O título desta publicação é da minha responsabilidade.
Considero que Inês de Sousa Real é a voz que entoa no Parlamento, mas não destoa, como tantas vozes inúteis que por lá ecoam...
Ficamos todos a aguardar a resposta do primeiro-ministro.
Isabel A. Ferreira
Voltámos a perguntar ao Primeiro Ministro Luís Montenegro porque é que o Secretário de Estado da Agricultura continua a exercer funções.
Nas últimas semanas, João Moura tem estado envolto em inúmeras polémicas, sendo grave que o responsável pela pasta do Bem-Estar Animal (?!) e pela fiscalização de actividades como a tauromaquia tenha feito parte da comissão de honra de uma tourada, em vez de trabalhar na promoção de políticas para as quais foi nomeado.
Mas há mais: nesta comissão de honra aparecia ao lado de outro João Moura, condenado por maus tratos a animais depois de ter deixado cães a morrer à fome.
E tudo isto num evento de homenagem a, imaginem, outro João Moura, o Jr., denunciado por práticas ilegais conhecidas como “bullbating” (atiçar cães a touros).
Isto é inaceitável e não vamos deixar de questionar o Primeiro-Ministro e o seu Governo enquanto o bem-estar dos animais for tutelado por quem representa interesses completamente contrários à missão que lhe foi confiada.
Com este governo o bem-estar animal está tudo menos em boas mãos...
Inês de Sousa Real
Não me surpreende nada. Com nome de toureiro e andando em tão más companhias, esperar o quê?
Espero que seja demitido.
Portugal não merece tal coisa!
Isto são uns atrás dos outros.
Estamos muito mal servidos de governantes (com raríssimas excepções)!
Isabel A. Ferreira


Demissão de João Moura, secretário de Estado da Agricultura, já!
Abolição da selvajaria tauromáquica já, também!
Os Portugueses, que já evoluíram e são a esmagadora maioria da população, não querem nem merecem viver num país onde ainda se realizam estas práticas selváticas.
Queremos um Parlamento limpo, sem lixo tauromáquico!
Os actuais governantes, maioritariamente trogloditas, não fazem jus do Nobre Povo Português.
Abaixo a mórbida prática tauromáquica, em todas as suas rascas vertentes!
Isabel A. Ferreira




Fontes:
https://www.facebook.com/photo/?fbid=841162408234043&set=pcb.841163734900577
https://www.facebook.com/photo?fbid=841162694900681&set=pcb.841163734900577
https://diariodarepublica.pt/.../desp.../9586-2025-928659567
Passados 500 anos ainda não chegou o dia que Leonardo da Vinci vaticinou...
Precisaremos de mais 500 anos????
Pelo visto, com certeza, precisaremos talvez até muitos mais anos!!!! Porque a crueldade é um apanágio apenas da espécie Homo Trogloditus.

João Moura é TOUREIRO, e estaria tudo dito.

Não surpreende, pois, que tratasse os seus Galgos com a crueldade com que os tratou e é visível na imagem. Para ele, Touros, Cães, quem sabe outros animais não-humanos e até humanos serão menos que nada.
Foi levado a tribunal por ter maltratado Galgos, logo Galgos , que são Cães de uma extrema sensibilidade.
O tribunal de Portalegre condenou-o a quatro anos e oito meses de prisão, com pena suspensa.
Com pena suspensa porquê?
Este não seria um crime suficientemente grave para levar os cinco anos previstos na lei vigente? Lei de pouco préstimo, diga-se de passagem, pois NÃO defende adequadamente os direitos dos animais não-humanos, quer sejam de companhia ou não sejam.

