Sexta-feira, 14 de Junho de 2019

RESPOSTA DE UM VEGANO AO MIGUEL SOUSA TAVARES

 

 

"E aqui vemos o Miguel no seu habitat natural de domingo à noite. Que exemplar fabuloso! Observem esta majestosa criatura enquanto ela pasta no prado da ignorância e regurgita mitos ultrapassados sobre os véganes e sobre o ambiente.

A natureza nunca deixa de surpreender. Que espécimen maravilhoso!

Atenção! Parece estar a haver uma movimentação! Mas não, afinal era só diarreia."

- Lewis Vaitemborough

=P Só uma pequena resposta às declarações do Miguel Sousa Tavares relativamente às europeias 2019, ao PAN, os vegans, perdão, "véganes":

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:23

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Quarta-feira, 12 de Junho de 2019

OS ANIMAIS NÃO-HUMANOS NÃO VOTAM, NÃO PAGAM IMPOSTOS, LOGO, NÃO TÊM DIREITO A TER DIREITOS COMO OS BEBÉS HUMANOS

 

Li no Blogue “Prótouro” que Rodrigo Alves Taxa, «opinador do “Jornal i”, num artigo intitulado “(PAN)tomineiros” ridiculariza o PAN e todos os que nele votaram porque de acordo com ele é um partido anedótico».

Mas dizer isto é algo vulgar em todos aqueles que já nascem velhos, com mentes tão mirradas, mas tão mirradas, que ali sequer entra um grão da mais fina poeira.

 

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Rodrigo Alves Taxa

 

Ainda de acordo com o texto do Blogue “Prótouro”, este cidadão opinou o seguinte, e isto sim, é de surpreender em alguém que, tenha ou não a idade que a imagem revela, vive na era da globalização da informação, mas ainda não se deu conta disso:


(E atenção! este cidadão tem todo o direito de opinar. E eu tenho todo o direito de discordar com o que ele opina, e ele tem todo o direito de discordar com o que eu vou opinar).

Os animais pura e simplesmente não têm direitos. E não têm direitos desde logo porque não têm deveres. Um animal não vota; um animal não paga impostos; um animal não tem uma relação com um outro animal nos moldes que se exigem a um ser humano ter para com o seu semelhante.

Se um animal maltratar uma cria, ninguém o pode punir por ofensas à integridade física como se pune um pai ou uma mãe que agride um filho. Se um leão comer uma gazela, ninguém o vai punir por homicídio e muito menos por profanação de cadáver. Um animal é um animal. Um ser humano é, não só pelo seu desenvolvimento mental como pelas condutas de dever e moral que a si e aos seus semelhantes se impõem, um ser em tudo superior aos animais. Deixem-se de tretas. Quem não vir isto está doente.”

 

Não sei o que faz este Rodrigo Alves Taxa, nem quais as suas habilitações, nem me dei ao trabalho de pesquisar, porque faça o que fizer, tenha a profissão que tiver, tenha os canudos que tiver, é uma criatura nitidamente das trevas, mal informada, mal formada, e neste pedacinho de prosa demonstrou uma ignorância, que extravasa o Universo.

 

Começando pelo desconhecimento de si próprio, afastando a hipótese de ser também um animal. Ora não sendo um animal, o Rodrigo Alves Taxa será o quê? Uma erva daninha? Pois vê-se que ser humano também não é, porque para ele: um animal é um animal (algo que ele não é); e um ser humano, devido ao seu desenvolvimento mental e condutas de dever moral, blá, blá blá  é superior aos animais. Coisa que demonstrou não ser.

