Terça-feira, 19 de Novembro de 2019

«Língua Portuguesa aferrolhada a sete chaves, no Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal»

 

Um desabafo revoltoso de Abílio Mendonça de Carvalho, o qual o é também de milhares de Portugueses, de acordo com o próprio.

 

(Nota: os trechos a negrito são da responsabilidade da autora do Blogue)

 

MNE.png

 

Texto de Abílio Mendonça de Carvalho

 

«Sim, é verdade. A Língua Portuguesa está aferrolhada a sete chaves, cativa das mentiras emanadas do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal. E quem tem as chaves é o ministro socialista, Augusto Santos Silva. E ele, e só ele, diz o que se pode dizer sobe este cativeiro. E ele, e só ele, é o dono da língua.

 

Isto é um facto confirmado.

 

Estou em crer que o MNE, na pessoa de Augusto Santos Silva, principal envolvido e responsável do esquema do AO/90, deve ter um observatório de supervisão de acordistas.

 

Pelo estilo tirano que lhe é peculiar, Augusto SS conseguiu calar o Presidente da República sobre o AO/90, após a visita que este fez a Moçambique. O PR nunca mais falou do assunto, perfilou-se ao lado dele, limitando-se a emitir opiniões extemporâneas sem nexo, o que demonstra, em minha opinião, “estar-se puramente nas tintas”, e o que faz por aí é só protagonismo… e nada mais.

 

Mas Augusto SS conseguiu também calar os partidos políticos, representados no Parlamento, que, obedientemente, aceitam as mentiras emanadas do seu ministério, e não têm sequer ideias próprias. Por toda a parte, toda a gente tem medo de sofrer represálias, de perder os tachos, os privilégios, ou que se lhes instaurem processos disciplinares. Então existe uma nota ministerial chapa cinco, que todos têm de saber de cor e salteado, como bons paus-mandados, e depois papagueá-la, quando são questionados a este respeito.

 

Entretanto, “O Lugar da Língua Portuguesa», da Isabel A. Ferreira, a quem agradeço, uma vez mais, a abertura do blogue, para a publicação deste meu desabafo revoltoso, o qual o é também de milhares de portugueses, publicou algumas denúncias das fraudes e mentiras em que o AO/90 está assentado, e é de estranhar todo este silêncio por parte dos desacordistas, do presidente da República, dos partidos políticos, da própria comunicação social, tão preocupada com as fraudes de tantos vigaristas em tantos lugares-chave da função pública, mas quanto às fraudes do AO/90, andam todos muito calados, numa cumplicidade, deveras notória.

 

Já era (é) tempo de a justiça fazer alguma coisa, a este respeito, mas como estamos em Portugal, já sabemos como ela funciona, ou melhor, como não funciona, e é talvez, baseados nesta premissa, que se anda por aí a fazer de conta que nada foi denunciado, que as mentiras e fraudes não existem, e que a questão do acordo ortográfico é uma não-questão. Inatacável. Um ponto assente.  

 

E como se engana, quem assim cogita.

 

O problema é que o AO/90 não é uma não-questão. O AO/90 é precisamente um problema gravíssimo, que extinguirá a Língua Portuguesa, se não se travar esta onda de ignorância e prepotência dos governantes, iniciada, como se sabe, com Cavaco Silva, que foi levado pela ideia alienígena da uniformização das ortografias portuguesas, pela sua génese, assente na parlapatona e inexacta proposta de Malaca Casteleiro, por Portugal, e de Evanildo Bechara, pelo Brasil, e também pela determinação estapafúrdia em uniformizar o que não é uniformizável no seio   da CPLP, tendo sido estrategicamente excluídos os africanos de língua oficial portuguesa  e os timorenses, que não foram      chamados para esta questão.



 Consequentemente, o AO/90 impôs-se também pela ignorância e prepotência de Santana Lopes e do governo de José Sócrates, e do actual governo, comandado por Augusto Santos Silva, a quem já denominam o
Kaiser e o SS da Língua (o qual anda a fazer o frete a quem bem nós sabemos) pela sua despótica, ilegal e inconstitucional ordem de imposição do AO/90 no Ensino, em Portugal, e em muitos casos, socorrendo-se de vis chantagens: ou aplica o AO/90 ou chumba, ou não se aceitam as teses de mestrado, ou levam com um processo disciplinar, e por aí fora…

 

Os que já passaram por isto deviam denunciar estas prepotências.

