Sexta-feira, 20 de Agosto de 2021

Quando falamos da Moita, falamos de selvajaria, estupidez e atraso civilizacional

 

Um texto de 2018, que poderia ter sido escrito HOJE, porque em Portugal, no que respeita à  tauromaquia, vai-se a 00000,1 à hora, a caminho da evolução. Nem os caracóis andam tão lentamente... 

 

Este ano [2018), a MOITA, uma vilinha portuguesa, muito, muito atrasada civilizacionalmente, cheia de gente atrasada, foi palco de mortos e feridos entre touros e pessoas, e torturaram-se Touros, na arena vazia, que nem as moscas lá voaram...

 

E chamaram a isto “festa”.

 

E é esta “festa”, bruta e imbecil, que o PS, o PCP, o PSD e o CDS/PP, com a bênção da igreja católica, teimam em manter, num Portugalinho quinto-mundista, como se isto fosse muito cultural. E andam por aí a mostrar os dentes nas televisões, como se neste nosso país tudo fosse um  mar de rosas...

 

moita-12-9-2018[1].jpg

  Sacrificando Touros na Moita, para o cimento da arena assistir... Repare-se nas expressões destes  torturadores de Touros, e nos enchumaços caracterizador da inviliridade...

 

 Nesta Moita selvática, este ano, morreram dois Touros. O que se vê no vídeo partiu a coluna. E ajuízem, se sofre ou não sofre.

 

 O outro, um bando de bêbados, para se vingar, matou-o à paulada numa largada efectuada às duas horas da madrugada, do dia 10 para 11, depois de um troglodita ter sido corneado. O crime foi denunciado às autoridades. E o que fizeram as autoridades? O vídeo desta chacina, que circulava na Internet, como prova do crime, foi eliminado.

 

E como se isto não bastasse, para demonstrar a brutalidade disto a que os da Moita chamam “festa”, um outro bêbado (sim, porque esta “festa” da Moita é de bêbados para bêbados) atropelou CINCO jovens numa estrada interditada ao trânsito, e uma rapariga morreu.

 

Entretanto, o mentor de tudo isto, Rui Garcia, presidente da Câmara Municipal da Moita, pela CDU, numa entrevista a um site que pugna pela selvajaria tauromáquica, disse esta coisa muito significativa da incultura que para ali vai: “Eu penso que ninguém em Portugal pensa na Moita sem a associar à tauromaquia. A tauromaquia faz parte da nossa identidade. O município que suporta as festas e, portanto, suporta todos os encargos relativos às festas, incluindo, portanto, os encargos das largadas e de tudo o que está associado. E para além disso, alguns apoios que damos aos nossos grupos de forcados, à escola de toureio. A tauromaquia continua a ser e tem de continuar a ser uma fonte de afirmação da Moita.”

 

Bem, quem assim fala, enterra a Moita num buraco cheio de lama fétida. Diz tudo do atraso civilizacional da terra e da gentinha que nela vive (com excepções, obviamente). E o PCP a apoiar esta política retrógrada de direita e monarquista. E diz-se um partido de esquerda. O que seria se fosse da direita!

 

Mas na Moita, bem como em todos os outros (felizmente poucos no Universo de 308) municípios portugueses civilizacionalmente atrasados, a selvajaria tauromáquica ainda existe, graças aos dinheiros públicos, provenientes dos impostos que os Portugueses pagam com grande sacrifício, para estes trogloditas andarem a divertir-se a matar touros e pessoas.

 

E para finalizar, faço minhas as palavras do Grupo Prótouro:

 

«Este é o país em que vivemos, onde com a conivência dos políticos de trampa que nos governam, se permite que em vários lugarejos habitados por seres mais primitivos que os homens das cavernas se torturem touros com fogo nos cornos e se matem touros à paulada.

Este é o país no qual os torcionários são glorificados e os activistas pacíficos que invadem uma tourada são algemados e violentamente agredidos por tauricidas nas barbas da GNR sem que até hoje ninguém tenha sido acusado!»

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2018/09/15/moita-uma-praca-cheia-de-ar-e-todos-nos-a-pagar/

 

Nem Portugal, nem os Portugueses merecem isto. Não merecem os governantes que têm. Por isso, faço um apelo: vamos correr com eles do Parlamento para fora, nas próximas eleições legislativas.

