Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2020

As palavras são uma arma, podem ferir mais do que punhais

 

E no Arco de Almedina, aplicadas adequadamente às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.

 

 

Esta imagem vale mais do que mil palavras, mas se utilizar as palavras terei de dizer que quem fez isto é um cobarde, psicopata, tauricida, mau carácter, com muito maus instintos.

 

Há gente que critica a linguagem directa que utilizo para dizer das coisas rastaqueras da tauromaquia.

 

Confundem OPINIÃO com FACTOS.

 

Não percebem o que está escrito nas linhas, muito menos o que vai nas entrelinhas (o mais importante).

 

Falar sobre a COBARDIA DA TAUROMAQUIA não é falar de opiniões. É falar de FACTOS, comprováveis pelas imagens degradantes que existem aos milhares, e dizem mais do que mil palavras.

 

Opiniões, cada um tem as suas. Podemos concordar ou não com elas.

 

Já a TORTURA DE TOUROS E CAVALOS perpetrada por COBARDES foge ao âmbito das opiniões, porque ninguém tem o direito de torturar ninguém, e isto não é uma opinião, é um facto INDIGNO de seres humanos. Logo, quem o pratica será tudo menos humano, e tem de ser classificado com as palavras certas.

 

A forma correcta de lidar com a ESTUPIDEZ é chamá-la pelo próprio nome, ou seja, ESTUPIDEZ, para que quem leia compreenda o que se quer dizer. E mesmo assim, é uma desgraça. Impera por aqui uma iliteracia estarrecedora.

 

Agora vou usar um jargão de aficionado: quem não gosta do que lê neste Blogue, não LEIA.

 

Não vou mudar a minha linguagem quanto a algo que envergonha a Humanidade, só porque os aficionados e meia dúzia de falsos moralistas não gostam.

 

Aprendi que as palavras são para ser utilizadas conforme as circunstâncias. Se elas existem no dicionário são para classificar atitudes desprezíveis e adjectivar criaturas que andam no mundo a atormentar seres que não têm culpa da psicopatia de que sofrem os seus carrascos (poderia dizer algozes, agressores, verdugos, carrasqueiras).

 

Uma vez que se incomodam tanto com a linguagem que utilizo, digam-me como se adjectiva um cobarde (poderia dizer, medroso, poltrão, fraco); um torcionário (poderia dizer torturador); um psicopata (poderia dizer indivíduo clinicamente perverso com desvio comportamental); um sádico (poderia dizer cruel, depravado, mau, malvado); um bronco (poderia dizer, tosco, grosseiro, rude, obtuso); um bêbado (poderia dizer borrachão, ébrio); um tauricida (poderia dizer matador de touros) enfim… Digam-me como classificar toda esta gente que faz parte do mundo imundo e rasca (poderia dizer sujo, sebento, surrento, reles, ordinário) da tauromaquia, com palavras poéticas?  

 

Se não estavam habituados a esta linguagem sem papas na língua, paciência! Ela reflecte simplesmente a realidade da tauromaquia, que é assim mesmo. Não há outro modo de qualificá-la.

 

Já chega de DOURAR A PÍLULA.

 

Os que vêm a este Blogue, já tiveram mil e uma oportunidades de aprender alguma coisa sobre este mundo medíocre (poderia dizer rasca, reles, ordinário) da tauromaquia, com textos que apenas denunciam as crueldades tauromáquicas, com provas científicas e vídeos que valem mais do que mil palavras.

 

Mas não aprenderam nada.

 

E já não há pachorra.

 

O pior ignorante é aquele que tendo oportunidade de deixar de ser ignorante, NÃO QUER.

 

As palavras são uma ARMA. Podem ferir mais do que punhais. Estamos numa “guerra” e é legítimo utilizá-las.

 

Dentro do dicionário, elas não servem para nada.

 

Aqui, aplicadas ADEQUADAMENTE às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o meu principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.

 

E está a resultar.

 

Por exemplo, os forcados não sabiam que eram grandes COBARDES.

