Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2019

CIRCO TERCEIRO-MUNDISTA DE VICTOR HUGO CARDINALI ESCRAVIZA CAVALOS, CAMELOS, LEÕES, ELEFANTES… BASTA!

 

Outro circo terceiro-mundista a boicotar, este fim-de-semana!

Povo de Torres Vedras, não vão em família assistir a um circo que mantém em cativeiro e tortura toda uma vida, Cavalos, Elefantes e Camelos, para que miúdos e graúdos se entretenham durante uma escassa hora.

Digam basta e enviem os vossos protestos para:

Circo Cardinali: circovhc@gmail.com

Presidente da Câmara de Torres Vedras, Carlos Manuel Antunes Bernardes:

geral@cm-tvedras.pt

 

20137039_VF6KP[1].png

Origem da imagem: Internet

 

Portugal proíbe o uso de animais selvagens nos circos!

 

A Assembleia da República aprovou, no dia 30 de Outubro de 2018, em votação final global, um diploma que proíbe o uso de animais selvagens nos circos.

 

Os circos vão ter de deixar de usar animais selvagens nos próximos seis anos. Quem entregar os seus animais voluntariamente receberá "apoio para a reconversão e qualificação profissional".

 

Está assim proibido o uso de macacos, elefantes, tigres, leões, ursos, focas, crocodilos, pinguins, hipopótamos, rinocerontes, serpentes e avestruzes em circos portugueses.

 

Mas falta mencionar CAVALOS, CAMELOS, GOLFINHOS, PIRANHAS, CÃES, enfim, toda e qualquer espécie animal, à excepção do HOMEM.

 

"É um passo muito importante porque o Parlamento reconhece que jaulas maiores, melhor regulamentação e mais fiscalização não resolve o problema. E é um passo muito importante porque esta lei é a única no mundo que garante aos trabalhadores dos circos que cedam voluntariamente os animais o direito ao apoio para reconversão e qualificação profissional", explica o deputado do PAN André Silva.

 

Uma vez entregues, os animais serão colocados em centros de acolhimento, em Portugal ou no estrangeiro, "que garantam o seu bem-estar de acordo com as características e necessidades biológicas e etológicas dos animais em causa.

 

A lei prevê ainda a criação de um Cadastro Nacional de Animais - uma lista que reunirá todos os animais existentes em cada circo. As companhias circenses têm seis meses para comunicar às autoridades a sua situação e depois deverão actualizar o registo trimestralmente.

 

Existe uma moratória de 6 anos para os circos em Portugal entregarem os seus animais selvagens, no entanto verifica-se a continuação do uso dos animais, ignorando completamente a lei que foi aprovada, consideramos que é da responsabilidade dos municípios proibirem circos com animais selvagens nas suas cidades!

 

Circos só com animais HUMANOS.

 

Fonte: https://www.facebook.com/577397096057838/photos/a.577421039388777/578164282647786/?type=3&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:32

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Sábado, 5 de Janeiro de 2019

MAIS UMA NÓDOA NEGRA MANCHA O PARLAMENTO PORTUGUÊS COM VOTO DE PESAR PELO TORTURADOR DE TOUROS E CAVALOS, JOAQUIM BASTINHAS

 

Obrigada PAN, por ter votado contra.

"Louvar" alguém que passou a vida a TORTURAR seres vivos para se divertir e divertir sádicos não é algo digno de uma Assembleia da República.

O falecido nada fez em prol da Sociedade, da Cultura, da Ética. Foi apenas um torturador de Touros, Cavalos e Bezerros, o qual desonrou a espécie humana.

E colocá-lo ao mesmo nível dos que deixaram uma obra em prol da Humanidade, ou que foram ÚTEIS à sociedade, só diz da pobreza moral e cultural dos deputados da Nação, que aprovaram este voto de pesar, algo que devia ter ficado no seio da família e dos tauricidas e aficionados.

Quantos cidadãos honrados, que já entraram para a História como gente válida, foram esquecidos pelo Parlamento!

Esta é mais uma VERGONHA para Portugal, a juntar a tantas outras.

Bestinha.jpg

Torturar Touros era a sua profissão, uma profissão que não dignifica a Humanidade.

 

 Movimento Não À Vaca das Cordas

 

O touro é um animal, não é um robot, o cavalo é um animal, não é um robot. No entanto fazem com eles o que querem impunemente!


Profundamente desapontados com o governo PS e com todas as bancadas que votaram a favor e se abstiveram para homenagear um mero homem comum que tinha um emprego como qualquer outro, com a particularidade de esfaquear, matar, espetar animais com farpas e colocar os cavalos em perigo de vida e sofrimento atroz.



Apenas o #PAN votou contra, um voto cheio de bom senso.

