Sexta-feira, 2 de Março de 2018

OS DEFENSORES DOS ANIMAIS NÃO-HUMANOS SÃO UMA ILHA RODEADA DE IDIOTAS POR TODOS OS LADOS

 

E o pior, é que esses idiotas podem e mandam (não com o meu aval, obviamente) e fazem o que bem entendem.

 

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E como já me disse um agente da Polícia Judiciária (reformado), meu amigo: eles (os que podem e mandam) não têm capacidade para resolver o problema dos animais humanos, como haverão de a ter para resolver o problema dos animais não-humanos?

 

Estes não votam, não gritam, não atacam (porque estão confinados a cercas de arame farpado ou a currais); não saem às ruas; não invadem as escadarias da Assembleia da República; ainda são considerados "coisas" (apesar da lei que diz o contrário) sem qualquer importância, por isso, esmagam-nos a eles e a nós, que temos tanta consciência e alma como esses infelizes seres não- humanos, que de idiotas nada têm, porque a idiotice é uma particularidade exclusivamente humana.

 

Mas o facto de não ser idiota não traz vantagem, num mundo onde ser idiota faz parte da normalidade decretada pela “lei” do animal humano irracional, estabelecido no poder.

 

«O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo» dizia Émile Zola, um aclamado escritor francês, «considerado o criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista além de uma importante figura libertária da França. Foi presumivelmente assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J'accuse, em que acusa os responsáveis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi vítima».

 

O destino dos grandes Homens é traçado nas estrelas, e ficam a brilhar no mundo, eternamente.

 

Os visionários, esses, que verdadeiramente fazem avançar o mundo, sempre atraíram a inveja dos mesquinhos.

 

O destino dos outros, dos medíocres, dos que podem e mandam, mas nada fazem de útil em prol de uma Humanidade mais justa para com todos os seres vivos, é forjado nos buracos negros, e evaporam-se no mundo, como fumo de uma fogueira demolidora, que ditosamente se extingue.

 

E destes últimos, ficará apenas o epitáfio dos fracos: «Passaram pelo mundo como implacáveis exterminadores, não deixando dos seus actos, pedra sobre pedra, para glória futura.»

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:56

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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017

A HISTÓRIA DO ZÉ DA BURRA…

 

… é a história chapa 5 dos aficionados de selvajaria tauromáquica. Obviamente cobardes.

 

Faço esta denúncia publicamente, para que corra mundo (e já são 90 os países de todos os continentes aonde chega este Blog) e se saiba que em Portugal isto acontece, com o aval das autoridades portuguesas, que teimam em apoiar o miserabilismo moral e cultural gerado pela cruel e violenta prática da tauromaquia.

 

Esta história vai ao cuidado do primeiro-ministro de Portugal, dos partidos políticos com assento na Assembleia da República, da Procuradoria-Geral da República, e do senhor Presidente da República.

 

É que este bullying cibernético acontece frequentemente, e nós, que defendemos a Vida Animal (humana e não-humana), a Ética, a Cultura Culta, a Civilização, a Evolução de Portugal, e combatemos o obscurantismo e a ignorância, não somos os touros que esta espécie de gente está habituada a atacar e a torturar, para gáudio dos sádicos. Não somos obrigados a aturar esta gente, que não pode ficar impune.

 

ZÉ DA BURRA.png

 

Esta história começou com a publicação deste texto:

TAUROMAQUIA: SE A IGNORÂNCIA MATASSE O FADISTA JOSÉ DA CÂMARA ESTARIA MORTO E ENTERRADO…

 

A propósito disto, alguém muito incomodado, que vive lá para as bandas do Alentejo, forjou um perfil de Facebook falso, com o nome de ZÉ DA BURRA, e enviou-me uma mensagem privada, com ameaças e “mimos” próprios dos aficionados de selvajaria tauromáquica. Nada a que já não esteja habituada. Desta vez coloquei uma bolinha no palavrão, para não parecer muito mal, uma vez que isto está em formato de imagem.

 

Então, aceitei a mensagem, só para enviar ao , que será da Burra, e ele lá saberá porquê) o seguinte recado: «Aceitei esta mensagem só para lhe dizer que é bastante fácil chegar ao Zé da Burra, que não será bem da Burra, mas da Cela.

