Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2021

Site tauromáquico avança com a notícia de que a Praça de Touros de Albufeira vai fechar definitivamente

 

Isto a ser verdade é fantástico!

 

As touradas em Albufeira eram a nódoa negra daquela região, frequentada por estrangeiros, mas também por Portugueses, que se estão nas tintas para esta prática troglodita que, ao contrário do que se lê na imagem, em nada servia os jovens, mais inclinados que estão para os festivais de música de Verão, e muito menos os turistas que frequentam as belas praias de Albufeira, e não vão enfiar-se num antro, para ver torturar Touros e Novilhos.

 

Albufeira não perde absolutamente nada.  Muito pelo contrário, Albufeira ganha muito mais prestígio por se ter livrado deste costume bárbaro, e por dar lugar à evolução.  Albufeira só tem a ganhar com este passo em direcção à civilização.

 

Até que enfim!

 

Muito se deve ao médico-veterinário Dr. Vasco Reis e ao seu grupo de activistas, que sempre se bateram por uma Albufeira livre de crueldade e violência e mais civilizacionalmente avançada.

 

Quanto a mim, já não terei o trabalho (eu e o meu pequeno grupo) de andar a rasgar e a pôr no lixo os panfletos de propaganda às touradas, que eram largados no chão, aos magotes, nos parques de estacionamento de acesso às praias e lugares turísticos, e junto aos restaurantes,  gerando lixo na via pública, e insultando a inteligência dos transeuntes e a sensibilidade das crianças com imagens de grande violência.

 

Também já não terei (eu e os meus netos) de fazer-de-conta que vomitamos sempre que passamos diante deste mono de tortura que desfeia aquela estância balnear do Algarve.

 

Melhores ares se respirarão em Albufeira, tal como já se respira em Viana do Castelo e Póvoa de Varzim, sem aquele fedor bafiento a urina, a bosta, a suor e a álcool, que empestava as redondezas.

 

Isabel A. Ferreira

 

Praça de Touros de Albufeira.jpg

Fonte:  https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3977140465652820/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:51

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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2021

Site tauromáquico avança com a notícia de que a Praça de Touros de Albufeira vai fechar definitivamente

 

Isto a ser verdade é fantástico!

 

As touradas em Albufeira eram a nódoa negra daquela região, frequentada por estrangeiros, mas também por Portugueses, que se estão nas tintas para esta prática troglodita que, ao contrário do que se lê na imagem, em nada servia os jovens, mais inclinados que estão para os festivais de música de Verão, e muito menos os turistas que frequentam as belas praias de Albufeira, e não vão enfiar-se num antro, para ver torturar Touros e Novilhos.

 

Albufeira não perde absolutamente nada.  Muito pelo contrário, Albufeira ganha muito mais prestígio por se ter livrado deste costume bárbaro, e por dar lugar à evolução.  Albufeira só tem a ganhar com este passo em direcção à civilização.

 

Até que enfim!

 

Muito se deve ao médico-veterinário Dr. Vasco Reis e ao seu grupo de activistas, que sempre se bateram por uma Albufeira livre de crueldade e violência e mais civilizacionalmente avançada.

 

Quanto a mim, já não terei o trabalho (eu e o meu pequeno grupo) de andar a rasgar e a pôr no lixo os panfletos de propaganda às touradas, que eram largados no chão, aos magotes, nos parques de estacionamento de acesso às praias e lugares turísticos, e junto aos restaurantes,  gerando lixo na via pública, e insultando a inteligência dos transeuntes e a sensibilidade das crianças com imagens de grande violência.

 

Também já não terei (eu e os meus netos) de fazer-de-conta que vomitamos sempre que passamos diante deste mono de tortura que desfeia aquela estância balnear do Algarve.

 

Melhores ares se respirarão em Albufeira, tal como já se respira em Viana do Castelo e Póvoa de Varzim, sem aquele fedor bafiento a urina, a bosta, a suor e a álcool, que empestava as redondezas.

