Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2021

Ministério da Cultura (?) insulta a Cultura Portuguesa ao meter no mesmo saco torturadores de Touros, músicos, cantores, actores, cineastas, artistas plásticos e circenses, comediantes, bailarinos, escultores…

 

Foi com enorme perplexidade que ouvi dizer que o Ministério da Cultura (?) vai apoiar com 438 Euros cada, dos fundos públicos, os toureiros, a quem chamam “artistas” tauromáquicos, no âmbito das Medidas de Apoio à Cultura, à conta da suspensão de actividades, devido à Covid-19. Ouvi dizer e fui conferir. E não é que é verdade?  

 

Que grande desilusão, senhora ministra da Cultura (?)! Isto é um insulto à CULTURA PORTUGUESA! Mas é o que temos: um Portugal que avalia muito por baixo os agentes culturais,  daí ser também avaliado por baixo, com uma ministra que ora diz que a questão da tauromaquia é uma questão civilizacional, ora considera os torturadores de Touros artistas, que já levam um chorudo subsídio do Estado, para andarem por aí a massacrar seres vivos, e agora põe-nos ao mesmo nível dos verdadeiros artistas portugueses; músicos, cantores, actores, cineastas, artistas plásticos e circenses, comediantes, bailarinos, escultores

 

Bem sei que os torturadores de Touros e gente quejanda, estão elegíveis na Classificação Portuguesa das Actividades Económicas, contudo, não deixa de ser um colossal insulto à CULTURA PORTUGUESA, pois em parte alguma do Universo e arredores, a prática bárbara de torturar seres vivos para divertir sádicos, jamais foi e jamais será do foro da Cultura, tão-só, do foro psiquiátrico, como um desvio comportamental, já bastamente estudado, e que envergonha a HUMANIDADE.

 

E atribuir um subsídio de 438 Euros a um torturador de Touros, e o mesmo valor a um bailarino, por exemplo, da Gulbenkian, é do foro da insensatez.

 

Envergonho-me deste Portugal terceiro-mundista, que não há meio de evoluir.

 

TOUREIRO.png

Bailarino.png

Origem da imagem:  http://www.villasegolfe.com/pt/arte-cultura/cultura/benvindo-fonseca/

 

Vale a pena consultar este link, e conhecer a fantástica história deste bailarino, e compará-la com a de um torturador de Touros, que nunca chegará a Embaixador da Boa-Vontade da Organização das Nações Unidas, nem jamais receberá o prémio Os Jovens na Criatividade com a ONU, porque a única coisa que sabe fazer na vida é ser CRUEL para com um ser vivo indefeso, fora do seu habitat, e inofensivo, quando na Natureza à qual pertence.

 

E este desequilíbrio cultural só acontece num país onde impera a mediocridade elevada ao infinito.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:45

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2021

«Mais Dinheiros Públicos Desbaratados em Tauromaquia»

 

 

Num país em crise com imensos desempregados e inúmeras famílias a passar fome certos municípios continuam a desbaratar os nossos impostos em tauromaquia.

 

Benavente celebrou um contrato público para aquisição de esculturas de dois tauromafiosos no valor de 10.500,00 euros.

 

Prótouro.jpg

 

Este autarca deveria ser imediatamente demitido e julgado por gastar indevidamente dinheiros públicos.

 

E como se tal não bastasse o Ministério da Cultura vai subsidiar os tauricidas com 438€!

 

Uma vez mais pagamos todos.

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

Fonte:  https://protouro.wordpress.com/2021/02/18/mais-dinheiros-publicos-desbaratados-em-tauromaquia/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:56

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 14 de Outubro de 2020

«Ministério da Cultura Vai Apoiar a Tauromáfia» [???]

 

Isto deve ser uma brincadeira de muito mau gosto. Um delírio de tauricidas.

Absolutamente inacreditável! Inconcebível!

Porém, a ser verdade, só mesmo num país onde a mediocridade é soberana, isto poderia acontecer.

A ser verdade, a senhora ministra da Cultura terá duas caras?
Não há muito tempo era pela Civilização, e agora é pelo atraso civilizacional?

