Terça-feira, 15 de Junho de 2021

Não só a tauromaquia tem os dias contados, como os toureiros têm boas alternativas para as suas actuações, e os ganadeiros que vão plantar hortas e pomares, para passarem a ser úteis à sociedade…

 

Eu concordo com o que diz Inês Sousa Real, porque este é um tema que não é para levar a sério, e já nem sequer deveria ser destacado ou discutido nas televisões, por se tratar de algo obsoleto, obsceno, anti-ético, anti-civilização, anti-evolução.  Então, para ironia, ironia e meia.

 

Inês Sousa Real ironizou, e fez muito bem, porque isto só ironizando, uma vez que discorrer sobre este tema,  a sério, não tem ponta por onde se lhe pegue.

 

Para bailarinos os toureiros servem, para torturar Touros, não servem.

O ballet seria uma boa alternativa para eles, se já não tivessem outros ofícios e não andassem a viver à custa dos nossos impostos.

Morrer à fome, não morrerão.

 

Mas há mais a considerar.

 

Inês Sousa Real.png

 

Engane-se quem vê nestas palavras piadas homofóbicas, impróprias para uma deputada. Sejam realistas. Os toureiros põem-se a jeito, com aquela figurinha triste que fazem, vestidinhos com aquela fatiota idiota, de tempos que já lá vão. Lembram-se como se vestiam os reis Luíses de França? Há quanto tempo isso foi? Olhem se os reis hodiernos andassem ainda vestidos desse modo!!

 

EVOLUAM!!!!! Venham para o século XXI d. C.

 

Contudo, o problema das touradas não está nos “trajes de luces” e lantejoulas dos toureiros. Hoje, as touradas são uma actividade apenas de e para gentinha que ainda não evoluiu, e pior do que isso, que se RECUSA a evoluir.

 

E o que se passa numa tourada é o seguinte: os psicopatas (toureiros, montadores de Cavalos, bandarilheiros, forcados) torturam os Touros; e os sádicos assistem, aplaudem e babam-se de gozo. Tudo isto pertence ao foro das deformações mentais. E, sim, jamais um atrasado mental (não confundir com doente mental ou deficiente mental) reconhecerá o seu atraso. A abolição é o caminho, mas para tal, primeiro há que LIMPAR a Assembleia da República dos trogloditas que, nestes tempos hodiernos, ainda viabilizam esta prática bárbara, que o mundo civilizado rejeita.  

 

Deixo-vos com uma interessantíssima e realista descrição (que assino por baixo) do que é este mundinho tauromáquico, da autoria do Grupo

Juventude anti-tourada Portugal & Mundo

num comentário à publicação, no Facebook:

 

(…) Não se aplica, misturar homossexualidade ou simplesmente sexualidades com termos depreciativos ou ofensivos do jargão popular arcaico. Até porque estamos no tema tauromaquia, em fase de descarrego contra actividades seriamente nocivas a todos os níveis.

 

A moral (…)   perde-se logo (…) a defender a honra dos toreros e seus trajes.

 

Se são toreros, são também pessoas que não prestam, e alguém ainda não percebeu. Não lhes queremos mal fisicamente (e mesmo quando queremos não fazemos), é proibido.

 

São uns cobardes do pior, geralmente narcisistas e investidos de prepotência, além de sádicos, sofrem com uma grande lista de perturbações de personalidade, necrofilia e outras, que os tornam pessoas desprezíveis naquilo que fazem no físico dos animais. O diagnóstico psiquiátrico deles está feito e conclui que são uns maricas num mundo de fantasias. São duma infantilidade crónica, primária, tóxica, até porque geralmente são infectados desde crianças como se fosse hereditário e incontornável. Vestem o que lhes der mais jeito, passam mais vergonha por isso, cada vez mais ridículas figuras, com os seus paramentos de sacerdote carrasco da seita, do bando dos matatoros. É tudo parte da burla exaltada.

 

O que é que isso tem a ver com homofobias? Nada.

 

O mundillo dos tauricidas é machista, alguma dúvida? Não valem nada se não estiverem dentro do seu círculo de camaradas e compadrio.

 

A tauromáfia domina imensas famílias ricas dos agro-negócios, dos latifundiários, com parentela da nobreza extinta, "conservadora" e "tradicionalista", que mantém grande ligação e influência nas arcadas do poder dominante. Vivem em estranhas ilusões.