 

Isabel A. Ferreira

 

Praça de Touros de Albufeira.jpg

Fonte:  https://www.facebook.com/antitouradas/photos/a.215152191851685/3977140465652820/

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:05

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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2020

Quem vem a público dizer que o massacre de 540 animais numa montaria realizada na Quinta da Torre Bela, em Azambuja, nada tem a ver com “caça” está a mentir

 

Os caçadores portugueses, com medo de perderem as regalias que lhes dão, para matar animais indefesos e darem aso a primitivos instintos assassinos, apressaram-se a vir a público repudiar a carnificina de Azambuja, e dizer que aquilo nada tem a ver com a caça.

Matar animais indefesos, nada tem a ver com caça?

Então, vejamos.

 

Veado.png

E pensar que belos veados como este, foram cruelmente chacinados, para satisfazer os instintos assassinos de caçadores! A nossa revolta é infinita!

 

Capture.PNG

Bárbaros espanhóis.jpg

Fonte da imagem: Internet

A barbaridade que vemos nas imagens que têm corrido mundo e que envergonham a HUMANIDADE, não é mais do que o resultado da cobarde actividade da CAÇA. Da caça não faz parte a ÉTICA. Da caça faz parte um VAZIO DE EMPATIA pelos outros seres vivos que connosco partilham o Planeta. Seja caça turística, desportiva ou para encher alheiras, a CAÇA é uma actividade cujos principais ingredientes são a COBARDIA e o sádico prazer de MATAR.

 

E não se pense que esta matança é caso único. Por todo Portugal, as montarias, batidas às raposas e caçadas deste género, são o pão nosso de cada dia, só que ficam no segredo dos demónios, por serem algo antinatural, anti-humano, antitudo o que diz respeito aos valores éticos da nova humanidade.

 

A era da caça ficou lá muito para trás. O Homo Sapiens Sapiens não tem mais necessidade de caçar para se alimentar. A caça, hoje, serve apenas para gozo de criaturas que não pertencem propriamente à espécie humana, mas a uma variante da espécie humana que ainda não evoluiu.

 

Desta vez, sem o menor pejo, vieram vangloriar-se desta monstruosa matança, nas redes sociais, demonstrando bem aquilo que são: simplesmente uns bárbaros.

 

Deixo-vos um parecer científico sobre a caça, pelo Dr. Vasco Reis, único Médico-Veterinário que dá a cara pela defesa dos animais

 

«Caçar é assustar, ferir, provocar sofrimento e matar»

 

No entanto, há quem chame desporto a esta actividade, que pode provocar paixão e ser elogiada pelos adeptos. Envolve muitas verbas.

 

Pois, se há gosto no contacto com a natureza e no exercício físico, isso deve acontecer sem a arma a tiracolo ou apontada, aumentando muito a concentração para a desfrutar.

 

Para muita gente, os animais vivos são bem mais belos e interessantes do que mortos e ensanguentados.

 

Pode disparar-se também, mas com máquinas fotográficas ou de filmar e assim conseguirem-se, de modo pacífico, belos troféus em imagens.

 

O tiro ao alvo (mas não aos pombos) é uma boa alternativa para treino da pontaria, para fazer o gosto ao dedo, para proporcionar convívio.

 

Hoje em dia, a caça em Portugal mal se justifica até para servir as pessoas que se alimentam de carne pois, em geral, para se obter o mesmo valor nutritivo é preciso abaterem-se muitos mais animais dentre as espécies cinegéticas do que animais das espécies domesticadas, criadas e com o destino imposto pelo consumo para servirem de alimento.

 

Poupar-se-iam, portanto, muito mais vidas no caso de opção por esta possibilidade. Aliás, o consumo de carne é absolutamente dispensável e nem é dos alimentos mais saudáveis. A experiência dos vegetarianos e dos veganos demonstra isso mesmo, enquanto poupa o sacrifício de animais, protege o ambiente, serve a economia, é eticamente louvável.

