Domingo, 3 de Maio de 2020

Uma vez Mãe, Mãe para sempre…

 

Todos os dias, celebro a existência de todas as coisas boas da Vida e de todos os seres animados pela centelha cósmica, quer sejam humanos ou não-humanos!

 

Todos os dias, celebro o Ar, as Árvores, as Flores, as Florestas, os Jardins, as Águas, os Rios, as Fontes, os Oceanos, os Ventos...

 

Porém, hoje, quero celebrar, particularmente, a minha Mãe, que já partiu, e que continua viva dentro de mim. Quero celebrar todas as Mães que já partiram. 

 

Mas hoje, quero celebrar, sobretudo, todas as mulheres que são Mães, especialmente, aquelas Mães que, devido à sua missão de combate à Covid-19, não abraçam os seus filhos há muitas semanas!

 

Para essas, hoje, envio o meu abraço solidário, o meu agradecimento, e estas flores, que nascem das pedras, mostrando que resistir é um atributo apenas dos fortes.

Isabel A. Ferreira

 

Flowers1.jpg

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:52

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quinta-feira, 9 de Abril de 2015

Esta é uma história que começa por «Era uma vez um menino chamado Henrique»

 

Isto aconteceu em Portugal, onde a violência e a crueldade contra seres vivos indefesos, inocentes e inofensivos são consentidas por Lei.

E um ser vivo é todo aquele que VIVE.

 

flor_branca.jpg

e o menino que se chamava Henrique é agora mais uma estrelinha a brilhar no Céu…

 

Era uma vez um menino chamado Henrique…

 

Henrique era um menino lindo, e poderia ter tido uma história de vida linda, como todos os meninos merecem…

 

Mas a vida de Henrique foi bruscamente interrompida, aos seis meses (sim, aos seis meses de idade), por um acto monstruoso, bárbaro e extremamente cruel, cometido por aquele que devia protegê-lo de todos os brutos que erram pelo mundo – o seu próprio progenitor (que não merece ser chamado de Pai), quando este, empunhando uma faca de cozinha, a espeta no peito da inocente criança.

 

Se a estocada fosse certeira, a morte do menino chamado Henrique seria rápida. Mas não foi.

 

O menino chamado Henrique não teve morte imediata. O progenitor, sadicamente, friamente, calculadamente, gravou os estertores da morte da inocente criança, num vídeo que enviou à Mãe, a quem, na verdade, aquela facada era dirigida.

 

E enquanto o vídeo estava a ser filmado por quem lhe desferira o golpe, Henrique agonizava lentamente, com uma hemorragia interna que se alastrou por todo o seu ainda tão delicado corpinho, até lhe sufocar o coraçãozinho, que paulatinamente, foi reduzindo os batimentos até que parou e a alma de um anjo foi libertada.

 

E ali ficou Henrique, abandonado a uma morte ignóbil, com a faca espetada num peito ainda por brotar, com uma dor vivida na solidão, que ainda não entendia, e que foi a solidão de um anjinho que subiu ao céu sem qualquer amparo.

 

Henrique era um inocente e indefeso menino.

 

Esta morte chocou até as paredes do compartimento onde a criança foi esfaqueada.

 

Chocou o mundo humanizado.

 

Que sociedade é esta em que vivemos?

 

Que monstros está a produzir a política da violência, do vinho, do desemprego, da crueldade e da morte que o governo português apoia sem se dar conta?

 

O que fazem as comissões de protecção de menores?

 

Espero que a morte do menino chamado Henrique sirva para lançar em Portugal a reflexão que urge sobre o tipo de sociedade que políticas mal orientadas, pouco reflectidas e negligenciadas está a construir.

 

Que este filicídio sirva também para rever a moldura penal portuguesa. Vinte e cinco anos de cadeia para tal crime é demasiado pouco.


E se a Justiça nos falha, falha toda a estrutura Humana.

 

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 16:00

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Terça-feira, 25 de Março de 2014

ESTA É A “EDUCAÇÃO” DOS AFICIONADOS NOS PAÍSES ONDE A TAUROMAQUIA ANULA OS VALORES HUMANOS PARA DAR LUGAR À INCULTURA MAIS OBSCENA

 

Esta mulher terá capacidade mental para criar um filho?

 

Esta imagem poderia ter acontecido algures em Portugal, porque este tipo de gente aficionada é igual em todos os países onde a tauromaquia ainda perdura como uma peste negra…

 

 

Isto passou-se à porta de uma arena. Pobre criança. Que educação poderá dar-lhe esta que não sabe o que é ser mãe?

