Domingo, 26 de Abril de 2020

Para “celebrar o 25 de Abril” a Câmara Municipal de Ovar “plantou” cravos na Praça da República

 

Cada cravo, representou um Munícipe que partiu, vítima da COVID-19.

Uma bela forma de homenagear quem não pôde celebrar este Abril.

Um outro modo de assinalar esta data, não esquecendo a verdadeira essência daquela liberdade que o Povo Português, este ano, não pôde celebrar em liberdade.  

Adorei a ideia. A criatividade vareira no seu melhor.

Até porque há outras formas menos hipócritas de celebrar “Abril”, do que aquela a que ontem assistimos no Palácio de São Bento, cheio de discursos gastos, de tão repetidos, e onde a Democracia é esmagada, de cada vez que o Povo grita e os parlamentares se recusam a ouvi-lo.

 Isabel A. Ferreira

 

25 Abril em Ovar.jpg

Fonte da imagem: https://ephemerajpp.com/2020/04/25/25-de-abril-de-2020-em-ovar/#jp-carousel-407489

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:34

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Segunda-feira, 9 de Março de 2020

«Parlamento: Assembleia da Res… Privada»

 

«Com todas estas ligações a negócios privados, muitos dos parlamentares alienaram a lealdade para com o povo que os elegeu e transformaram-se em fiéis serventuários dos grupos económicos a que estão associados e que lhes garantem generosas tenças. Estes deputados (e os partidos que os acolhem) desonram o seu mandato e arruínam a democracia.»

 

Quem o diz é Paulo Morais. Sem papas na língua. E se nós, cidadãos mais atentos a esta submissão da maioria dos nossos parlamentares aos grupos de pressão, quer sejam económicos ou outros, já sabemos destas ligações impróprias a representantes do povo português, outros há que ainda não se deram conta disso, e é preciso que comecem a abrir os olhos.

 

Este texto serve para isso mesmo: abrir os olhos a quem os mantém fechados, por opção. É que VER dá muito trabalho.

 

Paulo Morais.jpg

 

Texto de Paulo de Morais

 

«O rol de deputados em situação de conflito de interesses (de que apresento aqui apenas alguns exemplos) é interminável e faz-se sentir em todas as áreas da governação.

 

Promiscuidade entre política e negócios: esta continua a ser a característica mais marcante do Parlamento português. A maioria dos deputados tem ligações profissionais e empresariais que influenciam e contaminam a actividade parlamentar. Os conflitos de interesses são recorrentes e frequentes nas comissões parlamentares.

 

Por exemplo, na Comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, o seu presidente, António Topa, tem interesses em empresas que actuam na área do imobiliário, a Epifei e a Tocortal. À mesma comissão pertence o deputado Emídio Guerreiro, dirigente da bem-sucedida construtora Garcia, Garcia, SA. Qual é o problema? É que na sua condição de deputados, Topa, Guerreiro e outros têm acesso a informação privilegiada que podem canalizar para as empresas que servem; e podem ainda influenciar a legislação, em função dos interesses do sector da construção ou da promoção imobiliária a que estão ligados.

 

Por outro lado, na Comissão de Saúde, que superintende a actividade do Governo que maior fatia do Orçamento do Estado despende, encontramos o dirigente social-democrata Maló de Abreu, que administra a Maló Clinic Group, a Pharmashop e outras empresas do sector da saúde. Ao mesmo tempo que fiscaliza a actividade do Governo, tem acesso a verbas do Orçamento do Estado. Na mesma situação se encontra a socialista Ana Ribeiro da Silva, que preside à Associação Nacional AVC e aos corpos dirigentes do Centro Social Zulmira Pereira Simões, entidades potencialmente beneficiárias dos dinheiros do Estado.

 

Se mudarmos de área, a saga do conflito de interesses continua. Mais alguns exemplos: o social-democrata Paulo Rios de Oliveira, com interesses na Campo Grande – Comunicação e Marketing, integra a Comissão de Comunicação e Cultura; pertencente à Comissão de Ambiente, o deputado social-democrata Hugo Oliveira defende e faz lobby a favor dos interesses da Associação de Termas de Portugal e das empresas suas associadas, enquanto o seu colega de partido, Nuno Carvalho, se dedica, através da sociedade Neoasfalto, à indústria de betumes ecológicos; na Comissão de Agricultura, o socialista Joaquim Barreto preside à Mútua de Basto – ao mesmo tempo que, enquanto deputado, fiscaliza a ministra da Agricultura, defende interesses privados que beneficiam de apoios da sua fiscalizada.

