Sexta-feira, 12 de Agosto de 2016

«ESTÁ A ARDER UMA DAS JÓIAS DO GERÊS»

 

Além da flora, a fauna está também a arder…

Por que as estações televisivas não estão a reportar este crime?

Por que o governo português está tão caladinho a este respeito?

Penso que todos os que estão atentos à política dos fogos sabem porquê...

 

«A mata do Ramiscal, junto da freguesia de Cabreiro em Arcos de Valdevez, está a arder há dois dias. A Quercus alerta para a falta de meios no combate ao fogo numa área protegida».

 

incendios-4_770x433_acf_cropped RAMISCAL.jpg

 

Texto de Rita Tavares

 

«A mata do Ramiscal, no extremo Oeste do Parque Nacional da Peneda-Gerês no concelho de Arcos de Valdevez, está a arder desde a manhã de terça-feira, segundo apurou o Observador junto da Quercus. O incêndio não está identificado no site com as ocorrências da Autoridade Nacional da Protecção Civil (ANPC).

 

Domingos Patacho, o coordenador do grupo de trabalho de Florestas da Quercus, teme uma resposta curta ao incêndio numa área protegida, já que a ocorrência nem sequer consta do site da ANPC. “O sistema colapsou entre os distritos do Porto e de Viana do Castelo, que são as zonas mais críticas em número de ocorrências. Está a ser bastante complicado gerir as ocorrências”, diz ao Observador.

 

O ambientalista afirma que “não há meios”, face à multiplicação das ocorrências naquela zona do país nos últimos dias. E considera que “se os incêndios forem combatidos nas florestas não chegam ao pé das casas”, num apelo ao combate ao fogo que lavra na mata do Ramiscal, junto da Freguesia de Cabreiro, em Arcos de Valdevez.

 

Há dois dias, em declarações à Lusa, José Maria Costa, da Comissão Distrital de Protecção Civil de Viana do Castelo disse que a situação em Arcos de Valdevez “é muito complicada” e que “os meios no terreno não são suficientes face à dimensão dos fogos”. O município já fez saber que, no combate aos fogos, a prioridade vai para a protecção das populações.

 

A mata é uma área de reserva integral do Parque Nacional da Peneda-Gerês, rica em exemplares do carvalho-alvarinho e de azevinho, uma espécie protegida onde também existe o lobo-ibérico, o gato bravo, o corço, a águia-real e outras espécies selvagens.

 

O Observador já contactou a Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e Conservação da Natureza sobre esta situação mas ainda não foi possível obter respostas.

 

Fonte:

http://observador.pt/2016/08/10/esta-a-arder-uma-das-joias-do-geres/

 

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando oficialmente em vigor em Portugal, e atenta contra a legítima Língua (Oficial) Portuguesa, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:31

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Terça-feira, 30 de Junho de 2015

ESTRELA DE FERRO ATRIBUÍDA A VILA FRANCA DE XIRA, PELO APOIO À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

 

Vila Franca de Xira apoia com 12 mil euros a arena de tortura da cidade.

Para o bem-estar e a saúde da população local (não esquecemos o caso da legionella) não há verbas.

 

Mas para este "divertimento" PERVERSO, primitivo, cruel e incivilizado, as verbas não faltam.

 

E as pessoas do BEM que se lixem!

 

Não é assim, Senhor Alberto Mesquita, presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira?

 

ESTRELA FERRO VFX.png

 

Vivemos num país onde as prioridades são a violência, a crueldade, a tortura, fruto da existência de governantes medíocres, ignorantes, de carácter frouxo e com interesses mesquinhos, mas também de um povinho inculto, primitivo, bárbaro e mentalmente atrasado, devido à política incultural e imoral fomentada pelo governo português e pela igreja católica.

 

E este cocktail de uns e de outros é a maior praga de que sofre Portugal.

 

No caso de Vila Franca de Xira, uma localidade com um atraso civilizacional bastante acentuado, as coisas pioram, porque são muitas as iniciativas ligadas à selvajaria tauromáquica, que, ao que vemos, é a prioridade do município.

 

As verbas que se gastam com a tortura de bovinos, para divertir os broncos, poderiam ser canalizadas para fazer evoluir esses mesmos broncos, se essa fosse a vontade de quem pode e manda.