 

Os partidos políticos que apoiam esta SELVAJARIA devem ir picar pedra para uma ilha deserta. A pão e água.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:22

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Sábado, 29 de Maio de 2021

Touradas na RTP: 125 cidadãos, anti-Cultura, assinam carta contra a evolução, esquecendo-se de que as touradas e os trogloditas não têm lugar no Futuro

 

Touradas RTP.jpg

 

Sem qualquer surpresa, vemos os nomes de Carlos César, Manuel Alegre, Luís Castro Mendes, João Soares, Gabriela Canavilhas, Francisco José Viegas, e de 26 autarcas (18 socialistas), e de figuras do desporto, dos media, empresários, de 56 deputados de diversos partidos, tudo gente da INCULTURA, com os pés enterrados na Idade Média, sem a mínima visão de futuro.  Dizem que querem defender uma convivência democrática plural e tolerante da cultura, esquecendo-se que em Democracia há lugar para a CULTURA, mas não para a TORTURA de seres vivos, e que a liberdade deles acaba, quando a dos Touros e Cavalos começa.   

 

Também dizem que esperam do Estado «o cumprimento da Constituição da República e das leis que nela se fundamentam, com isenção doutrinária ou ideológica, como forma de respeito pelo dever de tratamento de igualdade de todos os cidadãos, no caso em apreço, o dever da promoção do acesso à cultura, de toda a cultura, sem discriminação, como a lei obriga», esquecendo-se de que em parte alguma da CRP se diz que a TORTURA de Touros e Cavalos faz parte da Cultura Portuguesa.

 

A carta foi dirigida a Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa, Graça Fonseca, Nuno Artur Silva, Nicolau Santos, Vieira de Andrade e Sebastião Coutinho Póvoas.

 

Chegados aqui não há necessidade de avançar mais nas (des)considerações deste pequeno grupo de cidadãos, que ainda NÃO EVOLUÍRAM, e pior, que se RECUSAM a evoluir, e estão a anos luz da verdadeira Cultura e Ética do mundo contemporâneo.

 

Para memória futura aqui fica o link da carta com os nomes desse grupinho insignificante numericamente e socialmente:  Carta Aberta pela Liberdade de Programação na RTP  

 

Como se sabe, as touradas não dão mais audiência à RTP, que está na cauda dos canais televisivos.

 

Também como se sabe, hoje em dia, só os sádicos, os psicopatas e os trogloditas se divertem com o SOFRIMENTO de um ser vivo. Sentem “orgulho” de ser trogloditas, e isso já diz muito da deformação mental dessa gente.

 

As touradas são uma forma bárbara de maus-tratos a animais sencientes. Ou os Touros e Cavalos não serão animais? Não se pode maltratar um Cão e um Gato, mas os Touros e os Cavalos podem ser massacrados nas arenas, para que os sádicos se divirtam. Isto é algo que está à margem do senso comum e de toda a racionalidade.

 

A transmissão de touradas NÃO É serviço público, que deva ser pago com os impostos dos Portugueses. Ponto final.

 

Cada vez mais este tipo de “diversão” está a ser rejeitado e repudiado pela sociedade que, lentamente (é certo), vai evoluindo e deixando as práticas medievalescas, que não combinam com os festivais de música de Verão, a que milhares de jovens aderem.

 

Às arenas vão sempre os mesmos e poucos, marialvas e betinhos, em excursões pagas pelas autarquias, com dinheiros do Povo. De resto, nem as moscas querem lá por os pés.

 

As touradas só ainda existem, porque o PS, o PSD, o CDS/PP, o PCP, o CHEGA e o IL, fomentam esta política de direita e cujos deputados estão ao serviço do lobby tauromáquico, que enche os bolsos à custa dos impostos que o povo paga, com sacrifício.

 

Não fosse esse servilismo rastejante, as medievalescas touradas, que nasceram para entreter uma realeza decadente, na vizinha Espanha, e que os reis Filipinos espanhóis implantaram em Portugal com todos os seus defeitos, já não existiriam há muito.

 

Mas em Portugal ainda há esta mentalidade pobre de copiar o que de mau se faz no estrangeiro, apenas porque é estrangeiro. E os políticos portugueses e administradores disto e mais daquilo, que, vá-se lá saber porquê, adoram ser servis e vergam-se com muita facilidade ao poderio torpe estrangeiro, infantilmente dizem que sim a tudo, como aqueles bonecos que abanam a cabeça sempre para a frente, a dizer que sim, que sim…

 

Só não dizem que sim aos apelos da Razão, da Lucidez, da Evolução, da Civilização, da Ética e isto porque adoram viver no passado, a rastejar na lama.

