Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017

ALGO QUE OS FILHOS DOS TAURICIDAS DEVIAM APRENDER NUM CONSERVATÓRIO PARA SEREM HOMENS A SÉRIO

 

Em vez de andarem em antros de toureio a aprender a ser monstrinhos… e a atacar com fúria desumana indefesos bezerros

Senhores Governantes, Ministro da Cultura, promovam e apoiem as Escolas de Música, ao invés de subsidiarem “escolas" de toureio, mais antros do que escolas, que transformam as crianças em carrascos, sádicos e cobardes.

As crianças, filhas dos aficionados de selvajaria tauromáquica, merecem melhor sorte do que aquela que o Estado Português lhes proporciona.

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:26

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Quinta-feira, 7 de Abril de 2016

DEMITA-SE SENHOR MINISTRO DA (IN) CULTURA!

 

O que escreveu na sua página do Facebook não é digno do mais comum cidadão, quanto mais de um ministro que se diz da CULTURA!

 

Mas a culpa não é sua, Dr. João Soares. A culpa é de quem o nomeou, sabendo da sua mais que provada inaptidão paras as coisas da cultura culta…

Demita-se, e fará um favor a si próprio!

 

JOÃO SOARES1.jpg

 

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10204369156588653&set=p.10204369156588653&type=3&theater

in

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10209425648016992&set=a.1194497781453.2029274.1198682455&type=3&theater

 

Eis como João Soares reagiu (movido pela inveja, por alguma dor de cotovelo, por simples vulgaridade, por ser avesso à liberdade de expressão?) a artigos de opinião publicados no Jornal Público, da autoria de dois cérebros portugueses, Augusto M. Seabra e Vasco Pulido Valente, (aos calcanhares dos quais João Soares não chega, nem em bicos de pés…).

 

O texto que João Soares escreveu envergonha Portugal, não só pelas ameaças de agressão física, como pelos erros ORTOGRÁFICOS (que nada têm a ver com o Acordo Ortográfico de 1990, cometidos em tão pouco texto), como também pela linguagem vulgar utilizada.

 

***

Eis os textos que fizeram o ministro da cultura de Portugal baixar o nível, nos quais Augusto M. Seabra e Vasco Pulido Valente fazem uma análise absolutamente correcta e realista da actuação, ou melhor, da não actuação medíocre de João Soares, como ministro da cultura (assim em letras minúsculas porque mais não merece).

 

E se João Soares ousar esbofetear os articulistas visados, terá de me esbofetear também a mim, pois faço minhas as considerações de Augusto M. Seabra e de Vasco Pulido Valente a respeito desta personagem insólita que António Costa colocou no governo (também com letra minúscula, porque mais não merece).

 

Fonte:

https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/tempo-velho-na-cultura-1728263

***

“Tempo velho” na Cultura

Por Augusto M. Seabra  

 

«A nomeação de João Soares para ministro da Cultura foi uma surpresa que permanece inexplicável já que passados quatro meses não afirmou uma linha de acção política, tão só um estilo de compadrio, prepotência e grosseria. De resto, não tinha qualificações particulares para o cargo, que não o era a sua gestão da Cultura na Câmara Municipal de Lisboa em tempos idos, antes pelo contrário. E sendo ele um derrotado nato – perdeu as eleições autárquicas em Lisboa e em Sintra e para secretário-geral do PS – mas também um caso de obstinação, esta nomeação culminou uma re-ascensão vertiginosa, se recordarmos que nas últimas eleições inicialmente nem estava em lugar elegível nas listas.

 

O argumento de que também pode fazer sentido ter na pasta alguém com peso político esvaiu-se com o quadro orçamental para este ano. Sendo ainda recomendável alguma contenção, o certo é que o sector vive uma situação de emergência, consumada na governação PSD/CDS, mas que vem dos tempos socialistas do socratismo, quando ocorreu uma sistemática desorçamentação. Agora não só não houve aumento de dotação, como mesmo acrescido desinvestimento na Direcção-Geral do Património e no Fundo de Fomento Cultural!

 

Há que dizer que desde o princípio António Costa esteve muito mal na sua relação com o sector, seguindo o modelo tradicional do PS de o considerar como ornamento, acenando apenas com a promessa imprescindível de restaurar um ministério. Logo no início da sua caminhada houve uma iniciativa ridícula, um manifesto “A Cultura apoia António Costa”, como se uns quantos agentes fossem “A Cultura” e dela proprietários. Depois, noutra tradição socialista, o almoço em final de campanha eleitoral, houve o prodígio de ser oradora quem tinha sido tornada “artista do regime” pelo governo de direita, Joana Vasconcelos. E assim, a nomeação de Soares foi apenas o consumar político desta consideração do adorno. Mas abrindo azo aos piores receios.

 

Que um governante se rodeie de pessoas de confiança é óbvio. Mas no caso do gabinete de Soares trata-se de uma confraria de socialistas e maçons. Depois começou a distribuir elogios: foi à ante-estreia de Um Amor Impossível pela sua “grande admiração pela obra notável de António-Pedro Vasconcelos”; destacou “o trabalho notável de Paulo Branco” quando foi à rodagem do filme de Fanny Ardant; foi às Correntes de Escrita porque “a Maria do Rosário Pedreira e o Manuel Alberto Valente” lhe recomendaram.

 

A isto se chama amiguismo, o gesto mais clamoroso sendo a nomeação de um velho apparatchik, Elísio Summavielle, para o CCB, em lugar de António Lamas, que por muitas razões que houvesse para ser substituído o foi de modo grosseiro. Mas Soares quer dar nas vistas pegando em questões controversas que se arrastam. É o caso das obras de Miró. Logo enunciou que gostaria que fossem expostas este ano em Serralves. Que a administração daquele tenha aceitado é um gesto “diplomático” quando Serralves e o Estado têm ainda de negociar a espinhosa questão do destino da colecção do Ministério da Cultura.

 

Mas não deixa de ser exorbitante que um ministro sugira programação ou a aprove, como sucedeu, segundo o novel presidente do CCB, com a dos Dias da Música, A Volta ao Mundo em 80 Concertos. Os concertos tinham de ser aprovados por João Soares? Já não falando de outras coisas (a esdruxula nomeação de alguém reticente à arte contemporânea, Pacheco Pereira, para administrador por parte do Estado de Serralves, Museu de Arte Contemporânea), o tão badalado “tempo novo” é na cultura apenas o “tempo velho” dos hábitos socialistas. E muito ainda promete...»

 

***

Uma questiúncula

 

Por Vasco Pulido Valente

  

«No meio desta cena de mau gosto não se ficou a saber ao certo o que na essência separava o dr. Lamas do ministro.

 

Como o dr. João Soares muito bem sabe, não tenho por ele qualquer respeito nem como homem, nem como político. Houve pessoas – Teresa Gouveia e José Manuel Fernandes – que, a propósito do “caso Lamas”, descobriram agora a insignificância e a grosseria dessa lamentável personagem. Chegam tarde. Claro que o ministro podia ter chamado discretamente o director do CCB para o demitir, alegando, como está no seu direito, falta de confiança política ou pessoal. Mas João Soares preferiu fazer do incidente um espectáculo público. Ameaçou o dr. Lamas, exibiu os seus poderes (que lhe vêm exclusivamente do cargo) e no fim ainda se foi gabar para a televisão. Não se percebe o motivo de toda esta palhaçada, excepto se pensarmos que ele é no governo um verbo-de-encher e que o PS o atura por simples caridade.

 

Infelizmente, no meio desta cena de mau gosto não se ficou a saber ao certo o que na essência separava o dr. Lamas do ministro. O dr. Lamas fizera uma obra extraordinária em Sintra, restaurando monumentos, do palácio da Pena ao chalet da condessa de Edla, reabilitando jardins, acabando com os crónicos prejuízos da parte cultural da vila. Mas, transferido para o CCB em 2014, resolveu repetir a receita e transformar a zona entre a Ajuda e Belém no seu segundo parque turístico. Embora publicado na internet, nem a televisão, nem os jornais, que discutem as mais sufocantes banalidades, discutiram o plano do dr. Lamas. Mesmo o ministério da Cultura e a CML não se manifestaram. E quando o sr. Soares desembarcou no governo decidiu liquidar a coisa sem uma palavra de explicação.

 

Isto de mandar no povinho sem sequer o informar não é bonito. Sendo lisboeta, não me apetece muito que entre a Ajuda e Belém apareçam durante o ano inteiro milhares e milhares de turistas, tapando a vista e atravancando as ruas. Mas gostaria de saber o que o dr. Lamas pensa sobre o assunto e já agora o que pensa, se pensa alguma coisa, o sr. Soares. De resto, a mais preliminar consideração pelas pessoas exige que os moradores do sítio sejam previamente consultados. Reconheço que a vontade do país não é a grande preocupação do dr. Costa, mas não custava muito ouvir as pessoas que, em última análise vão, ou não vão, ser vítimas da fantasia urbanística do ministério da Cultura ou da CML. Dissertações sobre a falta de maneiras do dr. João Soares não nos levam longe

 

Fonte:

https://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/uma-questiuncula-1725112

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:30

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Quarta-feira, 16 de Março de 2016

JOÃO SOARES, MINISTRO DA CULTURA DO GOVERNO PORTUGUÊS, QUER VER A TORTURA DE TOUROS COMO PATRIMÓNIO NACIONAL

 

A França já retirou essa estupidez do seu património.

Mas o socialista João Soares, feito chico-esperto, para agradar os seus compadres autarcas aficionados, prometeu elevar a tortura de touros (vulgo tauromaquia) a património nacional…

Como se isso fosse possível!

Só se for património da vergonha nacional

 

JOÃO SOARES.png

 

O que se passará pela cabeça de João Soares, filho da Doutora Maria Barroso e do Doutor Mário Soares, ao olhar para a imagem deste Touro torturado?

 

Será possível ver aqui alguma arte? Será possível ver aqui alguma coisa que justifique a designação de património nacional?

 

Sabe o que mais, senhor ministro?

 

DEMITA-SE IMEDIATAMENTE!

Tenha vergonha e DEMITA-SE!

 

PATRIMÓNIO.jpg

Origem da imagem:

https://protouro.wordpress.com/2016/03/16/joao-soares-o-ministro-que-envergonha-portugal/

 

Se isto não fosse uma grande tragédia, seria uma enorme comédia.

 

Mas de quem é a culpa?

 

Quem foi que nomeou esta personagem, com provas mais do que dadas, de uma incompetência abismal, e que de cultura nada entende?

 

O que pretende este novo governo, com tantos aficionados em lugares-chave, incluindo na chefia-mor?

 

O que tem a dizer sobre isto o Bloco de Esquerda, que sempre se disse contra as touradas, mas nunca pediu a abolição delas?

 

Quais são as competências de um Ministro da Cultura?

 

Apoiar a INCULTURA e desapoiar as Escolas de Música e de Artes, que fazem parte da Cultura Culta, por exemplo?

 

Se é para envergonhar Portugal, DEMITA-SE, e fará um grande favor à Nação e a si próprio.

 

Mas se não tiver essa hombridade, que o actual governo português o DEMITA, por óbvia incapacidade de saber discernir entre CULTURA e INCULTURA.

 

Que vergonha!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:20

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Domingo, 13 de Março de 2016

NEM PINTADA NUM QUADRO DE PAULA REGO A TAUROMAQUIA TEM UTILIDADE

 

Paula Rego pintou «A Madrinha do Toureiro», um quadro que foi recentemente a leilão em Londres, na Sotheby's, e não conseguiu ser vendido por não ter atingido o preço mínimo determinado pelo vendedor, um coleccionador norte-americano.

 

E nem o governo português, através do seu Ministro da Cultura, o aficionado João Soares, se lembrou de o adquirir para enfeitar as paredes do Palácio de São Bento…

 

Afinal, é um quadro de Paula Rego…!

 

ng5907906 PAULA REGO.jpg

Datado de 1990-91, «A Madrinha do Toureiro», («The Bullfighter's Godmother») acrílico em papel sobre tela, de Paula Rego, conceituada artista plástica portuguesa residente em Londres, ficou “encalhado…”

 

 

A verdade é que a tauromaquia está de tal modo mal vista que nem pintada num quadro, ninguém, que circula no mundo culto das artes, está interessado em adquirir.

 

O valor mais alto que alguém se mostrou disposto a pagar pela madrinha do torturador de touros (que é como nos tempos que correm se denomina o que outrora era conhecido como toureiro) não atingiu sequer um terço do valor de outras obras da autora.

 

E se a memória não me falha, neste leilão, a Madrinha do Toureiro, foi o único quadro que não foi vendido.

 

Segundo o texto de apresentação da obra no catálogo da Sotheby's (a mais prestigiada leiloeira londrina) aquele era um exemplar importante da obra de Paula Rego. «Em «The Bullfighter's Godmother», Rego pega na longa tradição da história de arte de retratos de toureiros, de Velázquez a Goya, Manet e Picasso.

 

Só que se esqueceram de que qualquer um desses grandes mestres da arte de retratos viveu numa época em que um toureiro era retratado não pelo “valor” do que fazia (torturar seres vivos), mas pelo garbo dos chamados trajes de luces, que usavam e ficavam bem no retrato, e que a tauromaquia era o divertimento dos inúteis, sempre á disposição dos artistas.

 

Esqueceram-se principalmente de que o tempo da tauromaquia passou. O mundo evoluiu, e ninguém mais pensa (a não ser, obviamente os poucos que ficaram parados no passado) que um Touro é feito de pau e sumo de tomate.

 

A tauromaquia está em franca agonia. Esta é a verdade.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:51

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Terça-feira, 1 de Março de 2016

AFICIONADO DE TOURADA NOMEIA OUTRO AFICIONADO DE TOURADA PARA O CENTRO CULTURAL DE BELÉM (CCB)

 

João Soares (ministro da cultura) demite António Lamas do CCB e nomeia Elísio Summavielle, um amiguinho de longa data…

 

Sai um competente, entra um incompetente!

Não é VERGONHOSO?

Pois é.

 

ng6079005 JOÃO SOARES.jpg

O ministro da Cultura João Soares | Álvaro Isidoro/Global Imagens

Fonte:

http://www.dn.pt/artes/interior/joao-soares-demite-antonio-lamas-do-ccb-e-nomeia-elisio-summavielle-5054209.html

 

Pois é melhor tapar a cara, sim… senhor ministro…

 

Isto será um facto consumado ou o novo governo de ANTÓNIO COSTA (também um aficionado de tourada) ainda poderá reverter a situação?

 

É que em Espanha (berço da selvajaria tauromáquica) estão a abolir esta barbárie em várias frentes e em centenas de municípios, e em Portugal estão a colocar aficionados em lugares-chave da Cultura e do Poder.

 

Haverá alguma intenção, ou é apenas coincidência?

 

E é o presidente da República, é o primeiro-ministro, é o ministro da cultura, é o ministro da agricultura e agora o presidente do CCB, fora os muitos deputados da Nação, que estão na Assembleia da República para assegurar a continuidade da selvajaria tauromáquica. E não sou eu que o digo, são os aficionados, que andam muito contentes com tanta representação no Poder, da classe selvática.

 

Dizem eles, à boca-rota, que a tauromaquia está bem protegida.

 

Sabemos disso.

 

E uma militante ferrenha do PSD até diz mais. Diz que «o lobby das touradas é fortíssimo em Portugal. Vai ser muito difícil combatê-lo»… Ela lá sabe o que diz, e por que o diz…

 

Mas também sabemos disso.

 

João Soares diz não ter “hostilidades” com António Lamas, mas todos nós sabemos que tem uma afinidade muito maior e intensa com Elísio Summavielle, que já foi (péssimo) secretário de estado da cultura, no tempo em que Gabriela Canavilhas (outra aficionada de selvajaria tauromáquica) era (péssima) ministra da cultura. 

 

Na origem desta nomeação estará a discordância entre António Lamas e João Soares, no que respeita ao projecto de gestão integrada do chamado "eixo Belém-Ajuda", gestão essa que o actual ministro da cultura lamenta “ter sido pouco prudente”…

 

 

Pois…

 

Mas se não fosse isto, seria outra coisa. O que interessa, é colocar amiguinhos em cargos de relevância.

 

Sempre assim foi. E continua a ser.

 

Vira o disco e dança-se o mesmo, entre quem entrar no baile do poder.

 

E o povo português dorme… dorme…

Dorme… dorme… o soninho dos ingénuos...

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:40

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015

O AFICIONADO JOÃO SOARES PARA MINISTRO DA CULTURA OU DA INCULTURA?

 

 

Os pró-touradas já começaram a esfregar as mãos de contentes e a espalhar uma alegria ainda contida, mas…

 

D51C0932[1] TOURADA1.jpg

O famoso artista plástico Pedro Cabrita Reis com João Soares e Fernanda Silva, (Mulher do nosso companheiro Emílio) na segunda fila (contra-barreira). Em baixo, Elísio Summavielle e Carlos Alberto Moniz e suas respectivas Mulheres. Fonte desta foto e outras mais de ditos “famosos “ amantes da tortura de seres vivos:

http://farpasblogue.blogspot.pt/2014/05/famosos-no-campo-pequeno-ii.html-

***

 Recebi, há pouco, de um desconhecido, via correio electrónico, a seguinte mensagem:

 

«João Soares (foto), que enquanto presidente da Câmara de Lisboa sempre manifestou o seu apoio e apreço para tauromaquia, será o ministro da Cultura no novo governo presidido por António Costa, que esta manhã foi indigitado pelo presidente da República, Prof. Cavaco Silva. Uma notícia que pode traduzir alguma esperança para os aficionados da Festa Brava. Pelo menos, anti-taurino não é».

 

***

Esta é uma nota publicada, hoje, no Farpas Blogue, aqui:

http://farpasblogue.blogspot.pt/2015/11/joao-soares-e-ministro-da-cultura-e-nao.html

 

Pois é! Acontece que João Soares É anti-taurino (é contra os Touros, odeia Touros), porque é pró-tourada.

 

À mensagem do desconhecido respondi assim:

 

Isto significa apenas que Portugal continua na senda do retrocesso. E tanto faz governo de esquerda como de direita.

 

Mas João Soares se se atrever a colocar as manguinhas de fora poderá ter a travá-lo o Bloco de Esquerda, os Verdes e o PAN, e talvez (talvez) o PCP.

 

Estaremos atentos.

 

E tudo, tudo o que João Soares pretender fazer pela selvajaria tauromáquica terá repercussões nacionais, europeias e até mundiais.

 

E um país com um ministro da cultura INCULTO só terá INSUCESSO.

 

E ele sabe disso. E o seu paizinho Mário Soares também sabe.

 

Estão, esperemos para ver.

 

Estaremos ATENTOS!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:57

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