Quinta-feira, 11 de Junho de 2020

«Touradas em tempos de pandemia»

 

«O desespero destes tristes autodenominados "artistas", marginalizados pela maioria dos que fazem das artes, da criatividade e do talento o seu ganha-pão, é tal que decidiram expor-se da forma mais ridícula e ultrapassada que só as suas mentes limitadas conseguiram (…)»

 

Um texto de Teresa Botelho no Blogue Retalhos de Outono.

 

campo pequeno.jpg

Toureiros acorrentados, fazem pose em frente ao campo pequeno...

Imagem: Farpas Blogue

 

Por Teresa Botelho

 

«Vivemos tempos difíceis e inesperados!

 

A confiança que adquirimos ao longo dos tempos e a catadupa de novas descobertas científicas, tornou-nos afinal tão ignorantes que não nos deixou sequer imaginar que a Natureza nos iria penalizar com um vírus misterioso e incontrolável que nos limitaria as liberdades mais básicas, despertando em cada um de nós o medo e varrendo o mundo de cima a baixo! 

 

A destruição e o desrespeito tocou o insustentável e este Planeta, outrora azul, tornou-se cinzento, após todos os avisos que nos enviou, mas que sempre recusámos ver.

 

Destruímos espécies animais, florestas, ecossistemas, derrubámos e ocupámos tudo o que encontrámos pela frente, poluímos os oceanos e envenenámos o ar, transformando a nossa espécie, numa feroz predadora, empenhada em aniquilar-se a si própria através de selecções raciais, étnicas e especistas.

Mas será que um simples vírus invisível nos irá ensinar alguma coisa?

 

Acreditar em boas intenções, não é coisa que se encontre ao virar da esquina e até o Pai Natal, se calhar já comeu as renas, e prefere agora cruzar os céus de avião...

 

É evidente que o que agora interessa, é domesticar este vírus, sem pensar em qualquer outro, mais feroz que possa aí aparecer, retomando a vidinha de antes, porque a economia assim o dita e as tradições também... 

 

Portugal que é afinal o país que aqui nos interessa analisar, fechou-se,  tentando agora reabrir com máscaras e desinfectante, mas será que andar de máscara, consegue ocultar o íntimo de quem a usa, ou a desinfecção compulsiva é suficiente para limpar a baixeza dos sentimentos de quem sempre fez da tortura o seu espectáculo e desporto favorito?   

 

É sem sombra de espanto que se continua a verificar a ausência de qualquer aprendizagem, a continuação dos argumentos batidos e a pouca noção do ridículo que caracterizam uma certa fasquia menor do nosso povo!

 

Este vírus que afinal, fez questão de só infectar animais humanos, conseguiu a proeza de salvar as centenas de touros que durante alguns meses iriam divertir, à custa das suas vidas e do seu sangue, muitas sanguessugas ávidas dessa aberração a que chamam "arte"!

 

O desespero destes tristes auto denominados "artistas", marginalizados pela maioria dos que fazem das artes, da criatividade e do talento o seu ganha pão, é tal que decidiram expor-se da forma mais ridícula e ultrapassada que só as suas mentes limitadas conseguiram, mas perante esta comédia de protagonistas de meia tigela, talvez este fosse o  tempo dos nossos governantes pensarem que urge dignificar a verdadeira cultura, tão premente nos dias que passam para os portugueses, cada vez mais afastados dela, entre populismos baratos, futilidades, pobreza e profundas lacunas de literacia. 

      

 "A educação não transforma o mundo.  

 Educação muda as pessoas.  

 Pessoas mudam o mundo" 

Paulo Freire (inesquecível amigo dos serões de Bissau)»

 

Fonte:

https://retalhosdeoutono.blogspot.com/2020/06/touradas-em-tempos-de-pandemia.html?showComment=1591882254375#c4454274217042182839

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:27

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Quinta-feira, 21 de Maio de 2020

… No entanto, mantenho a esperança de que a mudança surja na próxima curva da estrada...

 

Tal como um Dom Quixote há muito que também eu luto contra o Medo, contra a Injustiça e contra a Ignorância… muitas vezes com êxito, outras, nem por isso.