Vejamos o que nos diz a Prótouro – Pelos Touros em Liberdade

(Isabel A. Ferreira)  

 

Prótouro.jpg

 

«De acordo com a website tauromafiosa “touro e ouro” o Ministério da Cultura reuniu com a Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos.

 

Na reunião reconheceu que a tauromáfia faz parte da cultura portuguesa e como tal é elegível para receber apoios relativamente às medidas da Covid.

 

A sério que a tortura de seres sencientes faz parte da cultura portuguesa?

 

O Ministério da Cultura acha que isto é cultura?

 

A ser verdade só podemos dizer que não existem palavras suficientes no dicionário para qualificar esta obscenidade.

 

Os empresários tauromáquicos vivem à tripa forra e a pandemia não lhes fez perder dinheiro porque a grande maioria tem outras profissões. Quanto aos tauricidas são de famílias ricas e recebem subsídios porque além de serem tauricidas são também ganadeiros como por exemplo os Moura Caetanos.

 

Até quando é que vamos continuar a pagar para a sobrevivência de uma indústria em agonia?

 

A única maneira de acabar com esta bandalhice é votar em quem quer erradicar esta aberração, caso contrário, esta gentalha vai continuar a encher os bolsos à custa de todos nós!

 

Prótouro
Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/10/13/ministerio-da-cultura-vai-apoiar-a-tauromafia/comment-page-1/?unapproved=5390&moderation-hash=6e17cba4ea97a1523164db2c9b148777#comment-5390

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:51

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 6 de Maio de 2020

Em Espanha: 80 mil pessoas qualificam de vergonhosas as 37 medidas que o sector tauromáquico exige

 

O mesmo se passa por cá, portanto, o que serve para Espanha, serve para Portugal

 

«Habiendo recogido ya más de 80.000 firmas para que no se destine ni un euro de dinero público al rescate de la tauromaquia, podemos asegurar que el sector ya recibe, por sistema, ayudas y subvenciones millonarias cada año.»

 

Tendo já sido recolhidas mais de 80 mil assinaturas, para que não se destine nem um Euro do erário público para o resgate da tauromaquia, podemos assegurar que o sector já recebe, por norma, ajudas e subvenções milionárias todos os anos.

 

AnimaNaturalis.jpg

 

«Tras analizar el paquete de 37 medidas que el sector taurino presentó hace dos días al Ministro de Cultura, desde AnimaNaturalis advertimos de que la tauromaquia ya viene financiada de serie por las administraciones, recibiendo 50 millones de euros cada año desde miles de ayuntamientos, a lo que hay que sumar todas las ayudas indirectas que reciben las ganaderías de las PAC y del propio Gobierno, así como las millonarias partidas presupuestarias, premios y subvenciones por parte de las diputaciones, gobiernos autonómicos y desde el propio Ministerio de Cultura.»

 

Depois de analisar o pacote de 37 medidas que o sector de touradas apresentou há dois dias ao Ministro da Cultura, da AnimaNaturalis, alertamos que a tauromaquia já é financiada são financiadas como padrão pelas administrações, recebendo 50 milhões de euros por ano de milhares de municípios, ao que devemos adicionar todas as ajudas indirectas recebidas pelas ganadarias das PAC e do próprio governo, bem como cláusulas orçamentárias milionárias, prémios e subsídios das Juntas, governos autónomos e do próprio Ministério da Cultura.

 

“Es una vergüenza que el sector taurino esté pidiendo cierta clase de ayudas, pese al gran rechazo que genera en la mayoría de la sociedad”, explica Aïda Gascón, directora de AnimaNaturalis en España. De las 37 medidas que pide el sector taurino, algunas son especialmente graves, como las que pretenden impactar en la juventud, o que la administración asuma el coste de los servicios médicos y veterinarios; los 2 millones de euros que piden para organizar novilladas, que TVE emita corridas durante y después del confinamiento… y en general, que pidan inyecciones de liquidez a un sector totalmente innecesario para la sociedad y además, de los más controvertidos. “El dinero público debe gestionarse, ahora más que nunca, con precisión quirúrgica… y no olvidar que la UE nos está mirando con lupa y debemos demostrar responsabilidad”, advierte Gascón.

