Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

REJEITADA INICIATIVA LEGISLATIVA DO PAN RELATIVA AO TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS

 

Inacreditável!

A proposta foi chumbada com os votos contra do PS, PSD, CDS-PP e PCP e a abstenção do BE e PEV. O único voto a favor foi o do PAN.

 

Até tu, BE? Até tu, PEV? Os outros já sabemos que são pela tortura animal.

 

Faço minha a INDIGNAÇÃO do meu amigo Dr. Vasco Reis, médico-veterinário

 

«Indignado pela rejeição desta IL do PAN, equilibrada, ética, absolutamente praticável, o que comprova que a maioria dos deputados da AR são bastante ignorantes sobre a senciência de todo os animais, são especistas, são partidários de comércio sem escrúpulos perante o enorme sofrimento dos animais expostos a longos e duríssimos transportes, brutal maneio e abates horrorosos. Sabem os (as) deputados (as) que os animais não humanos, que condenam ao sofrimento, experimentam senciência, emoções, são dotados de consciência, inteligência, sentimentos em tudo muito semelhantes aos dos animais humanos que intervêm na AR? Duvido que tenham a sabedoria suficiente!!! Quão positivo seria para tudo e todos que aprendessem a aceitar magníficas sugestões.»

(Vasco Reis)

 

pan.jpg

 

TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS

 

E o inacreditável aconteceu.

 

Foi REJEITADA a iniciativa legislativa do PAN, que visava a adopção de medidas que assegurassem, por parte do Governo, o cumprimento das regras de bem-estar no transporte de animais vivos.

 

De acordo com comunicado do PAN, «No debate desta iniciativa, todos os partidos foram muito claros nas suas intervenções, dizendo que são muito sensíveis à protecção e ao bem-estar animal desde que isso não prejudique os operadores e os agentes económicos

 

Uma vez mais os interesses económicos, o lucro dos operadores sobrepôs-se à dignidade, ao bem-estar devido aos animais e, sobretudo, à Ética, como se os operadores levassem para o túmulo o que têm, e não o que foram em vida. 

 

A proposta do PAN contemplava estas três sugestões:

 

1 - Que o Estado Português desse cumprimento ao Regulamento (CE) n.º 1/2005 do Conselho e, em consequência, reduzisse a exportação de animais vivos para países cujo transporte implicasse viagens de longo curso (superior a oito horas).

 

Portugal está a exportar animais para países através de viagens marítimas com duração superior a 10 dias, nas piores condições que possamos imaginar.

 

2 - A obrigatoriedade da presença de pelo menos um médico-veterinário durante o embarque, na viagem de transporte marítimo, e desembarque, para certificação do cumprimento de todas as regras de bem-estar em vigor (independentemente de se considerarem ou não adequadas).

 

3 - Que Portugal, como exemplo de consciência e de responsabilidade ética, apenas exportasse animais para países que disponham de normas de bem-estar, tanto no transporte como produção ou abate, e dêem garantias como as portuguesas (independentemente de se considerarem ou não adequadas).

 

Três simples medidas, que poderiam fazer a diferença entre um Portugal ético e um Portugal carniceiro, foram  rejeitadas pelo Parlamento português.

 

Não se trata de Cães ou Gatos, os únicos animais reconhecidos como animais, pelos deputados da Nação, se bem que mesmo esses são exportados para países onde os esfolam e matam cruelmente, para os comerem.

 

Isto não é uma vergonha?

 

Uma nação e o seu progresso moral podem ser julgados pelo modo como trata os animais, sentença de Mahatma Gandhi, o Sábio.

 

Portugal deve milhares de Euros ao Progresso Moral, à Civilização, à Evolução, à Ética, à Humanidade.

 

Como cidadã portuguesa, sinto-me enganada. E envergonho-me dos governantes portugueses.

 

O Palácio de São Bento não é frequentado por Políticos que saibam da Arte da Política. Mas tão só por “politiqueiros” que sabem apenas da arte da submissão a lobbies económicos, que afundam Portugal na ignomínia.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:50

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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2016

AINDA A QUESTÃO DO CHUMBO DA PROIBIÇÃO DE FINANCIAMENTO PÚBLICO ÀS TOURADAS PELO PARLAMENTO PORTUGUÊS

 

Já tive oportunidade de dizer aos governantes, que acham bem continuar a esbanjar dinheiros públicos no financiamento da tortura de Touros, o que penso sobre eles, a este respeito.

 

O lobby tauromáquico está sentado na Assembleia da República disfarçado de deputados da nação sem a mínima noção do ridículo e do sentido de Estado, ignorando o que é Liberdade e Cultura.

 

Mas isto é o que o “glorioso” povo português, votando neles, nos oferece.

 

ARTE BRUTOS.jpg

 

Vejamos a lamentável intervenção, na AR, do deputado Nuno Serra, do PSD.