 

Em 2016, escrevi o texto que aqui hoje reproduzo, porque já naquele tempo eu pressentia um mundo a vir, povoado por algo que não podia ainda imaginar.

 

Hoje, que o mundo anda virado do avesso, devido a uma essência invisível, mais poderosa do que o mais poderoso dos homens, repito essas palavras, escritas com desalento, mas mantendo a esperança de que a mudança surja na próxima curva da estrada

 

Foi nessa esperança que Dom Quixote assentou toda a exuberância da sua saga…

 

Dom Quixote.jpg

 

É com profundo descrédito no bom senso, na inteligência e no poder de discernimento dos homens que entro no ano de 2016 [leia-se 2020].

 

… No entanto, mantenho a esperança de que a mudança surja na próxima curva da estrada…

 

Bem gostaria de aqui deixar uma mensagem optimista dos tempos que estão para vir, mas as notícias que nos chegam do mundo não são as mais propícias.

 

Quanto mais a Humanidade avança no tempo, mais retrocede o poder de raciocínio do homem, mais irracional ele se torna e, por este andar, não tarda, regressaremos ao tempo das trevas, ou talvez ao fim de uma era.

 

Até há alguns anos, à partida, para mim, todos os homens eram bons, até demonstrarem o contrário. Hoje, o meu pensamento mudou: tantas foram as decepções, tantos foram os desaires!...

 

Hoje, à partida, para mim, todos os homens são maus, até demonstrarem o contrário. E esta mudança, bastante radical, confesso, começou a operar-se depois que entrei neste mundo imundo que aqui vou denunciando, quando fui penetrando a fundo nos problemas políticos, melhor dizendo, nos desajustes dos políticos que estão na base de todos (ou quase todos) os desequilíbrios sociais, económicos, morais, culturais e até religiosos de toda a sociedade humana.

 

O avanço tecnológico, mal orientado e mal aproveitado, tem levado a Humanidade ao caos. Os valores humanos estão a diluir-se, e o homem está a transformar-se num ser vazio e irracional.

 

Já não há respeito pela vida, não há respeito pelos outros animais, mão há respeito pelo Ambiente, não há respeito por absolutamente nada, porque o homem deixou de se respeitar a si próprio, e este é o pior dos desrespeitos, é o começo da desestruturação do ser, que leva à desintegração de toda a sociedade.

 

E aqueles que, agarrados a um fiozinho da racionalidade que ainda se vislumbra algures, entre as ruínas do mundo, parece que perdem o seu tempo, tentando abrir os olhos e os ouvidos daqueles que há muito deixaram de ver e ouvir, não por motivo de alguma doença súbita, mas levados por um egoísmo desmedido que os lançou na ignorância, ao ponto de se ignorarem a si próprios.

 

Chico Mendes.jpg

(Origem da imagem)

http://semeadoresdadiscordia.blogspot.pt/2008/01/chico-mendes.html

 

Recordo, hoje, aqui e agora, Chico Mendes, um seringueiro, sindicalista, activista político e ecologista brasileiro, assassinado nas vésperas do Natal de 1988, apenas porque compreendia as árvores, acarinhava a água e respeitava as flores, ao ponto de não querer flores no seu enterro, pois sabia que as iam arrancar da floresta…

 

Chico Mendes era um ambientalista, que apenas pretendia defender a Amazónia, pretendia defender a vida do nosso Planeta, e os tais ignorantes assassinaram-no.

 

Por todo o mundo, em pleno século XXI depois de Cristo, ouvimos falar de guerras, de um terrorismo com consequências incalculáveis, porque os governantes endoideceram, e o povo endoideceu com eles, e não há nada nem ninguém que faça parar esta loucura.

 

Na Rússia e nos EUA passa-se fome. Em países da dita civilizada Europa vegeta-se e morre-se. Na África, milhares de pessoas estão condenadas. Nos países ricos esbanjam-se bens, esbanja-se dinheiro e esbanjam-se vidas.

