
Se vos disserem que se for para votar em branco (ou fazer desenhos), mais vale não perder tempo em ir às assembleias de voto. Poupam-se 1800 milhões de euros, em combustível (valor gasto, a cada 12 horas, nos fins de semana) e aumenta, o bolo, a dividir, por todos os candidatos, menos do que votar em branco/nulo.
É que ao ir votar, o valor de 13,96 euros, fica disponível, para os partidos/candidatos. Se não for, o valor fica nos 8 euros. O governo poupa 40 milhões, com cada eleição. Ir votar branco/nulo, só pune o governo (e todos nós!) e as autarquias (pois 58%, do orçamento eleitoral, é pago pelas autarquias), tenham em conta o seguinte: quantos de nós já não ouvimos esta história do apelo ao não-votar-em-branco ser perda de tempo, poupa milhões, e mais tal? Contudo, tudo isto não passa de uma falácia, porque no final a treta tem de dar com a careta, ou seja, se foram a votos 10 milhões de pessoas, os votos contados entre válidos, brancos, nulos e abstenções têm de dar 10 milhões. Ou então há marosca.
Então por que não querem que nós, que não consideramos válidos nenhum dos candidatos, votemos em branco?
NÃO é pelos gastos ou ganhos destes e daqueles, é simplesmente para que NÃO se conste que o número de descontentes seja demasiado elevado. Querem empurrar-nos para a abstenção, que pode NÃO significar um acto de descontentamento ou protesto, mas o voto em branco significa protesto, significa que nenhum candidato nos serve.
O voto em branco significa um voto de protesto, que não cabe nas abstenções nem nos votos nulos.
Como é que nós, que temos o direito de votar (está na Constituição) vamos demonstrar o que pensamos sobre os candidatos? Se gostamos deste ou daquele candidato, votamos nele. Correcto? Se não gostamos de nenhum candidato votamos em branco, porque temos o direito de votar.
Os votos nulos podem não significar descontentamento ou protesto. Há sempre quem não se entenda com tantos quadradinhos, e ponha a cruzinha fora do sítio, ou, se e desenha bonequinhos, para anular o voto, é simplesmente gente que gosta de brincar com coisas sérias.
Em todos os votos, sejam válidos, brancos ou nulos, há uma leitura clara a fazer.
Portanto, como cidadãos com direito a votar, votamos em branco, se nenhum dos candidatos reúne as competências para ocupar cargos constitucionalmente superiores.
E se a Lei Eleitoral não estivesse tão minada, aliás como muitas outras leis estão minadas, para favorecer NÃO os cidadãos, mas os que governam, os votos em branco estariam representados no Parlamento, simbolicamente por cadeiras vazias, porque o voto em branco é um voto válido, não é nulo, nem está no rol das abstenções.
Representa apenas a percentagem de cidadãos que protesta: com o sistema ou porque os que se candidatam a seus representantes não lhes servem.
A Lei Eleitoral terá de ser revista, para ser justa.
Veja-se este exemplo: o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, nas presidenciais de 2016, foi eleito apenas por 2. 411. 925 votantes, num universo de 9. 741.377 inscritos, tendo votado apenas 4. 740.558 cidadãos, e desses, 58.714 votaram em branco. A abstenção foi de 51,16%, a maior para um primeiro mandato.
Portanto Marcelo NÃO é o presidente de todos os Portugueses. E foi eleito por uma percentagem mínima: pouco mais de dois milhões de cidadãos. Não tem nada de que se vangloriar.
Conclusão: votar em branco é o caminho, quando os candidatos não nos dizem nada. O voto branco é voto de protesto, pode é não estar explícito na Lei. Mas é um voto de protesto, e é bom que todos os portugueses saibam quantos de nós protestámos, através da percentagem desses votos.
Isabel A. Ferreira
Proposta foi aprovada no Parlamento
in Diário do Distrito [Setúbal]
O Governo aprovou esta sexta-feira uma lei que passa a proibir o uso da burca e do niqab em espaços públicos, à semelhança do que já foi feito em vários países europeus, como a França e a Dinamarca.
A proposta foi apresentada pelo Chega, e teve o apoio do PSD, Iniciativa Liberal e CDS-PP, ao passo que PS, Livre, PCP e Bloco de Esquerda votaram contra.
Já o PAN e JPP abstiveram-se.
A legislação passa a proibir «especificamente roupas destinadas a ocultar o rosto», visando questões de segurança pública e identidade visual, argumentando o Chega que «a burka representa uma forma de opressão às mulheres e uma ameaça à segurança pública».
Por outro lado, partidos como PS e Bloco de Esquerda defenderam que a proibição pode infringir direitos individuais, como a liberdade religiosa e de expressão.
Ler a notícia completa aqui

