Sexta-feira, 19 de Junho de 2020

Ai Dr. António Costa, Dr. António Costa, que vergonha sinto!

 

Ainda para mais, acolher um evento que os outros países rejeitaram é coisa de pobrezinhos

 

E é, assim, com futebol, que se agradece aos que estão na linha da frente a combater a Covid-19, que deu cabo da vida de milhares de pessoas?

 

Eu nem acredito que esta afronta tivesse acontecido no meu País!

 

Premiar os Profissionais de  Saúde com futebol? Com fu-te-bol?

 

Isabel A. Ferreira

 

COSTA.jpg

 

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/miguelsantoscosta/posts/10156986975871290

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:05

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Ai Dr. António Costa, Dr. António Costa, que vergonha sinto!

 

Ainda para mais, acolher um evento que os outros países rejeitaram é coisa de pobrezinhos

 

E é, assim, com futebol, que se agradece aos que estão na linha da frente a combater a Covid-19, que deu cabo da vida de milhares de pessoas?

 

Eu nem acredito que esta afronta tivesse acontecido no meu País!

 

Premiar os Profissionais de  Saúde com futebol? Com fu-te-bol?

 

Isabel A. Ferreira

 

COSTA.jpg

 

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/miguelsantoscosta/posts/10156986975871290

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:41

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Domingo, 31 de Maio de 2020

A sociedade portuguesa de hoje é o reflexo da política desastrosa de todos os governos que já detiveram as rédeas do Poder

 

(Eis um texto escrito em Abril de 2015. Se o escrevesse hoje, não lhe retiraria uma vírgula. Como é triste comprovar que Portugalnão anda nem desanda, há tanto tempo!)

***

Portugal está em pleno retrocesso. Em tudo.

O estado da Educação, o estado da Cultura, o estado Social, o estado da Saúde, o estado do Estado é absolutamente caótico.

Qualquer dia regressamos às cavernas, porque as trevas obscurecem as mentes, ainda por evoluir, dos que conduzem o destino do país…

Almada Negreiros dizia que «Isto [Portugal] não é um país. É um sítio. E ainda por cima, mal frequentado!» Como estava certo, Almada Negreiros, que viveu entre 1893 e 1970.

 

o-bebe-do-sexo-masculino-foi-esfaqueado-no-peito_2

 

O País anda chocado com a violência contra crianças de tenra idade que são barbaramente assassinadas pelos seus progenitores ou por quem tem à sua guarda a vida dessas crianças.

 

O País anda chocado com a onda de violência doméstica cometida por indivíduos que se entregam ao álcool, na maioria caçadores que, escasseando a caça nos matos, têm de dar gosto ao dedo no gatilho, e vingam-se nas crianças, nas mulheres e nos idosos, o elo mais fraco de uma sociedade assente na prática consentida da violência e da crueldade contra seres vivos. Qualquer ser vivo que viva.

 

A violência dessa gente é treinada nos animais indefesos que o governo português exclui do Reino Animal, considerando-os “coisas” que podem ser torturadas com crueldade.

 

(E isto não sou eu que afirmo).

 

Os progenitores são responsáveis por 45% dos maus tratos às crianças. Dizem as estatísticas.

 

As comissões de protecção de menores não funcionam. Dizem que não têm verbas, mas as verbas existem, por exemplo, quando se trata de patrocinar as chamadas “escolas” de toureio, antros de violência que transformarão essas crianças nos monstros do futuro. Este é um tipo de maus tratos psicológicos que trará graves consequências para a saúde mental dessas crianças.

 

E quem se importa? As crianças não votam...

 

Todo o ser humano que exercer crueldade, mais tarde vai vivenciar em si toda a crueldade que exerceu. Que não haja dúvidas sobre isso!

 

A política portuguesa de educação é pobre. É dirigida a um conhecimento infrutuoso, que não serve para a vida. É ministrada como se as crianças, os adolescentes e os jovens fossem muito estúpidos. E mais empobrecida ficou com a imposição ilegal do AO90, que empobreceu a Língua Portuguesa, atirando-a para a valeta e fabricando milhares de semianalfabetos.

 

A Educação Cívica deveria ser obrigatória, a começar pelos políticos que não sabem o que isso é.

 

Vivemos numa sociedade com gente muito insólita a deambular por aí, sem o mínimo sentido do SER.

 

No nosso país, civismo, evolução, cultura culta e ética são palavrões obscenos, impronunciáveis, e dos quais os políticos evitam falar.

 

Nunca tivemos tanta corrupção em Portugal.

 

É porta sim, porta sim...