 

Desde AnimaNaturalis denunciamos que el sector taurino quiera aprovechar la ocasión como una oportunidad para salir de una crisis que llevan más de una década arrastrando. “El cuarto bloque es un grito desesperado en miras de garantizar el relevo generacional, afectando al público más joven. ¡Quieren incluir contenido taurino en los diferentes niveles educativos!”, exclama Gascón. Esperamos que el Gobierno haga caso omiso a ciertas propuestas que son totalmente inaceptables.

 

«É uma vergonha que o sector tauromáquico esteja a pedir um certo tipo de ajuda, apesar da grande rejeição que gera na maioria da sociedade», declara Aïda Gascón, directora da AnimaNaturalis de Espanha. Das 37 medidas solicitadas pelo sector tauromáquico, algumas são particularmente graves, como as que visam ter impacto nos jovens, ou que a administração assuma o custo dos serviços médicos e veterinários; os dois milhões de euros que eles solicitam para organizar as novilhadas, que a TVE emita touradas durante e depois do confinamento ... e, em geral, solicitam injecções de liquidez a um sector totalmente inútil para a sociedade e também um dos mais controversos. «O dinheiro público deve ser gerido, agora mais do que nunca, com precisão cirúrgica ... e não esquecer que a UE está a olhar-nos com lupa e devemos demonstrar responsabilidade», adverte Gascón.

 

A AnimaNaturalis denuncia que o sector tauromáquico quer aproveitar a ocasião para sair de uma crise que já se arrasta há mais de uma década. “O quarto bloco é um grito desesperado para garantir a substituição geracional, afectando o público mais jovem. Eles querem incluir conteúdo tauromáquico nos diferentes níveis educacionais!”, Exclama Gascón. Esperamos que o governo ignore certas propostas que são totalmente inaceitáveis.

 

«Este martes se prevé que durante el Consejo de Ministros se anuncien las ayudas a Cultura, y por ende, al sector taurino. Ya estamos pensando en cómo serán las protestas que realizaremos tanto en Madrid como en diferentes ciudades, dado el caso, ya que prevemos que el sector taurino terminará saliéndose con la suya con parte de sus proclamas. Desde AnimaNaturalis pedimos que todo el presupuesto que pueda haber en Cultura, sea concentrado para los sectores que nos unen y nos dignifican a los españoles, como la literatura, las artes escénicas, la música, las bellas artes y la cinematografía.»

 

Nesta terça-feira, espera-se que durante o Conselho de Ministros sejam anunciados os auxílios à Cultura e, portanto, ao sector tauromáquico. Já estamos a pensar em como serão os protestos em Madrid e em diversas cidades, conforme o caso, uma vez que prevemos que o sector tauromáquico acabe por sair-se com os seus pregões. A partir da  AnimaNaturalis, solicitamos que todo o orçamento que possa haver na Cultura seja centralizado para os sectores que unem e dignificam os espanhóis, como literatura, artes cénicas, música, artes plásticas e cinematografia.

 

«Casi 80.000 personas ya han firmado nuestra petición que se inició en el mes de marzo, y hemos ampliado la campaña al contexto europeo en países como Holanda, Portugal y Francia, con el apoyo de CAS International, ANIMAL, No Corrida y FLAC: “Estamos recogiendo firmas también en Portugal y Francia, países donde también hay tauromaquia. Estamos dispuestos a llegar hasta el final, y ese final puede ser el Consejo Europeo, que es el que tiene que decidir si ofrece corona bonos a España o no”, remata Gascón.»

 

Quase 80.000 pessoas já assinaram a nossa petição ( 80.000 personas ya han firmado nuestra petición ) que começou no mês de Março, e alargámos a campanha ao contexto europeu em países como Holanda, Portugal e França, com o apoio da CAS International, ANIMAL, No Corrida e FLAC: “Estamos a recolher assinaturas também em Portugal e na França, países onde também há touradas. Estamos dispostos a ir até ao fim, e esse fim pode ser o Conselho Europeu, que é quem decide se oferece ou corona-bonus a Espanha», conclui Gascón.