Em Portugal não se usa burka nem niqab, logo, quem para cá vem deve seguir as leis de Portugal. É por isso que jamais emigraria para um país onde tivesse de usar a burka ou o niqab, ou não me ser permitido sair à rua sozinha e ir lanchar a uma pastelaria, porque tudo isso não faz parte da MINHA cultura.
Esta proibição nada tem a ver com liberdade religiosa e de expressão. Apenas as senhoras NÃO podem cobrir-se, dessa maneira, em público. De resto têm toda a liberdade religiosa e de expressão, desde que cumpram as leis portuguesas, e não venham para cá impor as suas.
Cá pelos meus lados existe uma senhora que usa burka. Ao sair à noite, para pôr o lixo no contentor, quem me garante, nos tempos que correm, que debaixo daqueles panos, não está um homem, um bandido, um violador, um assaltante?
Isto tem a ver com aquela máxima «em Roma sê romano», e se não estamos dispostos a seguir as leis do País para onde emigramos, o mais inteligente é procurar um país que tenha os mesmos valores e costumes que nós.
Isabel A. Ferreira

Foi uma vergonha. Um desrespeito.
E estas vergonhas e estes desrespeitos acontecem frequentemente no Parlamento Português.
O que é que está a passar-se em Portugal?
Que políticos estão assentados em São Bento?
O deputado Paulo Núncio (CDS/PP) a levar uma marrada de um bezerrinho; o deputado Pedro Frazão (CHEGA) a ensinar-lhe, através dos filhos, como se pega um bezerrinho; agora beicinhos à toureiro ou forcado; em 2009, o deputado Manuel Pinho a fazer corninhos, pelo menos por duas vezes ouviu-se gritar OLÉ no hemiciclo, ou devo dizer arena?
O que temos aqui?
Para ver mais sobre a triste cena clicar no link:

Não quero com isto ofender a Senhora Deputada. Quem a ofendeu, quando fez aqueles beicinhos à toureiro ou forcado foi Filipe Melo.
Eu apenas quero dizer com isto, e aproveitando a ocasião, que há deputados da Nação que se candidatam ao cargo apenas para defender os milhares de Euros que vão para a tauromaquia. O que também constitui uma VERGONHA!
Não sei se é o caso do deputado Filipe Melo.
Só sei que quando vi o deputado a fazer aqueles beicinhos, lembrei-me imediatamente dos toureiros e forcados quando estão a atacar os Touros. O miúdo que vemos na imagem apareceu na Reportagem transmitida pela SIC Notícias, sob o título «Touradas: tradição ou crueldade?», a fazer beicinhos tal e qual o Deputado da Nação.
Há muitas mais imagens, ainda mais horrorosas, de toureiros a fazerem beicinhos. Outras:






Mas isto no Parlamento???? Isto é uma VERGONHA!!!!
Espero que Filipe Melo seja demitido, bem como Paulo Núncio, Pedro Frazão e todos os outros que fazem do Parlamento uma arena circense.
Isabel A. Ferreira

Foi uma vergonha. Um desrespeito.
E estas vergonhas e estes desrespeitos acontecem frequentemente no Parlamento Português.
O que é que está a passar-se em Portugal?
Que políticos estão assentados em São Bento?
O deputado Paulo Núncio (CDS/PP) a levar uma marrada de um bezerrinho; o deputado Pedro Frazão (CHEGA) a ensinar-lhe, através dos filhos, como se pega um bezerrinho; agora beicinhos à toureiro ou forcado; em 2009, o deputado Manuel Pinho a fazer corninhos, pelo menos por duas vezes ouviu-se gritar OLÉ no hemiciclo, ou devo dizer arena?
O que temos aqui?
Para ver mais sobre a triste cena clicar no link:

Não quero com isto ofender a Senhora Deputada. Quem a ofendeu, quando fez aqueles beicinhos à toureiro ou forcado foi Filipe Melo.
Eu apenas quero dizer com isto, e aproveitando a ocasião, que há deputados da Nação que se candidatam ao cargo apenas para defender os milhares de Euros que vão para a tauromaquia. O que também constitui uma VERGONHA!
Não sei se é o caso do deputado Filipe Melo.
Só sei que quando vi o deputado a fazer aqueles beicinhos, lembrei-me imediatamente dos toureiros e forcados quando estão a atacar os Touros. O miúdo que vemos na imagem apareceu na Reportagem transmitida pela SIC Notícias, sob o título «Touradas: tradição ou crueldade?», a fazer beicinhos tal e qual o Deputado da Nação.
Há muitas mais imagens, ainda mais horrorosas, de toureiros a fazerem beicinhos. Outras:




Mas isto no Parlamento???? Isto é uma VERGONHA!!!!
Espero que Filipe Melo seja demitido, bem como Paulo Núncio, Pedro Frazão e todos os outros que fazem do Parlamento uma arena circense.
Isabel A. Ferreira
Demissão de João Moura, secretário de Estado da Agricultura, já!
Abolição da selvajaria tauromáquica já, também!
Os Portugueses, que já evoluíram e são a esmagadora maioria da população, não querem nem merecem viver num país onde ainda se realizam estas práticas selváticas.
Queremos um Parlamento limpo, sem lixo tauromáquico!
Os actuais governantes, maioritariamente trogloditas, não fazem jus do Nobre Povo Português.
Abaixo a mórbida prática tauromáquica, em todas as suas rascas vertentes!
Isabel A. Ferreira




Fontes:
https://www.facebook.com/photo/?fbid=841162408234043&set=pcb.841163734900577
https://www.facebook.com/photo?fbid=841162694900681&set=pcb.841163734900577
https://diariodarepublica.pt/.../desp.../9586-2025-928659567
Que gente mais atrasada, troglodita, primitiva e todos os restantes adjectivos que dizem da pobreza moral, cultural e social dessas criaturas ainda rodeadas de trevas...!
UMA VERGONHA, num Portugal que ainda não saiu da Idade Média, com uns governantes que não sabem o que é a Civilização, e travam a evolução do País com o seu apoio a estas práticas broncas.
É preciso limpar o Parlamento. Fora com os trogloditas!
Isabel A. Ferreira

Cliquem nos links, e vejam o que foi a época troglodita em Alcochete:
https://www.facebook.com/reel/1262472628906085
https://www.facebook.com/reel/758262326590290
https://www.facebook.com/reel/1809918909595593
https://www.facebook.com/reel/1452123439368256
É que nem me tem apetecido falar da politicagem que anda por aí...