 

Os conflitos de interesses que dominam a Assembleia da República sentem-se com maior intensidade nos maiores partidos, mas percorrem todo o hemiciclo parlamentar. Atingem até os partidos de um só deputado, como o Chega. André Ventura, que pertence à Comissão de Orçamento e Finanças, trabalha para a influente consultora Finpartner. Assim, o deputado Ventura pode recolher no Parlamento informação privilegiada sobre questões fiscais, de máximo interesse para os clientes da Finpartner, que presta assessoria em questões… fiscais. Quem melhor para assessorar os privados do que quem está no âmago das decisões públicas?

 

O rol de deputados em situação de conflito de interesses (de que apresento aqui apenas alguns exemplos) é interminável e faz-se sentir em todas as áreas da governação. E tudo isto se passa com o beneplácito duma inútil Comissão Parlamentar para a Transparência, cujo presidente, Jorge Lacão, profere inúmeras e continuadas proclamações públicas a favor da transparência. A acção desta comissão não passa pois de pura cosmética.

 

A situação é já desmoralizante, face ao que se conhece por agora. Mas, inexplicavelmente, ainda há deputados cujos interesses não foram sequer revelados – volvidos mais de 120 dias sobre o início da legislatura, ou seja, mais do dobro do prazo admitido para a sua divulgação. É o caso do centrista João Gonçalves Pereira ou dos socialistas Joaquim Barreto, Hugo Pires e Carlos Pereira, entre outros.

 

Com todas estas ligações a negócios privados, muitos dos parlamentares alienaram a lealdade para com o povo que os elegeu e transformaram-se em fiéis serventuários dos grupos económicos a que estão associados e que lhes garantem generosas tenças. Estes deputados (e os partidos que os acolhem) desonram o seu mandato e arruínam a democracia.»

 

Fonte:

https://www.publico.pt/2020/03/03/politica/opiniao/parlamento-assembleia-res-privada-1905684?fbclid=IwAR2lEunkvKcJSeOInUlk_pprpbmaCoYSYh8k3bdygshw9Tzwikq82K-8wwY

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:53

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Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2020

(Des)concerto de Ano Novo

 

Desde sempre me preocupei com as crianças, afinal, são elas o futuro da Humanidade. E foi por elas que escrevi o «(Des)concerto de Ano Novo», no já longínquo fim de ano de 2009.

 

Chamo-o” para o dia de hoje, porque passados 10 anos, continuo preocupada, ainda mais,  com as crianças, esquecidas neste mundo enlouquecido, sobretudo, com as crianças portuguesas, pois nada mudou, nada avançou, tudo se transformou, para pior, desde 2009, quando o normal seria evoluir-se…

 

O que se tem feito contra as crianças, em Portugal, constitui um crime de lesa-infância, ao qual nenhuma autoridade dá a mínima importância, talvez porque as crianças não votam, não se manifestam, não têm voz.

 

Além de não lhes assegurarem um futuro condigno, neste Planeta que se esvai, estão a impingir-lhes uma grafia que não lhes pertence. Estão a enganá-las de um modo vil. O desrespeito que a elas os governantes, os parlamentares, a maioria dos professores e muitos pais consagram é horripilante!

 
É motivada pelas crianças que faço esta reflexão, desejando que o ano de 2020 traga a lucidez e a racionalidade, que tão arredadas andam da sociedade portuguesa e das esferas do Poder.

 

Ano Novo1.png

 

Um novo ano abre caminho para um lugar velho.

 

Nestas ocasiões costumo reflectir acerca do que se passa no mundo e ao meu redor: se os homens cresceram ou continuam crianças, eternamente teimosas, brincando aos chefes e aos bandidos, enfim, se renitentes em deixar crescer a mente para se tornarem homens responsáveis e poderem governar os destinos dos outros homens, com a lucidez necessária.

 

Reflicto igualmente no que eu própria fiz ou fui, e como tudo poderia ter sido diferente SE...

 

Entretanto, e porque foi época de troca de prendas, chegou-me do Brasil a obra «Amor – Um Livro Maravilhoso Sobre a Maior Experiência da Vida», da autoria de Leo Buscaglia, escritor de origem italiana, que me ensinou muitas coisas e fez-me reflectir sobre outras, nomeadamente a Criançaessa eterna esquecida.

 

Eu tinha imaginado para este início de ano uma crónica algo idêntica a um belo prelúdio, executado num bosque, com chilreio de pássaros à mistura. Contudo, uma qualquer força misteriosa (sempre presente em mim) conduz os meus pensamentos para a Criança – espécimen em extinção.

 

Alarmei-me, e desconfio que o meu pretendido prelúdio se transforme num desconcertado concerto de Ano Novo.

 

No seu livro, Leo Buscaglia fala de uma professora de arte que, um dia, desenhou, no quadro negro, uma árvore que parecia um pirolito (era a árvore dela), e pediu aos alunos que também desenhassem uma, nos seus cadernos.

 

Um garoto (que conhecia bem as árvores, pois já «subira numa árvore, abraçara-a, caíra de lá, ouvira uma brisa através dos seus galhos...» desenhou uma «linda monstruosidade com os seus lápis roxo, amarelo, laranja e verde». Mostrou-a à professora, e esta comentou: «Que loucura!» Porque o que na realidade pretendia era que o menino desenhasse uma árvore igual ao “pirolito” que ela desenhara no quadro negro.

 

Esta passagem, fez-me recordar uma outra história, esta verídica, passada numa escola da cidade onde resido, com uma menina, minha amiga, tímida, por natureza (não serão as flores tímidas também, no seu desabrochar?) mas muito perspicaz e observadora.

 

A professora mandara a turma desenhar e pintar uma árvore. A menina desenhou então a “sua” árvore, semelhante às das outras crianças, com excepção da cor: a sua era avermelhada.

 

Ano Novo2.png

 

A professora ao ver tal cor na árvore, disse-lhe: «A tua árvore está errada, porque as árvores são verdes e não vermelhas.» A menina, como era tímida, calou-se. Nada explicou à professora. Se esta não tinha entendido a “sua” árvore, de nada valeria explicar-lhe o que quer que fosse.

 

Nesse dia, a menina chegou triste a casa, e contou à mãe o sucedido: ela havia desenhado uma árvore e pintara-a de uma cor avermelhada, igual à que tinha visto no Jardim Botânico de Coimbra, numa manhã de Outono. Era tão bonita! A professora dissera-lhe que a “sua” árvore estava errada, pois as árvores são verdes. Porém, a menina já tinha visto árvores com folhas amarelas, castanhas, vermelhas, e, além disso, aquela era a “sua” árvore de Outono.

 

A mãe tranquilizou-a dizendo: «Deixa lá! Talvez a professora nunca tivesse olhado para as árvores, no Outono. Talvez tu pudesses ter-lhe sugerido que observasse melhor as árvores no Outono...»

 

Mas a menina entendeu que não valia a pena. Se a professora cresceu sem nunca ter observado as árvores no Outono, agora já não fazia diferença nenhuma...

 

O certo é que essa menina começou, desde então, a rejeitar a escola e a desmotivar-se pelo estudo. Na verdade, o que poderia aprender com alguém que nem sequer uma árvore de Outono conhecia?...

 

Se, ao contrário daquela frase seca «A tua árvore está errada», a professora tivesse perguntado: «Por que pintaste a árvore de vermelho?», a menina teria tido oportunidade de explicar-se, e que bela aula sobre o Outono e as transformações da Natureza poderia ter acontecido!

 

Daí para diante, a escola para esta menina foi um lugar de desencanto. E para quantas mais, por idênticos ou outros motivos, a escola não passa de um lugar de tédio?

 

Embora na prática, e quase inconscientemente, sempre tivesse lutado pela preservação da minha própria individualidade (cada ser humano tem a sua, e existe algo dentro de cada um que o diferencia de todos os outros), o que determinou o modo como estou no mundo, enfrentando os preconceitos dos outros, para poder ser livre (só criamos sendo livres), teoricamente, foi o que aprendi fora da escola, o que significa que o Ensino em Portugal, apesar de todas as reformas e contra-reformas, sempre dificultou o processo de ajudar o aluno a descobrir e a entender a sua própria individualidade, não lhe apontando os caminhos que poderão desenvolver essa particularidade, nem lhe mostrando como a partilhar com os outros. O que temos é um Ensino que tenta fazer com que todas as crianças sejam iguais. E é isso que me assusta.

 

A propósito, recordo-me que quando frequentava a Faculdade, tive uma discussão académica com o meu professor de Pré-História, na aula em que ele tentava “impingir-nos” a teoria de Darwin, sobre a Origem do Homem. Como eu já havia lido algumas outras opiniões (não entra aqui a de Adão e Eva) sobre a matéria, formulei a minha própria teoria, não menos lógica do que a de Darwin. Mas quem era eu para me atrever a desenvolver teorias que se opusessem ao que estava estabelecido como certo? Uma simples aluna, que devia papaguear o que o professor dizia, sem poder emitir opiniões?

 

Recordo-me igualmente do meu primeiro e único “chumbo” na minha vida de estudante, quando me atrevi, num exame final, a tecer considerações sobre o «comportamento libertino do clero na Idade Média». Pedi revisão de prova, e verifiquei que em todas as minhas respostas haviam sido retirados alguns pontos (mais nessa do clero) por “irreverências” (ou seja, opinião pessoal) num tempo em que tínhamos de calar o pensamento, o que transformava os alunos em autênticos “papagaios”, o que eu, naturalmente, me recusava a ser (daí a minha nota de curso ter-se ficado por um simples 13,5).