 

Há que dizer BASTA a esta vergonhosa situação, que não dignifica a Nação Portuguesa e os Portugueses, que sentem orgulho em ser Portugueses.

 

Está mais do que na hora de o governo português, liderado por um Partido Socialista com uma asa na direita, rejeitar esta política a cheirar à monarquia decadente de outrora.

 

Está mais do que na hora de evoluir, e de caminhar com a espinha dorsal bem erecta, à maneira do Homo Sapiens Sapiens.

 

Pois é certo e seguro que as touradas e os trogloditas que as praticam, apoiam e aplaudem não têm lugar no FUTURO.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:21

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Quarta-feira, 14 de Abril de 2021

Em Vila Franca de Xira: «Amanhã é dia de ver se os partidos que se dizem 'amigos' dos animais, são mesmo amigos dos animais»

 


VilaFranquenses Anti-tauromaquia

 

Aprovado por maioria!


Com votos a favor PS, PCP e PSD e a abstenção do Bloco de Esquerda. Nem uma palavra pública sobre o pedido da ONU a Portugal de afastar as crianças da actividade tauromáquica, nem uma palavra pública sobre quanto mais esta promoção tauromáquica vai custar às gentes de Vila Franca de Xira, em plena pandemia! Sabemos ao que vamos e o que esperar desde grupo de 11 que supostamente representa todos os vila-franquenses!



REUNIÃO DE CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA

Amanhã, dia 14 de Abril de 2021, o executivo municipal leva a proposta de adesão do Município à recentemente criada Associação Portuguesa de Municípios Taurinos. É mais um estertor dos poucos municípios da secção taurina, da associação nacional de municípios, a quem lá dentro já ninguém liga puto.



Uma última oportunidade de um executivo em fim de mandato fazer aprovar mais uns dinheiros públicos a favor da promoção da barbárie. Amanhã é o dia de todos vermos se alguém daqueles 11 do executivo tem coragem de defender os interesses dos milhares de pessoas que querem a sua terra fora do circuito da violência tauromáquica. Amanhã é dia de ver se os partidos que se dizem 'amigos' dos animais, são mesmo amigos dos animais. Cá estaremos.

 

Touro sangrando.jpg

Fonte: https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/a.469874876376194/4207988319231479/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:56

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Sexta-feira, 19 de Março de 2021

«A Partidocracia destrói a Democracia»

 

«Os partidos, que deveriam ser a essência da democracia, estão a aniquilá-la». (Paulo de Morais)

 

Um artigo actualíssimo, publicado em 17 de Janeiro de 2019, no Jornal PÚBLICO, que vai exactamente ao encontro daquilo que penso sobre os partidos políticos, em Portugal.

 

Não podia estar mais de acordo com Paulo de Morais, e penso que os Portugueses deviam estar mais atentos ao que diz este senhor.

 

Isabel A. Ferreira

 

Paulo de Morais.png

Paulo de Morais

 

 «Criados para representar as diferentes visões da sociedade, ao serviço do eleitorado, os partidos políticos estão em fase acelerada de degenerescência. São habitados por elites políticas que esqueceram os cidadãos e tudo fazem agora para manter os privilégios de que se foram apropriando. São os principais responsáveis pela abstenção, pelo desinteresse crónico pela política e pela crise da democracia.

 

 O principal objectivo dos maiores partidos portugueses é, na verdade, manterem-se na esfera do poder, partilhar negócios de Estado com os grupos económicos de que são instrumento e garantir emprego aos muitos milhares de apaniguados, os militantes partidários e seus familiares.

 

O seu primeiro desígnio é eliminar a concorrência. Instalados no poder, os partidos do sistema (PSD, PS, CDS, Bloco e PC) garantem o exclusivo das candidaturas ao Parlamento, para que personalidades independentes não possam ter assento na Assembleia da República. Não permitem a entrada no seu feudo parlamentar de independentes, obstaculizam o acesso a novos partidos. Para beneficiar os maiores, permitem-se violar o princípio da proporcionalidade, que a Constituição exige: em 2015, um deputado do PSD ou do PS foi eleito com 20 mil votos, mas já o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista necessitam para a sua eleição de cerca de 30 mil votos. Além do mais, impedem que outras forças políticas tenham acesso ao Parlamento, apesar de algumas delas terem recebido muitos mais votos do que os 20 mil que elegem cada um deles.

