Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013

A ANTÓNIO COSTA, QUE SE DIZ DIRECTOR DE UM BLOG CHAMADO “SORTES DE GAIOLA”: CONSIDERE-SE DESAFIADO A PROVAR ONDE A ISABEL A. FERREIRA ESCREVEU O QUE LHE ATRIBUI

 

 

A ESTUPIDEZ TEM MUITAS FACETAS.

 

A COVARDIA TAMBÉM.

 

NÃO É DE HOMEM INTEIRO INVENTAR MENTIRAS E ESCARRAPACHÁ-LAS SEM MENCIONAR A FONTE, NUM BLOG QUE DEIXA MUITO A DESEJAR, QUANTO A HONESTIDADE INTELECTUAL, E QUE PROVAVELMENTE APENAS OS AFICIONADOS O LÊEM.

 

EU DESCONHECIA-O. NÃO SE PERDE NADA.

 

MESMO ASSIM, EXIJO QUE OS (IR)RESPONSÁVEIS POR ESSE BLOG  CITEM A FONTE DE ONDE RETIRARAM  OS  “PEDAÇOS DE PROSA” QUE ATRIBUEM  A ISABEL A. FERREIRA .

 

QUEM CONHECE A MINHA ESCRITA, APERCEBE-SE IMEDIATAMENTE DA FRAUDE.

 

PORTANTO, EXIJO QUE CITEM A FONTE DE ONDE RETIRARAM ESTAS MENTIRAS  (ISTO SE FOREM REALMENTE HOMENS INTEIROS):

 

«O cúmulo da estupidez vem num artigo dum blogue antitaurino de Isabel A. Ferreira, do qual tirei estes pedaços de prosa : 

 

1- Do ponto de vista Cristão não se deve fazer aos outros o que não queremos para nós. Assim, só podemos matar animais para alimentação, com o menor sofrimento possível, e nunca para diversão sanguinária. Quem não percebe isto, não se pode considerar um espírito superior, com uma ética e moral elevadas, ou ir a Fátima ou adorar a Deus - não faz sentido e é uma fraude religiosa. E se é agnóstico ou ateu, continua a prevalecer a questão ética.

 

2- Uma questão de tecnologia. Nós torturamos o touro ou caçamos por prazer porque sabemos fabricar aço. Se o touro tivesse inteligência suficiente para fazer ferramentas de aço, eu queria ver onde estaria a pseudo bravura dos dito aficionados?? Nesta circunstância o touro teria enormes possibilidades de matar em dois tempos qualquer atrevidote que o enfrentasse. Sem comentários...»

 

http://sortesdegaiola.blogspot.com/2013/01/o-dr.html

 

(Este texto foi enviado aos "responsáveis" do Blog tauricida)

 

***

 

Arsénio Pires, deixou um comentário ao post A ANTÓNIO COSTA, QUE SE DIZ DIRECTOR DE UM BLOG CHAMADO “SORTES DE GAIOLA”: CONSIDERE-SE DESAFIADO A PROVAR ONDE A ISABEL A. FERREIRA ESCREVEU O QUE LHE ATRIBUI às 10:31, 2013-01-17.

Comentário:

 

«Ó Isabel, mas de mentecaptos e psicopatas como os tauricidas e aficionados pelo SANGUE NAS ARENAS pode esperar alguma lucidez intelectual ou sequer uma réstia de honestidade? De quem cultiva o sadismo sobre animais indefesos e se alegra ao ver homens vestidos de collants a sacrificar um touro já moribundo, que se pode esperar? Só um desejo: - Uma vez que não têm um pingo de sensibilidade pela dor alheia, ao menos que morram de vergonha por envergonharem o género humano! Abaixo as touradas e quem as apoiar! É já durante este ano! Divulguem a Boa Notícia!»

 

***

Pois é Arsénio, quem é capaz de gostar da tortura de seres vivos, não pode ter uma réstia de honestidade de espécie nenhuma. Nem visão. Nem lucidez. Nem inteligência.

 

Mas esta gente tem de aprender a reduzir-se à insignificância dela, até porque ensinar os ignorantes é uma obra de misericórdia espiritual, que todos devemos praticar.

 

Além disso direi como diz George Orwell: «Caímos tão fundo que atrever-se a proclamar aquilo que é óbvio, transformou-se no DEVER de todo o ser inteligente».

 

Os aficionados e tauricidas têm de saber que são os grandes parasitas da sociedade, e o que eles dizem ou fazem vale ZERO. 

 

***

 

(Este texto, que fará parte d’ «O Livro Negro da Tauromaquia em Portugal», o qual perpetuará todos os que participaram, apoiaram, subsidiaram e foram cúmplices desta demência, até ao final de 2013, ano/limite para que tenham oportunidade de reverter a atitude tauricida, foi enviado a António Costa).

 

 

 

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 09:50

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Quinta-feira, 7 de Junho de 2012

“BOMBEIRO (?) VOLUNTÁRIO” DE PEDROUÇOS (MAIA) COMETE CRIME DE USURPAÇÃO DE NOME... COM O MEU NOME...

 

 

Sede dos Bombeiros Voluntários de Pedrouços (Maia)

 

 

Ao meu e-mail, que é público, chegou-me a seguinte mensagem (retirei-lhe apenas o IP):

 

Isabel A. Ferreira (IP: 00000000000) disse sobre BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE PEDROUÇOS (MAIA) DISPAM A FARDA, NÃO SABEM HONRÁ-LA na Quinta-feira, 7 de Junho de 2012 às 00:16:

 

«Caro Voluntário, agora que já não estou tão stressada, permita-me um desabafo.
 

Vê-se pelo meu discurso que sou uma pessoa obsessiva, que tem ideias fixas, com um ponto de vista obtuso e exclusivamente dirigido para a minha causa. Eu sei que esta minha postura faz com que as pessoas olhem para mim como uma espécie de louca radical, que para defender os seus ideais, insulta gratuitamente os outros e não respeita ninguém. Talvez seja por isso que apenas 7 pessoas seguem este meu blog. Agora que finalmente acalmei e fui fazer alguma pesquisa, aprendi como funcionam as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários, aprendi que tem uma Direcção que toma decisões, às quais os Bombeiros são completamente alheios, nas quais os Bombeiros não tem qualquer poder de decisão ou de influência, decisões essas que os Bombeiros tem que acatar sem contestar, sob pena de serem demitidos. Assim, apresento minhas desculpas pelo meu diálogo verborreico e pelos meus insultos gratuitos a todos os Bombeiros Voluntários de Pedrouços.
 

“Est le combat qui me plaît, non pas la victoire”»

 

 ***********************************************************

 

Pensei muito antes de tomar a decisão que tomei: tornar público este assunto. E só o faço para que ninguém mais ouse repeti-lo, por motivos mais do que óbvios.

 

Antes de comentar este comentário (porque também decidi comentá-lo) tenho de tecer algumas considerações, não vá este “voluntário” pensar que pode fazer o que bem lhe apetece, utilizando o meu nome, sem levar com as consequências.

 

Bem, o que aqui temos é um caso grave: um crime de usurpação de nome.

 

Um sujeito (que é fácil de ser identificado através de uma ordem judicial) lembrou-se de fazer uma gracinha utilizando o meu nome.

 

Pois o tiro saiu-lhe pela culatra.

 

É só aguardar... “caro” voluntário...

 

************************************************************

 

Posto isto vamos ao comentário do comentário:

 

As parvoíces que para aqui foram ditas não me atingem nem um milésimo de milímetro porque sei quem sou, sei o que valho, sei o que ando a fazer, sei que tenho mais inimigos do que amigos, conheço de cor e salteado, todas as “alcunhas” que me dão e todos os impropérios que me dirigem, mas não será isso que me fará afastar da Causa da Abolição das Touradas, porque a RAZÃO está do meu lado e não do lado de quem se serve da TORTURA DE SERES VIVOS PARA SE DIVERTIR OU PARA FINS FALSAMENTE HUMANITÁRIOS.

 

Quanto aos insultos engana-se “voluntário”.

 

Por acaso sabe o que é um insulto?

 

Não sabe.

 

Eu não devo chamar Joaquim a quem se chama António. Certo?

 

Também não devo chamar inteligente a quem não tem um pingo de massa cinzenta. Verdade?

 

Insultar é chamar um sábio de ignorante.

 

E talvez seja por isso que não SETE (como vem na listinha, que nada significa) mas CENTENAS de pessoas seguem o meu Blog diariamente.

 

Ora sempre soube que as Corporações de Bombeiros têm uma direcção (até já consegui que um director se demitisse por incompetência) e que os “voluntários” não têm obrigação de seguir as regras parvas da direcção, até porque são voluntários e podem sair da Corporação desde que as “ordens” recebidas não coincidam com a ética de cada um. É uma questão de objecção de consciência.

 

Um “homem” (coloco entre aspas já por causa das “coisas”) que não seja capaz de contestar uma ordem que não esteja de acordo com a sua consciência, com a sua ética, não é homem nem é nada.

Por isso, continuo a afirmar e a reafirmar que além de não ter insultado ninguém, não tenho de pedir desculpa a quem aceita participar num evento sangrento só porque o “director” mandou. A mim não me mandava ele. Era demitida? Que fosse.

 

Se os Bombeiros Voluntários de Pedrouços não vão receber ajuda manchada de sangue de seres vivos torturados, ao senhor Presidente da Câmara, Eng.º António Bragança Fernandes, o devem, e a um grupo de VOLUNTÁRIOS amigos dos Touros e dos Cavalos que impediram que tal chacina acontecesse.

 

Por isso, “caro” Voluntário, a “stressada” que nunca fica “stressada”, mas NAUSEADA com as barbaridades que se cometem por aí em nome de uma “tradição parva” e da falsa solidariedade; a pessoa “obsessiva” que não é “obsessiva”, mas COERENTE com os seus princípios e com o JURAMENTO que fez de dar voz aos que não têm voz para se defender; a “louca radical” que não é “louca radical” mas tão-só uma FIRME DEFENSORA dos ANIMAIS NÃO HUMANOS, tanto quanto dos ANIMAIS HUMANOS, o que tem a dizer é que se cuide, porque USURPAR O NOME DOS OUTROS É CRIME.

 

E na verdade o meu lema preferido é o que copiou do meu perfil:

 

«É o combate que me agrada, não a vitória». Mas noutra circunstância.

 

Contudo, como neste caso a vitória não me trará qualquer benefício a mim própria, mas sim aos TOUROS E AOS CAVALOS, é a VITÓRIA QUE ME AGRADA MAIS DO QUE O COMBATE.

 

E sei que essa VITÓRIA está próxima.

 

Isabel A. Ferreira (a própria).

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:10

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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Pastor de uma só ovelha no meu País

 

Copyright © Isabel A. Ferreira 2008
 
 
 
 
1
 
 
Tudo começou naquele dia em que Pepino despertou para o mundo, enquanto observava alguns meninos que, mais além, brincavam, corriam, saltavam, riam. Como eram felizes! Estavam no recreio da escola. Tinham amigos e, com certeza, uma família.
 
Sentado à soleira da porta do seu barraco, Pepino interrogava-se:
 
— Porquê será diferente comigo? Não tenho com quem brincar. Ninguém me leva à escola. O que estará errado em mim?
 
Depois de muito reflectir, Pepino chegou à conclusão de que talvez não fosse tão bonito como os outros meninos, nem tão esperto, nem tão inteligente, por isso, era ignorado. E ignorante. Pensava ele.
 
Contudo, não me parece que Pepino seja ignorante. Ele apenas não sabe das coisas. E se não vai à escola, como pode aprender? Seria necessário resolver este seu problema. É então que Mindinho surge na sua vida, de uma forma inesperada, que não estou autorizada a contar.
 
Mindinho sorriu-lhe, e Pepino garantiu-me que esse foi o primeiro sorriso da sua vida. Que sensação maravilhosa! Um sorriso só para ele!
 