 

Um desequilíbrio cósmico instalou-se no nosso Planeta, e mais perigosamente no íntimo dos homens, e a poluição do meio ambiente aliou-se a uma poluição mental, que está a conduzir o mundo para o abismo.

 

Num destes dias, em conversa com uns amigos, chamaram-me a atenção para a visão pessimista que eu tenho em relação à sociedade, aos políticos, aos governantes…

 

É verdade!

Mas que motivos terei eu para ser optimista?

 

… No entanto, mantenho a esperança de que a mudança surja na próxima curva da estrada…

 

Podem chamar-me de desatinada, quando me vêem sorrir para as flores, mas é que eu entendo a linguagem das flores…

Podem chamar-me de desatinada quando canto ao desafio com os pássaros, mas eu sei de cor todas as canções que os pássaros cantam, sem pauta, sem métrica, mas com muita harmonia…!

 

Podem chamar-me de desatinada, quando me encontram a acarinhar um Lobo, mas eu tenho alma de Lobo, sei das emoções dos meus irmãos animais…

 

Podem chamar-me de desatinada quando me quedo a escutar o silêncio, mas podem crer que o som do silêncio é extasiante, é o mais eloquente som da Natureza.

 

Não me perguntem como, nem por que tenho a percepção deste meu mundo feito de coisas invisíveis, acantoado por detrás desse outro mundo que todos julgam real, mas que, na realidade, não passa de uma miragem no infinito deserto, que é a vida dos que não conseguem ver o invisível…

 

Que razões tenho eu para ser optimista quando os que me rodeiam não conseguem ver o mundo das flores; não conseguem acompanhar o canto harmonioso dos pássaros; não conseguem sentir a respiração da alma dos Lobos; ou ouvir o vibrante som do silêncio?

 

Apenas uma certeza faz com que possa vislumbrar uma luz ao fundo do túnel: é que, tal como Miguel de Cervantes, eu também acredito ferverosamente que «Deus suporta os maus, mas não eternamente» …

 

Por isso, um a um, aqueles homens maus, cujo único objectivo da existência deles é violar a harmonia cósmica, cairão um dia. Sempre assim foi, desde o princípio dos tempos… Todos os tiranos da Humanidade caíram inevitavelmente… E aos maus, jamais nenhum Homem de bem ergueu uma estátua. E se as ergueram, por equívoco, logo as derrubaram.

 

E nesta mensagem de Ano Novo que aqui vos deixo, um tanto ou quanto pessimista, continuo a manter a esperança de que a mudança surja na próxima curva da estrada… 

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte: 

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/no-entanto-mantenho-a-esperanca-de-608100

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:53

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Quinta-feira, 30 de Abril de 2020

No 1º de Maio – Dia do trabalhador – há que parar para pensar que trabalhar não significa apenas €€€€€€€€€€€

 

Neste dia, e em época de pandemia, mais do que festejar, devemos parar para reflectir num modo de contribuir, com o nosso trabalho, para salvar o Planeta, daqui em diante. É o nosso futuro e o futuro dos vindouros que está em causa.

 

Não é com atitudes irreflectidas e só a pensar nos lucros que os patrões e os trabalhadores vão ajudar a si próprios, porque se com as suas atitudes não contribuirem também para salvar o Planeta, de nada adiantará ter os bolsos cheios de dinheiro. E nem sequer o levam para a cova.

A atitude é tudo.

E amanhã, é preciso ser responsável, para não estragar os dias que virão

 

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publicado por Isabel A. Ferreira às 18:49

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2020

Canceladas as “festas” de San Fermín, em Pamplona (Espanha)

 

Todos os anos, centenas de Touros são sacrificados, em honra de San Fermín, um santo natural da cidade de Pamplona, padroeiro da diocese e co-padroeiro de Navarra, para que bandos de cobardes se divirtam boçalmente, com muito álcool à mistura, e tudo isto com o aval da Igreja Católica Apostólica Romana.

Este ano, porém, o coronavírus veio, providencialmente, salvar os Touros e mostrar que já é tempo de se abandonar estas práticas selváticas que em nada dignificam a espécie humana.