 

Os partidos nem sequer cumprem a Lei, em múltiplos aspectos, o mais escandaloso dos quais é o desrespeito pela legislação de financiamento político. São recorrentemente condenados, multados pelo Tribunal Constitucional; mas sem quaisquer consequências, porque o Estado sempre permite a prescrição, no tempo, das sanções que aplica.

 

Estes partidos garantem ainda, apenas para si próprios, financiamentos de Estado permanentes. Usufruem de subsídios públicos de todo o tipo, com os quais mantêm uma máquina de propaganda, ilegítima fora de períodos eleitorais. Só em Portugal há, em permanência, propaganda partidária nas ruas, uma forma de lavagem cerebral sistemática. Utilizam até o domínio público como propriedade sua: são aos milhares os pequenos cartazes ilegais, degradados, apensos a candeeiros públicos, de propaganda ao Bloco de Esquerda e do Partido Comunista. Este lixo urbano deveria ser removido pelas câmaras; o que não acontece, porque os partidos estão acima da lei.

 

Agarrados como lapas ao Estado, os dirigentes partidários distribuem benesses e privilégios pelas empresas que os financiam e para as quais vão mais tarde como assalariados. Foi o que sucedeu com as ruinosas parcerias público-privadas rodoviárias, cujo maior agente foi a Mota-Engil, que acabou a albergar quase todos os ex-governantes do sector das obras públicas: de Jorge Coelho a Seixas da Costa, do PS, a Valente de Oliveira e Ferreira do Amaral, do PSD. O mesmo fenómeno de promiscuidade entre política e negócios marcou a onda de privatizações ao desbarato, manipuladas por políticos que hoje recebem tenças milionárias nas empresas que os próprios partidos privatizaram. O socialista Luís Amado preside à privatizada EDP, assessorado pelo social-democrata António Mexia e pela centrista Celeste Cardona. Para presidir à privatizada ANA, foi designado o ex-ministro José Luís Arnaut. A lista dos políticos de negócios é interminável, neste infernal sistema de portas giratórias que coloca o Estado ao serviço de interesses privados.

 

Além de negócios e rendas milionárias, os partidos garantem a sobrevivência económica dos seus apoiantes através da atribuição de muitos milhares de empregos. Usam, para este fim, a Administração Central, as autarquias, as empresas municipais, os institutos públicos. Transformaram-se mesmo na maior agência de emprego do país.

 

Assim, os partidos tudo fazem para manter o status quo: controlam o sistema eleitoral, impedem a apresentação de alternativas, violam leis, utilizam recursos públicos em seu proveito, manipulam a opinião pública, enxameiam as televisões com comentadores facciosos, censuram todo o discurso contraditório. Ameaçados pelo desmoronar das bases democráticas, preferem apelidar de populista qualquer alvo em movimento, do que realmente regenerar a sua missão. Os partidos, que deveriam ser a essência da democracia, estão a aniquilá-la.

 

Presidente da Frente Cívica»

 

Fonte:

https://www.publico.pt/2019/01/17/politica/opiniao/partidocracia-destroi-democracia-1857917?fbclid=IwAR2aUdF98IzlPwoD2K6csIB_TnOl1fo-c17QcWmoNGYPl1IPFUfwdUthdz8

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:55

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Domingo, 21 de Fevereiro de 2021

Demolição do Padrão dos Descobrimentos: a estupidez anda a pairar, como uma nuvem negra, sobre Portugal. O que é que os Portugueses fizeram de mal para merecerem isto?...

 

O título desta publicação é meu, mas faço minhas as palavras que  José Cerca escreveu no seu Facebook ontem às 11:44  

 

«DEMOLIÇÃO DO PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS!

Afinal, há por aí mais Mamadou Ba! Um deles é Ascenso Simões, deputado do PS que defende a demolição do Padrão dos Descobrimentos.


A liberdade de expressão não se pode confundir com insulto à História de Portugal e com uma crassa ignorância aos feitos heróicos dos nossos antepassados.


