Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014

ONTEM, O MEU PAÍS FOI ATIRADO AO LIXO, PELAS AUTORIDADES, EM VIANA DO CASTELO

 

É lamentável que no meu País seis magníficos seres vivos tivessem sido torturados para bancadas vazias… (por isso os órgãos de informação foram impedidos de entrar na arena)

 

É lamentável que no meu País as autoridades façam jantaradas com os fora-da-lei…

 

É lamentável que no meu País prevaleça a lei dos imbecis sobre a Lei da Razão.

 

 

Aqui, cheirava a vinho, a suor, a urina, a sangue, a bosta…

 

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=810667745644421&set=gm.586475308130203&type=1&theater

 

MAS SEM QUALQUER DÚVIDA, A VITÓRIA FOI DOS ABOLICIONISTAS!

 

Se a selvajaria tivesse sido realizada dentro da LEGALIDADE a vitória era deles.

 

A selvajaria foi realizada na ILEGALIDADE, a vitória é nossa.

 

E quando temos ministros do Estado a "ajudar à missa" a coisa torna-se mais grave e a vitória mais nossa.

 

***

 

Ontem, ficou provado que Viana do Castelo não é terra de aficionados. Pelo contrário. Apenas cerca de 200 pessoas foram assistir á tortura das vítimas…

 

E ofereceram-se bilhetes, à última hora, explicando-se às pessoas que não havia “qualquer problema se entrassem com crianças”.

 

Pois!

 

E nós, contribuintes, pagámos do nosso bolso, o prejuízo que a organização desta selvajaria teria tido, se não recorressem, aos dinheiros públicos.

 

A isto chama-se ROUBAR.

 

E disseram mais. Disseram que na arena é o Estado Português que está representado no director de corrida, que é acompanhado pelo corneteiro e pelo chefe de polícia…. Enfim…

 

A IGAC é a ligação umbilical dos tauromafiosos ao Estado Português. E pudemos comprovar como se comporta com imparcialidade, a favor da tortura de seres vivos e da selvajaria para imbecis.

 

Para a IGAC não existem anti-touradas, nem abolicionistas, daí  estarem-se nas tintas para o que dizemos.

 

E se a IGAC é uma entidade do estado, que está do lado dos corruptos e dos fora-da-lei, será legítimo desobedecermos ao Estado Português, fugir aos impostos, não pagar taxas, etc., etc., etc….

 

E agora resta-nos fazer QUEIXA das autoridades que NÃO SÃO COMPETENTES, mas sim cúmplices da ilegalidade.

 

É que alguém no meu país há-de ser HONESTO.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:43

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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

CARTA ABERTA ÀS AUTORIDADES DO MEU PAÍS

 

(Obrigada, Ana Macedo, pela inspiração)

O QUE SE PASSA ACTUALMENTE EM PORTUGAL, NO QUE DIZ RESPEITO À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA (VULGO TOURADA) É ABSOLUTAMENTE VERGONHOSO!

 

ÚLTIMA HORA!

 

A vistoria que a Câmara Municipal de Viana do Castelo, cumprindo o que está no RET, pretendeu fazer à barraca que está a ser montada em Darque para a realização de mais uma sessão de selvajaria tauromáquica prevista para o próximo domingo, não foi realizada.

Motivo: os promotores da barbárie dizem que essa sessão de selvajaria tem VISTORIA até Maio de 2015 (notícia da aficionada RTP)

 

O quê?????

 

Como pode isto acontecer?????
Já sabemos que é só para os paus da barraca.

 

 

Exmas. Autoridades:

 

Nos últimos dois anos a população de Viana do Castelo tem assistido à passividade das autoridades fiscalizadoras competentes em relação à arena amovível que tem sido montada nesta cidade.

 

Este ano a organização da selvajaria tauromáquica pretende montar a mesma arena à revelia da legislação vigente. As diversas associações, assim como os cidadãos em geral, vão estar atentos e denunciarão, uma vez mais, junto dessas mesmas autoridades as ilegalidades cometidas e exigirão o apuramento das responsabilidades.