Todos nós, defensores dos Direitos dos Animais (humanos e não-humanos) esperamos que se aproveite esta grandiosa lição que o coronavírus veio dar à Humanidade -  deixem os animais não-humanos em paz - e acabem de vez com estes atentados à VIDA dos nossos companheiros planetários.

Sem a acção do homem, o Planeta voltou a respirar e todas as outras espécies, animais e vegetais, renasceram com muito mais vitalidade. E assim poderão continuar sem a presença do homem, quando este se extinguir (pois a continuar assim, a extinção dos humanos será uma realidade).

A mensagem foi clara e inequívoca.

Ao menos honrem a memória daqueles que perderam a vida nesta pandemia! Que a mensagem deixada pelo coronavírus possa servir para que a espécie humana deixe de ser a maior predadora do nosso Planeta, e o partilhe benevolamente com todas a outras  criaturas.

 

San Fermín.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:29

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2020

«A importância ecológica dos morcegos devido ao seu impacto positivo na Natureza»

 

«Vários mitos e histórias fizeram dos morcegos uma espécie incompreendida ao redor do mundo. Isso faz com que muitas das vantagens que esses animais proporcionam ao meio ambiente sejam desconhecidas» (Pablo Noriega)

 

Deixem-me partilhar convosco este episódio vivido por mim, quando tinha 18 anos.  Residia no Brasil, numa casa com arvoredo nas traseiras. Um dia, um morcego caiu ferido, ensanguentado, nas escadas da minha casa. Aproximei-me lentamente e ele deixou-me tocá-lo e tratar da ferida que o debilitou, sem oferecer resistência. Não o encarcerei. E ele não fugiu. Hospedei-o na parte coberta do terraço, numa cestinha com palha. Quando ficou curado, entendeu partir, não sem antes se despedir de mim, de um modo que jamais esquecerei. Os olhos dele disseram tudo o que havia a dizer. E eui entendi. Não chorei logo, para que ele pudesse partir sem problemas. Depois, voou para uma árvore atrás da casa, e ali esteve por algum tempo, até que decidiu voar para o seu habitat (julgo eu).

Foi então que chorei muito, e esta foi uma experiência absolutamente única e inexplicável.

Daí que tenha um especial carinho pelos morcegos, que muitos desprezam, e eu não sei porquê! (Isabel A. Ferreira)

 

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Texto: Pablo Noriega

 

«Esses voadores, únicos entre a sua espécie, são fundamentais para um bom desenvolvimento do meio ambiente, pois como polinizadores, dispersores de sementes e controladores de pragas, mantêm a biodiversidade dos ecossistemas que habitam em equilíbrio.

 

Estão registadas mais de 1.300 espécies no mundo, representando 20% das variedades de mamíferos do Planeta.

 

Os morcegos têm uma grande importância ecológica devido ao seu impacto positivo na Natureza.

 

Exemplos do impacto positivo do morcego no meio ambiente:

 

– Estes animais são essenciais na manutenção e regeneração de florestas. O seu “guan”, (deriva do quíchua “wánu”, “fertilizante”) serve como fertilizante em grandes quantidades. Isso faz com que seja uma alternativa natural e orgânica para a agricultura.


– Quando comemos uma fruta tropical, não podemos imaginar que poderia ter sido um morcego que agiu como um polinizador ou dispersou a semente que fez a árvore crescer.


– Também devemos agradecer outras acções, como a eliminação de mosquitos que se tornam portadores de várias doenças.

 

O morcego elimina insectos e pragas que consomem as culturas.

 

O principal perigo que as populações de morcegos enfrentam é o ataque directo do ser humano. Infelizmente, em muitas ocasiões é absurdamente provocado, seja por causa da sua peculiar aparência, os seus hábitos nocturnos ou todo o tipo de mitos insólitos que os cercam.

 

A realidade é que, apesar de serem considerados “vampiros”, ou seja, consumidores de sangue, apenas três espécies são hematófagas, uma vez que se alimentam de sangue bovino, principalmente vacas. A ingestão de sangue desses morcegos é mínima, o que desmistifica o facto de que eles afectam a indústria pecuária.