Pode agora o #PAN contar com os votos de todos nós! Obrigado!

O Bastinhas não fez nada por Portugal, não supriu necessidades básicas de ninguém, não lutou pela liberdade, não se dedicou a causa alguma, etc.. Em Espanha batia palmas aos touros de fogo, apenas se dedicou a esta actividade - a tourada e pelos seus bolsos cheios por todos nós, esta homenagem é um ultraje a cada pessoa que morre seja ela um lixeiro ou um médico a quem o governo não faz votos de pesar, esperamos que quando morrer um matador de um matadouro que o governo faça um novo voto de pesar igualmente.

(...)

 

Aqui está a biografia de Bastinhas para que todos possam ver o que fez na sua vida e se isto é alvo de uma homenagem em assembleia?


Link: http://joaquimbastinhas.blogspot.com/p/biografia.html

 

Movimento Não à Vaca das Cordas

Fonte:

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1525920147510606&id=1247201205382503

 

Não podia estar mais de acordo, com o Movimento Não à Vaca das Cordas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:25

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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2018

«SUBCOMISSÃO DE ÉTICA – PARLAMENTO»

 

EQUIDADE?

 

Mais um excelente texto de Teresa Botelho, no Blogue Retalhos de Outono.

 

ÉTICA.jpg

Texto de Teresa Boltelho

 

Aqui está uma palavra das mais faladas e menos cumpridas! 

 

Presumo que na maior parte dos casos ela se assemelhe mais a uma espécie de sedativo administrado em doses industriais aos mais incautos e distraídos nestas andanças políticas que se contentam com meras falácias ditas por quem os sabe controlar, coisa que comigo já não cola, no entanto, pelo sim pelo não, fui investigar e fiquei surpreendida por existir no nosso Parlamento, uma Subcomissão de Ética, com uma página quase em branco, não sei se por funcionar em sigilo, ou se a ética de todos os deputados, cuja "palavra faz fé", não pode ser posta em causa, mesmo quando alguns e não são poucos, os que pisam o risco...

 

Foi igualmente com surpresa que tomei conhecimento de um caso que esbarra com as normas do nosso Parlamento, mas que nem comentaria, se a tal "equidade", fosse mesmo a arma democrática aplicada em todos os casos de falta de respeito dessa Casa, o que não acontece e mas mais uma vez reconheço que por aí, as coisas são cada vez menos lineares...  

 

As redes sociais, têm sido, sem dúvida, a maior inimiga desta pobre "democracia", porque por entre as "fake news" e as sérias, lá se vai sabendo qualquer coisinha que nos deixa a pensar.

 

Sem saber precisar a data da ocorrência, mas relembrando o que lhe deu origem, um grupo de precários que se manifestaram nas galerias contra o ex-primeiro ministro Passos Coelho com profunda indignação, quebrou a ética parlamentar, interrompendo de forma ruidosa os trabalhos. 

 

Até aí, estamos de acordo, porque não se pode fazer "baderna" num lugar de respeito, mesmo quando quem se revolta não tem onde cair morto/a, porque o Estado lhe sonegou o sagrado direito ao trabalho e a uma vida digna, contudo, só uma mulher foi a julgamento e nem a precariedade da sua situação a salvou de uma multa de quase mil e quinhentos euros, para não ir presa, já que a justiça dos fracos é mais pesada, embora a de outros, nem por isso...

 

Como é evidente, não é este o caso que me fez vir aqui indagar à Subcomissão de Ética a sua actuação, porque ainda sei separar poderes, mas o que não sei e gostava de saber, é onde está a equidade de tratamentos dados a uma precária desesperada por falta de pão e a uma deputada que pinta as unhas no hemiciclo, coisa que eu nem me passaria pela cabeça fazer à frente dos meus alunos, numa sala de aula.

 

Lembro igualmente quando se discutiam as bebidas açucaradas, no dia 24 de Novembro de 2017 e o deputado do PAN mostrou alguns exemplos de embalagens sem adição de açúcar, como foi indigna, arrogante e vergonhosa a forma jocosa com que o Sr. Presidente Ferro Rodrigues, lhe cortou a palavra, mandando-o "desmontar a tenda". 

 

Igualmente própria de certos debates em países do 3º Mundo, foi também a postura do deputado Carlos César e dos seus apoiantes, quando da discussão da "abolição da caça à raposa e saca rabos", no passado mês de Outubro, com piadas ofensivas aos mais de vinte mil portugueses signatários da petição em causa. 

 

 

Poderia sem dúvida continuar a recordar outras posturas impróprias de um Parlamento que deve respeito ao povo que nele deveria confiar, mas que nem a Subcomissão de Ética se atreve a criticar, talvez porque o termo (ética) não existe mais, nessa Casa que deveria ser um exemplo de decoro e de respeito.

