Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2019

A TROFA PRETENDE ENTRAR PARA O ROL DAS LOCALIDADES COM ATRASO CIVILIZACIONAL, DEDICANDO UMA GARRAIADA ÀS CRIANÇAS DO CONCELHO?

 

E a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens da Trofa o que tem a dizer sobre isto?

Aqui vou deixar o meu mais veemente REPÚDIO por esta iniciativa troglodita, desadequada à EDUCAÇÃO das CRIANÇAS

Enviem também os vossos protestos para:

geral@jfbougado-trofa.pt; geral@mun-trofa.pt; sergio.humberto@mun-trofa.pt

 

TROFA.png

 

Ex.mo Sr. Presidente da Junta, Luís Paulo Sousa,

Ex.mo Sr. Presidente da Câmara Municipal, Sérgio Humberto,

 

Aqui deixo o meu total REPÚDIO pela realização de uma garraiada, prática cruel e cobarde, que tortura um ser vivo indefeso e fora do seu habitat, e que terá lugar na próxima sexta-feira, num dia estranhamente DEDICADO ÀS CRIANÇAS DO CONCELHO.

 

O modo como se (des)trata os animais não-humanos e como os perspectivam denota o grau de evolução de um povo. Este tipo de práticas em nada dignifica um concelho como a Trofa, nem o Norte do país, que já se deixou dessas actividades trogloditas (exceptuando Ponte de Lima, o último reduto da barbárie, no Norte de Portugal).

 

Lamento igualmente que neste tipo de prática medievalesca se esbanje dinheiros públicos.

 

Assim sendo, e não tomando as autoridades as devidas medidas para suspender esta vergonhosa “homenagem” às crianças do Concelho, a TROFA entra para o rol das localidades que têm um atraso civilizacional considerável.

 

É isto que têm para oferecer às crianças? Pobres crianças que não têm culpa da INCULTURA e INSANIDADE dos adultos.

 

As garraiadas são coisa do passado. Quem as fazia já as repudiou. Só mesmo uma localidade atrasada as ressuscitaria. É isto que pretendem?

 

Andam por aí os desesperados tauricidas, com a moribunda tauromaquia às costas, a vender gato por lebre aos incautos, e é preciso estar ALERTA e não entrar nesse jogo mórbido.

 

Portanto, boicote-se a Trofa. Uma localidade a não visitar.

 

Esperando que a racionalidade vença (ainda se vai a tempo) envio os meus cumprimentos a Vossas Excelências,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:43

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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2018

CONSIDERAÇÕES SOBRE TOURADAS, TOUREIROS, FORCADOS E TROGLODITAS

 

ARENA VAZIA.png

E assim vai a selvajaria em Portugal: nem as moscas voam nas arenas de tortura…

Imagem: Internet

 

A propósito do documentário, glorificando as touradas, que o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa patrocina com dinheiros públicos

 

«A tauromaquia assenta numa premeditada exploração de touros e de cavalos com requintes de tortura, ou seja, com enorme sofrimento psicológico e físico (nos touros - ... , transporte, preparativos para a lide, a lide, o bandarilhar, a pega, o retirar das bandarilhas e a extrema exaustão, dor e mau estar até à violenta morte / nos cavalos - treino duro, embocadura subjugadora provocando dor e ferimentos nas gengivas, na língua, no chanfro - se com Hackamore = serrilha, dor com a barbela na mandíbula, no ventre com esporas mais ou menos cortantes, o cavalo é obrigado a suportar ansiedade e risco de ferimento e de morte perante o touro). A crueldade vergonhosa é tamanha, que a abolição é a única solução justa e só peca por tardia, quando acontecer. É lastimável que esteja legalizada, que haja quem ganhe com isso e que haja quem goste disso e que haja quem apoie isso e que sejam concedidas verbas para a apoiar.»

(Dr. Vasco Reis – Médico Veterinário)

 

A propósito de um dito de Natália Correia

 

«O homem actual está a viver uma crise de identificação masculina, com medo das mulheres e das disfunções sexuais secundárias. A violência é uma forma de descarregar a líbido: bater, em vez de amar; em vez da luta amorosa, a luta física (e eu acrescento também verbal). Os maus tratos que inflige às mulheres com quem vive, fenómeno entre nós medonho, não passa de um álibi (inconsciente) com que disfarça a sua falta de desejo por elas. Os jovens, por exemplo, rebentam coisas, carros, motos, pessoas (e eu acrescento, Touros), porque não podem rebentar hímenes».