 

Então vejamos a superioridade desse ser humano que não é animal:


O ser “humano”, com o seu desenvolvimento mental,e sendo superior ao animais, destrói o equilíbrio ecológico em todo o Planeta, violando as Sábias Leis da Natureza; envenena o ar, a terra, os oceanos, os rios, os lagos; destrói milhares de espécies animais e vegetais, e as que ainda vivem estão em perigo de extinção; esventra e viola a Terra até à exaustão para lhe arrancar o ouro, a prata, os diamantes, que constituem o equilíbrio cósmico vibratório do centro do Planeta; inventou a moeda e tornou-se escravo do dinheiro das formas mais hediondas; colocou a Ciência ao serviço dos tiranos e “poderosos”; inventou seitas e falsas religiões e em nome de Deus, persegue e mata milhões e milhões de inocentes; perverteu a Beleza e a Arte; escraviza e destrói os povos que habitam o Planeta com políticas corruptas; promove as guerras, a fome, a pobreza… (Idalete Giga); e fomenta a ignorância que se espelha no naco de prosa do Rodrigo Alves Taxa.

 

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Os animais, que não são humanos e, segundo o Rodrigo Alves Taxa são “inferiores” aos humanos são exímios mestres em arquitectura; são-nos fiéis em qualquer circunstância, nos bons e nos maus momentos, na fartura e na miséria, na saúde e na doença; não têm vícios, não se embebedam, não se drogam...; não são rancorosos; não usam da violência para maltratar os da sua espécie, a não ser em legítima defesa ou por uma questão de sobrevivência; não matam por prazer; não praticam a crueldade; mão sentem ódio, nem escárnio; não massacram em massa os da sua espécie; não são terroristas; não desprezam os seus; não poluem as águas, o ar, o solo, o ambiente...; não fazem guerras; não são bombistas suicidas; não destroem o seu meio ambiente; não inventam armas mortíferas; não sequestram os seus; não violam os seus; não torturam os seus; não impingem o seu modo de vida a ninguém; não são intolerantes por quem tem outra religião ou é de outro clube de futebol; não mentem nunca; são afectuosos; são pacíficos; não são hipócritas, nem cínicos; são amorosos, perspicazes, laboriosos, inteligentes, racionais; não agridem, se não os agredirem; não são ladrões; não são corruptos; não são vigaristas; não são traficantes de droga, nem de armas, nem dos seus; respeitam as Sábias Leis da Natureza e da Sobrevivência; não andam no mundo só por ver andar os outros: intuem o verdadeiro sentido da vida, porque a vivem de acordo com a Lei Natural... que é forma mais inteligente de viver... (Josefina Maller), e, sobretudo, não são ignorantes como os que acham que um animal é um animal, e um ser humano é outra coisa qualquer…

 

Os animais não têm direitos? Porque não votam, porque não pagam impostos? Os bebés humanos também não votam, nem pagam impostos, logo, não terão direitos?

 

Se a ignorância matasse, este senhor Rodrigo Alves Taxa estaria morto e enterrado, logo no dia seguinte àquele em que escreveu tamanhas patacoadas.

 

Isabel A. Ferreira



Fonte da notícia:

https://protouro.wordpress.com/2019/06/08/imbecil-pago-pelo-jornal-i-insulta-eleitores-do-pan/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:26

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PAN DESAFIA LISBOA E PORTO A SEREM CIDADES “VEG-FRIENDLY”

 

O PAN - Partido Pessoas-Animais-Natureza quer posicionar Lisboa e Porto na vanguarda da sustentabilidade, da diminuição da pegada ecológica e das preocupações com o bem-estar animal.

 

Daí que faça um desafio visando a sustentabilidade do nosso já moribundo Planeta.

 

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Origem da imagem:

https://pt.slideshare.net/UgoWerneck/svb-cartilha-impactos-ambientais-consumo-carne

 

Em comunicado enviado à imprensa o PAN alerta para os impactos ambientais de um consumo excessivo de carne e quer dar o exemplo nas duas maiores cidades do país, apresentando uma iniciativa que pretende declarar Lisboa e Porto como cidades veg-friendly, ou seja, amigas de uma cultura de alimentação 100% vegetal.

 

 

As recomendações de ambos os Grupos Municipais serão apresentadas e submetidas a votação na Assembleia Municipal do Porto hoje, dia 12 de Junho, e na Assembleia Municipal de Lisboa no dia 18 de Junho.