 

A Lei, uma vez que existe, tem de ser cumprida e não estar sujeita a lobbies que visam interesses particulares, ou seja, os interesses de cerca de duas dezenas de famílias portuguesas (entre milhares) que fazem fortuna a torturar bovinos para diversão.

 

Houve um tempo em que Portugal foi grande e livre.

 

Hoje, Portugal pertence a muitos países, e é um país pequeno, que retrocedeu séculos. Um pequeno país, mundialmente quase desconhecido (só será conhecido pelo Ronaldo, pelo Eusébio e pelo Figo, e pela Amália Rodrigues, vá lá…) e o que é conhecido, politicamente falando… é uma autêntica tragédia.

 

Uma vergonha.

 

A República quase nada trouxe de novo. Politicamente foi mais do mesmo: a dualidade no poder, arrastando tudo o que foi criticado na monarquia: corrupção, esbanjamento do erário público, pobreza, incultura, tudo o que temos para dar e vender...

 

Hoje, vivemos numa república das bananas, com uma democracia de faz-de-conta.

 

O 25 de Abril que, supostamente devia ter libertado Portugal do fascismo e de uma sociedade retrógrada, não cortou o mal pela raiz, e cá ficaram todos os fascistas mais os seus descendentes, que ainda predominam por aí… por isso continuamos com um atraso civilizacional, cultural e moral bastante acentuado.

 

Por isso somos um país que, apesar de territorialmente ser pequeno, já foi grande, muito grande, no tempo em que deu novos mundos ao mundo, e hoje é um zezinho ninguém, de uma pobreza moral, social e cultural gigantesca.

 

Por outro lado, quase nada mudou a nível governamental, desde que iniciei, neste Blog (que foi criado com a intenção de divulgar Literatura – a minha e a de outros escritores), a luta pela Abolição da Tauromaquia em Portugal.

 

Coloquei aqui à disposição de todos os envolvidos na selvajaria tauromáquica (desde aficionados comuns, a autoridades de todo o género, incluindo a igreja católica) toda a informação científica e não científica disponível sobre este costume bárbaro espanhol.

 

E a todos (ou quase todos) tenho enviado os textos aqui publicados.

 

No início, pensei que a tauromaquia ainda existisse em Portugal por falta de informação. Por uma ignorância, digamos, involuntária, o que seria normal.

 

Contudo, depois de toda a informação, depois de tudo o que aqui e noutros blogues e sites, foi dito, e depois de ter maçado os governantes com toda a informação, o maior culpado da existência desta selvajaria, da violência legislada, ou seja, o Estado Português, nada fez para pôr fim a este cancro social, que não dignifica Portugal, o seu povo e os seus governantes

 

E da boa vontade, passei obviamente à indignação elevada ao quadrado (não se confunda com agressividade ou falta de educação, como é o costume dos que não sabem distinguir os conceitos).  

 

É que posso suportar razoavelmente a ignorância quando ela é fruto do desconhecimento.

 

Mas sinto uma repulsa, uma revolta, um desprezo enorme pelos que, tendo ao seu dispor toda a informação para deixarem de ser ignorantes, optam pela ignorância, tenham o motivo que tiverem. 

 

E esta é a pior das ignorâncias. É a mais imperdoável das ignorâncias. 

 

Daí a minha mais veemente indignação (à qual tenho direito, consignado na Constituição da República Portuguesa).  

 

Por isso, sinto-me no direito cívico de demonstrar essa indignação, utilizando a linguagem mais apropriada a indivíduos que desconhecem o sentido da vida.

 

E tendo em consideração o miserável nível de desgraça a que este país se deixou arrastar, já pouca coisa surpreende o cidadão comum, no entanto devo salientar que esta situação consegue, ainda, provocar-me surpresa!

 

Como é possível que um tribunal que arrasta processos durante anos a fio esteja preparado para dar resposta em 48 horas e sempre a favor do alegado infractor?

 

Como é possível que, num país supostamente democrático, haja excepções à lei (Barrancos) num determinado município, e que seja negada a excepção pela vida a um município que se declarou, com toda a legitimidade, anti-tourada?

