Domingo, 24 de Outubro de 2021

A crueldade das touradas

 

As imagens dizem tudo  

 

Crueldade, cobardia, estupidez, violência, aberração, psicopatia, sadismo, tudo isto classifica o que se vê neste vídeo. A tourada é uma actividade sanguinária praticada em várias cidades de qpenas oito países terceiro-mundistas, em que Portugal se inclui.

 

Centenas de milhares de Touros morrem todos os anos, em Portugal, na Espanha e França (que pertencem à Europa civilizada, não sabemos como…); e na Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e México.

 

Há quem pretenda que isto seja “arte”, “cultura”, “património cultural imaterial”, «bem de interesse cultural" e se perpetue indefinidamente… Mas quem assim pretende, é portador de uma mente DEFORMADA.

 

Mas o ano de 2013 é o ano limite…

 

Vamos ver se entre os governantes dos referidos países tauricidas há Homens Inteiros…  

 

***

 

Arsénio Pires, deixou um comentário ao post A creldade das touradas às 14:42, 2013-01-22.

Comentário:

 

Imagens da realidade tauricida difíceis de contemplar! Imagens de horror que só mentecaptos, psicopatas e sádicos poderão classificar de "cultura"! Quem pode ficar insensível perante tal atrocidade? Quem poderá contemplar tal VERGONHA HUMANA sem se conter e gritar: - ABAIXO com as touradas! Acabemos com esta "coisa" que rebaixa o Homem ao mais ínfimo grau de todos os seres vivos! Nenhum animal IRRACIONAL é capaz de tal atitude de divertimento com o sofrimento e morte de seres vivos e sensíveis! E o Homem é que é RACIONAL? Onde está a RAZÃO? Estamos no séc. 21 e 2013 é o ano do fim desta VERGONHA MUNDIAL! ABAIXO com as touradas! TAURICIDAS, mudem de rumo e deixem de viver à custa do sangue de seres indefesos!

 

***

 

É absolutamente inconcebível que tais imagens ainda façam parte da vida dos dias de hoje, Arsénio.

 

É inacreditável que governantes permitam tal demência nos seus países, com a cumplicidade de uma Igreja Católica que abençoa os tauricidas.

 

É imoral. É cruel. É violento. É macabro!

 

Morra atourada!! Morra a psicopatia e sadismo taurinos!  

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:29

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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2021

Cristina Rodrigues, deputada não-inscrita, propõe fim das touradas e reconversão das praças de Touros

 

Eis algo que pode fazer sair Portugal do rol dos países terceiro-mundistas. A saber: Portugal, Espanha, França, México, Colômbia, Peru, Venezuela, Equador e Costa Rica".

 

Cristina Rodrigues apresentou, ontem, na Assembleia da República, um projecto de lei, no qual propõe a abolição das touradas e a criação de apoios para reconverter as praças de Touros em espaços culturais, através da aprovação em Orçamento do Estado de uma verba específica para esse efeito.

 

Cristina Rodrigues.jpg

A deputada não-inscrita Cristina Rodrigues

Foto: MÁRIO CRUZ/LUSA

 

Cristina Rodrigues justifica a necessidade de levar adiante este projecto «não só pelo crescente desinteresse da sociedade portuguesa na tourada e, por oposição, a evolução que tem ocorrido relativamente à protecção e bem-estar dos animais e ao crescente reconhecimento dos seus direitos, sendo a tourada um evento que já não deve ter lugar nos dias de hoje».  

 

Cristina Rodrigues considera ainda que é «urgente que Portugal dê mais este passo e deixe de integrar o reduzido grupo de países que ainda admitem esta actividade bárbara, considerando que «a tauromaquia é uma actividade que tem vindo a sofrer um grande declínio, existindo cada vez menos pessoas, em Portugal e no mundo, a concordar com a utilização de animais para fins de entretenimento".  

 

Cristina Rodrigues salienta que a tauromaquia, para além da dor física, provoca no Touro um elevado nível de stress e que, apesar de os animais não morrerem na arena [excepto em Barrancos, legalmente, graças ao ex-presidente Jorge Sampaio, e em Monsaraz, ilegalmente, graças ao fechar-de-olhos das autoridades, que apesar de se dizerem competentes, são de uma incompetência inacreditável!] são abatidos dias depois, se coincidir com um feriado ou fim-de-semana, por os matadouros estarem fechados, ficando os animais a sofrer e as morrer lentamente, uma vez que nas praças não há condições para os abater depois das corridas.  Assim é que é.

 

Cristina Rodrigues refere também que a Lei de Protecção aos Animais «consagra no n.º 1 do artigo 1.º, expressamente, a proibição de todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal».

 

Acrescente-se que esta Lei não considera ANIMAIS os Touros e os Cavalos envolvidos nas touradas. Se considerasse, não haveria touradas, uma vez que estas são tortura pura para os desventurados Touros e Cavalos.

 

Cristina Rodrigues considera que a excepção às touradas, prevista nesta lei, só vem confirmar que o legislador estava bem ciente de que se trata de maltratos injustificados, e citando o estatuto jurídico dos animais, salienta que esta legislação "determina expressamente que os animais são seres vivos dotados de sensibilidade e objecto de protecção jurídica em virtude da sua natureza".

 

Cristina Rodrigues dá ainda como exemplo a aprovação, pelo Parlamento Europeu, de uma emenda para que os fundos da Política Agrária Comum não sejam usados para apoiar a reprodução ou a criação de Touros destinados às actividades tauromáquicas, e lembrou igualmente a proposta de José Manuel Fernandes (PSD) e de Gérard Deprez, que pediam que os fundos não fossem usados para financiar as actividades letais da tauromaquia.

 

Posto isto, esperamos todos que os restantes deputados da Nação, tenham em consideração esta exposição da Deputada não-inscrita, Cristina Rodrigues, e rumem em direcção à EVOLUÇÃO.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:28

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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2021

Tauromaquia em franca decadência, em Portugal e no mundo…

 

Como todos sabemos, a tauromaquia tem os dias contados, não apenas na Península Ibérica, como no mundo, porque não sendo esta coisa nem arte nem cultura, apenas se encaixa numa prática bárbara tortura de seres vivos, que, nos tempos que correm, já não faz mais sentido em parte alguma do mundo civilizado.

 

Em Portugal, já foram encerrados três antros de tortura: em Viana do Castelo, Póvoa de Varzim e Albufeira.

 

Em Espanha, Colômbia e México  várias localidades declararam-se anti-touradas.

 

Mas há mais notícias boas.

 

VIANA DO CASTELO.png

PÓVOA DE VARZIM.png

ALBUFEIRA.png

ARMENIA - COLÔMBIA.png

Sobre esta praça de Touros ler mais aqui:

https://www.elespectador.com/noticias/nacional/antigua-plaza-de-toros-el-bosque-de-armenia-se-convertira-en-un-megavivero/?fbclid=IwAR0wPGilAfWA3-F1A7wx5hA8cc91sBUeXfqEoPvUCu3-a9_PHds8tGI3iPQ

 

Anti-Touradas.jpg

 

Marinhenses Anti-touradas

 

  • Boas notícias vindas de Espanha: Espartinas é declarada cidade anti-touradas. 

    Enquanto estivermos no governo não se autorizará nenhum tipo de actividade tauromáquica.

    Tal como fizemos um dia com os circos, proibiremos quaisquer actos relacionados com maltrato animal. E a tauromaquia é maltrato animal”.

    Fonte: https://sevilla.abc.es/.../sevi-espartinas-declara-pueblo...

in: 

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3987768987923301/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:00

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020

Tauromaquia: matador de 13 anos, mesmo estando doente, participou numa tourada no México e desmaiou enquanto actuava

 

Até onde chega a irracionalidade dos responsáveis pelo bem-estar das crianças em Portugal!

 

Tomás Bastos, tem apenas 13 anos, é bezerrista, aluno do antro de toureio de Vila Franca de Xira (Portugal). Está no México há cerca de duas semanas, e por lá tem andado a torturar e a matar bezerrinhos, para divertimento, já se sabe, dos sádicos e psicopatas (nunca é demais repetir).  Algo que daria para pôr na prisão quem tal malvadez permite. E não estou só a referir-me à malvadez para com o bezerrinho, mas também ao requinte de malvadez que é treinar crianças para matar, cruelmente, seres vivos, inocentes, inofensivos e indefesos como são os bezerrinhos.

 

No passado sábado ao participar em mais um evento selvático, passou-se o que o Farpas Blogue refere nesta notícia:

"𝘚𝘦𝘯𝘵𝘪𝘢 𝘥𝘰𝘳𝘦𝘴 𝘥𝘦 𝘦𝘴𝘵ô𝘮𝘢𝘨𝘰, 𝘷ó𝘮𝘪𝘵𝘰𝘴 𝘦 𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢 𝘥𝘪𝘢𝘳𝘳𝘦𝘪𝘢. 𝘔𝘦𝘴𝘮𝘰 𝘢𝘴𝘴𝘪𝘮 𝘲𝘶𝘪𝘴 𝘵𝘰𝘶𝘳𝘦𝘢𝘳", 𝘤𝘰𝘯𝘵𝘢-𝘯𝘰𝘴 𝘰 𝘱𝘢𝘪. 𝘌 𝘢𝘤𝘳𝘦𝘴𝘤𝘦𝘯𝘵𝘢: "𝘘𝘶𝘢𝘴𝘦 𝘴𝘦𝘮 𝘧𝘰𝘳ç𝘢𝘴, 𝘴𝘢í𝘶 𝘢𝘰 𝘲𝘶𝘪𝘵𝘦 𝘯𝘰 𝘯𝘰𝘷𝘪𝘭𝘩𝘰 𝘥𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘢𝘭𝘵𝘦𝘳𝘯𝘢𝘯𝘵𝘦 𝘦 𝘵𝘰𝘶𝘳𝘦𝘰𝘶 𝘱𝘰𝘳 '𝘨𝘢𝘰𝘯𝘦𝘳𝘢𝘴'. 𝘕𝘰 𝘴𝘦𝘶 𝘯𝘰𝘷𝘪𝘭𝘩𝘰, 𝘧𝘦𝘻 𝘶𝘮𝘢 𝘱𝘰𝘳𝘵𝘢-𝘨𝘢𝘪𝘰𝘭𝘢 𝘦 𝘵𝘰𝘶𝘳𝘦𝘰𝘶 à '𝘷𝘦𝘳ó𝘯𝘪𝘤𝘢'. 𝘋𝘦𝘱𝘰𝘪𝘴 𝘷𝘰𝘭𝘵𝘰𝘶 𝘢 𝘴𝘦𝘯𝘵𝘪𝘳-𝘴𝘦 𝘮𝘢𝘭 𝘦 𝘥𝘦𝘴𝘧𝘢𝘭𝘦𝘤𝘦𝘶. 𝘔𝘢𝘴 𝘳𝘦𝘤𝘰𝘮𝘱ô𝘴-𝘴𝘦 𝘦 𝘢𝘪𝘯𝘥𝘢 𝘵𝘰𝘶𝘳𝘦𝘰𝘶 𝘥𝘦 𝘮𝘶𝘭𝘦𝘵𝘢". (Farpas, 24/11/2020)

Isto é simplesmente revoltante, repugnante, desprezível, vil, imoral, e todos os demais adjectivos quejandos, que existem na Língua Portuguesa, para qualificar tais actos abjectos...

 

E pensar que tudo isto é apoiado pelos  governo,  parlamento, igreja católica, comissão de protecção de crianças e jovens de Portugal, irresponsáveise incompetentes.

 

Tenham vergonha, e tomem atitudes RACIONAIS! Para irracionais bastam os que atiram as crianças para a crueldade e a violência tauromáquicas. Este é um acto CRIMINOSO que deve ser levado ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem e ao Comité dos Direitos da Criança da ONU.

 

Elmatador de 13 anos.jpg

 

Entretanto, Tomás Bastos esteve hospitalizado, mas já regressou aos treinos, para continuar a torturar e a matar bezerrinhos, cruelmente.

 

Eis um desabafo de uma vila-franquense, repleto da mesma indignação e desespero de todos os que abominam esta prática selvática, ainda mais praticada por uma criança, a quem não deram oportunidade de ser criança.  

 

«Este miúdo é filho do bandarilheiro, forcado frustrado e ex-matador-que-nunca-foi, sobrinho do "matador" José Júlio e da minha terrinha, VFX.

Aluno da "escola", o covil de torturadores.

Nem tenho palavras para descrever o que sinto quando um pai coloca em perigo a vida de um filho.
Por muito menos a CPCJ tem retirado filhos aos pais/mães.
Se a criança tivesse morrido? Como é possível a insanidade deste pai?????

Ainda bem que não o encontro porque, juro que lhe dava uns socos😡😠😤

A indignação! O desespero. A impotência por não podermos proteger estes jovens, é atroz.

Fui aficionada. Conheço esta corja. (Maria de Lurdes Feitor Carapelho)

 

Fonte da notícia Marinhenses Anti-touradas:

https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3775253842508151/?type=3&theater&ifg=1

 

***

 

Para que não restem dúvidas quanto a maus-tratos a crianças. Ambas têm treze anos. Uma enveredou pela sublime arte musical, a outra pela abominável prática bárbara de tortura de seres vivos.

 

 Isto é ARTE:



Isto é BARBÁRIE:

BARBÁRIE.jpeg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/animalsaveandcareportugal/photos/a.158663654779721/707334086579339/?type=3&theater&ifg=1

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:37

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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2020

«Crianças e Tauromaquia: a opinião do Pediatra Mário Cordeiro»

 

Antes de passarmos ao vídeo, onde o Pediatra Mário Cordeiro, um dos mais conceituados Pediatras e Professores Universitários do nosso País, fala sobre o tema Crianças e Tauromaquia, deixai-me mostrar-vos uma imagem hedionda de uma criança a matar um tourinho, com uma expressão, já diabolizada, no rosto…

 

MATador.jpg

Este é o Tomás Bastos

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/animalsaveandcareportugal/photos/a.158663654779721/707334086579339/?type=3&theater&ifg=1

 

«Tomás Bastos é um menino de 13 anos de Vila Franca de Xira que desde os 9 anos de idade que tortura bezerras. Muito recentemente tornou-se num fenómeno no México pelo seu talento natural de matar e torturar animais - chamam-lhe menino prodígio.


Influenciado pelo pai a ver corridas de touros e a gostar de touradas, desde os 16 meses que brincava com os lápis de pintar como se fossem bandarilhas.


As imagens mostram este menino a assassinar dois inocentes que tiveram o azar de nascer para serem torturados e mortos por uma criança.

Quando é que deixou de ser obrigatório ensinar às crianças que torturar e matar animais era errado?
»
(Animal Save & Care Portugal)

 

***

Agora passemos ao vídeo:

Provedoria.jpg

Provedoria dos Animais de Lisboa

 

«MÁRIO CORDEIRO, NOSSO EMBAIXADOR DO PSIRA SOBRE OS EFEITOS DAS TOURADAS NO DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS   

Não somos nós que o dizemos, é um dos mais conceituados Pediatras e Professores Universitários do país, é a Ordem dos Psicólogos

http://recursos.ordemdospsicologos.pt/…/impac_psic_expo_ev_…


e o Comité para os Direitos das Crianças da Organização das Nações Unidas

https://news.un.org/pt/story/2019/10/1689632

Nós apenas concordamos. Por respeito pelos direitos das crianças e pelos direitos dos animais»

 

***

E depois disto, tirem as vossas conclusões.

Uma coisa é certa: os governantes portugueses são cúmplices deste crime de lesa-infância, e pior do que serem cúmplices, estão-se nas tintas para o que estas crianças deixaram de ser e de viver, para se transformarem em monstrinhos, que serão os monstros do futuro…  

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:57

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Terça-feira, 27 de Novembro de 2018

MINISTRA DA CULTURA RESPONDE AOS JORNALISTAS PORTUGUESES EM GUADALAJARA O QUE QUALQUER OUTRA PESSOA LÚCIDA RESPONDERIA

 

GRAÇA FONSECA.jpg

Graça Fonseca, Ministra da Cultura de Portugal, deslocou-se a Guadalajara (México) para inaugurar a já famosa Feira do Livro, em que Portugal foi o convidado de honra.

 

Pois não é que ali mesmo, aos jornalistas portugueses, mais preocupados em dar visibilidade aos trogloditas socialistas, do que à Cultura Literária, em Guadalajara, deram-lhes para perguntar à Ministra o que pensava sobre a proposta, ainda a ser (ainda a ser) dos socialistas, para mudar a selvajaria tauromáquica de cruelmente bárbara, para simplesmente bárbara, com a introdução do tal de velcro, como se isso resolvesse o problema da tortura dos desditosos Touros. Ao que a Ministra respondeu lucidamente que «uma coisa óptima de estar em Guadalajara é não ver jornais portugueses».

 

Grande resposta. Merecida resposta. Um bom jornalista não vai a Guadalajara falar de propostas trogloditas, num evento Cultural, que nada tem a ver com barbárie. Um bom jornalista, iria à Feira do Livro de Guadalajara, perguntar à senhora Ministra se a Literatura Portuguesa está no bom caminho, quando se sabe que a Língua Portuguesa está um caos, com a aplicação ilegal da grafia brasileira; ou se existe alguma política para a ajuda da tradução e divulgação de autores portugueses, para línguas estrangeiras; enfim, algo que condissesse com o que ali estava a passar-se. Porém, ir para ali falar das propostas de trogloditas foi a coisa mais a despropósito e parva que se possa imaginar. E a resposta só dia ser aquela.

 

E veja-se a tinta que corre por aí a este propósito, distorcendo o que Graça Fonseca quis dizer.

 

Só s de má-fé interpretariam o que se interpretou da declaração da senhora Ministra.

 

Na realidade, não ter de ver os jornais portugueses quando se está fora do País, é a melhor coisa do mundo, para quem, por ossos do ofício, diariamente tem de ler os jornais portugueses e de ver os noticiários televisivos.

 

Mas isto que a Ministra disse, qualquer pessoa diz quando vai para o estrangeiro. É o que eu digo quando vou para Espanha, para as minhas tertúlias literárias e artísticas, que alívio, estar longe dos noticiários televisivos e dos jornais portugueses, com as suas polemicazinhas alienantes, que têm como objectivo afastar o povinho dos grandes problemas que afectam o País.

 

E quando Graça Fonseca disse o que disse, compreendia-a perfeitamente. E o que entendi da declaração dela, foi que ela estava em Guadalajara numa missão CULTURAL, e como era bom estar, por uns dias, longe da INCULTURA, difundida exaustivamente pelos jornais e canais televisivos portugueses, aliás, quase todos descaradamente defensores da barbárie tauromáquica e mortinhos por ajudar os aficionados na sua cruzada de atirar a Ministra para a fogueira, visando a sua demissão.

 

Como a compreendi. Para mim, que não sou ministra, mas que também, por ossos do meu ofício, tenho de ver, ouvir e ler o que dizem os jornalistas portugueses, quando saio do país, é um alívio, não ter de os ver, ouvir e ler. É um alívio poder FUGIR à mediocridade instalada na comunicação social, que nos entra casa dentro diariamente. E isto é tão óbvio! E se os jornalistas enfiaram carapuças, o problema é deles, não é da senhora Ministra.

 

Uma vez mais, a senhora Ministra da Cultura, Graça Fonseca, esteve à altura do seu cargo, respondendo à letra, o que os jornalistas portugueses mereceram ouvir.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:04

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Quarta-feira, 6 de Junho de 2018

O ATRASO MENTAL QUE DESTRÓI INFÂNCIAS QUE MERECIAM MELHOR SORTE

 

Vídeo que mostra o que ocorreu durante uma largada de Touros, em Iriépal, povoado de Guadalajara (México) quando um Touro investiu contra um grupo de crianças, a quem não dão divertimentos humanos.

 

 

 

 Que futuro para estas crianças?

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:38

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Domingo, 14 de Janeiro de 2018

«TOURADAS E OUTRAS VIOLÊNCIAS CONTRA ANIMAIS NÃO-HUMANOS»

 

Joselene Barreto é uma cidadã brasileira que, fazendo uma busca pela Internet, ao procurar informações sobre a Figueira da Foz, chegou ao até ao meu Blog e decidiu escrever-me a seguinte carta, com o título supracitado, a qual aqui transcrevo com a permissão dela, juntamente com a resposta que lhe dei.

 

E isto para dizer que vale a pena lutar por esta causa, neste Blog, porque as mensagens aqui transmitidas chegam longe, e fazem eco, não só no Brasil, mas em mais 103 países espalhados por todos os continentes.

 

Obrigada, Joselene.

 

COLISEU FIGUEIRA.jpg

 A nódoa negra da Figueira da Foz, que diz do atrasado civilizacional desta cidade.

 

Carta de Joselene:

 

«Querida Isabel,

 

Não a conheço, mas li o que você escreveu sobre as touradas em Portugal e no mundo. É realmente uma coisa que muito me entristece. Parabéns pela coragem de levantar essa bandeira.

 

Sou brasileira, neta de portugueses nascidos em Porto e em Braga, e casada com um Português nascido em Esposende. Tenho orgulho que a região onde eles nasceram não participa desse horrendo massacre contra os touros.

 

Aqui no Brasil também praticam o tal do “rodeio”. Uma festa horrível, de origem norte-americana, onde os bois, novilhos e cavalos são tratados como lixo. No sul, Estado de Santa Catarina, na parte colonizada pelos portugueses dos Açores, praticam a tal Farra do Boi. Pesquise na internet e verá quão horrível é (nem tenho coragem de lhe contar, tamanho o sofrimento dos animais).

 

Eu e meu marido estamos pensando em voltar para Portugal, mas como moramos à beira mar, na cidade de Santos, litoral do Estado de São Paulo, gostaríamos de em Portugal também morar à beira mar. Por isto escolhemos a cidade de Figueira da Foz, no Distrito de Coimbra.

 

Mas qual foi a minha surpresa de, ao viajar virtualmente em Figueira da Foz através do Google Maps, me deparar com uma construção enorme, redonda, tipo um coliseu, e descobrir que se tratava de uma Praça de Touros.

 

Foi assim que cheguei até você. Pesquisando sobre touradas em Figueira da Foz e em todo o Portugal.

 

Achei a cidade muito bonita, mas fiquei com muita raiva do povo de lá acolher esse tipo de horror.

 

Isabel, você acha possível, uma vez que nos mudemos para Figueira da Foz, fazer alguma coisa contra essas touradas? Você teria alguma idéia? Também como posso fazer para me engajar com você nessa sua luta, uma vez morando em Figueira?

 

Como a polícia portuguesa trata os manifestantes a favor dos direitos dos animais, uma vez que o próprio governo dos municípios é a favor das touradas? Há violência polícia x manifestantes e até adeptos das touradas?

 

Você já pensou em pedir auxílio a alguma organização internacional para, “juntos”, ganhando forças, conseguirem “engatinhar”, e “começar” a conseguir algum resultado contra essa velhacaria? Pensei na Mercy for Animals, mais relacionada a animais do campo (gado).

 

Não conseguirei morar em Figueira e sempre passar à porta da Praça de Touros, apenas achando ruim, mas sem fazer nada contra.

 

Muito obrigada por sua atenção

Aguardo sua resposta. Não queria desistir de mudar-me para Portugal.

 

Bjs,

Josie (Joselene Lacerda de Oliveira Barreto)

Santos – SP/ Brasil»

***

A minha resposta:

 

Querida Joselene,

 

Agradeço a sua mensagem, que me tocou profundamente.

 

Não nos conhecemos, mas tal não é obstáculo para que estejamos em sintonia.

 

Realmente, as touradas são uma prática horrorosa, que envergonha a Humanidade do século XXI depois de Cristo.

 

É muito triste viver num país, embora seja o meu país, onde estes costumes bárbaros ainda se mantêm enraizados, por culpa de governantes incultos, portadores de um descomunal atraso civilizacional.

 

Eu nasci em Portugal, mas fui para o Brasil com dois anos, passei a minha infância, adolescência e juventude, cá e lá, e quase toda aminha família é brasileira, portanto podemos considerar-nos irmãs.

 

Sei que no Brasil também praticam o chamado “rodeo” e as hediondas vaquejadas, com grande sofrimento para os animais. Tenho lutado também pela abolição dessas práticas importadas dos EUA. Conheço também a idiota Farra do Boi, uma prática oriunda dos Açores, onde ainda se praticam, em algumas ilhas, as imbecis touradas à corda, as quais conspurcam o belo Arquipélago dos Açores. Luto pela abolição de todas estas monstruosidades.

 

Fico feliz por o Porto, Braga e Esposende não estarem no rol dos municípios atrasados civilizacionalmente. Eu nasci em Ovar, uma cidade do Distrito de Aveiro, que também está limpa do lixo tauromáquico. Podemos orgulhar-nos das nossas terras de origem.

 

Em Portugal, existem 308 municípios e, destes, apenas cerca de 40 são medievalescos. Entre eles, infelizmente está a Figueira da Foz, uma bonita cidade, sim, mas manchada de lixo tauromáquico, com uma arena de tortura activa, que diz do atraso civilizacional da cidade.

 

Mas querida Joselene, existem muitas cidades à beira-mar, livres de touradas, no Norte do País e também no Sul.  

 

Na região de Esposende, por exemplo, terra do seu marido, existem belas praias e lugares paradisíacos para se viver, como Ofir, Belinho, Apúlia, e mais a norte, na região de Viana do Castelo (única cidade portuguesa que se declarou anti-tourada) existem sítios maravilhosos para morar, como Areosa, Vila Praia de Âncora, Afife, Moledo.

 

Mais para Sul, temos também lindas cidades à beira-mar, como Espinho. E no Concelho de Ovar, na zona da Ria, existem belas vivendas com vista para a própria Ria. Um lugar de sonho.

 

Não precisa de fixar-se numa cidade que, na época tauromáquica, suja-se com cartazes horrorosos, de propaganda à tortura de Touros e Cavalos.

 

Há muito tempo, vários grupos anti-tourada e pessoas como eu, individualmente, lutam pela Abolição da Selvajaria Tauromáquica, porque tal prática não passa disso mesmo. Todos os anos fazem-se manifestações na Figueira da Foz e nas restantes cidades atrasadas, para que os governantes evoluam e acabem com esta vergonhosa actividade medievalesca, que não passa de um insulto à civilização.

 

Não temos tido o sucesso desejado, embora cada ano que passa as touradas têm diminuído bastante, bem como também o número de adeptos, porque não estamos a lidar com pessoas normais. É gente completamente alienada, que optou pela ignorância, pois todos sabemos que a tauromaquia assenta em três bases: ignorância, estupidez e mentiras que, repetidas ao longo de séculos, tornaram-se verdades falaciosas para os que se recusam a evoluir.

 

Uma vez que escolha a Figueira da Foz para morar, como poderá fazer alguma coisa contra as touradas ou como se engajar comigo nesta luta? Boa pergunta.

 

Poderá fazer o que nós fazemos: insistir junto às autoridades locais   e governo central para que acabem com esta prática que envergonha a Humanidade e Portugal, diante do mundo civilizado.