 

De acordo com Bebiana Cunha, deputada municipal do PAN na Assembleia Municipal do Porto, a primeira cidade onde o PAN vai apresentar esta iniciativa, “Uma alimentação de base vegetal, ao contrário do que se possa pensar, não está apenas associada a questões de bem-estar animal, mas também a questões ambientais e da nossa saúde. Os dados sobre a pegada ecológica da produção de animais para consumo são preocupantes, contrastando com o impacto da produção de produtos de origem vegetal. Para além disso, são conhecidos os benefícios de um menor consumo de carne para a nossa saúde”.

 

Em Lisboa, a deputada municipal Inês de Sousa Real acrescenta ainda que “não podemos descurar, em ambas as cidades, que o número de pessoas preocupadas com o seu bem-estar, com a sua saúde e com o ambiente aumenta de dia para dia. É necessário que as políticas públicas apoiem as respostas para estas pessoas, sejam locais ou visitantes, que optam por uma dieta à base de produtos de origem vegetal”.

 

Na base destas recomendações estão factos que relacionam o consumo excessivo de carne aos efeitos das alterações climáticas, nomeadamente o impacto da produção pecuária na emissão de gases de efeito de estufa, na degradação dos solos e no consumo de água, uma vez que para produzir 1 Kg de carne são necessários 16.000 litros de água, cerca de 15 vezes mais do que é necessário para produzir 1 Kg de cereais ou leguminosas[1].

 

Por outro lado, a Organização Mundial de Saúde tem vindo a alertar para o risco de um consumo regular de carnes vermelhas, que está associado ao aparecimento de cancro colo-rectal, do pâncreas e da próstata, bem como ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares e da diabetes.

 

As recomendações para Lisboa e Porto visam, essencialmente, desenvolver uma estratégia para se declarar as cidades veg-friendly, que pode passar por implementar acções que informem e incentivem uma alimentação vegetal, prever uma opção 100% vegetal nos eventos públicos das cidades, realizar um dia 100% vegetal por semana em todas as cantinas municipais e proporcionar formação em cozinha vegetariana nessas cantinas. O PAN propõe ainda a elaboração de guias gastronómicos vegetarianos e a criação de plataformas que valorizem projectos com uma visão sustentável e o comércio de proximidade.

 

[1] Water Footprint Network, UNESCO

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:30

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Quarta-feira, 5 de Junho de 2019

ESTA QUARTA-FEIRA, DIA MUNDIAL DO AMBIENTE, PARTICIPA NA ACÇÃO DE LIMPEZA DO PAN

 

Este ano no Porto, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza assinala o Dia Mundial do Ambiente, que se celebra a 5 de Junho, com uma Acção de Limpeza na Praça de Mouzinho de Albuquerque (Rotunda da Boavista) das 18h às 19h.

 

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Desafio: Quantas beatas conseguimos recolher do chão no período de 1 hora?

 

As pontas de cigarros, usualmente conhecidas como beatas, são um dos resíduos mais abundantes em todo o mundo e, devido à sua composição, são também tóxicos e perigosos para o ambiente.

 

Os desafios para encontrar soluções para as beatas de cigarro são grandes, uma vez que o impacto ambiental provocado por este resíduo em concreto requer objectivos reais e soluções integradas, estruturais e adequadas às necessidades cada vez mais evidentes da sociedade portuguesa.

 

Estima-se que para cerca de 20% da população portuguesa seja normal descartar as beatas para o chão, um hábito inconsciente, e ainda socialmente aceite. Alguns fumadores atiram a ponta de cigarro para o chão como um gesto automático e inconsciente, sem qualquer noção do real perigo deste resíduo, não considerando este um acto inadequado e nem entendendo sequer a beata como lixo, por ser tão pequena e móvel.

 

Assim, com esta acção, pretendemos sensibilizar a população no que concerne a esta problemática no concelho e no distrito do Porto e alertar para a urgência de serem disponibilizados equipamentos e infra-estruturas para o depósito destes resíduos, sendo este um problema apontado por 80% dos fumadores.

 

Tendo em conta a inexistência de soluções para estes resíduos no Distrito, após esta acção entregaremos todas as beatas no Laboratório da Paisagem em Guimarães, no âmbito do projecto “EcoPontas e PapaChicletes – Redução e Valorização de Resíduos”.