Por isso a Real Associação de Lisboa já emitiu um comunicado a condenar tal proposta:


"A Real Associação de Lisboa não pode deixar de manifestar um profundo espanto com as declarações do deputado Ascenso Simões que, tendo sido eleito por um partido actualmente no poder, defende a demolição do Padrão dos Descobrimentos, património da cidade de Lisboa e uma das suas imagens com maior notoriedade, que evoca feitos históricos dos nossos antepassados, constituintes da história e identidade portuguesas." »

 

Demolição.png

Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=10215261144681935&set=a.1133116028121

 

E tal como diz António Barreto:

 

 «Ainda não vimos nada!»

 

Abram este link,  para ler o que diz este sociólogo a respeito do desrespeito que por aí grassa, pela História, por Portugal e pelos Portugueses, sim, porque nem todos os Portugueses cultivam ou se deixam deslumbrar pela estupidez!


Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:00

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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2020

Projectos do PAN rejeitados dizem bem do trogloditismo parlamentar

 

O Parlamento português, sempre colado aos mesmos partidos políticos (PS, PSD, PCP, Chega, Iniciativa Liberal e CDS/PP) vai dando uma no cravo outra na ferradura, muito mais na ferradura do que no cravo, pois de vez em quando vão dando uns rebuçadinhos, para amainar as hostes.

 

De acordo com o PAN,  ao longo dos últimos anos – inclusive nos dias anteriores ao massacre da Torre Bela – foram muitas as vezes que apresentaram propostas, numa tentativa inglória da urgente regulamentação da cruel e anacrónica prática da caça, contudo, nenhuma foi aprovada!

 

O lobby da caça até pode ser poderoso, mas não pertence ao mundo civilizado. E assim sendo, é o parente paupérrimo da sociedade portuguesa.

 

Diz o PAN que a maioria parlamentar continua, reiteradamente, a REJEITAR toda e qualquer proposta no sentido de transformar um sector, que continua a achar-se intocável, aliás como outros sectores quejandos, com a total conivência da maioria das forças políticas. Porém, e ainda de acordo com o PAN, nenhum sector o é, daí que continuarão a fazer finca-pé para provar isso mesmo, e mudar a realidade de violências e crueldades perpetradas contra animais não-humanos, que já só devíamos conhecer através dos livros de História!

 

PAN 1.jpg

 

  • 2020: Interrupção da caça à rola até que a sua população esteja estabilizada de forma evitar o desaparecimento da espécie? Rejeitada. Contra: PS, PSD, PCP, Chega, Iniciativa Liberal e CDS! http://bit.ly/3pBTKP1

 

  • 2020: Proibição do fabrico, posse e venda de artefactos que sirvam unicamente para a captura de aves silvestres não sujeitas a exploração cinegética, como mecanismo de combate à captura ilegal? Rejeitada. Contra: PS, PCP e CDS! Abstenção: PSD, Chega e Iniciativa Liberal! http://bit.ly/3aOtUmY

 

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  • 2020: Retirar o coelho-bravo da lista de espécies autorizadas para caça, não só pela sobrevivência deste como das restantes espécies que desta dependem? Rejeitada. Contra: PS, PSD, PCP e CDS! Abstenção: Chega, Iniciativa Liberal e PEV [???]! http://bit.ly/38HtJap

 

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  • 2020: Interditar a utilização de chumbo nas munições da actividade cinegética e nos campos de tiro, pelos impactos devastadores na biodiversidade? Rejeitada. Contra: PS, PSD, PCP, CDS-PP, CH, IL! https://bit.ly/3oKLQ5L

 

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  • 2019: Acabar com o recurso (e a violência associada) a matilhas de cães como processo de caça? Rejeitada. Contra – PSD, PS, CDS-PP e PCP! http://bit.ly/3aPT8Bg

 

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  • 2019: Realização de censos e monitorização das espécies sujeitas a exploração cinegética para que se saiba de facto há a mínima hipótese de haver caça?? Rejeitada. Contra: PSD, PS, CDS-PP, PCP! Abstenção: PEV! http://bit.ly/2WQM27u

 

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2017: Suspensão da caça a norte do Tejo durante o período de dois anos? Não votada!