 

Isto vem a propósito da aprovação por unanimidade (o que é estranho, pois em Vila Franca de Xira não haverá gente na governação, que tenha bom senso e sensibilidade?) em reunião pública do executivo camarário, de um subsídio de 12 mil euros, para pôr a funcionar a arena de tortura lá da cidade. Mais dois mil euros do que no ano passado.

 

Como se isto já não fosse um atentado à moral e aos bons costumes e á sanidade mental do povo, a empresa concessionária comprometeu-se a tomar medidas que facilitem o acesso de jovens e idosos ao recinto e a promover mais espectáculos noutras praças do país com a participação dos jovens alunos da escola de toureio (leia-se antro de selvajaria tauromáquica) José Falcão, instalada em Vila Franca de Xira.

 

Estamos a falar de jovens e crianças menores de 18 anos.

 

Quanto aos idosos, coitados, levá-los a assistir a actos bárbaros também é uma violência .

 

Alberto Mesquita, presidente do executivo vila-franquense, que curiosamente é do PS, defendeu a proposta com base na necessidade de apoiar uma das imagens de marca do concelho.


Isto é, a imagem de marca de Vila Franca de Xira não é, por exemplo, a gastronomia, um rancho folclórico, uma orquestra, a paisagem, um monumento, uma iniciativa cultural…

Não!

 

A imagem de marca de Vila Franca de Xira é nem mais nem menos do que a TORTURA DE BOVINOS para divertir BRONCOS.

 

Isto será razoável?

 

E Alberto Mesquita, toldado por qualquer obscuridade que o deixou especado na Idade das Trevas, põe tudo a perder quando afirma: «Não há dúvida que a festa brava é a nossa identidade e por isso a nossa obrigação é afirmar a cultura taurina (leia-se cultura dos broncos)».

 

Tudo isto espremido dá que:12 mil euros vão ser esbanjados para promover a violência, a crueldade, a incultura, o atraso mental, moral e civilizacional, e tudo isto, envolvendo jovens e crianças que, se não forem retiradas deste antro obsceno a tempo, serão os monstros do futuro.

 

Por tudo isto, aqui fica a Estrela de Ferro para Vila Franca de Xira, cuja imagem de marca é a estupidez no seu estado mais puro.

 

Sinto muito, Senhor Alberto Mesquita. Mas tortura jamais foi cultura em parte alguma do Universo.

 

Porque Cultura e Arte são o que o Homem cria para tornar a Humanidade mais sensível, mais inteligente, mais civilizada, mais evoluída, mais bela…

 

Violência, crueldade, tortura, sangue derramado, ou seja, tudo o que humilha e desrespeita e esvazia a Vida Animal da sua essência primordial, jamais, jamais poderá ser considerado Cultura e Arte.

 

Vila Franca de Xira está à beira do abismo da incivilidade.

 

QUE VERGONHA!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:03

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Segunda-feira, 1 de Junho de 2015

E SE EM VEZ DE UM MORTO E SEIS FERIDOS, FOSSEM SEIS MORTOS E UM FERIDO NA LARGADA DE TOUROS EM AZAMBUJA?

 

… Talvez Luís Sousa, o presidente socialista deste município, que sofre de um colossal atraso civilizacional, entendesse que este tipo de “diversão” não é, de todo, adequada a pessoas, mas tão-só a ogres de outros tempos.

 

azambuja_feira_maio AZAMBUJA.jpg

 

Um “divertimento” de broncos que mata e esfola, mas não tem importância alguma, para o presidente da câmara da vilória… O mais importante é a “valentia” dos touros. E veja-se: o da imagem devia se um daqueles de mil arrobas…

 

Isto só num país onde a ignorância e a violência marcam pontos e têm um lugar de destaque na legislação.

 

Este macabro episódio conta-se de uma penada: não é que durante a Feira de Maio, em Azambuja, que prima pela imbecilidade dos “divertimentos” que oferece ao um povo que ainda não saiu da Idade Média, uma criatura, com cerca de 60 anos, morreu durante uma largada de touros, quando levou uma forte cabeçada de um dos touros da noite, na zona do coração, e o impacto provocou um derrame interno na artéria aorta, que lhe foi fatal, e mais seis ficaram feridos, dois deles em estado grave, e a “festa” continuou?

 

Pois claro!