 

Traz luvas reutilizáveis e junta-te a nós nesta acção de limpeza. Juntos, celebraremos o Dia Mundial do Ambiente deixando-o mais limpo. Aceitas o desafio?

 

***

PAN Lisboa incentiva a produção local

 

E se pudesse comprar legumes e a fruta na sua vizinhança?

 

Comprar produtos da área metropolitana de Lisboa será melhor para o ambiente, para a economia local e para a sua saúde, sempre conjugado com as metas da descarbonização e diminuição da poluição.

 

Lisboa, 4 de Junho de 2019 – A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje uma recomendação do Grupo Municipal do PAN de incentivo a cadeias curtas agro-alimentares na área metropolitana de Lisboa, com o objectivo de promover uma maior sustentabilidade alimentar na cidade. Esta recomendação foi aprovada por maioria, com o voto contra do PSD, com excepção do ponto 7 que foi rejeitado.

 

As cadeias agro-alimentares curtas têm sido apontadas em diversos estudos como positivas não só na diminuição do impacto ambiental, mas também porque promovem a proximidade entre produtores e consumidores e estimulam as relações interpessoais, combatendo fenómenos urbanos que o PAN já abordou, como a solidão. A efectivação desta recomendação passa também por atingir as metas da descarbonização e da redução dos níveis de poluição na cidade, aumentando a qualidade de vida de todos e de todas.

 

A mudança está não só no consumidor, mas também no produtor! Cada vez mais a grande distribuição e a indústria alimentar introduzem nos nossos hábitos produtos processados, carregados de pesticidas, descurando assim a economia local, os impactos no ambiente e na nossa saúde. O incentivo às hortas urbanas e à produção local é a melhor forma de promover a economia circular na área metropolitana, sabendo quem produz, onde produz e como produz!”, afirma a deputada municipal do PAN Inês de Sousa Real.

 

Esta recomendação visa aumentar as áreas de hortas na cidade, regularizar estas hortas e produções individuais e elaborar um Regulamento Municipal de Hortas Urbanas, atribuir talhões de hortas urbanas a colectividades, incentivar a criação de pequenas unidades de produção em áreas permeáveis na cidade e, por fim, construir um portal de informação que reúna todos os produtos e produtores de Lisboa.

 

Com esta recomendação pretendemos promover a agricultura sustentável e biológica no território do município e na área metropolitana, desde a produção aos pontos de venda e restauração. Queremos ligar produtores e consumidores directamente, diminuindo o custo final do produto, eliminando a necessidade de conservantes e reduzindo drasticamente a pegada carbónica, ao mesmo tempo que incentivamos a auto-sustentabilidade e o aproveitamento dos excedentes de produção”, acrescenta Inês de Sousa Real.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:48

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Segunda-feira, 3 de Junho de 2019

FALEM MAL DO PAN, MAS FALEM DO PAN!

 

Anda por aí uma onda de medrosos a falar mal do PAN, nas televisões, nos jornais...

É óptimo que o PAN esteja a dar tanto que falar. É sinal de que está no caminho certo: incomoda e agita as consciências amodorradas.

Tanta gente com medo do PAN! A isso chama-se ser poderoso! Têm medo de quê e porquê?

E eles, os que falam mal do PAN, nem se apercebem disso.

 

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A propósito, deixem-me que vos conte algo:

 

À conta de eu, pela primeira vez, ter apelado ao voto de um Partido Político, o PAN, este meu Blogue perdeu dois seguidores. Mas o que me interessa é a elevada audiência de novos e velhos visitantes e a divulgação das mensagens por 140 países, de todos os continentes. Por isso, parafraseando o Ricardo Araújo Pereira, apetece-me dizer que isto é gente que não sabe estar, em Democracia, e gente assim, não me interessa e só vem dar razão à razão por que, nestas eleições, decidi dar a cara por um Partido, do qual sou simpatizante (não posso?), se bem que com algumas reservas, porque nem tudo no PAN me agrada, e eles sabem disso. É preciso um pouco mais de coerência.

