Quarta-feira, 5 de Julho de 2023

ūüźā 30 Touros ser√£o massacrados se nada for feito durante visita do Papa

 

√Č preciso fazer chegar esta mensagem ao Papa Francisco, porque talvez ele n√£o saiba que a¬† Lisboa que recebe a Jornada Mundial da Juventude √© a mesma Lisboa que¬†TORTURA Touros, para divertir os s√°dicos, no antro taurom√°quico do campo pequeno.

 

Talvez os organizadores desta jornada n√£o saibam, at√© porque n√£o lhes interessa saber, que na enc√≠clica ‚ÄúLaudato Si‚ÄĚ,¬† o Papa Francisco refere que ¬ę√© contr√°rio √† dignidade humana fazer sofrer inutilmente os animais e dispor indiscriminadamente das suas vidas¬Ľ.


Tanto dinheiro gasto nesta Jornada, ao menos que tamb√©m sirva para p√īr em pr√°tica os ensinamentos do Papa Francisco, at√© porque a Igreja Cat√≥lica, em Portugal, n√£o cumpre a Bula "De Salute Gregis" (01 de Novembro de 1567), ainda em vigor,¬†do Papa S√£o Pio V, que decretou a proibi√ß√£o das¬†touradas,¬†¬†e¬†que excomungava todos quantos participassem ou assistissem a ¬ęesses espect√°culos sangrentos e vergonhosos dignos de dem√≥nios e n√£o de homens¬Ľ.

O Partido Político PAN - Pessoas Animais Natureza - defende a suspensão das touradas durante a JMJ, apoiando-se precisamente nestas palavras do Papa.

Mas não só.

 

PAPA FRANCISCO.PNG

 

O  PAN deu entrada no Parlamento de uma iniciativa em que apela ao Governo que não permita a realização de eventos tauromáquicos em Portugal durante a visita do Papa Francisco a Portugal, pela violência gratuita que os caracteriza, aplicando assim uma medida de clemência aos 30 animais que iriam ser sacrificados na arena.

N√£o nos faz, por isso, qualquer sentido que, durante a visita papal, no nosso pa√≠s estejam a ter lugar este tipo de actividades anacr√≥nicas, marcados por uma viol√™ncia gratuita contra os animais, mas cuja exposi√ß√£o tem repercuss√Ķes nas pessoas, incluindo crian√ßas‚ÄĚ, sublinha a porta-voz e deputada do PAN, In√™s de Sousa Real. Actualmente, durante o per√≠odo em que o Papa Francisco se encontrar√° no nosso pa√≠s, est√° prevista a realiza√ß√£o pelo menos de cinco corridas de touros em Nazar√©, Beja, Abiul (Pombal), Nave de Haver (Almeida) e Colmeias (Leiria).

¬ęSignifica que, pelo menos, 30 animais ser√£o massacrados e mortos nesses dias em Portugal¬Ľ, refere In√™s de Sousa Real l√≠der do PAN, que acrescenta: ¬ęPortugal estaria a dar um sinal ao mundo de respeito pela dignidade dos animais, da Natureza e at√© pelos direitos humanos, se aprovasse a suspens√£o da actividade taurom√°quica durante a visita papal, j√° para n√£o falar no avan√ßo civilizacional que daria se, finalmente, desse passos firmes no sentido de erradicar definitivamente as touradas¬Ľ ¬†refor√ßando ainda o APELO do PAPA ¬ęa uma interven√ß√£o global para combater a degrada√ß√£o ambiental e as altera√ß√Ķes clim√°ticas, ao respeito pela natureza e √† erradica√ß√£o da crueldade para com os animais.¬Ľ

O PAN critica ainda o facto de Portugal continuar a alimentar a crueldade das touradas tamb√©m por via de excep√ß√Ķes legislativas, bem como atrav√©s do uso de milh√Ķes de euros de fundos p√ļblicos para manter estas pr√°ticas b√°rbaras. Adicionalmente, a viol√™ncia da tauromaquia em Portugal foi considerada uma viola√ß√£o de v√°rios artigos da Conven√ß√£o dos Direitos da Crian√ßa, em Setembro de 2019, no √ļltimo relat√≥rio peri√≥dico de avalia√ß√£o de Portugal no Comit√© dos Direitos da Crian√ßa das Na√ß√Ķes Unidas.

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:03

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Segunda-feira, 3 de Julho de 2023

De Toronto, uma incursão pelo problema da Imigração, da Língua Portuguesa, do AO90 e da falta de governantes que pugnem pelos interesses de Portugal

 

Uma carta dirigida ao Dr. Luís Marques Mendes, comentador da SIC, que me foi enviada via e-mail, por um português residente no Canadá, há vários anos. Uma visão de alguém que, longe de Portugal, tem uma percepção racional do que aqui se passa, a percepção de alguém que saiu de Portugal, mas não quer voltar, porque Portugal não lhe oferece o que se espera do próprio país, um país que praticamente expulsa os seus, a sua mão-de-obra qualificada, e recebe os de fora, concedendo-lhes, de mão-beijada, o que não concede aos de dentro.