 

Fonte: ANIMANATURALIS

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:10

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017

Nova Carta Aberta a Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa

 

Por uma Cultura Culta, em Portugal

 

 ABERRAÇÃO.png

 

Exmo. Senhor Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Digníssimo Presidente da República Portuguesa,

 

Foram várias as vezes que ousei escrever a V. Excelência, abordando, publicamente, matérias que, aos meus olhos de cidadã portuguesa, imbuída de juízo crítico, considerei pertinentes, por serem do interesse de Portugal e dos Portugueses. 

 

Aqui estou, uma vez mais, a dirigir-me a V. Excelência, com o mesmo intuito, aproveitando duas circunstâncias actuais, bastante significativas: uma, de enorme júbilo; outra, de enorme tristeza.

 

A de júbilo, alude à atribuição do Prémio Camilo Castelo Branco/2017, à insigne escritora portuguesa, Teolinda Gersão que, há tempos, dirigiu ao Senhor Presidente, as palavras reproduzidas na imagem que ilustra esta carta, e que, já agora, aproveito, para fazer também minhas.

 

A atribuição deste prémio a uma das vozes críticas à imposição, que V. Excelência sabe ser ilegal e inconstitucional, da ortografia brasileira aos Portugueses, nomeadamente às crianças portuguesas, as mais enganadas e prejudicadas com esta atitude incompreensível à luz de todas as razões, além de ser merecida, do ponto de vista literário, pois Teolinda Gersão é uma fabulosa artesã da Língua Portuguesa, constitui uma bofetada bem assente na cara de todos aqueles que, por motivos obscuros, teimam em trocar a qualidade pela quantidade, estando, com isto, a servir de pasto à ignorância, se me permite esta expressão menos erudita.

 

A de tristeza, diz respeito à tragédia dos fogos que consumiram vidas humanas a fauna e flora portuguesas, de um modo brutal, irracional, inconcebível, jamais visto, e que deixou a Europa e o mundo estupefactos. Como é que num país territorialmente tão pequeno, foi possível uma tragédia desta dimensão? Mais um caso único português, para o Guinness World Records.

 

Pois bem, Senhor Presidente da República Portuguesa, foi com grande expectativa que, ontem, aguardei a comunicação de V. Excelência, ao País. Devo confessar que esperava mais do mesmo, como é hábito dos nossos governantes, que não costumam dar-nos nada de novo, muito pelo contrário.

 

Mas ontem, ontem, dia 17 de Outubro de 2017, precisamente quatro meses passados sobre a tragédia de Pedrógão Grande, o senhor surpreendeu Portugal com o discurso mais notável, jamais proferido, por um Presidente da República Portuguesa, um discurso realmente digno de um Presidente da República Portuguesa, no qual demonstrou a força e o poder que um Presidente da República pode e deve ter, quando o País está à beira de se afundar num abismo de incompetências, de jogos de poder, de incapacidades, de um “brincar à política” nunca visto.

 

Ontem, o Senhor Presidente demonstrou ser o Presidente de todos os Portugueses quando, humildemente, pediu desculpas, sem ter culpas, pela tragédia sem precedentes, que se abateu sobre Portugal, atitude que o primeiro-ministro de Portugal não teve.

 

Pela primeira vez, um Presidente da República fez cair um governante que, ao que parece, já teria pedido a demissão, mas não a aceitaram, porque enquanto os “canhões” estivessem virados para o Ministério da Administração Interna, o primeiro-ministro continuaria em segurança.

 

Foi então que eu, e talvez milhares de Portugueses, com o mesmo sentido crítico e cívico, nos apercebemos de que se o Presidente da República quer, o Presidente da República pode, ou seja, ontem, V. Excelência mostrou que tem poder para influir na governação do país, quando ele está desgovernado.