Agora já sabem.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:50

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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2015

O FIM DA “TAUROPATIA”

 

 

BEBIANA CUNHA.jpg

O blogue AUREN agradece a colaboração do Partido PAN (Pessoas-Animais-Natureza), traduzido na oferta do artigo de opinião da Dr.ª Bebiana Cunha, psicóloga na Câmara Municipal de Matosinhos e candidata por aquele partido às próximas eleições legislativas.

 

Perante actuações de violência gratuita é uma obrigação cívica manifestarmo-nos, seja quando se apedrejam mulheres adúlteras, se abandonam ou recusam pessoas à sua sorte no mar mediterrâneo, se constatam modelos de escravatura e/ou quando se usa violência sobre outros seres, sob a capa de uma terminologia de espectáculo, arte ou cultura.

 

Assim, utilizam-se conceitos como espectáculo ou arte para designar o aprisionar de um touro e/ou outros animais numa arena, onde o condenam à tortura e ao sofrimento. Em boa verdade, independentemente de ser considerado arte ou espectáculo, uma injustiça é sempre uma injustiça, independentemente dos adornos estéticos que lhe sejam dados. De uma vez por todas há que colocar um juízo moral sobre aquilo que se considera tradição e construir uma sociedade mais justa, onde a forma como tratamos os animais, nos possa orgulhar do elevado grau ético da nossa sociedade. Nenhuma tradição pode encobrir a maldade e a crueldade.

 

Muitas vezes procura-se desvirtuar os motivos do protesto, colocando o enfoque em quem protesta, em vez de ser colocado nos actos de tortura: dispostos a sacrificar a vida, a destruir a integridade física e psicológica de seres sencientes/conscientes, sem o menor arrependimento moral, compaixão ou empatia. Como sabemos, os estudos psicológicos e sociológicos têm indicado efeitos bastante nefastos da tauromaquia, concluindo que a pedagogia da violência é altamente prejudicial ao desenvolvimento humano. Não obstante, a educação tem sido descurada.

 

Numa perspectiva histórica encontramos momentos de culto, respeito, eventualmente admiração ou medo por estes animais, tendo-se transitado para momentos de crueldade e subjugação, onde o ser humano faz o pior de si: perde a sua humanidade.

 

É de esperar que a mudança gradual de mentalidades causada pelo Movimento (Inter)nacional de Defesa dos Animais proporcione uma mudança neste espaço de agressão psicossocial chamado tourada, uma vez que se trata de algo completamente inútil para os nossos interesses vitais, causa sofrimento gratuito a seres sencientes/conscientes, e é de uma violência cénica brutal. É dever do governo de um país dar este salto civilizacional contribuindo para a evolução da sociedade, protegendo e educando os seus filhos para o respeito, a dignidade, a compaixão e a empatia.

 

Bebiana Cunha

(Cabeça-de-lista pelo PAN, no distrito do Porto, nas Legislativas de 2015, a 04 de Outubro, Dia Internacional do Animal).

 

Fonte:

http://auren.blogs.sapo.pt/o-fim-da-tauropatia-2464041

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:59

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Domingo, 12 de Abril de 2015

É ESTA ESPÉCIE DE “CIDADÃOS” QUE O GOVERNO PORTUGUÊS FABRICA COM O APOIO QUE DÁ À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

De uma virada recebi estes dois comentários, que dizem do mundo rasteiro que é o da tauromaquia, e que o governo português motiva com a sua falta de lucidez política, e da qual faço questão de destacar.

 

Chega!

 

TOLERÂNCIA ZERO PARA ESTA ESCUMALHA DA SOCIEDADE PORTUGUESA!

 

frase-que-nojo-o-mundo-este-jardim-de-ervas-daninh

 

Alexandre, deixou um comentário ao post ESTE É O SILVÉRIO. O SILVÉRIO ACABOU AGORA MESMO DE SER TORTURADO EM LISBOA às 04:12, 2015-04-12.