 

E por que fiz isto? Não tenho de dar satisfações das minhas atitudes a ninguém, mas talvez seja bom dizer que eu, como cidadã portuguesa, dotada de um forte sentido de dever cívico, pela primeira vez, senti-me na obrigação de sugerir que é preciso deixar entrar uma lufada de ar fresco no actual mofoso Sistema político, onde sempre os mesmos dizem e fazem as mesmas coisas, e o nosso País não avança, e, em alguns aspectos retrocedeu a olhos vistos.

 

Aliás, o nosso País está na cauda da Europa em quase tudo, e isto significa que algo vai mal na República de Portugal.

 

É preciso que outras vozes sejam ouvidas. É preciso OUSAR, e logo veremos o que acontece.

 

Os partidos políticos, que até agora estiveram no poleiro, incluindo a “geringonça”, que usurpou o Poder, pois, bem ou mal, não foi o PS que ganhou as últimas eleições legislativas, e o Bloco de Esquerda e o PCP acolitaram essa usurpação (isto não é uma atitude democrática) já mostraram o que valem, e o que valem está cotado muito por baixo.

 

É preciso MUDAR alguma coisa no Sistema, constituído por vários sistemas caducos que impregnam a (pseudo) democracia portuguesa de uma viscosidade inaceitável, e o PAN, a meu ver (não posso?) é um dos partidos que podem trazer algo de novo ao Sistema e fazer alguma diferença, porque é preciso AVANÇAR para algures, porque nós estamos estagnados.

 

Mas, a ver vamos, porque o Poder tem muito poder, e nem todos os que chegam ao Poder têm capacidade para não se deixarem enredar nas manhas e artimanhas desse Poder, que lhes acena com requebrados e piscar de olhos, à moda de uma odalisca, e não resistem a tanta sedução.

 

A ver vamos o que faz o PAN, que chegou para vencer.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:40

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Quarta-feira, 29 de Maio de 2019

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA REJEITA DECLARAR EMERGÊNCIA CLIMÁTICA PROPOSTA PELO PAN, COM OS VOTOS CONTRA DO PS

 

Realmente o PS surpreende pela negativa, e eu que ouvi António Costa dizer que está em SINTONIA com o PAN, e até nem se importava de criar uma “geringonça” com este Partido Político em ascensão!


Teria percebido mal?

 

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Efeitos da seca em 2017 no Alentejo (foto de Arnaldo Oliveira via Flickr)

 

Lisboa, 28 de Maio de 2019

 

Em comunicado à Imprensa o Grupo Municipal do PAN comunicou que propôs à Assembleia Municipal de Lisboa, uma recomendação para que a Câmara Municipal declarasse emergência climática como forma de reconhecer este problema como uma prioridade, comprometendo-se a implementar medidas necessárias e urgentes de combate aos efeitos das alterações climáticas. Este ponto da recomendação foi reprovado com os votos contra do PS, PSD e dois deputados independentes.

 

Esta recomendação visava, em primeiro lugar, reconhecer a emergência climática em que vivemos e, em segundo, propor que a Câmara Municipal se comprometa a tornar Lisboa numa cidade neutra em carbono até 2030, e que retome e implemente o Plano de Acção para a Adaptação às Alterações Climáticas, proposto pelo PAN já em 2017 (ponto este que foi aprovado).

 

Não temos “Planeta B! Esta é a única casa que temos. É triste pensarmos que somos, provavelmente, a última geração que pode travar os efeitos das alterações climáticas. Não vamos conseguir, enquanto colectivo, responder a esta problemática se não a reconhecermos como uma prioridade! A emergência climática em que nos encontramos é o resultado desastroso e irreversível das acções humanas, pelo que cabe a nós agir agora!”, afirma Inês de Sousa Leal, deputada municipal do PAN.

 

Nesta recomendação, o Grupo Municipal do PAN refere os estudos da academia [1] que alertam para o facto de, já em 2050, a Praça do Comércio e a área destinada à construção do novo aeroporto do Montijo poderem ficar submersas na maré alta, o que coloca cerca de 146 mil pessoas numa situação vulnerável. Esta situação levará a vagas de refugiados climáticos por todo o país e por todo o mundo, pois irá provocar o deslocamento forçado de milhões de pessoas.