 

Estas ameaças estão a caminho da Polícia Judiciária. Tem a noção do crime que cometeu, não tem? Um crime que tornarei público».

 

Escusado será dizer que mal eu enviei esta mensagem, o Zé da Burra eliminou o perfil, não sem antes deixar mais um palavrão, desta vez em inglês (fuck you…) à moda dos grosseirões dos filmes americanos.

 

São assim os aficionados de selvajaria tauromáquica, de “fabrico” parlamentar. Uns grandes cobardes. Não são HOMENS para enfrentar um TOURO inteiro, de frente… nem para enfrentar uma mulher.

 

O Zé da Burra eliminou o perfil, mas deixou o traseiro de fora…

 

Sei que não sou a única a receber este tipo de ameaças, enxovalhos e grosserias. Já as recebi de deputados. Esta é a linguagem típica dos aficionados, sejam doutores, engenheiros ou simples guardadores de vacas. Estas situações devem ser denunciadas publicamente. Quem recebe este tipo de ameaças tem de reagir, denunciar e apresentar queixa.

 

São todos muito “valentes” a ameaçar mulheres atrás de um ecrã de computador. Mas quando confrontados, cara a cara, tremem de medo. Como já aconteceu. Típico dos cobardes.

 

Comportam-se com as mulheres do mesmo modo que se comportam com os touros. São a coisa mais cobarde que existe. Quando pensamos que já não há mais nada para ver neste mundinho medievalesco da tauromaquia, eis que aparece um Zé da Burra ou da Cela para nos mostrar que ainda não vimos tudo. A escala ainda está mais abaixo do que o que podemos imaginar. Os homens das cavernas eram muito mais civilizados do que esta espécie pré-humana. Não tinham esta crueldade, esta maldade entranhada na pele. Viviam para sobreviver, e não andavam a torturar animais, para se divertirem. Tinham, respeito pela Vida e pela Natureza, dois bens preciosos naquela e em todas as épocas. Até os animais não-humanos têm essa percepção. Mudei de ideias quanto ao primitivismo dos homens das cavernas, quando comecei a entrar no mundinho tauromáquico. Chamar Neanthertais aos aficionados de tauromaquia é INSULTAR o homem primitivo, que era moralmente muito mais superior do que estes desumanos.

 

Excelentíssimas autoridades, não têm a percepção de que já BASTA disto? Está na hora de Portugal evoluir.

 

Manter uma franja populacional, ainda que minoritária, neste nível tão baixo, tão reles, tão incivilizado, não dá prestígio alguma a Portugal e às suas autoridades.

 

Basta de fabricar Zés da Burra.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:38

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Sexta-feira, 3 de Março de 2017

OS ANIMAIS NÃO HUMANOS NÃO VOTAM, POR ISSO OS POLÍTICOS OS DESPREZAM TANTO…

GEORG.png

 

Os DEFENSORES DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS são uma ilha rodeada de idiotas por todos os lados.

 

E o pior, é que esses IDIOTAS podem e mandam (não com o meu aval, obviamente) e fazem o que bem entendem.

 

E como já me disse um agente da Polícia Judiciária (reformado) meu amigo: «Eles (os que podem e mandam) não têm capacidade para resolver o problema dos animais humanos, como haverão de a ter para resolver o problema dos animais não humanos?»

 

Estes não votam, não gritam, não atacam (porque estão confinados a cercas de arame farpado ou a currais); não saem às ruas; não invadem as escadarias da assembleia da república; são considerados "coisas" sem qualquer importância, por isso, esmagam-nos a eles e a nós, que temos tanta consciência e alma como esses infelizes seres não humanos, que de idiotas nada têm, porque a idiotice é uma particularidade exclusivamente humana.

 

Mas o facto de NÃO SER IDIOTA não traz vantagem, num mundo onde SER IDIOTA faz parte da normalidade decretada pela “lei” do animal humano irracional, estabelecido no poder.

 

«O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo» dizia Émile Zola, um aclamado escritor francês, «considerado o criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista além de uma importante figura libertária da França. Foi presumivelmente assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J'accuse, em que acusa os responsáveis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi vítima».

 

O destino dos grandes Homens é traçado nas estrelas, e ficam a brilhar no mundo, eternamente.