(Psiquiatra Eduardo Luiz Cortezão in «O Botequim da Liberdade» de Fernando Dacosta)

 

Descrição fantástica e muito real dos trogloditas que vão à vaca das cordas a Ponte de Lima

 

São muito broncos, têm um ar abestalhado, vazio, rude. O olhar transmite um alheamento e uma insensibilidade enormes. Proferem insultos, numa verborreia estupidificada de quem não sabe mais o que dizer; fazem gestos obscenos e babam ao pensar no que vão ver. Parecem sub-humanos, e mesmo a uma certa distância cheiram a vinho azedo…

(Maria do Carmo Tinoco)

 

A propósito da pretensão de se construir uma arena de tortura em Samora Correia

 

Se o termo Portugal profundo se poderá adequar algures, então será nesse concelho.

Gostava que me explicassem, como é possível em pleno séc. XXI, numa europa evoluída e civilizada, os Srs. continuarem fazendo questão em investir numa prática que tem tanto de bárbara como de medieval.

Como podem sequer ter tal requinte de perversidade, mencionando com naturalidade, que um recinto dedicado à tortura implacável de animais, para regozijo de um bando de acéfalos provincianos, possa ser utilizado também para a cultura e comércio?

O atraso civilizacional deste país fica personificado nas vossas pessoas e nas vossas gentes, e nos vossos cúmplices gananciosos, sem ética nem humanidade.

É absolutamente inaceitável e desprezível que gastem recursos importantes para a educação da população e para o avanço do país, numa prática tão vergonhosa, vil e miserável.

É esta mentalidade que nos separa da Europa evoluída, da civilização. Se tivessem a mínima ideia do quão vergonhosa é a vossa actividade, cessariam os vossos postos e colocá-los-iam à disposição de alguém competente, que não nos envergonhassem a todos, de uma só vez, de sermos portugueses.

(Rui Faustino)

 

A propósito do que dizem ser "tradição" tauromáquica

 

«Num tempo em que se pugna pela igualdade de direitos entre géneros, vemos o poder político a dar a precedência a uma tradição marialva, primária e soez. A questão não reside apenas em matar o touro - esse sim! Debate-se com galhardia ante o "mais forte" que se respalda num pobre e escravizado cavalo - mas na cobardia de fazer espectáculo para colocar hordas ululantes de imbecis sanguinários a aplaudir um gládio em que é suposto ganhar "o mais forte", ou seja, o marialva narcisista que substitui a chupeta de que ainda precisa para se afirmar e sentir-se apreciado, pela bandarilha. Abjectamente narcisista! Desonrosamente primevo! Um atentado à civilidade.»

(Conceição Lopes da Silva)

 

A propósito do Referendo Académico à garraiada

 

A crueldade para com os animais integra a avaliação psicológica do comportamento anti-social... É um indicador sério de problemas emocionais e comportamentais se acontece na infância... Imagine-se então o que pode significar se persiste e acontece na adolescência e adultez. Os estudantes, os nossos estudantes, os nossos futuros dirigentes, gestores, advogados, psicólogos, pedagogos, gestores, médicos, farmacêuticos, biólogos, químicos, físicos, professores, economistas, assistentes sociais, sociólogos, engenheiros, educadores, pais e muito mais... podiam escolher dar o exemplo de tratamento digno para com os animais... dia 13 é uma excelente oportunidade de dizerem NÃO À CRUELDADE PARA COM OS ANIMAIS, impedindo que essa crueldade seja bandeira de uma festa académica que deveria ter a bandeira da bondade, da dignidade e do respeito por todos os animais... seria um passo em frente para lembrar que nesse reino dos animais também está incluída a humanidade...

(Rosário Moura Pinheiro)

 

A propósito da morte de um Touro na Moita

 

«Este touro foi a grande vítima de uma multidão de seres humanos, eles mesmos, vítimas da circunstância onde cresceram e foram bombardeados com espectáculos violentos aplaudidos, com exemplos de crueldade glorificados, com blábláblás de tradição, até com falácias pseudocientíficas, tudo autorizado, ou não, num país atrasado em conhecimento e ignorante de verdadeira cultura e com pouco sentido de ética.