 

Posto isto, e uma vez que Portugal está no mau caminho, no que respeita a outros Ministérios, como por exemplo, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (que é mais dos negócios dos estrangeiros, e tem Portugal suspenso por um fio de teia de aranha sob um abismo, no que respeita à Língua Oficial Portuguesa, que o PR tem o dever de defender); o Ministério da Cultura (que não sabe distinguir Cultura Culta de cultura inculta, e anda por aí a apoiar, para vergonha de Portugal, a selvajaria tauromáquica); o Ministério da Educação (que anda a enganar as crianças portuguesas, exigindo-lhes que aprendam uma ortografia que não é a portuguesa), para falar apenas nos que mais disparates têm feito, no que respeita à Língua, à Cultura e ao Ensino, três pilares que sustentam a alma portuguesa, porque nem só de pão vive o homem, venho solicitar ao Senhor Presidente, e tenho certeza, em nome de milhares de Portugueses que, da mesma forma que ontem veio a público, exercer o seu poder, para defender Portugal do descalabro total, e para que não tenha de vir novamente a público pedir perdão aos Portugueses, desta vez, com culpas redobradas, por ter deixado “queimar” a Língua Portuguesa, num fogo tão endoidecido, como o que fez arder mais de uma centena de Portugueses, uma vastíssima área das nossas florestas, incluindo o Pinhal de Leiria, património português, a nossa fauna, morta aos milhares, fábricas, culturas agrícolas, o que tornou Portugal muito mais pobre e negro, venha a público, defender também, com igual força e poder, a Língua Oficial Portuguesa, a Língua Portuguesa, consignada na Constituição da República Portuguesa, e que o Presidente da República Portuguesa tem o supremo dever de defender.

 

Senhor Presidente, V. Excelência sabe como a Língua Portuguesa anda por aí espezinhada, mal escrita, mal falada, mal ensinada. É que, em Portugal, não se escreve nem em Português, nem em acordês, mas sim num vergonhoso mixordês, que é isto mesmo que anda por aí a circular, como língua de uma nação europeia, um daqueles casos únicos, que fez entrar Portugal para o Guinness World Records.

 

Em Portugal, está-se a formar uma geração de semianalfabetos, aqueles que aprenderão os rudimentos da escrita e da leitura, mas nunca serão capazes de escrever, ler e compreender o que lêem, corrente e correctamente, a sua própria língua. Mas estão a aprender a escrever e a ler correctamente o Inglês, o Francês e o Castelhano, por exemplo.

 

E V. Excelência sabe que tenho razão. Basta olhar à volta, na nossa comunicação social (felizmente nem toda), e nos ofícios e mensagens estatais, tudo rabiscado na mais vergonhosa e pobre ortografia.

 

Aguardo, aguardamos todos, que V. Excelência use do poder que ontem demonstrou ter, para recomendar a demissão do MNE, do MC e do ME, porque não estão a servir Portugal, mas tão-só os interesses de grupos económicos obscuros.

 

Com os meus mais respeitosos cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:50

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 3 de Outubro de 2017

«TOURADAS: SOBRE A CORAGEM E A VERDADE NO SÉCULO XXI»

 

Um abominável artigo, sobre a abominável prática selvática da tourada, e o comentário de um amigo que subscrevo na íntegra

 

TOURO.jpg

É esta a verdade da selvajaria em pleno século XXI depois de Cristo

 

«Começo muito mal o dia, ao ler este artigo (?) de propaganda das touradas – um nojo!

 

Quem o escreve é a aberração humana que preside à Federação Portuguesa de Tauromaquia (?) – como é possível a existência de uma agremiação deste tipo em Portugal, nos dias de hoje?

 

O artigo é um insulto a todos os portugueses verdadeiros, ou seja, dignos desse nome!

 

Vi no Facebook o que se escreveu em 2015 sobre a aventesma – que tem o descaramento de agora o repetir, acobertado pelo Governo, e nomeadamente pelo Ministério da Cultura.

 

Os três primeiros comentários, que aprovo, dizem muito: do irracional autor e da vergonhosa cumplicidade da direcção do jornal.

 

(Este o teor de um e-mail que me foi enviado por um amigo)»

Faço totalmente minhas as palavras do meu amigo.