 

O destino dos outros, dos medíocres, dos que podem e mandam mas nada fazem de útil em prol de uma humanidade mais justa para com todos os seres vivos, é forjado nos buracos negros, e evaporam-se no mundo, como fumo de uma fogueira demolidora que ditosamente se extingue.

 

E destes últimos, ficará apenas o epitáfio dos fracos: «Passaram pelo mundo como implacáveis exterminadores, não deixando pedra sobre pedra para glória futura».

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:45

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Segunda-feira, 2 de Março de 2015

OS DEFENSORES DOS DIREITOS DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS SÃO UMA ILHA RODEADA DE IDIOTAS POR TODOS OS LADOS

 

A falta que a Cultura Culta faz!

 

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Estou para aqui a pensar que os DEFENSORES DOS DIREITOS DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS são uma ilha rodeada de idiotas por todos os lados.

 

E o pior, é que esses IDIOTAS podem e mandam (não com o meu aval, evidentemente) e fazem o que bem entendem.

 

E como já me disse um agente da Polícia Judiciária (reformado) meu amigo: eles (os que podem e mandam) não têm capacidade para resolver o problema dos animais humanos, como haverão de a ter para resolver o problema dos animais não humanos?

 

Estes não votam, não gritam, não atacam (porque estão confinados a cercas de arame farpado ou a currais); não saem às ruas; não invadem as escadarias da assembleia da república; são considerados "coisas" sem qualquer importância, por isso, esmagam-nos a eles e a nós, que temos tanta consciência e alma como esses infelizes seres não humanos, que de idiotas nada têm, até porque a idiotice é uma particularidade exclusivamente humana.

 

Mas o facto de NÃO SER IDIOTA não traz vantagem, num mundo onde SER IDIOTA faz parte da normalidade decretada pela “lei” do animal humano irracional, estabelecido no poder.

 

«O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo» dizia Émile Zola, um aclamado escritor francês, «considerado o criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista além de uma importante figura libertária da França. Foi presumivelmente assassinado por desconhecidos em 1902, quatro anos depois de ter publicado o famoso artigo J'accuse, em que acusa os responsáveis pelo processo fraudulento de que Alfred Dreyfus foi vítima».

 

O destino dos grandes Homens é traçado nas estrelas, e ficam a brilhar no mundo, eternamente.

 

O destino dos outros, dos medíocres, dos que podem e mandam mas nada fazem de útil em prol de uma humanidade mais justa para com todo os seres vivos, é forjado nos buracos negros, e evaporam-se no mundo, como fumo de uma fogueira demolidora que ditosamente se extingue.

 

E destes últimos, ficará apenas o epitáfio dos fracos: «Passaram pelo mundo como implacáveis exterminadores, não deixando pedra sobre pedra para glória futura».

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:11

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Terça-feira, 14 de Janeiro de 2014

EXISTEM AFICIONADOS QUE POR TODOS OS MEIOS ESTÃO A TENTAR CALAR UMA VOZ, PARA ELES, INCÓMODA, COM AMEAÇAS, INJÚRIAS, DIFAMAÇÃO E PROCESSOS JUDICIAIS

 

 

Como todos já sabem, um professor de toureio, do Agrupamento de Escolas de Alter do Chão (instituição PÚBLICA) o qual tem por objectivo “fazer bons aficionados”, interpôs-me um processo por prática de crime de difamação, por eu ter defendido, neste Blog, um DIREITO das Crianças consignado na Constituição da República Portuguesa, e que não é cumprido pelas autoridades competentes.

 

Entretanto, com o intuito de me intimidarem, tenho recebido várias ameaças de mais processos judiciais a propósito de textos e fotografias publicados no «Arco de Almedina» mas também em jornais diários, jornais taurinos, Blogs taurinos e anti-taurinos, e Facebook, portanto MATÉRIA PÚBLICA, devidamente assinalada e arquivada.