 

Mas o que importa a vida dos azabumbados, que se divertem a torturar bovinos indefesos que, vendo-se acossados, defendem-se como podem, e às vezes (demasiado poucas) conseguem virar o feitiço contra o feiticeiro (e com toda a legitimidade)?

 

A vida dos tontos, para o socialista Luís Sousa, que hipocritamente diz “lamentar” a morte do sexagenário, vale zero, e ainda tem o desplante de dizer que «o perigo está sempre subjacente à “festa brava” e que nesse aspeCto (assim com C porque sem C lê-se aspêto e não sei o que parece), este ano os touros têm merecido fortes elogios pela sua bravura».

 

Bravo, Luís Sousa! Assim é que se fala. Quanto mais “bravos” os touros forem, melhor, porque há mais probabilidade de haver mortos e feridos com fartura, para que a festa fique ainda mais “brava”.

 

Eu, se não lesse isto na fonte que cito, nem acreditava.

 

Como pode a cegueira mental desta “gente” ser tão cega?

 

Como pode haver um cérebro assim, tão mirrado?

 

Pois para Azambuja e o socialista José Sousa aqui fica o “prémio” Estrela de Ferro - por esta morte e estes feridos que, ao que parece, pouco contam em Azambuja.

 

O que conta é o dinheiro que alguns metem ao bolso, à custa da tortura de indefesos bovinos e da bacoquice de um povo indiferente.

 

AZAMBUJA.png

 

Fonte:

http://www.rederegional.com/index.php/sociedades/12681-um-morto-nas-largadas-de-touros-de-azambuja 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:45

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Segunda-feira, 5 de Agosto de 2013

EM MONFORTE ATÉ AS PEDRAS JÁ NEM “EMIGRAM”, PORQUE AS PEDREIRAS FECHARAM, MAS PARA A TAUROMAQUIA NADA FALTA

 
 

«PAGAMOS TODOS!

 

São cerca de 16 Milhões de euros dos contribuintes que anualmente são usados para manter a cruel tradição das touradas em Portugal. Aqui fica mais um exemplo do desvio de fundos públicos para uma actividade que não é sustentável: A Câmara de Monforte, com subsídios da União Europeia, vai lançar no dia 3 de Agosto a primeira pedra do "Centro Interpretativo da Tauromaquia" numa antiga Escola. Um investimento de 165.000 euros» - http://goo.gl/KvaQ1M

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=615655408465269&set=a.472890756075069.108951.143034799060668&type=1&theater
 
 
 

DOUTOR Miguel Rasquinho, este cartaz é uma vergonha para a o município de Monforte e um insulto para aquelas pessoas da terra que têm de emigrar por falta de condições. Mas é verdadeiro.

 

 

 

Para que serviu o Curso superior que V. Exa. tirou, se não consegue aplicar os conhecimentos “elevados” que deveria ter assimilado na Universidade? Temos aqui um doutor que deveria ser mais culto do que o povo a quem não deram oportunidade de estudar…E o que acontece?...

 

O povo de Monforte sente-se esquecido, e queixa-se de que ninguém se lembra que em Monforte vive um povo que sofre numa agonia demográfica diária e não há políticos, responsáveis ou qualquer outro português anónimo que aí vá ajudar ou, não podendo ir aí, o defenda onde mais precisa.

 

O povo de Monforte queixa-se de que há um interior a definhar e se, pelo menos, a tauromaquia servisse para olharem para vós e por vós, então já valeria bem a pena!

 

A tauromaquia, DOUTOR Miguel Rasquinho? O que de bom traz a tauromaquia a Monforte? Os tais políticos ou anónimos têm AJUDADO a fazer crescer a terra a partir da tauromaquia? Uma terra que continua ATRASADA e CARENTE DE TUDO precisamente porque só PENSA EM TAUROMAQUIA?

 

O povo de Monforte existe, é português, tem direitos, e merece o respeito que concede aos outros?

 

É evidente, mas para um povo ser RESPEITADO tem de se respeitar a si próprio e a todos os seres humanos e não humanos que partilham a terra onde vivem…

 

Sabe-se que um ex-presidente da Câmara de Monforte disse um dia, aquando da passagem de um Presidente da República por aí: «Sr. Presidente, daqui até as pedras emigram!» numa alusão ao facto de até as pedras ornamentais daí saírem para serem tratadas em Lisboa.

 

Contudo, hoje em dia, já nem as pedras emigram porque todas as pedreiras fecharam.