Pepino tinha agora um amigo, assim já podia, pelo menos, conversar. E não havia tempo a perder. Aproveitando a circunstância de não estar mais só, Pepino abriu as portas do seu limitado mundo, até então fechadas, e saiu a correr por aí, de mãos dadas com Mindinho, e correram, correram durante um tempo sem tempo, até chegar a um lugar muito bonito, cheio de árvores, montes, prados e vales. Cansados de tanto correr, resolveram sentar-se no cimo de um pequeno outeiro.
 
— Que lugar estranho este! Tão silencioso! Tão misterioso! – observou Pepino.
 
— Não, Pepino. Não há mistério nenhum. É um lugar como tantos outros. Tu é que estás habituado a ficar sentado à soleira da porta do teu barraco, a ver o mundo passar e não te dás conta da existência de outros lugares. Para ti, o mundo é a tua rua e o pouco que vês diante dela… – disse Mindinho.
 
Rua? Na verdade Pepino não morava bem numa rua. Não havia mais casas, além do seu barraco, noutra altura um casebre, o único que, há uns dois Invernos atrás, resistiu a um temporal diluviano, quase de fim-de-mundo.
 
O restante casario transformou-se em ruínas, e a vizinhança procurou outras paragens, ali ficando apenas Pepino e a sua mãe, que trabalhava como mulher-a-dias, nas casas das senhoras da cidade. E quase não a via, apenas já muito à noitinha, quando ela chegava com um saco de plástico, onde trazia comida. Vinha sempre cansada. Era mulher de poucas falas. Raramente respondia às perguntas de Pepino. Este sabia que o pai estava preso há uns três anos, por causa de ter roubado um... Pepino já nem se lembrava o quê. E da sua vida nada mais sabia.
 
Eram muito pobres. Não tinham água, nem electricidade, e Pepino nem sabia que havia televisão ou computadores. O seu mundo limitava-se à soleira da porta do seu barraco, a ver os meninos a brincarem no recreio de uma escola, que existia mais adiante, e além, do outro lado da colina, Pepino observava a cidade das mil luzinhas, onde nunca tinha estado. Imaginava-a apenas, por entre o casario que via ao longe, e à noite, através das tais mil luzinhas. Seriam mais. Mas Pepino não sabia contar. Olhava para elas e acreditava que havia dois céus: um lá em cima, coberto de estrelas, e outro cá em baixo, cheio de luzinhas.
 
Ah! Como é bom ter um amigo! Era mesmo alguém como Mindinho que Pepino esperava encontrar um dia na sua vida.
 
Naquela manhã:
 
— Ora, não vais passar o teu tempo a elogiar-me, pois não Pepino? Tenho uma ideia. Uma vez que existo, vou mostrar-te o mundo para além da tua rua. Farei nascer asas no teu pensamento e elas levar-te-ão longe... muito longe... até ao limite do desconhecido... Mas... o que tens tu? Não ficaste contente com a minha ideia!
 
— Não é isso, Mindinho. Fiquei muito contente. Mas sabes, enquanto falavas em levar-me a conhecer o mundo para além da minha rua, eu pensava...
 
— Pensavas em quê, Pepino?
 
— A única coisa que quero na vida é ser pastor, nem que seja de uma só ovelha, no meu país. Ah! Se me dessem essa oportunidade! Teria uma ovelha só minha. Seria importante. Compreendes-me?
 
— Sim, Pepino. Mas as pessoas ainda não descobriram que uma simples ovelha faria de ti um pastor importante, por isso, terás de esperar. Entretanto, precisas de conhecer o mundo. Depois disso, voltaremos a este lugar e então talvez possas ter a ovelha que tanto anseias, se não mudares de ideia.
 
E foi assim que a história fantástica de Pepino começou.
 
Do alto daquele monte, levando consigo o sonho de um dia a ele voltar para ser pastor, Pepino partiu na companhia de Mindinho, em busca de um universo desconhecido. Afinal, tinham o dia inteiro para isso. A mãe só regressaria à noite, e eles estariam de volta antes do anoitecer.
 
Partiram, encavalitados numa nuvem que por ali passava, a qual os acompanhou sempre, nas muitas viagens que fizeram.
 
 
in  A História Fantástica de Pepino
 
Este livro pode ser adquirido através do e-mail:
 isabelferreira@net.sapo.pt
 
publicado por Isabel A. Ferreira às 10:47

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