Segunda-feira, 2 de Abril de 2018

AS GRANDES MENTIRAS E AS GRANDES VERDADES DA TAUROMAQUIA

 

O mundo tauromáquico assenta em três grandes pilares:

Mentira, Ignorância e Estupidez.

 

Durante séculos mentiu-se, ignorou-se o óbvio e praticaram-se (e continuam apraticar-se) os mais estúpidos actos, em nome deste divertimento de brutos:

 

 

Hoje, não podem dizer que não há informação. Ela existe às carradas, mas ainda assim, as mentes atrasadas recusam-se a informar-se e a acatar o desenvolvimento científico, que coloca os Touros e os Cavalos no rol dos seres mais sencientes do Planeta.

 

E como a ignorância é muita, e a vontade de evoluir é nula, os adeptos desta prática selvática mentem para si próprios, porque recusam a realidade e a evolução.

 

Por isso espalham por aí estas grandes mentiras em que a tauromaquia assenta. Mas para as grandes mentiras, existem as grandes verdades.

 

A maioria dos Portugueses gosta de touradas

– Mentira

 

A esmagadora maioria dos Portugueses abomina as touradas

- Verdade

 

Cada vez mais Portugueses vão assistir a touradas

– Mentira

 

Cada vez mais Portugueses se afastam das touradas

- Verdade

 

Os tauricidas dizem que amam o Touro

– Mentira

 

Os tauricidas amam torturar o Touro

- Verdade

 

A tauromaquia não é financiada com dinheiros públicos

– Mentira

 

A tauromaquia é financiada com os impostos dos Portugueses

- Verdade

 

A tauromaquia subsidia-se a si própria

– Mentira

 

A tauromaquia sem o financiamento do Estado Português desaparecia

- Verdade

 

O touro vive como um rei durante quatro anos

– Mentira

 

Durante quatro anos o Touro sofre as maiores sevícias, para se tornar “bravo” para a lide

- Verdade

 

O Touro nasceu para ser toureado

– Mentira

 

O Touro é um bovino, herbívoro e manso, que nasceu para viver tranquilamente a pastar nos prados

- Verdade

 

O Touro gosta de ser toureado

– Mentira

 

O Touro, como animal que é, não gosta de ser toureado, e a prova disso é quando, na arena, ele manda um carrasco, desta para melhor, em legítima defesa

- Verdade

 

O touro não é torturado, física e psicologicamente antes de uma corrida

– Mentira

 

O Touro é torturado barbaramente, física e psicologicamente, antes da corrida

- Verdade

 

O Touro não é torturado nas corridas de touros

– Mentira

 

O Touro é torturado barbaramente, antes, durante e depois da lide

- Verdade

 

O touro não sente dor

– Mentira

 

O Touro, sendo um animal mamífero, possuidor de um sistema nervoso central sente dor tal como os homens

- Verdade

 

O Touro não sofre

– Mentira

 

O Touro, ser senciente, tem emoções e sofre tal como os homens sensíveis

- Verdade

 

E todas estas verdades estão comprovadas cientificamente, e que não estivessem, basta ser-se humano para não fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem a nós.

 

Não é esta a regra de ouro dos cristãos?

 

E não é a actividade tauromáquica apoiada pela igreja católica? Então onde fica a compaixão cristã, a regra de ouro, a piedade pelo sofrimento de um animal que tem um ADN semelhante ao do Homem?

 

Vivemos tempos bárbaros, governados por bárbaros, em pleno retrocesso…


Em suma, uma vergonha!

 

Isabel A. Ferreira

 

Tema inspirado no texto do Mário Amorim:

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2018/03/29/a-mentira-compulsiva-e-um-indicio-claro-de-uma-mente-psicopata/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:06

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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2018

AUTOR CONFESSO DO TIROTEIO NA FLORIDA (EUA) "TREINAVA-SE" A MATAR ANIMAIS NÃO-HUMANOS

 

E dos não-humanos aos humanos é uma questão de fracção de segundos…

 

SANGUE.jpg

 

Origem da imagem: https://doutorvampiro.files.wordpress.com/2015/01/nao-adianta-chorar-pelo-sangue-derramado1.jpg

 

Factos:

 

- Um jovem de 19 anos matou 17 pessoas, numa escola secundária na Florida, Estados Unidos da América, entre alunos, funcionários e professores.

 

- Mais um massacre ocorreu num país onde a venda de armas é livre.

 

- O jovem que foi detido confessou os crimes.

 

- Sofria de perturbações mentais e o seu perfil de psicopata traduzia-se no facto de gostar de matar animais.

 

- E do matar animais ao matar pessoas não há barreiras que o impeçam. 

 

- Nos Estados Unidos da América as armas estão ao alcance de todos.

