a partir de 1 de Janeiro de 2019, e aqui ressalvamos o termo “espeCtáculos”, por esta barbárie não constituir um espeCtáculo, mas configurar, isso sim, uma prática selvática de origem monárquica.

 

Esperemos igualmente que nesta boa vontade a favor do bem-estar animal, esteja incluída a abolição do tiro aos pombos e da batida às raposas, esta última, uma prática perpetrada pelo clube de caçadores da Estela.

 

Aires Pereira, presidente do município poveiro, esclareceu ainda que “com a progressiva perda de público dos “espeCtáculos” tauromáquicos (mais acentuada a norte que a sul), refleCtida numa queda global de 50% nos últimos 7 anos, as praças de touros do Norte passaram a ter um uso residual.»

 

Acrescentou ainda Aires Pereira que «ultimamente, apenas se realizavam duas touradas por ano naquela praça e que a sociedade se tem vindo a posicionar de forma diferente em relação a essas corridas: há uma outra sensibilidade em relação às touradas, as novas gerações olham-nas de forma diferente, este ano já não se fizeram garraiadas nas festas académicas e a Câmara decidiu dar um novo uso àquela praça».

 

Muito bem, senhor presidente.

 

Os poveiros civilizados ganharam, e a Póvoa de Varzim acaba de dar um passo relevante em direCção à Evolução. Que não haja a mínima possibilidade de retrocesso. E que este passo fique aqui registado, para que se conte e se faça História.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:14

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Quinta-feira, 22 de Março de 2018

CÂMARA APROVA LEI QUE ACABA COM CORRIDAS E ACTIVIDADES TAURINAS NA COLÔMBIA

 

O que se passou na Colômbia foi um acto verdadeiramente democrático: o Congresso havia já declarado os animais não-humanos como seres sencientes, a esmagadora maioria do povo colombiano rechaça este tipo de actividade, logo, não se justificava mantê-la.

 

Na Colômbia vive-se em Democracia.

 

Em Portugal, não. Em Portugal a esmagadora maioria do povo português também rechaça esta actividade medievalesca, mas os governantes portugueses não cedem à vontade do povo, logo, o regime vigente em Portugal não é democrático, nem pouco mais ou menos.

 

Em Portugal, vive-se numa ditadura socialista.

 

COLOMBIA.jpg

 Imagen de ilustración | AFP

 

A Câmara de Representantes da Colômbia, através da sua conta do Twitter, informou que aprovou, em segundo debate, um projecto de lei que pretende pôr fim às actividades taurinas, no país, por serem consideradas uma tortura para os animais.

 

Trata-se de um projecto «pelo qual se eliminam as práticas taurinas em Território Nacional e se determinam outras disposições», e que foi aprovado por 70 votos a favor e 18 contra, sendo considerada uma grande satisfação que o Congresso da República tenha se pronunciado positivamente pela eliminação das corridas de Touros, bem como as novilhadas, as lides, as bezerradas e as tentas.

 

«Todo aquele que cause a morte, dilaceração e tortura aos animais, depois de ter sido o Congresso a declará-los seres sencientes, será incoerente com a realidade» explicou Nicolás Echeverry, um dos defensores do projecto.

 

Este congressista disse ainda que «uma grande maioria do povo colombiano rechaça este tipo de actividade», e acrescentou que é a primeira vez na História da Colômbia que um projecto anti-taurino passa no seu segundo debate em plenário da Câmara.

 

Por sua vez, o representante e autor do projecto, Óscar de Jesús Hurtado, explicou à RCN Rádio que a norma «visa proibir a prática de actividades de entretenimento e de expressão cultural com animais, porque o clamor do povo pede-lhes para eliminá-las

 

E isto sim, é Democracia.

 

Brevemente retiraremos, com prazer,  a Colômbia da lista dos oito países terceiro-mundistas que ainda mantém esta prática medievalesca como forma de divertimento.

 

Fonte da notícia:

http://www.pulzo.com/nacion/camara-aprueba-proyecto-para-eliminar-corridas-toros-PP458379?utm_source=change_org&utm_medium=petition

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:51

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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016

ALGUMA COISA VAI MAL NA REPÚBLICA DE PORTUGAL

 

Ouvimos que uma proposta do governo tira apoio financeiro a 46 % dos colégios privados.

 

O que gostaríamos de ver, ler e ouvir era que os governantes retiram os apoios financeiros (dinheiros públicos) às 12 escolas de toureio existentes em Portugal, onde crianças, desde tenra idade, aprendem a ser tauricidas e sádicos e torturadores de Touros e aprendem a crueldade, a violência, a maldade...

 

Isso é que era boa notícia para nós, mas principalmente para as crianças que estão à merce dos predadores tauricidas.

 

Alguma coisa não irá mal na República de Portugal?

 

defesadaescola_770x433_acf_cropped MANIFESTAÇÃO.

Escolas privadas manifestam-se contra opções do Governo

 

Origem da imagem

http://observador.pt/2016/05/05/escolas-privadas-manifestam-opcoes-do-governo/

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 13:47

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Segunda-feira, 4 de Abril de 2016

ESTRELA DE FERRO PARA LOCALIDADES PORTUGUESAS COM SIGNIFICATIVO ATRASO CIVILIZACIONAL

 

Tendo em conta a densidade populacional do Norte do País, onde se encontram os municípios aos quais foi atribuída a Estrela de Ouro da Evolução, é fácil concluir onde está instalado o maior atraso civilizacional de Portugal

 

19416725_N92ie[1] FERRO E OURO.jpg

 

Eis os municípios portugueses que envergonham Portugal:

 

Abiul (Pombal), Alandroal, Albufeira, Alcácer do Sal, Alcochete, Aldeia da Ponte (Sabugal), Alfeizerão (Alcobaça), Almeirim, Alpalhão (Nisa), Alter do Chão, Amarante, Amareleja (Moura), Angra do Heroísmo, Arraiolos, Arronches Arruda dos Vinhos, Azambuja.

Baião, Barrancos, Barreiro, Beja, Benavente, Bencatel (Vila Viçosa), Bombarral, Benedita.

Caldas da Rainha, Calheta (Açores), Campo Maior, Cartaxo, Casével (Santarém) Castelo Branco, Cuba.

Elvas, Estarreja, Estremoz, Évora.

Figueira da Foz, Foz do Sisandro.

Garvão, Golegã.  

Idanha-a-Nova, Ilha Terceira.

Leiria, Lisboa.  

Messejana (Aljustrel), Moita, Monforte, Montemor-o-Novo, Montemor-o-Velho, Montijo, Moura, Mourão.

Nazaré, Nisa.

Óbidos, Odemira, Oliveira do Bairro.

Palmela, Pinhal Novo (Palmela), Pinhel, Pombal, Ponte de Lima, Portalegre, Portel, Póvoa de Varzim (que, entretanto, se declarou anti-tourada)

Redondo, Reguengos de Monsaraz, Rio Maior.

Sabugal, Salvaterra de Magos, Samora Correia (Benavente), Santana da Serra, Santarém, São João da Pesqueira, São Manços, São Marcos do Campo, Serpa, Setúbal, Sobral de Monte Agraço, Sousel.

Tomar.    

Viana do Alentejo, Vila Franca de Xira, Vila Nova da Barquinha, Vila Nova de Mil Fontes (Odemira), Vila Viçosa.  

Urros (Mogadouro.)

 

Estas são as localidades portuguesas às quais foi atribuída a Estrela de Ferro da Involução, do retrocesso, da perda de qualidades benéficas (como força e inteligência), do retorno a um estado primitivo, pela prática bárbara da selvajaria tauromáquica ainda enraizada nos hábitos dessa populações que se recusam a evoluir.

 

Como pode ver-se, as Estrelas de Ferro concentram-se nos concelhos situados mais a sul do País, a esmagadora maioria portadores de um atraso civilizacional bastante acentuado, os quais, à excepção de Lisboa, uma capital que se diz europeia, mas ainda deve uma boa quantia à evolução (pois aqui estão concentrados os maiores defensores das touradas: os GOVERNANTES), são bastante menos populosos do que os concelhos mais a norte que evoluíram e deram as costas a este costume antigo e bárbaro, herdado dos espanhóis que assentaram arraiais em território português em 1580, com o Rei Filipe I de Portugal (II de Espanha).

 

Em 1640, porém, a monarquia espanhola foi expulsa do nosso país, mas deixou-nos de herança o lixo tauromáquico que a monarquia portuguesa e mais tarde os republicanos mantiveram por mera ignorância e interesses económicos, e que os actuais ditos governantes de esquerda continuam a manter pelos mesmos motivos.

 

Nada parece ter mudado em relação à mentalidade retrógrada que caracterizou o tempo da monarquia, e depois o dos republicanos que se diziam melhores do que os anteriores, contudo, continuaram a ser retrógrados, ao impingirem-nos uma ditadura.

 

Depois de longos anos de escuridão, a esperança surgiu numa manhã de Abril, mas foi sol de pouca dura, porque passado o momento do entusiasmo que a miragem da liberdade, arrastando uma promissora mudança de Poder, proporcionou, o tempo das trevas regressou, fantasiado de democracia, pois se nem um governo, (agora) dito de esquerda, consegue afastar o lixo, não só tauromáquico, mas também outros lixos herdados dos regimes retrógrados anteriores!!!

 

***

E eis-nos chegados ao ano de 2016, ainda enlaçados na conspurcada herança dos monarcas espanhóis, e na política salazarista de manter o povo ignorante e submisso.

 

***

No norte do País, à excepção de Ponte de Lima  e um ou outro concelho que pontualmente se verga à máfia tauromáquica, os municípios evoluíram e aboliram do seu território a selvajaria tauromáquica, mas apenas Viana do Castelo se declarou anti-tourada.

 

Por isso, às localidades implantadas nesse território, livre do lixo tauromáquico, foi atribuída a Estrela de Ouro da Evolução.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Segunda-feira, 28 de Março de 2016

VAMOS MUDAR DE IDEIAS, SR. PRESIDENTE MARCELO REBELO DE SOUSA?!

 

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Autor:

Filomena Marta

Fonte:

http://animasentiens.com/vamos-mudar-ideias-sr-presidente-marcelo-rebelo-sousa

 

Estávamos em 2013, mais propriamente em Janeiro desse ainda não muito distante ano, pelo menos não tão distante que nos leve a esquecer palavras (mal)ditas. (1)

 

Estava instalada a polémica sobre a exigência da morte de um cão por ter mordido uma criança pequena em circunstâncias obscuras e mal explicadas, cheias de contradições, numa questão que infelizmente terminou na tragédia da morte da criança. Vai daí, algumas pessoas incivilizadas e desinformadas desataram aos berros a clamar pela morte do cão.

 

Factos. A criança muito pequena entrou numa cozinha às escuras onde o cão dormia, tropeçou no cão e o animal reagiu instintivamente mordendo. O cão era (é) um animal de potente força mandibular. A criança era muito pequena e supostamente a mordida foi na zona do crânio. A autópsia não foi conclusiva sobre ferimentos derivados de mordedura de um cão, mas sim por traumatismo craniano. O animal, quando foi retirado pelas autoridades para ser lançado para um canil tão abjecto como são os canis municipais, demonstrou uma atitude submissa e dócil. Enquanto muitos clamavam histericamente pela morte do cão, alguns mantiveram a inteligência e consciência intactas e fizeram tudo ao seu alcance para travar a morte do cão. O cão, felizmente, foi salvo e entregue à guarda de uma Associação de Protecção Animal.

 

Mais factos. Milhares de cães e gatos (e uma imensidão de animais selvagens e de criação) são diariamente espancados, abusados e vítimas das mortes mais requintadamente terríveis, em actos perpetrados por humanos, sem que haja qualquer comoção e castigo.

Ainda mais factos. Na supradita data dois indivíduos com voz activa como comentadores de televisão diziam, com as devidas diferenças de vocábulos entre o boçal e o erudito, que “o ser humano mais asqueroso/hediondo vale mais do que o animal mais amado”. O autor do “asqueroso” é o igualmente Daniel Oliveira. O autor do “hediondo” é o senhor que hoje é Presidente desta nossa triste República e que, espantemo-nos, recebeu de presente da Força Aérea um cachorro Pastor Alemão de 3 meses!

 

Ao princípio pensei que teria sido a Força Aérea a cometer um deslize ao oferecer um cão a quem tem em tão rudimentar conta um animal, mas depois disseram as notícias que tal surgira da vontade demonstrada pelo Presidente em ter um cão. Por que será, é um mistério. Porque Obama também tem? Porque as Casas Reais geralmente têm vários animais de estimação? As dúvidas sobre as nobres intenções desta “adopção” são obviamente muitas e justificadas pela barbaridade já dita.

 

Será para ficar bem “na fotografia”? Ou será que este homem, que até é inteligente (e a quem relutantemente dou o benefício da dúvida, aceitando que é um Ser Humano imperfeito como todos os outros e que pode dizer coisas impensadas – não retiradas de contexto, como alguns já tentaram aventar, pois basta aceder à gravação do programa -, destituídas de sensatez) vai mudar de ideias? Será que o Sr. Presidente vai aprender que o animal mais amado vale mesmo muitíssimo mais do que o “ser humano mais hediondo”?

 

Sim, porque seres humanos hediondos não são seres humanos, são coisas que andam a poluir o planeta e a gastar oxigénio e água preciosos. São pedófilos (pior do que isso, são monstros que violam bebés!), são assassinos em série, são escória sem humanidade ou sentimentos. Qualquer cão, mesmo o mais sarnento, vale mais do que essas criaturas deformadas. O animal mais amado, então, não tem sequer comparação.

 

Mas nem é preciso ir tão longe. O animal mais amado vale tantas vezes mais do que o vulgar vizinho malformado e sem carácter.

 

E então? Vamos mudar de ideias, Sr. Presidente Marcelo Rebelo de Sousa?!

 

Vai o pequeno Asa dar-lhe asas para outros voos de consciência?

 

(1)

http://animasentiens.com/duplamente-triste

http://animasentiens.com/tragedia-bebe-cao-beja

http://animasentiens.com/desilusao

http://animasentiens.com/humanos-asquerosos  

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:48

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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010

NOS CEM ANOS DA REPÚBLICA PORTUGUESA O QUE HÁ PARA COMEMORAR?

 

 

 

 

© Isabel A. Ferreira

 

A 5 de Outubro de 1910 nascia a República Portuguesa, que se apresentava ao povo como a única via capaz de «devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso».

 

Ora, os republicanos ao dizerem que pretendiam devolver ao país o “prestígio perdido”, significa que admitiam que Portugal já tivera prestígio no mundo. Um prestígio que nunca mais recuperou.

 

E eles pretendiam restituir esse prestígio e colocar Portugal na senda do progresso.

 

Ora vejamos, cem anos passados sobre o dia em que os portugueses se libertaram da Monarquia, o nosso prestígio no mundo será reconhecido? Estaremos na tal senda do progresso, de um modo que possamos dizer que os problemas que existiam em 1910 já não existem em 2010?

 

Sim, podemos dizer que algo mudou. Porém...

 

Já não temos monarcas que esbanjavam fortunas, com o fausto da corte, mas temos Ministros, Gestores, Administradores, Chefes, Directores, Gerentes, que ganham fortunas para “governar bem” o país, e o país está mal governado e o povo a pagar as facturas desse esbanjamento (não diziam o mesmo da Monarquia)?

 

Não estamos sob o jugo dos Ingleses, é verdade. Mas estamos sob o jugo de uma União Europeia que envia gente ao nosso país, para dizer como havemos de gerir os nossos dinheiros e as nossas contas (não era assim mais ou menos, com os Ingleses, durante a Monarquia?). E também hoje estamos a ser “colonizados” por capital estrangeiro, em muitas das principais empresas ditas portuguesas.

 

Pretendiam os republicanos de 1910 acabar com a instabilidade política e social que então se vivia, e com a alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores).

 

Conseguiram?

 

Querem maior instabilidade política e social do que esta que vivemos nos tempos que correm?

 

E quanto à alternância entre dois partidos?

 

Os primeiros republicanos não se entenderam e guerrearam-se.

 

Os que vieram a seguir também não se entenderam e guerrearam-se, a tal ponto que foi necessária a Ditadura de Salazar, que como se sabe, durou como aquelas pilhas que duram, duram, duram e nunca mais acabam...

 

Um dia, porém, acabou. Fez-se uma revolução, para revolucionar o sistema. Correu-se com tudo e com todos, e implantou-se um regime livre e libertário: o 25 de Abril de 1974 acabou com a Ditadura, que toda a gente sabia que existia, e por isso vivia-se de acordo com o que se sabia. Quem quisesse arriscar, arriscava-se a morrer assassinado ou a ir parar à prisão, ou ao exílio, por pensar alto. Quem não quisesse arriscar, vivia a sua vidinha, caladinho e submisso, e nada lhe acontecia.

Com a Revolução de Abril veio o que se diz ser uma espécie de liberdade, que toda a gente pensa que existe, e quando vai a dizer algo que os que mandam não gostam, vê-se desempregado, corrido a pontapés, sem saber como nem porquê.

 

Implantou-se uma outra ditadura, fantasiada de Democracia, que todos pensam que existe ( a democracia) mas na verdade, esta apodreceu logo à nascença.

 

Depois da revolução, governaram os militares, e logo a seguir surgiu uma nova alternância de dois partidos, no poder: ora os Sociais-democratas, ora os Socialistas; ora os Socialistas, ora os Sociais-democratas. E não saímos disto. E isto não tem levado o país leva a lado nenhum.

 

O que mudou nas alternâncias que se queriam ver banidas da governação de Portugal?

 

NADA.

 

O que há para comemorar neste centenário de um República, que nasceu de um Regicídio (ficando logo amaldiçoada à nascença) e que está tão viciada como a Monarquia, em 1910?

 

NADA.

 

Acabou-se com os privilégios dos “poderosos”? NÃO!

 

Acabou-se com a pobreza de uns e o fausto de outros? NÃO!

 

Acabou-se com a fome? NÃO!

 

Somos um país que usufrui de um prestígio visível no estrangeiro, ou mesmo na União Europeia, da qual fazemos parte? NÃO!

 

Há liberdade de expressão? NÃO!

 

Então o que mudou?

 

Mudaram os homens. O Regime continua o mesmo: absolutista (como na Monarquia) e ditatorial (como nos anos em que governou Salazar), apenas com a diferença de que agora o povo vota, mas os votados não querem saber do povo, e o povo ficou viciado e não sabe fazer outra coisa senão votar nos mesmos.

 

Andamos todos a apertar o cinto devido à má governação dos Ministros, dos Administradores, dos Gestores, dos Chefes, dos Directores, dos Gerentes, que são às manadas por esse país fora. Há mais chefes do que pessoas para chefiar.

 

Eu, pessoalmente, não tenho motivo nenhum para comemorar os Cem Anos da República.

 

Não foi a Monarquia que me tirou o trabalho, por questões políticas, em pleno ano de 1999, ano em que já não havia Rei, mas também não havia Roque, nem Salazar.

 

Apenas havia e há uma República (que no sentido figurado é uma casa onde não há ordem, nem disciplina) muito, mas muito “Democrática”!

  

 

Origem da imagem:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Implanta%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_Portuguesa

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:20

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