 

E fecharam porquê? 

 

Será que restaram apenas os Touros para os torturarem e uns poucos encherem os bolsos? Sim, porque esse “negócio” não enche os bolsos do POVO.

 

E agora existe o CIT.

 

O DOUTOR Miguel Rasquinho lembra-se de eu ter perguntado o que era o CIT (Centro de Interpretação Tauromáquica) e para que servia o tal CIT? E o DOUTOR Miguel Rasquinho me ter respondido que este centro «servirá para isso mesmo, ou seja, para explicar a quem não conhece o que é a tauromaquia, e o porquê da sua importância para Monforte.»

 

Pergunto: e pensa que isso vai dar de comer a quem tem fome, e que agora, que a tourada está moribunda e prestes a levar a estocada final, este CIT é uma mais-valia para Monforte, e ainda por cima com dinheiros públicos que tanta falta fazem para outros projectos mais úteis ao povo?

 

Apercebe-se de que para “justificarem” esse costume bárbaro que só suja o nome de Monforte, existe uma razão que não tem mais razão de ser? Ou seja, que «em redor desta actividade, circula toda uma economia local de uma importância incalculável, gerando empregos, que se faltassem seria o fim do concelho»?

 

Falácias, DOUTOR Rasquinho.

 

Poderá ser sim, o fim de uns poucos empresários tauromáquicos que, no entanto, têm contas chorudas, nos bancos, à custa dos subsídios europeus e dos impostos dos contribuintes portugueses, enquanto o povo passa necessidades de toda a ordem. Essa é que é a verdade. Essa é que é a razão que pretende justificar a barbárie em Monforte.

 

Isso dos “empregos” é uma bela treta, DOUTOR Rasquinho. Todos nós sabemos o que se passa nesse meio, onde nem tudo é claro como a água que jorra de uma nascente.

 

REPROVADA CANDIDATURA DE UM LAR PARA A TERCEIRA IDADE

 

Sabemos que a Câmara Municipal de Monforte preparou uma candidatura para a construção de um lar de 3ª idade na freguesia de St. Aleixo, e que elaboraram o projecto, preparam tudo, e até existiam financiamentos comunitários, contudo essa candidatura foi REPROVADA porque a obra ultrapassava os 250 mil euros, e já com equipamento, está orçada em 1 milhão e 700 mil euros!?

 

Eu ficaria indignada.  

 

A reprovação do projecto do Lar é uma prova do país que temos. Contudo, investir 165 mil Euros de dinheiros públicos e comunitários em tauromaquia, é também uma prova da indignidade dos que “mandam” e “desmandam” no deferimento destes projectos. O País não tem culpa dos maus “mandadores” que tem.

 

Ninguém quer saber do povo que vive no interior do país, e o povo de Monforte ficou muito indignado com os 10 milhões de euros de fundos comunitários gastos numa praia fluvial junto ao Terreiro do Paço em Lisboa, e o DOUTOR Rasquinho só precisava de um milhão, desses 10, para dar abrigo a 52 idosos e emprego a 20 pessoas do seu Concelho!  

 

Pois é! Mas 165 mil Euros também davam muito jeito para o projecto do Centro Escolar que foi elaborado pela Câmara Municipal de Monforte, e que está pronto há mais de um ano, para substituir uma escola com cerca de 30 anos, completamente degradada e ainda com telhas de amianto.

 

Desde Agosto, do ano passado, que esperam que o Ministro ou Secretário de Estado recebam o DOUTOR Rasquinho tendo em vista a resolução dessa questão, e nem sequer respondem aos sucessivos ofícios, mails e telefonemas oficiais que lhes são enviados.

 

Mas os maus “mandadores” querem lá saber do interior do país!

 

Não querem saber de nada que seja para o BEM DO POVO.

 

Só querem saber o que é para o BEM DA TAUROMAQUIA.

 

Não há direito, pois não, DOUTOR Miguel Rasquinho?

 

MAS O QUE É O CENTRO INTERPRETATIVO TAUROMÁQUICO (CIT)?

 

Esta foi uma candidatura realizada no âmbito do PRODER tendo em vista, não só a criação do CIT, mas também a recuperação de um edifício municipal, uma antiga escola primária, a qual se apresentava já num adiantado estado de degradação.  