 

Comentário:

Peço desculpa mas eu acho este espetaculo do melhor que existe no nosso país. A escumalha como refere a Sra. Oliveira só pode ser ela e os entes queridos. Ninguem aqui insulta ninguem, pelo menos acho que se devem respeitar as opinioes. Toros Alle, para sempre.

 

***

 

Alexandre, pois eu não vou pedir desculpa para o que vou dizer: há indivíduos que nascem com vocação para a estupidez, e o Alexandre é um desses indivíduos.

 

Basta esse seu “achar” a tortura de seres vivos o “melhor espectáculo que existe no nosso país”, para o confirmar.

 

Mas a culpa não é sua. Ou melhor, é sua, porque poderia estar disponível para evoluir e não está, mas também é do Estado Português que mantém um povinho nesta ignorância de meter dó às pedras, por motivos asquerosos.

 

 

A Sra. Oliveira até foi muito delicada ao chamar ESCUMALHA aos que praticam, aplaudem e apoiam a carnificina de bovinos para se divertirem.

 

Vocês são mais do que escumalha, vocês são o que de pior existe no Reino Animal. Estão abaixo da escala animal. Mais abaixo do que os animais rastejantes. Nenhum outro animal na Natureza tortura um outro ser por prazer, nem sequer um verme o faz.

 

E isto não é insultar ninguém. Isto é dizer a pura VERDADE. Isto é relatar um FACTO.

 

 

E dizer as verdades e relatar factos nunca foram insultos em parte alguma do Planeta civilizado.

 

E nós não temos de RESPEITAR uma coisa que não é do domínio da OPINIÃO, mas tão-só do domínio da ESTUPIDEZ.

 

Por isso, MORRA A ESTUPIDEZ. Para sempre.

 

Ah! E vá enfiar a sua carcaça vazia, com forma humana, numa poça de lama e deixe-se lá estar… por uns tempos. Pode ser que aprenda que viver na lama não é a melhor escolha para quem pretende elevar-se à condição humana.

 

***

José, deixou um comentário ao comentário ESTE É O SILVÉRIO. O SILVÉRIO ACABOU AGORA MESMO DE SER TORTURADO EM LISBOA às 21:21, 2015-04-11.

 

Comentário:

és mas e uma grandessissima puta! Viva aos TOIROS! NUNCA VAI ACABAR ESTE ESPECTACULO EXTRAORDINARIO!

 

***

Como a paciência tem limites, aí vai: parece que este José se sentou à frente da senhora sua mãe e decidiu passar para o computador o que lhe disse a ela, como desabafo, e enganou-se no destinatário, ao enviar "isto" para aqui.

 

 

Pois MORRAM os ESTÚPIDOS, que não fazem falta nenhuma ao Planeta, porque a selvajaria tauromáquica, essa, já está com os pés na cova, e só os parvos é que não vêem.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:37

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Terça-feira, 17 de Junho de 2014

QUAL É A SUA OPINIÃO SOBRE TOURADAS?

 

Reflicta-se na distância abismal de quem é contra esta crueldade, relativamente à minoria que a aprova ou que lhe é indiferente.

Isto acontece em todos os inquéritos. Por que será?

 

 
publicado por Isabel A. Ferreira às 11:39

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Sábado, 7 de Setembro de 2013

«SOU DEFENSORA DOS DIREITOS DOS ANIMAIS MAS NÃO SOU ANTI-TOURADA», PALAVRAS DA TERCEIRENSE FRANCISCA LOPES

 

(Texto recebido via-email)

 

 

Repare-se como o Touro tem o aspecto de estar muito “bem tratado”…

 

Cara Isabel A. Ferreira (tirei o Sra D. porque não é digna de tal tratamento),

 

E eu nem me vou dar ao trabalho de escrever o seu nome ao dirigir-me a si. Além disso não sou sua CARA. E apenas vou responder a este texto, por um único motivo: confirmar por que chamo bronco a um bronco.