 

Tudo isto "impregna" o cérebro, tanto mais intensamente quanto mais precocemente iniciado a ser badalado com a tauromania, e maior for a frequência e o "companheirismo" nos actos de provocação, agressão e violência exercidos sobre animais inocentes.

 

Por isso, crianças são levadas a assistir aos aplaudidos actos barbarescos, existem escolas de toureio, etc.. Resultado: habituação à violência; aceitação desta como coisa vulgar, espectacular, corajosa; perda de sensibilidade; educação falsa; zero de empatia. TUDO ISTO É CORROBORADO PELA NEURO CIÊNCIA !!!.

 

É difícil que nestes cérebros se faça luz sobre a cruel realidade e que a perversa paixão se esvaia e dê lugar a compaixão. Mas é sempre possível a evolução!!! Ela sucede com frequência! É sempre bem-vinda, a bem dos touros e dos cavalos e para alívio da consciência indignada de pessoas conscientes e compassivas e para o prestígio deste país de pouco brandos costumes.

 

HÁ SEMPRE SOFRIMENTO PSICOLÓGICO, EXAUSTÃO E RISCO DE FERIMENTO EM TODAS AS MANIFESTAÇÕES TAUROMÁQUICAS, NOMEADAMENTE NAS TOURADAS À CORDA E NAS LARGADAS. E OBVIAMENTE NAS TORADAS DE PRAÇA. 

 Só ignorantes ou aldrabões afirmam o contrário!!!»

 

(Dr. Vasco Reis - médico-veterinário)

***

A propósito de acharem que a tourada é “arte e cultura”

 

«Para ser arte, teria de existir o factor de elaboração, de criação, de engenho, da imaginação de um artista. A tourada consiste simplesmente em torturar um animal. Mais nada! Não é necessário ser-se artista. Basta não se ter coração. Não é uma forma de mostrar bravura, tanto que quando as coisas correm mal para o "artista", vêm logo todos afastar o touro em lugar de deixar o corpo dele colher o que plantou! Que isso é que era coragem! Não há cultura na tourada, se a há, então: onde é que numa arena cheia de sangue de um animal encurralado se vai aprender alguma coisa? Os livros ensinam, contam-nos experiências, relatam a sua época e a experiência do escritor; a música funciona da mesma forma. O que nos ensinam as touradas? Tal como há 200 anos atrás, continua a ser fechada a "cultura" dentro da arena e não vai explicar nada, não vai ensinar nada. Continua tão néscia e vazia desde que começa até que acaba, como os imbecis que a praticam ou assistem.»

(Mário Amazan)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2018

UM VÍDEO QUE CORRE MUNDO E PÕE DE RASTOS PONTE DE LIMA, ONDE SE NEGA A ÁGUA A UM SER VIVO

 

Quando o rio secar em Ponte de Lima, e a água faltar, os trogloditas, que negam a água a este bovino, terão de saciar a sede deles com a própria urina.

 

Ouçam a linguagem... que diz da baixeza moral e educacional destes energúmenos.

 

E sim, é uma vergonha para Portugal, que estas imagens andem a correr mundo.

Ponte de Lima, a vila mais antiga de Portugal, mas também a mais atrasada civilizacionalmente. A vergonha do Norte. Cheia de "gente" bronca dentro.

 

 

During the five minutes of this video (Vaca das Cordas - Ponte de Lima, Portugal), several times the bull tried to drink water from a mud puddle, but the sadists did not allow it. Someone shouted "Enough water!" - because for those sick minds, the suffering of the other means nothing as long as it gives them some pleasure.

 

(Tradução)

Durante os cinco minutos deste vídeo (Vaca das Cordas - Ponte de Lima, Portugal), várias vezes o touro tentou beber água de uma poça de lama, mas os sádicos não o permitiram. Alguém gritou "basta de água!" - porque para aquelas mentes doentias, o sofrimento do outro não significa nada, desde que lhes dê algum prazer.