 

Espero, muito sinceramente, que o BE, o PEV e o PAN (uma vez que o PS, PSD, CDS/PP e PCP (farinha do mesmo saco) são a favor da TORTURA ANIMAL reprovem este «texto que nos envergonha e enxovalha, e lutem para que o OE2018 não contemple, nem com um cêntimo, o "abono" à dita Federação - é preciso não esquecer: em Portugal há milhares de crianças com fome

 

O abominável artigo pode ser lido aqui:

https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/interior/touradas-sobre-a-coragem-e-a-verdade-no-seculo-xxi-8816180.html 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:23

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 26 de Julho de 2017

CARTA ABERTA AO PROVEDOR DO TELESPECTADOR NA SEQUÊNCIA DE UM PROTESTO CONTRA TRANSMISSÃO DE TOURADAS NA RTP1

 

Na qualidade de cidadã, forçada a pagar a taxa audiovisual, e que, imbuída de espírito cívico e humanista, pugna pelos Direitos dos Animais Não-Humanos, apresentei um legítimo protesto ao provedor do telespeCtador, a respeito da transmissão de selvajaria tauromáquica na RTP1, que pode ser consultada neste link:

 

As touradas não são serviço público

 

Na sequência disso, recebi a seguinte carta que muitos mais cidadãos indignados e que também protestaram, igualmente receberam, e a qual me deixou bastante estupefacta.

 

Entretanto, veja-se neste vídeo a barbaridade que está em causa:

 

 

É a esta carta que responderei de seguida. (Os erros ortográficos nela incluídos são da responsabilidade do autor da carta)

 

Susana Odilia Martins Faria <susana.de.faria@rtp.pt>

17:18 (há 17 horas)

   

Para

mim

Exmo(a) Senhor(a),

Encarrega-me o Senhor Provedor do Telespetador [em Português: telespeCtador] de lhe transmitir a seguinte resposta:

 

“Recebi a mensagem que enviou para o meu endereço de correio eletrónico [em Português: eleCtrónico]. Ela traduz a sua adesão a uma campanha que terá, seguramente, as suas razões de ser. É, porém, uma campanha mal dirigida pois sobre a matéria em causa o Provedor do Telespetador [em Português: telespeCtador] não tem poder de decisão.

 

Para sua informação:

A RTP1 esta temporada vai limitar-se à transmissão de três touradas.

 

Sobre a transmissão de touradas pela RTP, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social já se pronunciou, bem como, anteriormente e sobre o valor cultural das mesmas, o Ministério da Cultura. Também sobre tais transmissões se pronunciou, mais do que uma vez, o meu antecessor.

 

Creio, assim, que para impedir a transmissão de touradas na RTP1 talvez tenha de obter legislação específica nesse sentido. Penso também que os argumentos (pró e contra) são suficientemente conhecidos. Cabe agora a palavra a quem tem capacidade legal de impor uma decisão.

m/ cumprimentos,

Jorge Wemans

Provedor do Telespetador[em Português: telespeCtador]

 

Susana de Faria Gabinete de Apoio aos Provedores

(+351) 217 947 087

 

***

Exmo. Senhor Provedor do TelespeCtador:

 

Fiquei deveras estupefacta com esta resposta que V. Exa. se dignou a enviar-me, a qual, de qualquer modo, muito agradeço.

 

Surpreendeu-me o seu conteúdo, pelos seguintes motivos:

 

Primeiro: o senhor diz que a campanha está mal dirigida, pois sobre a matéria em causa o Provedor do TelespeCtador não tem poder de decisão? Tem a certeza disso? O Provedor do TelespeCtador só não terá poder de decisão nesta matéria ou nas outras matérias também? É que se o Provedor do TelespeCtador não tem poder de decisão apenas nesta matéria, há algo suspeito por detrás desta impotência.

 

Segundo: o facto de a RTP1 esta temporada limitar-se à transmissão de três touradas, não justifica absolutamente nada. Três touradas significa a tortura ao vivo de 18 Touros e uns tantos Cavalos, animais sencientes e racionais (e não sou eu que o digo, mas sim biólogos de várias universidades do mundo, basta procurar na Internet esses estudos); três touradas significa que a RTP1 esbanja dinheiros públicos de um modo vil, indigno de uma estação televisiva evoluída, ainda que apenas transmitisse o vídeo que ilustra o que aqui está em causa: o sofrimento atroz de um ser vivo, torturado e transmitido ao vivo para uma minoria mentalmente deformada, constituída por sádicos e psicopatas (e isto não sou eu que digo, são as Ciências da Mente e do Comportamento Humano) que aplaudem o sofrimento, a estupidez, a crueldade e a violência gratuitas exercidas sobre seres vivos.