 

A abolição desta selvajaria não está longe de acontecer. Já faltou mais. Porém, antes de limparmos os municípios deste lixo, temos de limpar a Assembleia da República Portuguesa dos deputados do PS, PSD, CDS/PP e PCP que, inacreditavelmente, estão lá para servir o lobby tauromáquico e não os interesses cultos do País. E isso é mais difícil de conseguir porque eles sentaram-se naquelas cadeiras com cola no fiofó. E a abolição passará por uma lei que acabe com este vergonhoso atraso civilizacional.

 

Quando há manifestações, a polícia portuguesa está claramente a favor dos carrascos dos animais e não a favor dos manifestantes que são pelos Direitos dos Animais, uma vez que os torturadores têm a lei pelo lado deles: é que em Portugal há uma lei retrógrada que permite que se torture Touros e Cavalos nas arenas, para divertir sádicos, porque os Touros e Cavalos não são considerados animais como os Cães e os Gatos, aliás, em Portugal, apenas os Cães e os Gatos são considerados animais, e têm uma lei que os protege, desde que não sejam “artistas” dos circos, ou de corridas. De resto, todos os outros animais, domésticos ou selvagens, podem ser exterminados, em Portugal, à vontade da crueldade dos seus criadores, caçadores e psicopatas.

 

Agora, raramente há violência nessas manifestações, em Portugal, exclusivamente porque os manifestantes animalistas rejeitam a violência, o que já não acontece com os torturadores que, sendo adeptos da tortura, por vezes, tentam atropelar-nos ou atacar-nos como atacam os Touros: cobardemente. Já aconteceu.

 

Quanto a pedir auxílio a estrangeiros, nós trabalhamos em conjunto com algumas organizações de Espanha, México e sul-americanas, no sentido de pressionar os governos dos respectivos países. Em Espanha, México, Equador, Peru e Bolívia tem-se conseguido óptimos. Portugal está mais atrasado, aliás como em quase tudo, porque mais atrasados têm sido os seus governantes, desde há muito tempo. Mas lá chegaremos.

Compreendo que não vá sentir-se bem morando na Figueira da Foz e ter de passar à porta da Praça de Touros, apenas achando ruim, mas sem fazer nada contra. É terrível esse sentimento.

 

Mas como lhe disse, se escolheu a Figueira da Foz apenas por ser uma cidade bonita e não por motivos de trabalho ou outros, há bastantes cidades bonitas, à beira-mar, livres do lixo tauromáquico, para nela poderem viver tranquilamente e civilizadamente.

 

Desde já lhe digo que lutar contra blocos de cimento armado não é nada fácil. Temos a certeza de que um dia esses “blocos” cairão como tordos, porque um dia é da caça e outro do caçador. Sempre foi e sempre será assim.

 

Não desista de Portugal. É um país lindo e maravilhoso para se viver, desde que não seja em cidades conspurcadas com lixo tauromáquico e atrasadas civilizacionalmente.

 

Espero ter-lhe sido útil.

 

Beijinhos, Joselene,

 

Isabel A. Ferreira

 

***

Entretanto, recebi, hoje, uma mensagem da Joselene, a dizer o seguinte:

«Primeiramente gostaria de agradecer por sua resposta. Ela foi elucidativa a ponto de eu e meu marido desistirmos totalmente de nos mudarmos para Figueira da Foz. Como mencionou, há outros destinos em Portugal, provavelmente até mais lindos do que Figueira da Foz (que, à primeira vista, apenas virtualmente, pareceu-me linda)». (Joselene)

 

Sim, a Figueira da Foz é apenas virtualmente linda. Nenhuma cidade é plenamente linda, quando promove a selvática tortura de Touros e Cavalos.

 

Um dia, a Figueira da Foz libertar-se-á deste estigma, e tornar-se-á uma cidade realmente linda e digna de albergar cidadãos cultos e civilizados, quando assim o quiserem, os governantes. (IAF)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:41

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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

A HISTÓRIA DE OTTO, O TOURO

 

O que é uma corrida de touros? O que acontece exactamente ao touro nos minutos que dura a "festa"? E depois? Neste vídeo elaborado pelos amigos da Activismo por el mundo animal-Ama encontrarão as respostas.

