Quinta-feira, 14 de Agosto de 2025
Como é possível o governo português não tomar qualquer medida eficaz e definitiva contra este crime ambiental, perpetrado ano após ano, (e 2025 foi dos piores), nas barbas das autoridades, sem tomar medidas concretas, que possam dissuadir os incendiários de cometer tal crime? Ficam-se por penas de pintassilgos, quando deviam ir para a cadeia os 25 anos (escassos) atribuídos a crimes graves. Atear fogo a florestas, matando animais e, por vezes, pessoas (estou a lembrar-me do fatídico ano de 2017, mais de cem pessoas mortas) e queimando casas e os bens das pessoas atingidas por esses fogos postos a mando de negociantes não será um crime gravíssimo?
É bem verdade que há muito mato seco que não foi cortado. A floresta não foi limpa. Ainda se houvesse guardas florestais, cantoneiros, profissões que já não existem e fazem falta. Vigilância. Fiscalização. E pena máxima de 25 anos para os incendiários e seus mandantes, talvez houvesse esperança...
O Norte de Portugal está NEGRO, e milhares de animais foram mortos. E casas, culturas agrícolas, pomares, hortas, pastos, tudo, tudo queimado. E os governantes a banhos!!!!
Talvez os governantes acordassem para esta desgraça, se algum dia estivessem na situação de atingidos pelos criminosos fogos postos! A falta de empatia pela desgraça do povo, por parte de quem nos governa é algo que me incomoda, como cidadã portuguesa.
Isabel A. Ferreira

Incêndio de Arouca, em 29 de Julho de 2025/ Foto: ESTELA SILVA
José Gomes Ferreira dá série de soluções para acabar com os fogos
José Gomes Ferreira, director-adjunto de Informação da SIC, acredita que há uma “indústria dos incêndios”, que colapsaria se não existissem incêndios todos os anos. «As evidências estão aos olhos de toda a gente», diz o jornalista, que dá exemplos do que pode ser feito para contrariar o problema.
Como em todos os Verões, os incêndios estão a atingir várias regiões do país, sobretudo no Norte. Em 11 dias, a Polícia Judiciária (PJ) deteve 10 pessoas suspeitas de fogo posto, a principal causa das ignições. Mas, afinal, a quem é que interessa os incêndios em Portugal?
«Interessam a muita gente. Como eu costumo dizer, os incêndios rurais em Portugal dão de comer a muita gente», responde José Gomes Ferreira.
«Não vou acusar nenhuma pessoa, empresa ou sector em concreto. Mas se não houvesse incêndios num ano, o que é que acontecia no mercado de aluguer de aviões de combate, de helicópteros, de venda de veículos de combate, de adaptação e reparação de veículos, das empresas de mangueiras, fatos e outros materiais? Se não existirem incêndios, não há mercado para estes negócios», diz o jornalista.
José Gomes Ferreira revela ainda que falou com um “alto responsável da Protecção Civil, que já não está em funções”, que admitiu a relação entre os incêndios e o comércio de madeira para aglomerados.
«Muita madeira que foi queimada dá para cortar a preço zero e os proprietários até pagam para libertar o terreno. O valor económico da matéria prima é praticamente zero e o valor final do produto é igual.O valor económico da matéria prima é praticamente zero e o valor final do produto é igual»,explicou, antes de propor uma série de medidas que, na sua opinião, poderiam ajudar a combater os incêndios, nomeadamente quando têm intervenção humana.
O que pode ser feito?
José Gomes Ferreira propõe um modelo de incentivos «contrário ao que existe hoje», que «não esteja do lado da ocorrência do fogo, mas do lado dos proprietários que querem manter a floresta verde».
«A sociedade devia pagar, através de estruturas do Estado, subsídios a quem mantém a floresta verde. Não é impossível. Pode ser com créditos de carbono que se estendam aos pequenos proprietários», frisa o jornalista, que dá outros exemplos.
«O Estado devia assumir, através da Força Área, a maior parte dos meios de combate aos incêndios. Os privados não deviam dominar completamente esse mercado (…) Militares do exército deviam fazer campanhas de três meses no meio da floresta, para aumentar a fiscalização», diz José Gomes Ferreira, que também defende o aumento das penas para os incendiários.