 

Falta-me, contudo, referir o último capítulo da indecência e da falta de democracia existente nesse majestoso edifício, onde a boçalidade atingiu o seu expoente máximo com um toque de tourada, olés, forcados do Rato, aplausos e cumprimentos à saída!

 

Exmos. Srs. Deputados indigitados, para uma suposta Subcomissão de Ética:

 

Que penalidade foi, ou será dada a um deputado que quebra as regras de decoro que tem faltas injustificadas, pouco ou nada participa nos debates e é ainda suspeito de ter recebido favores para assistir a um jogo do Euro 2016 em França, possivelmente em classe executiva? 

 

 

 

Até quando se desacredita e se consentem estes comportamentos abjectos numa Assembleia da República que tem como dever representar e respeitar todos os portugueses e não apenas os egos inflamados de alguns senhores pagos por todos nós?

  
Atrevem-se a responder?  

 

 

Teresa Botelho

 

Fonte:

https://retalhosdeoutono.blogspot.com/2018/12/subcomissao-de-etica-parlamento.html?showComment=1543848575596#c4961054981744324148

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:10

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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2018

MULHER QUE PEDIU DEMISSÃO DE PASSOS COELHO NO PARLAMENTO (2015) FOI CONDENADA, E PARA O DEPUTADO LUÍS CAMPOS FERREIRA? NADA NADA NADA NADA?

 

PARLAMENTO.png

Há primeira vista, este lugar até poderá ser confundido com uma arena onde se realizam touradas; mas daí a ser realmente transformado numa arena, como aconteceu, é preciso não ter o mínimo sentido ético...

 

A mulher que, em 11 de Março de 2015, gritou a Passos Coelho, a partir das galerias da Assembleia da República, “Metes nojo ao povo” e “Demissão”, foi condenada a seis meses de pena de prisão, substituíveis por uma multa de 1440 euros.

 

O juiz que que a condenou disse que o país precisa de “cidadãos empenhados”, mas que “a sociedade não pode permitir que a sua actuação se faça dentro da Assembleia da República”.

 

Na altura, ouviu-se a Presidente da Assembleia da República dizer repetidamente: façam favor de respeitar o Parlamento; façam favor de respeitar o Parlamento; façam favor de respeitar o Parlamento…

 

Bem, o que esta senhora fez, não se faz DENTRO da Assembleia da República. Foi um acto condenável. Ponto.

 

O que o deputado social-democrata Luís Campos Ferreira fez, usando o telemóvel para tocar toque de entrada de touros, quando os deputados aprovaram a redução do IVA para as touradas, algo que o senso comum condena, como se o Hemiciclo fosse o campo pequeno, também não se faz, DENTRO da Assembleia da República. Foi também um acto condenável, com a agravante de ter vindo de um deputado da Nação, que devia dar o exemplo de Educação, Respeito, Cultura e Ética, e não deu. Ponto.

 

Mas não se ouviu o presidente da Assembleia da República, o socialista Ferro Rodrigues, dizer: faça favor de respeitar o Parlamento, porque o que aconteceu, foi um tremendo DESRESPEITO pelo Parlamento, pela Nação, pelos Portugueses: transformar o Hemiciclo numa pra de touros. Mas Ferro Rodrigues limitou-se a achar piada.

 

Logo, se a senhora foi condenada, pelo acto condenável que praticou, DENTRO da Assembleia da República, o deputado social-democrata Luís Campos Ferreira DEVE também ser condenado pelo seu acto condenável: por desrespeito ao Parlamento. Ou haverá dois pesos e duas medidas para estas questões de DESRESPEITO pelos símbolos da Nação?

 

Sabem o que penso disto tudo (embora não interesse a ninguém)?

Penso que todos os governos pós - 25 de Abril foram maus. Porém, este, liderado pelo socialista António Costa, tem sido francamente mau e bastamente leviano. Brinca-se demasiado com coisas muito sérias.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia de 2015, com vídeo-áudio:

https://www.publico.pt/2016/11/17/sociedade/noticia/condenada-a-mulher-que-pediu-a-demissao-de-passos-coelho-no-parlamento-1751522?fbclid=IwAR0pXD3hMHaT3YNyaSbavrApw_-IkWSrVvMMPqfDbel7FFBhRzTEVc1GQ-0

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:34

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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018

LUÍS CAMPOS FERREIRA, DEPUTADO DO PSD, TOCA MÚSICA DE TOURADA NA HORA DA VOTAÇÃO DO IVA COMO SE O HEMICICLO FOSSE O "campo pequeno"

 

Inacreditável! Inadmissível! Indecoroso!