(OBS: O Dr. Vasco Reis é o único médico-veterinário que combate a tauromaquia)
Não esquecer que os animais não humanos são animais como NÓS, e por saber disto é que NÃO faço distinções entre os seres humanos e os seres não-humanos. Trato-os do mesmo modo, com o mesmo carinho, com o mesmo cuidado, porque só assim demonstro a minha humanidade.
Porque sei disto, não concordei com a pena suspensa de uma criatura que tratou com uma desumaníssima crueldade os seus próprios Cães.
A pena de prisão efectiva talvez ajudasse outros que tais joões mouras, porque os há por aí aos magotes, a pensarem duas vezes antes de maltratarem seja que animal for.
O tribunal decidiu ainda que João Moura não pode possuir animais de companhia por um período de cinco anos e proibiu-o de frequentar feiras e corridas de cães por um período de três anos, para além disto, Moura tem de doar 3.000 euros a três associações que receberam, na altura dos factos, os seus cães, devendo ainda o cavaleiro frequentar um programa de reinserção a determinar pela Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.
Isto é daquelas coisas que teriam de ser proibidas até ao fim da vida, porque a crueldade é algo que se entranha na pele e fica para sempre, e não há reinserção que desentranhe o que já vem do berço.
Notícia completa aqui
Isabel A. Ferreira
*Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens.
O filho mais novo de João Moura acabou de fazer 15 anos, mas já anda a actuar em touradas em Portugal, ao que tudo indica, com autorização de uma Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ).
Tomás Moura está anunciado para mais uma tourada, no domingo.
Quem for sensível e preocupar-se com situação das crianças, filhas de aficionados e torturadores de Touros, por favor, deixe uma mensagem/comentário a este propósito no Facebook ou no Site da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens.
Facebook: https://www.facebook.com/CNPDPCJ/
Site: https://www.cnpdpcj.gov.pt/contactos
Dirijo-me aos responsáveis pela Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, para perguntar porquê uma criança, de apenas 15 anos, anda a participar na prática bárbara que é a tortura de Touros tendo-se estreado em Reguengos de Monsaraz ao que tudo indica, com autorização de uma CPCJ, quando a ONU já instou, por TRÊS vezes, Portugal a afastar as crianças da tauromaquia, e esta criança está anunciada para mais uma tourada. Já por várias vezes me dirigi à CPCJ a denunciar estas situações inaceitáveis num País que se diz europeu e civilizado, e sempre a CPCJ fez ouvidos de mercador a estas situações gravíssimas, pondo em risco as crianças, fisicamente e mentalmente, mas são capazes de retirar os filhos a Pais, que não tendo como os sustentar, institucionalizam-nos, em vez de lhes darem condições para os sustentar. E isto só acontece num país ainda com um pé no terceiro-mundo. Por isso, venho novamente solicitar que a CPCJ cumpra as suas funções, protegendo esta criança dos que querem fazer dela um monstrinho, atirando-a a uma arena para maltratar um ser vivo. Façam alguma coisa a este respeito, não só pelas vítimas não-humanas, mas também pela criança a quem está a ser ensinado que pode humilhar e agredir cobardemente os seres mais vulneráveis, como se isso fosse arte ou cultura.
Isabel A. Ferreira

João Moura foi finalmente acusado pelo Ministério Público de 18 crimes de maus-tratos a animais de companhia, um dos quais agravado. Os maus-tratos a Touros, que não são considerados animais de companhia, ou sequer animais, ficaram de fora. Se não ficassem, os crimes seriam às centenas.

João Moura e os seus Cães, que ele diz não ter maltratado. O que seria se os tivesse maltratado!...
João Moura não se limita a torturar Touros. João Moura também maltrata os seus Cães, que servem igualmente para serem atirados, pelo seu filho João Moura Jr., contra Touros indefesos, como se vê na foto publicada no Facebook pelo próprio.