 

 

Foi assim a intervenção do deputado do PSD, Nuno Serra que, ao serviço do lobby tauromáquico, saiu em defesa das famílias de ganadeiros ao dizer que os anti-touradas perseguem essas famílias privilegiadas pelo Estado português, as quais vivem à custa dos impostos que a esmagadora maioria dos portugueses paga com grande sacrifício, num tempo em que o nosso pobre país está à míngua na área da Saúde, da Educação, do Ensino e daquela Cultura que eleva o Ser Humano.

 

Quanta falácia, senhor Nuno Serra, ao acusar o PAN, o BE e o PEV de “perseguirem” os aficionados de touradas por “preconceito ideológico” e sugerir-lhes que defendam o corte de subsídios a filmes violentos para com as pessoas, confundindo “filme” com “cruel realidade”, como se as touradas fossem uma ficção, como se ao defenderem as touradas não estejam a esmagar a sensibilidade de milhares de portugueses a quem dói a tortura de um animal, que é um animal como qualquer um de nós.

 

Nesta matéria ninguém persegue ninguém. E muito menos por preconceito ideológico. Aqui defende-se o direito à Vida, extensivo a todos os animais portugueses, sejam humanos ou não humanos. Nós limitamo-nos a denunciar o vosso vergonhoso servilismo a uma minoria que cria Touros, com o único objectivo de os torturar e matar para satisfazer um mero prazer mórbido, com o dinheiro dos nossos impostos.

 

E isto é imoral. É um insulto á inteligência dos portugueses. É uma agressão ao bom senso. É um modo vil de fazer política.

 

Naquela quarta-feira de má memória (dia 20 de Junho de 2016) o PSD, CDS/PP, PCP e o PS (à excepção dos socialistas Eurico Brilhante Dias, Paulo Trigo Pereira, Alexandre Quintanilha, António Sales, António Cardoso e Filipe Neto Brandão) chumbaram os projectos de lei do PAN, BE e PEV que proibiam a utilização de dinheiros públicos ou o financiamento público directo ou indirecto ou ainda o apoio institucional à realização de touradas ou iniciativas que inflijam sofrimentos inúteis ou provoquem a morte de animais não humanos, para divertir os sádicos.

 

O PAN, o BE e o PEV na intervenção que fizeram criticaram, e muito bem, o aspecto “bárbaro e a violência brutal e explícita” da actividade tauromáquica (à qual me recuso a chamar “espectáculo”, por ser um insulto à Arte) bem como a “insensibilidade” de quem participa nessas actividades, de quem a promove, a aplaude ou a apoia financeira ou institucionalmente.

 

Um Estado que se preze não pode servir-se do dinheiro dos contribuintes para servir o lobby tauromáquico e com isso promover actividades que se baseiam na violência e na crueldade para com indefesos animais sencientes.

 

Têm a noção de que a prática desses actos bárbaros contra animais sencientes não humanos são semelhantes aos praticados contra uma criança humana?

 

E isto é do foro das aberrações. E inadmissível, em pleno terceiro milénio depois de Cristo. Mas o mais curioso é que nem no terceiro milénio antes de Cristo, os homens que então povoavam a Terra, tinham tão baixos e tão cruéis instintos.

 

Os deputados da direita, onde podemos incluir os do PS (à excepção dos já referidos deputados) e os do PCP (que se dizem de esquerda, mas para o ser têm de parecer) apresentaram aqueles argumentos do costume, baseados numa mentira apregoada há séculos e que, para as mentes empancadas, soa como uma verdade, de tanto a repetirem, e de tanto se recusarem a ver o óbvio:

 

1 - “Tradição cultural”, esquecendo-se de que a tauromaquia não é uma tradição (as tradições dignificam o Homem); é apenas um costume bárbaro, sanguinário, perverso, e muito menos é cultural, pois de cultura, a tortura de um ser vivo nada tem, a não ser que falemos da “cultura dos broncos”;

 

2 - “Factores identitários regionais”, como se a tortura fosse algo que pudesse “identificar” um povo civilizado. Se falamos de terriolas com um descomunal atraso civilizacional, aí sim, é com toda a certeza, um factor identitário desse atraso.

 

3 – “Valores estéticos”. Saberão os deputados da nação os que são valores estéticos? Estaremos a falar de harmonia e beleza? Poderá na sangrenta tauromaquia, nos gritos dos Touros e dos Cavalos (abafados pelos “Passe Doble”) haver beleza e harmonia? Só um sádico poderá ver beleza no sofrimento atroz de um animal.

 

4 - “Questões turísticas e económicas”. Turísticas? Ainda haverá alguém em Portugal que ache (porque pensar não sabem) que um turista (refiro-me dos turistas a sério, não nos “turistas de garrafão”, sempre os mesmos, que se deslocam nos autocarros camarários, até às terriolas tauricidas, para fazer de conta que enchem as arenas) visita um país como Portugal e gasta o seu rico dinheirinho para ver torturar animais? Só mesmo os alienados acham que sim. E quanto à “economia” os únicos que ganham dinheiro com isto são os ganadeiros e quem os apoiam, e mesmo assim já estão a ver-se aflitos. Por isso, desesperam pelos subsídios estatais.

 

Joana Lima, deputada do PS, defendeu ser a tauromaquia uma actividade “lícita” e “devidamente regulamentada”, esquecendo-se que isso não significa que tal actividade não seja altamente reprovável à luz da Razão, da Ética, da Civilização, da Cultura Culta, até porque essas vergonhosas licitude e regulamentação provém da aprovação de legisladores subservientes ao lobby tauromáquico.

 

E quanta falácia essa de dizer que e a proibição às autarquias de financiarem esta actividade seria uma “interferência na autonomia do poder local” por parte da Assembleia da República! Quantas vezes a AR não interferiu na autonomia do poder local, noutras questões? Ou a senhora Joana Lima acha que somos todos parvos?

 

Vânia Dias da Silva, deputada do CDS/PP, por sua vez, falou em “intolerância” e de tentativa de “cercear as liberdades” através de políticas proibicionistas, como se proibir a tortura de seres vivos não fosse o dever de qualquer governante bem-intencionado e que zelasse pelos reais interesses de uma Nação, se a quisesse ver no rol dos países evoluídos!

 

Por fim, o PCP, através da deputada Ana Mesquita fazendo política de direita, deu-lhe para recordar os exemplos de “tradições” tauromáquicas classificadas como património, como a capeia raiana (património da estupidez, refira-se), de um tempo onde imperava o obscurantismo e a mais profunda ignorância, e chegou até a defender esta coisa inacreditável: a necessidade de “aprofundamento do debate sobre as alternativas”.

 

Quais alternativas? Qual aprofundamento? Qual debate?

 

Não há nada que aprofundar. Não há nada que debater. Não há nada para alternar (os ganadeiros que emigrem ou vão trabalhar no campo para ter o que comer).

 

A única alternativa aceitável é abolir esta prática primitiva de broncos, para broncos, que não dignifica Portugal.

 

Porque a tauromaquia é simplesmente a arte dos brutos.

 

E para quem não gosta da palavra bronco, devo dizer que é um vocábulo bem português e significa: tosco, grosseiro, obtuso, rude, boçal, incivilizado, inculto, cruento…

 

E tudo isto, na verdade, aplica-se à tauromaquia, uma prática tosca, grosseira, obtusa, rude, boçal, incivilizada, inculta, cruenta, que a maioria dos deputados da Nação defende, demonstrando a monumental mediocridade que paira sobre o Palácio de São Bento (e isto para ser delicada).

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:55

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Domingo, 13 de Março de 2016

NEM PINTADA NUM QUADRO DE PAULA REGO A TAUROMAQUIA TEM UTILIDADE

 

Paula Rego pintou «A Madrinha do Toureiro», um quadro que foi recentemente a leilão em Londres, na Sotheby's, e não conseguiu ser vendido por não ter atingido o preço mínimo determinado pelo vendedor, um coleccionador norte-americano.

 

E nem o governo português, através do seu Ministro da Cultura, o aficionado João Soares, se lembrou de o adquirir para enfeitar as paredes do Palácio de São Bento…

 

Afinal, é um quadro de Paula Rego…!

 

ng5907906 PAULA REGO.jpg

Datado de 1990-91, «A Madrinha do Toureiro», («The Bullfighter's Godmother») acrílico em papel sobre tela, de Paula Rego, conceituada artista plástica portuguesa residente em Londres, ficou “encalhado…”

 

 

A verdade é que a tauromaquia está de tal modo mal vista que nem pintada num quadro, ninguém, que circula no mundo culto das artes, está interessado em adquirir.

 

O valor mais alto que alguém se mostrou disposto a pagar pela madrinha do torturador de touros (que é como nos tempos que correm se denomina o que outrora era conhecido como toureiro) não atingiu sequer um terço do valor de outras obras da autora.

 

E se a memória não me falha, neste leilão, a Madrinha do Toureiro, foi o único quadro que não foi vendido.

 

Segundo o texto de apresentação da obra no catálogo da Sotheby's (a mais prestigiada leiloeira londrina) aquele era um exemplar importante da obra de Paula Rego. «Em «The Bullfighter's Godmother», Rego pega na longa tradição da história de arte de retratos de toureiros, de Velázquez a Goya, Manet e Picasso.

 

Só que se esqueceram de que qualquer um desses grandes mestres da arte de retratos viveu numa época em que um toureiro era retratado não pelo “valor” do que fazia (torturar seres vivos), mas pelo garbo dos chamados trajes de luces, que usavam e ficavam bem no retrato, e que a tauromaquia era o divertimento dos inúteis, sempre á disposição dos artistas.

 

Esqueceram-se principalmente de que o tempo da tauromaquia passou. O mundo evoluiu, e ninguém mais pensa (a não ser, obviamente os poucos que ficaram parados no passado) que um Touro é feito de pau e sumo de tomate.

 

A tauromaquia está em franca agonia. Esta é a verdade.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:51

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