Da Política
A política em Portugal anda pelas ruas da amargura.
Aquelas cenas no Parlamento Português, no dia 11 de Março de 2025, aquando da votação da Moção de Confiança ao XXIV Governo Constitucional foi... foi... foi... não existem palavras para classificar tal coisa. O que seria aquilo?
Não há cargo político algum, em Portugal, que não tenha sido manchado pela falta de lucidez de quem o ocupa, obviamente com raríssimas excepções.
Os bons recolhem-se, com medo de se transformarem em maus, porque o PODER corrompe, e digo isto com conhecimento de causa. Lidei durante quase 30 anos com políticos, com autarcas, com presidentes, com deputados, e quando o Jornal me mandava cobrir um acontecimento com discursos de políticos, eu escrevia o discurso antes de ir para as ocorrências, para adiantar serviço. Se houvesse alguma novidade era só introduzi-la no que eu havia escrito. Se não houvesse, os discursos estavam prontos para seguir para a redacção do Jornal. Sabia aquele blá-blá-blá político de cor e salteado. Sempre o mesmo, sempre a ausência do interesse pelos interesses do País e dos Portugueses.
E isso não mudou.
Vivemos tempos vazios de valores e cheios de sombras.
Até quando?
***
Quando me perguntaram se Luís Montenegro vai ou não deixar de ser primeiro-ministro, não sei, mas uma coisa eu sei: Portugal precisa de sangue novo no Parlamento, aliás, precisa de sangue novo em todos os cargos políticos, do mais elevado ao menos elevado.
Nenhum dos que pretendem candidatar-se à fantochada das próximas eleições legislativas devia poder candidatar-se. Já demonstraram a sua incompetência, a sua falta de lucidez e bom senso, o estarem-se nas tintas para os interesses de Portugal e dos Portugueses. O que lhes interessa é o PODER pelo PODER, é alimentar o próprio ego, é de ver quem consegue chegar mais alto, ainda que para isso tenha de sacrificar o País.
Comportam-se como uns parasitas, que sugam o sangue, suor e lágrimas dos Portugueses e dos pobres imigrantes que para aqui vêm iludidos com a “terra prometida, onde escorre leite e mel”, porque os há ricos e a usufruir de privilégios, à custa dos nossos impostos.
Isto das eleições é vira o disco e toca o mesmo, e os Portugueses já estão fartos de ver as mesmas caras, os mesmos discursos vazios, dos que querem abancar-se em São Bento, para lutarem pelos seus próprios interesses, e pelos interesses dos lobbies que representam.
Não direi que não haja políticos honrados, dignos de ocuparem os cargos mais altos da governação portuguesa. Porém, onde estarão, que não os vejo? Dos que estiveram no Poder nos últimos anos, e principalmente àqueles a quem dirigi cartas abertas e privadas, no meu estilo impecável [devo acrescentar que, conforme as circunstâncias, tenho vários estilos de escrita, e se me dirijo aos governantes, obviamente, sempre fui impecável] e nenhum, nenhum teve a hombridade de, como é da prática democrática, responder às questões que uma cidadã que paga impostos e cumpre os seus deveres cívicos, lhes pôs, levando-me a deduzir que não tinham respostas para perguntas tão incisivas. Como poderiam dizer-me que não estavam interessados no que aos Portugueses interessava?
***
Do AO90
Um cidadão escreveu-me a dizer que existem maneiras de acabar com o nefasto acordo ortográfico de 1990 [algo que está a provocar a perda da identidade portuguesa], por exemplo: substituir os políticos profissionais anti-Portugal e anti-Portugueses. O que pensava sobre isto?
Respondi-lhe o seguinte:
Que existem maneiras de acabar com o nefasto AO90 é algo que se vê a olho nu, mas nem todos os que podem, querem e mandam têm a capacidade de ver a olho nu, precisando de uma lupa gigante para ver o que está diante do nariz deles, e como não têm lupa...
Como diz, uma das maneiras para nos livrarmos do “abortográfico” talvez possa passar pela substituição dos políticos profissionais anti-Portugal e anti-Portugueses, porém, não me parece que haja gente que possa substituir tantos apátridas de uma só vez. A via mais natural e mais fácil passa pelo presidente da República, que tem o DEVER de cumprir a Constituição da República Portuguesa, conforme prometeu na tomada de posse do cargo, e os parlamentares cumprirem a lei vigente, que obriga à grafia de 1945.
Como não temos uma justiça que possa levar à barra do tribunal quem NÃO cumpre a Constituição e a Lei, temos o que temos: um país sem rei nem roque, sem Língua e sem rumo.
***
Da crueldade sobre animais não-humanos
O mesmo cidadão diz-me que são precisas pessoas influentes na luta contra as touradas, a caça, a pesca desportiva, o tiro aos pombos, as corridas de galgos, a pesca submarina, o uso de animais em experiências laboratoriais, as corridas de cavalos, o abate de pintainhos em empresas de produção de ovos, o corte dos cornos das vacas em empresas de produção de leite, os abates rituais hallal e koscher de bovinos, caprinos e ovinos, a "matança" do porco, o uso de animais em circos, o uso de golfinhos em "delfinários", os jardins zoológicos, as competições de pombos correio, a venda de animais silvestres para viverem em cativeiro, o uso de animais em trabalhos rurais, o uso de bois, burros e cavalos a puxarem carroças e outros veículos, outras práticas degradantes, cruéis e humilhantes para os animais não-humanos, que não podem defender-se, estando à mercê dos TROGLODITAS, com assento na Assembleia da República, responsáveis pelas leis que permitem todas estas barbaridades. Sim, penso que essas pessoas influentes são precisas.
Porém, eu iria um pouco mais longe: também é preciso correr com todos esses trogloditas da AR, os quais são a maioria. Muitos candidatam-se APENAS para defender os vários lobbies que representam, entre eles o lobby tauromáquico, muito acarinhado por praticamente TODOS os partidos políticos, da esquerda à direita (nisto praticam as mesmas políticas) excepto o PAN e o BE, e este é contra a barbárie, mas não muito.
Enquanto houver na Assembleia da República esses trogloditas, nenhuma lei de protecção animal, englobando TODOS os animais não-humanos explorados e torturados pelo bicho-homem, poderá passar.
Para a maioria dos deputados da Nação, apenas alguns Gatos e alguns Cães (nem todos) são reconhecidos como animais a merecer protecção. Todos os outros, incluindo certos Gatos e certos Cães são considerados ervas daninhas que podem ser destruídas, sem um pingo de dó, nem piedade.
Esta questão é uma questão civilizacional. E enquanto houver trogloditas a ditar as leis, desventurados animais que tiveram a desdita de nascerem num País onde quem quer, pode e manda deve milhares de Euros à Civilização.
Isabel A. Ferreira

Esta Nota é também endereçada ao Exmo. Sr. Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, aos quatro Exmos. Srs. Deputados eleitos pelos portugueses recenseados no estrangeiro e ao Exmo. Sr. Presidente do Conselho das Comunidades Portuguesas.

NOTA DE PREOCUPAÇÃO
A Comissão Temática para os Assuntos Consulares, Participação Cívica e Política (CCPCP), do Conselho das Comunidades Portuguesas reunida na quinta-feira dia 13 de Março 2025, deliberou manifestar a sua preocupação relativamente à situação política existente em Portugal e que determinou a convocação de novas eleições legislativas, para o próximo dia 18 de Maio de 2025.
Estas eleições surgem após o chumbo da Moção de Confiança apresentada pelo actual e XXIV Governo Constitucional da República Portuguesa e votada no passado dia 11 de Março 2025. No decorrer desta reprovação no Parlamento, o Presidente da República decidiu convocar novas eleições para o próximo dia 18 de Maio de 2025.
Neste contexto estamos profundamente preocupados, devido:
-- Ao curto espaço de tempo que vai impossibilitar a mobilização e consequente participação dos portugueses residentes no estrangeiro neste acto eleitoral.
-- Devemos estar particularmente atentos à preparação de materiais eleitorais s, à s, à organização de locais de votação e à garantia de que todos os sistemas de votação estejam aptos a actuar correctamente, inclusive o funcionamento degradado dos correios em determinados países do mundo com forte comunidade portuguesa.
-- Alertamos para o aumento expectável da abstenção, por parte dos 1 678 378 portugueses recenseados no estrangeiro.
-- O curto espaço de tempo não vai permitir publicitar de forma eficaz, clara e abrangente a existência destas eleições. O que no nosso entender irá afectar a qualidade do debate público e a capacidade dos eleitores de tomar decisões informadas.
-- No que respeita ao recenseamento eleitoral, os prazos de 60 dias antes da eleição não vão permitir a inscrição, alteração ou actualização da morada no documento de identificação.
Por todos estes motivos e neste contexto de profunda instabilidade política em Portugal, esta Comissão Temática (CCPCP) declara manifestar a sua preocupação e lamenta a forma inusitada com que foi convocada esta eleição para a Assembleia da República. O que uma vez mais, vem coarctar o pleno exercício de cidadania de várias centenas de milhares de portugueses residentes no estrangeiro.
Os membros da Comissão Temática para os Assuntos Consulares, Participação Cívica e Política:
-- Rui Ribeiro Barata (França) Coordenador
-- Alexandre dos Santos (África do Sul) Secretário
-- Maria Fátima De Pontes (Venezuela) Vice-coordenadora
-- José Duarte Alves (Brasil)
-- Márcia Sousa (EUA)
-- Cândida Melo (Alemanha)
-- Sara Fernandes (Austrália)
Documento elaborado pela Comissão do CCPCP, no dia 13 de Março 2025
Enquanto houver trogloditas no Parlamento, o que se vê nos vídeos mais abaixo reproduzidos, continuará a acontecer. Para vergonha de Portugal e dos Portugueses que já evoluíram.
E levo com isto, logo que regresso de férias!
Isabel A. Ferreira

Haja vinho, haja festa!
Ficamos sem palavras para descrever pessoas que se divertem com a exploração, abuso e humilhação destes magníficos Touros.
Até quando vamos permitir esta barbaridade?
Os Touros são retirados do campo várias horas antes, são transportados em camionetes, ficam horas fechados nos curros improvisados, expostos ao calor e sem acesso a água.
São obrigados a percorrer as ruas, durante horas para "divertir" os energúmenos, depois esperarem, nem sabemos quantas horas, para regressarem ao campo.
Segundo informação dos Bombeiros, há registo de cerca de 30 colhidas/feridos.
*Há pelo menos uma vítima mortal e 3 colhidas graves que foram transportados para o hospital.
Fonte: Grupo Alcochete antes & depois
**Não há, até agora registo de vídeos das colhidas graves.
***Estes vídeos são das largadas da 1.30h-4.30h da madrugada.
Há pelo menos uma vítima mortal e 3 colhidas graves que foram transportados para o hospital.
Fonte: Grupo Alcochete antes & depois
**Não há, até agora registo de vídeos das colhidas graves.
***Estes vídeos são das largadas da 1.30h-4.30h da madrugada.
"Haja vinho, haja festa"
***
Ver os vídeos clicando nos links:
https://www.facebook.com/100064649624274/videos/pcb.914540430710936/531108116111366
https://www.facebook.com/100064649624274/videos/pcb.914540430710936/1934778660377390
https://www.facebook.com/100064649624274/videos/pcb.914540430710936/1574271433186909
https://www.facebook.com/100064649624274/videos/pcb.914540430710936/1540868006814950


(Subscrevo cada palavra deste texto extremanete lúcido, de Henrique Neto, o qual me foi enviado por e-mail. Ainda temos vozes sábias em Portugal. Não temos é ouvidos abertos ao SABER, lá pelas bandas de São Bento e de Belém.
Isabel A. Ferreira)