Quando se trata de Touros, todas as sevícias servem para divertir os tauricidas, porque não existe lei que o proíba, ou se existe, ninguém a faz cumprir.
João Moura foi finalmente acusado pelo Ministério Público de 18 crimes de maus-tratos a animais de companhia, um dos quais agravado. Os maus-tratos a Touros, que não são considerados animais de companhia, ou sequer animais, ficaram de fora. Se não tivessem ficado, os crimes de que Moura é acusado aumentariam substancialmente.
De acordo com o JN, para esta acusação esteve em causa a descoberta, em Fevereiro do ano passado, de 18 Cães em estado de subnutrição deplorável, como a imagem mostra, na propriedade de João Moura, em Monforte, no Alentejo.
Eram vários os Galgos em estado bastante crítico, e um deles até acabou por morrer. João Moura foi detido, por suspeita de maus-tratos a animais de companhia, negou as evidências das fotos e saiu em liberdade, com Termo de Identidade e Residência.
Ontem, a Procuradoria da Comarca de Portalegre anunciou que João Moura tinha sido acusado de 18 crimes de maus-tratos a animais de companhia, o que pode, em caso de condenação, levar a uma pena de prisão de dois anos e quatro meses.
João Moura nega as acusações apesar de as fotos confirmarem os maus-tratos, mas sabe-se que este não foi um acto isolado.
Alguém acreditará que um indivíduo que passou a vida a torturar Touros sencientes e indefesos, lá está preocupado com o bem-estar seja de que animal for, à sua guarda?
A ver vamos se João Moura é condenado, e caso seja, se vai cumprir pena de prisão efectiva. Chegados a este momento é que veremos se se fez justiça.
Se em Portugal houvesse uma Lei de Protecção Animal a sério, o arguido João Moura deveria ser condenado não só pelos Cães, como também pelos Touros, tão animais como todos os outros e até como nós, os quais, ao longo da sua inútil vida, TORTUROU barbaramente, em nome da DIVERSÃO.
Mas estamos em Portugal, onde a barbárie, em 2022 depois de Cristo, é permitida por Lei. E isto só diz da pequenez das mentalidades que (des)governam o nosso desafortunado País.
E pensar que o CDS/PP tem uma rubrica, no seu programa eleitoral, que vai proibir que se diga mal das touradas!
Enfim, continuamos na senda da paragem no tempo.
Isabel A. Ferreira
… e tenha de ser do foro da lei de homens, para quem os animais continuam a ser as "coisas" que sempre foram, em épocas em que imperava o obscurantismo a este respeito, e as Ciências Biológicas davam os seus primeiros passos.
A lei dos homens não pode estar acima da Lei Natural, porque é da irracionalidade não considerar que qualquer animal é um animal como os homens, e sendo um animal como os homens, a sua VIDA é tão importante como qualquer vida. Basta ser VIDA. Além disso, os animais existiram muito antes do homem. Este veio por último e deu cabo do Paraíso Terrestre, que existia antes dele.
É absolutamente inacreditável que a VIDA tenha de ser legislada, tim-tim por tim-tim, para que a convivência entre TODOS os animais terráqueos possa realizar-se com a harmonia que seria esperada por parte de um ser que se diz SUPERIOR a todos os outros animais, e não passa do mais vil PREDADOR.
Como é possível haver gente em tribunais com mentalidades tão retrógradas? Com gente assim Portugal jamais evoluirá em humanismo.
Sinto-me devastada. Não consigo compreender a mentalidade de certos animais que têm o estatuto de SAPIENS SAPIENS sem o merecerem.
Isabel A. Ferreira

Origem da imagem, onde se vê os evidentes bárbaros maus-tratos de João Moura aos seus Cães.
https://www.dn.pt/pais/gnr-mostra-imagens-dos-caes-subnutridos-do-cavaleiro-joao-moura-11843708.html
Este artigo, publicado no jornal "Público" pelo Constitucionalista Jorge Reis Novais, é importantíssimo como análise e informação CONTRA uma INFELIZ decisão dos Juízes do Tribunal Constitucional.
«Quando o Tribunal Constitucional regride 40 anos»
«Não é por não haver menção a bem-estar animal na Constituição que não é possível restringir o direito à liberdade dos perpetradores de maus-tratos a animais de companhia. Uma secção do Tribunal Constitucional (quatro juízes e o presidente) julgou inconstitucional a criminalização dos maus tratos infligidos a animais de companhia». (Jorge Reis Novais)
O artigo pode ser lido neste link:
https://www.publico.pt/2021/11/23/opiniao/opiniao/tribunal-constitucional-regride-40-anos-1985863
"Há qualquer coisa de profundamente degradante nas touradas. Não é só o sofrimento do animal, é o espanto com que ele observa os animais da bancada. A incredulidade de estar perante a maldade do mundo. O toiro leva nos olhos uma tristeza de estar assistindo à vileza do humano." (Ricardo Silveirinha) (*)
Foi lamentável, inacreditável, inconcebível aquilo que aconteceu ontem, no campo pequeno, em Lisboa, capital da decadência moral, social e cultural, quando a autarquia lisboeta e a “santa” casa da misericórdia de lisboa (em letras minúsculas como merece) decidiram homenagear um indivíduo que nada mais fez na vida do que torturar e matar Touros, ferindo os seus Cavalos com as esporas e serrilhas bucais, e deixando morrer à fome os seus Cães, estando actualmente a ser processado criminalmente por maus-tratos a animais de companhia… (como se os Touros e Cavalos TAMBÉM não fossem ANIMAIS!)
João Moura ainda se gabou de que «quiseram estragar-me a festa, mas não conseguiram», obviamente que a “festa” foi estragada, e bem estragada. Não houve honra, nem glória, nesta “homenagem” perpetrada por gente sem alma, sem carácter, sem empatia, e com um desvio comportamental e uma deformação mental acentuadas. Quem o diz é a Ciência Psiquiátrica.
Também foi lamentável ouvir um jovem dizer: «mandaram vir à cultura e eu vim à cultura» . Foi pena estar de cara tapada com uma máscara. Quanta pobreza mental vai nesta frase!
E é esta anti-mensagem, que organismos estatais e sociais, passam aos mais jovens e às crianças: maltratar animais é um acto que merece homenagem! VERGONHOSO!!!!!
Tenham vergonha na cara!
Acabe-se de uma vez por todas com este lixo que conspurca Lisboa, e com esta pobreza moral, cultural e social que insulta a Sociedade Portuguesa, que não se revê nestas práticas bárbaras (apenas 5% da população é sádica e psicopata).
Não se esqueçam os anti-touradas de penalizar a autarquia lisboeta nas próximas eleições autárquicas!
Isabel A. Ferreira

