Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2021

Ministério da Cultura (?) insulta a Cultura Portuguesa ao meter no mesmo saco torturadores de Touros, músicos, cantores, actores, cineastas, artistas plásticos e circenses, comediantes, bailarinos, escultores…

 

Foi com enorme perplexidade que ouvi dizer que o Ministério da Cultura (?) vai apoiar com 438 Euros cada, dos fundos públicos, os toureiros, a quem chamam “artistas” tauromáquicos, no âmbito das Medidas de Apoio à Cultura, à conta da suspensão de actividades, devido à Covid-19. Ouvi dizer e fui conferir. E não é que é verdade?  

 

Que grande desilusão, senhora ministra da Cultura (?)! Isto é um insulto à CULTURA PORTUGUESA! Mas é o que temos: um Portugal que avalia muito por baixo os agentes culturais,  daí ser também avaliado por baixo, com uma ministra que ora diz que a questão da tauromaquia é uma questão civilizacional, ora considera os torturadores de Touros artistas, que já levam um chorudo subsídio do Estado, para andarem por aí a massacrar seres vivos, e agora põe-nos ao mesmo nível dos verdadeiros artistas portugueses; músicos, cantores, actores, cineastas, artistas plásticos e circenses, comediantes, bailarinos, escultores

 

Bem sei que os torturadores de Touros e gente quejanda, estão elegíveis na Classificação Portuguesa das Actividades Económicas, contudo, não deixa de ser um colossal insulto à CULTURA PORTUGUESA, pois em parte alguma do Universo e arredores, a prática bárbara de torturar seres vivos para divertir sádicos, jamais foi e jamais será do foro da Cultura, tão-só, do foro psiquiátrico, como um desvio comportamental, já bastamente estudado, e que envergonha a HUMANIDADE.

 

E atribuir um subsídio de 438 Euros a um torturador de Touros, e o mesmo valor a um bailarino, por exemplo, da Gulbenkian, é do foro da insensatez.

 

Envergonho-me deste Portugal terceiro-mundista, que não há meio de evoluir.

 

TOUREIRO.png

Bailarino.png

Origem da imagem:  http://www.villasegolfe.com/pt/arte-cultura/cultura/benvindo-fonseca/

 

Vale a pena consultar este link, e conhecer a fantástica história deste bailarino, e compará-la com a de um torturador de Touros, que nunca chegará a Embaixador da Boa-Vontade da Organização das Nações Unidas, nem jamais receberá o prémio Os Jovens na Criatividade com a ONU, porque a única coisa que sabe fazer na vida é ser CRUEL para com um ser vivo indefeso, fora do seu habitat, e inofensivo, quando na Natureza à qual pertence.

 

E este desequilíbrio cultural só acontece num país onde impera a mediocridade elevada ao infinito.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:45

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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2021

«Aquilo que uma minoria de cidadãos portugueses anda há anos a fazer é rescrever a história, quase milenar, de Portugal, conforme lhes dá jeito»

 

«Derrubar o Padrão dos Descobrimentos, destruir tudo o que faça lembrar o antigo Império ou o Estado Novo é o grande objectivo. Já destruíram a família, destruíram o exército, destruíram a autoridade dos professores, imiscuíram-se na educação parental atingindo gravemente a relação familiar, destruíram a autoridade policial, [destruíram também a Língua Portuguesa – não esquecer] agora atacam os símbolos, já há esboços para destruir Afonso Henriques, aqui e ali já se lê que Viriato era um criminoso. Vão ser o alvo seguinte. (...)«Não, meus caros isso não é liberdade de expressão, isso é só má educação e pobreza intelectual».

 

Um texto da autoria de Paulo Leote E Brito, que reflecte os tempos obscuros em que uma minoria pouco ou mesmo nada esclarecida (mas com poder) mantém Portugal e os Portugueses.

 

E nada é mais nocivo a uma sociedade, que se quer evoluída e culta, do que uma minoria pouco esclarecida a quem outorgaram Poder.

 

Contudo, está nas nossas mãos reduzi-la à sua insignificância.

 

Isabel A. Ferreira

 

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Por Paulo Leote E Brito

 

A DEZ À HORA

 

1- Aquilo que uma minoria de cidadãos portugueses anda há anos a fazer é rescrever a história, quase milenar, de Portugal, conforme lhes dá jeito.