 

No entanto, eles também enfrentam outras ameaças devido a vários factores, entre os quais:

 

– A Síndrome do Nariz Branco é uma doença que já matou mais de um milhão de morcegos em menos de quatro anos.

– Os pesticidas.

– A destruição do seu habitat.

 

Para os especialistas, é imperativo cuidar dessa espécie e quebrar muitos mitos e mentiras sobre eles, visto que, algumas pessoas sentem repulsa por eles. Além disso, grande parte da população não conhece o papel benéfico que desempenham.»

 

Foto: National Geographic  

https://www.ngenespanol.com/animales/los-murcielagos-brindan-grandes-beneficios-al-hombre/

Texto original Via National Geographic (En español)

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:47

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Sexta-feira, 20 de Março de 2020

O homem-predador está ao nível dos vírus e das bactérias que flagelam a vida no planeta Terra

 

 

Uma das razões pela qual considero o homem-predador inviável como “espécie”, é porque ele é uma das poucas e raras criaturas, entre as demais, que precisa destruir para evoluir. O homem-predador mata, sacrifica e destrói tudo por onde passa, na sua busca inglória pela evolução, desejo, ganância e ambição... É uma espécie única, entre os milhares de criaturas existentes sobre a face da Terra,  com excepção dos vírus e bactérias, aos quais se iguala, uma vez que age da mesma forma!

 

Num momento em que a espécie humana está a ser posta à prova por um organismo invisível e todo-poderoso, que nos cerca, sem que saibamos por onde nos cerca, sugiro uma reflexão a partir deste texto, que nos leva a ter a certeza de que nada acontece por acaso, e que o novo coronavírus veio com uma missão muito clara: parar o mundo, para que o homem-predador deixe de ser predador e passe a ser apenas o HOMEM, ou seja, aquele que protege (não destrói) o Planeta e todas as outras espécies dos Reinos Animal e Vegetal, e as águas e os rios e os mares e os oceanos e o ar, enfim, todo o meio ambiente… 

 

Isabel A. Ferreira

 

HOMEM PREDADOR1.jpg

 

 «Pegada humana»

 

Pegada humana.jpeg

 

O impacto destruidor das nossas acções é visível no nosso Planeta.

 

A situação da Terra é desesperante. Um número reduzido de habitantes deste Planeta vai causando um dano potencialmente irreversível ao Planeta, esgotando os seus recursos e colocando em risco o futuro de todas as espécies, humanas e não-humanas.

 

Os cientistas dizem que se cada um de nós, não reduzir de forma significativa o impacto no meio ambiente, em duas décadas ultrapassaremos o ponto de não retorno, além do qual o Planeta mudará irreversivelmente, a despeito de todas as medidas.

 

O grande problema é que a vida não será nada agradável ou sustentável para a espécie humana. O estrago que estamos a fazer é resultado do nosso estilo de vida. Todas as nossas acções exercem um impacto sobre o mundo natural. Assim, qualquer mudança de rotina, desde que acordamos até à hora de voltarmos para a cama é uma oportunidade para podermos cuidar do planeta.»

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=254356554632369&set=a.231292166938808.52391.100001740791934&type=1&theater

 

HOMEM PREDADOR3.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:17

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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2020

«Ainda estamos a tempo de salvar o Planeta»

 

«Temos abusado do Planeta Terra e dos seus recursos, forçando a resiliência da Natureza. Porém, se actuarmos já, poderemos atenuar a crise das alterações climáticas.

 

És capaz de te unir aos milhões de pessoas como nós, que mudámos o nosso consumo e estilo de vida para respeitar o Planeta e os animais? » 💪

 #NoHayPlanetaB

#Não há PlanetaB

PACMA.jpg

PACMA - Partido Animalista

Fonte:

https://www.facebook.com/PartidoAnimalista.PACMA/videos/185015019272741/?notif_id=1580906379256098&notif_t=notify_me_page

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:59

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Segunda-feira, 20 de Janeiro de 2020

Ainda os fogos-de-artifício: um outro modo de poluir o Planeta e molestar os animais humanos e não não-humanos

 

Regresso a este tema, do qual muito se falou logo no início de 2020.