Fonte da imagem:
https://www.facebook.com/ocantinhodamilu/photos/a.209263282420255/4551942494818957/?type=3
Este é o estado em que o “homenageado” deixou os seus Cães, crime pelo qual está a ser processado. Mas aqui não só está em causa os maus-tratos aos seus Cães. Está também em causa a TORTURA de Touros e Cavalos, única coisa que soube fazer na vida. Não, o crime não compensa, porque esta “homenagem” não foi feita por gente do BEM, e a lei do Retorno é infalível e será implacável quando chegar a vez do torturador.
(*)
"Há qualquer coisa de profundamente degradante nas touradas. Não é só o sofrimento do animal, é o espanto com que ele observa os animais da bancada. A incredulidade de estar perante a maldade do mundo. O toiro leva nos olhos uma tristeza de estar assistindo à vileza do humano."
in: https://www.facebook.com/photo?fbid=4563485273675500&set=a.518431008180967
Isto só acontece num País, onde o Futuro já aconteceu, mas os que o governam ainda não se aperceberam disso.
«Uma sociedade civilizada é aquela que avança atendendo à consciência ética dos cidadãos». Pepi Vegas (activista da causa da Abolição das Touradas em Espanha).
No próximo dia 26 de Agosto a selvajaria tauromáquica regressa ao campo pequeno, onde se pretende homenagear o torturador de Touros João Moura, que carrega às costas, também a acusação de ter deixado morrer à fome os seus Cães, encontrando-se ainda em curso o processo-crime, que lhe foi instaurado, por maus tratos a animais!

No cartaz encontramos ainda o nome do seu filho, João Moura Jr., que também ficou conhecido pelas imagens que mostravam os seus cães a atacar um touro, refere Inês de Sousa Real, porta voz do PAN, no seu Instagram.
Isto não é coisa de gente, e muito menos digno de homenagens.
De acordo ainda com a porta-voz do PAN, esta prática abjecta, foi abolida na Inglaterra em 1835, e é conhecida como “bull-bating”, que consiste em atiçar cães para despedaçar bovinos vivos, algo proibido também em Portugal pela Lei n.º 92/05, de 12 de Setembro, de Protecção aos Animais.
Sabemos que estas leis existem, mas não são para ser cumpridas, ainda mais se nessas práticas estiver envolvida gente apoiada e protegida pelos trogloditas de serviço no Parlamento Português.
Inês de Sousa Real afirma que «Lisboa não pode continuar a ter touradas em pleno coração da cidade. E homenagens indignas como esta. Recordo que o terreno pertence à Câmara Municipal e a Praça propriedade da Casa Pia, que se encontra sob a tutela do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social».
Ainda segundo a porta voz do PAN, está nas mãos do Estado e do Poder local acabar com esta prática anacrónica, naquela que é a capital de um País europeu, e não permitir a quem explora o espaço que nele se realize touradas ou menos ainda, que se homenageei alguém que está a ser processado pelo crime de maus-tratos animais.
«O bem-estar animal é hoje um valor incontornável das sociedades modernas e do nosso ordenamento jurídico. E a violência não faz parte dos valores da cidade de Lisboa e menos ainda do nosso país» concluiu Inês de Sousa Real.
E os trogloditas de serviço lá querem saber disto para alguma coisa? Não saem bem na fotografia, sabem que ficarão para a História como os maus da fita, e o que lhes importa isso? Nada, porque lhes falta dignidade.
Isabel A. Ferreira
Fonte: https://twitter.com/lnes_Sousa_Real/status/1425418837625917445