 

Fonte: https://www.facebook.com/PANpartido/photos/pcb.3723932874334447/3723930307668037/

 

***

A propósito deste tema, para que se tenha uma ideia do que a maldita caça representapara o comum dos mortais, aqui deixo um comentário publicado na minha página do Facebook, de um cidadão português, que amaldiçoa esta actividade com toda a legitimidade, porque a caça nem é boa para os animais não-humanos, nem para os animais humanos, que somos todos nós. A caça é uma praga de parasitas da sociedade, que o Parlamento português sustenta a pão-de-ló.

António Carmo

E os cães que abandonam depois das caçadas! Eu, na minha aldeia (Beira Baixa), já recolhi dezenas deles, desde há 30 anos e, nesta data, tenho 12 desses! E os cães que matam e que atiram para os poços das hortas, nos últimos dias de caça! E as toneladas de chumbo que ficam "semeadas" lá pelos campos! Até um apiário, com 15 colmeias, que tinha numa horta dos meus pais tive que abandonar! Davam tiros nas colmeias e destruíram-me vários portões! Há mais de 20 anos que não passo um fim-de-semana na minha aldeia, por causa dos caçadores, venho sempre embora à sexta-feira à noite! Bandidos, Selvagens!!!!!!!



publicado por Isabel A. Ferreira às 15:30

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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2020

Simplesmente abominável: 540 animais chacinados em montaria na Azambuja

 

Isto acontece em Portugal, um país que diz ter leis de Protecção Animal. Mas uns, são mais animais do que outros. E uns, são mais bárbaros do que outros. E os que perpetraram este biocídio deram aso aos seus mais primitivos instintos assassinos. Nenhum animal não-humano seria capaz de tamanha atrocidade.

 

O “massacre” da Azambuja envolveu a maior parte dos veados e gamos que viviam na Quinta da Torre Bela e também de uma quantidade considerável de javalis, e tal carnificina está a gerar uma revolta generalizada de autarcas locais, forças partidárias, ambientalistas e defensores dos animais.

 

Cerca de 540 animais foram mortos  durante uma montada, ocorrida no passado dia 17 de Dezembro, na Quinta da Torre Bela, em Aveiras de Cima, concelho da Azambuja, na qual participaram 16 caçadores espanhóis, homens, mas também mulheres, numa iniciativa  de uma empresa espanhola, que todos os anos promove esta prática bárbara na Península Ibérica. 

 

Eis a posição do PAN sobre o massacre destes animais:

 

Matança.jpg

 

Massacre.png

 

Imagens que correm nas redes sociais e envergonham Portugal e a Humanidade

 

De acordo com as informações recebidas pelo PAN – Pessoas-Animais-Natureza, foram abatidos 540 animais numa montaria realizada na Quinta da Torre da Bela, em Aveiras de Cima (concelho de Azambuja). No entender do PAN, matar por regozijo e desporto é simplesmente desumano e representa um grave retrocesso civilizacional.

 

O PAN tem defendido uma regulamentação apertada para o sector da caça decorrente dos visíveis impactos negativos para a biodiversidade, protecção e bem-estar animal e ainda que as propostas apresentadas por este Partido não tenham tido acolhimento parlamentar até à data, não deixarão de pugnar por uma legislação mais apertada e justa.

 

Por outro lado, refere o comunicado, ninguém sabe com exactidão qual é o estado de conservação das populações de espécies classificadas como cinegéticas. Os dados existentes resultam da contabilização dos animais mortos e não do número efectivo. Daí que, no entender do PAN, a realização de censos é fundamental. Foi nesse sentido que apresentaram uma proposta para que o Governo procurasse assegurar a realização de um censo e a monitorização das espécies sujeitas a exploração cinegética, a qual foi, contudo, rejeitada com os votos contra do PSD, PS, CDS-PP e PCP [sempre os mesmos atrasos de vida, uns que se dizem de esquerda, outros que se dizem de direita, unidos para viabilizarem massacres de seres vivos, para divertimento de uns poucos. Não esquecer disto na hora de votar].

 

Sobre esta questão em concreto, na zona da Azambuja, o PAN já questionou o Governo, através do Ministério do Ambiente e Acção Climática, liderado por João Pedro Matos Fernandes, com vista a apurar o que levou à autorização desta montaria, numa zona de grande sensibilidade ecológica, envolta em polémica, para onde está, inclusivamente, prevista a instalação de uma central fotovoltaica com 775 hectares e cujo Estudo de Impacte Ambiental (EIA) encontra-se ainda em fase de consulta pública até 20 de Janeiro de 2021. Para além disso, o PAN requereu também hoje uma audição ao Ministro do Ambiente com carácter de urgência para esclarecer esta situação.