 

Supõe-se que os mais prováveis favorecidos deste negócio, que se traduziu no uso ilegal do AO/90 em Portugal, sejam os editores, cujos lucros se ancoram nas negociatas com o Estado português, que é como quem diz, com o Ministério da Educação. Isto é verdade, mas existem outros interesses para além destes: interesses meramente políticos, em que a Língua Portuguesa é a moeda de troca.

 

Daí que se afirme que a Língua Portuguesa está cativa das mentiras emanadas do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, aquele que manda calar.

 

Porquê calar? Porque esperam que ninguém se atreva a ir mais longe, para não terem de admitir publicamente que mentiram e andaram a engendrar fraudes para impor e manter algo que de outro modo seria impossível, pela mais do que óbvia inviabilidade de unificar oito ortografias portuguesas, com características linguísticas e culturais completamente distintas. Só mesmo através da mentira seria possível impor um “acordo” que, aliás nunca o foi, nunca existiu, e não está em vigor na Ordem Jurídica de nenhum país, que integra esse organismo (que tresanda a resquícios coloniais, e a interesses político-diplomáticos) denominado CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), e, consequentemente, nem sequer na Ordem Jurídica Internacional.

 

Por isso, é urgente combater, em todas as frentes, incluindo, nas escolas, aliás, particularmente nas escolas, a imposição do AO/90, pelo prepotente e ignorante poder político.

 

É que conforme, li algures numa rede social, «é fácil ser valente e autoritário quando se enfrenta quem não pode prejudicar-nos, ou penalizar material, física ou espiritualmente. Mas a Humanidade só evoluiu com aqueles que correram esses riscos reais. Se Sócrates (o filósofo grego, não o ex-governante que nos impingiu coercivamente o AO90), Cristo, Galileu, Darwin, Aristides de Sousa Mendes, Churchill, Stauffenberg, Einstein, Mandela, Xanana Gusmão, Gandhi ou as bravas mulheres do Curdistão Sírio não tivessem optado por vencer o medo, por enfrentar corajosamente os poderes imensos e implacáveis que ousaram desafiar, a civilização humana não teria avançado um milímetro».

 

Precisa-se urgentemente de rebentar com as grades dos calabouços do MNE, onde encerraram a Língua Portuguesa, consumida por um fogo de mentiras, para que ela se liberte e renasça das cinzas.

 

Ao que li neste Blogue, a Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico (ILC-AO) finalmente foi admitida na Assembleia da República. E este é o momento ideal para rebentar com as referidas grades. Assim haja coragem política por parte da oposição ao governo despótico de António Costa e dos seus autómatos ministros.

 

Espera-se também que, finalmente, o presidente da República Portuguesa dê o ar da sua (des)graça e se imiscua nesta questão, que, mais do que tirar selfies, é de crucial importância para o nosso País, que está em vias de ser colonizado.»

 

Abílio Mendonça de Carvalho

Lamego, 19 de Novembro de 2019

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:45

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Quarta-feira, 14 de Março de 2018

«SE PENSAR MUITO, MUITO, MUITO, MUITO, MUITO, CONSIGO COLOCAR-ME NO LUGAR DO OUTRO»

 

Um artigo de André Silva (deputado do PAN) com o qual concordo plenamente… e junto-me ao coro das críticas à candidata a primeira-ministra de Portugal, que não tem o mínimo senso comum...