 

Terceiro: o que diz sobre os pronunciamentos da Entidade Reguladora para a Comunicação Social e sobre o valor cultural (não será mais para o coltural?) emitido pelo Ministério da Cultura vale zero, porque ambos os organismos têm ao leme aficionados subservientes a um lobby que manda e desmanda no Parlamento Português. Quanto ao antecessor de V. Excelência, na verdade, ele pronunciou-se contra a transmissão desta barbárie, mas o parecer dele não foi considerado. E ao não ser considerado ele só tinha uma coisa a fazer: demitir-se. Não o fez. As razões, levou-as para o túmulo.

 

Quarto: o senhor crê que para impedir a transmissão de touradas na RTP1 talvez se tenha de obter legislação específica nesse sentido. Pensa também que os argumentos (pró e contra) são suficientemente conhecidos, cabendo a palavra final a quem tem capacidade legal de impor uma decisão.

 

Ora acontece que o senhor tocou num ponto fulcral: todos nós sabemos que as leis em Portugal são elaboradas por incompetentes ao serviço de lobbies, e que legislam a favor destes e não a favor do superior interesse de um País, que todos gostaríamos de ver no rol dos países civilizados e evoluídos. E enquanto o poder legislativo estiver em mãos de aficionados, incompetentes e servis, a legislação específica será a de torturar e encher os bolsos com essa tortura, à maneira dos povos terceiro-mundistas. E isto é bastamente imoral.
 

Além disso, se a palavra final depende de quem tem capacidade legal para impor uma decisão, também estamos mal, uma vez que essa decisão está precisamente nas mãos de quem não tem capacidade, nem legal, nem outra, nem lucidez, nem bom senso, nem inteligência para discernir e chegar à conclusão de que a tauromaquia é uma prática indigna, cobarde, cruel, violenta imbuída da mais profunda estupidez, rejeitada por milhares e milhares de Seres Humanos evoluídos, por todo o mundo. Basta ver que em 193 países, apenas oito (e como é lamentável ver Portugal nesta listinha) mantêm essa prática como algo a que chamam “tradição, arte e cultura”, e que só classifica por baixo os governos que a apoiam.

 

Quinto: se o Provedor do TelespeCtador é impotente para transmitir à administração da RTP os protestos dos telespeCtadores (não telespetadores, porque nós não espetamos nada, quem espeta são os cobardes toureiros) em relação a um programa grosseiro, imbecil e inculto, que não transmite nada que seja humano, cultural ou educativo, e tal impotência o impede de cumprir o que está estipulado na Lei n.º 2/2006 de 14 de Fevereiro que no seu CAPÍTULO VII - A, Artigo 23.º-D, fala sobre as Competências do Provedor do Ouvinte e do TelespeCtador, nomeadamente as alíneas a) e b), que dizem o seguinte:

a) receber e avaliar a pertinência de queixas e sugestões dos ouvintes e telespeCtadores sobre os conteúdos difundidos e a respeCtiva forma de apresentação pelos serviços públicos de rádio e de televisão;

 

b) produzir pareceres sobre as queixas e sugestões recebidas, dirigindo-os aos órgãos de administração e aos demais responsáveis visados;

 

vai desculpar-me, mas então esse cargo só serve para sorver dinheiros públicos, é uma inutilidade, por isso, o mais digno a fazer é pedir a sua demissão, pois os Portugueses pagam-lhe um salário para PODER AGIR, e ser a voz de quem paga contrariado uma taxa audiovisual, e, portanto, deve ser bem servido; não é pago para NÃO PODER AGIR, e se o parecer de Vossa Excelência sobre as queixas dos telespeCtadores nada vale, o que está aí a fazer?

