Sexta-feira, 31 de Julho de 2020

O Touro que se vê na imagem foi humilhado e torturado na arena do “campo pequeno”, em Lisboa, a capital terceiro-mundista de Portugal…

 

… e deixado a morrer lentamente, nos curros, sem lenitivos que lhe aliviassem o sofrimento atroz, enquanto aguardava que o transportassem para o matadouro…

 

Que destino mais cruel!

 

E chamam a isto cultura. E é isto que os deputados da nação do PS, PSD, PCP, CDS/PP e CHEGA apoiam com os nossos IMPOSTOS.

 

E a verdadeira cultura que se LIXE!

 

O que fazer? Não votar nesta gente!

 

Isabel A. Ferreira

 

LUXO.jpg

 

Marinhenses Anti-touradas

 

O Luxo já foi humilhado e torturado na arena do Campo Pequeno. Está agora nos curros, num sofrimento que nem conseguimos imaginar, a aguardar pelo transporte para o matadouro. Por este indivíduo e pelos restantes 5 que foram obrigados a participar na tourada que ainda está a decorrer na capital de Portugal, nada mais poderemos fazer. E pelo futuro de outros? Não custa tentarmos trazer mais gente para a causa da abolição da tauromaquia, pois não? O que acham de conseguirmos um programa de investigação sobre touradas e tudo o que de mais cruel se passa em torno das mesmas? Contamos com mais assinaturas em https://bit.ly/2X8YIHk? Muito obrigado!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3426783844021821/?type=3&theater 

 

***

E é como diz Manuel Molinos, director-adjunto do JN, num artigo intitulado «Touradas, sim, futebol, não»

 

«É cada vez mais complexo perceber o puzzle que a covid-19 criou, quando todos os dias há peças novas e mais difíceis de encaixar.

 

As touradas estão de regresso com direito a vivas e olés do público que, aristocraticamente, se irá sentar no Campo Pequeno a assistir, com a mesma satisfação de sempre, à barbárie que ali se pratica sobre os touros.

 

Ironicamente, o retorno das corridas aconteceu no mesmo dia em que o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso foi ouvido no Parlamento sobre a morte de mais de 70 cães e gatos, durante um incêndio que atingiu dois abrigos ilegais do concelho. Há, portanto, sobre a vida animal, uma hierarquia política de sofrimento tragicamente diferente: morrer num fogo é mais grave do que ser torturado numa arena.

 

Já sabíamos também que as touradas ocupam um lugar especial na sociedade. Continuam a contar com o financiamento público. São uma festa de elite. Do que não estávamos à espera era que os aficionados fossem vistos como gente mais civilizada, dando garantias de respeitar o uso obrigatório de máscara e de manter o distanciamento social.

 

Só que o português que não é polido o suficiente para ir ao estádio ver um jogo de futebol é o mesmo a quem o Governo pede para fazer férias cá dentro, consumir produtos portugueses, frequentar restaurantes e usar os transportes públicos, à falta de melhor solução.

 

As políticas de desconfinamento não podem voltar a ter dois pesos e duas medidas, como aconteceu no passado com as manifestações de maio e os anúncios de festas partidárias. E muito menos, tal como no "Admirável Mundo Novo", transmitirem a ideia de que em Portugal há os "Alfas", com direito a tudo, e os "Ipsilones", para servir e obedecer

 

Fonte:

https://www.jn.pt/opiniao/manuel-molinos/touradas-sim-futebol-nao-12483508.html?fbclid=IwAR1Fumhjv0cAiOFfuky5LL93ILfdqbePXIV48YBG4eRpQOCxQ0tNafj1V-M

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Quinta-feira, 23 de Julho de 2020

Bloco Central (PS e PSD) aprovam o fim dos debates parlamentares com o primeiro-ministro

 

Os restantes partidos foram contra.

Portugal segue de marcha-atrás.

E ainda dizem que São Bento é a Casa da Democracia!