 

A caça provoca enorme susto aos animais, sejam eles alvejados ou não. Mesmo se a morte for rápida, trata-se sempre de um impacto violentíssimo.

 

Se o animal ficar ferido, sem morte rápida, ficará em terrível sofrimento.

 

Espécies cinegéticas estão a ser criadas para serem lançadas perante os canos de caçadores, sofrendo estes animais os mesmos terríveis choques.

 

O sofrimento está presente durante a criação em recintos fechados e apertados.

 

Cartuchos e restos de projécteis espalhados pela natureza são prejudiciais, provocando poluição física e visual.

 

Em parques naturais de Portugal é permitida a caça. Impõe-se, por isso, a pergunta:

 

Mas que parques naturais são estes, que não protegem a sua fauna e a tranquilidade ambiental?

 

A caça contribui para a diminuição ou quase extinção e até mesmo extinção dos animais das espécies designadas por cinegéticas.

 

Acontecem acidentes que vitimam pessoas.

 

Muitos cães de caça estão sujeitos a condições deficientes de tratamento e de manutenção. Alimentação, espaço, protecção contra intempéries, contenção, desparasitação, etc. muitas vezes não permitem uma razoável qualidade de vida para estes animais.

 

Num acto de profunda crueldade, muitos cães de caça são abandonados, porque não satisfazem o caçador. Outros são abatidos com maior ou menor sofrimento.

 

Em Portugal existem milhares de caçadores, no meio de cerca de 10 milhões de portugueses. Dentre estes últimos, a maior parte não tem simpatia pela actividade, muitos sentem-se por ela incomodados e reprovam-na, mas pouco se manifestam.

 

Legislação relativamente recente reconhece o direito à não-caça em terrenos de quem o requerer.

 

A caça incomoda pelo ruído, pela perturbação do ambiente, pelo perigo e, também muito, pela angústia e revolta que provoca a quem está consciente do dizimar e do sofrimento que provoca em animais sencientes, dotados de sistema nervoso comparável ao dos caçadores e não caçadores.»

 

Fonte:

https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/280973.html


***

 Por tudo o que aqui ficou exposto, é urgente actuar em duas frentes:

 

incriminar todos os envolvidos nesta matança;

acabar com esta actividade, que mexe com muito dinheiro, mas o dinheiro não é tudo. A VIDA é que é tudo, para nós, animais humanos, e para os outros, animais não-humanos.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:22

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Terça-feira, 22 de Setembro de 2020

Carta aberta a D. Manuel Clemente, Cardeal-Patriarca de Lisboa

 

Em 23 de Fevereiro de 2012, numa carta aberta a D. Manuel Clemente, na altura, Bispo do Porto, dirigi-lhe um apelo, contando com a clemência (implícita no nome) que todos esperamos de um servidor de Deus, para a Causa da Abolição das Touradas em Portugal.

 

O meu apelo não foi considerado.

 

Hoje, repetindo as mesmas palavras da carta de 2012, até porque passados todos estes anos, nada mudou em Portugal, a este respeito, continuando-se a torturar seres vivos, para diversão de sádicos, com a bênção da Igreja Católica Portuguesa, reitero o mesmo apelo, agora que D. Manuel Clemente é Cardeal-Patriarca de Lisboa.

 

Espero que, desta vez, me ouça e interfira, porque o tempo é outro, e é preciso evoluir, mas, principalmente, é preciso sermos clementes para com todas as criaturas de Deus: as humanas e as não-humanas.

 

Touro.jpeg

 

Exmo. Sr. D. Manuel Clemente,  Cardeal-Patriaca de Lisboa,

 

Já, por várias vezes, nos encontrámos em Arouca, em Braga, no último Congresso de Cister, enfim, e pelo que tive oportunidade de observar, fiquei com a impressão de que o Senhor D. Manuel Clemente é um homem inteligente, sensível e zeloso das suas obrigações Cristãs.

 

Por isso atrevo-me a dirigir-lhe estas linhas, com todo o respeito.

 

É que sendo eu uma defensora dos Direitos dos Animais, Humanos e Não-Humanos, e estando neste momento envolvida na Causa da Abolição das Touradas em Portugal e no Mundo, não compreendo a posição da Igreja Católica Portuguesa a este respeito, sabendo, como sabemos, que «a Tauromaquia é uma modalidade que assenta em primeira linha na exploração violenta e cruel do touro, sempre, e do cavalo nos programas em que ele é utilizado como veículo do actor tauromáquico e obrigado a tornar-se “cúmplice” da lide, sofrendo ansiedade e esgotamento e arriscando ferimento e morte», segundo a opinião do Dr. Vasco Reis, Médico-Veterinário.

 

Sabendo, como sabemos, que «a não-violência é a lei da nossa espécie assim como a violência é a lei dos brutos. O espírito jaz dormente no bruto e ele não conhece nenhuma outra lei a não ser a da força física. A dignidade do ser humano requer obediência a outra lei – à força do Espírito!», de acordo com Mahatma Gandhi.

 

E ainda, sabendo, como sabemos, que «(...) se fazem  reclames entusiastas de espectáculos, como as touradas de praça onde por simples prazer se martirizam animais e onde os jorros de sangue quente, os urros de raiva e de dor e os estertores de agonia só podem servir para perverter cada vez mais aqueles que se deleitam com o aparato dessa luta bruta e violenta, sem qualquer razão que a justifique», como refere Adriano Botelho (ilustre cidadão da Ilha Terceira – Açores).

 

Posto isto, Senhor D. Manuel Clemente, pergunto por que motivo a Igreja Católica é CÚMPLICE desta selvajaria (há muitos padres católicos aficionados), e “abençoa” os torturadores de Touros (vulgo toureiros), antes destes irem para arena massacrar um ser vivo, que tem um ADN semelhante ao humano? Um ser que sofre e sente a dor tal como nós a sentimos?

 

Não serão o Touro e o Cavalo também criaturas de Deus?

 

Jesus Cristo ensinaria ao homem a prática da violência sobre os seres vivos? Foi para isso que viria ao mundo?

 

Escrevo-lhe para solicitar a douta interferência do Senhor D. Manuel Clemente, Cardeal-Patriarca de Lisboa, nesta matéria, para que a Igreja Católica Portuguesa tome uma posição pública contra esta barbárie, como é de seu DEVER, até porque se a Igreja interferir, estes massacres acabam por acabar.

 

Não é de um bom cristão torturar seres vivos para se divertir, mas os torturadores de Touros e Cavalos são cristãos e torturam seres vivos para ganharem dinheiro e divertirem os sádicos.

 

Penso que o Senhor D. Manuel Clemente, como homem sábio que é,  estará de acordo comigo.

 

Repare-se na cara patética deste “cristão”, na imagem mais acima,  que além de torturador é cobarde, e no sofrimento atroz estampado na expressão do Touro, caído no chão, exaurido, dorido, esvaziado da sua dignidade de ser vivo.

 

São estes ensinamentos que a Igreja pretende que se transmita às crianças?

 

E a Igreja Católica Portuguesa nada terá a dizer sobre isto?

 

Isto faz parte de um tempo primitivo e obscuro. Estamos no Século XXI, depois de Cristo. É preciso evoluir, Sr. D. Manuel Clemente.

 

É preciso colocar Portugal entre os países evoluídos. E a Igreja Católica, tendo a influência que tem no nosso povinho, ainda tão ignorante, tem o DEVER de esclarecer esse povo, e não ser passiva quanto a esta matéria tão cruel, que só desprestigia o Ser Humano.

 

O senhor D. Manuel Clemente, tal como eu, historiador, saberá que os factos históricos são importantes. A Igreja Católica ficará manchada, para a História, como CÚMPLICE desta barbárie, se não tomar uma posição firme e essencialmente cristã, assim como ficou tristemente enlameada em tantas outras ocasiões, por nada ter feito, como na vergonhosa cumplicidade com as atrocidades cometidas durante a II Guerra Mundial contra os judeus, e nas Santas Cruzadas, e na Santa Inquisição, (apenas para referir os mais conhecidos casos de omissão da Igreja Católica). E é CÚMPLICE quem sabe e nada faz.

 

Espero que esta minha carta possa servir para acordar a “adormecida” Igreja Católica Portuguesa para esta grave lacuna, do seu apostulado. Os púlpitos são lugares apropriados para passar a mensagem da não-violência contra todos os seres humanos e não-humanos. Não é lugar para se falar de política. É lugar para se falar no que Jesus Cristo nos deixou de mais valioso, o preceito áureo: «não faças aos outros (e nesses outros estão incluídos todos os seres não-humanos) o que não gostas que te façam a ti.» Se todos os homens cumprissem esta simples regra, o mundo seria o lugar ideal para se viver, sem leis, sem governantes, sem polícias, sem armas, sem guerras, sem todos esses horrores, que o animal humano, e apenas o animal humano, inventou.

 

Porque é preciso acabar de uma vez por todas com esta macabra, patética, sangrenta e sádica prática chamada TOURADA, onde dois magníficos seres vivos (Touro e Cavalo) são barbaramente torturados por psicopatas.

 

E a Igreja Católica Portuguesa tem o seu quinhão de culpa nisto.

 

Com os meus melhores cumprimentos,

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:
https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/87535.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:49

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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2020

Porquê RTP? Por que insistem em esbanjar os impostos dos Portugueses a transmitir uma prática tão selvática como as touradas?

 

Querem esbanjar dinheiro? Tirem-no das vossas contas bancárias. Das contas bancárias dos governantes e dos deputados da Nação, que permitem tamanha perversidade. Tamanha vergonha. Tamanha estupidez. Sim, porque a tourada é uma prática violenta e cruel, terceiro-mundista, medievalesca, indigna de seres humanos, assente na estupidez, gerada pela monumental ignorância de todos os que praticam, aplaudem e apoiam esta barbárie.  

 

Dizem que no dia 11 de Setembro, a RTP irá transmitir tortura de Touros a partir do antro de Almeirim.

 

Não é por acaso que a RTP tem a mais baixa audiência.

 

Porquê RTP.jpg

Acham que um Touro não é um animal? Não é um animal senciente? Não é um mamífero com um ADN semelhante ao vosso? Não é um animal dotado de sistema nervoso central?  Não sofre como vós sofreríeis, se estivésseis no lugar dele? Vós não sois dotados de empatia, o sentimento mais nobre do ser humano, um sentimento que os restantes animais partilham connosco? Quanta falta de sensibilidade!

 

Subscrevo o comentário de Filipe Afonso, no Facebook, a este propósito: «Em little Portugal, os ditos tauromafiosos, dependentes de subsídios em nome duma "cultura", dão-se ao luxo de derreter uma pipa de massa ao alugar um avião com manga publicitária com anúncio de tourada. Passou este passado fim-de-semana na linha do Estoril. Pequeno povinho Português, paguem os impostos para sustentar a tauromáfia e fiquem caladinhos. Merecem!!!»

 

Se não concordam com este INSULTO  e ASSALTO ao nosso bolso, enviem o vosso protesto por aqui https://getmymsg.com/v/joeyt

ou por aqui www.facebook.com/rtp, ou ainda por mensagem para:

 
rpublicas@rtp.pt,  cristina.viegas@rtp.pt

goncalo.reis@rtp.pt, geral@cm-almeirim.pt, gap.cma@almeirim.pt

casadopessoal@rtp.pt, geral@borregoleonor.com.pt

 

O meu apelo vai aqui:

 

Exmo. Senhor Presidente do Conselho de Administração da RTP;

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Almeirim;

Exmo. Senhor Presidente da Casa do Pessoal da RTP;

 

O investimento da RTP na transmissão de touradas é inaceitável, sendo também o principal motivo de queixa dos telespectadores da televisão pública, pela violência e crueldade contra os animais, inerentes a este tipo de actividade cruel e retrógrada, que sacrifica animais, prejudica a sociedade e o relacionamento com outros seres nossos companheiros da Terra, embota a sensibilidade, deseduca a juventude para uma vida pacífica e compassiva, como refere o Médico-veterinário, Dr. Vasco Reis.