 

«Cristas afirmou que "talvez" tenha pena dos animais se pensar "muito, muito, muito, muito, muito". Para além deste enorme esforço cognitivo, reforçou ainda que olha para a tourada "como um bailado" e que no CDS a tauromaquia é uma tradição com um elevado número de aficionados. Vejamos: talvez esta visão estratégica nem sequer esteja assim tão apurada»

 

ANDRÉ SILVA.jpg

 

Pan (o) p´ra mangas

Por André Silva

13-03-2018

 

«Assunção Cristas teve um fim-de-semana muito ocupado com a realização do congresso do CDS em Lamego, no qual enviou muitos recados políticos que materializam a estratégia do já habitual e tradicional tango entre o jogo político e o jogo mediático. Até aqui, nada de novo. O que é mesmo bizarro é que alguém que afirma ver-se como Primeira-Ministra de Portugal reduza a realidade dos assuntos sensíveis a afirmações a "preto e branco".

 

Sobre a crueldade das touradas, Cristas afirmou que "talvez" tenha pena dos animais se pensar "muito, muito, muito, muito, muito". Para além deste enorme esforço cognitivo, reforçou ainda que olha para a tourada "como um bailado" e que no CDS a tauromaquia é uma tradição com um elevado número de aficionados. Vejamos: talvez esta visão estratégica nem sequer esteja assim tão apurada. Aliás, acredito que cada vez mais simpatizantes do CDS não se revêm nesta posição do partido. Mas vá aceitando que são necessários os sound bites generalistas e de compreensão fácil, não deixa de ser surpreendente a ligeireza com que uma candidata a Primeira Ministra, que se assume como afável e humana, desconsidere a sensibilidade da maioria da população portuguesa sobre este tema.

 

Se o CDS acredita que o expoente da excelência da nossa espécie está num ser humano arriscar a sua vida em frente a um animal e que a manutenção de tradições violentas é prioritária em relação à evolução humana – evolução esta que num dado momento passou a rejeitar a crueldade e a brutalidade gratuitas para divertimento de alguns –, então este partido não reúne os mais elevados princípios éticos para se posicionar como a principal alternativa ao Governo. E mesmo que a perpetuação do tauronegócio defendida pelo CDS fosse uma possibilidade, teria que ocorrer um retrocesso civilizacional no nosso país, cujos cidadãos estão cada vez mais comprometidos com uma democracia evoluída e com uma sociedade que não se alimenta do conflito estéril e da dominação de alguns por outros.

 

Comprometido com o sentido humanista que entende a cultura como um contributo caracterizador da evolução mental e civilizacional das sociedades que também serve para nos tornarmos melhores – e que, na verdade, melhor corresponde à sensibilidade contemporânea –, talvez possa deixar uma alternativa cultural para Assunção Cristas poder apreciar com a família: uma grande estreia de animação, O Touro Ferdinando, que para além de retratar questões contemporâneas como a protecção e o bem-estar animal, é um filme divertido e que educa pela sensibilidade, pelo respeito e pela empatia com todas as formas de vida. Sem querer revelar tudo, adianto já um pequeno resumo: pela sua figura imponente e assustadora, Ferdinando é escolhido como o maior e o mais rápido touro para participar nas corridas em Madrid. Mas como tem um coração generoso e não gosta de lutar com os outros, tudo faz para voltar à calma e à tranquilidade da quinta onde vivia.

 

Cara Assunção Cristas, recomendo mesmo e asseguro que sairá da sala de cinema com muito, muito, muito, muito, muito maior capacidade de se colocar no lugar do outro.»

 

Fonte:

 http://www.sabado.pt/opiniao/convidados/andre-silva/detalhe/se-pensar-muito-muito-muito-muito-muito-consigo-colocar-me-no-lugar-do-outro?ref=andre-silva_Destaque

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:37

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos
Segunda-feira, 28 de Julho de 2014

OS AUTARCAS DE CASTRO DAIRE CAÍRAM NA CONVERSA PACÓVIA DOS BRONCOS DA TAUROMAQUIA E VERGONHOSAMENTE REGRESSAM AO PASSADO

 

Castro Daire está no rol das terrinhas com um atraso civilizacional acentuado.

 

Não têm vergonha de promoverem a tortura de bovinos numa localidade pacata, senhores autarcas?

 

Esperamos que esta iniciativa seja o maior fiasco (tal como todas as outras têm sido), para aprenderem a não dar ouvidos aos broncos que andam a infiltrar-se nas terras do Norte, para as afastar do progresso e da civilização.