 

De relembrar que, na Assembleia Municipal de Lisboa, o Grupo Municipal do PAN já apresentou, neste mandato, cerca de 20 iniciativas relacionadas com ambiente e alterações climáticas. Esta recomendação surgiu no seguimento do debate “Emergência Climática – A necessidade de um novo paradigma”, uma iniciativa do Grupo Municipal do PAN, que decorreu hoje na Assembleia Municipal. Este debate teve como objectivo juntar todas as forças políticas para que, em conjunto, pudessem discutir políticas públicas ambientais para que, a nível local, o município pudesse agir em prol do bem-estar do planeta e de todas as espécies que nele habitam, tornando assim consequentes as reivindicações dos milhares de jovens que têm saído às ruas e reclamado pelo reconhecimento da emergência climática.

 

[1] Cartografia de risco costeiro associado à subida do nível do mar como consequência das alterações climáticas, elaborado pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:54

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Segunda-feira, 27 de Maio de 2019

VENCEDORES E DERROTADOS DAS ELEIÇÕES EUROPEIAS

 

Uma análise centralizada no essencial do que se passou nestas Eleições Europeias.

Enquanto na restante Europa o Povo saiu à rua e foi votar, Portugal, uma vez mais, ficou na cauda da Europa, e decidiu-se pela abstenção, uma das mais altas, no espaço europeu.

Alguma coisa vai mal nesta "democracia", em Portugal.

 

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O Povo mostrou um cartão vermelho aos partidos políticos que andaram a brincar às campanhazinhas, e não lhe passaram uma mensagem objectiva, e, por isso, não foi votar.

 

Os apoiantes dos partidos vencedores, PAN (Pessoas - Animais - Natureza) e Bloco de Esquerda, foram votar, porque é assim que se vive em Democracia.

 

André Silva (PAN) disse, e muito bem, que «a elevada abstenção representa uma derrota da Democracia». E que derrota! Até porque a democracia portuguesa é uma falácia.

 

O Povo está farto do mais do mesmo, das mentiras e de campanhas eleitorais cheias de nada.

 

Os que passaram a mensagem venceram. Os outros perderam. E o Partido Socialista, valeu-se da gente dele.

 

A surpresa (pela negativa) foi a CDU, cujo candidato, João Ferreira, até se portou muito bem durante a campanha, passou a sua mensagem com rectidão, mas seria penalizado devido à "geringonça"? Os apoiantes do PCP não foram nesta cantiga, e decidiram não votar. Eu também não votaria.

 

A outra grande surpresa (pela positiva) que não foi assim tão surpresa (havia indicadores bem concretos de que tal poderia acontecer) foi a ascensão do PAN, que tem vindo a subir vertiginosamente, desde as últimas eleições legislativas, e a tendência é para continuar a subir, porque tem um discurso directo, avançado e global, porque nem só de dinheiro no bolso vive a Humanidade.

 

O Bloco de Esquerda beneficiou do não-voto da CDU e ultrapassou-a, e foi a terceira força política mais votada. Nenhum bloquista ficou em casa.

 

Em relação ao PSD e CDS/PP, os grandes derrotados, não surpreenderam. Fizeram uma campanha fraquinha, fraquinha, portaram-se mal no caso dos professores (deixassem o Costa demitir-se), e os seus apoiantes decidiram mostrar-lhes o cartão vermelho, não indo votar.

 

Quanto ao PS, foi mais do mesmo, e a vitória do PS significa apenas isso mesmo: mais do mesmo. E nada mais, até porque estiveram muito mal durante todo este mandato. Em relação às europeias de 2014, o PS, desta vez, subiu ligeiramente, e conseguiu meter mais um deputado, beneficiando do revés da CDU e do PSD. Ontem, os socialistas não foram à praia…

 

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Origem da imagem: https://www.rtp.pt/programa/tv/p37299

 

E agora?