 

Daí que venha apelar aos responsáveis da RTP: parem para pensar no mau exemplo que dão, ao transmitirem, ao vivo, tortura de animais, para satisfazer a sede de sangue dos sádicos.

 

Isabel A. Ferreira

 

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10207371470481746&set=p.10207371470481746&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:32

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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019

Ainda a confrontação, na TVI, entre Civilização (José Pacheco Pereira) e Obscurantismo (Miguel Sousa Tavares) a propósito de touradas...

 

Uma douta intervenção do Dr. Vasco Reis, Médico-Veterinário, num comentário no Facebook, a propósito da aludida confrontação entre Civilização e Obscurantismo.

 

Touros.jpg

E pensar que os Touros são bovinos mansos, porque herbívoros, que se os deixarem em paz, pastam tranquilamente nos prados, como cordeirinhos...

Origem da imagem:

https://olhares.sapo.pt/touros-no-pasto-foto3442125.html

***

 

E pensar que é a isto que os reduzem, para satisfazer o “gosto” dos miguéis sousas tavares do mundinho tauromáquico…

 

 Touro monsaraz.jpeg

Massacre ilegal de Touro em Monsaraz, com crianças envolvidas, algo permitido pelas autoridades e governantes portugueses.

 

Vasco Reis Bravo ao José Pacheco Pereira pela sua argumentação tão correcta, corajosa e com muito sentido de ética. Creio que se deve reconhecimento a este digno cidadão abolicionista e agradecimento à sua tomada de posição pública, manifestando-se e argumentando contra a praga tauromáquica. Toda a solidariedade é importante para aqueles que o fazem!

 

É bom que se conheça o que o Miguel Sousa Tavares diz acerca de touros e de touradas, uma série de erros e de falácias, que os defensores da tauromaquia impingem como de costume e que não têm qualquer reconhecimento científico e nenhum sentido de ética. É democraticamente inaceitável a opinião que defende sobre a liberdade de se permitir a crueldade intrínseca da tourada, montra de maltrato animal, que antes, durante e após este "tradicional" evento representa de sofrimento psicológico e físico. Uma ideia vergonhosa de democracia para se continuar com a barbárie!

 

Talvez, o comentador em questão, que define o touro como animal de luta, sempre ao ataque, pudesse imaginar-se na situação do animal e viesse a mudar de mentalidade, se tivesse capacidade para tal. Pois, o animal é criado e habituado a um ser humano (pastor) ameaçador e tal, até com varapaus de comprimento imponente; apartado e transportado em pânico e em cubículo claustrofobizante; "preparado" para a lide com requintes e de maneira a perder força e capacidade; empurrado para a arena vindo da escuridão e ofuscado pelo sol; assustado pelo alarido; provocado pelos "artistas" a pé e a cavalo; esgotado; cravado de arpões, que tão cruelmente como foram espetados, assim são retirados. Seguem-se horas e dias depois deste "calvário" a sofrer acidose, febre e dores provocadas pelos ferimentos das bandarilhas, confinado e novamente transportado em pânico, até que uma morte sofrida lhe ponha termo a tanto sofrimento.