 

Como é possível que, para benefício de um pequeno grupo de interessados na preservação de um costume bárbaro espanhol, se atropele a lei, até em relação às crianças, cujos direitos são claramente violados?

 

Devo acrescentar que não tenciono parar de contestar este aviltante insulto à Cultura e Civilidade Portuguesas, até que a lei seja cumprida no meu país.

 

Tencionamos avançar para os Tribunais Europeus, uma vez que as autoridades portuguesas demoram a dar uma resposta racional a algo que é absolutamente cruel, e obviamente degradante para o prestígio de Portugal.

 

Os tribunais portugueses apenas são céleres a despachar a favor da selvajaria tauromáquica, assente numa lei absolutamente parva, inadequada aos tempos modernos! Uma lei desumana.

 

Ainda assim, a Câmara Municipal de Viana do Castelo decidiu, e muito bem, cumprir essa Legalidade.

 

Nenhuma selvajaria tauromáquica, em qualquer das suas bárbaras modalidades, jamais foi realizada dentro da lei, em Portugal.  

 

Este ano, não permitiremos que a ilegalidade e a legalidade sejam uma e a mesma coisa.


Com a minha mais veemente indignação,

 

Isabel A. Ferreira

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:05

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Quinta-feira, 4 de Setembro de 2014

ESTE É O LOCAL ONDE OS BÁRBAROS DO SUL ESTÃO A MONTAR A BARRACA PARA REALIZAREM A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA NÃO PERMITIDA PELA AUTARQUIA DE VIANA DO CASTELO

 

ATENÇÃO FISCALIZAÇÃO!

 

ATENÇÃO AUTORIDADES COMPETENTES!

 

AQUI HÁ ALGO QUE NÃO BATE CERTO.

 

É PRECISO TER EM CONTA O QUE DIZ O REGULAMENTO DO “ESPECTÁCULO” TAUROMÁQUICO

 

DESTA VEZ A ILEGALIDADE E A LEGALIDADE NÃO SERÃO UMA E A MESMA COISA…

 

 

Origem da foto:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10152615615766855&set=gm.583753081735759&type=1&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:00

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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

A CÂMARA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO PEDE UM MILHÃO DE INDEMNIZAÇÃO A UM GRUPO PRÓ-TOURADA

 

Boa! Doutor José Maria Costa!

 

Força, Viana!

 

Se o Costa não manda em Viana, QUEM mandará em Viana?

 

 Não são, com toda a certeza, os bárbaros do sul, liderados por um vianense infiel aos bons costumes locais.

 

 

Origem da foto

https://www.facebook.com/VianensesPelaLiberdade/photos/a.428354450606766.1073741828.423565404419004/606758196099723/?type=1&theater

 

Ora até que enfim que vejo autarcas com BRIO! Com HONRA! A defender o BOM NOME da instituição que servem: a Câmara Municipal de Viana do Castelo.

 

Foi hoje anunciado que o presidente e o vereador de gestão urbanística da Câmara Municipal de Viana do Castelo vão processar um movimento pró-touradas por difamação, e vão pedir uma indemnização de um milhão de euros.

 

Refere o Doutor José Maria Costa, em conferência de imprensa: «Somos obrigados, na defesa da honra pessoal, consideração social, do bom nome da instituição Câmara Municipal a apresentar queixa-crime pela prática do crime de difamação, no Ministério Público,  deduzindo oportunamente um pedido de indemnização no valor de um milhão de euros».

 

Nem mais!

 

Esta posição da autarquia vianense, surge na sequência da acção judicial que os pró-barbárie apregoaram há dias, por «actos discriminatórios, violações da lei e do princípio da igualdade» (isto só de gente que está habituada a fazer as coisas FORA DA LEI), após o indeferimento da licença camarária para a realização da selvajaria tauromáquica prevista para o passado dia 24 de Agosto.  

 

Segundo o Doutor José Maria Costa «Estas graves afirmações configuram perjúrio, difamação e atentado ao bom nome da Câmara, dos eleitos e dos funcionários municipais, pondo em causa a relação de confiança dos cidadãos com a administração autárquica».

 

Exactamente Dr. José Maria Costa.

 

Exactamente.

 

Os Vianenses e os portugueses que prezam a LEGALIDADE estão com a autarquia de Viana do Castelo.

FORÇA!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:17

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Terça-feira, 8 de Outubro de 2013

FOI AGENDADA PARA O PRÓXIMO DIA 25 DE OUTUBRO A DISCUSSÃO EM SESSÃO PLENÁRIA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA DE UMA NOVA LEI DE PROTECÇÃO DOS ANIMAIS EM PORTUGAL

 

O que o povo português espera desta discussão?

 

Que se faça LUZ e, finalmente, TODOS os animais não humanos possam ser protegidos por uma lei maternal, racional, pró-ética e humana, que leve também à abolição da abominável tauromaquia, que eliminou do Reino Animal os Touros e os Cavalos.

 
 

(Origem da imagem: Internet)

 

A actual lei que regulamenta a protecção dos animais (Lei nº 92/95 de 12 Setembro) exclui dessa protecção os animais utilizados na “arte” (?) equestre e nas touradas “autorizadas” por “lei”, excluindo deste modo falacioso, os Touros e os Cavalos do Reino Animal.

 

Sendo uma lei que não corresponde à realidade das ciências biológicas, é inaceitável, à luz da razão, da lógica e da ciência, e qualquer cidadão idóneo tem o dever de rejeitá-la, por imprecisão do seu enunciado.

 

As leis devem ser claras e de acordo com a realidade. Não devem servir os interesses obscuros de um lobby.

 

Esta é uma das bases argumentativas (entre outras que a seu tempo virão) que servirá de apoio aos defensores dos Direitos dos Animais, para exigirem a abolição da tauromaquia.

 

Para isso temos de dar a estocada final nesta vergonha.

 

O que fazer, então?

 

Portugal, que ainda mantem o costume bárbaro de torturar Bovinos e Cavalos, para divertimento, considera-se um “estado democrático”.   

 

Ora os regimes democráticos são baseados na dignidade da pessoa humana e na vontade popular, isto é, quem tem a palavra é o povo que, tendo o direito de votar, vota nos candidatos que se apresentam às eleições legislativas para SERVIR esse mesmo povo, e LEGISLAR conforme os interesses reais do povo e não segundo as conveniências de lobbies infiltrados nas candidaturas aos cargos da governação, apenas para assegurar os interesses económicos deles, e consequentemente encher os bolsos a quem se deixa vender.

 

E o que temos neste momento, quanto a este facto, no nosso país   que se diz viver em “democracia”?

 

Temos um grupo de “governantes” dominados pelos interesses desses lobbies económicos, os quais (governantes) desrespeitam não só as Leis do país, a Constituição, o povo português e o juramento que fizeram ao tomar posse dos cargos.

 

Em Portugal, como todos sabem, existe uma Constituição da República Portuguesa. Pois dei-me ao trabalho de a ler, e verifiquei que o Governo Português NÃO CUMPRE a grande maioria dos artigos consignados no documento maior da República.

 

Quando isto acontece, não podemos falar em “democracia”, mas numa ditadura económica, que impõe a um povo aquilo que ele não quer, e o defrauda no que respeita ao direito à integridade moral desse mesmo povo, a qual é inviolável perante a Lei, e ao direito de ver os seus impostos serem aplicados construtivamente, e não destrutivamente.

 

Em tais circunstâncias, e estando em vigor uma Constituição que devia assegurar a decisão do povo; devia garantir os direitos fundamentais dos cidadãos; e devia estabelecer os princípios basilares da Democracia, com vista a uma sociedade moderna, dentro dos padrões do que se entende por “civilização”, mas que não assegura, não garante, não estabelece coisa nenhuma, o que deve fazer o povo? (estou a falar de maiorias, o nosso caso).

 

RESISTIR, LUTAR, REAGIR. É um direito que nos assiste.   