E mataram um rei e um príncipe para acabar com o Poder a dois tempos, e implantaram a República, para continuarmos com o Poder a dois tempos e um só objectivo: arruinar Portugal.

 Envergonho-me desta política e destes políticos de trazer por casa.

Isabel A. Ferreira

 

António Cotrim.jpg

Foto: António Cotrim/Lusa

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:32

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Quarta-feira, 8 de Julho de 2020

Os trogloditas do costume contra o fim dos apoios públicos às touradas

 

Não conseguiram captar a mensagem que lhes foi enviada: a esmagadora maioria dos Portugueses não se revê nesta prática cruel e violenta.

 

Continuam a achar que os impostos dos Portugueses são para esbanjar na tortura de seres vivos.

 

Aliás, eles acham que massacrar Touros na arena é chique. Trata-se de uma moda monárquica, que não devia ter cabimento numa democracia (se bem que pseudodemocracia), e até a esta distância, desde o tempo dos reis Filipes de Espanha (1580) -  os difusores deste costume bárbaro em Portugal - a vocação dos políticos portugueses para rastejar é evidenciada, nesta postura servil e inculta.

 

Tanta pobreza moral, cultural e social em Portugal, e vão esbanjar dinheiros públicos com parasitas que vivem, por aí,  à tripa forra!

 

TROGLODITAS.png

 

Deputados do PS, PSD, PCP, CDS-PP e Chega manifestaram-se  contra o fim dos apoios públicos às touradas, durante um debate sobre um projecto-lei de uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos que juntou mais de 25 mil assinaturas, e projectos-leis do Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV), do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Pessoas–Animais–Natureza (PAN) e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues, que defendem que  todas as actividades ligadas à tauromaquia não devem receber qualquer   financiamento por parte de nenhumas entidades públicas, especialmente do Governo, autarquias, institutos públicos ou empresas participadas pelo Estado.  

 

O sofrimento animal é o principal (mas não o único) argumento evocado pelos signatários dos projectos-lei.

 

Se vivêssemos num país onde o bem-estar animal estivesse acima de qualquer interesse troglodita, bastaria este argumento para que, “deputados da Nação”, eleitos por um povo maioritariamente avesso a esta prática boçal, grosseira, cruel e violenta, assente na maior ignorância, acabasse com esta mama institucional, porque isto arrasta Portugal na lama.

 

O principal argumento dos trogloditas, para serem contra o fim dos apoios públicos à tortura de Touros e Cavalos, é, por mais incrível que pareça, alegarem que a “tauromaquia é cultura” e não pode ser discriminada, quando sabemos que a tauromaquia é a acção de um psicopata activo para deleite de psicopatas passivos.

21436577_bvn7y.jpeg

(Vejam na imagem, o tipo de “cultura”  que é a tauromaquia)

Há uma, isto não é cultura, nunca foi nem nunca será. Há duas, quem vê nisto “cultura” tem o cérebro fora do sítio.

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/ProVidaSEMtouradas/photos/p.2811075295599936/2811075295599936/?type=1&theater

 

Para a deputada social-democrata Fernanda Velez, “é falso” que a tauromaquia esteja a ser apoiada pelo Estado, que o número de espectadores de espectáculos tauromáquicos esteja a diminuir e que a maioria dos portugueses seja contra as touradas.

 

Esta senhora deputada está muito mal informada, e como deputada da Nação tinha o DEVER de ir para um debate com toda a informação, porque é verdadeiro que o Estado apoia a tauromaquia; os espectadores diminuíram substancialmente e até já há praças a serem demolidas (era só dar uma voltinha pelos jornais online; e a esmagadora maioria dos Portugueses é CONTRA esta prática bruta, pois se apenas 300 mil gatos-pingados assistem a touradas (e este numero já deve ter diminuído).


Não vale tudo, senhora deputada. E mentir é muito feio.

 

O PCP, através da deputada Alma Rivera, afirmou que as tradições culturais, como a tauromaquia, “não se extinguem por decreto e rejeitou “qualquer tipo de proibicionismo”.