 

«Luís Campos Ferreira usou o telemóvel para tocar toque de entrada de toiros quando os deputados aprovaram a redução do IVA para as touradas. Foi nesse momento que se ouviu distintamente no Plenário um toque de entrada de touros, como se o Hemiciclo fosse o Campo Pequeno. A música vinha de uma das bancadas e provocou o riso de muitos dos deputados e até do presidente da Assembleia. Mas nem todos se aperceberam de onde vinha o som. O responsável foi o deputado do PSD Luís Campos Ferreira, eleito por Viana do Castelo», lê-se no Expresso.

Até do presidente da Assembleia, que devia manter o decoro no recinto e foi cúmplice de um acto obsceno, bem ao nível da obscenidade das touradas.

Quem enxovalha deste modo, um lugar onde a Nação se espelha, o que merece?

RUA com Luís Campos Ferreira!

 

TROGLODITA.jpg

Origem da imagem: Internet

E a notícia prossegue relatando que no momento em que Carlos César se levantou e olhou para trás, para ver quantos na sua bancada apoiavam a polémica proposta socialista de alteração ao Orçamento - feita à revelia do Governo e da direcção do PS (o que muito duvidamos) Campos Ferreira simulou o comentário de uma corrida de touros: "Aí está o Grupo de Forcados do Largo do Rato. Vai dar entrada o touro!" E pontuou a ironia com um sonoro "Olé!", e com esta música, emitida através do seu telemóvel.

 

 

Mas o pior foi que, «no final, depois de aprovada a proposta, foram muitos os deputados de várias bancadas que, nos corredores, cumprimentaram entre risos o parlamentar do PSD. E «questionado pelo Expresso sobre a sua original forma de intervenção parlamentar, Campos Ferreira considerou que "António Costa, habituado a tourear a oposição, foi desta vez toureado pelo seu líder parlamentar. Foi uma chinquelina de César a Costa."

 

Pois foi uma chinquelina que chincalhou (o mesmo que achincalhar) todo o Parlamento.

Uma vergonha!

Sinto-me esmagada com a irracionalidade destes deputados da Nação. Pobre Nação!

 

E como diz a amiga Judite: «Há muito tempo que a Assembleia de República é um local repleto de gente sem a mínima preparação para o cargo que ocupa, pessoas de um nível duvidoso, de educação duvidosa e de índole duvidosa. Não são exigidos os requisitos mínimos . Uma vergonha de gente que não sabe governar nem a própria conduta, quanto mais fazer ou aprovar ou reprovar leis que nos afectam a todos

 

E como diz o meu amigo José: «São criaturas desta estirpe que, cada vez mais, desprestigiam aquela Assembleia da República já num plano inclinado descendente de descrédito. Este fulano, então, desceu bem uns degraus de desrespeito para com aquela Instituição de Soberania, para  com os outros seus colegas, de qualquer dos lados e sobretudo para os  cidadãos deste país. Falta de educação e de cidadania. Uma vergonha.»

 

Grandes verdades.

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da notícia:

https://expresso.sapo.pt/politica/2018-11-28-Deputado-do-PSD-toca-musica-de-tourada-na-hora-da-votacao?fbclid=IwAR1KFdI2jt9AYVoe-aa0lK3tB6qTq-xGnNfudkE7vA-itC_f_ytIIDMm_OI#gs.kTuI=E8

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:40

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Domingo, 25 de Novembro de 2018

SOCIALISTAS EMPENHADOS EM IMPOR A BARBÁRIE: AGORA QUEREM TOURADAS SEM SANGUE “À AMERICANA”…

 

… como se as touradas “à americana” não fossem touradas, e dessem mais dignidade a esta prática abominável: ou seja, divertir um bando de sádicos à custa da violência (ainda que mais  PSICOLÓGICA do que física, mas também física) exercida sobre um ser vivo indefeso, retirado do seu habitat e metido, à força na arena (sim porque o bovino não vai para ali por sua livre vontade), não lhe restando a mínima possibilidade de fuga, obrigando-o a andar às voltas, desorientado, acossado por trogloditas aos gritos, histéricos, ululantes, como se isto fosse um divertimento normal, natural, civilizado…

 

PARTIDO SO.pngFaço minhas as palavras de Arsénio Pires

 

… como se as touradas com velcro, protagonizadas pelos trogloditas norte-americanos (sim porque lá também os há), fossem os bailados  “Quebra Touros” ou  “Lago dos Touros”, nas mentes deformadas e subdesenvolvidas, que se recusam a evoluir, e não conseguem divertir-se com espectáculos civilizados, porque nem tudo o que vem dos EUA é civilizado. E tourada com velcro é tão boçal e imbecil como a tourada com bandarilhas, porque os Touros são animais sencientes, não são coisas que se levem para uma arena, para divertir um punhado de broncos.