2- E ninguém os consegue calar. “Ah! Calar é que não que isso é coisa da outra senhora e agora vive-se em liberdade e posso dizer o que me apetecer”. Tenho aí nos comentadores imbecis destes, enchem-me a caixa de comentários com cópias de textos, com excertos da Wikipédia entre outras “fontes”. Não, meus caros isso não é liberdade de expressão, isso é só má educação e pobreza intelectual.



3- Assim de repente até parece que Portugal ficou por descolonizar e há por aí uns heróis que pretendem deitar mãos à obra. Nem vou falar de patriotismo, muito menos de nacionalismo, vou só falar de deslealdade para com o próprio país, que de tão bonito, encurralado entre o mar e Espanha, que lutou bravamente, heroicamente para não ser uma província espanhola, que teve de se virar para o mar, estabelecendo um ADN de coragem no que é ser português, para procurar defender a sua independência e soberania. Mas dizia, que de tão bonito haveria de se deixar habitar por esta corja de cobardes, gente sem terra, gente egocêntrica que não sabe honrar o nome do país que ostentam nos seus cartões de identidade.



4- Alguns nasceram cá mas transportam a história de outros países, outros nem sequer nasceram cá, mas aproveitaram-se daquilo que sucessivos governos andam a fazer há alguns anos, a vender cartões de cidadão a preços de saldo.



5- O estranho nisto é que é mesmo uma insignificante minoria de pessoas que tem estado a transformar a sociedade portuguesa. Estamos reduzidos a escombros, o descaramento anda à solta, e receio que se não pararmos esta esquizofrenia ainda assistamos ao erguer de um Portugal que nada terá a ver com o Portugal que tem inscrito nomes como Viriato e Afonso Henriques. É isso que está em cima da mesa, um novo Portugal, em que daqui a cem anos andamos a estudar nos livros de história o “herói” Mamadou Ba, o grande salvador da nação e quem sabe sejamos colonizados pelo Senegal.



6- Tenho um amigo de há mais de quarenta anos, dez anos mais velho do que eu, filho de um comunista à séria, portugueses de segunda e terceira geração penso que de origem balcã. Este amigo já por três vezes que anula a nossa “amizade” por razões políticas. Curiosamente vem comentar no meu mural, portanto na minha casa, ofende outras pessoas, os que se lhe opõem e depois abala desamigando, ressalvando que não quer misturar virtualidade com realidade. Impõe pensamento único e nem se fala mais disso. Tem uma filha que sofre da mesma doença. Sim, quando nos isolamos das pessoas que são amigas, é sempre sinal de doença.



7- Ora o grande problema deste amigo é o mesmo destas todas as outras minorias, recusam-se a debater. A arrogância, prepotência e desonestidade intelectual destas pessoas não permite nada mais do que ou o desprezo ou o confronto. Ofendem, desprezam, amesquinham e não debatem. A história está cheia de criaturas destas; Hitler, Estaline, Putin, Trump... !



8- Calei-me anos a fio, tolerei, tentei empatizar e valorizar as suas causas, mas não dá. Eles não querem dialogar, querem destruir pura e simplesmente. Destruíram a família, quer o conceito quer a forma. Deram microfone às minorias, nem sei se realmente queriam resolver os seus problemas. Mas há anos que se ouve falar de minorias, há anos que as minorias falam. Sim, as minorias devem ser ajudadas e apoiadas, os seus problemas devem ser resolvidos, mas não desta forma, com tanto barulho mediático para depois quando, pessoas como eu, vamos espreitar, percebemos que os problemas está lá todos.



9- Disse que eram minorias e são, só que estão estrategicamente posicionadas, sobretudo nos órgãos de comunicação social e há comentadores para todas as causas. Vivem disto. Estão a “cagar-se” para as minorias, mas vivem de as defender. Quando lhes perguntam a profissão não são políticos, jornalistas, comentadores, nada disso, são profissionais da exploração da miséria alheia.



10- Derrubar o Padrão dos Descobrimentos, destruir tudo o que faça lembrar o antigo Império ou o Estado Novo é o grande objectivo. Já destruíram a família, destruíram o exército, destruíram a autoridade dos professores, imiscuíram-se na educação parental atingindo gravemente a relação familiar, destruíram a autoridade policial, agora atacam os símbolos, já há esboços para destruir Afonso Henriques, aqui e ali já se lê que Viriato era um criminoso. Vão ser o alvo seguinte. Neste momento e usando mais uma das mentiras, estão a crescer o número de “fascistas” no tal seio de “ignorantes” que são os do povo, essa esmagadora maioria que começa a ficar farta destes enormes “nadas”.