 

Não assumirem que o mal que provocam aos animais é incómodo para a sociedade e para eles mesmos, mostra o quanto são absurdos. Só nos dão desgostos. E continuam a achar-se no direito de continuar, indiferentes a tudo. Enquanto isso, pagamos todos.

 

Fonte:  https://www.facebook.com/photo?fbid=4624813704200182&set=gm.4196747883697292

***

 

Mas há mais. Vejam o que nos conta os  Marinhenses Anti-touradas

 

Largada de Touros em sSantarém.jpg

 

= UMA VERGONHA QUE TEM DE SER DENUNCIADA =

Há quem esteja a tentar fazer crer que não se realizou a largada de touros de sábado à noite em Santarém. Mas realizou-se, ainda que tenha terminado antes da hora prevista.

A imagem desta publicação mostra bem como estava a bancada.

Quem quiser saber mais sobre esta duplamente vergonhosa largada de touros, tem mais informações na publicação e respectivos links disponíveis em 

https://www.facebook.com/antitouradas/posts/4349599058406957 

 

Fonte: https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/4351674074866122/

 

***

É isto que as autoridades portuguesas permitem, indecentemente.

 

Isabel A. Ferreira

 

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:28

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Terça-feira, 6 de Abril de 2021

«Morreu [o Touro] Marismero. Mataram-no aos poucos…»

 

É difícil viver num País onde esta barbárie ainda é permitida por governantes trogloditas e  pela igreja católica.

 

MARISMERO.jpg


Marinhenses Anti-touradas

 

 «MORREU O MARISMERO. MATARAM-NO AOS POUCOS!»

Já ouviram dizer que aqueles touros que depois das touradas não seguem para o matadouro, mas para a ganadaria de origem, vivem muitos anos e são muito felizes para sempre? Esqueçam.

Sim, há meia dúzia de touros em Portugal que depois das touradas não seguem para o matadouro, porque os seus proprietários querem fazer mais umas experiências com eles e eventualmente passar a utilizá-los para padrear. E era este o destino que foi idealizado para o Marismero.

Acontece que o Marismero veio comprovar que um touro que passa pelos horrores de uma tourada fica ferido, debilitado e com a sobrevivência comprometida.

O Marismero nunca recuperou do que lhe fizeram na arena do Campo Pequeno em Agosto de 2020. E numa altura em que ainda estava extremamente debilitado por causa da tourada (com as suas capacidades físicas e as suas defesas abaixo do que seria normal se não tivesse sido toureado), foi corneado, ainda em Agosto de 2020, por outro touro.

Talvez porque o Marismero já tivesse anteriormente sido notícia mais de uma vez, e havia muita gente curiosa relativamente ao seu percurso, o Marismero teve direito a uma intervenção cirúrgica logo após a cornada mencionada, e as fotos da cirurgia vieram a público – acompanhadas de legendas como “Esta é a Ética das Touradas”.

Desde então, vários aficionados da tauromaquia foram perguntando pelo Marismero na página do Facebook da ganadaria. No entanto, pelo menos pela mesma via, nunca nenhum obteve resposta.

Quase 8 meses depois, foi hoje notícia a morte o Marismero.

Imaginamos o sofrimento deste indivíduo desde o dia em que foi carregado para uma tourada, em Agosto de 2020, até à data da sua morte – que se presume (?) que seja a de ontem.

Descansa finalmente em paz, Marismero. Desculpa!

(Notícia de hoje sobre a morte do Marismero em:

https://farpasblogue.blogspot.com/2021/04/morreu-o-toiro-marismero-de-murteira.html?fbclid=IwAR0YISU5JmtItwXm7_ObWf6oxhKriwCh-TMUDBJrspHXVGGTv9WQWCy3IWo

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/4131657476867784/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:52

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Terça-feira, 22 de Setembro de 2020

«Pergunta do Dia: onde e como aprendem os novilheiros portugueses a MATAR?»

 

Ao cuidado das autoridades competentes (?).

 

MATADOR.jpg

Por Marinhenses Anti-touradas

 

«Este jovem é aluno da Escola de Toureio da Moita. Já toureou em várias praças de touros em Portugal, Espanha e França. Não actuou na praça da sua terra na passada sexta-feira porque a “novilhada popular” onde o iria fazer foi cancelada por causa da chuva. Entretanto, ontem, actuou em Espanha. Aí, não só cravou bandarilhas em dois novilhos, como os matou na arena. Na foto, segura as orelhas de um dos animais que matou.