 

Assinem a petição contra a Vaca das Cordas!

http://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=EN89116

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:25

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Quinta-feira, 31 de Maio de 2018

OS DE PONTE DE LIMA CONTINUAM CAVERNÍCOLAS, E NEM COM SETE FERIDOS PARA UMA VACA MANSA APRENDEM A SER GENTE CIVILIZADA…

 

Em Ponte de Lima, a vila mais medievalesca do Norte de Portugal, o Corpo de Deus continua a ser violado pelo que denominam "vaca das cordas", uma prática boçal e primitiva, que o autarca-mor local, à falta de melhor, acha que traz muitos “turistas” e engorda os negócios…

Esquece-se o autarca-mor que tudo isto só desprestigia esta vila, e coloca-a na cauda dos vilarejos mais medievalescos do país.

E o que acontece quando os legisladores desconhecem o sentido da evolução?

Acontece isto:

 

 E mais isto:

PONTE DE LIMA.jpg

 E isto é a maior demonstração do atraso de mentalidade (atraso mental) destes cavernícolas

Origem da imagem:

https://www.diariodominho.pt/2018/05/30/touro-mais-manso-numa-vaca-das-cordas-com-sete-feridos/

 

Daqui saíram sete feridos… e um morto, diz que de morte súbita... (?) (número oficial autorizado, mas podem ser muitos mais). E diz que a vaca era mansae até tinha os cornos embolados… E estes sete feridos foram bastante aplaudidos pela turba encharcada de álcool.

 

E se fossem sete mortos?

 

Se fossem sete mortos a turba subia aos píncaros, e para a próxima trariam um touro com os cornos desembolados e previamente torturado para parecer “bravo”, o qual, usando do seu direito de defender-se com valentia, da chusma cheia de vinho e cerveja, poderia, com sorte, em vez de sete, mandar o dobro ou mais, desta para melhor.

 

E a turba, já bastamente “encharcada”, daria vivas aos mortos!

 

E o autarca-mor ficaria satisfeito pelo sucesso da “festa”, e o Corpo de Deus teria sido honrado com suor, sangue e muito vinho, como manda o costume bárbaro, que de tradição nada tem, pois não dignifica nem a terra, nem o povo.

 

E é assim que se divertem os broncos, em Ponte de Lima, em pleno século XXI D.C.

 

E estas imagens correrão mundo, para vergonha de Portugal, mas não para vergonha de quem não tem vergonha na cara.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:19

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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017

AUTÁRQUICAS 2017

 

A Democracia só funciona em pleno, num país em que o povo é maioritariamente instruído, esclarecido e imbuído de espírito crítico.

Não sendo assim, a democracia será uma democracia manca.

E obviamente que é essa democracia manca que predomina em Portugal.

 

PAN4.png

 

Os órgãos de comunicação social mais visíveis (as televisões) atulharam-nos com os resultados de Lisboa (cujo candidato PS perdeu a maioria); do Porto (cujo candidato independente ganhou a maioria); de Oeiras (a maior demonstração da falta de espírito crítico do povo); e Coimbra (cujo candidato PS ganhou sem maioria).

 

Depois era só falar da vitória do PS, com os melhores resultados de sempre; da derrota do PSD, a nível nacional; no bom resultado do CSD/PP em Lisboa; da perda de mandatos da CDU para o PS; do Bloco de Esquerda que consegue um deputado para a CM de Lisboa e mais alguns, por aí… mas não consegue a Câmara de Salvaterra de Magos, e ainda bem, pois assim temos menos uma aficionada de touradas (sem que o BE, que se diz anti-tourada, se importasse com isso) no poder; dos independentes que se destacaram nestas eleições; e do PAN? Ninguém dizia nada. Era como se não existisse.

 

No entanto, pela primeira vez, o PAN quintuplicou os seus resultados, conseguindo 26 deputados municipais e uma freguesia, tendo chegado a ficar acima do CDS/PP em vários concelhos, mas para sabermos disto, tivemos de andar a procurar informação.

 

E isto é muito significativo. Significa que a mosca continua a incomodar o elefante. E o elefante não gosta. E como não gosta passa a palavra: é proibido falar no PAN ::: Pessoas-Animais-Natureza nas televisões. E as televisões obedecem... servilmente...

 

Bem… safou-se Cascais, que rejeitou a aficionada de touradas do Partido Socialista, Gabriela Canavilhas;

 

Safou-se a Golegã, do candidato PSD, grosseirão e também aficionado assumido da selvajaria tauromáquica;

 

Em Viana do Castelo um candidato tauricida levou um grande banho de água gelada;

 

Em Ponte de Lima foi mais do mesmo, nem eram necessárias eleições, CDS/PP levou a melhor, mas não haverá mal que sempre dure…

 

Nos restantes municípios, onde o atraso civilizacional é evidente, onde ainda existe a ultrapassada prática medievalesca da diversão assente no sofrimento animal, a saber: Lisboa, Albufeira, Moita, Seixal, Vila Franca de Xira, Póvoa de Varzim, Montijo, Leiria, enfim, nestes lugares obscurantistas o PAN será a mosca que incomodará os elefantes.

 

A abstenção foi enorme, 45,5%; os votos nulos, 1,9%, e os brancos 2,6, e isto tudo somado dá 50%.

 

Assim sendo, metade dos eleitores portugueses não disse de sua justiça. Azar o deles. Agora não têm autoridade nenhuma para protestarem sobre o rumo que o país vai levar, se esse rumo não lhes agradar. Terão de aceitar servilmente o que lhes impingirem.

 

Sei que as leis estão feitas assim. Mas fazendo bem as contas, somando e tirando percentagens dos 50% que votaram, é tudo tão insignificante…!

 

Resumindo: num país em que o povo é maioritariamente desinstruído (temos a mais alta taxa de analfabetismo da União Europeia), é desiluminado e não tem o mínimo espírito crítico, para saber distinguir o trigo do joio, e não acreditar nos mentirosos, ainda não é desta que o nosso país dará um passo em direcção à evolução.

 

Continuará mais ou menos tudo na mesma, com tendência para piorar, uma vez que PS, PSD, CDS/PP  e CDU tirando um ou outro detalhe, tocam sambinhas de uma nota só. 

 

Contudo, espero com muita fé e esperança que eu esteja redondamente enganada.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:23

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Sábado, 2 de Setembro de 2017

PODEMOS CONFIAR NA IGAC (INSPECÇÃO-GERAL DAS ACTIVIDADES CULTURAIS) DE PONTE DE LIMA?

 

No que me diz respeito, não confio em nenhuma autoridade, em nenhuns inspectores e directores, disto e mais daquilo, não confio nos governantes, nem na justiça, nem nos políticos, nem na política, nem em coisa nenhuma que se refira a estas áreas…

 

É triste, quando assim é. Fazemos denúncias graves de atropelos à lei, à ordem e à racionalidade, e, ou recebemos respostas chapa 5, de que tudo está bem, tudo vai bem, ou um silencio agressivo, que grita que tudo vai mal no reino de Portugal.

 

Analisemos esta situação:

 

PL.png

 

Neste cartaz, que anuncia uma tourada em Ponte de Lima, não se vê, no rodapé, porque as letrinhas são demasiado pequenas, o que se conseguiu ampliar e está marcado a vermelho.

 

Quem dirige esta tourada é um delegado da IGAC.

 

Da Inspecção-Geral das Actividades Culturais??????

 

Essa mesmo.

 

Depois, diz-se que o “espectáculo”, ou seja, o evento selvático, está INTERDITO a menores de 3 anos.

 

Depois, vem uma nota a dizer que as classificações etárias são um mero ACONSELHAMENTO, porque um adulto que queira levar crianças de qualquer idade para dentro do antro, pode entrar, independentemente de saber que este tipo de actividade selvática, a que chamam “espectáculo”, conforme também se indica nesta nota de rodapé, pode ferir a susceptibilidade dos espectadores.

 

Ora se tal “coisa” pode ferir a susceptibilidade dos espectadores adultos, não ferirá com muita mais facilidade a candura própria da infância? De crianças que são OBRIGADAS a assistir a esta VIOLÊNCIA, ao vivo e a cores, nem que seja à bofetada?

 

Onde está a coerência disto tudo? Onde se vislumbra um pingo de racionalidade nisto tudo?

 

O que pretende a IGAC ou a Protecção de Crianças?