 

E por mais que se prove que nenhuma modalidade de tourada é viável e adequada à modernidade, as mentes encolhidas dos socialistas e afins, não conseguem encaixar a realidade.

 

… como senão soubéssemos que o que aqui está em causa é o LUCRO dos ganadeiros, que teriam de ir trabalhar, como todos os portugueses, que os subsidiam, para porem comida no prato. Mas também é aquele gosto macabro e anormal pela dominação de um animal indefeso e enfraquecido, se bem que de maior porte do que os seus carrascos, e que dá a ilusão, e apenas a ilusão da valentia destes últimos sobre o primeiro.

 

Andam os Portugueses a pagar os salários deste tipo de gente que está no Parlamento português, para servir lóbis e os próprios instintos sádicos, sem um pingo de inteligência, que lhes permita discernir e evoluir, sem um pingo de bom senso e sensibilidade.


E não me peçam para ser politicamente correcta, porque gente assim não merece a mínima consideração.

 

Nestes últimos dias, os jornais online encheram-se de textos lúcidos que demonstram que as touradas, quaisquer que sejam as modalidades, são uma prática que não dignifica o Homo Sapiens Sapiens.

 

Mas os socialistas e afins, portadores de mentes mirradas, optam por não ler estes textos e ficam-se pelo que dizem os três trogloditas de serviço da protório, que insultam até a inteligência das pedras, e não vejo a Ordem dos Veterinários e a Ordem dos Sociólogos tomar medidas para que tais personagens não andem por aí a atirar à fossa o bom nome das profissões dos Médicos Veterinários e dos Sociólogos.

 

Propor touradas com velcro é propor a continuidade da barbárie na versão mais soft, e do negócio da tortura, porque touradas, seja qual for a modalidade, são touradas, ou seja, o uso e abuso de animais sencientes, arrancando-os à força dos prados, o que só por si já constitui uma VIOLÊNCIA, para divertir os sádicos.

 

O que faz falta a esta gente é Cultura, que só a muita LEITURA proporciona. Não são as universidades ou os altos cargos governamentais.

 

Veja-se a incongruência desta ideia, que nem de jerico é, porque se fosse de jerico, de certeza que seria boa ( e o caçador socialista Manuel Alegre acha a ideia "interessante"):

 

«A ideia é aplicar velcro no touro, como se faz noutros países. Este modelo segue aquilo que já se faz nos EUA (e não é por acaso que isto existe apenas na Califórnia e Texas), Canadá e Grécia (?????)por exemplo. É colocada uma capa de velcro sobre o dorso do touro onde são coladas as bandarilhas. O touro não é espetado e não há sangue».

 

Acontece que na Grécia não há touradas nem com velcro nem sem velcro; a única tourada que se realizou na Grécia teve lugar nos anos 70 organizada (adivinhem por quem), isso mesmo: por um troglodita português. Só podia ser.

 

E eles acham que lá por não haver sangue, não há tortura psicológicae  também física. Os bovinos são seres sencientes. Mansos e tão delicados que se incomodam com as moscas. 

 

E dizem mais:

«Por outro lado, como o touro não sangra, não enfraquece, e investe com mais força nos forcados. O touro bravo que não é picado também perde reacção, o que pode dificultar a arte do toureio a pé ou a cavalo».

 

Ora isto implica admitir que quando o Touro (simplesmente Touro, o BRAVO é invenção dos carrascos, porque não existem Touros bravos na Natureza) sangra, fica enfraquecido, aliás fica mais enfraquecido ainda, pois enfraquecido já ele entra na arena. Isto é admitir a COBARDIA dos forcados. Pois o Touro, para ficar bravo e reagir (ou seja, para se DEFENDER) tem de ser picado, rasgado por dentro, sangrado, e ficar com dores horrorosa (lembrem-se da função da música estridente na hora da lide, que é para abafar os urros desesperados de dor dos Touros) porque se não é picado, estraga a exibição das bailarinas enchumaçadas.

 

E é assim que mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. Tudo no toureio é completamente falso.

 

Como também é falso estarem preocupados com o bem-estar animal. Se estivessem preocupados com o bem-estar do animal, deixá-lo-iam a pastar tranquilamente nos prados, como é da sua natureza.

 

Tudo nesta coisa da tourada é falácia. A única coisa que não é falácia é este desesperado vale-tudo, para dar azo aos instintos sádicos dos aficionados.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:13

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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

JERÓNIMO DE SOUSA FOI À MOITA APOIAR A CARNIFICINA A QUE OS MOITENSES CHAMAM DE “FESTA”

 

A jovem Açucena Patrícia foi assassinada no dia 15 de Setembro de 2018, nas ditas “festas” da Moita, durante a madrugada, quando um bêbado atropelou um grupo de jovens numa rua interdita ao trânsito. No dia seguinte, o senhor presidente da Câmara e o secretário-geral do PCP andaram a passear pelas festas, sem qualquer respeito pelo luto e dor da família e amigos.