 

1º Quero “agradecer-lhe” pelos insultos que fez à gente da “minha terra”/terceirenses, é sempre bom saber com quem estou a lidar. Depois de chamar aos terceirenses e consequentemente a mim de e, passo a citar: “acéfalos embriagados”, ”bando de bebados” atrasados mentais” “bárbaros” e à Terceira de “atraso de vida” decidi mandar-lhe este mail para faze-la repensar o modo como defende os seus ideais.

 

DESAFIO-A a enviar uma FRASE MINHA onde adjectivo os TERCEIRENSES com esses “mimos” que a ofenderam tanto.

 

Ao dirigir-se ao povo da Mui Nobre, Leal e Sempre Constante Angra do Heroísmo e da Praia da Vitória devia “dobrar a língua” porque estes títulos foram MERECIDOS (ao contrario do que acontece, pelos vistos, com o seu “mui duvidoso currículo”) e concedidos aos terceirenses pelos serviços prestados à pátria portuguesa. Como deve saber “Portugal já foi só na Terceira”.

 

MUI DUVIDOSAS são a sua falsa afeição pela sua terra, e essa sua falsa moralidade que nada sabendo da minha pessoa põe-se a fazer conjecturas parvas (e depois não querem que eu chame os bois pelo nome). O mundo conhece os terceirenses e o costume bárbaro, primitivo e grosseiro que caracteriza a Ilha Terceira. A Francisca Lopes não me conhece, nada sabe de mim, a não ser o que é público (e comprovado). Por isso não venha com a costumeira estultícia dos que não tendo argumentos para defender o indefensável, começam a conjecturar.

 

Além disso a mui nobre e leal e constante…blá, blá, blá FOI… já não é mais. A TORTURA permitida, nos tempos que correm, transformou a terra num acampamento terceiro-mundista.

 

Bem, voltando ao assunto deste e-mail propriamente dito, antes de mais queria dizer-lhe que nunca na vida tive de recorrer ao insulto para defender uma posição acerca de um determinado assunto mas, nem toda a gente tem a mesma capacidade de argumentação e educação infelizmente e, a “Sra”, é um exemplo disso. Diz respeitar os animais o que acaba por ser irónico, uma vez que não tem sequer a capacidade de respeitar os Seres Humanos… Como é possivel?

 

Como é possível, não é? E quem pratica, aplaude e apoia a TORTURA de seres vivos para se divertir imbecilmente lá é um ser humano?

Por acaso sabe o que é SER-SE humano? Não sabe. E eu não tenho obrigação alguma de respeitar os DESUMANOS (uma outra espécie, menor, insignificante, abdicável) que me provoca alergias e náuseas.

 

Respeito o animal humano, respeito o animal não humano, mas DESPREZO o animal desumano (que é aquele que não respeita os animais – humanos e não humanos). Será um raciocínio demasiado complexo para si?

 

2º RESPEITO QUE SEJA ANTI-TOURADA, alias tenho grandes amigos que o são. Tenho a certeza que se lhes mostrar este medíocre blog vão condenar a forma como a “Sra” os representa.

 

O que os outros pensam de mim, NÃO ME DIZ RESPEITO. Sei o que sou, e o que ando aqui a fazer. E isso basta-me.

 

3º SOU DEFENSORA DOS DIREITOS DOS ANIMAIS MAS NÃO SOU ANTI-TOURADA (se não consegue separar as coisas o problema de compreensão é seu e lamento profundamente).

 

Defende os direitos dos animais mas não é anti-tourada, e ainda pergunta se CONSIGO SEPARAR AS COISAS? Esta é de Almanaque. Quer dizer, os Touros para si NÃO SÃO ANIMAIS? Mais uma, além dos legisladores, que  não sabe nada de Biologia. A esta nem respondo … É de uma estultícia imensurável. Não há outro modo de designar isto.

 

4º As tradições, costumes, moral, inteligencia racional, sofrimento (diferente de dor) fazem parte da nossa condição Humana. É no mínimo caricato que uma “Sra” com o seu currículo,  licenciada em Filosofia, não saiba fazer esta distinção… aprendi-a no 10ºano.

 

Primeiro: Sabe tanto do meu currículo, como eu de Física Quântica. NÃO SOU LICENCIADA EM FILOSOFIA. Não é isso que consta no meu público Short Curriculum Vitae. Se é que o leu. É que anda para aí um Popeye a difamar-me (e isso é crime) e há uns papalvos que vão atrás dele.

 

Segundo: o que diz sobre a condição humana é que é muito caricato. Conheço muitos animais não humanos com inteligência mais racional do que os broncos que se dizem humanos e se acham muito racionais.

 

Terceiro: quanto ao SOFRIMENTO, que, ao contrário do que afirma, TAMBÉM É DOR (o que demonstra desconhecer o significado das palavras) não é uma exclusividade da condição humana, mas É COMUM á CONDIÇÃO ANIMAL. Agora é preciso saber se a Francisca Lopes sabe o que é um ANIMAL. E como já ficou demonstrado, a Francisca Lopes NÃO SABE o que é um ANIMAL. Daí dizer tanto disparate numa frase só.

 

5º Respeite as tradições , não peço que concorde ou goste delas!! Apenas RESPEITE o espectaculo que é a tourada à corda e, acima de tudo o povo terceirense!!

 

Também não sabe o que é TRADIÇÃO, se soubesse não incluiria a TORTURA DE SERES VIVOS PARA DIVERTIR PACÓVIOS nessa designação. A tourada à corda não passa de um COSTUME BÁRBARO que nunca foi tradição em parte alguma do Universo. É apenas um costume, que devia ter ficado no passado e não ficou, porque o povo terceirense que pratica, aplaude e apoia tal idiotice, AINDA NÃO EVOLUIU.

 

E eu NÃO TENHO DE RESPEITAR uma conduta absolutamente ESTÚPIDA, BRONCA, PRIMITIVA, IMBECIL. Não tenho. E sabe porquê? Porque EVOLUÍ. O que me dá o DIREITO de CONDENAR, de ABOMINAR, de CRITICAR a TORTURA DE SERES VIVOS PARA DIVERTIR SÁDICOS BRONCOS.

 

O Maestro Vitorino d’Almeida usa o termo PAROLOS para designar o que eu chamo de BRONCOS. E ele, assim como eu e tantos outros, temos o DIREITO de CONDENAR as práticas tauromáquicas, porque simplesmente evoluímos.

 

6º Queria, ainda, chamar-lhe a atenção para várias questões:

 

A) Como o “Sra” deve saber as touradas à corda são uma tradição enraizada na ilha Terceira, fazem parte de uma cultura que NUNCA vai morrer e pk? passo a explicar:

 

Já expliquei que as touradas à corda não fazem parte de tradição nenhuma, mas de um costume bárbaro, praticado num passado longínquo por bárbaros, e que gente que NÃO EVOLUIU mantém com um VERGONHOSO ORGULHO. Tradição é um acto de cultura que passa de geração em geração.  O que não é o caso da tauromaquia que nunca foi CULTURA.

 

Não sei se a “Sra” alguma vez foi a uma tourada a corda, tenho a certeza que não, pois os seus comentários demonstram, para além de uma falta de educação tremenda, uma total ignorância acerca deste assunto… Vou tentar explicar-lhe brevemente o que acontece neste evento:

 

NÃO! Nunca assisti a nenhuma tourada à corda, apenas vi vídeos, e pelos vídeos, digo-lhe já, que nem que me pagassem MILHARES DE EUROS eu iria ver tal ESTUPIDEZ (não existe outro modo de designar “aquilo”). Aquilo não é espectáculo, não é arte, não é cultura, não é festa, não é evento, não é nada que se veja, é simplesmente ALGO MUIIIIIITO, MAS MUIIIIITO ESTÚPIDO.

 

E a sua descrição do que é uma tourada á corda, desde o momento em que «vão de buscar os toiros ao “mato”» só me vem dar razão. É preciosa.

 

Os responsáveis pela festa na freguesia vao de buscar os toiros ao "mato" onde são lancados foguetes, é oferecida comida a todos os presentes, e tocada música, onde existe convivio e o toiro é "o rei da festa" depois, as pessoas seguem em cortejo atrás das gaiolas dos toiros até ao local onde se ira realizar a tourada. Posteriormente os toiros sao embolados para minimizar possiveis danos (respeitando-se a vida humana) e é colocada uma corda ao pescoço com alguns metros de comprimento e largura suficiente do ultimo nó ao pescoço do toiro para que este nao seja estrangulado (ups..afinal respeitamos os toiros).

 

Começa logo com os Touros no “mato”. Então não estão nos verdes prados das belas paisagens açorianas? Depois os foguetes (abomináveis foguetes, que só servem para fazer barulho e perturbar os animais). Depois come-se e bebe-se, bebendo-se mais, obviamente. E viva o “toiro” que é o BOMBO DA FESTA (é aquele que vai ser torturado).

 

Veja bem o povo segue atrás das «GAIOLAS dos toiros» (só isto já é TORTURA que baste). Imagine-se a Francisca dentro de uma gaiola e muito povo atrás a fazer barulho, aos berros, aos gritos… Isto é LINDO DE VER! LINDO!!!!!

 

Depois os “toiros” são EMBOLADOS (outra tortura, nem sequer dão oportunidade aos animais de se defenderem dos seus COVARDES CARRASCOS DESUMANOS) … E isto para respeitar a vida humana?

Que vida “humana” é essa?

 

Depois colocam uma corda ao pescoço (outra tortura). Ponha-se a Francisca no lugar do Touro. E ainda tem o desplante de dizer «ups..afinal respeitamos os toiros»… Que grande respeito! Se isto é RESPEITAR… desconhece por completo o significado do termo.

 

Agora vem o melhor: as comparações PARVAS com atletas… Como é costume…

Note bem isto que lhe vou dizer….Tal como acontece com os atletas que se magoam nos mais variados desportos por vezes os toiros também se magoam. Tal como vemos na televisao atletas de maratona exaustos depois de uma corrida os toiros tambem o podem ficam (mto raramente, mas já aconteceu).Os acidentes acontecem mas nunca sao provocados por ninguem com o intuito de ferir o animal (toiro, neste caso) ou prejudicar a sua integridade..

 

NOTEI MUITO BEM. Esquece-se a Francisca de que os atletas estão lá por livre vontade. Não são FORÇADOS a nada. Ao contrário do Touro que vai ser sacrificado CONTRA A SUA PRÓPRIA VONTADE, e nem sequer lhe dão a oportunidade de fugir. Está AMARRADO.

 

Ponha-se a Francisca no lugar do Touro sem o seu consentimento, e imagine… que BOM QUE É!!!!

 

Aqui as pessoas amam os toiros!!

 

Esta pequena frase é HORRIPILANTE. Se isso é AMAR “TOIROS” o que não seria se os ODIASSEM…

 

As fotos apresentadas neste blog são, no mínimo, maldosas... E passo a explicar: uma demonstra um toiro que desmaiou num dia de calor no porto de S.Mateus (nunca desmaiou? eu ja..), a do toiro a sangrar também é “interessante” (peço desculpa pela expressão) pk digo-lhe, foi a primeira vez que vi tal situação acontecer e acredito que provavelmente se deveu a uma tapada mal construída ou “coisa do género” estou certa que o touro em questão foi IMEDIATAMENTE recolhido sendo-lhe prestada a devida assistência. Outras ainda mostram toiros caidos que apenas estao caidos pk se desequilibraram enquanto corriam (NUNCA CAIU NA VIDA?, sorte a sua...).

 

Nunca ouviu dizer que UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL PALAVRAS? Não tente justificar o injustificável. As imagens DIZEM TUDO. DIZEM A VERDADE.

 

Eu já caí muito na vida. Mas NINGUÉM ME EMPURROU, NEM PUXOU. Caí, simplesmente. E o Touro aqui, não caiu, porque caiu. E depois não querem ser chamados de BRONCOS!