Um destes dias até foi feita uma reclamação ao SAPO BLOGS, ao qual, a propósito, solicitei uma informação concreta, e informaram-me de que essa reclamação está associada a este link:

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/tag/largadas+de+touros

 

Ora eu já havia recebido uns e-mails com o seguinte conteúdo:

 

(ATENÇÃO! A ORTOGRAFIA É A ORIGINAL)

 

1º email:

 

«Assunto: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários

 

Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é , pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»

 

2º email:

 

«Assunto: Re: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários

na continuação tem 15 dias para dar resposta para este mail a dizer como quer pagar e no su blog arca da almedina,

 

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/344057.html

 

vai fazer pedido de desculpa e dizer que cometeu erro. Acaha-se esperta? A queixa na polícia vai ser apresentada em 24 horas se não fòr feito o pedido, retirar o comentério que foi feito em contexto d efacebook, o meu nome remoivido e pagamento dos 1500 euros qyue com direitro de difamaç, abuso de confiança

 

No dia 10 de Janeiro de 2014 às 17:45, (…) escreveu

 

Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é, pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»

 

3º email:

 

«Assunto: Re: retire-me da poracaria do seu blog, vai ser apreesentada queixa na policia por uso indevido de meu nome e comentários

 

fica claro sua chica esperta? foi dada uma opinião contrária ao que diz no geral e mesmo assim usa. Plágio, abuso de confiança e uso de nome de modo indevido, Ou dá o pedido e aprende a  não ser chica esperta e ou faz-se queixa na polícia. Boa tarde!!!

 

No dia 10 de Janeiro de 2014 às 17:45, (…) escreveu:

 

Sua grandessissima arasada mental, usaa o meu nome e comentários de facebook são proibidoa por lei, como tal vai retirar o meu comentário e noma da porcaria do seu blogue. Se é anti touradas é uma decisão sua, eu sou a favor e como usou indevidamnente algo como o emu nome para tentar fundamentar algoi que su não sou contra e a semnhor é , pode-se dizer dizer que fez plágio. Como tal paga pelo uso de algo aue não é seu. O valore exigido de oimediatao +é 1500 euors de imediato. Tem»

 

Obviamente que não respondi a estes e-mails, que me pareceram escritos por alguém que não estava com a mão segura.

 

Se a intenção é extorquir-me dinheiro, ou pedir indemnizações por danos patrimoniais e não patrimoniais, podem vir milhentos processos, pois terão uma GRANDE SURPRESA!

 

Antes de seguir com esta exposição, gostaria de deixar aqui um alerta: poderiam fechar o «Arco de Almedina» (o que será difícil), mas se o fechassem, tenho mais dois blogues, e há mais servidores e posso abrir centenas de outros arcos, de uma hora para outra.

 

***

Continuando…

 

Ora sabemos que há pouco tempo, para substituir a prótoiro (porque as comadres zangaram-se), foi reforçada a ATCT (Associação de Tradições e Cultura Tauromáquica), agora com alguém (para quem sou ÓDIO DE ESTIMAÇÃO) a manobrar pauzinhos, por detrás da cortina.

 

Por coincidência, um dos objectivos plasmados nos novos estatutos desta ATCT renovada é o seguinte:

 

8 - Face à impunidade registada, e à forma como a mesma alastra nos diferentes grupos anti taurinos nacionais, decidiu a ATCT disponibilizar, através do seu Gabinete Jurídico, apoio a todos os Aficionados que se sintam lesados pela forma e conteúdo como, e com que, se expressam. Torna-se assim primordial para a ATCT, litigar e incentivar à litigância judicial contra anti taurinos, sobretudo em caso de situações que se possam iniciar com mera denúncia, casos de difamação, uso abusivo de imagem, e demais casos de situações previstas no Código Penal. O intuito será informar e auxiliar a comunidade aficionada sobre as várias situações informáticas em que os seus direitos são lesados, dar a conhecer o conjunto de crimes mais usuais, praticados pelo movimento anti taurino, e como proceder para iniciar um processo judicial, que permita fazer cessar essas agressões e exigir o ressarcimento pelos danos patrimoniais e não-patrimoniais resultantes dessas agressões".

 

Fonte:

http://farpasblogue.blogspot.pt/2013/11/atct-se-os-outros-param-trabalham-eles.html

 

***

Resta saber SE é este Gabinete Jurídico que incentiva os aficionados a escreverem-me comentários do género dos que estão publicados neste link, e dos que estão guardados para ainda serem publicados:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/358058.html

 

Seria interessante por parte deste Gabinete Jurídico informar estes “anónimos”, que por mais que se escondessem no anonimato e em nomes falsos, deixaram o “rabo de fora”, ou seja, os IPs, que tenho guardados junto com todos os comentários e em BOAS MÃOS, pois além de todas as palavras com que fui "mimoseada", sou também alvo de AMEAÇAS DE MORTE, em comentários, por parte de aficionados anónimos, tendo todo o direito de me defender.