Aliás, consta que até se mandou retirar as flores que as colegas dela colocaram no local do acidente.

Mas isto não fará parte da TRADIÇÃO, que o PCP tanto defende no Parlamento? Morrer, matar, torturar, em nome dos santos e das santas e da tradição…? E quem se importa com isso?

Importamo-nos nós, que lutamos contra esta barbárie, e pela frente só encontramos calhaus com olhos enceguecidos.

 

Visita de uma delegação do PCP com a participação de Jerónimo de Sousa às Festas da Moita.

(Os comentários para este vídeo foram desactivados. Se não fossem desactivados levariam forte e feio)

 

No vídeo, JERÓNIMO DE SOUSA lamenta a morte da jovem, mas com toda a certeza continuará a apoiar a actividade tauromáquica, que legitima a crueldade e a violência na Moita. E para o ano, como em todos os anos anteriores, haverá mais mortos, mais feridos, mais Touros espancados até à morte. E não só na Moita, como nas outras localidades do Alentejo, com Câmaras CDU.

 

Nem a Comissão de Festas  da Moita nem a Câmara Municipal da Moita emitiram sequer uma nota de condolências pela morte desta jovem.

 

Ainda se fosse só esta morte!

 

Mas corre no Facebook que houve mais duas mortes por esfaqueamento, uma delas no clube tauricida da Moita, calcule-se!!! E houve também a violação de um homossexual. Infelizmente, nesta festa e bêbados, para bêbados, como em outra da mesma cor política, nem as forças policiais revelam o que se passa realmente.

 

Mas ninguém pode esconder a MORTE.

 

Todos os anos há mortes nas “festas” da Moita, e se não houver mortes, nem é festa para aquela “gente”! é o que se diz! Isto é sadismo e psicopatia no mais alto grau.

 

MORTES NA MOITA.png

 

E como toda esta desgraça não bastasse, «REPRESENTANTES DO CLERO ASSISTEM À TORTURA DE BOVINOS», como nos conta a PRÓTOURO – Pelos touros em Liberdade, numa linguagem que é a que apetece usar, e a que esta gente merece:

 

padres-moita-14-9-2018.jpg

 

«No passado dia 14 dois representantes da Igreja Católica assistiram ao espectáculo de tortura de animais sencientes que teve lugar na Moita e ao fazê-lo, demonstraram uma vez mais, que a Igreja Católica se está nas tintas para os animais não humanos.

 

Como se não bastassem as procissões onde padres aliados a tauricidas e forcados passeiam andores nas praças de touros agora temos padrecos a assistir à barbaridade.

 

Mas tal não é para admirar, porque ao fim e ao cabo, a IC é um antro que alberga muitas pessoas desprezíveis que abusam do estatuto que têm para fazer tudo o que lhes apetece ao ponto, de usarem a sua influência para abusar de criancinhas e quando esta gentuça abusa de crianças é óbvio que não tem qualquer prurido em compactuar com o abuso e a violência exercida contra animais!»

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade

 

Ver notícia aqui:

https://protouro.wordpress.com/2018/09/19/representantes-do-clero-assistem-a-tortura-de-bovinos/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:54

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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2018

EM PARDAIS NÃO TÊM ONDE CAIR MORTOS, MAS QUEREM UMA PRAÇA DE TOUROS

 

E isto diz tudo do atraso de vida, do atraso civilizacional, do atraso mental daquele povinho.

Mas os piores deles todos são os do governo que se recusam a evoluir e dizem não à Abolição das Touradas. Temos de correr com eles do Poder para fora, nas próximas eleições legislativas.

 

praca-touros-pardais.jpg

 Uma arena de tortura de raiz, tão parecida com os “coliseus” romanos, onde se digladiavam homens e leões famintos!

 

Pois Pardais é uma freguesia do concelho de Vila Viçosa, com 546 habitantes, e para satisfazer o sadismo de cerca de 250 pessoas, as que vão caber neste mini-antro, pretende-se construir uma minibancada, com dinheiros oriundos de um empréstimo de 60.000 Euros, a fazer à CGD, porque nem sequer verbas há para a construir.

 

Estão a contar que dali saiam mortos e feridos, pois também está prevista uma enfermaria que para os Touros torturados não é com toda a certeza, mas para a qual não se fala em verbas.

 

E ainda faltam os CURROS previstos na lei. Sem curros e uma sala para veterinários a prática selvática redunda em ilegal, contudo, o DESCARAMENTO e o conluio das autoridades com a tauromáfia é tal que passam por cima de todas as ilegalidades.

 

O Parlamento insiste em que se permitam estas tradições bárbaras. A IGAC valida estas práticas, apoiadas pelos dirigentes locais. E o Estado continua a fechar os olhos a tudo isto.

 

Coitado do povo que esbanja assim dinheiros públicos, numa obra para torturar seres vivos e satisfazer os maus instintos de tão pouquinha gentinha. E isto diz da pobreza moral, da pobreza de espírito, da pobreza cultural existente em Pardais. Mas não só. Tudo isto existe ali para as bandas de São Bento.

 

Refira-se que a 14 quilómetros de Pardais, em Vila Viçosa, existe um antro de tortura um pouco maior. Qualquer dia, de quilómetro a quilómetro, havemos de tropeçar em pracinhas de tortura, para satisfazer os maus instintos de populações atrasadas.

 

Em Pardais haverá um Centro Recreativo e Cultural? Ou um  Cine-Teatro? Ou uma Biblioteca? Ou um Centro de Saúde? Ou um Lar de Idosos? Ou um Hospital?

 

Isto só num país quinto-mundista!

 

Fonte da imagem e da notícia:

https://protouro.wordpress.com/2018/09/12/pardais-vai-construir-uma-praca-de-touros/

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:06

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Terça-feira, 31 de Julho de 2018

A INUTILIDADE DO CARGO DE PROVEDOR DO “TELESPETADOR”, O YES-MAN DO LOBBY TAUROMÁQUICO

 

 

Eis a carta que a Susana de Faria, do “Gabinete de Apoio aos Provedores”, da RTP, enviou aos telespeCtadores que escreveram a Jorge Wemans, que dizem ser provedor do “telespetador” (seja lá o que isto for…) a protestar pela transmissão de touradas (leia-se actividade selvática, cruel e violenta) no canal público.

 

Talvez se fosse Provedor do TelespeCtador (como deve ser em Bom Português, e tal como o saudoso Jaime Fernandes) o senhor Wemans teria respondido de um modo mais condizente com os direitos dos telespeCtadores que lhe pagam o salário e os salários dos que mandam na RTP, canal público de televisão que esbanja o erário público a transmitir selvajaria tauromáquica, apenas para servir o pequeno e apoucado lobby tauromáquico.

 

RTP TOURADAS.jpg

 Esta foi a postura de um autêntico Provedor, Jaime Fernandes, que soube ler as mensagens dos que, em maioria, protestaram contra a transmissão da barbárie, na RTP, estação pública de televisão.

 

Eis a carta, escrita à moda brasileira (com excePção de telespeCtador, que os Brasileiros salvaram da mutilação, e só os portuguesinhos muito ignorantes escrevem incorreCtamente), que diz da absoluta inutilidade de um cargo, que existe não para ser porta-voz das queixas dos telespeCtadores, mas para ser o yes-man dos patrões, não podendo desautorizá-los.

 

Pasmemo-nos com a resposta do senhor Wemans (fiz questão de grafar a vermelho os erros ortográficos, como é da praxe escolar, porque em Portugal escreve-se à moda portuguesa):

 

«Exmo(a) Senhor(a)

 

Encarrega-me o Senhor Provedor do Telespetador de lhe transmitir a seguinte resposta à mensagem que lhe enviou:

 

"Agradeço a sua mensagem.

 

Ela é em tudo semelhante a outras que recebi com igual teor. Houve mesmo defensores da sua posição que me enviaram mais do que uma mensagem. Também tenho recebido mensagens favoráveis à transmissão de touradas pela RTP. Já no ano passado, ao tomar posição sobre esta matéria, indiquei claramente que a decisão quanto à interdição da televisão pública transmitir touradas não deve estar dependente da opinião dos seus diretores, ou do seu presidente.

 

De facto e como certamente saberá, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social pronunciou-se favoravelmente à transmissão de touradas. Também o Parlamento, em assunto conexo, voltou, há menos de um mês, a chumbar diploma para acabar com as touradas.

 

Neste contexto e para além da minha opinião pessoal não creio que a RTP deva desautorizar as instâncias que regulam a sua atividade, interditando o que estas aprovam.

 

m/ cumprimentos,

Jorge Wemans

Provedor do Telespetador»

 

***

Inacreditável! Inconcebível!

Senhor provedor do “telespetador” (o que será isto!) o senhor quando aceitou o cargo sabia ao que ia?

 

Missão dos Provedores

Os Provedores do Ouvinte e do TelespeCtador têm por missão:

 

  • Representar e defender, no contacto com as Empresas de Serviço Público de Rádio e de Televisão, as perspectivas dos Ouvintes e dos Telespectadores diante da oferta radiofónica e televisiva.

 

  • Acentuar a fiabilidade do Serviço Público prestado pelas Estações de Rádio e Televisão da RTP, SGPS, SA, bem como promover a credibilidade e a boa imagem de todos os seus profissionais.
  • Estimular o cumprimento da ética profissional e dos códigos deontológicos por parte de todos os profissionais da RTP, SGPS, SA.
  • Fomentar os índices de receptividade dos diversos agentes das estruturas que participam na produção dos conteúdos, perante as observações dos Ouvintes e dos Telespectadores.
  • Contribuir para uma cultura de autocrítica e de prevenção de eventuais atitudes corporativistas no interior das Empresas, mas também por parte dos cidadãos a quem representam.

 

E sabe o que o senhor Wemans fez ao dar esta resposta?

 

Simplesmente fez ouvidos de mercador aos protestos dos inúmeros telespeCtadores que lhe escreveram, e vergou-se à também inútil ERC, que de ÉTICA nada sabe e está nitidamente ao serviço do pequeno e apoucado lobby tauromáquico, e vergou-se igualmente ao Parlamento, que não é bom exemplo para ninguém, uma vez que a maioria dos parlamentares está-se nas tintas para o senso comum, e também está ao serviço do pequeno e apoucado lobby tauromáquico.

 

Tenho muitas coisas de que me envergonhar neste meu infortunado País, que não tem culpa de quem nele desmanada. E esta é mais uma.

 

Demita-se senhor Wemans.

Não está a cumprir a sua missão, e não merece o salário que lhe pagamos. Os pró-tourada também pagam impostos, mas são uma minoria que envergonha o país. E se vivêssemos em Democracia, o Parlamento ouviria a voz da maioria, e não obedeceria tão servilmente ao pequeno e apoucado lobby tauromáquico, que só existe para encher os bolsos a duas dezenas de parasitas da sociedade portuguesa.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:11

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Segunda-feira, 4 de Junho de 2018

A PROPÓSITO DA “ALIANÇA” ENTRE A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS E A PROTÓIRO…

 

… que pode ser consultada neste link:

 

NUMA ÉPOCA EM QUE AS TOURADAS SÃO MUNDIALMENTE REJEITADAS, AS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS UNEM-SE À PRÓTOIRO PARA DINAMIZAR OS ANTROS DE TORTURA DE TOUROS

 

 

 

 

 

MISERICÓRDIAS.png

 

… recebi, via e-mail, do meu amigo Manuel Figueiredo as seguintes considerações:

 

«Não posso (nem quero) acreditar que isto está a acontecer, hoje, no meu país! Um protocolo da União das Misericórdias para dinamizar as suas praças de touros? Realizando touradas? Este presidente, que assim (não) pensa devia ser demitido e já! Queixa-se da falta de verbas para tratar dos idosos – a falsa caridadezinha. Nojento! Investiguem-se, a propósito, as contas de todas essas casas (sempre há-de haver alguma com as contas em dia…), incluindo os ganhos dessa gente “generosa”.

E a Igreja cala-se ou também quer abocanhar receitas?

E se o tipo fosse chamado ao Parlamento (vai toda a gente…) explicar, bem explicadinho, a reactivação dos novos circos romanos?

E de caminho: se a tal Federação (?!) recebe dinheiros públicos, acabe-se com a generosa dádiva…

Um país sem vergonha, país de ladrões!»

 

***

Faço também minhas estas considerações.

Realmente é inconcebível o que está a passar-se em Portugal, actualmente e a muitos níveis!

 

Isto só num país com uma política quinto-mundista (já nem sequer é terceiro-mundista), atrasado civilizacionalmente, e governado por socialistas absolutistas.

 

Tudo isto causa repugnância a cidadãos dotados de espírito crítico e senso comum. Portugal encontra-se numa fase regressiva como há muito não se via.

 

Há que penalizar os partidos políticos que estão a contribuir para este retrocesso sem precedentes.

 

Estamos em pleno século XXI D.C. e com políticas medievalescas, retrógradas, e com uma igreja católica nada cristã, nem misericordiosa.

 

Realmente vivemos num país onde não há vergonha, nem dignidade; vivemos num país onde vale tudo, quando se trata de encher os bolsos a ladrões. Um país de corruptos ao mais alto nível. Um país que rasteja para trás, em vez de caminhar erecto para o Futuro.

 

E um governo que não ouve a voz do povo é um governo despótico. E fez-se um 25 de Abril para acabar com uma ditadura e o Partido Socialista lança-nos numa autocracia fantasiada de democracia.

 

Tudo isto nos causa uma descomunal repugnância!

 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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