Desculpem qualquer coisinha.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:49

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Domingo, 21 de Fevereiro de 2021

Demolição do Padrão dos Descobrimentos: a estupidez anda a pairar, como uma nuvem negra, sobre Portugal. O que é que os Portugueses fizeram de mal para merecerem isto?...

 

O título desta publicação é meu, mas faço minhas as palavras que  José Cerca escreveu no seu Facebook ontem às 11:44  

 

«DEMOLIÇÃO DO PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS!

Afinal, há por aí mais Mamadou Ba! Um deles é Ascenso Simões, deputado do PS que defende a demolição do Padrão dos Descobrimentos.


A liberdade de expressão não se pode confundir com insulto à História de Portugal e com uma crassa ignorância aos feitos heróicos dos nossos antepassados.


Por isso a Real Associação de Lisboa já emitiu um comunicado a condenar tal proposta:


"A Real Associação de Lisboa não pode deixar de manifestar um profundo espanto com as declarações do deputado Ascenso Simões que, tendo sido eleito por um partido actualmente no poder, defende a demolição do Padrão dos Descobrimentos, património da cidade de Lisboa e uma das suas imagens com maior notoriedade, que evoca feitos históricos dos nossos antepassados, constituintes da história e identidade portuguesas." »

 

Demolição.png

Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=10215261144681935&set=a.1133116028121

 

E tal como diz António Barreto:

 

 «Ainda não vimos nada!»

 

Abram este link,  para ler o que diz este sociólogo a respeito do desrespeito que por aí grassa, pela História, por Portugal e pelos Portugueses, sim, porque nem todos os Portugueses cultivam ou se deixam deslumbrar pela estupidez!


Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:00

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Sábado, 13 de Fevereiro de 2021

A questão da destruição dos brasões da Praça do Império (Lisboa): se desatássemos a destruir tudo o que celebra o passado, o mundo ficaria CARECA

 

 

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Brasões florais da Praça do Império em Belém © Álvaro Isidoro/Global Imagens

 

A Câmara Municipal de Lisboa quer destruir os brasões da Praça do Império, argumentando que há falta de dinheiro, de jardineiros e de não existir nada para recuperar, e mais blá blá blá... E diz isto como se todos os Portugueses fossem muito parvos!

 

A este propósito tem corrido muita tinta: os que vêem a História com olhos de ver são contra estes actos predatórios; os que olham para a História, como algo escrito a lápis, que se pode riscar e rabiscar conforme a ignorância de cada um, são a favor de destruir tudo o que não é conforme a ideologia política que defendem.

 

E eu, como sou incapaz de ver passar o vento sem entrar na tempestade, ocorre-me dizer o seguinte:



1º - Renegar o passado é da ignorância.

 

2º - Olhar para o passado à luz dos valores do século XXI d.C. é também da ignorância.

 

3º - Se desatássemos a destruir tudo o que celebra o passado, o mundo ficaria CARECA.

 

4º - Se querem apagar o passado assente em ideologias políticas, comecem por destruir as estátuas erguidas ao maior assassino da História da Humanidade, ultrapassando Hitler: Estaline.

 

5º - Depois falem do Império Português: que teve as suas coisas más e as suas coisas boas, como todos os impérios: basta recordar o Império Romano e o Império Muçulmano, aos quais Portugal e o mundo devem quase tudo.

 

6º - Aproveite-se as coisas boas e aprenda-se com os erros cometidos, para que não sejam cometidos novamente.

 

7º - Porque esta pretensão de destruir a memória de um passado que EXISTIU, e não pode ser apagado apenas porque um punhado de extremistas o querem, é um acto de uma ditadura esquerdista que estão a tentar impor-nos.

 

8º - E isto é inaceitável: ditaduras? nem de esquerda, nem de direita. Ditaduras, em Portugal, NUNCA MAIS!

 

9º - E a cegueira e a ignorância, quiçá, a estupidez, são de tal ordem que acham que apagando os símbolos do passado, apagam a História.

 

10º - No entanto, do imperialismo português jamais se livrarão. Porque ele existiu, e é para ESTUDAR, assim como estudamos o tempo de má memória do Tarrafal, dos campos de concentração nazistas e o dos gulags da Sibéria: três ideologias (fascista, nazista e comunista) todas farinha do mesmo saco, e que vão para o diabo, que as carregue a todas.

 

Já BASTA de tanta estultícia!


Como tantos estultos foram parar a cargos governativos é um grande mistério. E o mais grave é que nas próximas eleições autárquicas (e legislativas) corremos o risco de termos mais do mesmo, mas para muito pior.

 

Não se ponham a pau, e muito brevemente andaremos todos a marchar: ou de punho erguido ou de mão estendida, em todos os Terreiros do Paço do nosso pequeno e pobre País! E ambas as marchas serão um regresso ao passado que tanto se quer ver destruído!

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:46

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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2021

PAN pede suspensão imediata de todas as montarias

 

O Grupo Parlamentar do PAN - Pessoas-Animais-Natureza submeteu hoje uma iniciativa legislativa que recomenda ao Governo a suspensão imediata das montarias em todo o território nacional, no seguimento dos recentes acontecimentos na Herdade da Torre Bela que resultaram na morte de 540 animais de grande porte.

 

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Este não foi um evento isolado em Portugal, estando já agendados vários eventos do género para este ano, apesar das limitações impostas pela crise sanitária. No entender do PAN, importa ver esclarecidas várias questões, nomeadamente no que diz respeito à organização e fiscalização destes eventos, bem como ao impacto que têm na salvaguarda da biodiversidade.

 

Acresce ainda o facto de estar a decorrer um inquérito e processo judiciais para apurar responsabilidades relativamente ao caso na Torre Bela.

 

[ Esperamos que os culpados pelo massacre da Herdade da Torre Bela sejam severamente punidos, porque esta culpa não pode morrer solteira – I.A.F.].

 

O projecto de resolução do Grupo Parlamentar do PAN visa, assim:

  1. Determinar a suspensão imediata de todas as montarias previstas para o território nacional, até regulamentação deste modo de caça e garantias de capacidade de fiscalização;
  2. Proceder ao levantamento e divulgação pública de todas as zonas de caça que albergam animais cujas espécies são consideradas como “caça maior”;
  3. Proceder ao levantamento e divulgação pública de todas as explorações, incluindo agrícolas, que desenvolvem actividade cinegética através de cercos ou cercões.

Consultar a iniciativa legislativa na íntegra aqui.

 

 ***

PAN quer educação para protecção e bem-estar animal obrigatória na disciplina de cidadania

 

Está prevista a discussão no próximo dia 18 de Fevereiro (quinta-feira) uma iniciativa legislativa do Grupo Parlamentar do PAN – Pessoas Animais-Natureza – que insta o Governo a rever a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e incluir o “Bem-Estar Animal” nos domínios de carácter obrigatório em todos os ciclos de estudos do ensino básico.

 

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Não esquecer que todos os animais, sem excepção, gostam de se sentir bem, tal como nós. Eles merecem o melhor, tal como nós. Porque eles são animais, tal como nós. (Isabel A. Ferreira)

 

Presentemente este domínio é de carácter opcional e está inserido no 3º grupo da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. Com esta iniciativa, o PAN pretende também que seja desenvolvido um Referencial de Educação para o Bem-Estar Animal autónomo e independente do Referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade, dando cumprimento à Lei que proíbe o abate de animais errantes como forma de controlo da população, cuja aplicação tem sido insuficiente, nomeadamente no cumprimento do artigo que define “a integração de preocupações com o bem-estar animal no âmbito da Educação Ambiental, desde o 1.º Ciclo do Ensino Básico”.

 

Para tal, o PAN propõe que seja criado um Grupo de Trabalho que integre profissionais e cidadãos relevantes das áreas da Educação, Psicologia, Medicina Veterinária, Etologia, entre outras, assim como especialistas em bem-estar e comportamento animal, incluindo representantes de Associações de Protecção Animal, cujas conclusões devem ser apresentadas até ao final do ano escolar de 2020/2021, para que sejam implementadas com urgência.

 

Bebiana Cunha, deputada do PAN defende que «o Governo está a falhar na educação para a protecção e bem-estar animal, desde logo por considerá-la opcional. O que propomos é que este tema entre na lista de domínios que têm carácter obrigatório na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e que se criem referenciais pedagógicos específicos para esta temática, garantindo o cumprimento da legislação, uma vez que já passaram mais de quatro anos desde a aprovação deste dever do Estado. Esta omissão da parte do Governo é incompreensível face à evidência de que os maus-tratos e o abandono de animais são um flagelo em todo o país, sendo disso exemplo episódios recentes de massacres ambientais e contra os animais, como os sucedidos em Santo Tirso e na Torre Bela”.