 
O Gabinete Jurídico da ATCT também devia informá-los de que a Polícia Judiciária tem meios para descobrir quem são estes “anónimos” que, para mim, já não são mais anónimos, nem nomes falsos. Têm um nome verdadeiro e um lugar. Uma questão de DEFESA. Não estou a lidar propriamente com ANJOS.


E mais… Apesar de a tauromaquia ser uma “prática legal” (POR ENQUANTO, pois ainda está a coberto de uma lei) não significa que essa lei seja racional, ética, aceitável no mundo civilizado, e não é certo que esteja em conformidade com a Constituição da República Portuguesa, ou melhor, seja uma lei legal.


Portanto, quem é que aqui está a prevaricar?

 

É o que vamos ver.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:21

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Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014

O direito de petição é um dos mais antigos direitos dos cidadãos, mas não em Portugal

 

«A Internet é uma das ferramentas mais importantes da liberdade de expressão na sociedade de hoje. O direito de petição pode considerar-se como um dos mais antigos direitos fundamentais dos cidadãos e também dos mais antigos métodos da democracia

(Petição Pública)

 
 
 
 

Em Portugal, vivemos numa ditadura disfarçada de democracia. O 25 de Abril ainda respirará? 

Tenho as minhas dúvidas.   

 

O que diz a legislação portuguesa a respeito de petições?  

Exercício do Direito de Petição

 

O direito de petição é o direito de apresentar exposições escritas para defesa de direitos, da Constituição, da lei ou do interesse geral. Pode ser exercido junto de qualquer órgão de soberania (à excepção dos tribunais) ou de quaisquer autoridades públicas, sobre qualquer matéria desde que a pretensão não seja ilegal e não se refira a decisões dos tribunais. É um direito universal e gratuito, previsto na Constituição e na Lei nº 43/90, de 10 de Agosto, alterada pela Lei nº 6/93 de 1 de Março e pela Lei nº 15/2003 de 4 de Junho e pela Lei nº 45/07, de 24 de Agosto.

 

Relativamente à Assembleia este direito exerce-se através de uma exposição escrita, devidamente identificada (é necessário o endereço de um dos subscritores) e dirigida ao Presidente da Assembleia da República.

 

As petições são apreciadas pelas Comissões competentes em razão da matéria. A Comissão deve elaborar um relatório final no prazo de 60 dias (prorrogável) que deve incluir a proposta das medidas julgadas adequadas.

 

Qualquer petição subscrita por um mínimo de 1.000 cidadãos é, obrigatoriamente, publicada no Diário da Assembleia e, se for subscrita por mais de 4000 cidadãos, é apreciada em Plenário da Assembleia.

 

Da apreciação das petições pela Assembeia da República podem resultar diversas consequências de que se destacam:

 

- a comunicação ao Ministro competente para eventual medida legislativa ou administrativa;

 

- a remessa ao Procurador-Geral da República, à Polícia Judiciária ou ao Provedor de Justiça;

 

- a iniciativa de um inquérito parlamentar;

 

- a apresentação, por qualquer Deputado ou Grupo Parlamentar, de um projecto de lei sobre a matéria em causa.

 

Universalidade e gratuitidade

 

A apresentação de petições constitui direito universal e gratuito e não pode, em caso algum, dar lugar ao pagamento de quaisquer impostos ou taxas.

 

Liberdade de petição

 

Nenhuma entidade, pública ou privada, pode proibir, ou por qualquer forma impedir ou dificultar, o exercício do direito de petição, designadamente na livre recolha de assinaturas e na prática dos demais actos necessários.

 

Fonte:

http://peticaopublica.com/info/legislation.aspx

 

(Nota: este texto foi transcrito na grafia portuguesa, uma vez que o original,  conforme pode ser comprovado no link, foi escrito em mixordês, ou seja, numa mistura de grafia brasileira com grafia portuguesa. Uma vergonha.)

 

***

Ana Ramos, na página das Petições, diz que «as petições são das melhores formas para nos fazermos ouvir.»

 

Será que alguém nos ouviu na Assembleia da República, através das petições que para lá já enviámos?

 

Não me parece.