 
 

E aqui, além do gesto obsceno (a obscenidade é uma característica entranhada nos aficionados como uma segunda pele) ainda temos o riso boçal do “macho” que não sabe ser Homem.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=684080494984251&set=pcb.684080558317578&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:13

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

Um crime cometido no santuário maior do ser humano: o ventre de sua Mãe

 

Hoje estou revoltada.

Hoje vou dedicar as minhas páginas àquelas crianças a quem o homem predador não deu oportunidade, para que celebrassem o Dia dos Namorados com felicidade, num futuro que não existirá para elas.  

 

O texto que se segue esmagou-me a alma, e a foto, todos os meus sentidos.

 Vale a pena ler.

 

 

É um bebé indefeso como este, que as progenitoras matam no seu próprio ventre, um santuário que devia ser de VIDA e não de MORTE.

 

«Dois namorados tiveram relações e aos dois meses ela deu-se conta de que estava grávida. Era um rapaz.

 

O papá e a mamã discutiram, creio que foi por minha causa, mas fiquei quietinho.

 

Fevereiro: dei-te um pontapé na barriga. Desculpa-me, mamã! Foi sem querer.

 

A mamã e o papá discutiram novamente, e falaram sobre algo que eu não entendi, de um tal “ABORTO”, se não o papá a deixaria, e a mamã, chorando suplicou-lhe que não o permitiria.

 

Não importa mamã, eu acompanhar-te-ei por toda a vida, por isso Deus me enviou para o teu ventre.

 

Março: a mamã foi ao médico. Pediram-lhe que se deitasse. Senti algo que me puxava o pezito para fora. Disseram-me que já era hora de sair, era hora de ver a minha formosa mamãzinha e acompanhá-la para sempre.

De repente!...

 

Mamãzinha estão a arrancar a minha perninha… mamãzinha, mamãzinha… ajuda-me! Não poderão separar-me de ti… mamãzinhaaaaa amo-teeeeeee e lutarei….

 

Tudo ficou em silêncio. E ouvi o doutor dizer à minha mamã. «Já está pronto, senhora, e acabou-se o seu problema.»

 

Perdoa-me mamã, não sabia que eu era um problema para ti. Por que me mataste mamãzinha? Não fazias ideias de uqnato eu te amava!»  

(Poncho Navarro)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:34

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 30 de Outubro de 2013

CRIANÇAS PROCRIADAS POR AFICIONADOS ESTÃO CONDENADAS À ESTUPIDEZ

 
 

 

Quem procriou estas crianças não é PAI nem é MÃE.

 

Ambos são simplesmente geradores de vidas condenadas à estupidez.

 

Pai e Mãe são os que ensinam aos seus filhos, por exemplo isto:

 

 

MENSAGEM: OS ANIMAIS SÃO NOSSOS AMIGOS, NÃO SÃO PARA TORTURAR...

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:41

link do post | Comentar | Ver comentários (15) | Adicionar aos favoritos
Sexta-feira, 19 de Abril de 2013

Colhida da torcionária Ana Baptista na Azambuja

 
 

Já estou tão farta desta gente psicopata, à solta pelas ruas do meu País, que se me esgota a paciência e não vou usar mais de qualquer benevolência.

 

Humanizem-se, e tratar-vos-ei como seres humanos.

De contrário, terão o trato que merecem.

E não venham para aqui ver "ódio" (um sentimento digno apenas de gente menor) onde apenas há INDIGNAÇÃO, à qual tenho direito.

 
Numa reportagem a este respeito, uma criança diz: «Ó avó, é bem feita, não é?» A criança ainda tem mais juizo do que esta avó, que leva o neto para um antro sanguinário.   
 
 
 
 
 

Um torcionário já é algo INTRAGÁVEL, mas uma torcionária é a vergonha maior do género feminino, de todas as espécies animais.

 

Esta estaca não serve nem para dar vida, ser mãe, nem para mulher, nem tem qualquer utilidade na sociedade.

 

Todas as fêmeas na Natureza têm o dom supremo de dar à luz e cuidar das suas crias, com extremo carinho.

 

Esta estaca apenas sabe espetar bandarilhas em indefesos Touros.

 

Foi colhida por um Touro enquanto o TORTURAVA? Teve o que mereceu.

 

O pior é que não aprendeu nada desta vez. Para a próxima pode ser que não tenha tanta sorte e aprenda com o pior.


Isabel A. Ferreira

 

 
 
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 15:14

link do post | Comentar | Ver comentários (2) | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013

DIÁRIO DE UM CÃO

 

«POR QUE TIVE DE NASCER SE NINGUÉM ME QUERIA…»

 
 
 

1ª Semana – Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!

 

1º Mês – A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar.