 

Ainda no entender do PAN, “a protecção e bem-estar animal” foi desvalorizada ao ser incluída parcialmente no Referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade que, apesar de apresentar conceitos e conhecimentos de bem-estar animal, não os aborda de forma profunda nem com a especificidade que se exige para sensibilizar para os deveres dos detentores e combater o flagelo dos maus tratos e abandono. 

 

Bebiana Cunha conclui que «abordar a protecção da vida animal num contexto ambiental, de preservação das espécies ou numa perspectiva ecológica ou da zoologia não é o mesmo que educar para o fim dos maus-tratos e do abandono ou para os deveres de cuidados para com os animais. Só com Referencial autónomo, não-opcional e alargado a todo o ensino básico se poderá prevenir fenómenos de criminalidade nesta área. Para prevenir é fundamental educar. Este referencial para se tornar eficiente deve ser elaborado por uma equipa transdisciplinar e especializada em bem-estar e protecção animal».

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:05

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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2021

Quando a pandemia acabar, não queremos regressar à normalidade, nem a um novo normal, queremos regressar a um Mundo Novo…

 

… como o idealiza e reflecte a escritora e professora universitária Idalete Giga.

Ser emocionalmente racional é a palavra-chave, para o Mundo que aí vem. Esta é a mensagem.

Isabel A. Ferreira

 

Paraíso.jpg

 

«O Vírus Justiceiro, como eu lhe chamo, veio acordar o mundo e avisar a Humanidade inteira de que temos urgentemente de mudar de vida, ou seja, os nossos hábitos em todas as áreas do quotidiano. Mas não são só os nossos hábitos que terão de mudar radicalmente. É o paradigma económico, financeiro, educacional, cultural, etc. em todo o planeta que mudará para melhor.

 

Adeus capitalismo selvagem. Adeus reino da quantidade. Adeus exploração desenfreada. Adeus offshores. Adeus fabrico de armas. Adeus tráfico de seres humanos, de droga, de armas (!). Adeus prostituição. Adeus mercados bolsistas que se regulam pelo absurdo, pelo enriquecimento ilícito, pela completa IRRACIONALIDADE. Adeus mundo do ódio, das guerras absurdas que são alimentadas pelo negócio criminoso, altamente repugnante e desumano da venda de armas. Quem as vende aos países em guerra? Os EU, a China, a Rússia, a Alemanha, a Itália, a França, a Espanha, etc. , etc.. Portugal não vende, mas compra. E eu pergunto: para quê?» (Idalete Giga)

 

***

 

brain-vs-heart.jpg

 

Emoção versus banalidade

 

Ser banal

É ser vulgar

E não se emocionar

Quando passa

No caminho da vida

E apenas vê

De fugida

O chão que pisa

 

Ser banal

É ser vulgar

E não se emocionar

Com o assobiar

Do vento

O canto dos pássaros

O canto do mar

O cintilar das estrelas

A lua cheia

A beijar o oceano

Com a sua luz prateada

O sol a nascer

No fim da madrugada

Ser banal

É ser vulgar

E não se emocionar

com os campos em flor

O ouro das árvores

Os poentes de fogo

As lágrimas da chuva

 

Ser banal

É ser vulgar

E não se emocionar

Com a ternura

De um canto de embalar

 

Ser banal

É ser vulgar

 E não se emocionar

Com a profunda tristeza

No olhar

De uma criança abandonada

 

Ser banal ´

É ser vulgar

É não ter compaixão

É ter medo de amar

Tudo o que pulsa

Em constante vibração

Subindo

E convergindo

Para o Infinito. 

      

Idalete Giga

Paço de Arcos, 17/ Dezembro/2020

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:23

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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2021

Eleições presidenciais 2021: os Portugueses votaram no “mais do mesmo”, talvez por falta de alternativas inequivocamente convincentes

 

Marcelo Rebelo de Sousa continuará a ser o Presidente da República Portuguesa, eleito por 23,6% daqueles que foram votar.

 

As contas são fáceis de fazer.

 

Com um número recorde de abstenções, 60,51% (o mais elevado de sempre), os 60,7% que Marcelo obteve, nas contas finais, equivalem aos referidos 23,6% dos que se dignaram ir votar.

 

Para estas eleições estavam inscritos 10.736.096 eleitores, mas apenas 4.261.209 eleitores votaram. Retirando-se as percentagens atribuídas aos restantes candidatos, e aos votos nulos (0.94%) e brancos (1.1%,) o resultado final não é brilhante para Marcelo Rebelo de Sousa, mas foi o bastante para que se mantivesse na Presidência.