 

Fazer de conta que são autoridades?

 

Mais vale acabar com estes organismos-fantasmas, que só servem para esbanjar dinheiros públicos, porque, de resto, não servem para absolutamente nada.

 

Pobres crianças, nascidas nestes antros de crueldade, de violência, de brutalidade! Que não têm outra opção senão acompanharem, à força, os progenitores (nem posso chamar-lhes Pais, porque os Pais querem o melhor dos mundos para os filhos) que não os protegem desta violência, desta crueldade, desta brutalidade.

 

Se perguntarem às crianças se elas gostam de ver os animais sofrerem, elas gritarão um grande NÃO!!!!

 

As crianças não são estúpidas. As crianças, que vivem neste meio da selvajaria tauromáquica, são infelizes. Educam-nas, para serem os sádicos do futuro.

 

E isto é um crime de lesa-infância.

 

Adianta alguma coisa denunciar isto às autoridades?????

 

A resposta também é um grande NÃO!!!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:41

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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

FESTAS EM HONRA DE SANTOS DESACREDITAM A IGREJA CATÓLICA E A HUMANIDADE

 

É inconcebível que a igreja católica portuguesa seja cúmplice de tanta barbárie para celebrar os seus Santos!

 

Não é desse modo que angariam “crentes” para sustentarem as paróquias. Cada vez mais, os que nasceram católicos afastam-se da Igreja, por não se reverem nestes rituais bárbaros, medievalescos, grotescos, cruéis, violentos, nada condizentes com os ensinamentos de Jesus Cristo.

 

Repudio a hipocrisia dessa igreja que não segue os preceitos cristãos.

 

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Os da Barosa chamam-lhe FESTA RELIGIOSA… em honra de São Mateus, e sacrificam garraios.

 

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Em Seia, mata-se um galo à paulada, nas festas consagradas a Deus…

 

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 Na Ilha Terceira (Açores) praticam-se barbaridades em honra de São João

 

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 Em São João da Pesqueira sacrificam-se Touros em nome de Nossa Senhora do Monte

 

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 Em Ponte de Lima o Corpo de Deus é celebrado com a abominável “vaca das cordas”…

 

Bem… isto é apenas uma amostra da monstruosidade que a igreja católica portuguesa consente em nome de Santos católicos, como se os Santos católicos alguma vez aplaudissem a tortura de uma ser vivo, que também é de Deus.

 

O decreto de proibição das touradas mais antigo de que se tem conhecimento é a bula do Papa Pio V, “De Salute Gregis Dominici”, datada de 1 de Novembro de 1567, mas ainda em vigor, e que dizia o seguinte:

 

«(…) Nós, considerando que estes espectáculos que incluem touros e feras no circo ou na praça pública não têm nada a ver com a piedade e a caridade cristã, e querendo abolir estes vergonhosos e sangrentos espectáculos, não de homens, mas do demónio, e tendo em conta a salvação das almas, na medida das nossas possibilidades, com a ajuda de Deus, proibimos terminantemente por esta nossa constituição (…) a celebração destes espectáculos (…)».

 

Tanto quanto sabemos, esta bula só foi acatada em Itália.

 

Isto foi o que disse o Papa Pio V, mas não é o que a Igreja segue. E a Igreja não seguindo, cala-se, num consentimento que, de tão silencioso, nos agride, como se gritasse: DOU-VOS A LIBERDADE DE SEREM IMPIEDOSOS PARA COM OS ANIMAIS!

 

A tortura de Touros e Cavalos tem-se realizado sob a égide de uma igreja que não respeita minimamente os preceitos de Deus.

 

A ideia de que o Touro era um ser diabólico, e como tal devia ser torturado, pertence a mitos antigos, quando imperava uma ignorância da mais profunda, e queimavam-se bruxas…

 

Hoje sabemos que o Touro é apenas um bovino, e as bruxas não existem. Em pleno século XXI da era cristã, já não se justifica queimar bruxas e torturar Touros para exorcizar demónios, que, a existirem, estão personificados nos carrascos das criaturas de Deus.

 

Está mais do que na hora de enterrar esta mentalidade medievalesca e dar o salto para o século XXI da era cristã.

 

Isabel A. Ferreira

 

Sugiro a leitura deste texto onde se aborda este tema mais esmiuçadamente.