 

E o 5º toiro? sabe o que é? convido-a a ir comigo a uma tourada e ver as casas de portas abertas para receber toda a gente e, de forma igual (já viu isto em mais algum lado?.. eu não), oferecendo comida e bebida no dia da festa (e não, não somos a zona com maior indíce de alcoolismo do país…informe-se!!).

 

Já referi mais atrás que nem que me dessem MILHARES DE EUROS eu iria assistir a tal ESTUPIDEZ.

 

E sim, já vi dar de comer e de beber aos passantes numa festa de São Pedro. Em tantos lados. Não saem da Ilha, não sabem do que se passa nos outros lugares. Mas dar de beber e comer ao povo não DIMINUI O SOFRIMENTO DO ANIMAL TORTURADO.

 

Ainda lhe digo mais, na minha ilha existem os chamados "partidos de toiros"… as pessoas defendem o seu toiro e ganadaria predilecta mais do que o seu proprio partido poltítco!!!

 

Isso é que é! Até passam fome se for preciso. Mas o principal é ENCHER OS BOLSOS DOS GANADEIROS. Abra os olhos! Ou será filhinha mimada de algum ganadeiro, e está aqui a TENTAR (porque não consegue mais) defender o dinheirinho do papá?

 

Para terminar só tenho uma coisa a acrescentar, é pena que as pessoas tomem posições extremistas acerca destes assuntos ainda mais quando não os conhecem. Eu NUNCA vi nenhum TERCEIRENSE a desrespeitar um toiro.

 

Nunca viu porque não sabe VER com os olhos da alma, se soubesse veria que os terceirenses que praticam aplaudem e apoiam a TORTURA dos Touros, DESRESPEITAM o DIREITO DELES À VIDA.

 

Aguardo a sua vinda à Terceira e tenho todo o gosto em mostrar-lhe este espectaculo.

 

Pois pode esperar SENTADA, para não se cansar. Eu à Ilha Terceira irei no dia em que ABOLIREM A ESTUPIDEZ DA TOURADA À CORDA, que não é espectáculo nenhum.

 

Nesse dia, irei à Ilha Terceira, com todo o gosto COMEMORAR O FIM de algo que só DESPRESTIGIA a terra e o seu povo.

 

Com os melhores cumprimentos,

Francisca de Castro Horta Lopes, 23 anos, A.H, Ilha Terceira-Açores

 

(não preciso de por “.” no meu nome)

 

Menina Francisca (sem aspas), do alto dos seus 23 aninhos ainda tem muito que aprender.

 

P.S: como pode ver respeitei a sua opiniao e defendi a minha sem contudo lhe chamar qualquer nome (É Possivel!!). Aliás …ate me dei ao trabalho de escrever este texto para uma pessoa que me faltou ao respeito em vez de ignorá-la (era o que merecia).

 

Mas nem de perto, nem de longe respeitou a minha opinião, até porque a TORTURA NÃO É uma questão de opinião. É uma questão de ÉTICA.

 

E se se deu ao trabalho de escrever este texto é porque a sua consciência está inquietada, NÃO com o facto de eu chamar os bois pelos nomes, mas porque bem lá no fundo SABE QUE A RAZÃO ESTÁ DO MEU LADO, e que mais dia, menos dia, a tauromaquia será ENTERRADA, até porque já está morta há algum tempo e já cheira muito mal.

 

Se aceitar este texto agradeço que o publique na integra de forma a não deturpar o que aqui escrevi. Se a “Sra” realmente é jornalista deixe que lhe diga uma coisa…não age como tal!!  

 

Deturpar o que aqui escreveu? Até os erros de Português vão intactos…

 

Quanto ao ser jornalista, até sou, mas não estou ao serviço de nenhum órgão de comunicação social vendido ao lobby tauromáquico. Prefiro comer pão e água, do que o maior manjar, pago com dinheiro SUJO DO SANGUE DA TORTURA DOS MEUS IRMÃOS TOUROS.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:50

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Terça-feira, 7 de Maio de 2013

As palavras são uma arma, podem ferir mais do que punhais

 

E no Arco de Almedina, aplicadas adequadamente às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.

