Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2019

ESTA É A MAIOR PROVA DA IRRACIONALIDADE DO HOMEM-PREDADOR

 

Bombas que custam 100 mil dólares, lançadas por um avião que custa 100 milhões, que voa com um custo de 40 Mil dólares por hora, para matar pessoas que vivem com menos de um dólar por dia.

 

A fortuna que se gasta a destruir, poderia ser gasta a construir, e o mundo seria um lugar de sonho. Tal como está, é um lugar do mais nefando pesadelo, para 90% da população mundial. E pensar que tão poucos, com fortuna e poder, podem ser tão destrutivos, quando poderiam usar essa fortuna e esse poder, em benefício do mundo!  

 

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Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2188209697866643&set=a.339561719398126&type=3&theater

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:35

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Domingo, 4 de Dezembro de 2016

A IRRACIONALIDADE DO ANIMAL PRÉ-HUMANO

 

O animal pré-humano, uma subespécie do Homo Sapiens, que usa e abusa de seres indefesos, terá o seu dia para pagar esses CRIMES, sim porque nem tudo o que é legal é aceitável à luz da racionalidade.

 

Quem legisla também comete crimes, ao permitir que outros os cometam.

 

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Todo e qualquer "divertimento" que implique a utilização de animais não humanos deve ser considerado crime contra a Natureza, porque a Natureza implica uma Ordem Cósmica pré-definida, que os animais não humanos cumprem escrupulosamente, e o "divertimento" à custa do sofrimento desses animais, que não nasceram para servir os instintos sádicos e assassinos dos cobardes animais pré-humanos, é um autêntico atentado a essa Ordem Cósmica, configurando um hediondo crime.

 

É urgente providenciar a evolução desses pré-humanos, para que a Humanidade possa ocupar o seu lugar na Natureza: o lugar de guardiã da Vida no Planeta Terra.

 

Ser racional implica essa responsabilidade perante os seres mais indefesos.

 

A VIDA encarregar-se-á de devolver aos abusadores de animais, todo o mal que eles praticaram contra a natureza dessa própria Vida.

 

Isto é tão certo como o Sol dar lugar à Lua.

Isabel A. Ferreira

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 17:48

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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016

A PODEROSA NATUREZA QUE A IRRACIONALIDADE DO HOMEM TENTA DESTRUIR

 

Mas esquece-se o homem de que quem comanda o Universo é a Força Cósmica, diante da qual ele (o homem) nada mais é do que uma simples e insignificante poerinha que um vento mais forte pode destruir num ápice.

 

O homem nada é diante desta Força, mas ousa desafiá-la usando a irracionalidade como arma...

 

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«Esta fotografia foi obtida pelo administrador de uma Plataforma Petrolífera da Global Marine Drilling, estacionada em St. Johns, Newfoundland.

 

Eles têm que mudar o rumo dos icebergs, puxando-os com rebocadores, para evitar que choquem com as plataformas. Neste caso particular o mar estava calmo, a água cristalina e o sol incidia quase directamente sobre o iceberg, o que permitiu a um mergulhador tirar esta fotografia fantástica.

 

O peso estimado deste iceberg é de 300 milhões de toneladas. Coisas como esta fazem-nos perceber por que uma fotografia vale mais do que mil palavras não tanto pela imponência, mas principalmente pela sua beleza.»

 

(Recebido via e-mail)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 10:43

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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2015

TOURADAS

 

«Um texto lúcido para reflectir a selvajaria tauromáquica permitida e apoiada pelo governo português, para vergonha de Portugal e de quem tem um pingo de sensibilidade e empatia pelos outros seres vivos que connosco partilham o Planeta Terra…»

 

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DIA11 DE JULHO

 

Cumpro aquilo a que estou obrigado pela minha consciência. Volto a publicar um texto escrito há já alguns anos, mas regularmente publicado por esta altura, na esperança de que ele possa cativar mais alguém para uma causa infinitamente justa. (MFM)

 

Por Manuel Frias Martins ***

 

Touradas

 

No dia 11 de Julho de 2002, depois de a Assembleia da República Portuguesa ter legalizado a morte de touros em Barrancos, a inteligência civilizada e a sensibilidade culta ficaram de luto em nome da «tradição» local. Contudo, como me lembro de alguém dizer no noticiário de um canal público desse mesmo dia, a única «tradição» autenticamente portuguesa parece ser a da cobardia política. Foi, de facto, a cobardia e o oportunismo políticos que aprovaram (ou incentivaram a aprovação de) uma lei de consagração da ignorância (muitas vezes cândida) e da irracionalidade (quase sempre amparada em pretensos desideratos de bravura).

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é em si mesma um espectáculo repugnante. Chamar-lhe arte, como alguns têm o desplante de fazer, é um insulto a tudo quanto o homem conseguiu alcançar através do progresso da inteligência e da sensibilidade. Se algum sentimento estético se destaca de uma tourada, ele será equiparável ao sentimento estético que está associado ao grotesco e a modos perversos de representação do mundo.

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é em si mesma um espectáculo repugnante. Tão repugnante como os maus tratos infligidos a ursos e outros animais em espectáculos de rua levados a cabo em países ditos economicamente subdesenvolvidos. Tão repugnante como as lutas de cães e outros animais que se desenrolam quase impunemente em países ditos economicamente desenvolvidos.

 

A tourada, qualquer forma de tourada, é tão repugnante agora como o eram, há centenas de anos atrás, os espectáculos de lutas entre animais que se realizavam em várias cidades da Europa. Espectáculos que eram tão populares quanto os autos de fé em que se queimavam homens e mulheres acusados de heresia, crime político ou coisas semelhantes. Contudo, apesar de todas as contradições que a História regista, a maior parte da Europa foi aprendendo, aprofundando e exportando a razão moral subjacente à recusa da violência sacrificial contida em espectáculos como a tourada.

 

 Não vale a pena repetir argumentos por todos conhecidos. A fronteira está traçada. Se o homem continuar o percurso, acidentado mas firme, de reavaliação crítica da sua relação com todas as formas de vida, a tourada está condenada a desaparecer.

 

Nem a intelectualização que alguns dela fazem (colocando-a no domínio dos regimes míticos) lhe poderá valer. Neste sentido, a cobardia dos políticos portugueses (de direita e de esquerda) é apenas um sintoma do fim. Se o fim está longe ou perto é algo que depende de todos quantos consideram aberrante e repugnante, toda e qualquer tourada.

 

A legalização da morte de touros em Barrancos no dia 11 de Julho de 2002 representou a queda da máscara de políticos medrosos e incompetentes mas, se nós quisermos, podemos dar um sentido nobre e digno à data. Basta sinalizá-la como uma etapa de referência na luta portuguesa pela dignidade de todos os seres vivos, bem como pela dignificação do ser humano enquanto ser que tem irrecusáveis responsabilidades morais perante todos os seres vivos em virtude do lugar dominante que ocupa no planeta.

 

Contudo, a luta pela nossa própria dignidade não se pode fechar numa espécie de concurso de gritarias e insultos. Ela deve passar pelo reconhecimento do país que somos e, consequentemente, pela necessidade de elevar os nossos padrões educativos.

 

Em suma, a luta portuguesa pela abolição da tourada (qualquer tourada), bem como de todas as práticas e espectáculos aberrantes de desrespeito pela vida (qualquer vida) deve passar pela insistência na educação e nas responsabilidades que o Estado tem nesse domínio.

 

Termino com uma nota de rodapé: E se os professores se lembrarem deste tópico nas suas aulas e o puserem à discussão? Sem ideias pré-concebidas nem julgamentos de valor, deixando o essencial ao cuidado da inteligência e sensibilidade dos seus alunos…!

 

***

*** Manuel Frias Martins é um Professor, a quem foi recentemente (24 de Junho) atribuído, por unanimidade, o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho 2015, com a obra «A Espiritualidade Clandestina de José Saramago», editada pela Fundação José Saramago.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/friasmartins/posts/829807690448901:0

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 14:36

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Quarta-feira, 15 de Julho de 2015

AS FESTAS DE SAN FERMÍN (PAMPLONA, ESPANHA) JÁ FIZERAM FERIDOS, MAS O QUE IMPORTA ISSO?

 

O que interessa é torturar animais, no ritual medieval de Pamplona.

 

São Firmino é um Santo católico, deste modo, desprestigiado em Espanha, por energúmenos sem alma, sem inteligência, sem coração.