 

O que aconteceu na Azambuja é absolutamente repugnante. Os responsáveis por este massacre deviam ser acusados de biocídio.

 

O PAN promete investigar o caso e exigir responsabilidades sobre o sucedido.

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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Terça-feira, 24 de Novembro de 2020

CHEGA e CDS/PP apresentaram no Parlamento, propostas de alteração ao Orçamento de Estado para 2021 em defesa dos interesses dos torturadores de Touros e Cavalos

 

Mas não são apenas estes dois partidos que estão no Parlamento a servir os interesses dos tauricidas, que vivem à custa dos nossos impostos, recebendo milhões de Euros, que poderiam ser canalizados para a verdadeira Cultura, que anda, por aí, sobre brasas, mas não, os tauricidas, que se passeiam nos seus Ferraris e Porches, e vivem à tripa forra, forrados com os dinheiros que fazem falta ao que é essencial a Portugal.

 

A IL (Iniciativa Liberal), o PSD e o PS também andam pelo Parlamento Português a defender os interesses dos tauricidas, como se eles fossem agentes da Cultura Culta (aqui incluídas as culturas popular, gastronómica, folclórica…), quando não passam de agentes da única “cultura”  inculta existente em Portugal – a tauromáquica, uma vez que os tauricidas e os seus apoiantes parlamentares fazem muita questão de considerar “cultura” a tortura de seres vivos.

 

Mas também temos o muito civilizado PCP a apoiar esta “cultura” tauricida, no Parlamento (isto acontece quando os extremos da direita e da esquerda se tocam).

António Filipe, membro do Partido Comunista, diz que os comunistas são pessoas civilizadas.

 

Serão? Em qualquer parte do mundo, uma pessoa civilizada não apoia a tortura de seres vivos, em circunstância alguma.

 

É urgente abolir todas as práticas selváticas que torturam animais para divertimento.

É urgente que a bota (civilização) bata com a perdigota (abolição da tauromaquia).

Só assim poderemos dizer que Portugal é, de facto e de direito, um país civilizado.

Até lá, é apenas um país que busca o caminho que leva à evolução social, moral, cultural e intelectual, do qual anda ainda muito desviado... 

 

António Filipe.png

 

Os comunistas serão pessoas civilizadas quando deixarem de apoiar a prática selvática da tauromaquia. Até lá serão pessoas improgressivas (isto para ser simpática). 

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:50

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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2020

«A Tauromáfia Entrou em Histeria Total»

 

Fonte:

Prótouro - Pelos touros em liberdade 

https://protouro.wordpress.com/2020/11/08/a-tauromafia-entrou-em-histeria-total/

 

«Após ter sido conhecido o acordo que o PAN fez com o governo para que os menores de 16 ou 18 anos – porque a idade ainda não está definida – não pudessem assistir ou participar em touradas a tauromáfia subiu pelas paredes e bateu no tecto.
 
A “prótoiro” diz que o projecto-lei é um atentado à liberdade e está condenado a ser chumbado pelos deputados.
 
Um gajo chamado Besugo presidente da junta de freguesia de Beringel e militante do PS há 20 anos ameaça numa carta aberta ao Primeiro-Ministro rasgar o cartão de militante.
 
A presidente da junta de freguesia da Azambuja Inês Louro ameaça ir para o Tribunal Constitucional.
 
 
 
 
«Os argumentos são os do costume é um atentado à cultura, os pais é que decidem da educação dos filhos, o governo só aceitou esta proibição a troco da aprovação do orçamento quando tal nem sequer estava no programa do governo, e etc..
 
O que toda esta gente ainda não percebeu é que de acordo com o PAN esta medida não vai passar pela Assembleia da República porque se passasse todos nós saberíamos que seria chumbada tal como aconteceu no passado.
 
Vai ser o governo por decreto a declarar tal medida tal como fez o governo de Passos Coelho quando decretou que os menores de 12 anos não podiam assistir a touradas.
 
Mas como os aficionados têm memória curta esqueceram-se do tal decreto que, diga-se de passagem, foi na altura um caramelo dado aos abolicionistas já que na prática os menores de 12 continuaram a frequentar praças de tortura.
 