 

Um mal que afecta essencialmente a gente chamada "graúda". E eu pergunto-me: porquê? Esses “graúdos” passarão fome? Passarão sede? Dormirão debaixo da ponte? Precisarão assim tanto de se corromperem?

 

E pensar que quando morrerem nada levarão com eles a não ser o esqueleto e aquilo que são (ou foram enquanto vivos!) ou seja NADA, e disso terão de prestar contas ao Poder Cósmico.

 

Portugal não evoluiu. Fez-se muitos progressos tecnológicos. Porém, as mentalidades, na generalidade, ficaram especadas num passado, já muito passado, a cair de podre.

 

Sempre existiram no mundo mentes brilhantes. Desde a Idade da Pedra.

 

Se hoje podemos andar de automóvel, é graças a alguém que num tempo muito, muito recuado, inventou a roda.

 

Mas ainda hoje, continuamos a ter escravos, a fazer guerras em nome de deuses, a praticar crimes contra a Natureza, contra os animais humanos mas também não-humanos, contra a Humanidade, contra as Crianças, contra as Mulheres, contra os Velhos...  

 

Enfim, hoje, deslocamo-nos de avião, mas existem muitas mulheres que ainda morrem esfaqueadas e baleadas pelos próprios maridos, e crianças assassinadas por quem as gerou.

 

E a prática da violência e da crueldade tem legislação, em Portugal.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Sexta-feira, 7 de Junho de 2019

BOLSO CHEIO EM MENTE VAZIA NUM PLANETA ÁRIDO PARA QUE SERVIRÁ?

 

Quando se fala da “geringonça” e dos seus feitos, só nos dizem: deficit quase zero; redução drástica do desemprego; recuperação de rendimentos; passes sociais para mobilidade; e menos despesa das famílias, e tal e coisa…

Por que pintam um quadro com cores tão garridas? Para dar a ilusão de uma realidade luminosa e de uma estabilidade que, de facto, não existem?

Vejamos então a realidade, mais negra do que luminosa.

 

ARIDEZ.png

 

Nem só de dinheiro no bolso vive o homem. Há tanto para além do bolso!... O que não significa que o bolso não seja importante. Porém, a realidade é outra:

 

- A OCDE está menos optimista que o governo português, quanto ao crescimento económico e ao défice para 2019, tendo revisto em baixa a estimativa do PIB para 1,8% e agravado a previsão do défice para 0,5%. E isto não é bom.

 

- O desemprego jovem é uma realidade assustadora, que fará com que os nossos jovens habilitados saiam do país à procura de outros mundos. E isto não é nada bom.

 

- Os rendimentos não foram assim tão recuperados, basta ver a onda de contestação social que desde 2018 assola o país, em demasiados e variados sectores. E isto também não é bom.

 

- De que adianta haver passes sociais para mobilidade, se não há transportes, e se as pessoas vão apinhadas como sardinhas em lata para os seus empregos? Se suprimem comboios, carruagens, barcos? Se se passa horas no trânsito? Se se chega aos empregos (quando se consegue) mais morto do que vivo? Depois queixam-se do fraco rendimento no trabalho. E isto é péssimo.

 

- As despesas das famílias continuam a ser altas, porque os impostos, as taxas e taxinhas, para tudo e mais alguma coisa, levam-nos os olhos da cara e uma percentagem bastante elevada dos magros ordenados dos portugueses. Enquanto os ordenados gordos continuam a estar nos bolsos de quem não os merecem, porque nada fazem pelo Povo e pelo País. E isto é aviltante.

 

- Alugar ou comprar uma casa é atirar as pessoas menos abonadas para uma cova de ladrões.

 

Pintam o quadro com cores garridas para quê? Para dar a ilusão de uma realidade luminosa e de uma estabilidade que, de facto, não existem?

 

 

Há que haver um equilíbrio entre o TER e o SER. Aliás, a minha filosofia vai mais para o SER do que para o TER, porque para mim, basta TER o essencial, e, neste momento, poucos são os portugueses que têm o essencial. Outros têm demais, à custa dos que têm de menos. Há muita miséria por aí, para uns poucos andarem a encher os bolsos ou a viver à custa do erário público (como os ladrões dos bancos e outros ladrões).

 

A realidade do país não é das melhores. Não há do que nos orgulharmos.

 

A ameaça ambiental paira sobre Portugal, aliás, paira sobre todo o Planeta, e andam por aí muito preocupados em encher os bolsos, com os lucros que surripiam à custa da destruição do que é ESSENCIAL para a vida do Homem e da restante fauna do Planeta, como se o vil metal servisse para alguma coisa debaixo de sete palmos de terra!

