Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015

FEIRA DO CAVALO NA GOLEGÃ – LUGAR ONDE SE MALTRATAM ANIMAIS NAS BARBAS DAS AUTORIDADES

 

Todos os anos no mês de Novembro e durante uma semana realiza-se a Feira do Cavalo na Golegã.

 

 

 

CAVALOS2.jpg

 

Durante este período é muito frequente assistirmos a casos de maus tratos a animais, póneis e/ou cavalos a puxarem charretes com famílias inteiras, num esforço brutal, cavalos a circularem na manga durante dias e noites sem pararem.

 

Todos os anos morrem cavalos!

 

Cães que servem para sensibilizar o tolo que passa e coloca a moedinha no balde que os desgraçados são obrigado sa suportar na boca horas a fio ao frio e à chuva…

 

SOCOOOOOORRO!!!!!!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2014

TAUROMAQUIA: A “ARTE” DE TORTURAR BOVINOS OU QUALQUER OUTRO SER VIVO!

 

O animal humano na sua mais repugnante faceta

 

 

 

Para divertir os aficionados, a indústria tauromáquica não se limita a torturar bovinos, e atormenta e tortura muitos outros animais.

 

Cavalos, búfalos, cães, burros, mulas, póneis, leões, tigres, elefantes, galos, javalis e até seres humanos já foram ou são explorados e torturados pela macabra indústria tauromáquica.

 

Cavalos torturados e mortos pela indústria tauromáquica

 

Os cavalos e os bovinos são animais herbívoros e estão muito longe de serem inimigos naturais. No entanto, os cavalos são usados nos espectáculos tauromáquicos em que se colocam este nobres animais numa luta aberrante, estúpida e anti natural.

 

Como resultado da loucura selvática dos aficionados, cavalos são feridos, estripados e mortos.

 

Muitos cavalos morrem de ataques cardíacos fulminantes, pois não foram feitos para participar em espectáculos com tal nível de violência.

 

Ver mais informação aqui:

 

http://pelostourosvivos.blogspot.pt/2013/10/tauromaquia-arte-de-torturar-bovinos-ou.html?fb_action_ids=10201717622221790&fb_action_types=og.likes

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:29

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Terça-feira, 12 de Agosto de 2014

Do que são capazes os irracionais psicopatas da tauromaquia!

 

Isto é inconcebível! Horrendo!  

 

E por mais incrível que pareça, isto é permitido por uma lei portuguesa, aprovada por deputados portugueses que se vergam ao lobby da tortura, a qual exclui os bovinos e cavalos do Reino Animal.

 

Que vergonha! Que irracionalidade!

 

 

Cães de tipo Alano espanhol atacam bovino em ganadaria.O cão da imagem, coitado, também ele, uma vítima, tem os ossos de fora. Está a desfazer o pobre do bovino vivo. Repare-se no desespero do novilho.

 

«Muita gente não sabe ! mas para divertir os aficionados, a indústria tauromáquica não se limita a torturar bovinos e atormenta e tortura muitos outros animais.

 

Cavalos, búfalos, cães, burros, mulas, póneis, leões, tigres, elefantes, galos, javalis e até seres humanos já foram ou são explorados e torturados pela macabra indústria tauromáquica.

 

Cães explorados usados em divertimentos tauromáquicos (Bullbaiting)

 

O Bull-Baiting é uma prática inenarrável que consiste em atiçar cães para esfacelarem bovinos vivos. Era uma actividade habitual na Inglaterra no século XV e foi abolida em 1835, com uma lei que proibiu a crueldade sobre os animais (Cruelty to Animals Act).

 

Nos países onde a tauromaquia ainda sobrevive, como em Portugal ou em Espanha, subsiste esta prática da Inglaterra da idade das trevas.

 

Em Junho de 2013, a polémica do bullbaiting ganha destaque quando foram divulgadas as fotos no Facebook do toureiro João Moura Júnior em que uma matilha de cães ataca um pobre bovino.

 

Até à presente data, o toureiro mantém-se impune e desfila como um herói pelas praças da tortura de Portugal e Espanha.»

 

in

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=297362637113179&set=pcb.297362997113143&type=1&theater

 

*** 

Abram este link e vejam a selvajaria do Moura JR 

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.448225395272803.1073741829.305023079593036&type=3

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:50

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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

Feira medieval na freguesia de São Pedro de Sintra

 

Dizem às crianças: «Os animais são nossos amigos». E as crianças, que sabem perguntar, perguntam: «Se os animais são nossos amigos, por que é que os adultos não são amigos dos animais

 

Que resposta terão para dar a esta pergunta tão apropriada?

 

 

 

Carta aberta aos autarcas sintrenses

 

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sintra

Exmo. Senhor Presidente da Junta de freguesia de S. Pedro de Sintra

Exma. Senhora Presidente da Assembleia de Freguesia de Sintra

 

Excelências,

 

Começo por felicitar-vos pela majestosa feira Medieval de Sintra, realizada anualmente na freguesia de S. Pedro de Sintra, e aprecio a valorização que é dada ao artesanato, bem como a promoção de ofícios da época e danças populares, entre outros motivos de interesse recreativo.

 

No entanto, gostaria de sugerir, para futuras Feiras Medievais nesta ou noutra Freguesia do Vosso Conselho (p. ex. na Feira Setecentista de Queluz), a exclusão da exploração de animais para actividades de “entretenimento”, nomeadamente o uso de póneis para recreação de crianças, e o desfile de burros.

 

Não é de todo necessária a presença destes animais nas Feiras, posto que a Época Medieval tem várias formas de ser dignamente retratada, sem necessidade de recorrer á exploração de Animais.

 

Sabemos que a exploração de animais era um costume medieval, mas não há necessidade de “mostrar” a parte negativa dessa época.

 

A Feira proporciona às crianças e adultos diversas formas de divertimento e actividades lúdicas isentas de exploração, e ficará bastante mais rica sem este tipo de actividades.

 

A utilização de póneis para divertimento é perfeitamente prescindível, uma vez que os animais são sujeitos a um extremo cansaço de horas de trabalho, em prol da vontade humana, deambulando entre as centenas de visitantes, no meio de ruído e confusão, num ambiente totalmente desaconselhado para a presença de animais, o qual não faz parte do habitat deles.

 

Igualmente os burros mirandeses, expostos à curiosidade de todos, sujeitos ao mesmo stress, deveriam ser protegidos deste ambiente nocivo, e cada vez mais afastados do conceito de “burro de carga”.

 

Nos tempos que correm, já não há necessidade disso, e o cansaço visível destes animais é absolutamente desaconselhado a crianças, às quais dizem que “os animais são nossos amigos”, e elas perguntam com propriedade: «Se os animais são nossos amigos, porque é que os adultos não são amigos dos animais

 

Relembro o Artigo constante na Declaração Universal dos Direitos dos Animais:

 

Artigo 10º

 “Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.

 

1) – As exibições de animais e os espectáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.”

 

Sintra tem-se vindo a afirmar como uma vila progressista, moral, social e politicamente evoluída, que não deixa de cuidar da protecção dos animais, nomeadamente não autorizando espectáculos que envolvam a tortura física e/ou psíquico-emocional de animais. No entanto, mantém os passeios em charretes puxadas por Cavalos, uma violência  tremenda contra animais extremamente sensíveis.

 

Neste sentido, reitero a sugestão/apelo para que não seja permitido o uso destes animais nas Feiras Medievais, nem em qualquer outra actividade promovida ou realizada, no conselho, mantendo este, deste modo, uma imagem digna e moderna que tem perante a sociedade, munícipes e outros, ou seja, a imagem de uma Vila que se preocupa com o bem-estar de todas as espécies.

 

Agradecendo a atenção de V. Exas., apresento os meus melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:20

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