O século vai avançando, mas as mentalidades não o acompanham.

Quem está preocupado com a poluição do nosso Planeta?  

Os que nos governam? Nem por isso. O que é preciso é manter o povo alegrinho, com muitos fogos nos céus.

Por todo o mundo, festeja-se isto e mais aquilo com monumentais fogos-de-artifício, onde se gastam milhares de Euros, provocando uma, também monumental, poluição sonora e atmosférica.

E os malefícios causados pelo deslumbre destes fogos são inumeráveis.

 

Aqui fica mais este alerta, para que à chegada de 2021 todos sejamos poupados à poluição sonora, se bem que quanto à poluição atmosférica eu tenha as minhas dúvidas: o fogo-de-artifício silencioso NÃO POLUIRÁ?

Isabel A. Ferreira

 

FOGO.png

 

Portanto, Evolução precisa-se!, como li algures:

 

Segundo a Agência de Protecção Ambiental dos EUA (EPA) «os fogos-de-artifício causam uma elevada poluição atmosférica num curto período de tempo, deixando partículas de metal, toxinas perigosas, produtos químicos nocivos e fumo a pairar no ar. Algumas destas toxinas nunca chegam a decompor-se completamente, permanecendo no ambiente e envenenando tudo o que contactam. As principais consequências para a saúde humana, decorrentes da proliferação destas partículas, principalmente as finas (com menos de 2,5 milionésimos de metro), são as doenças respiratórias e cardiovasculares, englobando principalmente ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

 

Segundo a Agência Ambiental Alemã num curto período de tempo, os fogos-de-artifício espalham cerca de cinco mil toneladas de partículas finas, responsáveis por aproximadamente 400 mil mortes por ano na Europa, de acordo com estimativas actuais. Apenas na Alemanha, a poluição proveniente deste espectáculo equivale a cerca de um quinto das partículas finas emitidas nas ruas, principalmente pelos carros.»

 

Esta situação pode ser tão perigosa que os médicos recomendam o uso de máscaras, para nos protegermos desta poluição: "Respirar partículas finas põe em perigo a saúde das pessoas, com repercussões que vão desde deficiências temporárias do sistema respiratório a uma maior necessidade de medicamentos para asmáticos com doenças respiratórias ou cardiovasculares graves.»

 

***

 

«ANIMAIS DESAPARECIDOS 🐾 DEVIDO AO FOGO DE ARTIFÍCIO 🎆»

 

Todos os anos, já há muitos anos, os fogos-de-artifício deslumbram milhares de pessoas, que se juntam nas praças e ruas, no dia 31 de Dezembro,  para, às doze badaladas da meia-noite darem as boas vindas ao Novo Ano.

 

Contudo, tal prazer tem custos elevados na saúde dos animais humanos e não-humanos. 

 

De acordo com o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, como resultado disso, dezenas de animais de companhia 🐈🐕  fogem das suas casas, assustados pelo barulho estridente. Mais uma vez, neste início de ano não faltam nas redes sociais apelos de pessoas à procura do seu animal que desapareceu na noite de fim-de-ano e tudo o que lhes resta, agora, é não perder a esperança de o encontrar.»

 

Além disso, o fogo-de-artifício «tem efeitos graves na saúde dos animais, causando-lhes elevados níveis de stress - há mesmo animais que sofrem ataques cardíacos e registos de casos em que morreram. Na noite de fim-de-ano, mais do que em qualquer outra, são precisos cuidados redobrados com os nossos animais: devemos deixá-los dentro de casa e confirmar que tudo está devidamente fechado para impedir que fujam.»

 

Mas tais cuidados também devem ser levados em conta, nos outros dias do ano, por ocasião de festejos de santos, ou outra qualquer comemoração, em que o fogo-de-artifício não pode, porque não pode, faltar.

 

O PAN, consciente destes efeitos, tem vindo a lutar, a nível municipal e por todo o país, pela implementação de fogo-de- artifício silencioso, como já acontece em vários países, onde a evolução está mais adiantada. É que, deste modo, de acordo com o PAN «todos ganham: nós, humanos, que continuamos a usufruir de um espectáculo luminoso, e os nossos amigos de quatro patas, que têm uma noite descansada. Infelizmente, as nossas preocupações não têm vindo a reunir consenso e o resultado, chegado mais um ano novo, está à vista de todos 😔. Mas não baixaremos os braços - por eles e por nós» 🙏

 

Fonte:

https://www.facebook.com/PANpartido/photos/a.920439104683852/2778327235561687/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:03

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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2020

«As aves estão a morrer em Portugal e a culpa é dos humanos»

 

O que é que não está a morrer em Portugal?

O que é que não é por culpa dos “humanos?”

Que desamor é este que, perigosamente, está a afectar os homens, que estão a extinguir-se e, com ele, o Planeta?

 

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Foto: Reprodução/Daily Mail

 

A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) informou que as aves marinhas e dos campos agrícolas estão a morrer em Portugal, com perdas de populações que chegam aos 80% na última década.

 

As principais causas são:

 

- A degradação dos meios rurais e a intensificação da agricultura provocam a queda livre de aves de muitas espécies, que acabam por morrer.

 

- A captura acidental nas pescas e a poluição luminosa que afectam especialmente as aves marinhas.

 

- O uso de pesticidas.

 

 -  E há também aquele desafecto do homem-predador pelas outras espécies, como se ele fosse o dono do mundo.

 

No relatório O Estado das Aves em Portugal 2019, a SPEA salienta que aves dos meios agrícolas como o pardal, o pintassilgo, a rola-brava, o picanço-barreteiro, a águia-caçadeira e o sisão mostram "declínios dramáticos (de 49% a 80%)" nos últimos 10 a 15 anos.

 

Em espécies marinhas que habitam oceanos e orla costeira, regista-se uma diminuição de 25% nos últimos cinco anos da galheta das Berlengas e vêem-se cada vez menos pardelas-baleares, pilritos-das-praias, tordas-mergulheiras e alcatrazes.

 

Para a SPEA, salva-se uma "nota positiva" que é "a eficácia das acções de conservação da natureza", com aves como o priolo nos Açores, e a cagarra, nas Berlengas, a recuperarem população e a estabilizarem. A SPEA refere que «o priolo, ave que apenas existe na ilha de São Miguel, nos Açores, e que no início deste século era uma das aves mais ameaçadas da Europa, conta agora com uma população estável em torno dos 1.000 indivíduos».

 

O presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, Domingos Leitão, defendeu que é preciso «investir muito mais dinheiro da Política Agrícola Comum na gestão adequada dos sistemas agrícolas extensivos, como os mosaicos de cereal e pousio e os olivais tradicionais», e salientou que «a política agrícola actual é "perigosa" por causa da expansão da agricultura de regadio intensivo, de monocultura e com uso alargado de agro-químicos».

 

O relatório aponta ainda a ameaça de espécies invasoras introduzidas em Portugal por acção humana, como o arcebispo e o ganso-do-egipto, que poderão tirar "espaço e alimento" às aves nativas.

 

Tudo isto, devido à acção do “homem-predador”, o único animal irracional que deambula pelo Planeta. Porque há o outro Homem, o construtivo, mas, ao que parece, existe em menor número, ou está fora das esferas do poder.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte do texto:

https://sicnoticias.pt/pais/2019-12-18-As-aves-estao-a-morrer-em-Portugal-e-a-culpa-e-dos-humanos?fbclid=IwAR2mXHTETVcxP4fgea6aOSDaT3Mjw2kPg-RXuJAe-xsXrOV3BdJJWChgwlc

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:02

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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2019

Numa carta aberta, 11 mil cientistas alertam o Mundo para o sofrimento humano incalculável, se não se tomarem medidas urgentes quanto à crise climática que está a matar o Planeta

 

Ontem, dia 5 de Novembro, no dia em que se assinalaram os 40 anos da primeira Conferência Mundial do Clima, em Genebra, em 1979, mais de onze mil cientistas de 153 países juntaram-se para, numa carta aberta publicada na revista “BioScience”, alertar o mundo para o sofrimento incalculável que as alterações climáticas irão provocar, a menos que haja grandes transformações nas sociedades.

 

Como é possível que os que detém o Poder com a visível indiferença que esta questão lhes merece, não tenham consciência do mal que farão à própria descendência, já nem me refiro à descendência dos restantes habitantes do Planeta, nem à restante fauna e à flora?  

 

E andam eles por aí muito preocupados em encher os bolsos, como se o vil metal servisse para alguma coisa num Planeta sem água, sem alimentos, sem ar puro, sem florestas, sem abelhas, sem fauna, sem flora! Num Planeta inviável, morto.

 

Apesar de alguma coisa estar a ser feita, não é o suficiente, e os governos assobiam para o lado, como se não viessem a ser atingidos pela mesma desgraça que atingirá todo o Planeta, se as medidas necessárias não forem implementadas.

 

Concordo com o meu amigo António Sérgio Marquesquando diz que «do alto das suas torres de marfim, desdenham da ciência, prestam vassalagem ao lobby do carbono fóssil que lhes dita as políticas, e cospem nos restantes mortais, incluindo nos filhos e netos, que certamente desprezam. Trogloditas!»  

 

Clima.png

 

Esta carta aberta aos “poderosos” do mundo, inclui indicadores que os investigadores descrevem como "sinais vitais" relacionados com essa mudança e as áreas que requerem acção global imediata.

 

Alguns desses indicadores da actividade humana são positivos, como a crescente inclusão de fontes de energia renováveis, mas a maioria dos indicadores mostra uma imagem sombria, incluindo a crescente população de animais para consumo humano, perda de florestas e emissões de dióxido de carbono.

 

«Declaramos clara e inequivocamente que o planeta Terra está a enfrentar uma emergência climática (…) e para garantirmos um futuro sustentável, precisamos de mudar a forma como vivemos. Isso implica grandes transformações no modo como a sociedade global funciona e interage com os ecossistemas naturais (…) A crise climática já chegou e está a acelerar mais rápido do que a maioria dos cientistas esperava. É mais grave do que se pensava e está a ameaçar ecossistemas naturais e o destino da humanidade (…) Estas reacções climáticas em cadeia podem causar perturbações significativas nos ecossistemas, sociedade e economias, potencialmente tornando vastas áreas da Terra inabitáveis”, asseveraram os cientistas, alertando que não há tempo a perder.

 

O que os cientistas aconselham que se faça? 

 

- Controlo do crescimento da população mundial – actualmente há mais 200 mil pessoas no mundo a cada dia que passa. A população humana deve manter-se estável.

- Reduzir a utilização de combustíveis fósseis através da aplicação de taxas e substituindo-a por energias renováveis.

- Terminar com a destruição de florestas e diminuir o consumo de carne.

- Reduzir as viagens aéreas.

- Reforma do sector de energia.

- Redução de poluentes de curto prazo.

- Restauração de ecossistemas.

- Optimização do sistema alimentar.

- Estabelecimento de uma economia livre de dióxido de carbono.  

 

Dizem os cientistas que outra das actividades humanas com “sinais profundamente perturbadores” no que respeita ao clima, é a actividade aérea, com o número de passageiros a aumentar significativamente. A crise climática está ligada ao excessivo consumo de um estilo de vida rico, dizem os cientistas.

 

E dizem mais: «a boa notícia é que uma mudança transformadora, com justiça social económica para todos, levará a um bem-estar humano muito superior àquele que sentimos actualmente».

Quem está disposto a mudar do estilo de vida esbanjador para o estilo de vida onde apenas o essencial é importante?

 
O professor William Ripple, principal autor desta carta, salientou ter sentido a necessidade de transmitir esta mensagem para que o mundo entenda todas as causas e efeitos desta crise, e não apenas os problemas mais abordados: as emissões de carbono e o aumento da temperatura global.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:07

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