 

 

Houve algumas melhorias? Houve. Mas bolso cheio em mente vazia num Planeta árido para que servirá?

 

E já agora: o que são esquerdas e direitas? Apenas palavras que, por vezes, vão dar ao mesmo.

 

Já vi o PS e o PCP, que se dizem de esquerda, a aprovar políticas com o PSD e CDS/PP, que se dizem de direita.

 

E tudo isto tem de ser penalizado nas próximas eleições legislativas.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:34

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Terça-feira, 5 de Junho de 2018

A POLÍTICA CORROMPE OS HOMENS

 

Temos um País onde a vontade do Estado não corresponde à vontade do Povo - um Povo que se habituou a tal realidade é autista, não se apercebe dos seus direitos e deveres.

 

Estado, na sua definição mais comum, é uma organização politicamente organizada, com legislação própria, e de que o povo faz parte integrante. Por outras palavras, o Estado somos todos nós. Neste caso, é a vontade dos governantes que não corresponde à vontade de um povo que, em parte, se acomoda e adormece.

 

Arte política.png

 

Porém, a política, fatalmente, corrompe os homens!

 

Devia ser obrigatório, os candidatos a Políticos tirarem um curso onde aprendessem a Arte de Bem Fazer Política, e estudassem os grandes pensadores da Política, e História das Teorias Políticas.

 

São raríssimos aqueles que, tendo assento na Assembleia da República, conhecem a Arte de Bem Fazer Política, e o verdadeiro sentido de Democracia.

 

A esmagadora maioria dos deputados da Nação deixa-se manipular pelos lobbies, que lhes dão vantagens pessoais, e nada mais ali estão a fazer do que isso. Dá-nos a sensação de que são escolhidos a dedo, para servirem os lobbies e não os reais interesses de Portugal e dos Portugueses.

 

É preciso que o povo acorde!

 

É preciso uma nova revolução, e essa revolução só poderá ser feita através do VOTO em grande escala.

 

Nas próximas eleições legislativas é preciso MUDAR O RUMO DE PORTUGAL.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:07

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Sexta-feira, 9 de Março de 2018

AS GARRAIADAS SÃO A PROVA PROVADA DE QUE FREQUENTAR UMA UNIVERSIDADE NÃO DÁ ESTATUTO SUPERIOR A QUEM JÁ NASCE COM TENDÊNCIA PARA SER INFERIOR

 

O mês de Maio, o mês das Rosas e do renascer da Natureza, em Portugal, mancha-se com um comportamento imbecil, praticado por quem se diz “estudante do ensino superior” e demonstra instintos dos mais básicos, agravados por uma ignorância atascada, que envergonha os verdadeiros estudantes e a Universidade de Coimbra -  a ÚNICA NO MUNDO que apoia a tortura de jovens e inocentes bovinos, que sofrem a dor física e psicológica tal como nós.

 

 

 

 

 

Em nenhuma Universidade Europeia e do mundo, os estudantes, que têm o privilégio de entrar para o Ensino Superior, o qual, em princípio, serve para formar intelectualmente os que hão-de fazer EVOLUIR os países, se vêem estas iniciativas, que apenas dizem da inferioridade intelectual dos que nelas participam.

 

 É a nódoa negra do Ensino Superior em Portugal, que em nada dignifica o país, e a classe estudantil.

 

E o que fazem os Reitores e os Dux Veteranorum, expoentes máximos da Academia, para travarem esta onda de estupidez universitária?

 

APOIAM ESTA ESTUPIDEZ.

 

E quem apoia a estupidez como se designará?

 

E eis o que temos no mês de Maio, o mês das Rosas e do renascer da Natureza:

 

Um bando de ignorantes, já bem bebidos (o que é outra demonstração da inferioridade intelectual desses interventores), vai para uma arena, onde garraios, ou seja, touros de 2 e 3 anos, são cobardemente torturados psicológica e fisicamente, num jogo parvo, cruel e inútil, para o qual não estão preparados: puxam-lhes o rabo, obrigam-nos a andar à roda, molestando-os sem dó nem piedade. Parvamente.

 

Por vezes chegam a provocar-lhes a morte, como já aconteceu na arena da Póvoa de Varzim, (a cidade mais carniceira do Norte do País).  

 

Ainda que a “garraiada” seja uma variante “light” da tourada, os tormentos pelos quais passam os pequenos bovinos, ainda inexperientes, provocam-lhes fracturas várias, lesões internas, e ataques de ansiedade, bastante nocivos ao bem-estar deles.

 

Tudo isto é de uma cobardia e de uma falta de inteligência atroz.