 

Os investimentos são os seguintes:

- Projecto de especialidades: 1.350€
- Empreitada: 127.862€
- Equipamento Informático: 716€
- Mobiliário: 35.500€

O financiamento comunitário é efectuado a 60%.
O CIT tem como objectivo principal a valorização do património, através da requalificação de um espaço de/e para uma eficaz promoção e dinamização da actividade tauromáquica enquanto actividade representativa da identidade cultural e com enorme potencial acrescido na economia local e regional.

O edifício encontra-se vazio de actividades e de uso condenado a uma maior degradação. Pretendemos assim, como objectivos principais, a recuperação do edifício e a promoção da tauromaquia na sua vertente cultural e económica.

O imóvel contemplará 4 áreas:
- Área I: Museu
- Área II: Galeria de Exposição
- Área III: Mediateca/Sala de Conferências
- Área IV: Sala Multiusos/Tertúlia

O Museu terá uma função pedagógica e que retrate o mundo tauromáquico, centrado em três pilares: o homem, o cavalo e o touro.

 

Em torno do homem estão representados todos os intervenientes do Concelho nesta área, nomeadamente toureiros, forcados, equitadores, cavalistas (?), bandarilheiros, ganadeiros, campinos, poetas, pintores, fadistas, etc.

 

Relativamente ao cavalo, e muito resumidamente, existem as coudelarias e as ganadarias.

A Galeria terá, pelo menos, 2 exposições anuais reservadas á mostra de produtos ou actividades ligadas ao tema como por exemplo:

- Os toureiros locais, suas carreiras e "feitos";
- Exposição de trajes;
- Exposição de utensílios.

A Mediateca, de uso permanente aos aficionados e todos os interessados, terá projecções de touradas, treinos, espectáculos, etc., de preferência em 3D.

 

Pretende-se ainda, no mínimo, a realização de uma conferência/ano. Este, será o espaço por excelência que pretenderá demonstrar a quem nos visita a importância da tauromaquia para o Concelho de Monforte e a nossa região.

 

A Sala Multiusos/Tertúlia de utilização permanente como sede do Grupo de Forcados de Monforte, onde cabem o planeamento e organização de todas as actividades no âmbito da associação e patentes no Plano de Actividades Anual. Servirá ainda como local de fardamento e de reuniões de carácter associativo.

 

***

 

Pois é, DOUTOR Miguel Rasquinho: pelo que vemos o CIT é muito, mas muito mais importante do que o Lar de Idosos e do que o projecto do restauro da ESCOLA, em Monforte.

E agora pergunto:

 

Com a tauromaquia já com os pés na cova, que INTERESSE tem para uma terra POBRE e INCULTA um edifício tão voltado para algo que não passa de um COSTUME BÁRBARO PARA DIVERTIR SÁDICOS?

 

E depois dizem que se passa fome, que não há dinheiro para a saúde, para a educação, para a cultura culta…

 

Não podem queixar-se…depois do CIT…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:27

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Quinta-feira, 18 de Julho de 2013

OLIVEIRA DO BAIRRO QUER FICAR PARA A HISTÓRIA COMO UMA LOCALIDADE QUE EM 2013 (ANO DA ABOLIÇÃO DAS TOURADAS) APOIOU A TORTURA DE BOVINOS?

 

Não posso acreditar, e de certeza que este cartaz é falso

 

 

Exmo. Senhor Presidente da Câmara de Oliveira do Bairro, Sr. Mário João Oliveira

 

Exmo. Senhor Vice-Presidente, Sr. Joaquim Manuel Santos Alves de Jesus

 

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia Municipal, Sr. Manuel Nunes Simões dos Santos

 

Tive conhecimento da realização de uma tourada inserida na FIACOBA 2013.

 

Será verdade?  

 

Quando o mundo civilizado sabe que a tauromaquia é uma prática cruel e obsoleta, que goza de um incompreensível regime de excepção na legislação portuguesa, dado que permite, em escandalosa contradição com a restante legislação que regula o bem-estar animal, a inflicção sistemática de sofrimento a bovinos, antes, durante e depois do espectáculo - apesar de rodeada de um ambiente de suposta festa, o que para algumas pessoas tende a fazer desvalorizar ou negar esse sofrimento…?