 

E porquê tudo isto? Para que haja negócio e porque gente como o aficionado Miguel Sousa Tavares adora esta luta, aliás (para ele "bailado"), que acha tão bela e tão valorosa e que importa manter esta tradição, que não considera cruel. A iniciativa deste frente a frente por parte da estação televisiva foi importante e contribui para conhecimento de argumentação pró tourada (que é indefensável) e de argumentação contra a tourada! (que é irrefutável)! Que malvadez para touros e cavalos, que prejuízo civilizacional para a sociedade e que desprestígio para Portugal.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:15

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Domingo, 27 de Outubro de 2019

Manifestações anti-touradas em Albufeira: activistas são movidos por razões de ciência, compaixão, ética e civilização

 

Mais um esclarecedor texto do Dr. Vasco Reis (Médico-Veterinário)

 

«Exemplo de apoio infame é a permissiva admissão de crianças e jovens em touradas, com a intenção de sedução tauromáquica, aproveitando a sua diminuta capacidade crítica.» (*)

 

ALBUFEIRA.jpg

 

«A praça de touros de Albufeira é a arena que maior número de corridas organiza no país, o que acontece semanalmente durante a longa temporada»

 

 

«Este espectáculo visa, essencialmente, a venda de bilhetes e a presença de turistas, que continuamente aqui se renovam.
Para os atrair servem-se de publicidade enganosa apregoada por carro de som em vários concelhos do Algarve e publicitada em cartazes no espaço público e em anúncios na comunicação social e por informação em quiosques, hotéis, postos de turismo, empresas de turismo e não só, numa larga rede de lobby tauromáquico.

 

Exemplo de apoio infame é a permissiva admissão de crianças e jovens em touradas, com a intenção de sedução tauromáquica, aproveitando a sua diminuta capacidade crítica. Realmente, a tourada é um show de violência exercida sobre touros e cavalos, seres sencientes dotados de sistema nervoso semelhante ao humano, o que provoca a estes animais enorme sofrimento psicológico e físico e o abate do touro. Trata-se, vergonhosamente, de uma montra de tortura animal. autorizada, exercida e apregoada como tradição de Portugal, no entanto, essa pertença só foi votada positivamente pelas Assembleias Municipais de 40 entre os 308 concelhos do país. A tourada não é tradição no Algarve!

 


Há 7 anos foi criada a CAAT - CIDADE DE ALBUFEIRA ANTI TOURADA - e desde então, sob a sua bandeira activistas abolicionistas vêm lutando pelo fim das touradas neste concelho, de maneira absolutamente voluntária e suportando todos os custos. Os activistas são movidos por razões de ciência, compaixão, ética, civilização.

 


Manifestações têm sido organizadas, sempre autorizadas e pacíficas, foram até há pouco acompanhadas por agentes da autoridade. Deixou este acompanhamento de suceder ultimamente. É invocada como razão a falta de pessoal, o que é lastimável, até pelo risco que essa ausência acarreta para os manifestantes, que ficam vulneráveis à possível violência de aficionados como já sucedeu. Houve manifestações com forte presença (já contámos com cerca de 80 demonstrantes). Têm vindo a diminuir. Temos tido a solidariedade forte, até presencial, de abolicionistas do Norte e do centro do país, nossos irmãos na nobre luta. E muitos apoios nos chegam através da Internet. É claro que a maneira insubstituível de chegar aos turistas e de os informar e impressionar é com a presença de pessoas e com a apresentação de mensagens elucidativas nos protestos.

 


As nossas acções vão para além das manifestações. Lançámos: uma petição; 2 Outdoors; cartas a hotéis, empresas de turismo e não só, denunciando, informando, apelando, sugerindo alternativas viáveis e lucrativas; artigos na comunicação social nacional e internacional em vários idiomas, cartas a entidades oficiais e políticas, etc.. Pretendemos assim apoiar a evolução de mentalidades. Estamos convictos de que a presença solidária de cidadãos em protestos contribui para esse progresso. Infelizmente, a persistência de manifestantes não é muito forte, por dificuldades várias. Mas mantemos um núcleo forte, decidido e coeso, apesar de tudo! Certamente, que nós, activistas obrigados a denunciar maus comportamentos e infracções, merecemos todo o apoio e protecção nesta nobre causa pelos animais e pela sociedade e é a isso que apelamos!!!


Vasco Reis


Outubro 2019

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2507863529304012&set=a.349975685092818&type=3&theater&ifg=1

 

***

 

(*) Governo quer subir a idade mínima, para se assistir a touradas, dos 12 para os 16 anos.