 

Os “estudantes” que participam nesta estupidez académica deviam ser expulsos do Ensino Superior por não reunirem as faculdades mentais saudáveis requeridas para poderem frequentar tal Ensino, tais como espírito crítico, lucidez, consciência e posições esclarecidas, condizentes com o desenvolvimento científico e a evolução das mentalidades, para uma formação superior e capaz de fazer EVOLUIR um país.

 

É por estas e por outras que temos o País que temos: um pequeno paraíso terrestre cheio de gente inculta nos lugares-chave da governação.

 

Concluindo: se as garraiadas ainda persistem por ignorância dos “estudantes” que as incluem nos seus programas “académicos”, aqui deixamos este registo, para que saiam dessa ignorância e possam EVOLUIR.

 

Se persistirem na ignorância, melhor será desistirem de querer ser “doutores” porque simplesmente nunca passarão de parvos.

 

 Nota marginal:

 

E para os que criticam a minha linguagem, aqui deixo uma nota marginal: eu não estou a dissertar sobre POESIA.

 

Estou a discorrer sobre GARRAIADAS, uma prática parva, cruel e inútil, por isso, as palavras têm de ser adequadas às circunstâncias.

 

GARRAIADA COIMBRA.png

 

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:49

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Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2018

Os governantes portugueses estão a apostar na ignorância ortográfica difundida pelos “media”

 

Mas…

 

IGNOR.png

 

Em Portugal, a ignorância optativa está a alastrar-se a uma velocidade considerável, e os governantes portugueses, comprometidos com essa ignorância, estão a apostar nela, numa tentativa de levar adiante um plano assente num obscurantismo jamais visto em Portugal, no que à Língua oficial portuguesa diz respeito.

 

Tudo isto, a médio prazo, irá custar muito caro ao  nosso País que, cada dia, mais se afunda numa insólita incultura e, para tal, o maior difusor dessa ignorância está a ser instrumentalizado para oferecer ao povo, já meio anestesiado com o soro do desatino, aquelas coisas que o desviam do essencial: futebol, novelas, realities shows e notícias sensacionalistas e sombrias, como se o Sol se tivesse retirado do mundo, tudo baralhado numa linguagem escrita e falada de bradar aos céus, com a intenção de levarem a melhor… e com a agravante de estarem a insultar a inteligência de um Povo.

 

Na verdade, ser ignorante não é defeito. Defeito é optar pela ignorância e achar que se tem razão. É o caso dos acordistas, que decidiram assentar o AO90 na mais descomunal ignorância da Língua, e achar que os sapientes são retrógrados.

 

E vamos deixar que isto perdure?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:46

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Domingo, 10 de Dezembro de 2017

SODA CÁUSTICA OU AS CRÓNICAS DE UM MARGINAL

 

IGNORÂNCIA1.png

 

Episódio 1

 

Sou marginal. Sim, mas não por me ter deixado escorrer para as margens da vida, ou corromper pelo poder. Sou marginal apenas porque vivo à margem dessa vida e desse poder. Aliás, de todos os poderes. Livre como um cavalo selvagem à solta numa ilha virgem.

        

Apresento-me: Antonino Boaventura. Um criado às vossas ordens. Ex-diarista d’O Virónorte, outrora um jornal de muito prestígio, a nível nacional, hoje em franca decadência, uma vez que em nome dos novos valores democráticos, datados dos finais do segundo milénio depois de Cristo, se vendeu a uma dama chamada Política, e perdeu-se entre as fitas do seu avental, só cá para nós, cheiinho de nódoas, que nenhuma água e sabão consegue limpar.

 

Licenciei-me em Engenharia de Letras Mortas, um curso que surgiu na sequência de uma Reforma Governamental e que, na altura, me pareceu extremamente interessante e útil, até porque era uma novidade. Como sabem, os Reformadores do Ensino Português entretêm-se a inventar cursos dos mais geniais, com dois objectivos: primeiro, o de manterem os jovens desocupados ocupados durante quatro anos, para depois, logo que (de) formados, ficarem desocupados novamente, por tempo indeterminado; segundo, para justificarem os montantes (termo que vem de montanha) recebidos mensalmente, para pensarem, sentados à secretária (reparem que eu não disse, sentados em cima da secretária), pois também os há. Porque é fino. Está na moda. É chiquérrimo, como diria a Dadá Careta, a notável mais colunável do nosso país.

 

Mas obviamente, isto não se aplica à Licenciatura em Engenharia das Letras Mortas, que é um curso com uma extraordinária saída profissional, chegando a proporcionar-me um trabalho profícuo, tão profícuo que me levou ao desemprego. Mas esta é uma história que não interessa nada, como diria uma grande senhora da nossa televisão.

 

Apresentado o protagonista, falemos do nosso País.

 

De ventanas viradas para o oceano, é um território pequeno, mas onde tudo é de grande dimensão, a começar pelo mar que nos banha, que é imenso. Depois vem o resto: a ignorância colossal que envolve determinadas mentes; a enorme cegueira mental dos que podem e mandam; a desordem governamental é considerável; é interminável a hipocrisia; é opulento o cinismo; são soberbas as injustiças; enormes são as mentiras; e desmedidas são também as manipulações e as cumplicidades... Tudo em grande! Apenas o Antonino Boaventura, este criado às vossas ordens, é pequeno, como o País. Não em estatura, evidentemente. Digo pequeno no sentido de... pequeno. Isso mesmo! Entenderam perfeitamente.

 

Mas por hoje, chega. Regressarei para falar das gentes deste país pequeno, onde todas as coisas são de grande dimensão.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:51

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Domingo, 5 de Novembro de 2017

SENHORES GOVERNANTES ESTÁ NA HORA DE GOVERNAR PORTUGAL

 

 

Que vergonha de governação! Como é que isto é possível?

Só num pais terceiro-mundista! Mostrem também isto aos turistas que enchem Lisboa…

BASTA de tanta cegueira mental, de tanto servilismo aos lobbies, de tanta cumplicidade, de tanta impunidade!

BASTA!

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:48

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Terça-feira, 12 de Setembro de 2017

VENCEREMOS!

 

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 É deste modo, livres e em harmonia, que os Touros e Cavalos devem viver. Não nasceram para servir predadores com forma humana e de baixos instintos.

 

Sei que o meu País atravessa um momento onde o caos se instalou, a todos os níveis.

 

Sei que no meu país, existe uma descomunal miséria moral, cultural, social e educacional, avalizada pelos governantes.

 

Sei que a corrupção e o desgoverno imperam ao mais alto nível.

 

Sei que somos roubados descaradamente.

 

Sei que somos vilipendiados nos nossos mais básicos direitos.

 

Sei que os “políticos” são cegos e surdos aos apelos racionais do povo que os elegeu.

 

Sei que entre o povo que se faz de vítima, estão os principais cúmplices e culpados da situação caótica que o nosso País vive.

 

Sei que aos governantes não interessa um povo que pensa, por isso promove a incultura.

 

Sei que o nosso País precisa de uma Revolução a sério, que derrube os corruptos e os vendilhões da Pátria.

 

Sei que uma minoria inculta e abroeirada manipula descaradamente os partidos políticos de maioria que, despudoradamente, se deixam manipular.

 

Sei que essa maioria parlamentar não merece consideração, porque não se dá ao respeito.

 

Sei que a política praticada em Portugal, desde Lisboa aos municípios (com raríssimas excepções) é suja, é podre, é obsoleta, é madrasta, é obscura.

 

Sei que da política e dos políticos fiquei farta, fartíssima, depois de tantos anos a lidar com eles, e conhecer-lhes todas as manhas e artimanhas.

 

Por isso, um dia decidi emprestar a minha voz aos que não têm voz, e entrei numa “guerra” de muitas batalhas, e nela, desde então, continuo firmemente de pé, com as palavras em riste (a minha arma) apontadas para os inimigos dos que decidi defender, apesar de todas as ameaças, apesar das agressões verbais, apesar das dificuldades, apesar dos obstáculos. Isto é como caminhar num mar de estrume.

 

Sei que a selvajaria tauromáquica está pendurada por um fio no meio de um abismo.

 

Está acabada. Ultrapassada. A cair de podre. De velha. Desadequada aos tempos modernos.

 

Mas falta enterrá-la debaixo de uma lei oficial.

 

E para tal, os Touros e os Cavalos precisam de todas as vozes.

 

Não haverá muito mais para dizer.

 

Mas há algo que ainda é necessário fazer: derrubar as mentes velhas, encerrar as escolas de toureio, desmoralizar os aficionados, marginalizar os sádicos, boicotar os seus apoiantes, desfazer o nó entre os governantes e os tauricidas, destruir os falaciosos mitos tauromáquicos, enfim, fechar o cerco a esta minoria sanguinária que anda por aí, em bicos de pés, a tentar segurar um cadáver putrefacto.

 

É preciso um pouco mais de empenho.

 

Travamos a batalha final.

 

É urgente que todas as vozes abolicionistas se ergam para esmagar os últimos “olés” sussurrados, já sem força, que ainda se ouvem por aí…

 

VENCEREMOS! VENCEREMOS! VENCEREMOS!

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:27

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