Acham que alguém se atreve a matar um animal num evento transmitido por um canal de televisão espanhol sem o ter feito anteriormente, vezes sem conta, em privado? Onde e como se matam bovinos em Portugal, como treino para eventos tauromáquicos que decorrem fora do nosso País?

 

Cumprir-se-á a legislação em vigor na matéria em causa?

Já toda a gente assinou a petição que pede à CMTV uma investigação jornalística sobre o lado menos visível da tauromaquia? Aqui: 👇
✅ https://bit.ly/3kAqp59 ✍️

E, se acharem importante, acrescentem a pergunta do dia bem no início do texto sugerido.»

 

Fonte: https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3587457517954452/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:57

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Domingo, 13 de Setembro de 2020

«Crianças nas Escolas de Toureio: Abusos e Mais Abusos»

 

pequenos toureiros.jpg

Por Marinhenses Anti-touradas


Ontem, foi notícia que um professor de uma escola de toureio espanhola andava a ABUSAR SEXUALMENTE dos seus alunos há vários anos. Entre as vítimas, há crianças de 11 anos. O professor, ex-toureiro, está agora em prisão preventiva, conforme explicado num comunicado da Polícia, em https://www.policia.es/prensa/20200911_1.html

Em Portugal há várias escolas de toureio, com alunos com idades a partir dos 6 ANOS. Ainda que em Portugal não tenham surgido, até à data, notícias de abusos sexuais, há claramente outro tipo de abusos:

- Há bovinos com POUCOS MESES DE IDADE a serem TORTURADOS e MORTOS;

- Há crianças que são praticamente obrigadas a torturar e a matar animais.

De resto, há podres e mais podres na indústria tauromáquica. Pensamos que uma investigação jornalística sobre tauromaquia pode contribuir para que mais pessoas se passem a insurgir contra a cruel e vergonhosa actividade.


Está activa uma petição/mensagem de pedido de INVESTIGAÇÃO CMTV que pode ser subscrita em ✅ https://bit.ly/3hxm1Ch ✍️ Gratos pela atenção.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3559279827438888/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:53

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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2020

«Touradas na RTP? NÃO!»

 

= TOURADAS RTP? NÃO! =

Por favor, assine e divulgue a Petição https://getmymsg.com/v/rqptf ✍️


Porque queremos que a Câmara Municipal do Cartaxo não apoie a Tourada RTP prevista para 28 de Agosto, e que a RTP deixe de emitir touradas.

 

Touradas RTP? NÃO!

 

Queremos que a Câmara Municipal do Cartaxo não apoie a transmissão da Tourada RTP prevista para 28 de Agosto, e que a RTP deixe de emitir touradas [porque é necessário e urgente EVOLUIR]

 

Destinatários:

provedor.telespectador@rtp.pt, casadopessoal@rtp.pt, pribeiro@cm-cartaxo.pt, famorim@cm-cartaxo.pt, etristao@cm-cartaxo.pt, pnobre@cm-cartaxo.pt, nnogueira@cm-cartaxo.pt, jgaspar@cm-cartaxo.pt, abernardino@cm-cartaxo.pt

 

Marinhenses Anti-touradas

 

RTP.jpg

 Isto é apenas uma sugestão de mensagem. Altera ou escreve uma tua:

 

Exmo. Senhor Provedor do Telespectador da RTP,

Exmo. Senhor Presidente da Direcção da Casa do Pessoal da RTP,

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo,

Exmo. Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal do Cartaxo,

Exmas./os. Senhoras e Senhores Vereadores da Câmara Municipal do Cartaxo,

 

Excelências,

 

Escrevo-lhes a propósito da emissão televisiva de touradas e da tourada RTP prevista para 28 de Agosto no Cartaxo.

 

A tauromaquia é uma actividade cruel e sangrenta cada vez repudiada nas sociedades modernas. A violência real que incorpora, reconhecida na legislação, é de tal ordem que nos cartazes das touradas consta a menção de que o espetáculo pode ferir a suscetibilidade dos espetadores” [que linguagem mais básica!!!!] e, em 2019, o Comité dos Direitos das Crianças da Organização das Nações Unidas recomendou a Portugal que afaste as crianças e os jovens menores de 18 anos da tauromaquia e “consciencialize os funcionários do Estado, os media e a população em geral sobre os efeitos negativos nas crianças, inclusive como espectadoras, da violência associada às touradas”.