 

Quando o mundo civilizado sabe que com origem em tempos passados, e entretanto proibida em Portugal, a tauromaquia não tem lugar numa sociedade que se quer evoluída e civilizada e só subsiste ainda à custa de múltiplas formas de subsídios públicos, o que, sobretudo em tempos de crise económica, é particularmente revoltante e insultuoso…?

 

Quando o mundo civilizado sabe que a oposição à tauromaquia e outras práticas em que se inflige sofrimento inútil a animais sencientes baseia-se também no aviltamento e degradação do próprio Homem, já que cria insensibilidade perante o sofrimento de outrem…?

 

Quando o mundo civilizado sabe que o percurso evolutivo da humanidade mostra-nos que costumes que trazem consigo sofrimento inútil devem ser abolidos, enquanto se mantém e enaltecem costumes positivos que enobrecem e orgulham um povo…?

 

Quando o mundo civilizado sabe que foi assim que ficaram enterrados nas páginas mais negras da história da humanidade costumes e actividades como os circos romanos, as execuções públicas e a escravatura, entre outras aberrações impostas pelos ditos humanos…?

 

Quando o mundo civilizado sabe que existem inúmeras formas de entretenimento saudável e a prová-lo está o extenso programa da FIACOBA 2013, do qual, a ser verdade, venho sugerir seja excluída a tourada, e que não voltem a incluir em edições futuras ou de outros eventos a realizar em Oliveira do Bairro, todos os outros costumes bárbaros ligados à tauromaquia, para que esse município não passe a figurar no rol das terras incultas do meu país…

 

Como não acredito que esta iniciativa, que o cartaz aponta para o dia 21 de Julho, seja verdade, quero crer que V. Exas. têm como objectivo zelar pelo desenvolvimento saudável do concelho, fazendo de Oliveira do Bairro uma localidade na vanguarda da evolução, oferecendo aos munícipes e visitantes eventos e actividades condizentes com a evolução e o progresso, portanto este cartaz só pode ser falso e a inclusão da tourada um erro crasso.

 

E se acaso, não for falso, sendo V. Exas. pessoas bem formadas, inteligentes, lúcidas, civilizadas e cultas naturalmente que excluirão da FIACOBA 2013 uma prática de tão baixo nível cultural, que só trará desprestígio ao município.

 

Com os meus melhores cumprimentos,  

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=573033009413854&set=a.182419525141873.56304.182378538479305&type=1&theater

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:29

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Quinta-feira, 4 de Julho de 2013

AINDA A PROPÓSITO DA VIAGEM DOS FORCADINHOS DE CORUCHE A TORONTO

 

«CÂMARA MUNICIPAL DE CORUCHE PAGA VIAGEM DOS FORCADOS AO CANADÁ E OUTRAS VERDADES»

 

 

 

 

Posted by  Pedro Barreirinhas 

 

«Câmara de Coruche paga 4.075.00€  ao Grupo de Forcados, que vai estar em Toronto (Canadá) de 12 a 19 de Junho.

 

A maioria socialista já nos habituou aos seus bizarros critérios no que concerne à gestão dos recursos financeiros do Município.

 

Eles foram já! "passagens" de Modelos, Telenovelas, lautos almoços e jantares, passeios de comboio, passeios de barco (sim porque agora  temos um barco), fornecimento gratuito de gasóleo, provas de  vinho, viagens em balão e até Touradas, só para dar alguns exemplos.

 

O que ainda não tinha acontecido era o pagamento aos forcados, de uma "passeata" ao Canadá!

 

E ainda têm o desplante de nos dizer que é para projectar e afirmar Coruche.

 

Parem com esse bairrismo parolo e doentio e tenham decência e responsabilidade na forma como usam os dinheiros Municipais!

 

PS: Que terá a dizer sobre isto o presidente da Junta?»

 

Fonte:

http://entrelinhasentregente.blogspot.pt/2013/06/cmc-paga-viagem-dos-forcados-ao-canada.html

 

***

 

Em Coruche é assim?

 

E o povo de Coruche CONSENTE?

 

O homem é recandidatável?

 

Porque se for... tem de ser corrido daí para fora.

 

E aí então vamos ver o valor dos coruchenses.

 

Todo o município tem os governantes que merece, pois é o povo que os coloca no poleiro.

 

À primeira vez, damos-lhes um voto de confiança.

 

Se saem uns ignorantes… à segunda vez já é tarouquice de quem vota.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:22

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Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

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