A IGREJA CATÓLICA E A TOURADA

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/201627.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:32

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Sexta-feira, 14 de Outubro de 2016

AÇORES, TERCEIRA E TOUROS À CORDA

 

Um texto DI...VI...NO... 

Uma realidade triste e boçal, do nosso triste e boçal país... muito bem observada...

 

Vale a pena ler. 

 

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Texto de Teresa Botelho

 

Eis o maior divertimento, digno da região com o menor grau de escolaridade do país, (último senso do INE) e que é a marca da ignorância e selvajaria a que alguns chamam "cultura e tradição"!

 

Correr à frente de um animal em stress e num grau de esgotamento que o faz cair e ferir-se, entre os aplausos de uma multidão cujos interesses verdadeiramente culturais se resumem a zero, é sem sombra de dúvidas a vergonha de um pobre país subdesenvolvido, para quem a educação não tem sido prioridade nem interesse.

 

Se o desejo de mostrar aos turistas, como se diverte um povo, quem vem de fora e por acidente assiste a isto, não se surpreenderá muito pela performance do touro, mas sim pela imagem degradante da plateia obesa, do mulherio desleixado e mal amado, das crianças pequenas penduradas nos muros e cujo abandono escolar é o pão nosso de cada dia, da estúpida alegria dos pés rapados que se exibem em trejeitos imitando coragem, dos ventres oscilantes e avantajados pelo excesso de bebida e da miséria que se repercute na mais baixa esperança de vida desta terra europeia, cujo progresso parou no tempo e no dia a dia à toa dos seus habitantes e onde a taxa de suicídios entre os jovens é das mais altas do país, o que reflecte uma insularidade amorfa e sem horizontes à vista.

 

Estas "proezas" com touros à corda, são apreciadas nas zonas menos alfabetizadas e esquecidas, também no continente, como por exemplo em Ponte de Lima.

 

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O divertimento desses seres que na presença de um animal indefeso e desorientado, se transformam em trogloditas, embora fortemente contestado pelos conterrâneos mais informados e evoluídos, não encontra o devido eco junto dos poderes locais, a quem estes festejos convêm e até financiam, para que a maioria dos seus brutalizados munícipes, tenham o seu escape de violência gratuita e não a devida lucidez de os contestem nas eleições.

 

Com rios de álcool e comerciantes contentes, vão-se encontrando Santos para dar o nome a "tradições", ressuscitadas das épocas mais remotas do obscurantismo, com padres exímios na manipulação da ignorância dos seus "rebanhos" iletrados, mas sempre alinhados ao poder, no doentio saudosismo da Inquisição, do Estado Novo e da caça às bruxas.

 

Assim se vê um país, lá do alto da pirâmide da verdadeira cultura e assim se marcha, na falência de princípios, de valores e deveres para que a todos sejam dadas as mesmas oportunidades, a educação e a cultura a que têm direito e a vida que merecem, mas que pacificamente ainda ignoram...  

 

Fonte Blogue Retalhos de Outono

https://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2016/10/acores-terceira-e-touros-corda.html?showComment=1476455629495#c1150832912222114532

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:08

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Quinta-feira, 21 de Julho de 2016

NA PÓVOA DE VARZIM: TOURADA E CIRCO COM ANIMAIS SELVAGENS A “ESTREAR” AMANHÃ

 

Para quem disse há pouco tempo (o próprio presidente da Câmara Municipal, Aires Pereira) que a Póvoa de Varzim iria ter uma outra postura para com os animais, isto deixa muito a desejar… O que seria se não tivesse… Isto dito antes de um campeonato de tiro aos Pombos…

 

É um fartote de maus-tratos a animais de várias espécies, na Póvoa de Varzim. Só no circo do Cardinali são Cavalos, são Leões, são Elefantes (estes até andaram a tomar banho no rio, em Ponte de Lima…)

 

CIRCO E TOURADA.png

 

E A RTP CONTINUA MEDÍOCRE, PEQUENA E CRUENTA

 

e vai transmitir em directo a tortura de belíssimos, inocentes, inofensivos, sencientes e indefesos Touros, tudo em nome do sadismo e dos €€€€€€€€€€€€€€€€€ que se embolsa…

 

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ENTRETANTO ...ESTÁ PROGRAMA UMA MANIFESTAÇÃO PARA AMANHÃ EM DEFESA DOS QUE NÃO TÊM VOZ PARA GRITAREM O SEU SOFRIMENTO

 

PÓVOA.jpg

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:05

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Terça-feira, 31 de Maio de 2016

SABIAM QUE IR A PONTE DE LIMA VER A “VACA DAS CORDAS” É COMO IR A FÁTIMA NO 13 DE MAIO?

 

Eu também não sabia, mas é o que diz um tal Nuno, num comentário que fez ao texto que escrevi sobre esta matéria.

 

E já viram uma vaca a comer uma pessoa, num momento de aflição?

Eu também nunca vi, mas o Nuno diz que sim.

 

Fiquei entre o rir e o chorar.

 

Mas é isto mesmo que os autarcas limianos, de mãos dadas com a igreja católica, passam a um povo já de si bastante rude, e que as autoridades fazem questão de manter ainda mais rude, para daí poderem tirar dividendos a abeirar o macabro.

 

181009_252434238191225_185961950_n[1] xpto.jpg

 

Eis o comentário:

Comentário no post HOJE É DIA DE PONTE DE LIMA MOSTRAR AO MUNDO O SEU ATRASO CIVILIZACIONAL COM A “VACA DAS CORDAS”

 

Acho uma falta de respeito tanto pela crônica como pelos comentários. Uma tradição é e será sempre uma tradição. É como ir a Fátima no 13 de Maio. E já que falam de coitadinhos dos animais, vocês comem o que? Bifes do supermercado? Então é isso vem de onde da prateleira? É lá que cresce? Acordem, porque se os animais tiverem aflitos é que nos comem a nós. Querem criticar critiquem, mas venham ver e sentir com o povo primeiro.

 

Nuno a 26 de Maio 2016, 23:14

 

(Um comentário sem comentário)

 

***

A propósito da triste e inqualificável prática medieval que, anualmente, acontece em Ponte de Lima

 

José Costa, natural de Viana do Castelo, publicou na sua página do Facebook um pequeno painel cerâmico criado e executado por uma turma do 2º Ciclo, em aulas de E.V.T. (Educação Visual e Tecnológica) de uma Escola pública, onde (sabe ele, e sabemos todos nós), há Educação para a Cidadania e valores.

 

Sobre este painel, como em qualquer outra unidade de trabalho, houve uma pesquisa feita pelos ditos alunos, conversa na aula sobre o tema e depois cada um, criou o seu desenho, ao fim foi eleito um deles e realizado em cerâmica por quatro alunas também eleitas para o efeito. Há doze anos, a Escola, conserva-o louvavelmente, em uma das suas paredes.

 

PAINEL.jpg

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10209347743792618&set=a.2134556285511.277242.1294192848&type=3&theater

 

Este painel diz o seguinte:

 

A SOCIEDADE QUE SE DIVERTE COM O SOFRIMENTO NÃO É CIVILIZADA.

 

Não é.

 

E os limianos adultos, responsáveis pelo terrível sofrimento em que mantém um bovino, durante dois dias, para ser torturado nas ruas, e depois morto cruelmente para ser comido, que exemplo de CIVISMO e VALORES HUMANOS dão às crianças?

 

***

FOI ISTO A “VACA DAS CORDAS” EM PONTE DE LIMA EM PLENO ANO DE 2016 DA ERA CRISTÃ

 

 

Repare-se na extrema crueldade que é arrastar um ser SENCIENTE pelas ruas, com uma turba a gritar histericamente.

 

O que se vê neste vídeo é a maior prova do atraso civilizacional em que vive mergulhada a velha vila de Ponte de Lima, cujos autarcas apoiam este costume primitivo e cruel, apenas por motivos €€conómico€€.

 

E assim se mantém um povinho inculto e bronco, com o apoio da igreja católica portuguesa, porque o objectivo desta crueldade é CELEBRAR o dia do CORPO DE DEUS.

 

Depois não gostam que se chame a esta turba ébria de INCULTA, e se culpem os autarcas e igreja católica da preservação desta incultura e mau exemplo para as crianças.

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:37

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