 

E a igreja católica espanhola dá uma ajudinha… E o Santo fica tão triste, tão triste que nem sequer tem ânimo para fazer o milagre de acabar com a raça do bicho-homem-predador.

 

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Foto de ANDER GILLENEA/AFP

Belíssima imagem. Valente Touro! Antes de morrer faz os seus estragos. Devia era de levá-los a todos para o outro mundo…

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Eis a triste realidade das festas de San Fermín: muito lixo, álcool e irracionalidade

 

Dois americanos e um britânico já foram feridos pelos cornos dos touros sacrificados neste ritual perverso, logo no primeiro dia da “festa” de San Fermín, em Pamplona (norte da Espanha).

 

Diz a organização que «nas primeiras hora da manhã, os touros, pesando meia tonelada em média, dispararam pelas ruas da cidade correndo atrás dos moradores e turistas dispostos a desafiar os seus afiados cornos».

 

Até aí, muito bem. Uma vez acossados, os Touros têm toda a legitimidade de se defenderem destas bestas humanas, alcoolizadas.  

 

Este tipo de “festejo” já causou a morte de 15 pessoas desde 1911. É pouco. Devia ser muito mais. Talvez aprendessem alguma coisa. Ou não! A irracionalidade cega-os mentalmente.

 

Esta selvajaria repetir-se-á até ao dia 15 de Julho.

 

Diz também a crónica que esta funçanata remonta a tempos medievais e combina procissões religiosas, danças tradicionais, shows e consumo de muito álcool.

 

Pois, é que sem o álcool isto não funcionava.

 

É o divertimento dos bêbados. E tudo isto para festejar o pobre do São Firmino, que não tem culpa do desequilíbrio mental deste enxurro.

 

Como isto nada tem a ver com “tradição”, mas tão-só com um costume bárbaro de tempos medievais, as Associações de Defesa dos Animais protestam contra estas touradas de São Firmino, denunciando que são utilizadas descargas eléctricas e varas afiadas antes de largarem os Touros, para os atormentarem e os tornarem combativos.

 

As associações de protecção aos animais chamam a atenção para estas “festas” porque dezenas de touros sofrem lesões enquanto os participantes os perseguem, batem e aterrorizam, a caminho da morte, na arena da cidade.

 

Um ritual carniceiro, que não tem qualquer razão de existir, nos tempos que correm, pois já não estamos mais na Idade Média, e muito menos para celebrar santos católicos.

 

Até quando a igreja católica vai ser cúmplice destes rituais medievais, perversos e parvos, para celebrar os seus santos?

 

Fonte:

https://br.noticias.yahoo.com/tr%C3%AAs-pessoas-s%C3%A3o-atingidas-touros-primeiro-dia-festa-133159832--spt.html

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:29

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Quarta-feira, 8 de Julho de 2015

NÃO EXISTE UM ORGANISMO DE PROTECÇÃO DE MENORES EXPOSTOS À SELVAJARIA TAUROMÁQUICA NOS AÇORES?

 

A mal dita “arte” sem capote (e também sem tino) é uma prática tosca que, em má hora, regressa à Ilha Graciosa (Açores).

 

Com uma “novidade” repugnante: elementos de pequena estatura (ou seja ANÕES) segundo a organização desta aberração, “prometem dar “espectáculo” a todos aqueles que se deslocarem ao Monte de Nossa Senhora d’Ajuda”.

Nem a Nossa Senhora d’Ajuda consegue fazer o milagre de dar um pouco de bom senso aos governantes locais que apoiam o regresso de uma prática aberrante e extremamente degradante, sob todos os pontos de vista.

 

ILHA GRACIOSA.jpg

 

Mas existe ainda outro detalhe que deixo à consideração das AUTORIDADES (sem autoridade?): as crianças até aos 6 anos têm acesso livre, dos 7 anos aos 12 anos o valor a aplicar é de 5 €...

 

E assim se expõe menores de idade a uma estupidez ilimitada, não só pela EXPLORAÇÃO DE ANÕES (acto degradante e aviltante para esses seres humanos, tal como o era na Idade Média), como pela TORTURA DE BOVINOS.

 

Não existe AUTORIDADE na Ilha Graciosa que possa travar tamanha demonstração de IRRACIONALIDADE?

O ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES É A VERGONHA DAS ILHAS ATLÂNTICAS

 

Fonte:

https://www.facebook.com/451257841614428/photos/a.451275978279281.101438.451257841614428/920162194723988/?type=1&theater 

publicado por Isabel A. Ferreira às 12:06

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2015

ÉVORA DIZ QUE VAI PROIBIR CIRCOS COM ANIMAIS

 

É um grande passo em direcção à CIVILIZAÇÃO, não há dúvida.

 

E para a evolução ser completa devem acabar também com a selvajaria tauromáquica, ainda implantada no concelho.

 

Ou uns animais são mais animais do que outros? Isto só tem cabimento no Livro "Animal Farm", de George Orwell...

 

Nós fomos os últimos animais a povoar a Terra. Antes de nós a Terra era o paraíso dos animais não humanos.

 

Hoje a Terra é um inferno para eles, graças à IRRACIONALIDADE do animal-homem-predador, criatura das trevas.

 

Há que pôr um fim a este inferno para todos os animais não humanos, sem excepções.

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Note-se o olhar desesperado do Cavalo… barbaramente utilizado em várias práticas cruéis… um ser extremamente sensível, muito mais sensível e digno do que os seus algozes...

A notícia:

 

«Os circos com animais vão deixar de poder instalar-se no concelho de Évora, depois de a Assembleia Municipal ter aprovado uma recomendação apresentada pelo PS, que a gestão CDU da Câmara disse que vai acatar.

 

A recomendação foi aprovada, por maioria, pela Assembleia Municipal de Évora (AM), com 15 votos favoráveis (PS, BE e PSD), 14 votos contra (CDU e PSD) e quatro abstenções (CDU e PSD), informou hoje o município.

 

A proposta dos socialistas surgiu na sequência da discussão da petição "Fim dos circos com animais em Évora", que um grupo de cidadãos entregou na AM, para que o município deixasse de licenciar os circos com animais no concelho.

 

O presidente da Assembleia Municipal, António Jara (CDU), explicou hoje à agência Lusa que a recomendação pede à Câmara que, no espaço de seis meses, apresente "as medidas necessárias para deixar de licenciar os circos com animais".

 

O responsável assinalou que a decisão da AME foi tomada após a petição pelo fim dos circos com animais no concelho de Évora ter sido "apreciada numa reunião da Assembleia Municipal" e discutida "numa audição com as partes envolvidas".

 

Também em declarações à Lusa, o vereador João Rodrigues, que tem o pelouro dos serviços veterinários, afirmou que a Câmara vai "analisar a situação em devido tempo", mas garantiu que, "como sempre, vai acatar todas as deliberações da AME".

 

Referindo que "a Câmara não tomou posição sobre a matéria", João Rodrigues sublinhou que o executivo municipal "ainda não tem nenhum dado concreto sobre qual vai ser a metodologia de trabalho" para alterar as normas regulamentares.

 

Actualmente, segundo o vereador, a Câmara de Évora "passa a licença" que permite aos circos instalarem-se no concelho, após os serviços veterinários avaliarem as condições em que se encontram os animais e verificarem os respectivos registos.

 

Na recomendação aprovada, está previsto o estabelecimento de um período de transição que se considere adequado para permitir aos agentes económicos envolvidos adaptarem-se a esta nova realidade.

 

Diário Digital com Lusa»

 

Fonte:

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=779914

(Este texto foi transcrito para a Língua Portuguesa)

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:44

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

O REGRESSO AO NINHO DOS PÉRFIDOS

 

Tudo o que é belo é efémero.

A minha fuga até ao paraíso foi efémera também.

 

Estou de regresso ao ninho dos pérfidos.

 

E quanto isto me custa!

 

Porém, o grito angustiante da Natureza é mais forte, e vem na ponta daquele vento que me arrasta para o olho do furacão.

 

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Regresso ao ninho dos hipócritas, dos traidores, dos incultos, dos brutos, dos que nasceram sem alma, sem senso, sem sensibilidade.

 

E os seres indefesos (humanos e não humanos), que caem nas mãos destes pérfidos, clamam desesperadamente por defesa, e eu, que não sou indiferente aos gritos do sofrimento do outro, não tenho outra alternativa senão continuar a lutar contra mentes aberrantes, com as únicas armas que possuo: as palavras. Nuas e cruas e cortantes como o fio da navalha.