 

Agora vamos esperar para ver o que acontece no Parlamento Europeu. Porque em Portugal, as próximas eleições legislativas trarão ainda maiores surpresas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:28

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Quinta-feira, 23 de Maio de 2019

ELEIÇÕES EUROPEIAS: A ALTERNATIVA AO CAÓTICO “STATU QUO” PORTUGUÊS É O PAN (PESSOAS - ANIMAIS – NATUREZA)

 

Existe uma alternativa aos partidos que se juntam na Assembleia da República, para legitimarem a crueldade, a violência e o atraso civilizacional em que Portugal ainda está mergulhado.

Portugal, em quase todos os aspectos, está na cauda da Europa.

No domingo, dia 26 de Maio, votem PAN, um partido que tem uma visão de futuro e ideias para fazer evoluir Portugal na Europa e no mundo.

Lembrem-se de que a abstenção, os votos brancos e nulos só dão razão a quem NÃO a tem.

 

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DECLARAÇÃO DO MEU VOTO NO PAN:

 

Uma vez que recebi este comentário do Lápis Roído, que me considera intelectualmente desonesta, por ter expressado uma opinião, a resposta que lhe dou é a minha declaração de voto no PAN, sendo esta a primeira vez que, publicamente, apelo ao voto num partido político, porque TODOS os outros, com assento na Assembleia da República, me DESILUDIRAM profundamente; e os partidos pequenos nada trazem de novo:

 

Lápis Roído comentou o post ELEIÇÕES EUROPEIAS: A ALTERNATIVA AO CAÓTICO “STATU QUO” PORTUGUÊS É O PAN (PESSOAS - ANIMAIS – NATUREZA) às 12:55, 24/05/2019 :

Por favor, Isabel. Não me faça perder o respeito que tenho por si. Desonestidade intelectual para com quem a segue, não. Ainda os fundadores do PAN não sabiam de que forma se montava o sistema político nacional e já havia forças partidárias a fazer a defesa dos direitos dos animais e do ambiente há muito tempo. É evidente que sabe que o Bloco traz inscrita a defesa do eco-socialismo na sua fundação e o exercício que aqui está a fazer é o de faltar à verdade. Mais desonesta se torna com a junção de todos os partidos que têm representação parlamentar no mesmo saco. O PAN não pega sozinho na bandeira da defesa de um planeta sustentável, ao contrário do que aqui quer demonstrar. Tem todo o direito em fazer propaganda pelo partido que entende, mas não o faça com falsidades, por favor. Estamos no último dia da campanha, mas não vale tudo.

 

Lápis Roído, agradeço o seu comentário, porque me permite esclarecer o que, com certeza, não ficou claro no meu texto.

 

A desonestidade intelectual NÃO ESTÁ EM MIM, que sou livre de expressar o que penso sobre o PS, PSD, CDS/PP e PCP quando se juntam para favorecer o lobby tauromáquico; e o que penso sobre o Bloco de Esquerda e o PEV que, apesar de defenderem os direitos dos animais e do ambiente há muito tempo, (e eu já VOTEI neles) o BE aliou-se ao PS troglodita e corrupto, para formar governo; e o PEV alia-se ao PCP troglodita em coligação, e isto é algo com que NÃO ALINHO. Não posso?

 

Na verdade, para se estar no PODER, NÃO VALE TUDO. Mas no caso do BE e do PEV valeu, até nas várias abstenções de uns e outros, em questões tauromáquicas e ambientais, que me deixaram de boca aberta.

 

Já vi o PAN a votar sozinho CONTRA aquilo que o BE e o PEV dizem defender, mas não defenderam. Abstiveram-se. Ou se É ou NÃO SE É. Dar uma no cravo, outra na ferradura, não é coisa que me agrade nos partidos políticos. Por isso, meto-os todos no mesmo saco, porque NÃO há COERÊNCIA entre o que dizem e o que fazem.



EU, como bloquista ou "Verde", jamais faria alianças com partidos que SERVEM LOBBIES. E foi isso que me desiludiu no BE e no PEV.

 

Dito isto, Lápis Roído, penso que se alguém aqui é intelectualmente desonesto NÃO SOU EU.

 

ESTOU MUITO DESILUDIDA COM QUEM JÁ COLABOREI.