Subscrevo esta Carta.

Isabel A. Ferreira

 

CONF√öCIO.PNG

 

¬ęPrezado Dr. Marques Mendes,

 

Não é que discorde do que disse no seu comentário de ontem (que ouvi até ao fim, antes de começar a escrever...).

 

Mas gostava de lhe dar a minha visão do assunto, comparando o Portugal que conhecia com o Canadá que conheço.

 

Portugal desceu da Galiza, e não indo atrás até aos Visigodos e "Mouros", passou há muitos anos a ter uma população homogénea, com relativamente pouca diferenciação.

 

O Canadá tinha população original, povos chamados Micmac, Algonquin, Huron, Mohawk, Cree, Inuit, etc...

 

Contudo, vieram imigrantes que os dominaram, tentaram apagá-los (retirando crianças às famílias, instalando-as em 'escolas' residenciais, proibindo-as de falar as suas próprias línguas, e fazendo coisas abusivas do género que recentemente foi assunto em Portugal).

 

O actual Papa veio há pouco tempo ao Canadá, andou por aí, pediu desculpa, mas não foi tão longe como os nativos esperavam, e quando no avião de volta a Roma lhe perguntaram porque não tinha usado a palavra 'genocídio', ele disse que não lhe tinha ocorrido!!... Ha!...

 

Os povos nativos (chamados aqui "Primeiras Na√ß√Ķes") ainda existem, em poucos n√ļmeros, marginalizados, alguns em 'reservas'. Fazem-lhes o favor de n√£o pagar impostos federais (aqui no sul do Ont√°rio, passei uma vez num local que¬†sabia ser "perten√ßa" deles, e vi um posto de gasolina com pre√ßos fantasticamente baixos... Mas n√£o me venderam, porque eu n√£o tinha nem cara nem cart√£o que me identificasse como tendo esse direito...).

 

Onde eu quero chegar, é que em contraste com Portugal, o Canadá é um país de imigrantes.

 

Primeiro franceses, depois brit√Ęnicos que tomaram a primazia, e chamaram a esta col√≥nia "Dom√≠nio do Canad√°" (nome que ainda era oficial quando eu cheguei).

 

Era t√£o "dominado", que ainda havia, por lei, o costume de tocar o 'God save the Queen' no fim de sess√Ķes de cinema (o que fazia os espectadores fugirem assim que as legendas finais come√ßavam a aparecer).

Aliás, o Canadá nos anos 60 não tinha bandeira própria nem sequer hino!

O PM do dia era contra...

 

Mesmo a propósito, foi agora no dia 1 o Dia do Canadá (que antes era chamado em inglês Dominion Day).

Então por favor veja estes dois artigos do Toronto Star (jornal que apoia os partidos Liberais, i.e., tanto o federal como o do Ontário - aqui há partidos federais, e cada província e território também tem os seus).

 

Têm a ver com imigração e diversidade.

 

https://www.thestar.com/news/canada/2023/07/01/canadas-population-is-now-at-40-million-here-are-10-charts-to-show-how-immigration-drove-our-growth.html

Neste, n√£o perca os coment√°rios...

 

https://www.thestar.com/opinion/contributors/2023/07/02/the-toronto-we-want-we-can-all-win-when-immigrant-women-lead.html

E neste, repare nos n√ļmeros, especialmente na popula√ß√£o imigrante em Toronto.

 

Ent√£o com a elei√ß√£o de Ol√≠via Chow na semana passada (com 37% dos votos, porque nos sistemas n√£o-democr√°ticos¬†brit√Ęnicos n√£o h√° segunda volta), temos uma Presidente da C√Ęmara apoiada pelo partido de cujo o seu falecido marido era l√≠der, mas que n√£o fala ingl√™s correcto, e tem pron√ļncia esquisita.

Ana Bail√£o, em segundo lugar, veio de Portugal com 15 anos... Era apoiada por este jornal.

Imagine um estrangeiro/a a candidatar-se a Presidente da C√Ęmara e a ganhar...

Ora tanta e tão variada imigração faz com que o país se torne amorfo.

O Quebeque era bem afrancesado e a parte onde vivo era feita quase exclusivamente de anglo-saxónicos.

Depois vieram ucranianos, que se dirigiram às pradarias do Manitoba.