 

Como podemos ter qualidade de vida, ou um ambiente de vida humano sadio e ecologicamente equilibrado, quando vivemos cercados de arenas de morte, agredidos por cartazes anunciando a TORTURA nas ruas, uma estação de televisão de serviço público a passar em directo actos de uma violência atroz, contra um ser vivo (aqui só vê quer, mas o nosso dinheiro está lá metido) e os governantes a apoiarem tudo isto e a darem primazia a uma minoria (os que praticam, aplaudem e apoiam a tauromaquia), e a esbanjarem dinheiros públicos nesta aberração?

 

Já reflectiram de onde virá tanta VIOLÊNCIA DOMÉSTICA?

 

Ora temos o DEVER DE DEFENDER o nosso DIREITO de não sermos agredidos pelas anormalidades que o governo quer impor-nos.

 

Temos o DEVER de EXIGIR que os nossos IMPOSTOS sejam aplicados nas necessidades prementes do povo, e não para encher os bolsos de ganadeiros e destruir cruelmente a vida de animais sencientes, como divertimento, o que vai contra todas as normas de uma vivência saudável, no seio de uma sociedade que se quer HUMANA.

 

O que temos em relação à tauromaquia, em primeiro lugar, é um desvio comportamental de uma MINORIA de portugueses que não tem representatividade alguma no que respeita à imposição dos seus vícios, da sua anomalia mental e dos seus defeitos, à esmagadora maioria da população portuguesa, que não se revê nestes actos bárbaros.

 

Em segundo lugar, temos uns “governantes” que, não passando de SERVIDORES DE UM POVO LIVRE (se quiséssemos continuar a ser vassalos, não teríamos derrubado a monarquia), têm o DEVER, de acordo com a Constituição da República Portuguesa, de SERVIR o POVO, e manter uma soberania, una e indivisível, que reside nesse mesmo povo, NÃO TENDO O DIREITO de se vergar a nenhum interesse económico que não seja o do povo (continuo a falar de maiorias).

 

Isto de servir lobbies obscuros não combina com soberania e muito menos com legalidade.

 

E a quem está muito preocupado com o que vão fazer os POUCOS que gravitam ao redor da tauromaquia, quando a tauromaquia for abolida, eu direi que vão fazer o mesmo que os MILHARES de trabalhadores das incontáveis empresas que fecharam no nosso país, devido à má política económica (se bem que para a tauromaquia sempre houve APOIO ECONÓMICO comunitário, governamental e autárquico, uma imoralidade e ilegalidade), e ninguém ficou preocupado. 

 

Posto isto, é nosso DEVER EXIGIR a ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA, à luz do que acabei de expor, e a anulação da lei bastarda (Lei nº 92/95 de 12 Setembro) que regulamenta a protecção dos animais, substituindo-a pela que vai ser proposta, mais inteligente e condizente com os valores humanos e com os Direitos dos Animais, e sem omissões.

 

E que omissões são essas?

 

São as que irracionalmente mantém um costume bárbaro que não dignifica o ser humano, nem Portugal, nem dois magníficos mamíferos banidos do Reino Animal, e o DEVER de os governantes governarem segundo o “evangelho” do povo, e não segundo o “evangelho” dos lobbies.

 

E claro, vamos USAR O VOTO COMO ARMA, nas próximas eleições legislativas.

 

Nestas últimas eleições autárquicas, já se mostrou um cartão amarelo ao governo, e aos que se candidataram para servir exclusivamente o lobby tauromáquico, conforme podemos verificar neste link:

 

http://protouro.wordpress.com/2013/10/02/rescaldo-das-autarquicas-candidatos-aficionados/

 

Na próxima vez, mostraremos o CARTÃO VERMELHO.

Não somos muitos? Não queremos ver os Bovinos e os Cavalos livres da tortura? E todos os animais protegidos dos seus predadores?

 

Se a tauromaquia ainda existe é porque NÓS DEIXAMOS que ela exista.

 

Portanto, há que reverter esta situação e COMEÇAR A AGIR.

 

E a acção começará no dia 25 de Outubro, pelas 10 horas, quando na Assembleia da República se discutir uma proposta para uma NOVA LEI DE PROTECÇÃO ANIMAL

 

E é bom lembrar que

 

O PODER É DO POVO, NÃO DE QUEM O SERVE.

 
 
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 18:36

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