Fonte: https://sicnoticias.pt/especiais/incendios-em-portugal/2025-08-13-video-os-incendios-em-portugal-interessam-e-dao-de-comer-a-muita-gente-3b4a66ae
Nota: texto corrigido automaticamente para a ortografia de 1945, em vigor, de jure, em Portugal.
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2024
A falta que a Cultura Culta faz!

Estou para aqui a pensar que os Defensores dos Direitos dos Animais Não-Humanos são uma ilha rodeada de idiotas por todos os lados.
E o pior, é que esses IDIOTAS podem e mandam (não com o meu aval, evidentemente) e fazem o que bem entendem.
E como já me disse um agente da Polícia Judiciária (reformado) meu amigo: eles (os que podem e mandam) não têm capacidade para resolver o problema dos animais humanos, como haverão de a ter para resolver o problema dos animais não-humanos?
Estes não votam, não gritam, não atacam (porque estão confinados a cercas de arame farpado ou a currais); não saem às ruas; não invadem as escadarias da Assembleia da República; são considerados "coisas" sem qualquer importância, por isso, esmagam-nos a eles e a nós, que temos tanta consciência e alma como esses infelizes seres não-humanos, que de idiotas nada têm, até porque a idiotice é uma particularidade exclusivamente humana.
Mas o facto de NÃO SER IDIOTA não traz vantagem, num mundo onde SER IDIOTA faz parte da normalidade decretada pela “lei” do animal humano irracional, estabelecido no poder.
«O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo» dizia Émile Zola, um aclamado escritor francês, «considerado o criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista além de uma importante figura libertária da França. Foi presumivelmente assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J'accuse, em que acusa os responsáveis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi vítima».
O destino dos grandes Homens é traçado nas estrelas, e ficam a brilhar no mundo, eternamente.
O destino dos outros, dos medíocres, dos que podem e mandam mas nada fazem de útil em prol de uma humanidade mais justa para com todo os seres vivos, é forjado nos buracos negros, e evaporam-se no mundo, como fumo de uma fogueira demolidora que ditosamente se extingue.
E destes últimos, ficará apenas o epitáfio dos fracos: «Passaram pelo mundo como implacáveis exterminadores, não deixando pedra sobre pedra para glória futura».
Isabel A. Ferreira
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Terça-feira, 10 de Maio de 2022
"Festas" de Samora Correia? Quais "festas"? Barbárie não é sinónimo de festa. FESTA é alegria, NÃO é tortura de seres vivos, facadas, tiros, bebedeiras, MORTE.
É isto que o Partido Socialista, que agora é dono e senhor de todas as coisas visíveis e invisíveis, quer para este nosso país ainda tão terceiro-mundista?
Não será altura de dar um novo RUMO a Portugal e pô-lo nos carris dos países civilizados da Europa? Ou preferem servir os lobbies trogloditas, para que continuemos a ser culturalmente pobres e podres, na cauda da Europa?

Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=3307626049473897&set=a.1871471499756033
***
«A Polícia Judiciária está a investigar os desacatos ocorridos na madrugada de sexta-feira para sábado, numa das largadas de touros da semana taurina de Samora Correia, que envolveu o uso de pelo menos uma arma de fogo e uma arma branca.
Segundo foi possível apurar, a situação de maior gravidade terá ocorrido pouco depois das 3h00 da manhã de sábado, dia 7, quando dois homens, um com cerca de 25 e outro com cerca de 50 anos, foram atingidos a tiro em pleno Largo do Calvário, a zona central das festas.
Ainda nessa madrugada, por volta das 4h00, um jovem, com cerca de 20 anos, foi agredido com arma branca, tendo sofrido vários cortes no corpo e sido assistido no local pelos bombeiros de Samora e, tal como os dois feridos anteriores, transportadas ao Hospital de Vila Franca de Xira com acompanhamento da GNR.
As autoridades suspeitam que os desacatos terão tido origem num ajuste de contas entre grupos rivais da zona de Vila Franca de Xira.»
Fonte:
https://www.rederegional.com/sociedades/35218-pj-investiga-tiros-e-facadas-nas-festas-de-samora?fbclid=IwAR0IfqevWpfI9KKS7e3dmIfJKX87zlh6LIWgrFT4pg4rqRs3JMVFfhP0Zig
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Torturar bovinos para cadeiras vazias é coisa de mentes deformadas!