SE o PAN algum dia me desiludir, terá o mesmo destino no saco dos que praticam o VALE TUDO na política.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:12

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Sexta-feira, 3 de Maio de 2019

PAN LISBOA QUER FIM DAS BEATAS NAS RUAS DE LISBOA

 

O Grupo Municipal do PAN luta por uma Capital Verde Europeia 2020 digna do nome e propõe medidas que “limpem” a cidade e o país dos filtros de cigarro.

 

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Origem da foto: Internet

 

De acordo com o Comunicado do PAN, o Grupo Municipal deste partido vai apresentar à Assembleia Municipal de Lisboa, no próximo dia 14 de Maio, uma Recomendação e uma Moção que visam alertar para o impacto ambiental provocado pelas beatas de cigarro no chão, bem como para a importância de uma correcta classificação, separação e tratamento deste resíduo.

 

Estas propostas têm por base a composição do cigarro, pois para além das substâncias químicas, o filtro é feito de acetato de celulose (plástico) e demora mais de 10 anos a degradar-se. A maioria do lixo recolhido na limpeza das ruas de Lisboa são as beatas de cigarro, resultado do que é, ainda, um comportamento socialmente aceitável da população fumadora.

 

«A beata de cigarro é muito leve e móvel. Quando é deitada para o chão, rapidamente é transportada pelo vento ou chuva e acaba por contaminar os solos, os mares e todos os organismos vivos e ecossistemas que com ela tenham contacto. Existem até relatos de crianças que ingerem filtros de cigarro que apanham nos parques. A maioria das pessoas não tem, ainda a noção da toxicidade e perigosidade deste resíduo e do impacto ambiental que tem. Apesar da importância de se passar a prever coimas para quem deita beatas para o chão, devem existir acções de sensibilização e fiscalização, assim como infra-estruturas para as descartar correctamente», afirmou Inês de Sousa Real, deputada municipal do PAN em Lisboa.

 

A Moção apresentada visa essencialmente realizar um estudo sobre o filtro do cigarro que permita classificá-lo relativamente à sua perigosidade e determinar, a partir daí, a sua recolha selectiva e o seu tratamento mais adequado e sustentável. A proposta inclui ainda instalar depósitos exclusivos para filtros de cigarro, criar campanhas de sensibilização e educação ambiental para o perigo do filtro de cigarro e sobre como o descartar correctamente, e ainda apelar à indústria tabaqueira e à academia que estude alternativas de materiais para a composição do filtro que sejam menos nocivas para o ambiente.

 

Na Recomendação, o PAN propõe a realização de uma campanha de sensibilização concertada, entre todas as freguesias de Lisboa, que alerte para o perigo ambiental e de saúde pública de deitar filtros de cigarro para a rua, bem como a criação de um órgão de fiscalização municipal dedicado à poluição das ruas, equipar a cidade com colectores específicos para os filtros de cigarro e reforçar a instalação de caixotes do lixo com cinzeiro.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:32

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Terça-feira, 30 de Abril de 2019

“GAME OVER” PARA OS TAURICIDAS: EM QUITO, A PRAÇA DE TOUROS DE BELMONTE ENCERROU DE VEZ E NÃO MAIS VERÁ UM TOURO!

 

No Equador evolui-se…

 Em Portugal continua-se a levar cornadas, nas arenas.

Os Touros estão a despertar e a fazer mossa, neste início de temporada. Que assim continuem, pode ser que despertem os seus carrascos e os governantes portugueses,  para a necessidade de evoluírem.

Os partidos políticos portugueses, à excepção do PAN, estão-se nas tintas para a evolução de Portugal, no que respeita à selvajaria tauromáquica.

Pensem nisto!

 

safe_image.jpg

Ler a notícia aqui:

https://alminuto.info/2019/04/25/game-over-para-los-taurinos-plaza-belmonte-no-vera-un-toro-mas/?fbclid=IwAR0mTolCBnGTJdPC8C7TdOcmRMSOcYh-Od3QNqOEGtX6F54p-gu6myKUHkg#.XMXZsF1QDjU.facebook

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:09

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