 

 

AnimaNaturalis México

Os amigos de Activismo por el mundo animal - AMA, criadores do vídeo, consultaram diversas fontes de informação durante longo tempo, tais como: testemunhos de Médicos Veterinários Zootecnistas, entrevistas com toureiros e ex-toureiros, além de todos os documentários que estão na web (Como Toros Si Toreros No), bibliografia tauromáquica onde se descreve o tratamento dos touros (que eles chamam de "lide") como o de Néstor Luján chamado "Tauromaquia", ou o de Manuel Cobaleda chamado "El Símbolismo del Toro"; também foi consultada uma série de fontes confiáveis ​​de autores anti-touradas, como Rius e o seu trabalho "Toros si, Toreros no", e Fernando Álvarez com "La verdad sobre los toros". A verdade está à vista de qualquer pessoa e esta é que a tourada é uma prática cruel, violenta e anacrónica que tem os dias contados. Embora os tauricidas neguem as práticas aberrantes a que sujeitam os touros, existem muitos documentos e material que contam a verdade.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:04

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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017

SENHOR PRIMEIRO-MINISTRO, QUER SABER O QUE DIZEM OS ESTRANGEIROS SOBRE A SUBMISSÃO DE PORTUGAL AO BRASIL NA QUESTÃO DO AO90?

 

Sei que não quer saber. Não está interessado. Se estivesse, não faria orelhas moucas aos numerosos apelos dos mais eminentes intelectuais dos países lusófonos que, energicamente, rejeitam o AO90, por este ser a maior fraude de todos os tempos.

 

Mas ainda assim, vou contar-lhe o que se passou no passado fim-de-semana… em Espanha…

 

MULTICULTURALISMO.jpg

Origem da imagem: Internet

 

… quando participei numa espécie de “tertúlia”, realizada num lugar frequentado por escritores, poetas, jornalistas, artistas plásticos, cineastas (sendo o mais famoso que por lá passou, o genial Mel Gibson) actores e também pessoas absolutamente comuns, com as mais diversas profissões, enfim, um lugar onde se discute e se troca Culturas, Artes, Literaturas, Ideias, Ideais e Políticas comuns, ou menos comuns… enquanto fazemos as refeições.

 

Como sempre acontece, sou a única cidadã de nacionalidade portuguesa, que pára por aquelas paragens, com a frequência possível. Nunca encontrei lá as mesmas pessoas.

 

Desta vez estava representado o México, Suíça, várias regiões de Espanha e Portugal (eu). E adivinhe, senhor primeiro-ministro, qual foi o teor de uma das conversas: Portugal e a sua Língua, que nenhum dos presentes dominava. Comunicámo-nos em Castelhano e Inglês.

 

Então, aproveitei a ocasião para sondar aquelas pessoas, viajadas, cultas e conhecedoras do mundo, acerca do que pensavam sobre um país, que foi colonizador (tal como Espanha), vergar-se ao ex-colonizado (Brasil) adoptando a ortografia brasileira, destruindo, por completo, as raízes latinas, e a integridade de uma das mais belas línguas indo-europeias - a Língua Portuguesa.

 

A estupefacção foi enorme!

 

Os Mexicanos, que se encontravam presentes, e que foram colonizados por Espanha, consideraram rara esta submissão; os Espanhóis, que colonizaram parte das Américas do Sul e Central, disseram que era raríssimo o ex-colonizador absorver a língua alterada do ex-colonizado, a Espanha jamais o faria; da Suíça veio uma interrogação que me deixou surpreendida, porque existe a ideia de que os Brasileiros têm uma língua, e os Portugueses têm outra língua  «Portugal está a adoptar o brasileño?» Assim mesmo: o brasileño.

 

Exactamente. Portugal está a adoptar o brasileño. Disse eu. E acrescentei: «Mas isto nem é raro, nem é raríssimo. Isto é caso único na História de toda a Humanidade. Conhecem algum país (ex) colonizador que tivesse adoptado a Língua do (ex) colonizado?»

 

Ninguém conhecia. Bem puxámos pela memória. Mas não há memória de uma coisa assim…

 

Pois é, senhor primeiro-ministro. Não tive como defender o governo de Portugal e esta sua política de vassalagem. Nem podia. Deixei bem vincada a minha repulsa, e o descontentamento de milhares de Portugueses, o qual, doravante, aquelas pessoas terão agora oportunidade de espalhar por onde passarem…

 

Desta vez, não pude salvar Portugal de ser amesquinhado.

 

Por vezes, acontece estar eu naquele lugar, onde predomina o multiculturalismo, e Portugal vem à baila, e alguém se lembra de o apoucar, então eu, imbuída de um patriotismo à la Padeira de Aljubarrota, defendo-o com as garras de fora.

 

Mas no que respeita à desveneração que o actual governo português e o presidente da República consagram ao símbolo maior da nossa identidade, a Língua Portuguesa, eu nada posso fazer.

 

Envergonho-me deles (do governo e do PR que temos). E disse-o lá, bem alto...

 

De resto, faço o que posso e sei, para que Portugal possa regressar à sua origem linguística europeia.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 19:16

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