Quem estiver interessado em dar uma volta pelo mundo da tauromaquia, que está em franca decadência, por favor, consulte este link:
https://www.facebook.com/antitouradas
Isabel A. Ferreira
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2021
«O Ministério Público (MP) pediu hoje a condenação dos três inspectores do SEF acusados da morte de um passageiro ucraniano a penas de prisão entre oito e 16 anos pelo crime de ofensas corporais graves, agravada pelo resultado (morte).»
Mais uma vergonhosa e grave falha da (in)justiça portuguesa. Mais uma, infelizmente, entre tantas. E isto depois de se ter decidido que os actos de corrupção atribuídos a José Sócrates, não são crimes, e se são crimes, prescreveram.
Neste caso, de Ihor, o resultado da autopsia foi desvalorizado: «O médico legista diz que, perante o que observou, "não tem dúvidas" sobre a morte do ucraniano: Ihor morreu por asfixia lenta devido às fracturas e à posição em que estava (de barriga para baixo e algemado com as mãos atrás das costas) durante mais de oito horas. O médico revelou em tribunal que, pela observação do cadáver, sentiu que "algo se passava". De imediato, alertou a Polícia Judiciária. "Não se coadunava com aquilo que era referido, que tinha morrido de causa natural", explicou. Ortopedista admitiu ainda que se Ihor tivesse sido tratado, em relação às fracturas nas costelas, teria sobrevivido.»
Ofensa à integridade física e mental estão os tribunais a cometer contra o Povo Português, de um modo completamente IMORAL. É que estas injustiças mexem-nos com o físico e com a mente.
E não existe ninguém com suficiente VERGONHA NA CARA para pôr fim a estes descalabros?
Que triste País é o País onde não há Justiça, algo próprio de países com regimes ditatoriais.
Isabel A. Ferreira

Ihor Homeniuk
Ler notícia neste link:
https://sicnoticias.pt/pais/2021-04-12-Morte-de-Ihor-Homeniuk.-Ministerio-Publico-deixa-cair-acusacao-de-homicidio-qualificado-3bbea9e7
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Sexta-feira, 2 de Março de 2018
E o pior, é que esses idiotas podem e mandam (não com o meu aval, obviamente) e fazem o que bem entendem.

E como já me disse um agente da Polícia Judiciária (reformado), meu amigo: eles (os que podem e mandam) não têm capacidade para resolver o problema dos animais humanos, como haverão de a ter para resolver o problema dos animais não-humanos?
Estes não votam, não gritam, não atacam (porque estão confinados a cercas de arame farpado ou a currais); não saem às ruas; não invadem as escadarias da Assembleia da República; ainda são considerados "coisas" (apesar de a lei dizer o contrário) sem qualquer importância, por isso, esmagam-nos a eles e a nós, que temos tanta consciência e alma como esses infelizes seres não-humanos, que de idiotas nada têm, porque a idiotice é uma particularidade exclusivamente humana.
Mas o facto de não ser idiota não traz vantagem, num mundo onde ser idiota faz parte da normalidade decretada pela “lei” do animal humano irracional, estabelecido no poder.
«O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo» dizia Émile Zola, um aclamado escritor francês, «considerado o criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista além de uma importante figura libertária da França. Foi presumivelmente assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J'accuse, em que acusa os responsáveis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi vítima».
O destino dos grandes Homens é traçado nas estrelas, e ficam a brilhar no mundo, eternamente.
Os visionários, esses, que verdadeiramente fazem avançar o mundo, sempre atraíram a inveja dos mesquinhos.
O destino dos outros, dos medíocres, dos que podem e mandam, mas nada fazem de útil em prol de uma Humanidade mais justa para com todos os seres vivos, é forjado nos buracos negros, e evaporam-se no mundo, como fumo de uma fogueira demolidora, que ditosamente se extingue.
E destes últimos, ficará apenas o epitáfio dos fracos: «Passaram pelo mundo como implacáveis exterminadores, não deixando dos seus actos, pedra sobre pedra, para glória futura.»
Isabel A. Ferreira
Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
… é a história chapa 5 dos aficionados de selvajaria tauromáquica. Obviamente cobardes.
Faço esta denúncia publicamente, para que corra mundo (e já são 151 os países de todos os continentes aonde chega este Blogue) e se saiba que em Portugal isto acontece, com o aval das autoridades portuguesas, que teimam em apoiar o miserabilismo moral e cultural gerado pela cruel e violenta prática da tauromaquia.
Esta história vai ao cuidado do primeiro-ministro de Portugal, dos partidos políticos com assento na Assembleia da República, da Procuradoria-Geral da República, e do senhor Presidente da República.
É que este bullying cibernético acontece frequentemente, e nós, que defendemos a Vida Animal (humana e não-humana), a Ética, a Cultura Culta, a Civilização, a Evolução de Portugal, e combatemos o obscurantismo e a ignorância, não somos os Touros que esta espécie de gente está habituada a atacar e a torturar, para gáudio dos sádicos. Não somos obrigados a aturar esta gente, que não pode ficar impune.

Esta história começou com a publicação deste texto:
Tauromaquia: se a ignorância matasse o fadista José da Câmara estaria morto e enterrado…
A propósito disto, alguém muito incomodado, que vive lá para as bandas do Alentejo, forjou um perfil de Facebook falso, com o nome de ZÉ DA BURRA, e enviou-me uma mensagem privada, com ameaças e “mimos” próprios de cobardes aficionados de selvajaria tauromáquica. Nada a que já não esteja habituada. Desta vez coloquei uma bolinha no palavrão, para não parecer muito mal, uma vez que isto está em formato de imagem.
Então, aceitei a mensagem, só para enviar ao ZÉ, que será da Burra, e ele lá saberá porquê) o seguinte recado: «Aceitei esta mensagem só para lhe dizer que é bastante fácil chegar ao Zé da Burra, que não será bem da Burra, mas da Cela.
Estas ameaças estão a caminho da Polícia Judiciária. Tem a noção do crime que cometeu, não tem? Um crime que tornarei público».
Escusado será dizer que mal eu enviei esta mensagem, o Zé da Burra eliminou o perfil, não sem antes deixar mais um palavrão, desta vez em inglês (fuck you…) à moda dos grosseirões dos filmes americanos.
São assim os aficionados de selvajaria tauromáquica, de “fabrico” parlamentar. Uns grandes cobardes. Não são HOMENS para enfrentar um TOURO inteiro, de frente… nem para enfrentar uma mulher.
O Zé da Burra eliminou o perfil, mas deixou o traseiro de fora…
Sei que não sou a única a receber este tipo de ameaças, enxovalhos e grosserias. Já as recebi de deputadosda Nação. Esta é a linguagem típica dos aficionados, sejam doutores, engenheiros ou simples guardadores de vacas. Estas situações devem ser denunciadas publicamente. Quem recebe este tipo de ameaças tem de reagir, denunciar e apresentar queixa.
São todos muito “valentes” a ameaçar mulheres atrás de um ecrã de computador. Mas quando confrontados, cara a cara, tremem de medo. Como já aconteceu comigo. Típico dos cobardes.
Comportam-se com as mulheres do mesmo modo que se comportam com os touros. São a coisa mais cobarde que existe. Quando pensamos que já não há mais nada para ver neste mundinho medievalesco da tauromaquia, eis que aparece um Zé da Burra ou da Cela para nos mostrar que ainda não vimos tudo. A escala ainda está mais abaixo do que o que podemos imaginar. Os homens das cavernas eram muito mais civilizados do que esta espécie pré-humana. Os homens pré-históricos não tinham esta crueldade, esta maldade entranhada na pele. Viviam para sobreviver, e não andavam a torturar animais, para se divertirem. Tinham, respeito pela Vida e pela Natureza, dois valores preciosos naquela e em todas as épocas. Até os animais não-humanos têm essa percepção. Mudei de ideias quanto ao primitivismo dos homens das cavernas, quando comecei a entrar no mundinho tauromáquico. Chamar Neanthertais aos aficionados de tauromaquia é INSULTAR o homem primitivo, que era moralmente muito mais superior do que estes trogloditas desumanos.
Excelentíssimas autoridades, não têm a percepção de que já BASTA disto? Está na hora de Portugal evoluir.
Manter uma franja populacional, ainda que minoritária, neste nível tão baixo, tão reles, tão incivilizado, não dá prestígio alguma a Portugal e às suas autoridades.
Basta de fabricar Zés da Burra.
Isabel A. Ferreira
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Sexta-feira, 3 de Março de 2017

Os DEFENSORES DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS são uma ilha rodeada de idiotas por todos os lados.