Depois italianos, portugueses s√≥ na d√©cada de 50, e depois ent√£o √© que se escancaram as portas, mais recentemente com migrantes ilegais que apesar de estarem nos EUA, v√™m pedir "ref√ļgio" no Canad√°.¬†

Isto impede que exista uma consciência "nacional" no país, ainda mais prejudicada por o Chefe de Estado ser o rei de Inglaterra!

 

Em Portugal, ainda n√£o se chegou a este ponto.

Mas o Benformoso já não é o que era...

Nem o Martim Moniz, tomado por uma multid√£o festejando o Eid na semana passada. Para onde foi a prociss√£o da Senhora da Sa√ļde?...

E no interior, também. Perto de Viseu, uma igreja é dispensada a ucranianos regularmente.

Em entrevistas de rua, √© confrangedor o n√ļmero de brasileiros a quem √© emprestado o microfone.

 

800.000 estrangeiros num país tão pequeno são demais!

E dentro destes n√ļmeros, 31% de brasileiros ainda √© pior.

 

Portugal levou africanos para o Brasil.

Estes, com a pron√ļncia das l√≠nguas deles, por ser bastante sonora, afectaram o Portugu√™s que se falava nesse tempo (n√£o sei, mas podia ainda ser parecido com o Galego).

 

Agora, a quantidade enorme de brasileiros, com a sua qualidade igualmente sonora (uma característica dominante) também têm grande influência na língua.

 

Quando o PM, falando por n√≥s todos, diz que gostar√≠amos de falar com o sotaque deles, e quando o PR se p√Ķe a imitar a fala brasileira (deixando Chico Buarque espantado), e quando a SIC tem um (ocasional) rep√≥rter brasileiro em Portugal, e a TVI/CNN usa um brasileiro para falar de futebol (como se se tivessem esgotado portugueses com esse talento), o futuro da l√≠ngua verdadeiramente portuguesa n√£o √© brilhante.

Isto para não falar no desastre que é o Acordo de 1990 (não usado no Brasil!) e nos erros que já se ouvem há tempo no Português falado (até já escutei o PR a dizer que "se resolva rápido", em vez de rapidamente).

 

Imigrantes do sul da √Āsia n√£o afectam a L√≠ngua Portuguesa, e at√© a aprendem.

Africanos dos PALOP t√™m uma certa pron√ļncia, mas nem chega a ofender, pois falam Portugu√™s.

 

A Ksenia Ashrafullina (8 anos de Portugal) é como eu, tem jeito para línguas, e fala um português excelente, por vezes mesmo com a naturalidade duma portuguesa.

Tem a cidadania portuguesa, e assim devia ser chamada, e não ainda 'russa', como referida, entre outros, até pelo PR, o que é uma desfeita.

Não lhe serviu de muito adquirir a cidadania, e esse tipo de imigração, que não considera como "novos portugueses" os imigrantes, não lhes deve agradar.

 

Contudo, brasileiros acham que falam português, e não aprendem a falar o português local, como uma senhora que num hospital disse que tinha um "corrimento marron", e ficou toda ofendida, dizendo-se "discriminada", porque a enfermeira não sabia que eles usam essa palavra em vez de "castanho".

 

E brasileiros não entendem completamente o Português, como é minha experiência, e foi demonstrado quando Lula não entendeu uma pergunta que lhe foi feita e repetida por uma jornalista bem perto dele!

Houve quem dissesse que ele não queria responder, mas acredito que ele não compreendeu mesmo o Português!

 

Eu viajei muito no Brasil, desde Manaus, nordeste, sertão, até Foz do Iguaçu, e senti essa falta de sintonização e desconhecimento do português padrão.

 

O visto "para procurar emprego", criado pelo governo, é um convite à imigração ilegal e à permanência fora dos limites.

 

Isto √© o governo a dizer ‚Äúvenham e fiquem‚ÄĚ, porque precisamos de gente, seja quem for.

Ainda estou √† espera dos esc√Ęndalos que essa JMJ vai produzir, culpa dum governo que se confunde com religiosos.

 

Pelo que vejo de longe, Lisboa está a ficar descaracterizada, e não me admirava se daqui a umas dezenas de anos, deitassem abaixo a Alfama e a minha Mouraria e pusessem arranha céus...

 

Cuidado com imigração a mais!

Eu preferia Portugal pobrezinho, mas ainda português.

 

"Enquanto houver Santo António, Lisboa não morre mais."

Pois, mas o teclado Google quer que escreva Ant√īnio, √† brasileira...

 

[Tive que interromper a escrita, e quase perdi o fio à meada, para ver "Os Batanetes", na TVI Internacional, como que o Monty Python à portuguesa antiga...]

Calorosos cumprimentos,

C. Coimbra¬Ľ

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:01

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