 

Mais vale ganhar por pouco, do que por nenhum.

 

Estes são os resultados oficiais, assentes no número de eleitores que foram votar: 4.261.209 eleitores:

 

RESULTADOS ELEIRORAIS.PNG

Imagem: Jornal Público

 

E estes são os resultados no universo dos 10.736.096 eleitores que estavam inscritos:

 

CAPTURE2.PNG

Imagem: Jornal Observador

 

Quem venceu e quem perdeu? O que falhou na campanha eleitoral de cada candidato?

 

Venceu aquele que 23,6% de Portugueses já conheciam, e quiseram apostar pelo seguro.

 

As opções não foram suficientemente convincentes. Vejamos:

 

Ana Gomes e Marisa Matias (a grande derrotada destas eleições, que esteve demasiado colada ao Bloco de Esquerda) eram as representantes de uma esquerda, na qual, quem é de Esquerda, não se revê.  Em vez de se focarem no que queriam fazer diferente de Marcelo Rebelo de Sousa se chegassem à presidência, ficaram-se pelos ataques impregnados de uma repulsa por André Ventura, visível até nos semblantes delas, e acabaram por lhe dar demasiado tempo de antena. Um erro crasso.  A somar a isto, usaram bastamente, a linguagem pimba do todos e todas, dos portugueses e portuguesas, do eles e las, dos aqueles e aquelas, dos cidadãos e   cidadãs, imprópria de alguém que ambiciona representar Portugal. Milhares de Portugueses Pensantes não se revêem neste tipo de linguagem demonstrativa de uma profunda ignorância da Língua Portuguesa, motivo que bastou para que não se votasse nelas. Eu ainda tentei chamá-las à razão, mas deparei-me com cérebros de pedra, e um silêncio tumular.  

 

João Ferreira foi igual a si próprio, numa campanha limpa, coerente, focando-se na mensagem que queria passar, porém, a colagem ao PCP, demasiado evidente, com a cassete do costume, não abonou nada a seu favor.

 

Tiago Mayan Gonçalves, também fez uma campanha limpa, focada também na mensagem que quis passar, tendo sido um dos vencedores destas eleições.

 

André Ventura, igual a si próprio, aproveitou o tempo de antena que as duas rivais lhe deram, e foi somando votos, perigosamente, sub-repticiamente… acabando por ser também um dos vencedores destas eleições. Agora, a esquerda que se amanhe!  Não é com insultos que se combate a ideologia de extrema-direita. Mas, sim, com ideias, não de extrema-esquerda. Com ideias que conduzam à construção de uma sociedade harmoniosa, equilibrada, onde todos caibam, sem andarem aos murros e pontapés uns aos outros.

 

Vitorino Silva, com o seu jeito genuíno, contribuiu para lançar ideias, revestidas de interessantes metáforas, mostrando um aparente desprendimento pelo Poder, que não se encontrou em mais nenhum candidato. Contudo, isto não lhe bastou.

 

Marcelo Rebelo de Sousa fez uma campanha pobre, sem ideias, deixando antever os próximos cinco anos com mais do mesmo, até porque, não sendo desprovido de inteligência, viu logo na aragem, quem ia na carruagem, e soube que não precisava de se esforçar, nem muito, nem pouco, para ter a recandidatura garantida. A disputa estava ganha (quase) desde o início, contudo, à medida que a campanha política foi avançando, mais os Portugueses iam tendo a noção de que não havia outra alternativa.  23,6%, dos que foram exercer um direito e cumprir um dever cívico, votaram nele. 60,51% nem sequer se deram ao trabalho de ir votar (salvaguardando aqui uma percentagem dos que não puderam votar, por impedimento  Covid).

 

Perante tudo isto, devemos chegar à conclusão de que alguma coisa vai mal, nesta República de Portugal do pós-25 de Abril de 1974. O tempo é, pois, de reflectir em tudo isto, porque vamos a caminho daquilo que não queremos, nem em pesadelos.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:56

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Sábado, 23 de Janeiro de 2021

Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha demarca-se do projecto do “cerco ao Castelo de Almourol”

 

No seguimento do texto aqui publicado ontem sob o título «Cerco ao Castelo de Almourol: um atentado ao Património Histórico Português» que pode ser consultado neste link:

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/cerco-ao-castelo-de-almourol-um-1023489?tc=61416469822

e depois de uma ampla divulgação e discussão gerada por este projecto, a Câmara de Vila Nova da Barquinha, na pessoa do seu Presidente, Fernando Freire, emitiu um comunicado, no qual esclarece que a proposta que o arquitecto Tomás Reis apresentou à autarquia, vai ser presente a reunião de Câmara no próximo dia 27 de Janeiro, não estando qualquer verba prevista para este avultado investimento no orçamento municipal, e que não foi pedido nenhum estudo ou projecto ao Art.º Tomás Reis, quer pelo proprietário (Exército Português), quer pelo administrador (Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha.

 

Castelo de Almourol.png

 

Respondendo ao arquitecto Tomás Reis, Fernando Freire faz uma avaliação negativa da proposta apresentada:

 

«Esta proposta, na minha avaliação subjectiva não respeita o espírito do lugar. […] O impacto ambiental que uma tal obra provocaria no ambiente e na sua envolvente, cortando os padrões de vida da fauna e flora seria razão bastante para não aceitar esta proposta. Almourol é um encantador mosaico de memórias, estórias e lendas, um monumento fértil em património cultural intangível, que marca a paisagem deste sítio ímpar em Portugal. No meu modesto entendimento, enquanto autarca, a grandeza temporal e intemporal do lugar, numa suavidade incomum em Portugal, deve ficar como está!»

 

Citando o Correio do Ribatejo:

Em resposta ao edil, o arquitecto Tomás Reis esclarece que apenas quis “lançar questões, a meu ver pertinentes, sobre a visibilidade do território e visões sobre património”.

“Imaginar, numa proposta de visualização, uma obra concluída, sem qualquer discussão, seria, também a meu ver, um exercício de ficção. Como sabemos, as intervenções no território estão, cada vez mais, sujeitas a um escrutínio maior”, acrescenta o autor.

“Num quadro de participação cívica, e também da normal cooperação entre instituições, poderiam ser colocados vários cenários – até mesmo a ausência de intervenção. É nesse sentido que a integridade do lugar pode, e deve ser respeitada”, adianta.

Numa nota final, Tomás Reis diz compreender o momento desafiante que o País atravessa e destaca que estas intervenções “na paisagem e no património podem tender para o consenso e para fortalecer o sentimento de pertença”, mas nestas condições, a apresentação do projecto “a mais entidades deixa de ser necessária”.

 

***

Porém:

O Castelo de Almourol é um ícone de Portugal. Fortaleza reconstruída por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, em 1171, é o ex-libris do Concelho de Vila Nova da Barquinha. À época da Reconquista integrava a chamada Linha do Tejo, constituindo um dos exemplos mais representativos da arquitectura militar da época, evocando simultaneamente os primórdios do reino de Portugal e a Ordem dos Templários, associação que lhe reforça a aura de mistério e romantismo.

Cercado pelas águas do rio Tejo, destaca-se num maciço granítico de uma ilhota do Tejo, entre Vila Nova da Barquinha e Praia do Ribatejo. A singular localização do Castelo torna-o um dos mais bonitos monumentos do país, tendo sido considerado Monumento Nacional em 1910. Em 2007, foi um dos 21 finalistas da eleição das 7 Maravilhas de Portugal.

 

Fonte da notícia

https://correiodoribatejo.pt/camara-de-v-n-da-barquinha-demarca-se-de-projecto-polemico-para-o-castelo-de-almourol/?unapproved=517&moderation-hash=f981bfa3937377e1f416066475a8864f#comment-517

 

***

É, pois, com grande satisfação, que me congratulo com a tomada de posição do edil de Vila Nova da Barquinha.

Bem-haja Dr. Fernando Freire!

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:22

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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2021

Cerco ao Castelo de Almourol: um atentado ao Património Histórico Português

 

Mais um.

Esperemos, no entanto, que isto não vá adiante, senhor Fernando Manuel dos Santos Freire, Presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha!

 

Haja bom senso e bom gosto.

 

Este ano, além de a cidade de Tomar assumir a presidência da rede templária europeia, comemora-se os 850 anos do Castelo de Almourol, e o “ârquitêtu” (transcrição fonética de arquiteto no topo da notícia) Tomás Reis apresentou a proposta que podemos ver na imagem, que ele explica do seguinte modo: «Um percurso, de cota variável e planta circular, que une as margens do rio Tejo. Com esta requalificação dos acessos ao castelo de Almourol, melhoram-se as condições de visita de um dos mais importantes monumentos templários de Portugal»

Por isto mesmo, por ser um dos mais importantes monumentos templários de Portugal, não deve ser, deste modo,  menoscabado.

 

Castelo de Almourol.png

 

Recordemos que o Castelo de Almourol foi mandado contruir por Gualdim Pais em 1171, e ainda mantém algumas das características originais, como a torre de menagem e o alambor, e a sofisticação da arquitectura militar da Ordem dos Templários, ainda é bem visível. É bem provável até, segundo uma investigação levada a cabo por Nuno Fonseca, que a construção seja ainda a original. Penso que o Nuno Fonseca poderá estar certo. Já visitei o Castelo algumas vezes e também me pareceu, se bem que nunca fiz nenhuma investigação a esse respeito. Mas pareceu-me, por estar bem conservado. É um ícone da construção templária. Um exemplar magnífico dessa época. Portanto, um monumento com história, num lugar privilegiado.

 

O melhor da visita a este Castelo é percorrer os caminhos agrestes que a ele conduzem.

 

Tentar cercá-lo deste modo espalhafatoso, retira-lhe todo o romantismo que se quer e se deve manter.

 

Quanto mais selvagem for a envolvência, mais preservado fica.

 

Este projecto pretende repartir a atenção do visitante: não é só o castelo que conta a história do lugar; é também a sua relação com os elementos naturais que o envolvem. O percurso mantém uma distância dos recintos muralhados, respeitando a sua integridade, e abraça o leito do rio, a vegetação ripícola e as vertentes escarpadas. A ideia é a de que ao fazer esse percurso, os visitantes tomem consciência das transformações ambientais. Assim ficará mais evidente a riqueza patrimonial, não só cultural, mas também natural, num lugar que mostra muito mais do que 850 anos de história.

 

Contudo, a estrutura do cerco ao Castelo prevalecerá sobre a ambiência que rodeia a construção com mais de 800 anos, e para a construir, muita coisa será destruída.

 

E o efeito final não poderá ser mais desastroso: um verdadeiro atentado a um património que se quer preservado na sua beleza primitiva.

 

Por isso, apelo ao Senhor Presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha que se debruce, com olhos de ver e cérebro de pensar, sobre este projecto, e chegue à conclusão de que não beneficiará a envolvência do belíssimo monumento nacional, que é o Castelo de Almourol.

 

Enviem os vossos protestos para:

geral@cm-vnbarquinha.pt

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da imagem e da notícia:

https://maisribatejo.pt/2021/01/18/arquiteto-tomas-reis-propoe-percurso-circular-a-volta-do-castelo-de-almourol/?fbclid=IwAR0Vt9dPT6XdIs1ujbUoYymn2eJdZYQRkr5uFtIrtLD3WUoAvMMNgtjlN2E

***

O Castelo de Almourol está a salvo.

Acabo de receber o seguinte texto do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha:

 

fernandosantosfreire@sapo.pt comentou o post Cerco ao Castelo de Almourol: um atentado ao Património Histórico Português às 16:54, 22/01/2021 :

Calma, cito Miguel Torga – Diário – Vols. IX a XII: “O que me vai valendo nesta penitenciária pátria é nunca perder de vista alguns recantos que nela são oásis de libertação e de esquecimento. Empoleirado no terraço desta fortaleza lírica que os Templários ergueram no meio do Tejo, debruçado sobre o abismo a deixar o rio deslizar brandamente na retina, quero lá saber se a política vai bem ou mal, se a literatura anda ou desanda, se a nau colectiva singra ou soçobra! Extasio-me, apenas. Ou melhor: numa espécie de petrificação emotiva, acabo por fazer corpo com as muralhas, e ser o próprio baluarte erguido na pequena ilha, inexpugnável a todas as agressões do real.” Então, por favor, não agridam o real ! A grandeza temporal e intemporal do lugar, numa suavidade incomum em Portugal, deve ficar como está ! Fernando Santos Freire, estando presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha

 

***


Muito, muito obrigada, Senhor Fernando Santos Freire, presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha.

Não pode imaginar o quanto todos nós, que pugnamos pela preservação do nosso património, ficamos gratos por esta postura de V. Exa..

Que o Castelo de Almourol fique então como está: ainda tão belo nos seus 85O anos de existência. 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:53

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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2021

Uma triste imagem de Portugal na Europa. Merecemos isto?

 

Há coisas que nos envergonham, até à medula.

E esta é uma delas.
E  não havia necessidade…
E depois deste escândalo todo, tudo continua igual: quem devia demitir-se, não se demitiu. Não se demitem.
As cadeiras do Poder parecem ser untadas com Super Cola. 
E isto também nos envergonha. 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:32

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