E o pior, é que esses IDIOTAS podem e mandam (não com o meu aval, obviamente) e fazem o que bem entendem.
E como já me disse um agente da Polícia Judiciária (reformado) meu amigo: «Eles (os que podem e mandam) não têm capacidade para resolver o problema dos animais humanos, como haverão de a ter para resolver o problema dos animais não humanos?»
Estes não votam, não gritam, não atacam (porque estão confinados a cercas de arame farpado ou a currais); não saem às ruas; não invadem as escadarias da assembleia da república; são considerados "coisas" sem qualquer importância, por isso, esmagam-nos a eles e a nós, que temos tanta consciência e alma como esses infelizes seres não humanos, que de idiotas nada têm, porque a idiotice é uma particularidade exclusivamente humana.
Mas o facto de NÃO SER IDIOTA não traz vantagem, num mundo onde SER IDIOTA faz parte da normalidade decretada pela “lei” do animal humano irracional, estabelecido no poder.
«O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo» dizia Émile Zola, um aclamado escritor francês, «considerado o criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista além de uma importante figura libertária da França. Foi presumivelmente assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J'accuse, em que acusa os responsáveis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi vítima».
O destino dos grandes Homens é traçado nas estrelas, e ficam a brilhar no mundo, eternamente.
O destino dos outros, dos medíocres, dos que podem e mandam mas nada fazem de útil em prol de uma humanidade mais justa para com todos os seres vivos, é forjado nos buracos negros, e evaporam-se no mundo, como fumo de uma fogueira demolidora que ditosamente se extingue.
E destes últimos, ficará apenas o epitáfio dos fracos: «Passaram pelo mundo como implacáveis exterminadores, não deixando pedra sobre pedra para glória futura».
Isabel A. Ferreira
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Segunda-feira, 2 de Março de 2015
A falta que a Cultura Culta faz!

Estou para aqui a pensar que os Defensores dos Direitos dos Animais Não-Humanos são uma ilha rodeada de idiotas por todos os lados.
E o pior, é que esses IDIOTAS podem e mandam (não com o meu aval, evidentemente) e fazem o que bem entendem.
E como já me disse um agente da Polícia Judiciária (reformado) meu amigo: eles (os que podem e mandam) não têm capacidade para resolver o problema dos animais humanos, como haverão de a ter para resolver o problema dos animais não-humanos?
Estes não votam, não gritam, não atacam (porque estão confinados a cercas de arame farpado ou a currais); não saem às ruas; não invadem as escadarias da Assembleia da República; são considerados "coisas" sem qualquer importância, por isso, esmagam-nos a eles e a nós, que temos tanta consciência e alma como esses infelizes seres não-humanos, que de idiotas nada têm, até porque a idiotice é uma particularidade exclusivamente humana.
Mas o facto de NÃO SER IDIOTA não traz vantagem, num mundo onde SER IDIOTA faz parte da normalidade decretada pela “lei” do animal humano irracional, estabelecido no poder.
«O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo» dizia Émile Zola, um aclamado escritor francês, «considerado o criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista além de uma importante figura libertária da França. Foi presumivelmente assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J'accuse, em que acusa os responsáveis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi vítima».
O destino dos grandes Homens é traçado nas estrelas, e ficam a brilhar no mundo, eternamente.
O destino dos outros, dos medíocres, dos que podem e mandam mas nada fazem de útil em prol de uma humanidade mais justa para com todo os seres vivos, é forjado nos buracos negros, e evaporam-se no mundo, como fumo de uma fogueira demolidora que ditosamente se extingue.
E destes últimos, ficará apenas o epitáfio dos fracos: «Passaram pelo mundo como implacáveis exterminadores, não deixando pedra sobre pedra para glória futura».
Isabel A. Ferreira
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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

Como todos já sabem, um professor de toureio, do Agrupamento de Escolas de Alter do Chão (instituição PÚBLICA) o qual tem por objectivo “fazer bons aficionados”, interpôs-me um processo por prática de crime de difamação, por eu ter defendido, neste Blog, um DIREITO das Crianças consignado na Constituição da República Portuguesa, e que não é cumprido pelas autoridades competentes.
Entretanto, com o intuito de me intimidarem, tenho recebido várias ameaças de mais processos judiciais a propósito de textos e fotografias publicados no «Arco de Almedina» mas também em jornais diários, jornais taurinos, Blogs taurinos e anti-taurinos, e Facebook, portanto MATÉRIA PÚBLICA, devidamente assinalada e arquivada.
Um destes dias até foi feita uma reclamação ao SAPO BLOGS, ao qual, a propósito, solicitei uma informação concreta, e informaram-me de que essa reclamação está associada a este link:
http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tag/largadas+de+touros
Ora eu já havia recebido uns e-mails com o seguinte conteúdo:
(ATENÇÃO! A ORTOGRAFIA É A ORIGINAL)
1º email:
«Assunto: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários
Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é , pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»
2º email:
«Assunto: Re: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários
na continuação tem 15 dias para dar resposta para este mail a dizer como quer pagar e no su blog arca da almedina,
http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/344057.html
vai fazer pedido de desculpa e dizer que cometeu erro. Acaha-se esperta? A queixa na polícia vai ser apresentada em 24 horas se não fòr feito o pedido, retirar o comentério que foi feito em contexto d efacebook, o meu nome remoivido e pagamento dos 1500 euros qyue com direitro de difamaç, abuso de confiança
No dia 10 de Janeiro de 2014 às 17:45, (…) escreveu
Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é, pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»
3º email:
«Assunto: Re: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários
fica claro sua chica esperta? foi dada uma opinião contrária ao que diz no geral e mesmo assim usa. Plágio, abuso de confiança e uso de nome de modo indevido, Ou dá o pedido e aprende a não ser chica esperta e ou faz-se queixa na polícia. Boa tarde!!!
No dia 10 de Janeiro de 2014 às 17:45, (…) escreveu:
Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é , pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»
Obviamente que não respondi a estes e-mails, que me pareceram escritos por alguém que não estava com a mão segura.
Se a intenção é extorquir-me dinheiro, ou pedir indemnizações por danos patrimoniais e não patrimoniais, podem vir milhentos processos, pois terão uma GRANDE SURPRESA!
Antes de seguir com esta exposição, gostaria de deixar aqui um alerta: poderiam fechar o «Arco de Almedina» (o que será difícil), mas se o fechassem, tenho mais dois blogues, e há mais servidores e posso abrir centenas de outros arcos, de uma hora para outra.
***
Continuando…
Ora sabemos que há pouco tempo, para substituir a prótoiro (porque as comadres zangaram-se), foi reforçada a ATCT (Associação de Tradições e Cultura Tauromáquica), agora com alguém (para quem sou ÓDIO DE ESTIMAÇÃO) a manobrar pauzinhos, por detrás da cortina.
Por coincidência, um dos objectivos plasmados nos novos estatutos desta ATCT renovada é o seguinte:
8 - Face à impunidade registada, e à forma como a mesma alastra nos diferentes grupos anti taurinos nacionais, decidiu a ATCT disponibilizar, através do seu Gabinete Jurídico, apoio a todos os Aficionados que se sintam lesados pela forma e conteúdo como, e com que, se expressam. Torna-se assim primordial para a ATCT, litigar e incentivar à litigância judicial contra anti taurinos, sobretudo em caso de situações que se possam iniciar com mera denúncia, casos de difamação, uso abusivo de imagem, e demais casos de situações previstas no Código Penal. O intuito será informar e auxiliar a comunidade aficionada sobre as várias situações informáticas em que os seus direitos são lesados, dar a conhecer o conjunto de crimes mais usuais, praticados pelo movimento anti taurino, e como proceder para iniciar um processo judicial, que permita fazer cessar essas agressões e exigir o ressarcimento pelos danos patrimoniais e não-patrimoniais resultantes dessas agressões".
Fonte:
http://farpasblogue.blogspot.pt/2013/11/atct-se-os-outros-param-trabalham-eles.html
***
Resta saber SE é este Gabinete Jurídico que incentiva os aficionados a escreverem-me comentários do género dos que estão publicados neste link, e dos que estão guardados para ainda serem publicados:
http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/358058.html
Seria interessante por parte deste Gabinete Jurídico informar estes “anónimos”, que por mais que se escondessem no anonimato e em nomes falsos, deixaram o “rabo de fora”, ou seja, os IPs, que tenho guardados junto com todos os comentários e em BOAS MÃOS, pois além de todas as palavras com que fui "mimoseada", sou também alvo de AMEAÇAS DE MORTE, em comentários, por parte de aficionados anónimos, tendo todo o direito de me defender.