 

 

Esta imagem vale mais do que mil palavras, mas se utilizar as palavras terei de dizer que quem fez isto é um cobarde, psicopata, tauricida, mau carácter, com muito maus instintos.

 

Há gente que critica a linguagem directa que utilizo para dizer das coisas rastaqueras da tauromaquia.

 

Confundem OPINIÃO com FACTOS.

 

Não percebem o que está escrito nas linhas, muito menos o que vai nas entrelinhas (o mais importante).

 

Falar sobre a COBARDIA DA TAUROMAQUIA não é falar de opiniões. É falar de FACTOS, comprováveis pelas imagens degradantes que existem aos milhares, e dizem mais do que mil palavras.

 

Opiniões, cada um tem as suas. Podemos concordar ou não com elas.

 

Já a TORTURA DE TOUROS E CAVALOS perpetrada por COBARDES foge ao âmbito das opiniões, porque ninguém tem o direito de torturar ninguém, e isto não é uma opinião, é um facto INDIGNO de seres humanos. Logo, quem o pratica será tudo menos humano, e tem de ser classificado com as palavras certas.

 

A forma correcta de lidar com a ESTUPIDEZ é chamá-la pelo próprio nome, ou seja, ESTUPIDEZ, para que quem leia compreenda o que se quer dizer. E mesmo assim, é uma desgraça. Impera por aqui uma iliteracia estarrecedora.

 

Agora vou usar um jargão de aficionado: quem não gosta do que lê neste Blogue, não LEIA.

 

Não vou mudar a minha linguagem quanto a algo que envergonha a Humanidade, só porque os aficionados e meia dúzia de falsos moralistas não gostam.

 

Aprendi que as palavras são para ser utilizadas conforme as circunstâncias. Se elas existem no dicionário são para classificar atitudes desprezíveis e adjectivar criaturas que andam no mundo a atormentar seres que não têm culpa da psicopatia de que sofrem os seus carrascos (poderia dizer algozes, agressores, verdugos, carrasqueiras).

 

Uma vez que se incomodam tanto com a linguagem que utilizo, digam-me como se adjectiva um cobarde (poderia dizer, medroso, poltrão, fraco); um torcionário (poderia dizer torturador); um psicopata (poderia dizer indivíduo clinicamente perverso com desvio comportamental); um sádico (poderia dizer cruel, depravado, mau, malvado); um bronco (poderia dizer, tosco, grosseiro, rude, obtuso); um bêbado (poderia dizer borrachão, ébrio); um tauricida (poderia dizer matador de touros) enfim… Digam-me como classificar toda esta gente que faz parte do mundo imundo e rasca (poderia dizer sujo, sebento, surrento, reles, ordinário) da tauromaquia, com palavras poéticas?  

 

Se não estavam habituados a esta linguagem sem papas na língua, paciência! Ela reflecte simplesmente a realidade da tauromaquia, que é assim mesmo. Não há outro modo de qualificá-la.

 

Já chega de DOURAR A PÍLULA.

 

Os que vêm a este Blogue, já tiveram mil e uma oportunidades de aprender alguma coisa sobre este mundo medíocre (poderia dizer rasca, reles, ordinário) da tauromaquia, com textos que apenas denunciam as crueldades tauromáquicas, com provas científicas e vídeos que valem mais do que mil palavras.

 

Mas não aprenderam nada.

 

E já não há pachorra.

 

O pior ignorante é aquele que tendo oportunidade de deixar de ser ignorante, NÃO QUER.

 

As palavras são uma ARMA. Podem ferir mais do que punhais. Estamos numa “guerra” e é legítimo utilizá-las.

 

Dentro do dicionário, elas não servem para nada.

 

Aqui, aplicadas ADEQUADAMENTE às circunstâncias toscas da tauromaquia, INCOMODAM. E é esse o meu principal objectivo: incomodar e agitar as mentes entorpecidas.

 

E está a resultar.

 

Por exemplo, os forcados não sabiam que eram grandes COBARDES.

Agora já sabem.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:46

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