 

- O poderoso e irracional lobby das armas, que tem o poder de fabricar serial killers de todas as idades, é intocável.

 

- Trump limita-se a lamentar as mortes. Choram-se lágrimas de crocodilo por estas mortes, mas nada se faz para acabar com a irracional venda de armas.

 

- As armas são instrumentos de morte.

 

- As armas não devem estar nas mãos de cidadãos comuns.

 

- As armas, sendo instrumentos de morte, são também a maior prova da irracionalidade dos homens, por isso, devem estar apenas nas mãos dos agentes da Lei e do Exército, uma vez que os homens, ditos racionais, não têm capacidade para viver sem necessidade delas.

 

- Os animais, ditos irracionais, têm capacidade para viver sem necessitar de armas de qualquer espécie, logo, são mais racionais do que os homens.

 

Conclusão:

 

Se os homens fossem realmente racionais não defenderiam os lobbies da morte, e nem choravam lágrimas de crocodilo pela morte de inocentes vítimas do sistema, mais do que vítimas de atiradores, também eles vítimas de um sistema que se está nas tintas para a saúde mental e física da fauna humana e não-humana do Planeta.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:44

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Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2018

UMA HUMANIDADE QUE MALTRATA ANIMAIS NÃO-HUMANOS É UMA HUMANIDADE APODRECIDA

 

GADO.jpg

 Transporte de animais vivos para o estrangeiro é um abominável delito

 

Do Brasil chegaram-me notícias de Joselene, uma activista que, tal como eu, luta pelo bem-estar dos animais não-humanos, o elo mais fraco do nosso Planeta.

 

O que ela denuncia e quer que o mundo saiba, também nós por cá o temos: exportação de animais vivos, transportados em navios ou camionetas, nas mais desgraçadas condições.

 

Joselene denuncia a crueldade exercida pelo Governo Central do Brasil, “a União”, em Santos, litoral do Estado de São Paulo.

 

Uma empresa do interior do Brasil, a maior exportadora de gado (carga viva) do país, uma tal de Minerva Foods, da cidade de Barretos, (a tal cidade onde é realizado o maior rodeo do Brasil), está a tentar exportar mais de 29 mil cabeças de gado para a Turquia, através do porto de Santos, o maior da América do Sul.

 

O gado foi apinhado em camiões, que percorreram mais de 500 quilómetros para chegar a Santos. Depois disso ficaram acondicionados, à espera de serem embarcados para a Turquia, num navio, onde permanecerão por quase um mês, até chegarem ao seu destino.

 

É inimaginável o sofrimento desses animais, retirados do seu habitat natural e metidos num porão, nas mais desgraçadas condições, fazendo lembrar o tempo da escravatura, quando os negros eram tratados de igual modo. Mas esse tempo já passou. Os negros já não são considerados “animais”, e os animais não-humanos têm direitos consignados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO. Direitos esses que não são cumpridos em países que ainda sofrem de um atraso civilizacional bastante acentuado, como Portugal e Brasil.

 

Em Santos, o povo uniu-se ao governo municipal, para parar com esta exportação, mas a força do dinheiro é muito grande, diz Joselene. Além disso, no Brasil os portos não pertencem às cidades onde estão localizados, mas sim ao Governo Federal (a chamada UNIÃO), embora lhe chamem CODESP (Companhia Docas do Estado de São Paulo)/ CODERJ (Companhia Docas do Estado do Rio de Janeiro)/ CODEBA (Companhia Docas do Estado da Bahia), e assim por diante, apenas para indicar o Estado onde estão localizados. Na realidade nem as cidades e nem os Estados têm autoridade sobre eles.

 

Porém, no meio de tanta desgraça, conta Joselene que um juiz regional, Márcio Krammer de Lima, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Santos, sob uma ordem do Desembargador Luis Fernando Nishi, determinou o desembarque dos quase 27 mil bois que estavam a bordo do NADA (este é o nome do navio), atracado no Cais do Saboó, no Porto de Santos. O Desembargador Luis Fernando, da 2ª. Câmara Reservada ao Meio Ambiente atendeu a um agravo de instrumento apresentado pela Agência de Notícias de Direitos Animais, a ANDA, e pela Associação Itanhaense de Protecção aos Animais, parte da Acção Pública que estes movem contra os envolvidos nesta exportação. Na sua decisão, anunciada no dia 1 de Fevereiro, o desembargador também reforçou a suspensão do embarque de cargas vivas no complexo, e proibiu a partida do cargueiro, além de fixar uma multa de R$ 5 milhões para qualquer embarcação que carregar animais no Porto. Isto inclui esta e qualquer outra no futuro).