O Gabinete Jurídico da ATCT também devia informá-los de que a Polícia Judiciária tem meios para descobrir quem são estes “anónimos” que, para mim, já não são mais anónimos, nem nomes falsos. Têm um nome verdadeiro e um lugar. Uma questão de DEFESA. Não estou a lidar propriamente com ANJOS.
E mais… Apesar de a tauromaquia ser uma “prática legal” (POR ENQUANTO, pois ainda está a coberto de uma lei) não significa que essa lei seja racional, ética, aceitável no mundo civilizado, e não é certo que esteja em conformidade com a Constituição da República Portuguesa, ou melhor, seja uma lei legal.
Portanto, quem é que aqui está a prevaricar?
É o que vamos ver.
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Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014
«A Internet é uma das ferramentas mais importantes da liberdade de expressão na sociedade de hoje. O direito de petição pode considerar-se como um dos mais antigos direitos fundamentais dos cidadãos e também dos mais antigos métodos da democracia.»
(Petição Pública)

Em Portugal, vivemos numa ditadura disfarçada de democracia. O 25 de Abril ainda respirará?
Tenho as minhas dúvidas.
O que diz a legislação portuguesa a respeito de petições?
Exercício do Direito de Petição
O direito de petição é o direito de apresentar exposições escritas para defesa de direitos, da Constituição, da lei ou do interesse geral. Pode ser exercido junto de qualquer órgão de soberania (à excepção dos tribunais) ou de quaisquer autoridades públicas, sobre qualquer matéria desde que a pretensão não seja ilegal e não se refira a decisões dos tribunais. É um direito universal e gratuito, previsto na Constituição e na Lei nº 43/90, de 10 de Agosto, alterada pela Lei nº 6/93 de 1 de Março e pela Lei nº 15/2003 de 4 de Junho e pela Lei nº 45/07, de 24 de Agosto.
Relativamente à Assembleia este direito exerce-se através de uma exposição escrita, devidamente identificada (é necessário o endereço de um dos subscritores) e dirigida ao Presidente da Assembleia da República.
As petições são apreciadas pelas Comissões competentes em razão da matéria. A Comissão deve elaborar um relatório final no prazo de 60 dias (prorrogável) que deve incluir a proposta das medidas julgadas adequadas.
Qualquer petição subscrita por um mínimo de 1.000 cidadãos é, obrigatoriamente, publicada no Diário da Assembleia e, se for subscrita por mais de 4000 cidadãos, é apreciada em Plenário da Assembleia.
Da apreciação das petições pela Assembeia da República podem resultar diversas consequências de que se destacam:
- a comunicação ao Ministro competente para eventual medida legislativa ou administrativa;
- a remessa ao Procurador-Geral da República, à Polícia Judiciária ou ao Provedor de Justiça;
- a iniciativa de um inquérito parlamentar;
- a apresentação, por qualquer Deputado ou Grupo Parlamentar, de um projecto de lei sobre a matéria em causa.
Universalidade e gratuitidade
A apresentação de petições constitui direito universal e gratuito e não pode, em caso algum, dar lugar ao pagamento de quaisquer impostos ou taxas.
Liberdade de petição
Nenhuma entidade, pública ou privada, pode proibir, ou por qualquer forma impedir ou dificultar, o exercício do direito de petição, designadamente na livre recolha de assinaturas e na prática dos demais actos necessários.
Fonte:
http://peticaopublica.com/info/legislation.aspx
(Nota: este texto foi transcrito na grafia portuguesa, uma vez que o original, conforme pode ser comprovado no link, foi escrito em mixordês, ou seja, numa mistura de grafia brasileira com grafia portuguesa. Uma vergonha.)
***
Ana Ramos, na página das Petições, diz que «as petições são das melhores formas para nos fazermos ouvir.»
Será que alguém nos ouviu na Assembleia da República, através das petições que para lá já enviámos?
Não me parece.
Qual das petições públicas que temos feito chegar à Assembleia da República foi considerada pelos parlamentares, de acordo com a Lei aqui exposta?
Esperamos que o porta-voz da Assembleia da República possa responder-nos a esta questão.
Isabel A. Ferreira
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