 

E tenham a certeza de que a Nossa Senhora da Ouvida não ouvirá as vossas preces, porque Deus (ainda) é mais forte do que o diabo.

 

 

A Auroque Tauromaquia, LDA. é uma organização de Tortura de Bovinos, que vive num passado longínquo e cujos associados já nasceram velhos, e andam pelo Norte do País, a aliciar os autarcas mais aliciáveis (porque os há com personalidade forte, que se recusam a colaborar com tal indigência), porque o povo do Sul já está farto deste atraso de vida, e cada vez mais se afasta destas iniciativas parvas.

 

Um dos objectivos desta associação inculta é a de «realizar corridas de touros onde nunca existiram ou, por outro lado, recuperar datas onde, por qualquer razão, elas tenham deixado de existir».

Atenção autarcas do Norte! Não comam esta maçã envenenada, ou correm o risco de adormecerem na lama e ficarem lá enterrados para toda a eternidade.

 

Ora os autarcas de Castro Daire caíram na lábia desta Auroque, e há que aceitar regressar a um passado primitivo, celebrando a Nossa Senhora da Ouvida/Monteiras, com tortura de lindos bovinos (como se lê no cartaz), com a cumplicidade da Igreja Católica, que cada vez mais se afasta do Cristianismo original.

 

(Esquecem-se os padres católicos, que permitem tal sacrilégio, que, de acordo com a história da Natividade, Jesus Cristo nasceu num estábulo, aquecido pela presença de bovinos, que agora são sacrificados, em nome de quê? Da estupidez de uns tantos animais humanos que não têm a mínima essência humana).

 

Em Monteiras, situada na ligação de Castro Daire a Lamego, existe o Santuário da Senhora da Ouvida que, nos dias 2 e 3 de Agosto, acolhe uma das maiores feiras/romarias do nosso País, romaria, essa, que será manchada pelo sangue de seres vivos.

 

E reza a crónica, que depois de um interregno de vários anos, pela mão da Auroque Tauromaquia, as corridas de touros voltam a Monteiras e à Romaria de Nossa Senhora da Ouvida.

 

Pois a Auroque Tauromaquia que vá para uma ilha deserta picar o chão, porque não faz falta nenhuma a um País que não consegue entrar no trilho da Civilização, devido a uns governantes que, desconhecendo por completo a Arte de Bem Governar, são cúmplices de atrocidades que ficarão perpetuadas no Livro Negro da Tauromaquia, para que os vindouros saibam quem foram os encravanços da modernidade em Portugal.

 

Quanta miséria moral e cegueira mental ainda vão no meu pobre País, que não tem culpa de ser desgovernado por criaturas acéfalas!

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 11:35

link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim

Pesquisar neste blog

 

Julho 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Posts recentes

«Língua Portuguesa aferro...

«SE PENSAR MUITO, MUITO, ...

OS AUTARCAS DE CASTRO DAI...

Arquivos

Julho 2020

Junho 2020

Maio 2020

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Direitos

© Todos os direitos reservados Os textos publicados neste blogue têm © A autora agradece a todos os que os divulgarem que indiquem, por favor, a fonte e os links dos mesmos. Obrigada.
RSS

Acordo Ortográfico

Em defesa da Língua Portuguesa, a autora deste Blogue não adopta o Acordo Ortográfico de 1990, devido a este ser inconstitucional, linguisticamente inconsistente, estruturalmente incongruente, para além de, comprovadamente, ser causa de uma crescente e perniciosa iliteracia em publicações oficiais e privadas, nas escolas, nos órgãos de comunicação social, na população em geral, e por estar a criar uma geração de analfabetos escolarizados e funcionais.

Comentários

Este Blogue aceita comentários de todas as pessoas, e os comentários serão publicados desde que seja claro que a pessoa que comentou interpretou correctamente o conteúdo da publicação. Serão eliminados os comentários que contenham linguagem ordinária e insultos, ou de conteúdo racista e xenófobo. Em resumo: comente com educação, atendendo ao conteúdo da publicação, para que o seu comentário seja mantido.

Contacto

isabelferreira@net.sapo.pt