Por Henrique Neto
in https://observador.pt/opiniao/a-batalha-pela-democracia/
Existe um consenso na sociedade de que a corrupção mina por dentro os regimes democráticos. Se a isso juntarmos, no caso português, um sistema de justiça que convive com a corrupção há anos e se mostra incapaz de julgar os corruptos, temos a combinação perfeita para em Portugal existir apenas um simulacro de democracia e não um verdadeiro regime democrático.
Acresce a isso que há anos nesta coluna temos vindo a demonstrar a falácia democrática que resulta do nosso regime eleitoral, em que os deputados são escolhidos pelos chefes partidários e não pelos eleitores. Deputados que no Parlamento seguem cegamente as orientações do líder do partido que os escolheu, já que de contrário não seriam os escolhidos em futuras eleições, ou para os mais variados cargos políticos colocados à sua disposição, seja nos governos seja na administração. Ou seja, Portugal não é hoje um regime democrático e os resultados eleitorais em que não participam metade dos eleitores, serão tudo menos a verdadeira expressão de uma qualquer verdade democrática.
Esta questão é, contudo, apenas o princípio de uma realidade mais grave em que vivemos hoje. Como resultado do sistema não democrático da escolha dos militantes dos partidos para cargos políticos ou governativos, a actividade partidária autónoma é substituída pela actividade governativa, as sedes partidárias ficam vazias, os gabinetes de estudo desaparecem e a democracia interna dos partidos fica condicionada a favor da vontade autocrática do chefe.
O melhor exemplo é o próprio Partido Socialista no poder em que nada acontece fora da vontade de António Costa, em que a ausência de currículo da generalidade dos escolhidos, ou tão só a sua falta de competência, não impede a sua participação no Governo, ou nos restantes cargos do Estado. Trata-se da clara demonstração de que essas escolhas representam apenas da vontade de António Costa, pessoas por ele escolhidas e que a ele devem total fidelidade.
Um outro exemplo, este de sinal contrário, é o caso do grupo parlamentar do PSD, composto pelos escolhidos de Rui Rio e que não seguem, ou seguem mal, as orientações do novo líder Luís Montenegro. Trata-se, nos dois casos e de igual forma, de uma demonstração clara que no sistema político português foi criada uma autocracia partidária que nada tem a ver com os regimes democráticos em que os eleitos representam o povo que os elege e que como tal interagem com os eleitores que os escolheram.
A corrupção é uma outra consequência do modelo não democrático do nosso sistema político. De facto, os políticos escolhidos pelo chefe partidário e mantendo com ele uma relação de fidelidade e não estando dependentes da vontade dos eleitores, ficam livres para enveredarem por formas ilícitas de usarem os seus cargos para benefício próprio, das suas famílias e amigos. Além do mais, porque a prática do sistema político os defende, seja na administração seja na Justiça. Quando António Costa diz “há política o que é da política e há Justiça o que é da Justiça”, está a criar um sistema de defesa política e ética dos acusados por crimes de corrupção.
Infelizmente, o modelo não democrático não termina aqui. Pouco a pouco os escolhidos pelo chefe acabam por ocupar todos os cargos públicos de alguma importância e também pouco a pouco, tornam-se numa máquina de branqueamento da corrupção e da criação de dificuldades às investigações, ou seja, como diz o povo, são os que ficam à porta, parte da enorme máquina política que usa todas as oportunidades para evitar os julgamentos, os quais poderiam não apenas condenar o réu, mas condenar igualmente o sistema político não democrático que permite a corrupção.
Nas coisas que escrevo tenho evocado com frequência aquilo a que chamo a “grande família socialista”. A razão é simples e a sua importância é óbvia, trata-se de uma enorme máquina burocrática que controla todos os cargos de alguma importância no Estado e em muitas empresas públicas e que actua com um elevado sentido de solidariedade, sem capacidade de critica interna, salvo uns raros casos de militantes mal vistos no partido. Aliás, sempre que surge de fora da família algum escolhido, como é o caso recente do director nomeado para tentar resolver os problemas existentes na Saúde, a família socialista cria todo o tipo de obstáculos. Neste caso, nem o estatuto das suas funções foi possível aprovar.
Penso que não existe uma lista de todos os casos de corrupção, grande e pequena, que estão na Justiça para chegarem a julgamento e a probabilidade será que a maioria acabe sem que os acusados cheguem à prisão. Apenas em três casos, Sócrates, BES e EDP, estão envolvidas dezenas de pessoas muito poderosas, com muito dinheiro e com muitas relações na justiça, na política e na comunicação social. Num regime verdadeiramente democrático que representasse o povo, há muito que teriam sido julgados e os portugueses teriam uma ideia da enormidade dos prejuízos que provocaram ao País. Todavia nesta autocracia de fachada democrática, a probabilidade é que nunca saibamos o que verdadeiramente foi feito.
Vivi metade da minha vida em ditadura e a sonhar com a democracia. Agora estou a terminar a segunda metade da vida e lamento acabar a viver numa falsa democracia. Em qualquer caso, acredito que mais tarde ou mais cedo, a verdadeira democracia acabará por emergir, mas o enorme prejuízo provocado ao País por muitos anos de más políticas, de maus governantes e de defesa de interesses menos respeitáveis, deixará Portugal exausto, muito pobre e muito dependente do exterior.
21-08-2023
Henrique Neto
***
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