 

Esta medida só pretende atirar areia para os olhos dos cerca de 90% dos portugueses que abominam estas práticas, e pedem a ABOLIÇÃO desta selvajaria.

 

De acordo com a Convenção sobre os Direitos da Criança, adoptada pela Assembleia Geral da ONU, em 20 de Novembro de 1989, é considerado como criança todo o indivíduo com menos de 18 anos de idade.

 

Criança é, pois, todo o ser humano dos zero aos 18 anos.

 

A racionalidade recomenda a ABOLIÇÃO desta prática medievalesca, e não o aumento da idade para assistir à tortura de animais sencientes, onde a crueldade, a violência e uma desalmada carnificina prevalece.

 

Este governo de António Costa pretende enganar quem?

 

Evoluam. Já vão no segundo mandato. É tempo de evoluir, e não de andar a marcar passo, e fazerem-que-fazem. 

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:49

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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

A INEVITÁVEL EXTINÇÃO DA TAUROMAQUIA

 

Este ano, tal como nos anos anteriores, o público de touradas escasseou substancialmente, num inequívoco sinal de decadência, que, inevitavelmente, conduzirá à sua extinção, evidente e garantida.

 

Em contrapartida, a estupidez, que já era infinita, dos que andam por aí a tentar salvar a morta (ou seja, a tauromaquia) aumentou para o infinito elevado ao infinito.

E já não há pachorra para tanta estupidez!

 

Basta olhar para esta imagem, para comprovar que a tauromaquia é, na verdade, uma doença do foro psiquiátrico, e que de arte e cultura nada tem.

E só os ignorantes e aldrabões afirmam o contrário, parafraseando o amigo Dr. Vasco Reis, médico-veterinário.

 

PSICOPATAS.jpg

 Quando te disserem que isto é Arte e Cultura, pensa nestas fotos! (Arsénio Pires)

 

Origem da foto

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1861906227223039&set=a.110640459016300&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:29

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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018

«TENTATIVA DE CONTRADITÓRIO A UM AMIGO LICENCIADO, QUE AFIRMA ACREDITAR QUE AS PLANTAS SOFREM!»

 

Para os que nos “atiram” com o sofrimento das alfaces... quando querem justificar o consumo de animais, que eles dizem que não sofrem…

 

ALFACES.jpg

Imagem: Internet

 

Texto do Dr. Vasco Reis (Médico-Veterinário)

 

«As plantas são seres de vida vegetativa. Desenvolvem reacções a estímulos físicos, químicos, bioquímicos. Assim, assimilam, sintetizam a partir do que assimilam, crescem, reproduzem-se, sem consciência, sem raciocínio, sem decisão voluntária.

 

Pergunto: sentem como e que tipo de estímulos e com que finalidade útil? Onde estão as estruturas sensoriais? Algo comparável a órgãos de sentidos, nervos, Sistema Nervoso Central? Há várias décadas que opino, servindo-me de argumentos da ciência, da lógica, da filosofia.

 

Filosofemos: a natureza, que parece ser utilitária, não iria dar capacidade de sofrimento, sensibilidade álgica ou capacidade de sentir pânico a seres que não podem fugir daquilo que os fere, a seca, o fogo, o corte, certo? Sabes que há pseudocientistas que afirmam coisas de fantasia ou que servem interesses dos que fazem negócio com produtos de origem animal para a alimentação e que pretendem invalidar o argumento da compaixão e empatia dos vegetarianos e veganos, que para pouparem os seres sencientes animais, optam e servem-se exclusivamente dos seres não sencientes vegetais para se alimentarem? Não podemos acreditar em tudo o que se publica!!! Há muita asneira! Há muita vigarice! Acredito que a natureza "deu" a TODOS OS ANIMAIS a capacidade de sentirem desconfiança, medo, etc., e dor física para se afastarem do perigo ameaçador ou que já os fere. Isso é essencial para a fuga e tentativa de sobrevivência. Não teria sentido para as plantas!!! Abraço!»

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:42

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