 

É preciso dizer que não estamos a lidar com gente normal.

 

Não estamos a lidar com gente que sabe ouvir e entender as palavras benévolas e o saber dos sábios (não o meu, que é ínfimo), logo à primeira.

 

E isto acontece a muitos níveis: ao da política, da governação, da justiça, da educação, da cultura, da moral, da crença.

 

Aos que podem e mandam no nosso pobre e fracassado País, falta-lhes a capacidade de discernir entre o bem e o mal. Entre o bom e o mau. Entre o belo e o feio.

 

O que acontece é o mesmo que aconteceria se me deslocasse a um manicómio para “pregar” racionalidade aos perturbados mentais lá  internados.

 

Eles ficam a olhar, de olhos esbugalhados e a boca escancarada, e nada percebem do que se diz. Acham que os doentes mentais somos nós, e não são capazes de raciocinar, de observar, de apreender, de compreender, de aprender, de sentir, de ver com olhos de ver, de integrar-se no tempo que corre, e deixar o passado que já passou, enfim, são incapazes de evoluir, porque já nasceram datados.

 

E isto é bastante frustrante, para quem sente o apelo do grito dos que sofrem às mãos destas mentes formatadas, envoltas nas trevas primordiais, onde nunca se fez luz, e por mais informação que se derrame sobre essas mentes obscuras, jamais conseguiremos arrancá-los do torpor da ignorância, simplesmente porque se recusam a evoluir.

 

Além disso, nenhum perturbado mental se apercebe de que tem uma incapacidade intelectual que o impede de percepcionar (conhecer através dos sentidos) o mundo que o rodeia.

 

A alienação é total.

 

E é com este tipo de criaturas mentalmente cegas que lidamos. É contra esta ultrapassada espécie  de animais humanos que lutamos.

 

Por isso, a estratégia não pode ser “gritar” a nossa razão, porque eles nunca a entenderão. Nem sequer sabem o que isso é. Mas também não fazem qualquer esforço para perceberem.

 

A única via é a marginalização, é colocá-los à “borda do prato”, é fazê-los “sentir” que não são desejados numa sociedade humana, onde a Vida, qualquer vida, é única e inviolável.

 

A única forma de combater essas criaturas das trevas é repetir-lhes até à exaustão o quanto são inúteis, asquerosas, feias, más, cruéis, repulsivas, e que não têm lugar no mundo contemporâneo se não estão dispostas a evoluir.

 

Pertencem ao tempo dos mortos. Cheiram a matéria putrefacta.

 

Nada mais fere tão profundamente uma criatura irracional do que a rejeição, total e implacável.

 

Deixá-la a um canto, a babar a sua irracionalidade, sem o calor que se desprende da verdadeira humanidade, é o caminho.

 

Os poderosos, os políticos, os governantes, os que mandam e são cegos e surdos, nada vêem e nada ouvem a não ser o eco do vazio que existe neles próprios, e aí é que está a raiz do mal que é preciso arrancar, custe o que custar.

 

E é por aí que irei.

 

Chega de ser razoável com a irracionalidade optativa dos pérfidos.

 

E se alguém quiser acompanhar-me… aqui deixo o meu apelo…

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:11

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Segunda-feira, 4 de Maio de 2015

EMPRESA PRODUTORA DE EQUIPAMENTOS PARA TESTES EM PRIMATAS ESTÁ EM EXPANSÃO?

 

Absolutamente chocante!

Até onde chega a irracionalidade do animal-homem-predador!

 

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Jeff Rowell, presidente da Primate Products, mostra um dos equipamentos de tortura que produz para uso em laboratórios que fazem estes em primatas. Foto: Andrew West / New-Press

 

A sua postura é profissional, e a sua voz é suave. Quem o vê não imagina que Jeff Rowell ganha a vida desenvolvendo instrumentos de tortura para primatas. As informações são do Their Turn.