Portanto esqueçam petições para o parlamento, esqueçam o tribunal constitucional porque se o governo mantiver a sua palavra, e nós temos sempre muitas dúvidas quanto se trata de promessas de políticos, esta medida entrará em vigor no primeiro trimestre de 2021, e esperamos, que a mesma tenha severas sanções para os empresários que não a cumprirem tal como pesadas multas e em caso de reincidência serem proibidos de continuar a explorar praças de touros porque esta é única forma de implementar a lei já que todos sabemos que os aficionados se julgam acima da mesma.
 
Prótouro
Pelos touros em liberdade»
 
 
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 15:47

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Sexta-feira, 31 de Julho de 2020

O Touro que se vê na imagem foi humilhado e torturado na arena do “campo pequeno”, em Lisboa, a capital terceiro-mundista de Portugal…

 

… e deixado a morrer lentamente, nos curros, sem lenitivos que lhe aliviassem o sofrimento atroz, enquanto aguardava que o transportassem para o matadouro…

 

Que destino mais cruel!

 

E chamam a isto cultura. E é isto que os deputados da nação do PS, PSD, PCP, CDS/PP e CHEGA apoiam com os nossos IMPOSTOS.

 

E a verdadeira cultura que se LIXE!

 

O que fazer? Não votar nesta gente!

 

Isabel A. Ferreira

 

LUXO.jpg

 

Marinhenses Anti-touradas

 

O Luxo já foi humilhado e torturado na arena do Campo Pequeno. Está agora nos curros, num sofrimento que nem conseguimos imaginar, a aguardar pelo transporte para o matadouro. Por este indivíduo e pelos restantes 5 que foram obrigados a participar na tourada que ainda está a decorrer na capital de Portugal, nada mais poderemos fazer. E pelo futuro de outros? Não custa tentarmos trazer mais gente para a causa da abolição da tauromaquia, pois não? O que acham de conseguirmos um programa de investigação sobre touradas e tudo o que de mais cruel se passa em torno das mesmas? Contamos com mais assinaturas em https://bit.ly/2X8YIHk? Muito obrigado!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3426783844021821/?type=3&theater 

 

***

E é como diz Manuel Molinos, director-adjunto do JN, num artigo intitulado «Touradas, sim, futebol, não»

 

«É cada vez mais complexo perceber o puzzle que a covid-19 criou, quando todos os dias há peças novas e mais difíceis de encaixar.

 

As touradas estão de regresso com direito a vivas e olés do público que, aristocraticamente, se irá sentar no Campo Pequeno a assistir, com a mesma satisfação de sempre, à barbárie que ali se pratica sobre os touros.

 

Ironicamente, o retorno das corridas aconteceu no mesmo dia em que o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso foi ouvido no Parlamento sobre a morte de mais de 70 cães e gatos, durante um incêndio que atingiu dois abrigos ilegais do concelho. Há, portanto, sobre a vida animal, uma hierarquia política de sofrimento tragicamente diferente: morrer num fogo é mais grave do que ser torturado numa arena.

 

Já sabíamos também que as touradas ocupam um lugar especial na sociedade. Continuam a contar com o financiamento público. São uma festa de elite. Do que não estávamos à espera era que os aficionados fossem vistos como gente mais civilizada, dando garantias de respeitar o uso obrigatório de máscara e de manter o distanciamento social.

 

Só que o português que não é polido o suficiente para ir ao estádio ver um jogo de futebol é o mesmo a quem o Governo pede para fazer férias cá dentro, consumir produtos portugueses, frequentar restaurantes e usar os transportes públicos, à falta de melhor solução.

 

As políticas de desconfinamento não podem voltar a ter dois pesos e duas medidas, como aconteceu no passado com as manifestações de maio e os anúncios de festas partidárias. E muito menos, tal como no "Admirável Mundo Novo", transmitirem a ideia de que em Portugal há os "Alfas", com direito a tudo, e os "Ipsilones", para servir e obedecer

 

Fonte:

https://www.jn.pt/opiniao/manuel-molinos/touradas-sim-futebol-nao-12483508.html?fbclid=IwAR1Fumhjv0cAiOFfuky5LL93ILfdqbePXIV48YBG4eRpQOCxQ0tNafj1V-M

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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