Em Espanha, a Evolução vai-se impondo, se bem que lentamente, é verdade, mas, ao menos, vemos luzes ao fundo do túnel.









Do PACMA - Partido Animalista Com o Meio Ambiente, pelos Animais, o Meio Ambiente e Pessoas – partido político espanhol, fundado em 2003 na cidade de Bilbau, cujo presidente é Javier Luna Sánchez, recebi um comunicado, dando conta do HORROR que é o festejo do “Toro Júbilo” ou “Toro de Fuego”, algo completamente inconcebível, desumano, cruel, e não sei como o governo de Espanha consente em tal barbaridade, em pleno século XXI depois de Cristo.
Olá, Isabel
Como em todos os anos, a nossa equipa arriscou a sua integridade física em Medinaceli (Sória) para registar o terrível festejo do "Toro Júbilo": o último Touro de Fogo de Castela e Leão, que aconteceu novamente este ano após o levantamento da suspensão cautelar que o Partido Animalista conseguiu no ano passado.
O que testemunhámos foi, uma vez mais, um espectáculo de extremo sofrimento. O Touro suportou mais de duas horas de agonia: 19 minutos a ser puxado entre gritos, e mugidos, num absoluto caos, até finalmente ser levado ao curral. O recinto ficou quase vazio, com parte do público — alguns agitando símbolos franquistas — indo embora antes do fim.
Apesar disso, também vimos algo importante: a cada ano, somos mais a levantar a voz. Horas antes, manifestámo-nos na Praça do Município, sendo mais do triplo do que nos anos anteriores, apesar do frio, do vento e da chuva.
Sabemos que este festejo tem os seus dias contados, apesar dos esforços do Município de Medinaceli e da Comunidade Autónoma de Castela e Leão para mantê-la. A pressão social está a aumentar, o apoio ao maltrato animal está a diminuir e a nossa luta está a avançar. Mais cedo ou mais tarde havemos de conseguir.
Preparámos um vídeo com tudo o que documentámos.
Convidamos-vos a vê-lo e partilhá-lo nas redes sociais: cada pessoa informada é um passo mais para acabar com o "Toro Júbilo".
O texto foi traduzido do Galego para o Português pela autora deste Blogue.
Ponham o som alto para ouvir os gemidos desesperados do Touro.
Como é que isto ainda é permitido, é algo que está no segredo dos deuses de todos os olimpos!
Como é possível alguém DIVERTIR-SE com tamanha crueldade!!!!!!!
Deixo aqui o meu PROTESTO e o meu contributo para a divulgação desta coisa inominável, que só a índole desumana da besta humana pode executar.
Isabel A. Ferreira
Do PACMA (Partido Animalista Contra o Maltrato Animal) de Espanha, recebi a seguinte notificação:
Ola, Isabel:
Hoxe temos un notición deses que nos recordan por que seguimos aquí, loitando polos animais contra vento e marea.
A pelexa contra a salvaxada do Torneo do "Toro de la Vega", ao que ata fai pouco alanceaban ata morrer en Tordesillas (Valladolid), foi unha das máis importantes que desempeñamos neste Partido, marcando un gran período da nosa historia.
Olá, Isabel:Hoje temos uma notícia que nos recorda por que ainda estamos aqui, a lutar pelos animais, contra ventos e marés.
A luta contra a selvajaria do Torneio "Toro de la Vega", o qual até há pouco tempo era lancetado até à morte em Tordesilhas (Valladolid), foi uma das mais importantes que travámos neste Partido [PACMA], marcando um grande período da nossa história.

Foron anos, moitos anos de protestas, manifestacións, enfrentamentos e batalla legal.
Hoxe, por fin, podemos decirche que ¡¡¡A XUSTIZA DEUNOS A RAZÓN!!!: as bases do Torneo do "Toro de la Vega" son ilegais. O festexo, a día de hoxe, non pode celebrarse.
Isto significa unha sentencia de morte para o máximo expoñente do maltrato animal en España.
Estamos de celebración! 


***Foram anos, muitos anos de protestos, manifestações, confrontos e batalhas judiciais.
Hoje, finalmente, podemos dizer que a JUSTIÇA DEU-NOS RAZÃO!!!: as bases do Torneio "Toro de la Vega" são ilegais. Este festejo, a partir de hoje, não pode realizar-se.
Isso significa uma sentença de morte para o expoente máximo de maus-tratos a animais na Espanha.
Estamos a comemorar! 



***
Gracias, PACMA. Muchas gracias, por los Toros. 

Obrigada, PACMA. Muito obrigada , pelos Touros. 