 

Na sua decisão, o Desembargador citou a “necessidade de melhor disciplina à actividade de transporte marítimo de animais, haja visto amplo material demonstrando crueldade manifesta, incompatível com o art. 225, parágrafo 1º, inciso VII, da Constituição Federal”. Ele referiu-se a este trecho da Constituição, que determina que o poder público deve «proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, às práticas que coloquem em risco a função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade».

 

As leis até podem existir, mas lá, como cá, não são para cumprir ou fazer cumprir.

 

Posto isto, o transporte do gado foi interrompido. Para já.

 

E Joselene diz: «Espero que realmente a exportação não venha a ocorrer, e que ninguém de nosso Governo Federal se sobreponha à decisão do Desembargador Nish, liberando esta exportação cruel. Quero ressaltar a importância das organizações protectoras dos animais que estão envolvidas, a todos os santistas que assinaram os abaixo-assinados ou que lutaram de alguma forma por esta causa; ao Juiz Márcio Krammer, e ao Desembargador Nish, que não se fez de rogado, e agiu conforme lhe manda a Lei e o coração. GOSTARIA QUE TUDO ISTO SERVISSE DE LIÇÃO A TODOS OS QUE DEFENDEM OU QUEREM DEFENDER UMA CAUSA EM PROL DOS ANIMAIS, E SE ACHAM DESMOTIVADOS A SEGUIR EM FRENTE POR CAUSA DO PODER DOS GOVERNOS OU DA GANÂNCIA ENVOLVIDA, bem como sensibilizar a quem até agora se mostrou alheio ao sofrimento dos animais».

 

O que Joselene gostaria que fosse mostrado fora do Brasil é a crueldade imposta aos animais, a força e a garra das ENTIDADES PROTECTORAS DOS ANIMAIS, MOSTRANDO COMO UNIDOS PODE CONSEGUIR-SE ALGUMA COISA; e a sensibilidade e carácter do juiz Márcio Krammer e do Desembargador do Meio Ambiente, Dr. Luis Fernando Nishi.

 

Também nós por cá, esperamos que se acabe com o transporte de animais vivos, por todas as vias, porque os animais não nasceram para serem transportados… nasceram para serem livres, no seu habitat natural.

 

E esta é uma causa pela qual vale a pena LUTAR!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:15

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Segunda-feira, 9 de Outubro de 2017

A RAZÃO SEPARA OS SERES HUMANOS DOS SERES DESUMANOS

 

Eis um comentário que vou responder com um texto que escrevi, no meu livro Manual de Civilidade, e espero que o Tomás Tudela entenda que não é o dono do mundo, mas simplesmente uma pequena partícula do Universo, que se a Mãe Natureza quiser esmagar, esmaga sem que ele nada possa fazer.

 

Nem sei como é possível existir alguém que pense como o Tomás Tudela, nos tempos que correm…

É de PASMAR!

 

 

Tomás Tudela, deixou um comentário ao post FEIRA MEDIEVAL NA FREGUESIA DE SÃO PEDRO DE SINTRA às 19:04, 2013-07-28.
 
Comentário:

A Isabel insiste em confudir seres humanos com os restantes animais e em colocá-los no mesmo patamar. Na comunidade internacional, a DUDA não tem o mesmo valor que a DUDH, e o mesmo se passa no nosso país e em muitos outros países. A DUDH é foi proclamada e aprovava pela ONU, com o apoio do nosso País. A DUDH consagra um conjunto de princípios que se impostos a todos os países pela comunidade internacional e está consagrada na nossa Constituição. Portugal não assumiu compromisso nenhum relativamente à DUDA. Eu não tenho o mesmo valor que um animal, por isso não faz sentido a Isabel tentar comparar a minha vida à vida dos animais. Os seres humanos não podem usar cavalos para o Hipismo, nem burros ou póneis para o trabalho? O entretenimento de crianças, neste caso, é o trabalho do dono do burro ou do pónei. Podemos ter cães em casa, ou isso é uma crueldade e um atentado à liberdade dos cães? Os animais não nascem com direitos invioláveis, dotados por qualquer entidade divina. Isabel, o facto de os animais nascerem selvagens ou livres não significa que tenham que o ser. Não significa que os seres humanos não os possam utilizar. Senão o ser humano também não podia utlizar as florestas, os campos, os mares ou os rios. Qual é o propósito desssa coisas? O propósito dessas coisas, tal como dos burros e dos póneis, é aquele que os seres humanos quiserem que seja. Os seres humanos são um fim em si próprios. Os animais têm o fim que os seres humanos lhes atribuam. A Razão separa-nos.

 

***

 

PRIMEIRA NOÇÃO: O RESPEITO

 

«Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti»

 

A primeira noção a reter é a do respeito.