 

Ademais, no contexto actual de pandemia COVID-19, e sabendo-se que, recentemente, nas touradas que tiveram lugar em Alcochete e em Vila Nova da Barquinha houve vários espectadores que não respeitaram as regras de distanciamento social e utilização de máscara, penso que seria prudente que a RTP, a Casa do Pessoal da RTP e a Câmara Municipal do Cartaxo respeitassem o princípio da precaução, não apoiando touradas, evitando assim um eventual impacto negativo das suas actividades na saúde humana.

 

Perante o exposto:

 

- Peço ao Senhor Provedor do Telespectador que registe a minha queixa a quanto à transmissão de touradas;

 

- Peço à Casa do Pessoal da RTP que desista de insistir na realização da tourada do dia 28 de Agosto, e que deixe de apoiar a tauromaquia. Certamente que serão muitos os associados da Casa do Pessoal da RTP e os telespectadores da RTP que agradecerão;

 

- Peço ao executivo municipal do Cartaxo que essa autarquia não apoie a Casa do Pessoal da RTP com vista à emissão televisiva da tourada do dia 28 de Agosto ou de outras. Tenho razões para acreditar que tal apoio já foi ou será solicitado, à semelhança do que sucedeu em Monforte, onde iria decorrer a tourada do dia 28 de Agosto se a respectiva Câmara Municipal não tivesse já retirado o apoio que chegou a estar previsto.

 

Agradecendo antecipadamente a atenção dispensada e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem que espero que seja positiva,

Com os melhores cumprimentos,

 Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3465023066864565/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:33

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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2020

Farpas Blogue diz, TVI desdiz: a tourada de 29 de Agosto não será emitida

 

A TVI só tinha a perder com a transmissão de tal barbárie.

Só têm duas opções: ou ficam-se por ser uma estação televisiva culta e moderna, ou por ser inculta e retrógrada. Para já, escolheram a primeira opção.

A ver vamos, no futuro.

 

TVI.jpg

 

Marinhenses Anti-touradas

 

= VITÓRIA: TVI INFORMA QUE NÃO EMITIRÁ A TOURADA DE 29 DE AGOSTO =

Ontem, 4/08/2020, um blogue tauromáquico avançou em primeira mão a notícia de que se iria realizar uma tourada TVI no dia 29 de Agosto (imagem da publicação, aqui marcada com “falso”). No mesmo dia, centenas de pessoas enviaram uma mensagem para a TVI, explicando que não queriam acreditar que fosse verdade que a TVI se iria associar à tourada em causa e pedindo a não emissão de touradas (Acção TVI sem touradas – https://getmymsg.com/v/vcmsu).

👏 A TVI está a responder que a publicação feita pelo blogue Farpas não corresponde à realidade e que não transmitirá a tourada em questão.


A quem participou na acção, não deixem, por favor, de agradecer a resposta: agradecer a informação de que a TVI não vai transmitir a tourada em questão e renovar o pedido de que a TVI não transmita touradas.



MUITO OBRIGADO A TODAS AS PESSOAS QUE PARTICIPARAM NA ACÇÃO “TVI SEM TOURADAS” 

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3443255879041284/?type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:52

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Sexta-feira, 31 de Julho de 2020

O Touro que se vê na imagem foi humilhado e torturado na arena do “campo pequeno”, em Lisboa, a capital terceiro-mundista de Portugal…

 

… e deixado a morrer lentamente, nos curros, sem lenitivos que lhe aliviassem o sofrimento atroz, enquanto aguardava que o transportassem para o matadouro…

 

Que destino mais cruel!

 

E chamam a isto cultura. E é isto que os deputados da nação do PS, PSD, PCP, CDS/PP e CHEGA apoiam com os nossos IMPOSTOS.

 

E a verdadeira cultura que se LIXE!

 

O que fazer? Não votar nesta gente!

 

Isabel A. Ferreira

 

LUXO.jpg

 

Marinhenses Anti-touradas

 

O Luxo já foi humilhado e torturado na arena do Campo Pequeno. Está agora nos curros, num sofrimento que nem conseguimos imaginar, a aguardar pelo transporte para o matadouro. Por este indivíduo e pelos restantes 5 que foram obrigados a participar na tourada que ainda está a decorrer na capital de Portugal, nada mais poderemos fazer. E pelo futuro de outros? Não custa tentarmos trazer mais gente para a causa da abolição da tauromaquia, pois não? O que acham de conseguirmos um programa de investigação sobre touradas e tudo o que de mais cruel se passa em torno das mesmas? Contamos com mais assinaturas em https://bit.ly/2X8YIHk? Muito obrigado!

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3426783844021821/?type=3&theater 

 

***

E é como diz Manuel Molinos, director-adjunto do JN, num artigo intitulado «Touradas, sim, futebol, não»

 

«É cada vez mais complexo perceber o puzzle que a covid-19 criou, quando todos os dias há peças novas e mais difíceis de encaixar.

 

As touradas estão de regresso com direito a vivas e olés do público que, aristocraticamente, se irá sentar no Campo Pequeno a assistir, com a mesma satisfação de sempre, à barbárie que ali se pratica sobre os touros.

 

Ironicamente, o retorno das corridas aconteceu no mesmo dia em que o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso foi ouvido no Parlamento sobre a morte de mais de 70 cães e gatos, durante um incêndio que atingiu dois abrigos ilegais do concelho. Há, portanto, sobre a vida animal, uma hierarquia política de sofrimento tragicamente diferente: morrer num fogo é mais grave do que ser torturado numa arena.

 

Já sabíamos também que as touradas ocupam um lugar especial na sociedade. Continuam a contar com o financiamento público. São uma festa de elite. Do que não estávamos à espera era que os aficionados fossem vistos como gente mais civilizada, dando garantias de respeitar o uso obrigatório de máscara e de manter o distanciamento social.

 

Só que o português que não é polido o suficiente para ir ao estádio ver um jogo de futebol é o mesmo a quem o Governo pede para fazer férias cá dentro, consumir produtos portugueses, frequentar restaurantes e usar os transportes públicos, à falta de melhor solução.

 

As políticas de desconfinamento não podem voltar a ter dois pesos e duas medidas, como aconteceu no passado com as manifestações de maio e os anúncios de festas partidárias. E muito menos, tal como no "Admirável Mundo Novo", transmitirem a ideia de que em Portugal há os "Alfas", com direito a tudo, e os "Ipsilones", para servir e obedecer

 

Fonte:

https://www.jn.pt/opiniao/manuel-molinos/touradas-sim-futebol-nao-12483508.html?fbclid=IwAR1Fumhjv0cAiOFfuky5LL93ILfdqbePXIV48YBG4eRpQOCxQ0tNafj1V-M

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

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Domingo, 5 de Julho de 2020

Fim de subsídios públicos à tauromaquia

 

Vejam como agir aqui: 📧 https://bit.ly/3iGSZBU =

Sabiam que, em Portugal, têm vindo a ser canalizados, ano após ano, milhões de euros de dinheiros públicos para a tauromaquia [ = tortura de Touros e Cavalos] ?

 

 Por exemplo, em 2019, a Câmara Municipal de Santarém destinou cerca de 20 mil euros às touradas. Quinze mil euros foram para a compra de bilhetes para oferta e o restante para pagar o seguro dos forcados locais. Choca-te? Então, façam qualquer coisa.

 

O Fim aos Subsídios Públicos à Tauromaquia está prestes a ser discutido em Plenário. Têm uma mensagem-tipo que podem enviar por e-mail para os grupos parlamentares. Está aqui: https://bit.ly/3iGSZBU

E aqui está a lista de dinheiros públicos que vão para a tauromaquia, elaborada pela Associação Animal:


http://www.enterrartouradas.org/images/Base_de_Dados_Dinheiro_Publico_TM.pdf?fbclid=IwAR1DxiojuBYi-naeaL7FiS_ySVlY1EnS7bp0j55qkL4TqhaeCEhOSjdP8m0

 

Marinhenses Anti-touradas

 

TOUROS SANTARÉM.jpg

 

Fonte: https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3353672761332930/?type=3&theater

 

Chegou o momento para dizermos aos deputados que elegemos o que queremos que eles façam exactamente.

 

Por favor, enviem as vossas mensagens para:


gp_ps@ps.parlamento.pt; gp_psd@psd.parlamento.pt; bloco.esquerda@be.parlamento.pt; gp_pcp@pcp.parlamento.pt; GPCDS@cds.parlamento.pt; pan.correio@pan.parlamento.pt; PEV.Correio@pev.parlamento.pt; gabinete@il.parlamento.pt; gabinetejkm@ar.parlamento.pt;

Com CC a: info@animal.org.pt



Exmos. Senhores deputados da Nação,


Está para ser discutida em Plenário, a Iniciativa Legislativa de Cidadãos cujo Projecto-Lei “sugerido” determina o fim dos subsídios públicos à tauromaquia.



É público e oficial que muitos órgãos do poder local oferecem (directa e indirectamente) subsídios para as actividades tauromáquicas, quando se sabe que, infelizmente, muitos portugueses estão em situação de desemprego, ou com empregos precários e situações de fome, incluindo crianças e idosos que não têm apoios sequer para as necessidades básicas. A maioria dos concelhos que disponibiliza dinheiro para as actividades tauromáquicas não dispõe sequer de um gabinete de apoio à vítima, e normalmente são concelhos onde existe muita pobreza.


 Nestes concelhos verifica-se igualmente falta de dinheiro para a manutenção e gestão dos Centros de Recolha Oficial de animais errantes, contudo, para as práticas violentas e cruéis da tauromaquia o dinheiro não falta, e isto é algo que ofende a sensibilidade de uma sociedade já evoluída, e que enquanto membro activo dessa sociedade, pretendo ver mudado.


A tauromaquia é uma actividade cruel, contra a qual o mundo civilizado se opõe, eu incluída, e recuso-me a pactuar com esta barbárie, como cidadã, que paga os seus impostos, e deseja veementemente que sejam gastos em prol do bem da sociedade, e não em tortura de seres vivos, para que uma minoria involuída possa divertir-se, por desconhecer os divertimentos civilizados.  

 

é sabido que esta prática é legal, porém, isto não significa que ela seja aceitável, e muito menos seja financiada com os meus impostos.  


Assim sendo, e independentemente dos interesses que Vossas Excelências defendem no Parlamento, no que respeita a esta prática bárbara, venho solicitar o fim do financiamento a esta actividade, e já agora, lembrar que a abolição da tauromaquia é da inteligência, uma vez que a tauromaquia é incultura, algo que é desadequado aos tempos hodiernos.

 

Ao eleger Vossas Excelências como meus representantes na Casa da Democracia, que essencialmente é a Casa do POVO, gostaria ainda de lembrar que numa Democracia o bem comum deve estar acima de todo e qualquer interesse privado.  

 

Esperando que Vossas Excelências tenham em consideração estas reflexões, e em nome do bem comum, se inclinem para o que a esmagadora maioria do povo português espera, ou seja, que seja decretado o fim dos subsídios públicos para a tauromaquia, envio os meus melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:39

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Sábado, 27 de Junho de 2020

«"Testes de Bravura a Campo Aberto”: Acosso e Derrube e Lances de Varas no Cachaço»

 

Um relato impressionante de cobardia, de crueldade, de violência cometidas contra inocentes, inofensivos e indefesos bovinos, em nome da estupidez em que a tauromaquia está assente.

Envergonho-me dos governantes e deputados da Nação, com assento na Assembleia da República (um lugar que devia ser de HONRA) cúmplices desta prática inominável, asquerosa, repulsiva, desprezível, digna de monstros  mas não de HOMENS.

 

E enquanto tivermos "gente" , também repulsiva, na Assembleia da República, a apoiar esta prática repugnante,  Portugal será um país terceiro-mundista, medievalesco, cavernícola e desprezível! 

 

Isabel A. Ferreira 

 

Garrochas Acosso e Derrube.png

 

 Por Marinhenses Anti-touradas

 

Em Portugal, praticam-se atrocidades nas ganadarias que não são do conhecimento geral. Entre estas, contam-se supostos testes de bravura dos bovinos machos.

Uma das modalidades dos supostos testes de bravura dos jovens bovinos que se pratica “a campo aberto” nas ganadarias de Portugal inclui acosso e derrube seguido de lances de varas no cachaço.

O Acosso e Derrube (também chamado de “acosso e derriba” ou, em espanhol, “acoso y derribo”) assenta na perseguição e inflicção de sofrimento a animais. Perseguem-se (acossam-se), espetam-se e fazem-se cair (derrubam-se) bovinos.

Os intervenientes principais, entre os que participam livremente, são pessoas montadas em cavalos. Cada uma destas pessoas está munida de uma vara longa que tem um comprimento de 2,5 a 3,7 m e uma ponta de metal que pica (e fere, obviamente).


Tudo decorre numa parcela de terreno duro, idealmente com 1500 metros de comprimento por 100 metros de largura, que se inicia num curral (designado por curral de saída) ou numa arena, e termina num outro curral (designado por curral de paragem), no qual os bovinos costumam pastar e dormir na(s) véspera(s) da cruel “prova”. Os bovinos referidos são machos com idades compreendidas entre 1 a 2 anos.

Os jovens animais começam por ser colocados em grupo no curral de saída (ou arena). Depois, cada um deles é separado do grupo e perseguido individualmente, em direcção ao curral de paragem, por, pelo menos, duas pessoas, auxiliar e garrochista, munidas das referidas varas.

Figura 2
A auxiliar força o bovino a correr ininterruptamente e sempre em frente pelo menos 500 metros, enquanto lhe vai batendo com a vara. Quando este, já a galopar, começa a evidenciar sinais de cansaço, a garrochista dá-lhe mais umas pancadas com a vara, até que faz o seguinte: espeta-lhe violentamente a ponta da vara/garrocha nos quartos traseiros na zona da anca, empurrando-o e levantando-o e derrubando-o. Este procedimento é repetido várias vezes.

Figura 3
É demasiado evidente que o acosso e derrube causa ferimentos e sofrimento neurológico e psicológico a estes seres sencientes. Como facilmente se percebe, origina também a morte a curto prazo de muitos deles. Uns morrem de imediato no local, por quebra do pescoço, por exemplo. Outros sofrem lesões graves, desde perfurações do ânus ou dos rins a fracturas nas pernas ou na coluna vertebral, que, mesmo que não os matem, ditam que sejam mortos. A morte (em breve) é também a consequência de uma nota negativa neste atroz teste.

Figura 4
A nota no teste ser negativa ou positiva, depende de diversos factores. O mais valorizado é a atitude do jovem bovino assim que se levanta, após cada queda, perante um incitamento a correr em direcção ao curral de saída. Assim sendo:

- Se o bovino tiver boa memória e resolver ignorar quem o está a provocar, tomando a decisão de dar meia volta e de se dirigir para o curral onde pastou e dormiu tranquilamente na véspera, na esperança de que aí o deixem em Paz, tem nota negativa;

- Se, pelo contrário, o raciocínio do animal for que se perseguir os indivíduos que o feriram talvez os consiga afastar e ver-se assim livre deles, é provável que tenha nota positiva.

Após uma nota positiva nos testes de acosso e derrube, é frequente que os bovinos tenham de suportar também testes de lances de varas no cachaço. Por vezes, estes testes decorrem logo ali, o que não quer dizer que não venham a ser repetidos também num tentadeiro (re-tenta).

Figura 5
Na imagem acima, percebe-se que o bovino que está a ser picado no cachaço, ainda está a sangrar das feridas que, uns minutos antes, lhe provocaram quando lhe espetaram a garrocha para o derrubarem.

Ao serem repetidamente picados, agora no cachaço, e até também mais atrás, por mais uma vara, que termina usualmente numa pirâmide quadrangular altamente traumática e lhes rasga e perfura a pele, a carne e os músculos, estes animais que estão a ser testados sentem dores fortíssimas. Fazendo por libertar-se da vara, empurram o cavalo montado pelo picador, o que faz com que a vara lhes perfure ainda mais o corpo e os deixe severamente feridos e enfraquecidos. Note-se que há indivíduos que são golpeados mais de uma dúzia vezes, consoante aquela que for a vontade do ganadeiro, de quem os resultados finais deste teste dependem sobremaneira.

Figura 6
Entre o que se faz aos cavalos do alto dos quais os picadores desferem estes golpes na parte mais dianteira dos bovinos, percebe-se que lhes vendam os olhos e lhes colocam um peitoral – que se sabe que é muito pesado e que lhes dificulta os movimentos. Não é difícil de perceber que os cavalos que são utilizados para este efeito ficam frequentemente com lesões, resultantes das investidas desesperadas dos bovinos, e, muitas vezes, das inevitáveis quedas.

Figura 7
Na sequência de todos estes testes referidos, há vários cenários possíveis. Refiram-se alguns. Há bovinos que sendo (ou não) ainda toureados “a campo aberto” ou no tentadeiro, e passando (ou não) por ainda mais testes no tentadeiro, ficam para sementais. Há outros que sendo (ou não) toureados algures na ganadaria, são mortos, sabe-se lá onde e como. Há também aqueles que passando (ou não) por ainda mais testes em tentadeiro, e sendo (ou não) ainda toureados na ganadaria, mas, neste último caso, sempre sem que lhes sejam cravados ferros, ficam destinados a, um dia, serem levados para uma tourada de praça.

O acosso e derrube tem uma certa visibilidade enquanto desporto equestre regulamentado praticado nalgumas comunidades autónomas de Espanha. Talvez por este motivo exista uma certa tendência para se pensar que já nunca se inclui, desde o século passado, nos testes de "bravura" feitos nas ganadarias. Mas inclui.

As figuras 2, 3 e 4 são imagens de acosso e derrube enquanto teste de bravura. Há registo de acções de formação recentes destinadas a maiorais e futuros maiorais cujos programas foram tornados públicos e dos quais faz parte a descrição das funções dos maiorais das ganadarias do Alentejo (Portugal) e da Estremadura (Espanha), incluindo no âmbito do acosso e derrube enquanto teste de bravura. Há até publicações relacionadas com tais acções de formação com descrições pormenorizadas sobre estes testes que, não restem dúvidas, ainda se fazem em Portugal.

Sejam quais forem os testes efectuados aos jovens bovinos, nada os justifica. Os próprios ganadeiros costumam concordar que "acertar na escolha de um bom toiro semental é quase uma 'lotaria'" (Manuel Pontes Dias, Ganadeiro) e "nem sequer é possível determinar se um toiro que parece ideal quando está na ganadaria irá manter as mesmas características em praça" (Vasco Brito Paes, Veterinário). Além disso, em Portugal, acossar e derrubar bovinos ou picá-los sem intenção de os derrubar, das formas acima descritas, não é legalmente permitido, seja no contexto referido, seja, por exemplo, por diversão, durante meros convívios no campo. É algo que deve ser investigado e passar a ser fiscalizado.

Ainda se vão conseguindo encontrar alguns vídeos na Internet com imagens muito duras de derrubes de bovinos. Segue-se um vídeo dos menos difíceis de visualizar, onde se assiste a acosso e derrube na Herdade das Esquilas, Portugal.  
 
 

 
CAMPANHA ACTIVA: PEDIDO AO CANAL DE TELEVISÃO CMTV. NÃO EMISSÃO DE TOURADAS. INVESTIGAÇÃO SOBRE O LADO MAIS OCULTO DA TAUROMAQUIA.
ASSINA AQUI: ✍️ https://getmymsg.com/v/vwkps
 
 
Fonte: 
https://mgranti-touradas.blogspot.com/2020/06/testes-de-bravura-campo-aberto-acosso-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+MarinhensesAnti-touradas+%28MARINHENSES+ANTI-TOURADAS%29

 
publicado por Isabel A. Ferreira às 16:40

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Terça-feira, 23 de Junho de 2020

O hospício é o lugar adequado para quem pratica, apoia e aplaude a barbárie tauromáquica

 

Marinhenses Anti-touradas

 

Nada como treinar com javalis e só depois passar aos testes de bravura deste género a jovens bovinos, com o suposto intuito de verificar se estes últimos servem para ser levados para touradas. É importante que um canal de televisão investigue o lado mais oculto da tauromaquia. Colabora num par de segundos. Aqui:
👉 https://bit.ly/37TS9MR

 

Imagem: João Augusto Moura (sobrinho de João Moura) a derrubar um Javali, com o auxílio de uma vara com um aguilhão na ponta:

 

COBARDIA.jpg

 

Fonte:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3312719222094951/?type=3&theater&ifg=1

 

(Nota: a publicação é do Grupo Marinhenses Anti-touradas. O título é da autora do Blogue).

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:38

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