Lutei convosco, acompanhei a vossa luta, para que este momento fosse uma realidade. E eis-nos, hoje, vencedores!
Vale a pena lutar por eles, que não têm voz!
Isabel A. Ferreira

Este sábado, 11 de Novembro, o PACMA (Partido Animalista Con el Medio Ambiente) foi até Medinaceli (Soria) para protestar in situ contra o festejo del Toro Jubilo: um dos toros de fuego mais cruéis de Espanha e o único actualmente autorizado em Castilla Y León.
Num comunicado que me foi dirigido o PACMA referiu que «Fizemos isso, porque tal como tu, estamos fartos desta situação. De que quem organiza estas actividades vergonhosas tenham carta branca com as administrações e que, acima de tudo, muitas vezes, recebam financiamento público. Portanto, para acompanhar o nosso recurso judicial, apresentado na semana passada e que ainda está em tramitação, decidimos posicionar-nos e, de forma pacífica, dar conhecimento a todo o mundo que nesta cidade permite-se o maltrato animal.»
Canais de âmbito nacional como Cuatro e LaSexta fizeram eco desta vergonha, além de inúmeros media digitais de todo o tipo de alcance. Até ao dia em que proíbam o Toro Júbilo, que será em breve, o PACMA continuará a defrontar quem legitima esta forma de violência.
E este Partido Animalista termina com uma questão: «Neste vídeo, documentado pela equipa do PACMA, podes ver o que fazem ao Touro. Qual a tua opinião? Isto é normal num País que se diz civilizado?»
A minha opinião PACMA, é que isto não é normal. Não é coisa de um País que se diz civilizado. Isto é algo que apenas criaturas de muito má índole, cobardes da pior espécie, e com uma elevada deformação mental, do foro da psicopatia, podem fazer com um ser senciente, inofensivo, inocente e, sobretudo, indefeso.
Todas as variantes tauromáquicas são bárbaras, cruéis, violentas, mas esta rasga-me a alma.
Isabel A. Ferreira









Las campanas del cambio suenan con fuerza en Tordesillas, lugar donde una antigua tradición, el Torneo del Toro de la Vega, se ve interpelada por un clamor colectivo que pide el cese del maltrato animal. Este torneo, durante años, ha sido símbolo de la fiesta y la tradición; pero también, para muchos, de una crueldad innecesaria que culminaba con la muerte del toro en público.
Desde 2016, con la implementación de un decreto-ley que prohibió la muerte de reses de lidia ante el público en Castilla y León, la controversia sobre su celebración ha crecido. A ello, se sumó la intervención de PACMA en 2022, que logró medidas cautelares que frenaron la celebración tradicional del torneo, poniendo en el centro del debate no sólo la necesidad de adecuarse a la legalidad, sino también de reflexionar sobre las prácticas y tradiciones que involucran el sufrimiento de seres vivos. Estás son las 7 claves del caso:
A medida que la sociedad avanza y evoluciona, también lo hace su consciencia y empatía hacia todos los seres vivos. No podemos, bajo el manto de la tradición, perpetuar prácticas que hoy día resultan claramente cuestionables y crueles. Las victorias de PACMA, lejos de ser triunfos aislados, reflejan un sentir colectivo que aspira a un mundo en el que las celebraciones no se construyan a expensas del sufrimiento animal.
Tordesillas tiene la oportunidad, no de perder una tradición, sino de transformarla y adaptarla a una era en la que el respeto por la vida prevalece. Es hora de que las festividades reflejen el progreso y la compasión, y que el Toro de la Vega, y otras tradiciones similares, evolucionen hacia formas de celebración que unan en lugar de dividir, que celebren la vida y no la destrucción.
[Infelizmente, a EVOLUÇÃO, na Península Ibérica, é coxa, porque em Portugal, passa-se o mesmo que em Espanha, nesta matéria dos Direitos dos Animais Não-Humanos - Isabel A. Ferreira]
Hola Isabel,
Posiblemente ya lo sepas, pero ayer se aprobaron en España tanto la Ley de Protección Animal como la reforma del Código Penal en materia de maltrato animal. Dos textos a los que nos hemos negado desde el principio, en vistas a sus deficientes, excluyentes, laxos y descontextualizados contenidos.
Provavelmente já sabes disto, mas ontem foram aprovadas na Espanha a Lei de Protecção Animal e a reforma do Código Penal sobre maus-tratos a animais. Dois textos que desde o início recusámos, pelos seus conteúdos deficientes, exclusivos, frouxos e descontextualizados.
La Ley es un desastre. Desde PACMA apostamos por tener un marco jurídico a nivel estatal para unificar las 17 leyes autonómicas, pero desde luego, ese marco de referencia no puede suponer un atraso. Los perros de caza, guarda, pastoreo, deportes, trabajo, animales usados en tauromaquia, experimentación, producción, animales silvestres...
A Lei é um desastre. O Partido Animalista - PACMA está empenhado em manter um enquadramento legal a nível estatal para unificar as 17 leis autónomas, mas é claro que esse enquadramento de referência não pode sofrer atrasos. Os cães de caça, guarda, pastoreio, desporto, trabalho, animais usados na tauromaquia, em experiências, produção, animais selvagens... todos estão fora da protecção desta lei.
El Código Penal despenaliza el abuso sexual hacia los animales si no produce lesiones con necesidad de tratamiento veterinario, y facilita la imposición de multas en lugar de penas de prisión. ¿No te resulta increíble?
O Código Penal descriminaliza o abuso sexual de animais se não lhes causar lesões que requeiram tratamento veterinário, e facilita a imposição de multas em vez de penas de prisão. Isso não é incrível?
Escucha la intervención sobre este tema de nuestra vicepresidenta, Cristina García, en el Programa de Ana Rosa haciendo click aquí.
Ouve a intervenção sobre este tema da nossa vice-presidente, Cristina García, no Programa de Ana Rosa, clicando click aquí.
Escucha las palabras de nuestro presidente, Javier Luna, haciendo click aquí.
Ouve as palavras do nosso presidente, Javier Luna, fazendo click aquí.
Mas não vamos parar.
Lo prometimos y lo cumpliremos. Llegaremos a donde haga falta por lograr un país con unas normas actualizadas, que atiendan a las necesidades de los animales y no a los intereses de sus explotadores. Te informaremos de nuestros futuros movimientos. Cuenta con PACMA siempre.
Prometemos e vamos cumprir. Iremos até onde for necessário para alcançar um país com regulamentação actualizada e que atenda às necessidades dos animais e não aos interesses dos seus exploradores. Iremos informar-te sobre os nossos movimentos futuros. Conta com o PACMA sempre.
Ayer, nuestra tesorera, Ana Béjar, estuvo toda la mañana manifestándose frente a numerosos colectivos en la puerta del Congreso de los Diputados pidiendo justicia. Escucha sus palabras tras conocer la aprobación haciendo click aquí.
Ontem, a nossa tesoureira, Ana Béjar, manifestou-se durante toda a manhã diante de numerosos grupos, na porta do Congresso dos Deputados exigindo justiça. Ouve as suas palavras depois de saber da aprovação fazendo click aquí.

[O mesmo se passa em Portugal, e o PAN, como um Partido voltado para este tema, deveria fazer o mesmo que o PACMA fez - Isabel A. Ferreira].
Apresentámos um relatório ao Comité dos Direitos da Criança da ONU em que denunciamos o incumprimento por parte do Governo, ao expor os menores à violência das touradas.

O governo da Espanha passou anos a ignorar deliberadamente as recomendações da ONU sobre proteger os menores da violência extrema das touradas. Do PACMA, apresentamos um relatório ao Comité dos Direitos da Criança da ONU para denunciar o que consideramos violações constantes e repetidas da Convenção sobre os Direitos da Criança. A Convenção, ratificada pela Espanha em 1990, estabelece que os Estados Partes devem adoptar todas as medidas possíveis para abolir as práticas tradicionais prejudiciais à saúde das crianças.
Tudo isto apesar de, para além do Comité, muitas entidades dedicadas à protecção das crianças terem solicitado formalmente ao Governo que proibisse, na referida Lei, a presença e participação de menores nestas práticas tauromáquicas.
Em 2023, a Espanha voltará a ser examinada pelo Comité, razão pela qual apresentámos agora este relatório, intitulado "Falta de protecção das crianças contra a violência das touradas em Espanha". Nele, afirmamos que apenas nas Ilhas Baleares é proibida a assistência de menores nas touradas. Na Galiza é proibido a menores de 12 anos e, nas restantes comunidades, qualquer criança, de qualquer idade, pode assistir a estas práticas e ver como se exerce a violência extrema contra os animais. Quanto à sua participação nas festividades tauromáquicas, apenas na Cantábria é proibida a participação de menores. Nas restantes podem participar a partir dos 16 anos e, em algumas, até a partir dos 14 anos.
No que diz respeito às escolas tauromáquicas, Andaluzia, Aragão e País Basco estabelecem, respectivamente, a idade mínima de 10 e 12 anos para poder frequentá-las. Nas demais comunidades não há idade mínima para começar a ser instruído na "arte" de matar. Além disso, menores de 14 anos já podem participar de aulas práticas, nas quais são utilizadas armas como puyas, banderillas, estoques ou puntillas com os animais.
Cinco anos se passaram desde que o Comité advertiu a Espanha de que deveria proteger os menores da violência das touradas, e não só não foi proibido, como essas práticas estão a ser cada vez mais incentivadas entre as crianças das instituições e administrações públicas, com actividades como convites a escolas, corridas de touros infantis, acampamentos tauromáquicos... para cujo desenvolvimento as câmaras municipais, as câmaras municipais e as administrações regionais e governos autónomos colaboram, cedendo instalações, concedendo subsídios ou, directamente, organizando-os.
O PACMA considera intolerável que os poderes públicos continuem não só a permitir, mas também a promover uma prática em que a violência é exercida sobre os animais; ais, entre as crianças, desrespeitando a Lei Orgânica de Protecção Jurídica de Menores, que estabelece que todas as disposições legais relativas a menores devem ser interpretadas de acordo com a Convenção sobre os Direitos da Criança, e que os poderes públicos devem garantir o respeito pelos seus direitos e adequar as suas acções à mesma, incluindo, entre os princípios norteadores que devem reger a sua actuação à protecção dos menores, contra todas as formas de violência.
Fonte:
Este foi um grande mês para toda a equipa do PACMA, que conseguiu algo histórico: pela primeira vez, o Supremo Tribunal de Justiça de Castilla y León determinou, após denúncia do PACMA, que o Touro poderia sofrer danos e até morrer, como resultado dos ferimentos causados pelos arpões das lanças, para pôr os símbolos que pretendiam usar no Torneio Toro de la Vega, e tomou medidas cautelares que o suspenderam, impedindo assim que o Touro Manjar fosse torturado desta forma, no passado dia 13 de Setembro. Desde 2016, a lei proíbe o abate de animais em público.
O evento converteu-se num encierro convencional no qual o PACMA conseguiu infiltrar-se conforme se mostra neste vídeo:
Que cobardes! Só os cobardes montam um Cavalo e andam a perseguir um Touro indefeso, fora do seu habitat, por diversão! Só trogloditas o fazem. Que vergonha para Espanha! Quando é que o governo trará evolução a Tordesilhas? O Touro sofre e com ele sofre também toda a Humanidade sensível.
Só resta esperar, agora, por uma resolução definitiva para pôr fim a este cruel torneio, nos próximos anos.
O resumo da notícia neste vídeo:
Nesta estatística está obviamente incluída a Humanidade, porque a Humanidade nada é sem as outras espécies.
A irracionalidade do homem-predador está a conduzir o Planeta à extinção, contudo, continua a agir como se fosse viver eternamente, afundado nos milhões que não come e jamais levará para o Além…
Entretanto, o Planeta e as espécies que nele resistem vão sufocando, desaparecendo, lentamente, sofridamente, o que só demonstra que o “homem-governante” não tem capacidade para zelar pelo Planeta.
Deixemos essa tarefa aos outros animais. Eles jamais destruirão o seu habitat, mostrando ser superiores ao “homem” no modo como gerem a própria existência.

É este o mundo que o homem-predador está a construir para as novas gerações. Uma herança pesada e sem futuro. Um deserto de fome, onde as crianças, no mundo dos “homens”, serão as mais afectadas. E os animais não-humanos, que nada fazem para que esta miséria exista, e são os únicos que poderão perpetuar a vida no Planeta, serão também afectados, e muitos deles já foram exterminados pelo “homem”.

Apoiamos a agricultura ecológica e sustentável. Contamos com a tua ajuda? (PACMA)
Com a minha ajuda já contam há muito.
⚠️ Mais de um milhão de espécies estão ameaçadas de extinção, segundo o último relatório do IPBES (The Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services) Plataforma Intergovernamental de Política Científica sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistémicos.
O actual sistema alimentar é a principal ameaça à Natureza. Ele consome muitos recursos e provoca:
🌳 75% de desflorestação
🌍 24% das emissões de gases
💧 69% de gasto de água
Se não enfrentarmos essa realidade, estaremos a contribuir para que o Planeta sofra danos irreparáveis que afectarão a vida de todos nós, a vida de todas as espécies humanas e não-humanas, a vida dos vegetais.
Fonte:

A brincar se vão dizendo coisas muito sérias. O homem-predador está a construir um mundo onde o lixo é o “ouro” da herança que deixará aos vindouros, e a extinção das espécies, incluindo a extinção da espécie humana, nunca foi tão real como nos tempos que correm. Debaixo do monte do lixo, representado nesta imagem, está o “cérebro” insano do homem-predador.
Os nossos descendentes merecerão tão má herança?

Os insectos, mais do que os Homens, são animais essenciais ao Planeta. Sem polinização, o Planeta morre e nele deixará de existir cenários como o desta belíssima imagem, onde uma Borboleta cumpre escrupulosamente a sua função, sem precisar de leis que a obriguem. O Planeta sobrevive sem o Homem. O Homem não sobrevive sem as Borboletas.
Fonte da imagem: Rêgo/Agência Brasil

Esta é uma imagem muito diferente do da Borboleta, no seu habitat impoluto. Este é o resultado da insanidade, da irracionalidade do homem-predador, o único ser capaz de “enfeitar” o Planeta com este cenário macabro. Nenhum outro animal à face da Terra destrói assim o seu próprio habitat.
Fonte da imagem:

Este é um tigre de bengala, possuidor de uma aparência majestosa. Símbolo de uma imponência e força, jamais superadas pelo homem. O olhar deste belíssimo animal está entranhado de mistério e mística, e quem o olhar nos olhos fica naturalmente enfeitiçado. Não é por acaso que o Tigre é a personagem principal de mitologias como a grega, a persa, a chinesa.
Por inveja, ou outro qualquer sentimento inferior, o homem-predador deleita-se em destruir estas forças da Natureza, que são os Tigres e o habitat em que eles se movem.
Por isso, entre o Tigre e o homem-predador, escolho o Tigre para salvar, porque sei que ele jamais destruirá o Planeta Terra.
Fonte da imagem do Tigre: https://www.peritoanimal.com.br/os-10-animais-mais-bonitos-do-mundo-21154.html
Isabel A. Ferreira
O animal esteve mais de uma hora tentando fugir pelas ruas de Algemesí (…)
O touro, que fugiu da praça foi abatido com 27 disparos da arma de um polícia local. Uma atrás da outra: 27 balas, em todas as partes do corpo
Foram várias as pessoas que rodearam e encurralaram o animal, que somente estava assustado e exausto, depois de uma hora a fugir dos seus carrascos.
O vídeo, filmado por um vizinho, mostra a polícia local encurralando o animal com o veículo oficial, o que levou o novilho a fugir para o rio, fora da cidade, onde foi finalmente cercado por agentes e abatido com mais de 20 tiros. A execução do animal foi filmada num outro vídeo que incendiou as redes sociais pela dureza e pelos aplausos de celebração que são ouvidos ao fundo, enquanto o animal é cravado de balas.
Que selvajaria é esta? Que tipo de políticos o consentem? Em que sociedade doentia vivemos?
Vinte e sete tiros no corpo do animal, provocou-lhe 27 espasmos de dores atrozes. O que me apetece dizer é que quem isto fez sofra as mesmas dores que este indefeso, inofensivo, inocente e infeliz novilho
(Isabel A. Ferreira)
O PACMA já denunciou estes factos à polícia.
A polícia local, em duas ocasiões, cedeu a arma a outra pessoa, que disparou também. Uma terceira, que tinha uma arma branca, esfaqueou o touro, na medula repetidamente, até deixá-lo imobilizado.
Que selvajaria é esta? Que tipo de políticos o consentem? Em que sociedade doentia vivemos?
Denunciámos o sucedido, esperamos que as pessoas que intervieram na agonizante morte do animal sejam condenadas, e continuaremos a trabalhar para todos os festejos taurinos sejam proibidos.
O touro, que fugiu da praça foi abatido com 27 disparos da arma de um polícia local. Uma atrás da outra: 27 balas, em todas as partes do corpo.
Foram várias as pessoas que rodearam e encurralaram o animal, que somente estava assustado e exausto, depois de uma hora a fugir dos seus carrascos.

Para quando o mesmo em Portugal?
Cá dão-lhes uma medalha e convidam-nos para deputados, como alerta, e muito bem, a minha amiga Teresa Botelho.
O Partido Animalista PACMA conseguiu sentar no banco dos réus os caçadores furtivos de Palencia, denunciados junto ao FAPAS, há um ano (hemos conseguido sentar en el banquillo de los acusados a los cazadores furtivos de Palencia)

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