 

O que é o respeito?

 

É a consideração pelo outro. Quem é o outro? É tudo o que existe à nossa volta. Tudo o que faz parte do nosso mundo, da nossa vida: pessoas, animais, plantas, águas, ar, terra, enfim, todas as coisas, o que é nosso, por exemplo, a chávena por onde tomamos o leite, e o que não é nosso, ou seja, a chávena por onde o nosso irmão toma o seu leite.

 

O Respeito está na base do equilíbrio de todo o Universo. Se o Sol não respeitasse a Lua, se a Lua não respeitasse as estrelas, se as estrelas não respeitassem os planetas, se os planetas não respeitassem o Sol, o Sol talvez não respeitasse a Terra e provavelmente morreríamos queimados, num dia em que ele – o Sol – acordasse mal disposto.

 

A noção de Respeito está intimamente ligada ao princípio: «não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti». 

 

Repara:

 

Se não gostas que te rasguem as carnes com um punhal ou com outra coisa qualquer, deves rasgar as carnes de outro ser com um punhal ou com outra coisa qualquer?

 

Se não gostas que cuspam no teu prato de sopa, deves cuspir no prato de sopa de quem contigo come à mesma mesa, ou na mesa ao lado?

 

Todas as pessoas têm Direitos. Todas as pessoas têm também Deveres. Só podes exigir que respeitem os teus direitos, se respeitares os direitos dos outros. E esse respeito que deves aos outros é apenas um dos teus muitos deveres.

 

Terás o direito de exigir respeito, se não respeitas o tudo que te rodeia?

 

Lembra-te de que não és a única criatura do mundo. Há os outros seres, com quem tens a obrigação de partilhar o Planeta, que não é apenas teu. Tu não és a medida de todas as coisas. O erro maior do homem foi um dia julgar-se o centro do mundo.   

 

Todavia, o homem não passa de mais uma criatura entre milhares de outras criaturas, que antes dele já existiam.

 

O equilíbrio do Universo depende também do teu equilíbrio.

 

Primeira condição para saberes respeitar: começa por te respeitar a ti próprio, dizendo: «Sou uma pessoa, não importa se feia, se bonita. O que importa é que sou uma pessoa, e devo respeitar o que sou, para ser digno de mim mesmo e, a partir daí, digno de todos os outros seres».

 

A noção de respeito aparecerá muitas vezes ao longo deste Manual, porque o respeito é a medida de todas as nossas atitudes.

 

in «Manual de Civilidade» © Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:26

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Quarta-feira, 4 de Outubro de 2017

HOJE CELEBRA-SE O DIA DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS EM HONRA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS

 

São Francisco morreu a 3 de Outubro de 1226, e foi a enterrar a 4 de Outubro, e a partir de então, este passou a ser o dia em que se celebra o Santo que celebrou a Criação.

 

A igreja católica deveria seguir o exemplo de São Francisco, que considerava seus irmãos os animais não humanos, que com ele partilhavam o Planeta.

 

Mas, infelizmente, os padres católicos julgam-se acima de Deus.

 

ANIMAIS.jpg

 (Imagem: Internet)

 

Todos os animais são também meus irmãos. Todos os seres animados (com alma) e não animados (sem alma) são o resultado da mesma Criação.

 

Todos os dias, para mim, são dias de celebrar a Vida.

 

Mas hoje, especialmente hoje, dedicarei este texto, de Josefina Maller, aos meus irmãos animais…

 

«POR QUE GOSTO DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS...

 

 

Todos sabem (os meus leitores, claro!) que eu sou uma defensora acérrima dos animais (de qualquer animal, seja doméstico ou selvagem, do cão, do gato, da formiga ao hipopótamo), dos seus direitos, e de como os considero meus irmãos, porque somos seres da mesma criação, com quem partilho o mesmo planeta e a mesma vida: respiramos o mesmo ar; bebemos da mesma água; alimentamo-nos do que a Natureza nos dá; temos as mesmas necessidades vitais, fome, sede, sono; sofremos as mesmas dores; somos fustigados pelo mesmo vento; ilumina-nos o mesmo Sol; vela-nos a mesma Lua; abrasa-nos o mesmo fogo; somos atingidos pelos mesmos flagelos da Natureza, pelas mesmas doenças, pelos mesmos martírios que nos infligem os animais humanos.

Porém, nem todos saberão porquê.

 

in «A Hora do Lobo» © Josefina Maller

 

Gosto dos animais não humanos porque:

 

- São-nos fiéis em qualquer circunstância: nos bons e nos maus momentos; na fartura e na miséria; na saúde e na doença.

- Não têm vícios, não se embebedam, não se drogam...

- Não são rancorosos.

- Não usam da violência para maltratar os da sua espécie, a não ser em legítima defesa ou por uma questão de sobrevivência...

- Não matam por prazer.

- Não são cruéis.

- Não sentem ódio, nem escárnio.

- Não massacram.

- Não são terroristas.

- Não desprezam os seus.

- Não poluem as águas, o ar, o solo, o ambiente...

- Não fazem guerras.

- Não são bombistas suicidas

- Não destroem o seu habitat.

- Não inventam armas mortíferas.

- Não sequestram os seus.

- Não violam os seus.

- Não torturam os seus.

- Não impingem o seu modo de vida a ninguém.

- Não são intolerantes.

- Não mentem nunca.

- São afectuosos.

- São pacifistas.

- Não são hipócritas, nem cínicos.

- São amorosos, perspicazes, laboriosos, inteligentes, sensíveis.

- Não agridem, se não os agredirem.

- Não são ladrões.

- Não são corruptos.

- Não são traficantes de droga, nem de armas, nem dos seus.

- Respeitam as leis da Natureza e da Sobrevivência.

- Não andam no mundo só por ver andar os outros: intuem o verdadeiro sentido da Vida, porque a vivem de acordo com a Lei Natural... que é forma mais inteligente de viver...

QUE MOTIVOS TEREI EU PARA NÃO RESPEITAR OU NÃO GOSTAR DOS ANIMAIS NÃO HUMANOS OU DE CONSIDERÁ-LOS INFERIORES A MIM?

Josefina Maller»

Fonte:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/por-que-gosto-dos-animais-nao-524277

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:18

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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

QUANDO UM TOURO É UM ANIMAL SELVAGEM NA IMAGINAÇÃO DOS AFICIONADOS…

 

 

Recebi este comentário no Blog, cujo conteúdo não será muito diferente de muitos outros que costumo receber, à excepção da linguagem utilizada. Depois de ser bombardeada por uma enxurrada de ordinarices, ler este comentário do António, na sua ingenuidade de aficionado (que acha que não é) pareceu-me estar no paraíso.

 

Destaco-o aqui, por esse motivo, mas também para poder levar mais longe o que tenho para dizer ao António Estrela.

 

TOURO.jpg

Eis o belo e poderoso “animal selvagem” que, se não fossem as touradas, o António Estrela nunca teria oportunidade de ver… assim...

 

 ANTONIO ESTRELA comentou o post A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA às 22:49, 25/09/2017 :

 

Eu não gosto de touradas, mas sou grato a quem as vê. Pois sem elas não teria podido ver um belo animal, como o touro. Um animal selvagem poderoso. Que desde sempre foi venerado em lutas iguais. pelo homem. Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres . Vale a pena lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de gado. Mas o que me choca realmente, é o conceito de biodiversidade dos limousines, dos charoleses, dos BBB ou dos bois da raça zebuína com cupim enorme.

 

***

António Estrela,

 

Vamos lá esmiuçar o seu comentário. Começa por dizer esta coisa espantosa:

 

«Eu não gosto de touradas, mas sou grato a quem as vê».

 

Isto significa tão-só que o senhor GOSTA de touradas, mas não sabe, e é cúmplice dos sádicos e psicopatas, mas também não sabe.

 

«Pois sem elas não teria podido ver um belo animal, como o touro. Um animal selvagem poderoso».

 

Pois digo-lhe que se NÃO HOUVESSE touradas, o senhor PODERIA VER o belo animal, que é um Touro, nos prados, a pastar tranquilamente, como é da sua natureza. E JAMAIS, em tempo algum, veria um ANIMAL SELVAGEM chamado Touro, porque os Touros não são animais selvagens. São herbívoros, de natureza mansa e extremamente pacífica. Mas para saber isto é preciso estudar BIOLOGIA. Portanto, sugiro-lhe que nunca se meta a falar do que não sabe.

«Que desde sempre (o touro) foi venerado em lutas iguais, pelo homem».

 

Desde sempre o Touro foi venerado como um deus, por exemplo, no antigo Egipto. O Touro, na cultura micénica, foi venerado, NÃO para lutas, mas para acrobacias, sem sangue, sem sofrimento, sem tortura. JAMAIS o homem o venerou em LUTAS IGUAIS. À medida que a humanidade foi avançando, em vez de se avançar também no respeito a ter pelos magníficos animais que são os Touros, regrediu-se irracionalmente, e o animal homem-predador começou a utilizá-los, a explorá-los para LUTAS COMPLETAMENTE DESIGUAIS, onde os Touros vão para as arenas completamente desfeitos, quase cegos, já bastamente mortificados, e os homens-predadores, armados de bandarilhas e espadas, mais não fazem do que demonstrarem a sua DESCOMUNAL COBARDIA diante de um animal MAGNÍFICO, sim, mas completamente arrasado, indefeso, inocente e inofensivo.

 

«Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres».

Só haveria chocas, ou simplesmente hambúrgueres nas alucinações de quem apenas consegue ver carne de cadáveres para se alimentar, quando na Natureza existe tudo o que é necessário à alimentação do homem, sem necessidade de recorrer à morte dos animais que connosco partilham o Planeta, não para que o homem os coma ou os explore para tortura ou trabalhos forçados, mas porque foram criados para servirem unicamente a Natureza.

Isto de chocas e hambúrgueres está desactualizadíssimo. Tente actualizar-se, António Estrela. Até porque chocas sem Touros não existiriam. E vice-versa.

Por fim, o senhor diz isto:

«Vale a pena lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de gado. Mas o que me choca realmente, é o conceito de biodiversidade dos limousines, dos charoleses, dos BBB ou dos bois da raça zebuína com cupim enorme».

Não se trata de lutar por uns centímetros a mais nas gaiolas das galinhas ou pela melhoria dos transportes de animais.

Trata-se de retirar as galinhas das gaiolas, e de acabar com o transporte de gado vivo. O conceito de que os animais nasceram para servir o homem está ultrapassadíssimo. Deu-se um passo gigantesco a este respeito. Mas há os que ficaram para trás e ainda estão no século XXI antes de Cristo.

 

Quanto ao que o choca realmente não me surpreende. Gosta de touradas, e de ver os magníficos Touros estraçalhados nas arenas, mas o mais chocante, para si é a diversidade das raças bovinas.

A mim também me ofende bastante a manipulação genética.

 

Porém, a tortura de magníficos bovinos, mansos, indefesos e inofensivos, para divertir um punhado de sádicos e satisfazer os maus instintos de psicopatas; o martírio de seres vivos, que só investem se forem atacados pela besta humana, esmaga-me a alma.

Por conseguinta, da próxima vez que queira comentar sobre esta matéria, senhor António Estrela, venha munido de Saber. Dê uma vista de olhos, por este Blog. Estão aqui todas as informações necessárias, provas científicas, depoimentos de cientistas, desmistificações, enfim, tudo o que é preciso saber para sair do obscurantismo em que a tauromaquia tem mergulhado os seus aficionados.

É que já estou farta de estar sempre a repetir a mesma coisa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:55

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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017

MISSÃO ABOLIÇÃO!

À atenção dos animalistas portugueses!

 

Só faltam dois dias para a manifestação que realizaremos na Porta do Sol (Madrid), no próximo sábado, 16 de Setembro, pelas 17 horas.

MANIFESTAÇÃO.png

 

Sentimo-nos especialmente agradecidos às mais de 60 organizações que este ano se juntaram à manifestação. Protectoras dos animais, associações dos direitos dos animais, médicos  veterinários e santuários que com o seu esforço diário estão a criar um novo futuro para os nossos companheiros do Planeta.

 

Passai a palavra entre os vossos amigos, familiares e companheiros de trabalho!

 

Estou convencida de que no sábado daremos um grande passo nesse caminho que todos estamos a construir.

 

Esta será a manifestação pelos direitos dos animais mais multitudinária na história do nosso país (Espanha).

 

 Além disso, se vocês quiserem participar do “tiro de partida” que dará início à manifestação, em que distribuiremos milhares de lenços da campanha MISSÃO ABOLIÇÃO devem comparecer uma hora antes, pelas 16 horas.

 

ABOLIÇÃO.png

 

VEMO-NOS NO SÁBADO!

Sílvia Barquero

(Presidente do PACMA)

(Traduzido do original por Isabel A. Ferreira)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017

HINO DE AMOR AOS ANIMAIS NÃO-HUMANOS

 

As pessoas que convivem com animais não-humanos têm algo em comum: um amor profundo por eles. Um sentimento que não pode ser explicado e que, infelizmente, (ainda) muitas pessoas não podem entender, porque nunca o experimentaram.

 

E quem não gosta de animais não-humanos, também não gosta de animais humanos. Mas quem gosta de animais não-humanos, inevitavelmente, gostará dos animais humanos. E vice-versa.

 

Os nossos amigos e companheiros do dia-a-dia sentem um amor incondicional pelos seus donos, sem esperar nada em troca, e não há como resistir a tanto amor.

 

HINO DE AMOR AOS ANIMAIS.jpg

Origem da imagem: Internet 

 

São Francisco de Assis, bem como a Madre Teresa de Calcutá também sentiam esse amor profundo pelos animais. São Francisco considerava-os seus irmãos. Madre Teresa deixou-nos uma declaração de amor a eles.

 

«Por que amar os animais?

 

Porque dão tudo sem pedir nada. Porque frente ao poder do homem que conta com armas, eles são indefensos.

 

Porque são eternas crianças, não sabem nem de ódios, nem de guerras. Porque não conhecem o dinheiro e contentam-se apenas com um tecto onde se refugiar do frio.

 

Porque se fazem entender sem palavras, porque o seu olhar é tão puro como a sua alma.

 

Porque não sabem nem de invejas, nem de rancores, porque o perdão é algo natural neles. Porque sabem amar com lealdade e fidelidade. Porque dão a vida sem ter de ir a uma luxuosa clínica. Porque não compram amor, simplesmente o esperam e porque são nossos companheiros, eternos amigos que nunca traem. Porque estão vivos.

 

Por isso e mil coisas mais, eles merecem o nosso amor. Se aprendermos a amá-los como eles merecem, vamos estar mais perto de Deus”.

***

 

Os Pais devem ensinar os filhos a respeitar os animais

 

Ser bons pais implica mil e uma pequenas coisas, mas sobretudo implica incutir nas crianças valores humanos e bons princípios, e como é que isso se consegue sem neles (nos princípios) incluir o respeito por todos os animais que connosco partilham o mesmo Planeta?

 

Desta forma evitará que o seu filho se torne um adulto vazio de sentimentos como a empatia, a compaixão, a solidariedade, necessárias a uma vida mental e emocionalmente saudável.

 

Pense que, para o seu filho, você é um modelo a seguir. Na etapa de crescimento das crianças, elas tendem a imitar os pais. É por isso que você deve aproveitar esse período para ensinar aos seus filhos que é fundamental não fazer aos outros o que não gostaria que fizessem a si, sejam esses outros humanos ou não humanos. Todos somos Vida, e a Vida é tão importante para nós como é para os restantes animais, tão animais como nós, em todos os sentidos: biológico, emocional, sentimental. Só que nunca conviveu com animais é que não sabe disto. E a Ciência, aqui, nem sequer é necessária.

 

Desta forma, os seus filhos crescerão mentalmente saudáveis e serão adultos responsáveis, educados nos valores humanos e respeito pela Vida, logo, seres humanos válidos para a sociedade.

 

É que como dizia Mahatma Gandhi… «A grandeza de um país e do seu povo pode ser medida pela maneira como trata os seus animais».

 

E Portugal é um país sem grandeza alguma, pois mantém práticas desumanas, cruéis e violentas contra todas as espécies de animais, apesar da existência de uma Lei que pouco significado tem na prática, porque uns animais são mais animais do que outros.

 

E isso diz da pequenez dos políticos que o governam.

 

Reflictam nisto.

 

Texto adaptado de:

https://meusanimais.com.br/conheca-mensagem-madre-teresa-calcuta-amor-pelos-animais/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:25

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Terça-feira, 20 de Junho de 2017

REACÇÃO DO GRUPO PARLAMENTAR "OS VERDES" PERANTE A TRAGÉDIA DE PEDRÓGÃO GRANDE

 

VERDES.png

 

Em resposta a este texto, que ontem enviei aos deputados da Nação,

 

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/grande-tragedia-incendiada-pela-falta-722223

 

o Grupo Parlamentar “Os Verdes” acusou a recepção da minha mensagem electrónica, acrescentando que estão a acompanhar atentamente a evolução dos incêndios, através dos seus Colectivos Regionais, e têm se empenhado em dialogar com o Governo para defender novas políticas para as florestas, e travar a expansão do eucalipto, bem como promover o montado de sobro e outras espécies autóctones.

 

Para “Os Verdesa floresta do futuro deve promover o desenvolvimento das comunidades locais, deve preservar a biodiversidade e deve combater o despovoamento do país.

 

Num comunicado “Os Verdes” expressaram a sua solidariedade para com as populações afectadas, e saudaram a coragem de todos quantos combatem estes incêndios, em detrimento dos perigos para as suas vidas, os Bombeiros e ainda os populares que se organizam para fazerem face a este flagelo, considerando este um momento dramático para o país, havendo até ao momento a lamentar já a perda de 64 vidas humanas, assim como dezenas de feridos, sendo previsível o aumento deste número, dado que só com o avançar do tempo se conseguirá ter noção da real dimensão de tamanha tragédia.

 

***

 

Pois é!

 

O País espera que esta tragédia sem precedentes sirva para que os governantes portugueses abram os olhos e vejam a realidade, e sejam responsáveis. Porque até agora foram uns descomunais irresponsáveis.

 

É urgente banir os desmandos dos governantes, porque são as poderosas forças da Natureza que realmente mandam no Planeta.

 

E como questiona Manuela Nunes, que já trabalhou como Técnica Superior, nas Estradas de Portugal, SA: «Por que destruiu o Estado, as funções públicas, exercidas por guardas florestais, guarda-rios e nomeadamente as de cantoneiros, que desmatavam as bermas junto às estradas nacionais? Por que foram substituídos por empresas, que desertificaram as localidades?

 

Em consequência disso, desapareceram as escolas primárias, entre outras infra-estruturas que fixavam as populações (familiares desses funcionários). Por outro lado, a plantação quase doentia (visando apenas o lucro), do eucalipto, que para além de ser pasto fácil para a propagação de incêndios (quer sejam de origem natural, quer sejam de origem "animal"), secam o solo. Alguns "inteligentes" quiseram poupar, naquilo a que passaram a chamar "pequenos detalhes sem qualquer interesse". Claro que os interesses eram e são outros! E muito mais se poderia acrescentar! Estou desolada e chocada com o que aconteceu.»

 

Estamos todos desolados e chocados com o que aconteceu, cara Manuela Nunes.

 

Não podemos devolver à vida os seres humanos e não humanos que pereceram nestes incêndios. Mas podemos evitar que tamanha tragédia volte a acontecer em território português.

 

É tempo de novas políticas. Novos compromissos. Novas atitudes. Novas responsabilidades.

 

Há que defender os legítimos interesses da Nação, e não os ilícitos    interesses dos lobbies.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:18

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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2017

«O PLANETA TERRA ÉS TU…»

 

Uma ideia, guião e voz de Carlos Chavira.

Este vídeo foi produzido com o único propósito de agitar a consciência do nosso Planeta.

Humanos. Que palavra incrível!

Somos considerados a espécie mais inteligente do Planeta. No entanto…

 

 

… somos a pior de todas as espécies.

 

O que fazemos neste mundo? Quem nos trouxe aqui? Qual a nossa missão no Planeta? Talvez nunca possamos entender, mesmo quando parece que a nossa única missão é acabar lentamente com ele e com as suas espécies.

 

Já pensaste que talvez este Planeta não nos pertence, e ainda assim cuidar dele está nas nossas mãos?

 

Os outros animais estavam aqui muito antes de nós. Somos apenas os seus convidados. Temos vindo a invadir o seu território e estamos a destruir o seu habitat.

 

Eles suportaram-nos durante séculos, perdoaram-nos inúmeras vezes e continuamos a ignorar a situação deles.

 

Temos sido os seus sequestradores, os seus assassinos. Ainda assim aceitam-nos como seus donos.

 

Somos a única espécie que ataca, destrói, aniquila, contamina e extingue por ambição ou só para viver um pouco melhor.

 

O mundo é teu, é nosso, é de todos nós. Ainda assim, lembra-te que o mundo também é deles e temos de entender que eles não nada podem fazer para se salvarem e muito menos para salvar o Planeta.

 

O planeta Terra está a morrer, estamos a destruí-lo de forma vertiginosa e ele está faminto de amor. Não lhe sobra muitas forças e apesar de tudo, continua generosamente a dar-nos os melhores espectáculos desde que cá chegámos.

 

O Planeta tem sido o melhor anfitrião da nossa espécie. Não merecerá o nosso reconhecimento?

 

Se nos foi dada a capacidade de falar, pensar, criar, construir e ajudar, porque simplesmente nos calamos, ignoramos, destruímos e matamos?

 

Abre os olhos, tu também estás a morrer junto com o seu Planeta, o único planeta no nosso sistema solar onde nos foi dado o privilégio de viver.

 

Somos milhares de milhões neste Planeta, somos uma espécie pensante, racional, dominante, por que não nos damos conta disso?

 

Somos capazes de conquistar países, a Lua, e inclusive planetas. Ainda assim não somos capazes de conquistar os nossos próprios corações.

 

Toca o teu coração, sente o que está a dizer, ouve aquilo que ele pede de forma gritante e entendamos que precisamos de coexistir no mesmo planeta.

 

Começa por te mudares a ti mesmo. Faz essa proposta a ti mesmo, faz com que os teus filhos saibam e entendam, e que os mais velhos se lembrem que no dia em que a Humanidade deixar de existir e alguma outra espécie encontrar o nosso planeta, verão que fomos uma espécie que se equivocou, que caiu, porém, levantou-se e corrigiu os seus erros.

 

O Planeta já não é o mesmo e já não podemos esperar mais. Todos sabemos o que precisamos de fazer. O tempo urge. O futuro do planeta está nas tuas mãos. Ajuda-o, porque o planeta Terra és tu.

 

Que a indiferença não te vença.

 

Partilha-o agora mesmo, ainda vais a tempo…

 

Carlos Chavira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:14

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