 

Hoje, no pós-25 de Abril, tudo continua quase na mesma ou pior ainda. Os alunos são tratados como atrasados mentais, não lhes deixando muito campo para a criatividade (serão os professores criativos?). Nem os deficientes mentais devem ser tratados como tais. A normalidade gera a normalidade. E a criatividade gera a criatividade.

 

O professor deve limitar-se a mostrar as “ferramentas” do saber aos alunos, e deixar que estes criem, soltem o pensamento, sonhem, descubram algo de novo no mundo que têm ao seu alcance.

 

No tempo em que dei aulas (era ainda bacharel), tentei “fugir” ao programa oficial, dando liberdade às crianças (ensinava História e Língua Portuguesa) de voarem com as suas próprias asas. Cheguei mesmo a recusar-me a dar a matéria tal qual vinha no Compêndio, nomeadamente sobre as Colónias Portuguesas de África, a Guerra no Ultramar e a Acção de Oliveira Salazar, por considerar que estaria a mentir às crianças. Não tive tempo de deixar os alunos comporem o seu próprio juízo, pois nesse ano, o primeiro em que dei aulas (1973/74) aconteceu o 25 de Abril e o ensino da História levou outro rumo: acabarm com ela.

 

Porém, se eu não podia, por força das circunstâncias, conduzir os meus alunos à descoberta da sua própria individualidade, deixá-los criar o seu próprio universo (nem todos vemos as árvores do mesmo modo) então melhor foi abandonar o ensino (no ano lectivo de 1974/75), e, liberta de todas as amarras, dedicar-me ao jornalismo e essencialmente à criação literária, lugar onde podemos voar até ilimitadas imaginações, com as asas do pensamento.

 

O que fundamentalmente pretendo dizer com tudo isto é alertar os agentes da educação e do ensino (um dos grandes podres da nossa sociedade) que eventualmente possam vir a ler estas palavras, para o facto de que há um tempo para a infância, outro tempo para a adolescência, outro, para a juventude, outro, para o estado adulto, e outro ainda para envelhecer.

 

Se o ser humano não passar por estes estágios adequadamente, virá a ser um autêntico fracasso enquanto indivíduo.

 

A tendência, hoje, é para “fabricar” adultos precoces, autênticos “robôzinhos” informatizados e estandardizados. Se uma criança cresce pensando e agindo como um adulto, aos vinte anos sentir-se-á velha e desencantada.

 

Quando entre esses “robôzinhos” aparece uma verdadeira criança, dizem que «é muito infantil para a idade», embora a idade seja para ser infantil. O que é feito de valores como a inocência, a ingenuidade, a candura, tão características das crianças?

 

Estão a desaparecer. Vão sendo raras aquelas que pintam árvores vermelhas de Outono, uma vez que é proibido ser criativo, ser infantil, ser criança; é proibido sonhar com bolas de sabão, porque os computadores, os tablets, os i-phones, i-pads, as consolas é que são o futuro.

 

Avançamos no século XXI. Encontramo-nos já na segunda década do século, no ano 2020. Receio que no final deste século já não hajam crianças, por muitos, muitos motivos. Apenas uma humanidade velha e esfarrapada, aquela que sobrará de uma sociedade em decadência, num planeta igualmente a caminho da extinção.

 

O facto é que não sei se o tempo, ou se os homens e as mulheres do nosso tempo pretendem exterminar aquele encanto, aquela fantasia e até os sonhos cor-de-rosa que constituem uma parte muito essencial de toda a infância.

 

Hoje, pretende-se que as crianças cresçam depressa, para não ter de se perder tempo com elas. Conheço mães que, para as substituir, oferecem cães aos filhos. E à noite, os filhos ficam sozinhos em casa, aos cuidados do amigo não-humano, e eles (pais e mães) vão à discoteca, aos bares, e nem sonham com o que, entretanto, se passa em casa com os filhos.

 

Vem depois a droga, como alternativa, e a sociedade revolta-se contra os drogados, porque são uns marginais, uns delinquentes, uns irresponsáveis, mas ninguém procura saber o que, na realidade, está por detrás dessas fugas para o mundo da total alienação. São poucos aqueles que se drogam por caírem em armadilhas ou por simples curiosidade. A grande maioria tem uma história triste para contar. Uma história que tentam esquecer, entrando num mundo que julgam ser eternamente tranquilo e colorido...

 

O que pretendem os adultos fazer com a infância?

 

É esta reflexão que proponho para este início de ano, uma vez que não existirá futuro se as crianças de hoje não puderem sorrir e sonhar... Se não puderem ser crianças...

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:09

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