 

Com os meus cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:12

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Domingo, 16 de Outubro de 2016

A RTP1 desce ao mais baixo nível cultural, moral e social

 

(No passado dia 13 de Outubro) «a televisão pública portuguesa, que todos pagamos, mostrou "tradições! antigas em directo, tal como a da imagem. A ideia é massacrar touros e sangrá-los para mostrar bravura, segundo dizem, tal como há 300 anos. Além disso, viram-se adultos a picar uma mula para fora da arena (parece que eram os forcados de então). Como classificar este comportamento em pleno século XXI?

 

Até tenho medo de pensar que outras “tradições” antigas portuguesas a RTP possa decidir passar, sei lá, aquelas da inquisição, da expulsão de homens, mulheres e crianças, ou tão só o famoso 'água-vai' janela fora, do tempo do saudoso penico. Didáctico e cultural, pois então...»

 

(Adélia Gominho)

 

PICA MULA.jpg

 Dez cobardes adultos picam uma pobre mula, em directo na RTP1, já denominada Reles Televisão Portuguesa num Blogue...  

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1404581572904450&set=a.183111411718145.50128.100000578625219&type=3&theater

 

Para cúmulo, ouvimos que 53%, do orçamento do Ministério da Cultura (ou devemos dizer da Incultura?) vai uma vez mais para a RTP.

 

A contribuição audiovisual, que os portugueses são obrigados a pagar à força de ficarem sem electricidade em casa, também aumentou.

 

E para quê? Para transmitirem estes tristes programas terceiro-mundistas numa televisão que se diz ser de serviço público, dirigido a uma sociedade que se diz ser civilizada, num país que se diz ser europeu.

 

Que mais este governo tem na manga para insultar a inteligência dos Portugueses e esbanjar dinheiros públicos?

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:24

link do post | Comentar | Ver comentários (11) | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 29 de Outubro de 2015

Aula prática no "escola" de toureio

 

As imagens são chocantes. Cruéis. Desumanas.

 

O PACMA publica um vídeo gravado durante uma aula prática de uma Escola de Toureio de Madrid, na qual se mostra a extrema crueldade e selvajaria com que se tortura animais jovens, por jovens tauricidas.

 

(E PASMEM!)

O Ministério da Cultura espanhol acaba de conceder à escola de toureio Marcial Lalanda de Madrid, o Prémio Nacional de Tauromaquia, no valor de 30.000 €.

 

 

É isto que transmitem a crianças e jovens os que sofrem de uma doença incurável: crueldade, da qual apenas os Homens sofrem.

 

Com o aval das autoridades governamentais e da igreja católica (assim com letras minúsculas, porque mais não merecem).

Isto pertencerá à Moral, à Ética, à Civilização, à Evolução, à Cultura Culta, à Essência Humana?

 

É nesta barbárie destrutiva, cruel e violenta, e não em actividades construtivas, humanitárias e pacíficas que se esbanjam os dinheiros públicos.

 

Pobre humanidade desumana!

Isabel A. Ferreira

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:12

link do post | Comentar | Ver comentários (2) | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

 

Setembro 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Posts recentes

Ministério da Cultura (?)...

«Mais Dinheiros Públicos ...

«Ministério da Cultura Va...

Em Espanha: 80 mil pessoa...

Nova Carta Aberta a Mar...

«TOURADAS: SOBRE A CORAGE...

CARTA ABERTA AO PROVEDOR ...

A RTP1 desce ao mais baix...

Aula prática no "escola" ...

Arquivos

Setembro 2021

Agosto 2021

Julho 2021

Junho 2021

Maio 2021

Abril 2021

Março 2021

Fevereiro 2021

Janeiro 2021

Dezembro 2020

Novembro 2020

Outubro 2020

Setembro 2020

Agosto 2020

Julho 2020

Junho 2020

Maio 2020

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Direitos

© Todos os direitos reservados Os textos publicados neste blogue têm © A autora agradece a todos os que os divulgarem que indiquem, por favor, a fonte e os links dos mesmos. Obrigada.
RSS

Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

Comentários

Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação. 1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome. 2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas". 3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias. Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo. Em resumo: comente com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o seu comentário seja mantido.

Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt