Quarta-feira, 23 de Maio de 2018

ESTUDANTES DE ÉVORA RECUSAM GARRAIADA

 

No referendo realizado ontem, 22 de Maio, 61% dos estudantes da Universidade de Évora, disseram NÃO à “garraiada académica”, integrada no programa oficial da Queima das Fitas.

A evolução sobrepôs-se à brutalidade.

 A Academia de Évora está de parabéns!

 

TORTURA.jpg

 61% dos votantes no referendo da AAUE rejeitaram a garraiada

 

No referendo, houve 1.086 votos. À pergunta “deve a ‘garraiada académica’ continuar no programa oficial da queima das fitas?”, o Não obteve 667 votos, 61%, e o Sim 405, tendo havido 12 votos brancos e 2 nulos.

 

(…)

 

Bruno Martins, dirigente do Bloco de Esquerda de Évora, declarou na sua página no Facebook:

 

Diziam que em Évora seria impossível combater o lobby tauromáquico. Diziam que por cá os estudantes queriam a garraiada. Pois bem, o resultado do referendo foi claro: 61% a dizer não à garraiada, contra apenas 37% a favor. A garraiada até pode acontecer fora do programa da Queima das Fitas, mas institucionalmente a AAUE e a Universidade darão um passo em frente, rumo à modernidade, à dignidade e à humanidade. Orgulho!!!!”.

 

https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fbrunomsmartins%2Fposts%2F2079642485398981&width=500

Fonte: Esquerda.net

 

Fonte:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2018/05/23/estudantes-de-evora-recusam-garraiada/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:26

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Domingo, 6 de Maio de 2018

GARRAIADA DOS PRÓTOIROS, NA FIGUEIRA DA FOZ, FOI UM FIASCO

Mais um, para somar a todos os outros!

 

GARRAIADA FIGUEIRA.jpg

Foi assim, ontem, na Figueira da Foz: um bando de alcoolizados a massacrar um indefeso bezerro assustado… para bancadas vazias…

Fonte ad Foto: Ana Cláudia

 

Os falsos “estudantes” de Coimbra, quiseram mostrar que a Democracia em Portugal não existe, e lá foram para a Figueira da Foz torturar bezerros, com o aval da autarquia figueirense.

 

Esta garraiada não constou no programa da Queima das Fitas, tão-só na queima da dignidade estudantil, daqueles que deviam aceitar, democraticamente, o resultado do Referendo, com 70.7% dos estudantes a dizerem NÃO a esta prática medievalesca, e não aceitaram.

 

Eles bem querem passar a ideia de que são milhares. Mas coitados, quando estão toldados pelo álcool vêem tudo a quadruplicar.

 

Pobres bezerros, massacrados para uma multidão de assentos vazios.

 

Tenha vergonha, Senhor presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, por ser conivente com a ditadura e com tortura de bezerros indefesos, para uns poucos trogloditas, a cair de bêbados, exibirem a sua invirilidade, porque só os impotentes se arrastam nesta lama, e descarregarem sobre os indefesos animais as suas frustrações.

 

Um HOMEM inteiro, evoluído e civilizado, não precisa disto.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:19

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Quarta-feira, 2 de Maio de 2018

GARRAIADA DOS TROGLODITAS NA FIGUEIRA DA FOZ

 

Eles fingem ser estudantes. Mas não são. São prótoiros e não representam a Academia Coimbrã que disse um rotundo NÃO às garraiadas.

 

E esse NÃO mantém-se.

 

O que vai passar-se na Figueira da Foz, com o aval dos trogloditas figueirenses não passa de um insulto à Civilização, à Cultura Culta e à Democracia, um insulto bem condizente com o baixo nível moral, social, cultural e político de todos os envolvidos nesta prática medievalesca a realizar no antro de tortura da Figueira da Foz.

Isto jamais aconteceria se vivêssemos em Democracia. Isto condiz com a ditadura salazarista, por isso, continuo a gritar que o 25 de Abril ainda está por cumprir.

 

Para que conste…

 

GARRAIADA1.png

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:23

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Quarta-feira, 4 de Abril de 2018

«EXISTE UM FUTURO MELHOR PARA NÓS E PARA OS OUTROS ANIMAIS»

 

QUEIMA.png

 

Texto de :

FARPAS.png

Queima das Farpas

 

 

Com a ratificação do resultado do referendo pelo Conselho de Veteranos da Universidade de Coimbra, acabou oficialmente a garraiada no programa da Queima das Fitas de Coimbra.

 

A constatação de que a maioria dos estudantes não se revê neste tipo de práticas constitui uma vitória inequívoca para os animais e para o progresso da Academia.

 

Começámos este movimento há 3 anos com consciência da missão que tínhamos em mãos e da responsabilidade e compromisso que provavelmente exigiria de nós. Poucas pessoas deram a cara mas foram muitas as que se uniram em torno deste propósito. Foi graças à certeza das nossas convicções e à vontade de mudar a realidade de muitos animais que conseguimos estabelecer esta rede que não deixou cair a Queima das Farpas, apesar de todos os obstáculos que fomos encontrando.

 

O nosso propósito era a abolição da garraiada do programa da Queima das Fitas. Conseguimos!

 

Com o apoio incondicional do Grupo Ecológico da Associação Académica de Coimbra (que travava esta luta desde 1989), criámos um movimento forte, coeso e que, acreditamos, ainda está em crescimento. Com o trabalho que fomos desenvolvendo e a sensibilidade (e coragem!) quer da actual Comissão Central da Queima das Fitas, quer da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra, ficaram reunidas as condições necessárias.

 

É um momento de festejos, mas queremos relembrar a todas as pessoas que ficaram sensíveis para o maltrato animal nas garraiadas, que Portugal é um dos últimos 8 países no mundo onde a tauromaquia ainda existe e que as atrocidades que muitos de nós preferem ignorar são infligidas aos animais em arenas por todo o país.

 

À semelhança do que aconteceu até 2017 na cidade de Coimbra, em que a festa de toda a gente pagava o “divertimento” que alguns sentem no tormento de outrem, no nosso país a tauromaquia subsiste graças ao dinheiro que é de todos os contribuintes.

 

Se achas que isto não faz sentido e compreendes, por todos os motivos, a necessidade urgente de abolir estas práticas ou, simplesmente, percebes que é revoltante que toda a gente pague por algo que vai contra os valores da maioria, pedimos-te que faças algo! Está a decorrer uma Iniciativa Legislativa de Cidadã/os para eliminar de vez os subsídios públicos a esta actividade – assina e partilha-a!

http://peticaopublica.com/?pi=PT86673

 

Mexe-te, como nós fizemos há 3 anos! A abolição é possível e está próxima! Existe um futuro melhor para nós e para os outros animais, em que podemos, no mínimo, concordar que não é correcto fazer uma festa da sua tortura e sofrimento…nós caminhamos para lá. Vens connosco?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:34

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Quarta-feira, 1 de Março de 2017

COIMBRA TEM MAIS ENCANTO SEM SANGUE NA DESPEDIDA

GARRAIADA.png

Queima das Farpas – rentrée

 

A tauromaquia já existiu por toda a Europa e tem vindo a ser banida de todos os países à medida que os respectivos padrões éticos se vão tornando mais exigentes.

 

Permanece ainda na Península Ibérica e nalgumas regiões do sul de França mas, à medida que a contestação sobe de tom e vão caindo um a um os pilares que a sustentam, toda a estrutura claudica...

 

De acordo com a listagem divulgada pelo CAS International, 109 municípios em Espanha já se declararam anti-tauromaquia, o que há uns anos seria impensável.

 

Portugal não vai ficar de fora desta onda de consciencialização e consequente tomada de posição relativamente a uma indústria que glorifica o massacre de animais, sorve dinheiros públicos e contraria abertamente as recomendações do Comité dos Direitos das Crianças da ONU.

 

Inúmeros estudos e sondagens demonstram que poucos são os que promovem activamente a violência, mas é a indiferença da maioria que a permite.

 

Queres pertencer à massa anónima de indiferentes que com tudo pactuam, ou preferes fazer da tua passagem por uma das Universidades mais prestigiadas da Europa um marco da sua evolução ética erradicando esta actividade do programa oficial da Queima das Fitas?

 

A sociedade conta connosco e nós queremos contar contigo. Junta-te a este movimento no seu caminho para uma Universidade mais justa, em que a alegria de uns não tem de significar o sofrimento de outros.

 

Coimbra tem mais encanto sem sangue na despedida.

 

Assina a petição:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=QueimaDasFarpas

 

Fonte:

https://www.facebook.com/Queima.das.Farpas/photos/a.1585670385007976.1073741828.1568326173409064/1650537581854589/?type=1&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:49

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016

TIREMOS AS FARPAS DA QUEIMA DAS FITAS DA ACADEMIA DE COIMBRA

 

Força Coimbra!

Sigam o exemplo da Academia do Porto, e livrem a bela Cidade do Conhecimento dessa nódoa negra da "garraiada" que não rima com EVOLUÇÃO

 

QUEIMA DAS FARPAS.jpg

Origem da imagem: https://www.facebook.com/Queima.das.Farpas/photos/pb.1568326173409064.-2207520000.1456338262./1586990171542664/?type=3&theater

 

«Resta-nos, com efeito, a educação (...) para o homem poder realizar o melhor das suas possibilidades pessoais e sociais, e para que a maldade vá deixando de ser uma fatalidade.”»...

(João Boavida, in A Libertação do Mal, Centro de Psicopedagogia da Universidade de Coimbra)

foto SFAAC - Garraiada de 2007

 

ASSINEM A PETIÇÃO, POR FAVOR:

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=QueimaDasFarpas

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:41

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Sábado, 20 de Fevereiro de 2016

FIM DA GARRAIADA NA QUEIDA DAS FITAS DO PORTO (2016)

 

Para:

Federação Académica do Porto e Associações de Estudantes da Universidade do Porto

 

80016_1 PETIÇÂO UP.jpg

 

Perante a possibilidade de a garraiada voltar a estar incluída no programa da Queima das Fitas no Porto, duas jovens, Joana Rocha e Sónia Marques decidiram fazer uma petição, com o objectivo de impedir esta prática desadequada a estudantes universitários.

 

Reconhecendo tal prática como um acto de tortura e exploração animal, as jovens pretendem que a Federação Académica do Porto ouça os estudantes e restante comunidade e impeça que a garraiada manche as tradições académicas da Queima das Fitas, até porque o sofrimento de animais sencientes não é diversão para seres que se dizem humanos.

 

Joana e Sónia consideram que esta petição não se destina exclusivamente a membros da Universidade do Porto, podendo ser assinada por qualquer pessoa que não se reveja na utilização de animais não humanos para entretenimento humano.

 

De acordo com o teor da petição, a «Federação Académica do Porto e respectivas Associações de Estudantes não podem continuar a demitir-se de representar a comunidade estudantil. Não podem continuar a ignorar quer os direitos dos animais, quer a vontade da grande maioria dos estudantes que, claramente, não se sente representada nesta actividade, nem dá o seu consentimento para que tal seja realizada

 

Ainda de acordo com o texto da petição, «é uma vergonha que se gaste anualmente mais de 4 mil euros a financiar um “evento” que nada tem a ver com a missão que guia as associações de estudantes. A garraiada não pode constar mais um ano no programa da Queima das Fitas do Porto, mantendo-se um embaraço para toda a Academia.»

 

Posto isto, Joana e Sónia apelam a todos para que assinem esta petição «para que a Queima das Fitas seja reconhecida pela diversão que proporciona e não pelo sofrimento que causa a animais inocentes e indefesos.

 

Porque:

É necessário mudar mentalidades. É necessário mudar atitudes.

 

 

ASSINEM A PETIÇÃO AQUI, POR FAVOR

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=fimdagarraiadaporto

 

***

 

PETIÇÃO.jpg

(Foto: Artur Machado/Global Imagens (in JN)

 

Estas são as duas jovens responsáveis por esta iniciativa.

Parabéns Joana Rocha e Sónia Marques.

 

A vossa acção é de louvar. Demonstram que nem tudo está perdido, no mundo académico.

 

Há os que evoluem, e os que, já nascendo velhos, nunca evoluirão.

 

Vós sois duas jovens modernas, que evoluíram e sabem honrar o Ensino Superior.

 

E as mais de cinco mil assinaturas na petição dizem-nos que os que já nasceram velhos são uma minoria.

 

Esta prática imbecil tem os dias contados.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:47

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Quinta-feira, 9 de Abril de 2015

ANA CLÁUDIA BORDALO, QUEIMA DAS FARPAS: «80% DOS ESTUDANTES DE COIMBRA NÃO SE REVÊEM NA GARRAIADA»

 

«É de estudantes com esta elevação moral, cultural e social que a Academia de Coimbra precisa. E ao que se vê, 80% dos estudantes não se revêem na barbárie, que também é a garraiada, além da tourada.

 

Bem-haja Ana Cláudia Bordalo, por ser um exemplo de jovem que vive a modernidade de que Portugal tanto precisa) (I.A.F.)

 

ana-bordalo_SAPO.jpg

 

09/04/2015

 

Há 86 anos que a Queima das Fitas de Coimbra organiza uma garraiada no Coliseu da Figueira da Foz, mas há cada vez mais vozes – dentro e fora da academia – que combatem esta “tradição bárbara em pleno século XXI”, nas palavras de Ana Cláudia Bordalo, uma das organizadoras do movimento Queima das Farpas.

 

Há umas semanas, a Queima das Farpas lançou uma petição para abolir a garraiada e todos os espectáculos com touros da Queima das Fitas de Coimbra, uma acção que lhe garantiu um invulgar palco mediático nacional e que colocou a organização da festa académica entre a espada e a parede. O Green Savers falou com Ana Cláudia Bordalo sobre o movimento, a petição e os espectáculos tauromáquicos, em geral.

 

Como surgiu a ideia para esta iniciativa e quem a desenvolveu?

 

A ideia de abolir a tauromaquia é antiga e transversal na sociedade portuguesa. O seu patrocínio pela Universidade – uma instituição que deve representar novos modelos de pensamento – é absolutamente anacrónico, porquanto a única razão apresentada para que se constitua como excepção à lei que protege os animais de serem maltratados é a tradição. Ora o facto de se fazer algo há muito tempo é inaceitável como justificação para se continuar a realizar uma actividade repugnante em termos éticos. A pergunta deveria ser antes: porque ainda não foi abolida esta tradição bárbara em pleno século XXI?

 

A tradição da garraiada existe, na Queima das Fitas de Coimbra, desde 1929. Na vossa opinião, que hipótese terá a vossa iniciativa de ser levada em conta pelas organizações responsáveis pela queima?

 

Que quem ganha a sua vida a maltratar animais para fins de entretenimento, se empenhe em assegurar a sua actividade, é compreensível. O que não podemos compreender é que os estudantes do ensino superior se recusem a questionar a legitimidade das actividades que promovem. Entendemos que é difícil exercermos pensamento crítico sobre práticas consideradas comuns na sociedade em que vivemos, mas não é impossível. Acreditamos que, trazendo este debate à comunidade estudantil, a abolição é inevitável.

 

Ponderam pedir aos estudantes para boicotar o evento ou preparar alguma acção específica para o dia da garraiada?

 

De acordo com uma sondagem levada a cabo, 80% dos estudantes da Universidade de Coimbra não se revê na garraiada, ou seja, de todas as actividades que fazem parte do programa da Queima das Fitas, a garraiada é, de longe, que reúne menos vontades. Pensamos que é só uma questão desses 80%* fazerem valer as suas razões e deixarem de ser a “maioria silenciosa”.

 

Acredita que se o tema for discutido a nível nacional – e com o apoio de entidades pró-animal nacionais – ele poderá mais facilmente chegar aos organizadores da Queima das Fitas?

 

Achamos que é tempo de iniciar o debate a todos os níveis. No entanto, o ensino superior é um mundo autónomo e deve servir de charneira, definir o espírito dos tempos, e não o contrário.

 

Muitas destas iniciativas, para serem bem-sucedidas, têm de ter consistência temporal. Se não conseguirem acabar com a garraiada este ano, voltarão “à carga” nos próximos?

 

O nosso movimento só acabará com a abolição de espectáculos de massacre de animais no contexto das festas académicas.

 

O que poderia substituir a garraiada no mapa de eventos da Queima das Fitas?

 

Não nos compete a nós apresentar alternativas, pois o objectivo é acabar com o que consideramos inaceitável. No entanto, estaremos abertos a contribuir para a criação de um qualquer outro evento, se todos entendermos que beneficiará a nossa festa.

 

Coimbra já tinha estado nas notícias, por razões menos abonatórias, devido ao envio de carrinhos de supermercado para o Mondego, depois do desfile da Latada. Por que razão a mais reputada universidade portuguesa continua com tradições tão insustentáveis?

 

A irreverência estudantil deve manifestar-se de formas menos lesivas.

 

Qual o seu passado enquanto estudante, idade e a sua ligação a associações ou entidades pró-animais?

 

Sou estudante de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tenho 25 anos. A minha única ligação é ao Grupo Ecológico, secção cultural da Associação Académica de Coimbra, do qual sou sócia e através do qual tento fazer algum trabalho de sensibilização na área dos direitos dos animais.

 

Que outras pessoas fazem parte deste movimento?

 

Este movimento engloba pessoas de toda a comunidade, não apenas do meio académico/estudantil, é um movimento de vontades de diferentes pessoas que não se revêem neste tipo de práticas completamente desenquadradas daquele que é hoje o nosso conhecimento em relação aos animais.

 

*(Dados da pesquisa Culturas Juvenis e Participação Cívica: diferença, indiferença e novos desafios democráticos, coordenada por Elísio Estanque e Rui Bebiano e realizada no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra entre 2003 e 2006. Projecto financiado pela FCT – Fundação para a Ciência e Tecnologia/ Ministério da Ciência e do Ensino Superior, no POCTI/SOC/45489/2002)

 

Fonte:

http://greensavers.sapo.pt/2015/04/09/ana-claudia-bordalo-queima-das-farpas-80-dos-estudantes-de-coimbra-nao-se-reveem-na-garraiada/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:15

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Sexta-feira, 27 de Março de 2015

QUEIMA DAS FITAS 2015 DO PORTO MANTERÁ A ABOMINÁVEL PRÁTICA DA GARRAIADA

 

Acabou de ser decidido na assembleia geral da FAP que a garraiada fará parte do programa da Queima das Fitas 2015, por 13 contra 12 votos. A AEFLUP lamenta este resultado e reafirma que continuará a desenvolver esforços para que esta actividade deixe de pertencer ao programa da Queima das Fitas.

 

A AEFLUP felicita ainda a AEFCUP, AEFAUP, AEFMUP, AFDUP, AEFPCEUP, AEFBAUP, AEFCNAUP, AEICBAS, AEFDUCP, AEESEP e AEISSSP pela sua posição contra esta actividade.

 

10308565_452853201546048_1681355115586543420_n[1].

Fonte: https://www.facebook.com/AELetras/photos/a.245201988977838.1073741836.244981575666546/452853201546048/?type=1&theater

 

***

Realmente é de lamentar que estudantes do ensino SUPERIOR sejam tão inferiores nas suas opções de divertimento.

 

Isso só demonstra que a Cultura Culta ou vem no ADN e se desenvolve ao longo da vida de um estudante, ou não vem, e não haverá ensino, por mais SUPERIOR que seja, que o faça EVOLUIR.

 

É lamentável, que no programa da Queima das Fitas 2015 esteja incluída uma actividade bronca, que só os BRONCOS praticam, aplaudem e mantêm.

 

PETIÇÃO PELO FIM DAS GARRAIADAS ACADÉMICAS NA UNIVERSIDADE DO PORTO

 

76631_1[1] PORTO.jpg

 

Para: Federação Académica do Porto; Associações de Estudantes da Universidade do Porto

 

A Federação Académica do Porto (FAP) tem vindo a incluir no seu programa da Queima das Fitas a garraiada académica. Esta é apresentada aos estudantes universitários como um evento de convívio, que promove o espírito de união e a entreajuda entre estudantes, bem como de demonstração de coragem.

 

O que se chama de demonstração de coragem não é nada mais, nada menos do que um evento tauromáquico em que algumas dezenas de estudantes na arena perseguem, agarram e atormentam um garraio (pequeno touro jovem) indefeso, já com os cornos serrados, para divertimento de estudantes que assistem. Da violência inerente à garraiada resultam frequentemente lesões, fraturas e/ou ataques de ansiedade que podem levar o garraio à morte.

 

Vários têm sido os estudos científicos publicados que demonstram que, a par dos humanos, os animais, são seres sencientes, com capacidade física e emocional de sentirem dor, angústia, medo e prazer. Os garraios não são excepção não devendo ser, por isso, submetidos a actos de malvadez como o são nas garraiadas.

A garraiada académica teve início, na cidade do Porto, apenas em 1997, não sendo por isso, uma prática transmitida ao longo de gerações, com forte tradição académica.

 

É com esperança de se encontrar uma alternativa que vá ao encontro de valores morais e éticos leccionados na Universidade do Porto que os/as subscritores/as desta petição apelam à FAP e às Associações de Estudantes para que se acabe na Academia do Porto com a prática cruel da garraiada e que se incite o pensamento crítico e o respeito pelos animais.

 

Assinem a petição, por favor,

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N34953

 

A MEDIOCRIDADE NUNCA FEZ AVANÇAR O MUNDO

SER ESTUDANTE IMPLICA EVOLUÇÃO

 

FERRO FAP.png

A “Estrela de Ferro” é atribuída a todos os municípios, empresas, associações, organismos e estabelecimentos de ensino que apoiam a selvajaria tauromáquica

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:13

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EMBORA COIMBRA TENHA MAIS ENCANTO SEM SANGUE NA DESPEDIDA, A ABOMINÁVEL GARRAIADA MANTER-SE-Á NA QUEIMA DAS FITAS EM 2015

 

A selvajaria tauromáquica é a "arte" dos imbecis, a "tradição" dos broncos e a "identidade cultural" dos incultos, não se ajustando, de modo algum, a uma prática de estudantes que frequentam o Ensino Superior.

 

O secretário-geral da Comissão Organizadora da Queima das Fitas e o Dux Veteranorum da Universidade de Coimbra já nasceram velhos, por isso vivem com os pés fincados no passado.

 

Que pode esperar o nosso País de tanto atraso mental?

 

Coimbra precisa de livrar-se urgentemente desta praga, para poder viver plenamente e civilizadamente a modernidade.

 

ng4083350 GARRAIADA COIMBRA.jpg

Fotografia © Arquivo / Bruno Pires

 

Ler esta sinistra notícia, que não dignifica a academia coimbrã, aqui:

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4479159&fb_action_ids=1026836590663766&fb_action_types=og.comments

 

***

A MEDIOCRIDADE NUNCA FEZ AVANÇAR O MUNDO

SER ESTUDANTE IMPLICA EVOLUÇÃO

 

FERRO AAC.png

A “Estrela de Ferro” é atribuída a todos os municípios, empresas, associações, organismos e estabelecimentos de ensino que apoiam a selvajaria tauromáquica

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:22

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Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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