 

Qual das petições públicas que temos feito chegar à Assembleia da República foi considerada pelos parlamentares, de acordo com a Lei aqui exposta? 

 

Esperamos que o porta-voz da Assembleia da República possa responder-nos a esta questão.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:52

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Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

AO CÍNICO E HIPÓCRITA CIDADÃO DO NADA, FRANCISCO MOITA FLORES, ADEPTO DA VIOLÊNCIA TAUROMÁQUICA

 

Como a cegueira mental estrangula a capacidade de discernir de um aficionado.

 

E dizer que Moita Flores já pertenceu à Polícia Judiciária e não aprendeu nada com a violência que lhe passou pela frente…

 

 

«Uma imagem vale mais que mil palavras para descrever o seu júbilo ao ver um animal ser torturado»…

Bem Prega Frei Tomás ou Melhor Moita Flores

 

Moita Flores, escreveu um artigo no jornal “Correio da Manhã”, datado de 16 de Junho,  intitulado “Matança”.

 

O artigo é um ataque à escalada de violência a que todos assistimos hoje em dia. É um facto que vivemos numa sociedade cada vez mais violenta e é um facto que essa violência deve ser analisada em todos os contextos. Um deles, é o do machismo e marialvismo que é inerente a todos que são aficionados.

 

Esse machismo, que se traduz não só na dominação das mulheres mas também dos animais, é sem dúvida responsável pela sociedade violenta que temos hoje em dia.

 

Três afirmações de Moita Flores e que destacamos a negrito, mostram a hipocrisia de alguém que ataca a violência, mas que propositadamente se esquece que uma das causas dessa violência, se deve ao facto de continuarmos a permitir a tortura de animais para entertenimento de alguns.

 

Primeira: “As mulheres propriedade, as mulheres com dono eterno, as mulheres sem direito aos seus direitos.”

 

Na realidade, essa é a sina de muitas mulheres que são namoradas, casadas ou vivem em união de facto quer com toureiros quer com aficionados.

 

Segunda: “Nuno Crato, tão pressuroso em reformas, há muito que deveria ter percebido que é na escola que se exercem as primeiras palavras que podem expurgar esta violência maldita vinda do Portugal primitivo.”

 

Ora nem mais, é a escola que educa e que forma as crianças a serem adultos responsáveis e não violentos, mas quando um país permite que tauricidas invadam as escolas para formatarem essas crianças a serem violentas, então não podemos esperar que a violência maldita seja expurgada!!!

 

Porque de facto a educação para a cidadania passa pela compaixão e essa compaixão passa por ensinar as crianças a serem sensíveis com o seu próximo e com os animais. Ora quando se ensina a uma criança que torturar animais numa tourada é fixe e é aceitável, então, não estamos a expurgar a violência mas sim a fomentá-la.

 

Terceira: “E enquanto não for assim, continuaremos a produzir putativos doutores da violência, do analfabetismo e do terror. Pois a ignorância é a maior inimiga da dignidade humana, a crueldade assassina o mais grave sinal deste primitivismo boçal que faz do País um caldeirão de sangue e morte.”

 

Sr. Moita Flores, com essa afirmação, tirou-nos as palavras da boca e sabe porquê, porque V.Exa., descreve na perfeição o porquê de termos um primitivismo boçal, porque quando uma minoria da qual o senhor faz parte, pretende impingir a este país uma forma de estar na vida que passa por rejubilar com a tortura de animais numa praça de touros, então, está aberta a porta para a crueldade assassina.

 

Você melhor que ninguém sabe que um criminoso não nasce criminoso, forma-se. Tal deve-se não só ao meio em que foi criado mas também à educação que lhe foi dada. Se educamos as futuras gerações a serem insensíveis ao sofrimento animal, rapidamente se tornarão insensíveis ao sofrimento humano, daí até se tornarem assassinos é meio caminho andado.

 

Porque o senhor sabe, tal como nós sabemos, que violência gera violência e que alguém educado sob o signo da violência se tornará violento e que o mundo que você tanto admira e defende, ou seja o mundinho aficionado, é um poço de violência.

 

Prótouro

 

Pelos touros em liberdade»

 

http://protouro.wordpress.com/2013/06/17/bem-prega-frei-tomas-ou-melhor-moita-flores/comment-page-1/#comment-1432

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:45

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Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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