 

Entre as suas cruéis produções estão equipamentos para contenção (limitadores de movimentos) e sistemas de “polo e colar”. De acordo com a Primate Products, os limitadores oferecem “livre acessibilidade”, e os polos e colares, que são usados para manipular os primatas, ajudam os macacos a “aprenderem rapidamente a sua função e tornarem-se trabalhadores dispostos, reduzindo a necessidade de usar a força física com o animal ou utilizar contenção anestésica”.

 

A Primate Products é uma das muitas empresas envolvidas no escândalo MonkeyGate do condado de Hendry, na Flórida que, apesar dos protestos dos moradores locais, pretende tornar-se o ponto concentrador das empresas de reprodução de macacos, que vendem esses animais para serem cobaias em laboratórios.

 

Primate-Products-Monkeys-1024x731 MACACOS.jpg Macacos confinados na Primate Products para reprodução e venda. Foto: Andrew West/New-Press

 

Em Março, um repórter da Wink News informou a Charles Chapman, autoridade do condado, que a Primate Products estava a conduzir “experiências e testes” nas suas instalações para reprodução de macacos, a despeito das leis de zoneamento que proíbem tais actividades. Em resposta, Chapman enviou uma carta ao Panther Tracks, empresa controladora da Primate Products, informando-a que estaria a realizar uma investigação e a pedir uma explicação.

 

No dia 15 de Abril, Jeff Rowell emitiu uma resposta ao condado alegando que as atividades da Primate Products eram de facto permitidas sob a lei de zoneamento agrícola. O condado ainda não tratou publicamente da resposta da empresa.

 

Na sua carta, Rowell faz duas outras falsas declarações, ambas não relacionadas a violações de zoneamento. Primeiramente, ele afirma que os macacos da Primate Products foram reproduzidos em cativeiro, embora documentos do Serviço de Vida Selvagem dos EUA comprovem que a companhia “importou” 630 macacos que foram retirados da natureza. Posteriormente, numa adenda à carta original, Rowell admite que “alguns” dos primatas haviam sido capturados no seu habitat selvagem.

 

Em segundo lugar, ele afirma que a empresa obedece aos “três princípios orientadores da ética e do uso humano de animais em pesquisas científicas” - substituição, redução e aperfeiçoamento. O sucesso da Primate Products, que vende equipamentos para laboratórios de pesquisas em primatas, depende do aumento do número de animais usados em experiências.

 

De facto, a Primate Products passa por uma grande expansão nesse momento. Apesar de nem a companhia nem o condado divulgarem informações sobre quantos macacos a mais serão mantidos nas novas instalações, especialistas que analisaram o projecto estimam que o número estará entre 5.000 e 14.000 animais.

 

Na sua carta ao condado, Rowell também não foi capaz de responder a alegações de um denunciante anónimo que acusou a companhia de designar operações de abortos a técnicos em veterinária, ao invés de médicos veterinários. Segundo a Associação de Medicina Veterinária Americana (AVMA), “técnicos veterinários não podem diagnosticar, prescrever, realizar cirurgias ou envolver-se em qualquer actividade proibida por uma lei estadual de prática veterinária”.

Fonte:

http://www.anda.jor.br/04/05/2015/empresa-produtora-equipamentos-testes-primatas-expansao

(Este texto foi transcrito para Língua Portuguesa)

***

Isto é absolutamente monstruoso.

 

Não haverá no mundo nenhum organismo, instituição, tribunal, governo, gente responsável, racional e com competência que possa pôr fim a estas monstruosidades e punir severamente estes  monstros irracionais?

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 18:25

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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

A RACIONALIDADE IRRACIONAL

 

Um destes dias, andava eu a pesquisar já não sei o quê, e deparei-me com estes escritos de José Saramago.

 

Afinal, diz todas as coisas que costumo dizer, por aqui… com a abismal diferença do talento literário que ele tinha e eu não tenho.

 

Eu sou mais rés-do-chão…

 

Mas para os meus mais acérrimos críticos, nomeadamente os aficionados deputados da Assembleia da República, entre outros aficionados menos diplomados, aqui deixo as palavras de José Saramago, como se fossem minhas.

 

Afinal a diferença está apenas no “estilo”, mas não na raiz do raciocínio… (I. A. F.)

 

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A Racionalidade Irracional

 

Eu digo muitas vezes que o instinto serve melhor os animais do que a razão a nossa espécie. E o instinto serve melhor os animais porque é conservador, defende a vida. Se um animal come outro, come-o porque tem de comer, porque tem de viver; mas quando assistimos a cenas de lutas terríveis entre animais, o leão que persegue a gazela e que a morde e que a mata e que a devora, parece que o nosso coração sensível dirá «que coisa tão cruel».

 

Não: quem se comporta com crueldade é o homem, não é o animal, aquilo não é crueldade; o animal não tortura, é o homem que tortura. Então o que eu critico é o comportamento do ser humano, um ser dotado de razão, razão disciplinadora, organizadora, mantenedora da vida, que deveria sê-lo e que não o é; o que eu critico é a facilidade com que o ser humano se corrompe, com que se torna maligno.

 

Aquela ideia que temos da esperança nas crianças, nos meninos e nas meninas pequenas, a ideia de que são seres aparentemente maravilhosos, de olhares puros, relativamente a essa ideia eu digo: pois sim, é tudo muito bonito, são de facto muito simpáticos, são adoráveis, mas deixemos que cresçam para sabermos quem realmente são. E quando crescem, sabemos que infelizmente muitas dessas inocentes crianças vão modificar-se. E por culpa de quê? É a sociedade a única responsável? Há questões de ordem hereditária? O que é que se passa dentro da cabeça das pessoas para serem uma coisa e passarem a ser outra?

 

Uma sociedade que instituiu, como valores a perseguir, esses que nós sabemos, o lucro, o êxito, o triunfo sobre o outro e todas estas coisas, essa sociedade coloca as pessoas numa situação em que acabam por pensar (se é que o dizem e não se limitam a agir) que todos os meios são bons para se alcançar aquilo que se quer.

 

Falámos muito ao longo destes últimos anos (e felizmente continuamos a falar) dos direitos humanos; simplesmente deixámos de falar de uma coisa muito simples, que são os deveres humanos, que são sempre deveres em relação aos outros, sobretudo. E é essa indiferença em relação ao outro, essa espécie de desprezo do outro, que eu me pergunto se tem algum sentido numa situação ou no quadro de existência de uma espécie que se diz racional. Isso, de facto, não posso entender, é uma das minhas grandes angústias.

 

José Saramago, in «Diálogos com José Saramago»

http://www.citador.pt/textos/a-racionalidade-irracional-jose-de-sousa-saramago

 

***

Somos Irracionais

 

No meu tempo de escola primária, algumas crédulas e ingénuas pessoas, a quem dávamos o respeitoso nome de mestres, ensinaram-me que o homem, além de ser um animal racional, era, também, por graça particular de Deus, o único que de tal fortuna se podia gabar. Ora, sendo as primeiras lições aquelas que mais perduram no nosso espírito, ainda que, muitas vezes, ao longo da vida, julguemos tê-las esquecido, vivi durante muitos anos aferrado à crença de que, apesar de umas tantas contrariedades e contradições, esta espécie de que faço parte usava a cabeça como aposento e escritório da razão.

 

Certo era que o pintor Goya, surdo e sábio, me protestava que é no sono dela que se engendram os monstros, mas eu argumentava que, não podendo ser negado o surgimento dessas avantesmas, tal só acontecia quando a razão, pobrezinha, cansada da obrigação de ser razoável, se deixava vencer pela fadiga e mergulhava no esquecimento de si própria.

 

Chegado agora a estes dias, os meus e os do mundo, vejo-me diante de duas probabilidades: ou a razão, no homem, não faz senão dormir e engendrar monstros, ou o homem, sendo indubitavelmente um animal entre os animais, é, também indubitavelmente, o mais irracional de todos eles. Vou-me inclinando cada vez mais para a segunda hipótese, não por ser eu morbidamente propenso a filosofias pessimistas, mas porque o espectáculo do mundo é, em minha fraca opinião, e de todos os pontos de vista, uma demonstração explícita e evidente do que chamo a irracionalidade humana. Vemos o abismo, está aí diante dos olhos, e contudo avançamos para ele como uma multidão de «lemmings» suicidas, com a capital diferença de que, de caminho, nos vamos entretendo a trucidar-nos uns aos outros.

 

José Saramago, in «Cadernos de Lanzarote (1993)»

http://www.citador.pt/textos/somos-irracionais-jose-de-sousa-saramago

 

***

 

Produzimos uma Cultura de Devastação

 

Todos os anos exterminamos comunidades indígenas, milhares de hectares de florestas e até inúmeras palavras das nossas línguas. A cada minuto extinguimos uma espécie de aves e alguém em algum lugar recôndito contempla pela última vez na Terra uma determinada flor.

 

Konrad Lorenz não se enganou ao dizer que somos o elo perdido entre o macaco e o ser humano. Somos isso, uma espécie que gira sem encontrar o seu horizonte, um projecto por concluir. Falou-se bastante ultimamente do genoma e, ao que parece, a única coisa que nos distancia na realidade dos animais é a nossa capacidade de esperança. Produzimos uma cultura de devastação baseada muitas vezes no engano da superioridade das raças, dos deuses, e sustentada pela desumanidade do poder económico. Sempre me pareceu incrível que uma sociedade tão pragmática como a ocidental tenha deificado coisas abstractas como esse papel chamado dinheiro e uma cadeia de imagens efémeras. Devemos fortalecer, como tantas vezes disse, a tribo da sensibilidade...

 

José Saramago, in «Revista Universidad de Antioquia (2001)»

http://www.citador.pt/textos/produzimos-uma-cultura-de-devastacao-jose-de-sousa-saramago

 

***

Não Calar

 

Há uma regra fundamental quando se vive como nós estamos a viver – em sociedade, porque somos uns animais gregários – que é simplesmente não calar. Não calar! Que isso possa custar em comunidades várias a perda de emprego ou más interpretações já o sabemos, mas também não estamos aqui para agradar a toda a gente. Primeiro, porque é impossível, e segundo, porque se a consciência nos diz que o caminho é este então sigamo-lo e quanto às consequências logo veremos.

 

José Saramago, in «Uma Longa Viagem com José Saramago»

http://www.citador.pt/textos/nao-calar-jose-de-sousa-saramago

 

***

A Regra Fundamental de Vida

 

Quando nós dizemos o bem, ou o mal... há uma série de pequenos satélites desses grandes planetas, e que são a pequena bondade, a pequena maldade, a pequena inveja, a pequena dedicação...

 

No fundo é disso que se faz a vida das pessoas, ou seja, de fraquezas, de debilidades... Por outro lado, para as pessoas para quem isto tem alguma importância, é importante ter como regra fundamental de vida não fazer mal a outrem.

 

A partir do momento em que tenhamos a preocupação de respeitar esta simples regra de convivência humana, não vale a pena perdermo-nos em grandes filosofias sobre o bem e sobre o mal. «Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti» parece um ponto de vista egoísta, mas é o único do género por onde se chega não ao egoísmo mas à relação humana.

 

José Saramago, in «Revista Diário da Madeira, Junho 1994»

http://www.citador.pt/textos/a-regra-fundamental-de-vida-jose-de-sousa-saramago

 

***

O País é Pequeno e a Gente que nele Vive também não é Grande

 

Em tempos disse que Portugal estava culturalmente morto. Talvez o tenha dito em determinado momento, mas também o diria hoje porque Portugal não tem ideias de futuro, nenhuma ideia do futuro português, nem uma ideia que seja sua, e vai navegando ao sabor da corrente.

 

A cultura, apesar de tudo, tem sobrevivido e é aquilo que pode dar do país uma imagem aberta e positiva em todos os aspectos, seja no cinema, na literatura ou na arte - temos grandes pintores que andam espalhados pelo mundo.

 

Mas o Almeida Garrett definiu-nos de uma vez para sempre e de uma maneira que se tem de reconhecer que é uma radiografia de corpo inteiro: «O país é pequeno e a gente que nele vive também não é grande

 

É tremenda esta definição, mas se tivermos ocasião de verificar, desde o tempo do Almeida Garrett e, projectando para trás, efectivamente o país é pequeno (...), mas o que está em causa não é o tamanho físico do país mas a dimensão espiritual e mental dos seus habitantes.

 

José Saramago, in «Uma Longa Viagem com José Saramago (2009)»

http://www.citador.pt/textos/o-pais-e-pequeno-e-a-gente-que-nele-vive-tambem-nao-e-grande-jose-de-sousa-saramago

 

publicado por Isabel A. Ferreira às 15:09

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