 

Que tradição “cultural” é a tortura de Touros? Nem é tradição (é apenas um costume bárbaro espanhol) e muito menod cultural. O conceito de CULTURA para esta gente anda muito desfocado. E  por um punhado de votos, anda o PCP a fazer política de direita.

 

O deputado André Ventura, do Chega defendeu que “a tauromaquia é cultura”, então não É? É a cultura dos broncos, e apontou para os “milhares” de postos de trabalho” que dependem deste sector.

 

Os “milhares” de postos de trabalho que dependem da tortura de Touros, pediram lay-off? Estão todos a morrer à fome? Demonstre isso, senhor deputado.

 

No mesmo sentido, o deputado do CDS-PP Telmo Correia sublinhou que a tauromaquia “está profundamente enraizada no mundo rural” e considerou que os argumentos para acabar com ela são “populistas, demagógicos e inconstitucionais”.

 

Bem, do CDS/PP já se sabe o que esperar, é por isso que os resultados estão cada vez a baixar mais. E irão até à extinção. O que está enraizada no mundo rural é uma ignorância que chega a doer.

 

A última intervenção neste debate coube à deputada do PS e antiga autarca Maria da Luz Rosinha que defendeu o direito das autarquias continuarem a financiar este tipo de actividade e lembrou que “o acesso às artes deve ser igual para todos os cidadãos”, negando que a tauromaquia esteja a ser beneficiada.

 

Esta foi uma que esbanjou dinheiros públicos, na tortura de Touros, em Vila Franca de Xira, com tanta pobreza cultural, moral e social à sua volta.

 

Os argumentos dos trogloditas não são argumentos, são blasfémias, eivadas de uma desmedida insciência.

 

Sinto vergonha destes “deputados da Nação” que não sabem distinguir CULTURA de TORTURA, e vão para o Parlamento mal informados, e mentir descaradamente, como se todos os Portugueses fossem muito parvos.

 

Amanhã irá votar-se o fim ou a continuidade dos apoios públicos à TORTURA DE TOUROS. Uma vez mais, Portugal estará na berlinda, ou ganha ou perde a oportunidade de evoluir, e tirar o pé de dentro da caverna, onde o mantém atado com muitos grilhões.

 

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Isabel A. Ferrreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:53

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Os trogloditas do costume contra o fim dos apoios públicos às touradas

 

Não conseguiram captar a mensagem que lhes foi enviada: a esmagadora maioria dos Portugueses não se revê nesta prática cruel e violenta.

 

Continuam a achar que os impostos dos Portugueses são para esbanjar na tortura de seres vivos.

 

Aliás, eles acham que massacrar Touros na arena é chique. Trata-se de uma moda monárquica, que não devia ter cabimento numa democracia (se bem que pseudodemocracia), e até a esta distância, desde o tempo dos reis Filipes de Espanha (1580) -  os difusores deste costume bárbaro em Portugal - a vocação dos políticos portugueses para rastejar é evidenciada, nesta postura servil e inculta.

 

Tanta pobreza moral, cultural e social em Portugal, e vão esbanjar dinheiros públicos com parasitas que vivem, por aí,  à tripa forra!

 

TROGLODITAS.png

 

Deputados do PS, PSD, PCP, CDS-PP e Chega manifestaram-se  contra o fim dos apoios públicos às touradas, durante um debate sobre um projecto-lei de uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos que juntou mais de 25 mil assinaturas, e projectos-leis do Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV), do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Pessoas–Animais–Natureza (PAN) e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues, que defendem que  todas as actividades ligadas à tauromaquia não devem receber qualquer   financiamento por parte de nenhumas entidades públicas, especialmente do Governo, autarquias, institutos públicos ou empresas participadas pelo Estado.  

 

O sofrimento animal é o principal (mas não o único) argumento evocado pelos signatários dos projectos-lei.

 

Se vivêssemos num país onde o bem-estar animal estivesse acima de qualquer interesse troglodita, bastaria este argumento para que, “deputados da Nação”, eleitos por um povo maioritariamente avesso a esta prática boçal, grosseira, cruel e violenta, assente na maior ignorância, acabasse com esta mama institucional, porque isto arrasta Portugal na lama.

 

O principal argumento dos trogloditas, para serem contra o fim dos apoios públicos à tortura de Touros e Cavalos, é, por mais incrível que pareça, alegarem que a “tauromaquia é cultura” e não pode ser discriminada, quando sabemos que a tauromaquia é a acção de um psicopata activo para deleite de psicopatas passivos.

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(Vejam na imagem, o tipo de “cultura”  que é a tauromaquia)

Há uma, isto não é cultura, nunca foi nem nunca será. Há duas, quem vê nisto “cultura” tem o cérebro fora do sítio.

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/ProVidaSEMtouradas/photos/p.2811075295599936/2811075295599936/?type=1&theater

 

Para a deputada social-democrata Fernanda Velez, “é falso” que a tauromaquia esteja a ser apoiada pelo Estado, que o número de espectadores de espectáculos tauromáquicos esteja a diminuir e que a maioria dos portugueses seja contra as touradas.

 

Esta senhora deputada está muito mal informada, e como deputada da Nação tinha o DEVER de ir para um debate com toda a informação, porque é verdadeiro que o Estado apoia a tauromaquia; os espectadores diminuíram substancialmente e até já há praças a serem demolidas (era só dar uma voltinha pelos jornais online; e a esmagadora maioria dos Portugueses é CONTRA esta prática bruta, pois se apenas 300 mil gatos-pingados assistem a touradas (e este numero já deve ter diminuído).


Não vale tudo, senhora deputada. E mentir é muito feio.

 

O PCP, através da deputada Alma Rivera, afirmou que as tradições culturais, como a tauromaquia, “não se extinguem por decreto e rejeitou “qualquer tipo de proibicionismo”.

 

Que tradição “cultural” é a tortura de Touros? Nem é tradição (é apenas um costume bárbaro espanhol) e muito menod cultural. O conceito de CULTURA para esta gente anda muito desfocado. E  por um punhado de votos, anda o PCP a fazer política de direita.

 

O deputado André Ventura, do Chega defendeu que “a tauromaquia é cultura”, então não É? É a cultura dos broncos, e apontou para os “milhares” de postos de trabalho” que dependem deste sector.

 

Os “milhares” de postos de trabalho que dependem da tortura de Touros, pediram lay-off? Estão todos a morrer à fome? Demonstre isso, senhor deputado.

 

No mesmo sentido, o deputado do CDS-PP Telmo Correia sublinhou que a tauromaquia “está profundamente enraizada no mundo rural” e considerou que os argumentos para acabar com ela são “populistas, demagógicos e inconstitucionais”.

 

Bem, do CDS/PP já se sabe o que esperar, é por isso que os resultados estão cada vez a baixar mais. E irão até à extinção. O que está enraizada no mundo rural é uma ignorância que chega a doer.

 

A última intervenção neste debate coube à deputada do PS e antiga autarca Maria da Luz Rosinha que defendeu o direito das autarquias continuarem a financiar este tipo de actividade e lembrou que “o acesso às artes deve ser igual para todos os cidadãos”, negando que a tauromaquia esteja a ser beneficiada.

 

Esta foi uma que esbanjou dinheiros públicos, na tortura de Touros, em Vila Franca de Xira, com tanta pobreza cultural, moral e social à sua volta.

 

Os argumentos dos trogloditas não são argumentos, são blasfémias, eivadas de uma desmedida insciência.

 

Sinto vergonha destes “deputados da Nação” que não sabem distinguir CULTURA de TORTURA, e vão para o Parlamento mal informados, e mentir descaradamente, como se todos os Portugueses fossem muito parvos.

 

Amanhã irá votar-se o fim ou a continuidade dos apoios públicos à TORTURA DE TOUROS. Uma vez mais, Portugal estará na berlinda, ou ganha ou perde a oportunidade de evoluir, e tirar o pé de dentro da caverna, onde o mantém atado com muitos grilhões.

 

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Isabel A. Ferrreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:54

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2020

Lamentável: proposta do PAN, que excluía apoio a “artistas” (?) tauromáquicos, foi chumbada

 

Os “tauromáquicos”, nem sequer são ARTISTAS. Esqueceram-se? São TORTURADORES, logo, não são ARTISTAS.

Ainda não aprenderam a nova TERMINOLOGIA tauromáquica? Também nem sequer fazem “espectáculos”. A TORTURA não é um espectáculo, é uma actividade BÁRBARA.

Querer meter um actor, uma bailarina clássica, um pianista, um artista plástico, um cineasta, um poeta, um escritor, no mesmo saco de um TORTURADOR DE TOUROS, é da ignorância.


O PAN apresentou ontem, na Reunião da Comissão de Cultura e Comunicação, uma proposta que pedia um “apoio extraordinário à redução da actividade económica dos artistas e profissionais do espectáculo, com excepção para os profissionais do espectáculo tauromáquico“.

 

Pode ler-se no Artigo 26.º-A do Projecto de Lei chumbado, um reforço da tentativa de exclusão da Tauromaquia: “o apoio previsto no presente artigo não se aplica à actividade tauromáquica ou aos artistas tauromáquicos, qualquer que seja a sua modalidade“.

 

Os partidos chumbaram a proposta com a seguinte votação:

Contra: PSD, PS, PCP, CDS (sempre os mesmos trogloditas).

Abstenção: BE (uma surpresa, apesar do direito que têm em absterem-se).

Favor: PAN

Então e os Verdes? O Chega? A Iniciativa Liberal? A Joacine Katar Moreira?

Muito, muito lamentável. Pelo que se vê, a EVOLUÇÃO fica nas escadarias do Palácio de São Mento. Não há modo de lá entrar!

 

touradas.png

Fonte:

https://infocul.pt/actualidade/proposta-do-pan-que-excluia-apoio-a-artistas-tauromaquicos-foi-chumbada/?fbclid=IwAR0zq9njh5aoDpstIYAJelNmxLXzSxgbwRGuDUtmIUGtlhP_HgAYNyJdFzM

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2020

«Deputados do PSD Querem Dar Ainda Mais Dinheiro aos Ganadeiros»

 

Depois querem ter bons resultados nas eleições!

O texto que se segue, publicado no Blogue Prótouro - Pelos Touros em Liberdade explica, muito bem explicadinho, este assalto aos cofres públicos, para encher os bolsos dos torturadores de Touros.

Os deputados do PSD não aprenderam nada com a mensagem tácita desta invasão do novo coronavírus?

Portugal não precisa de deputados trogloditas! Precisa de EVOLUIR! Já se faz tempo! (Isabel A. Ferreira)

 

Gado.jpg

 

«Os deputados do PSD Ribatejo enviaram uma carta à Ministra da Agricultura onde afirmam que estão muito preocupados com os prejuízos dos ganadeiros de brava de lide, ou seja, as mães dos touros que são torturados em touradas.

 

«Isaura Morais e João Moura eleitos por Santarém vão mesmo ao ponto de afirmar que o facto de muitos bovinos não serem vendidos para tortura pode gerar prejuízos muito superiores a sete milhões de euros.

 

É preciso ter muita lata para pedir ainda mais dinheiro para gentalha que recebe anualmente milhões em subsídios nacionais e europeus quando milhares de portugueses estão em lay-off e muitos até a passar fome.

 

Em 2011 o ganadeiro José Dias afirmava ao jornal “O Mirante” e citamos:

 

“Os ganadeiros são na sua maioria senhores muito ricos, com muitas propriedades, que se dedicam ao negócio mais por paixão. Ninguém pode viver directamente de uma ganadaria.”

 

Claro que são ricos têm propriedades com milhares de hectares de terra e criam outros animais para além de bovinos para touradas. Muitos criam cavalos e muitos até têm outros negócios que nada têm a ver com tauromaquia.

 

Estes deputados deveriam ser corridos a pontapé do partido uma vez que estão mais preocupados com a trampa da indústria tauromáquica do que com milhões de portugueses!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade»

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/04/19/deputados-do-psd-querem-dar-ainda-mais-dinheiro-aos-ganadeiros/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:27

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Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2020

«Caiado Guerreiro: “As touradas têm mais de dois mil anos. Não se destrói assim a cultura”»

 

Qual "cultura"? Está a falar de qual "cultura": a CULTA ou a INCULTA?

Sim, porque as touradas pertencem ao rol das "culturas incultas" que, à medida que a civilização avança, vão sendo abandonadas.

Portugal ainda não abandonou esta "cultura medievalesca" porque ainda existem alguns trogloditas na governação, o que só traz desprestígio para Portugal.

Tenham vergonha na cara. Respeitem a CULTURA CULTA.

Torturar Touros numa arena jamais fez parte da Cultura Portuguesa.

 

Fiscalista - Copy.jpg

 

«O advogado foi um dos oradores convidados nas jornadas parlamentares do PSD, onde criticou algumas das propostas fiscais previstas no Orçamento do Estado para 2020.

 

Tiago Caiado Guerreiro, advogado e especialista em Direito Fiscal, discursou nas jornadas parlamentares dos sociais-democratas e foi o primeiro a receber aplausos ao criticar a medida do Orçamento do Estado para 2020 que prevê o aumento do IVA para as corridas de touros para 23%.

 

“As corridas de touros são algo com mais de dois mil anos e que está representado na nossa história. Como é que se pode acabar ou através desta medida perseguir as touradas? Podemos não gostar delas, mas não se destrói assim a cultura. Não há direito” afirmou o fiscalista.»

 

Fonte da notícia:

https://rr.sapo.pt/2020/01/07/politica/caiado-guerreiro-as-touradas-tem-mais-de-dois-mil-anos-nao-se-destroi-assim-a-cultura/noticia/177537/?fbclid=IwAR0ByezfSjBs9dFwJscNPnEe5BD1PPU3dl3BlBzbya5KT1Yhied7SGDgw8M

 

É esta a “cultura” de que fala o senhor fiscalista? Que até pode perceber de fiscalidades, mas de CULTURA não vê um palmo adiante do nariz. porque o que se vê no vídeo também acontece em Portugal: em Barrancos legalizado por Jorge Sampaio; e em Monsaraz (ilegalmente).

 

Limpem a boca antes de falar de CULTURA.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:16

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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2019

«Compreende-se a vergonha de Marcelo, já não há independência para comemorar»

 

«O Presidente Marcelo fez apenas figura de corpo presente, quedo e mudo. Compreende-se a sua vergonha, porque já não há independência para comemorar.» - (Paulo Morais)

in:

Blogue Portugal Glorioso

https://portugalglorioso.blogspot.com/2019/12/um-dezembro-nao-ha-independencia-para-comemorar.html

 

DIAUMDEZEMBROmarcelo.png

 

«Nas cerimónias do PRIMEIRO DE DEZEMBRO, DIA da Restauração da INDEPENDÊNCIA, o Primeiro-Ministro ANTÓNIO COSTA esteve AUSENTE e o Presidente MARCELO fez apenas figura de corpo presente, QUEDO E MUDO. Compreende-se a sua vergonha, porque JÁ NÃO HÁ INDEPENDÊNCIA PARA COMEMORAR.


Os maiores grupos económicos estão dominados pelo capital estrangeiro. A EDP e a REN estão controladas por chineses, que contratam Luís Amado ou Seixas da Costa (do PS), Eduardo Catroga (do PSD) e Celeste Cardona (do CDS) como seus representantes. Na GALP pontificam angolanos, a par do Grupo Amorim: contratam Costa Pina (do PS), Luís Todo-Bom (do PSD) e Adolfo Mesquita Nunes (do CDS).


O BPI é controlado por espanhóis, que têm a seu soldo Lobo Xavier e outros. No BCP, mais uma vez chineses e angolanos. Na ANA (aeroportos) mandam os franceses da VINCI e ao seu serviço está o social-democrata Luís Arnaud. E... ETC. A Economia Nacional está na mão de estrangeiros, os políticos portugueses estão ao seu serviço, fazendo o papel histórico de Miguel de Vasconcelos ou até do Conde Andeiro.


Perdida a Independência, resta a esperança que surja um grupo de conjurados (40 são bastantes) que, sob o comando de um novo D. João IV, ponha fim a este servilismo doentio.



A imagem da SIC é deprimente: protagonistas tristes, informação errada, nesta data que ficou obscura.»


Paulo de Morais

***

 

Nota: falta acrescentar a independência linguística, que Portugal perdeu para o Brasil. (Isabel A. Ferreira)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

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Domingo, 1 de Dezembro de 2019

PAN: «É fundamental lutar pelo bem-estar animal (…) mas parece que o Parlamento não pensa da mesma forma»

 

«É FUNDAMENTAL LUTAR PELO BEM-ESTAR ANIMAL 🐮🐷


Esta semana, o PAN fez um voto de condenação à morte de mais de 14 mil ovelhas no naufrágio do Queen Hind que foi CHUMBADO no Parlamento.

Contra – PS e PCP
Abstenção – PSD, CDS-PP, PEV, Chega e Iniciativa Liberal

A tragédia evidenciou uma vez mais a necessidade de o transporte de animais vivos ter mais regras, e mais firmes, mas parece que o Parlamento não pensa da mesma forma.

O voto do PAN pode ser consultado em
 

https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheActividadeParlamentar.aspx?BID=113939&ACT_TP=VOT

 

***

Através desta votação vê-se como os deputados da Nação estão preocupados com o bem-estar animal!

Grandes HIPÓCRITAS!

Força PAN!

Mas a bem dos animais, é acabar de vez com o transporte de animais VIVOS.

Isto é o mesmo que torturá-los.

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Fonte:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852/2702437603150651/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:20

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Segunda-feira, 28 de Outubro de 2019

«O partido-Estado»: Partido Socialista apresenta o maior governo da Europa, para uns meros 10 milhões de habitantes (?)

 

«Por setenta vezes ouviu-se a frase: "Eu, abaixo-assinado(a), afirmo solenemente pela minha honra que cumprirei com lealdade as funções que me são confiadas." De um primeiro-ministro, de 19 ministros e de 50 secretários de Estado.»

 

Se ao menos esta jura fosse para valer!!!! Mas todos sabemos que as juras de políticos são como as chuvas de Verão...

 

governo costa.jpg

Fonte do excerto em itálico e da imagem:

https://www.dn.pt/poder/xxii-governo-constitucional-nunca-tantos-tomaram-posse-no-mesmo-dia-11448658.html

 

Tal feito não deixa de surpreender o mundo, e nem só os Portugueses, que vêem assim uma fatia dos seus impostos gastos num governo gigantesco, que se ainda ao menos servisse para governar BEM, menos mal. Porém, pela amostragem, não será o caso.

 

E não é a quantidade que faz a qualidade.

 

O que é que está a passar-se com António Costa e com um Partido Socialista prepotente? Pretendem regressar ao passado e impor uma nova ditadura?  

 

***

 

João Marques de Almeida escreveu um artigo no jornal Observador, sob o título «O partido-Estado» que subscrevo inteiramente e que aqui transcrevo, com a devida vénia.

 

«O PS não é um partido de esquerda nem de direita; é simplesmente um partido para estar no Estado e para usá-lo em seu benefício. No PS já não há ideologia nem doutrinas. Há spin doctors e boys e girls a lutar por jobs» (João Marques de Almeida)

Exactamente. Assim, tal e qual.

 

 «O Partido-Estado/premium

 

colunista_jmalmeida_467.png

Por João Marques de Almeida

 

«O que dizer de um partido que acaba de formar um governo com 19 ministros e 50 secretários de Estado? Juntem agora os assessores e os adjuntos e teremos um governo com cerca de 500 membros. Isto não é um governo para melhorar o país. É um governo para se apropriar dos recursos do Estado e para controlar o país e os portugueses. Um partido com menos de dois milhões de votos tem poder para controlar, no essencial, a vida dos dez milhões de portugueses. Pode surpreender muita gente, mas António Costa recebeu menos votos dos portugueses do que Passos Coelho em 2015. Este é o retrato da degradação da nossa democracia, da apatia dos portugueses e do fim do ‘sonho’ de um ‘Portugal europeu’: um país próspero, uma sociedade civil forte e um Estado limitado (ainda se lembram das ambições nos anos de 1980 quando entrámos para a Comunidade Europeia?)

 

O PS não é um partido de esquerda, nem de direita; é simplesmente um partido para estar no Estado e para usá-lo em seu benefício. No PS já não há ideologia nem doutrinas. Há spin doctors e boys (e girls) a lutar por jobs. Quando falo da conquista do Estado pelos socialistas não estou a pensar nos funcionários públicos que servem o Estado por escolha profissional. Já conheci muitos funcionários públicos portugueses altamente competentes e dedicados ao país que servem. Tenho uma grande admiração por esses profissionais. O que me custa muito é ver a partidarização do Estado e, através disso, o controlo de grande parte dos recursos do país. O resultado dessa partidarização é a estagnação do país e o empobrecimento dos portugueses. Em termos europeus, Portugal é hoje mais pobre do que era no final do século passado. Ou seja, aumentou o número de países europeus mais ricos do que Portugal, e diminuiu o número de país europeus mais pobres do que Portugal. O socialismo levou-nos para a cauda da Europa.

 

A União Europeia ajuda de certo modo a estratégia do PS. Infelizmente, Bruxelas ajuda mais o reforço do poder do Estado do que a emancipação e a liberdade da sociedade civil. Por isso, a discussão das perspectivas financeiras para o período de 2021 a 2028 é a questão europeia mais importante para o governo. Os recursos financeiros dos orçamentos europeus são fundamentais para quem controla o Estado. Se esses recursos diminuírem, o poder do PS enfraquece. Por isso, nenhum governo socialista entrará em guerra aberta com a UE. Foi isso que o BE e o PCP aprenderam durante os anos da geringonça.

 

Se o PS é neste momento o partido-Estado, a ambição do PSD de Rui Rio é tornar-se também um partido-Estado. Idealmente, chegando ao governo, quando uma crise afastar os socialistas. Ou, segunda escolha, usar a regionalização para aproveitar os recursos de algumas das futuras regiões. A discussão de Rio entre direita e centro (de uma pobreza arrepiante de resto) não tem nada de ideológico. O centro para Rio significa manter o PSD na reserva para ser também um partido-Estado.

 

Há ainda muitos portugueses que seguramente querem levar uma vida profissional inteira sem contar com ajudas do Estado para nada (ou a isso são obrigados). Estou a pensar nas profissões liberais, nos pequenos comerciantes, nos milhares de pequenas e medias empresas. Ou seja, os milhões de portugueses que contam com o seu trabalho, com o seu esforço, com as suas competências para progredir e melhorar o seu nível de vida. Quem os representa? Quem os defende? Quem procura adoptar as políticas certas para os ajudar a prosperar? O PS não é. E o PSD de Rio, ao contrário da tradição do partido, também não é. Neste momento, a sociedade civil e a iniciativa privada portuguesas estão politicamente órfãs. Quem diria mais de 45 anos depois do 25 de Abril e mais de três décadas depois da adesão europeia? Eis o maior fracasso da democracia portuguesa.»

 

Fonte:

https://observador.pt/opiniao/o-partido-estado/

 

Nota: os excertos a negrito, são da responsabilidade da autora do Blogue.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:53

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