 

2 Meses – Hoje separaram-me da minha mãe. Ela estava muito irrequieta e, com o seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova “família humana” cuide tão bem de mim como ela o fez.

 

4 Meses – Cresci rápido., tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como “irmãozinhos”. Somos muito brincalhões, eles puxam-me o rabo e eu mordo-os na brincadeira.

 
 
 

5 Meses – Hoje zangaram-se comigo! A minha dona ficou incomodada porque fiz xixi dentro de casa. Mas nunca me explicaram muito bem onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para aguentar.

 

8 Meses – Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar; sinto-me tão seguro, tão protegido… Acho que a minha família humana me ama e me dá muitas coisas. O jardim é todo para mim e, às vezes, excedo-me, cavando na terra como os meus antepassados, os lobos quando escondiam comida. Nunca me educam… Deve ser correcto tudo o que faço.

 

12 Meses – hoje completam um ano. Sou um cão adulto.

 

13 Meses – Hoje acorrentaram-me e fico quase sem poder movimentar-me até onde apanhe um raio de sol ou quando quero alguma sombra. Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Os meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam Que orgulho devem ter de mim.

 
 
 

15 Meses – Já nada é igual… moro na varanda. Sinto-me muito só. A minha família já não me quer! Às vezes esquecem-se de que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho tecto que me abrigue…

 

16 Meses – Hoje tiraram-me da varanda. Estou certo de que a minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Além disso, vão levar-me a passear! Dirigimo-nos para a estrada e, de repente, pararam o automóvel. Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos o nosso dia no campo. «Ouçam, estou aqui, esperem”! Ladrei… esqueceram-se de mim… Corri atrás do carro com todas as minhas forças. A minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego. Eles não paravam. Esqueceram-se mesmo de mim.

 

17 Meses – Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou só e sinto-me perdido. No meu caminho existem pessoas de bom coração, que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu agradeço-lhes com o meu olhar, desde o fundo da minha alma. Eu gostaria que me adoptassem: seria leal como ninguém! Mas apenas dizem: «Pobre cãozinho, deve ter-se perdido!».

 
 
 

18 Mês – Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus “irmãozinhos”, aproximei-me e um grupo deles, rindo, atirou-me uma chuva de pedras, feriu-me o olho e, desde então, não vejo com ele.

 
 

19 Meses – Parece mentira. Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; o meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas mostram-me a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.

 

20 Meses – Passam os carros, um acertou-me!

Eu estava no passeio, mas nunca esquecerei o olhar satisfeito do condutor, que até se vangloriou por me acertar. Oxalá me tivesse matado! Mas só me deslocou as patas traseiras. A dor é terrível. As minhas pernas não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até à berma.

Faz já seis dias que estou debaixo de sol e chuva. À noite faz frio. Uma poça lamacenta mata-me a sede. A fome é terrível. Já não posso mexer-me. A dor é insuportável. Sinto-me muito mal. Fiquei num lugar húmido e parece que até o meu pêlo está a cair…

 

Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: «não te chegues perto». Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. «Pobre cãozinho, olha como te deixaram», dizia… com ela estava um senhor de bata branca.

 

Começou a tocar-me e disse: «Sinto muito minha senhora, mas este cão á não tem remédio. É melhor que pare de sofrer». A gentil senhora, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou.

 
 

Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injecção e dormi para sempre, pensando por que tive de nascer se ninguém me queria…

 

 http://www.sosanimal.com/html/body_diario_de_um_cao.html
 
 
 
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 14:58

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

 

Setembro 2021

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Posts recentes

Uma vez Mãe, Mãe para sem...

Esta é uma história que c...

ESTA É A “EDUCAÇÃO” DOS A...

Um crime cometido no sant...

CRIANÇAS PROCRIADAS POR A...

Colhida da torcionária An...

DIÁRIO DE UM CÃO

Arquivos

Setembro 2021

Agosto 2021

Julho 2021

Junho 2021

Maio 2021

Abril 2021

Março 2021

Fevereiro 2021

Janeiro 2021

Dezembro 2020

Novembro 2020

Outubro 2020

Setembro 2020

Agosto 2020

Julho 2020

Junho 2020

Maio 2020

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Direitos

© Todos os direitos reservados Os textos publicados neste blogue têm © A autora agradece a todos os que os divulgarem que indiquem, por favor, a fonte e os links dos mesmos. Obrigada.
RSS

Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

Comentários

Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação. 1) Identifique-se com o seu verdadeiro nome. 2) Seja respeitoso e cordial, ainda que crítico. Argumente e pense com profundidade e seriedade e não como quem "manda bocas". 3) São bem-vindas objecções, correcções factuais, contra-exemplos e discordâncias. Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo. Em resumo: comente com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o seu comentário seja mantido.

Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt